Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

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9.017 questões encontradas. Mostrando a página 314 de 451.

  • 10998A18-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Interpretação de Textos

    O uso da expressão “é menina”, tanto para começar quanto para finalizar o texto, adquire também um valor simbólico, pelo significado que assume no contexto.

    No contexto, esse recurso provoca um entendimento de:

    Escolha uma alternativa para a questão 10998a18-4a
  • 10936677-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Interpretação de Textos

    A crônica de Gregorio Duvivier é construída em um único parágrafo com uma única frase. Essa frase começa e termina pela mesma expressão: é menina.

    Em termos denotativos, a menina, referida no final do texto, pode ser compreendida como:

    Escolha uma alternativa para a questão 10936677-4a
  • 10882B26-4A

    Português

    Denotação e Conotação
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Denotação e Conotação

    a gente gostaria de ver nossos problemas resolvidos por decreto (v. 3-5)

    A expressão sublinhada tem sentido figurado que, no contexto, corresponde a: 

    Escolha uma alternativa para a questão 10882b26-4a
  • 107BC67C-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Interpretação de Textos

    O poeta emprega dois termos diferentes para se aproximar do leitor: a gente (v. 3) e nossos (v. 4). O emprego de tais termos produz, em relação à percepção de mundo, o sentido de:
    Escolha uma alternativa para a questão 107bc67c-4a
  • 106B5E9E-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Interpretação de Textos

    Nos quadrinhos, há uma representação de crescente desespero do personagem que estaria com a aranha em sua perna.

    A representação desse desespero é construída por meio do emprego de:

    Escolha uma alternativa para a questão 106b5e9e-4a
  • 10646187-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Interpretação de Textos

    Caso tenha uma aranha na sua perna, é melhor não se mexer.”

    No quadrinho seguinte, o próprio personagem analisa essa fala como hipotética.

    A construção de hipótese está marcada na frase do personagem pelo seguinte traço linguístico:

    Escolha uma alternativa para a questão 10646187-4a
  • 2C6D903D-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Interpretação de Textos

    Seu olhar agora não era mais de ladrão, e sim de professor (l. 29).

    A frase deixa subentendida a ideia de que o menino foi capaz de ensinar, pelo exemplo, algo à autora.

    Esse ensinamento dado pelo menino está ligado à capacidade de:
    Escolha uma alternativa para a questão 2c6d903d-4a
  • 2C5C7A57-4A

    Português

    Gêneros Textuais
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Gêneros Textuais

    A crônica é um gênero textual que frequentemente usa uma linguagem mais informal e próxima da oralidade, pouco preocupada com a rigidez da chamada norma culta.

    Um exemplo claro dessa linguagem informal, presente no texto, está em:
    Escolha uma alternativa para a questão 2c5c7a57-4a
  • 2C527794-4A

    Português

    Artigos
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Artigos

    Aquele carro é o carro alegórico de um Brasil, de um certo Brasil que temos que lutar para que não se transforme no carro alegórico do Brasil. (l. 27-28)

    A sequência do emprego dos artigos em “de um Brasil” e “do Brasil” representa uma relação de sentido entre as duas expressões, intimamente ligada a uma preocupação social por parte do autor do texto.

    Essa relação de sentido pode ser definida como:
    Escolha uma alternativa para a questão 2c527794-4a
  • 2C33FEE6-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Interpretação de Textos

    Ele está dizendo: seria uma morte anônima, aplainada pela surdez da praxe, pela invisibilidade, uma morte não questionada, como tantas outras. (l. 14-16)

    Logo após citar a declaração do marido de Cláudia, o autor a explica.

    Em relação a essa declaração, a explicação do autor produz o efeito de:
    Escolha uma alternativa para a questão 2c33fee6-4a
  • 5B69E0BE-3C

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

        Pela tarde apareceu o Capitão Vitorino. Vinha numa burra velha, de chapéu de palha muito alvo, com a fita verde- amarela na lapela do paletó. O mestre José Amaro estava sentado na tenda, sem trabalhar. E quando viu o compadre alegrou-se. Agora as visitas de Vitorino faziam-lhe bem. Desde aquele dia em que vira o compadre sair com a filha para o Recife, fazendo tudo com tão boa vontade, que Vitorino não lhe era mais o homem infeliz, o pobre bobo, o sem-vergonha, o vagabundo que tanto lhe desagradava. Vitorino apeou-se para falar do ataque ao Pilar. Não era amigo de Quinca Napoleão, achava que aquele bicho vivia de roubar o povo, mas não aprovava o que o capitão fizera com a D. Inês.

