Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

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9.017 questões encontradas. Mostrando a página 334 de 451.

  • CF839695-94

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2013, Interpretação de Textos

    Não era um pássaro nem um avião. (l. 1)

    A primeira frase do texto remete às perguntas feitas por personagens que observavam intrigados o voo do Super-homem em suas muitas histórias: É um pássaro? É um avião? Não! É o Super-homem!


    Essa primeira frase configura um recurso da linguagem conhecido como:

    Escolha uma alternativa para a questão cf839695-94
  • CF7E3458-94

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2013, Interpretação de Textos

    Ao descrever sua criação, Joana expressa uma opinião crítica acerca das redes sociais existentes. Essa crítica é reforçada, nas falas da personagem, principalmente pelo uso de:
    Escolha uma alternativa para a questão cf7e3458-94
  • CF786020-94

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2013, Interpretação de Textos

    No diálogo das personagens da tira, há mais de uma ocorrência de paradoxo, ou seja, uma combinação de termos ou expressões que se contradizem.

    O melhor exemplo de paradoxo presente na fala de Joana é:

    Escolha uma alternativa para a questão cf786020-94
  • DE02C32B-24

    Português

    Interpretação de Textos
    SENAC-SP · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
          Mas, lá pelo meio do pagode, a baiana caíra na imprudência de derrear-se toda sobre o português e soprar-lhe um segredo, requebrando os olhos. Firmo, de um salto, aprumou-se então defronte dele, medindo-o de alto a baixo com um olhar provocador e atrevido. Jerônimo, também posto de pé, respondeu altivo com um gesto igual. Os instrumentos calaram-se logo. Fez-se um profundo silêncio. Ninguém se mexeu do lugar em que estava. E, no meio da grande roda, iluminados amplamente pelo capitoso luar de abril, os dois homens, perfilados defronte um do outro, olhavam-se em desafio. 

                                          (AZEVEDO, Aluísio. trecho de O cortiço. São Paulo, Ed. Hartra, 2009. p. 106-107) 



    Está correto o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão de02c32b-24
  • DDF3B421-24

    Português

    Figuras de Linguagem
    SENAC-SP · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere a tirinha e as afirmativas abaixo.

    Imagem da questão de Português, SENAC-SP 2013, Figuras de Linguagem


    I. O humor da tirinha provém do fato de Calvin usar a palavra “rua" em sentido figurado em um quadro e em sentido literal em outro.

    II. Na expressão sabedoria das ruas, percebe-se o uso de linguagem denotativa.

    III. Na frase ele não é inteligente, mas tem a sabedoria das ruas, há uma crítica e uma ressalva que atenua essa mesma crítica.

    IV. Infere-se da tirinha que um menino visto como “valentão" não pode ser inteligente.


    Está correto o que se afirma APENAS em

    Escolha uma alternativa para a questão ddf3b421-24
  • DDDF9969-24

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    SENAC-SP · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
                                                                       
                                                     CÓDIGOS E LINGUAGENS
    Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

                Em 1876, os Estados Unidos comemoraram o centenário de sua independência com um evento de encher os olhos. Realizada na Filadélfia, a “Exposição internacional de arte, manufatura e produtos do solo e das minas" ocupava uma área quase do tamanho do parque do Ibirapuera, em São Paulo.
                 Nesse ambiente de excitação e curiosidade, o professor escocês Alexandre Graham Bell, de 29 anos, parecia deslocado.Seus primeiros dias na feira foram de desânimo e frustração. Ele trazia de Boston, cidade em que morava, uma engenhoca chamada de “novo aparato acionado pela voz humana". A organização da feira lhe destinara uma pequena mesa escondida no fundo de um corredor. Era um espaço fora do roteiro dos juízes encarregados de avaliar e premiar as invenções. Como se inscrevera na última hora, seu nome nem sequer aparecia na programação oficial.
                 Tudo isso mudou devido a uma extraordinária coincidência. Em um final de tarde, uma voz fina e esganiçada chamou-lhe a atenção:
                 − Mr. Graham Bell?
                 Ao se virar, ele deparou-se com o imperador do Brasil, dom Pedro II. Os dois tinham se conhecido semanas antes, em Boston, onde Graham Bell criara uma escola para surdos-mudos.
                − O que o sr. está fazendo aqui? − perguntou dom Pedro.
                Graham Bell contou-lhe que acabara de patentear um mecanismo capaz de transmitir a voz humana. A cena que se seguiu é hoje parte dos grandes momentos da história da ciência. Escoltado pelo imperador do Brasil, por um batalhão de repórteres e pelos juízes, que, àquela altura, estavam por perto, Graham Bell pediu que dom Pedro II se postasse a cerca de cem metros e mantivesse junto aos ouvidos uma pequena concha metálica conectada a um fio de cobre. No extremo oposto da fiação, pronunciou as seguintes palavras, da peça Hamlet, de William Shakespeare:
                 − To be or not to be (ser ou não ser).
                 − Meu Deus, isso fala! Exclamou dom Pedro II.
                 Mais tarde rebatizado como telefone, o aparato seria considerado um dos marcos do século XIX, chamado de “Século das luzes" devido às inovações científicas que mudaram radicalmente a vida das pessoas. Encomendado por dom Pedro II pessoalmente a Graham Bell, o telefone chegou ao Rio de Janeiro antes mesmo de ser adotado em alguns países europeus supostamente mais desenvolvidos do que o Brasil.
                               (Adaptado de Laurentino Gomes. 1889. São Paulo, Editora Globo, 2013, formato ebook)
    O que o sr. está fazendo aqui? − perguntou dom Pedro.