    – Meu compadre, uma mulher como a D. Inês é para ser respeitada.

    – E o capitão desrespeitou a velha, compadre?

    – Eu não estava lá. Mas me disseram que botou o rifle em cima dela, para fazer medo, para ver se D. Inês lhe dava a chave do cofre. Ela não deu. José Medeiros, que é homem, borrou-se todo quando lhe entrou um cangaceiro no estabelecimento. Me disseram que o safado chorava como bezerro desmamado. Este cachorro anda agora com o fogo da força da polícia fazendo o diabo com o povo.

    (José Lins do Rego, Fogo Morto)

    A passagem do quarto parágrafo – Eu não estava lá. Mas me disseram que botou o rifle em cima dela, para fazer medo, para ver se D. Inês lhe dava a chave do cofre. – é caracterizada por discurso
    Escolha uma alternativa para a questão 5b69e0be-3c
  • 5B4A2FA5-3C

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

       Leia o texto para responder às questões de números 122 a 125.

        Nuvens contêm uma quantidade impressionante de água. Mesmo as pequenas podem reter um volume de 750 km³ de água e, se calcularmos meio grama de água por metro cúbico, essas minúsculas gotas flutuantes podem formar verdadeiros lagos voadores.

       Imagine a situação de um agricultor que observa, planando sobre os campos ressecados, nuvens contendo água mais que suficiente para salvar sua lavoura e deixar um bom saldo, mas que, em vez disso, produzem apenas algumas gotas antes de desaparecer no horizonte. É essa situação desesperadora que leva o mundo todo a gastar milhões de dólares todos os anos tentando controlar a chuva.

        Nos Estados Unidos, a tendência de extrair mais umidade do ar vem aumentando em mais um ano de secas severas. Em boa parte das planícies centrais e do sudoeste do país, os níveis de chuva, desde 2010, têm diminuído entre um e dois terços, com impacto direto nos preços do milho, trigo e soja. A Califórnia, fonte de boa parte das frutas e legumes que abastecem o país, ainda deve recuperar-se de uma seca que deixou seus reservatórios com metade da capacidade e áreas sem gelo perigosamente reduzidas. Em fevereiro, o Serviço Nacional do Clima divulgou que o estado tem uma chance em mil de se recuperar logo. Produtores de amêndoas estão preocupados com suas plantações por falta de umidade, e até a água potável está ameaçada.

    (Scientific American Brasil, julho de 2014. Adaptado)

    Assinale a alternativa em que o período, reescrito com base nas informações do texto, está correto quanto ao emprego da vírgula.
    Escolha uma alternativa para a questão 5b4a2fa5-3c
  • 5B4510FD-3C

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

       Leia o texto para responder às questões de números 122 a 125.

        Nuvens contêm uma quantidade impressionante de água. Mesmo as pequenas podem reter um volume de 750 km³ de água e, se calcularmos meio grama de água por metro cúbico, essas minúsculas gotas flutuantes podem formar verdadeiros lagos voadores.

       Imagine a situação de um agricultor que observa, planando sobre os campos ressecados, nuvens contendo água mais que suficiente para salvar sua lavoura e deixar um bom saldo, mas que, em vez disso, produzem apenas algumas gotas antes de desaparecer no horizonte. É essa situação desesperadora que leva o mundo todo a gastar milhões de dólares todos os anos tentando controlar a chuva.

        Nos Estados Unidos, a tendência de extrair mais umidade do ar vem aumentando em mais um ano de secas severas. Em boa parte das planícies centrais e do sudoeste do país, os níveis de chuva, desde 2010, têm diminuído entre um e dois terços, com impacto direto nos preços do milho, trigo e soja. A Califórnia, fonte de boa parte das frutas e legumes que abastecem o país, ainda deve recuperar-se de uma seca que deixou seus reservatórios com metade da capacidade e áreas sem gelo perigosamente reduzidas. Em fevereiro, o Serviço Nacional do Clima divulgou que o estado tem uma chance em mil de se recuperar logo. Produtores de amêndoas estão preocupados com suas plantações por falta de umidade, e até a água potável está ameaçada.