    Quanto às funções de linguagem, no segmento acima, predomina a função
    Escolha uma alternativa para a questão dddf9969-24
  • DDDB8E14-24

    Português

    Interpretação de Textos
    SENAC-SP · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
                                                                       
                                                     CÓDIGOS E LINGUAGENS
    Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

                Em 1876, os Estados Unidos comemoraram o centenário de sua independência com um evento de encher os olhos. Realizada na Filadélfia, a “Exposição internacional de arte, manufatura e produtos do solo e das minas" ocupava uma área quase do tamanho do parque do Ibirapuera, em São Paulo.
                 Nesse ambiente de excitação e curiosidade, o professor escocês Alexandre Graham Bell, de 29 anos, parecia deslocado.Seus primeiros dias na feira foram de desânimo e frustração. Ele trazia de Boston, cidade em que morava, uma engenhoca chamada de “novo aparato acionado pela voz humana". A organização da feira lhe destinara uma pequena mesa escondida no fundo de um corredor. Era um espaço fora do roteiro dos juízes encarregados de avaliar e premiar as invenções. Como se inscrevera na última hora, seu nome nem sequer aparecia na programação oficial.
                 Tudo isso mudou devido a uma extraordinária coincidência. Em um final de tarde, uma voz fina e esganiçada chamou-lhe a atenção:
                 − Mr. Graham Bell?
                 Ao se virar, ele deparou-se com o imperador do Brasil, dom Pedro II. Os dois tinham se conhecido semanas antes, em Boston, onde Graham Bell criara uma escola para surdos-mudos.
                − O que o sr. está fazendo aqui? − perguntou dom Pedro.
                Graham Bell contou-lhe que acabara de patentear um mecanismo capaz de transmitir a voz humana. A cena que se seguiu é hoje parte dos grandes momentos da história da ciência. Escoltado pelo imperador do Brasil, por um batalhão de repórteres e pelos juízes, que, àquela altura, estavam por perto, Graham Bell pediu que dom Pedro II se postasse a cerca de cem metros e mantivesse junto aos ouvidos uma pequena concha metálica conectada a um fio de cobre. No extremo oposto da fiação, pronunciou as seguintes palavras, da peça Hamlet, de William Shakespeare:
                 − To be or not to be (ser ou não ser).
                 − Meu Deus, isso fala! Exclamou dom Pedro II.
                 Mais tarde rebatizado como telefone, o aparato seria considerado um dos marcos do século XIX, chamado de “Século das luzes" devido às inovações científicas que mudaram radicalmente a vida das pessoas. Encomendado por dom Pedro II pessoalmente a Graham Bell, o telefone chegou ao Rio de Janeiro antes mesmo de ser adotado em alguns países europeus supostamente mais desenvolvidos do que o Brasil.
                               (Adaptado de Laurentino Gomes. 1889. São Paulo, Editora Globo, 2013, formato ebook)
    Depreende-se do texto que a frustração de Graham Bell na feira citada se deve ao fato de:
    Escolha uma alternativa para a questão dddb8e14-24
  • DDD607EC-24

    Português

    Gêneros Textuais
    SENAC-SP · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
                                                                       