    (Scientific American Brasil, julho de 2014. Adaptado)

    Observe os enunciados:

    – ... planando sobre os campos ressecados... (2.º parágrafo)

    – ... tentando controlar a chuva. (2.º parágrafo)

    – ... em mais um ano de secas severas. (3.º parágrafo)

    No contexto em que estão empregados, os termos em destaque significam, respectivamente:

    Escolha uma alternativa para a questão 5b4510fd-3c
  • 5B39E5D1-3C

    Português

    Coesão e coerência
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

       Leia o texto para responder às questões de números 122 a 125.

        Nuvens contêm uma quantidade impressionante de água. Mesmo as pequenas podem reter um volume de 750 km³ de água e, se calcularmos meio grama de água por metro cúbico, essas minúsculas gotas flutuantes podem formar verdadeiros lagos voadores.

       Imagine a situação de um agricultor que observa, planando sobre os campos ressecados, nuvens contendo água mais que suficiente para salvar sua lavoura e deixar um bom saldo, mas que, em vez disso, produzem apenas algumas gotas antes de desaparecer no horizonte. É essa situação desesperadora que leva o mundo todo a gastar milhões de dólares todos os anos tentando controlar a chuva.

        Nos Estados Unidos, a tendência de extrair mais umidade do ar vem aumentando em mais um ano de secas severas. Em boa parte das planícies centrais e do sudoeste do país, os níveis de chuva, desde 2010, têm diminuído entre um e dois terços, com impacto direto nos preços do milho, trigo e soja. A Califórnia, fonte de boa parte das frutas e legumes que abastecem o país, ainda deve recuperar-se de uma seca que deixou seus reservatórios com metade da capacidade e áreas sem gelo perigosamente reduzidas. Em fevereiro, o Serviço Nacional do Clima divulgou que o estado tem uma chance em mil de se recuperar logo. Produtores de amêndoas estão preocupados com suas plantações por falta de umidade, e até a água potável está ameaçada.

    (Scientific American Brasil, julho de 2014. Adaptado)

    Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa e sem alterar os sentidos do texto, a frase final pode ser reescrita da seguinte forma:
    Escolha uma alternativa para a questão 5b39e5d1-3c
  • FB8FA810-3B

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

                                         O OPERÁRIO NO MAR


          Na rua passa um operário. Como vai firme! Não tem blusa. No conto, no drama, no discurso político, a dor do operário está na sua blusa azul, de pano grosso, nas mãos grossas, nos pés enormes, nos desconfortos enormes. Esse é um homem comum, apenas mais escuro que os outros, e com uma significação estranha no corpo, que carrega desígnios e segredos. Para onde vai ele, pisando assim tão firme? Não sei. A fábrica ficou lá atrás. Adiante é só o campo, com algumas árvores, o grande anúncio de gasolina americana e os fios, os fios, os fios. O operário não lhe sobra tempo de perceber que eles levam e trazem mensagens, que contam da Rússia, do Araguaia, dos Estados Unidos. Não ouve, na Câmara dos Deputados, o líder oposicionista vociferando. Caminha no campo e apenas repara que ali corre água, que mais adiante faz calor. Para onde vai o operário? Teria vergonha de chamá-lo meu irmão. Ele sabe que não é, nunca foi meu irmão, que não nos entenderemos nunca. E me despreza... Ou talvez seja eu próprio que me despreze a seus olhos. Tenho vergonha e vontade de encará-lo: uma fascinação quase me obriga a pular a janela, a cair em frente dele, sustar-lhe a marcha, pelo menos implorar-lhe que suste a marcha. Agora está caminhando no mar. Eu pensava que isso fosse privilégio de alguns santos e de navios. Mas não há nenhuma santidade no operário, e não vejo rodas nem hélices no seu corpo, aparentemente banal. Sinto que o mar se acovardou e deixou-o passar. Onde estão nossos exércitos que não impediram o milagre? Mas agora vejo que o operário está cansado e que se molhou, não muito, mas se molhou, e peixes escorrem de suas mãos. Vejo-o que se volta e me dirige um sorriso úmido. A palidez e confusão do seu rosto são a própria tarde que se decompõe. Daqui a um minuto será noite e estaremos irremediavelmente separados pelas circunstâncias atmosféricas, eu em terra firme, ele no meio do mar. Único e precário agente de ligação entre nós, seu sorriso cada vez mais frio atravessa as grandes massas líquidas, choca-se contra as formações salinas, as fortalezas da costa, as medusas, atravessa tudo e vem beijar-me o rosto, trazer-me uma esperança de compreensão. Sim, quem sabe se um dia o compreenderei?