                                                     CÓDIGOS E LINGUAGENS
    Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

                Em 1876, os Estados Unidos comemoraram o centenário de sua independência com um evento de encher os olhos. Realizada na Filadélfia, a “Exposição internacional de arte, manufatura e produtos do solo e das minas" ocupava uma área quase do tamanho do parque do Ibirapuera, em São Paulo.
                 Nesse ambiente de excitação e curiosidade, o professor escocês Alexandre Graham Bell, de 29 anos, parecia deslocado.Seus primeiros dias na feira foram de desânimo e frustração. Ele trazia de Boston, cidade em que morava, uma engenhoca chamada de “novo aparato acionado pela voz humana". A organização da feira lhe destinara uma pequena mesa escondida no fundo de um corredor. Era um espaço fora do roteiro dos juízes encarregados de avaliar e premiar as invenções. Como se inscrevera na última hora, seu nome nem sequer aparecia na programação oficial.
                 Tudo isso mudou devido a uma extraordinária coincidência. Em um final de tarde, uma voz fina e esganiçada chamou-lhe a atenção:
                 − Mr. Graham Bell?
                 Ao se virar, ele deparou-se com o imperador do Brasil, dom Pedro II. Os dois tinham se conhecido semanas antes, em Boston, onde Graham Bell criara uma escola para surdos-mudos.
                − O que o sr. está fazendo aqui? − perguntou dom Pedro.
                Graham Bell contou-lhe que acabara de patentear um mecanismo capaz de transmitir a voz humana. A cena que se seguiu é hoje parte dos grandes momentos da história da ciência. Escoltado pelo imperador do Brasil, por um batalhão de repórteres e pelos juízes, que, àquela altura, estavam por perto, Graham Bell pediu que dom Pedro II se postasse a cerca de cem metros e mantivesse junto aos ouvidos uma pequena concha metálica conectada a um fio de cobre. No extremo oposto da fiação, pronunciou as seguintes palavras, da peça Hamlet, de William Shakespeare:
                 − To be or not to be (ser ou não ser).
                 − Meu Deus, isso fala! Exclamou dom Pedro II.
                 Mais tarde rebatizado como telefone, o aparato seria considerado um dos marcos do século XIX, chamado de “Século das luzes" devido às inovações científicas que mudaram radicalmente a vida das pessoas. Encomendado por dom Pedro II pessoalmente a Graham Bell, o telefone chegou ao Rio de Janeiro antes mesmo de ser adotado em alguns países europeus supostamente mais desenvolvidos do que o Brasil.
                               (Adaptado de Laurentino Gomes. 1889. São Paulo, Editora Globo, 2013, formato ebook)
    O texto se estrutura de modo predominantemente
    Escolha uma alternativa para a questão ddd607ec-24
  • DDD0A3B0-24

    Português

    Interpretação de Textos
    SENAC-SP · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
                                                                       
                                                     CÓDIGOS E LINGUAGENS
    Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

                Em 1876, os Estados Unidos comemoraram o centenário de sua independência com um evento de encher os olhos. Realizada na Filadélfia, a “Exposição internacional de arte, manufatura e produtos do solo e das minas" ocupava uma área quase do tamanho do parque do Ibirapuera, em São Paulo.
                 Nesse ambiente de excitação e curiosidade, o professor escocês Alexandre Graham Bell, de 29 anos, parecia deslocado.Seus primeiros dias na feira foram de desânimo e frustração. Ele trazia de Boston, cidade em que morava, uma engenhoca chamada de “novo aparato acionado pela voz humana". A organização da feira lhe destinara uma pequena mesa escondida no fundo de um corredor. Era um espaço fora do roteiro dos juízes encarregados de avaliar e premiar as invenções. Como se inscrevera na última hora, seu nome nem sequer aparecia na programação oficial.
                 Tudo isso mudou devido a uma extraordinária coincidência. Em um final de tarde, uma voz fina e esganiçada chamou-lhe a atenção:
                 − Mr. Graham Bell?
                 Ao se virar, ele deparou-se com o imperador do Brasil, dom Pedro II. Os dois tinham se conhecido semanas antes, em Boston, onde Graham Bell criara uma escola para surdos-mudos.
                − O que o sr. está fazendo aqui? − perguntou dom Pedro.
                Graham Bell contou-lhe que acabara de patentear um mecanismo capaz de transmitir a voz humana. A cena que se seguiu é hoje parte dos grandes momentos da história da ciência. Escoltado pelo imperador do Brasil, por um batalhão de repórteres e pelos juízes, que, àquela altura, estavam por perto, Graham Bell pediu que dom Pedro II se postasse a cerca de cem metros e mantivesse junto aos ouvidos uma pequena concha metálica conectada a um fio de cobre. No extremo oposto da fiação, pronunciou as seguintes palavras, da peça Hamlet, de William Shakespeare:
                 − To be or not to be (ser ou não ser).
                 − Meu Deus, isso fala! Exclamou dom Pedro II.
                 Mais tarde rebatizado como telefone, o aparato seria considerado um dos marcos do século XIX, chamado de “Século das luzes" devido às inovações científicas que mudaram radicalmente a vida das pessoas. Encomendado por dom Pedro II pessoalmente a Graham Bell, o telefone chegou ao Rio de Janeiro antes mesmo de ser adotado em alguns países europeus supostamente mais desenvolvidos do que o Brasil.
                               (Adaptado de Laurentino Gomes. 1889. São Paulo, Editora Globo, 2013, formato ebook)
    Depreende-se corretamente do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão ddd0a3b0-24
  • 36D83396-F4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-BA · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, IF-BA 2013, Interpretação de Textos A leitura do fragmento do poema permite inferir que
    Escolha uma alternativa para a questão 36d83396-f4
  • 31C0CEE6-F4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-BA · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, IF-BA 2013, Interpretação de Textos De acordo com o texto, é correto afirmar que