                                                                  Carlos Drummond de Andrade, Sentimento do mundo.

    Atente para as seguintes afirmações relativas ao texto de Drummond, considerado no contexto da obra a que pertence:


    I. A referência inicial aos modos de se representar o operário sugere uma crítica do poeta aos estereótipos presentes na literatura da época em que o texto foi escrito.


    II. O alcance simbólico da figura do operário depende, inclusive, do fato de que, no texto, ele é constituído por tensões que o fazem, ao mesmo tempo, comum e extraordinário, familiar e enigmático, próximo e longínquo etc.


    III. A imagem do operário que anda sobre o mar pode simbolizar a criação prodigiosa de um mundo novo a “vida futura” , igualmente anunciado em símbolos como o das “mãos dadas”, o da “aurora”, o do “sangue redentor”, também presentes no livro.


    Está correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão fb8fa810-3b
  • FB6A939C-3B

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

                                                     Capítulo CVII

                                                          Bilhete


          “Não houve nada, mas ele suspeita alguma cousa; está muito sério e não fala; agora saiu. Sorriu uma vez somente, para Nhonhô, depois de o fitar muito tempo, carrancudo. Não me tratou mal nem bem. Não sei o que vai acontecer; Deus queira que isto passe. Muita cautela, por ora, muita cautela.”


                                                         Capítulo CVIII

                                                    Que se não entende


          Eis aí o drama, eis aí a ponta da orelha trágica de Shakespeare. Esse retalhinho de papel, garatujado em partes, machucado das mãos, era um documento de análise, que eu não farei neste capítulo, nem no outro, nem talvez em todo o resto do livro. Poderia eu tirar ao leitor o gosto de notar por si mesmo a frieza, a perspicácia e o ânimo dessas poucas linhas traçadas à pressa; e por trás delas a tempestade de outro cérebro, a raiva dissimulada, o desespero que se constrange e medita, porque tem de resolver-se na lama, ou no sangue, ou nas lágrimas?


                                                               Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas.

    Os seguintes aspectos compositivos considerados pelo narrador do excerto: concentração e economia de meios expressivos, orientação realista e analítica, previsão do papel do leitor na construção do sentido do texto, suprindo o que, neste, é implícito ou lacunar, podem também caracterizar, principalmente, a obra
    Escolha uma alternativa para a questão fb6a939c-3b
  • FB65B30B-3B

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

                                                     Capítulo CVII

                                                          Bilhete


          “Não houve nada, mas ele suspeita alguma cousa; está muito sério e não fala; agora saiu. Sorriu uma vez somente, para Nhonhô, depois de o fitar muito tempo, carrancudo. Não me tratou mal nem bem. Não sei o que vai acontecer; Deus queira que isto passe. Muita cautela, por ora, muita cautela.”


                                                         Capítulo CVIII

                                                    Que se não entende


          Eis aí o drama, eis aí a ponta da orelha trágica de Shakespeare. Esse retalhinho de papel, garatujado em partes, machucado das mãos, era um documento de análise, que eu não farei neste capítulo, nem no outro, nem talvez em todo o resto do livro. Poderia eu tirar ao leitor o gosto de notar por si mesmo a frieza, a perspicácia e o ânimo dessas poucas linhas traçadas à pressa; e por trás delas a tempestade de outro cérebro, a raiva dissimulada, o desespero que se constrange e medita, porque tem de resolver-se na lama, ou no sangue, ou nas lágrimas?


                                                               Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas.

    Ao comentar o bilhete de Virgília, o narrador se vale, principalmente, do seguinte recurso retórico:
    Escolha uma alternativa para a questão fb65b30b-3b