    I. responder a todas as solicitações dos amigos na internet faz parte da etiqueta social, a fim de manter as relações sociais.

    II. com a internet, as pessoas buscam demonstrar seus sentimentos e emoções nas redes sociais, o que, na realidade, não é algo novo no comportamento humano.

    III. na frase “O facebook é a nostalgia da aldeia e sua superação” (l. 55-56), pode-se entender que o facebook é superior às cidades e sua dinâmica.

    A alternativa que indica a(s) afirmativa(s) verdadeira(s) é
    Escolha uma alternativa para a questão 31c0cee6-f4
  • 2E8EEDE6-F4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-BA · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, IF-BA 2013, Interpretação de Textos

    O texto I é um fragmento de um artigo, que se insere no conjunto dos textos de tipo argumentativo, os quais se caracterizam por
    Escolha uma alternativa para a questão 2e8eede6-f4
  • 27F13462-F4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-BA · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, IF-BA 2013, Interpretação de Textos

    A partir da leitura, marque a alternativa que informa a ideia central do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 27f13462-f4
  • 15A2B487-D0

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-BA · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, IF-BA 2013, Interpretação de Textos A respeito dos recursos da língua usados no texto, a única afirmativa sem comprovação gramatical ou contextual, é a indicada em:
    Escolha uma alternativa para a questão 15a2b487-d0
  • 147BBC59-D0

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-BA · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, IF-BA 2013, Interpretação de Textos O poema de Drummond
    Escolha uma alternativa para a questão 147bbc59-d0
  • 122D1FE3-D0

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-BA · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, IF-BA 2013, Interpretação de Textos A frase “Não tinham grande talento, mas sabiam perseverar.” (l. 8 - 9) transmite a importância de o ser humano manter, em relação à conquista dos seus objetivos, uma atitude de:
    Escolha uma alternativa para a questão 122d1fe3-d0
  • 1104D48F-D0

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-BA · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, IF-BA 2013, Interpretação de Textos Na conclusão do seu relato, Bernardinho, ex-jogador de voleibol e técnico da seleção de voleibol masculino, leva o leitor a fazer algumas reflexões.

    Nos questionamentos levantados por ele, fica claro que
    Escolha uma alternativa para a questão 1104d48f-d0
  • 0FDEC3AE-D0

    Português

    Análise sintática
    IF-BA · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, IF-BA 2013, Análise sintática Quanto às funções que os elementos da língua exercem no texto, é verdadeiro o que se afirma em:

    I – “meu velho" (l. 54) funciona como aposto na oração de que faz parte.

    II – “dos circundantes" (l. 55) completa o sentido da expressão “a expectativa" (l. 55).

    III – “grande" (l. 57) é um predicativo de “o juiz" (l. 57). IV – “Houve" (l. 58) é uma forma verbal que sinaliza a existência de uma oração sem sujeito.

    IV – “Houve” (l. 58) é uma forma verbal que sinaliza a existência de uma oração sem sujeito.

    V– “que" (l. 65) e “que" (l. 79) são conectivos que introduzem, no contexto, orações que recebem a mesma classificação.

    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão 0fdec3ae-d0
  • 0D8F4F6E-D0

    Português

    Denotação e Conotação
    IF-BA · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, IF-BA 2013, Denotação e Conotação Embora a crônica apresente uma linguagem predominantemente denotativa, o uso da conotação está presente no fragmento transcrito na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 0d8f4f6e-d0
  • 0C68CDB7-D0

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-BA · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, IF-BA 2013, Interpretação de Textos A leitura do texto permite concluir que, de uma forma ou de outra
    Escolha uma alternativa para a questão 0c68cdb7-d0