Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

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9.017 questões encontradas. Mostrando a página 351 de 451.

  • 3EF0D74E-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
                A essência da teoria democrática é a supressão de qualquer imposição de classe, fundada no postulado ou na crença de que os conflitos e problemas humanos n econômicos, políticos, ou sociais n são solucionáveis pela educação, isto é, pela cooperação voluntária, mobilizada pela opinião pública esclarecida. Está claro que essa opinião pública terá de ser formada à luz dos melhores conhecimentos existentes e, assim, a pesquisa científica nos campos das ciências naturais e das chamadas ciências sociais deverá se fazer a mais ampla, a mais vigorosa, a mais livre, e a difusão desses conhecimentos, a mais completa, a mais imparcial e em termos que os tornem acessíveis a todos.

                                        Anísio Teixeira, Educação é um direito. Adaptado.


    De acordo com o texto, a sociedade será democrática quando
    Escolha uma alternativa para a questão 3ef0d74e-e4
  • 3D41487D-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, USP 2012, Interpretação de Textos

    Considere as seguintes substituições propostas para diferentes trechos do texto:

    I. “o número a que chegasse” (L. 14-15) = o número a que alcançasse.
    II. “Lembro o orgulho” (L. 18) = Recordo-me do orgulho.
    III. “coisas que deixamos de fazer” (L. 28-29) = coisas que nos descartamos.
    IV. “não há mais bondes” (L. 31) = não existe mais bondes.


    A correção gramatical está preservada apenas no que foi proposto em
    Escolha uma alternativa para a questão 3d41487d-e4
  • 3BA1D9F5-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, USP 2012, Interpretação de Textos

    Um dos contrastes entre passado e presente que caracterizam o desenvolvimento do texto manifesta-se na oposição entre as seguintes expressões:
    Escolha uma alternativa para a questão 3ba1d9f5-e4
  • 39F69B87-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, USP 2012, Interpretação de Textos

    A palavra que o cronista omite no título, substituindo-a por reticências, ele a emprega no último parágrafo, na posição marcada com pontilhado. Tendo em vista o contexto, conclui-se que se trata da palavra
    Escolha uma alternativa para a questão 39f69b87-e4
  • 70CDBE48-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    O labirinto dos manuais

    Há alguns meses, troquei meu celular. Um modelo lindo, pequeno, prático. Segundo a vendedora, era capaz de tudo e mais um pouco. Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails e até servia para telefonar. Abri o manual, entusiasmado. “Agora eu aprendo”, decidi, folheando as 49 páginas. Já na primeira, tentei executar as funções. Duas horas depois, eu estava prestes a roer o aparelho. O manual tentava prever todas as possibilidades. Virou um labirinto de instruções! Na semana seguinte, tentei baixar o som da campainha. Só aumentava. Buscava o vibracall, não achava. Era só alguém me chamar e todo mundo em torno saía correndo, pensando que era o alarme de incêndio! Quem me salvou foi um motorista de táxi.

    - Manual só confunde - disse didaticamente. - Dá uma de curioso. Insisti e finalmente descobri que estava no vibracall há meses! O único problema é que agora não consigo botar a campainha de volta!

    Atualmente, estou de computador novo. Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. Comprei um livro. Na capa, a promessa: “Rápido e fácil” - um guia prático, simples e colorido! Resolvi: “Vou seguir cada instrução, página por página. Do que adianta ter um supercomputador se não sei usá-lo?”. Quando cheguei à página 20, minha cabeça latejava. O livro tem 342! Cada vez que olho, dá vontade de chorar! Não seria melhor gastar o tempo relendo Guerra e Paz*?

    Tudo foi criado para simplificar. Mas até o micro-ondas ficou difícil. A não ser que eu queira fazer pipoca, que possui sua tecla própria. Mas não posso me alimentar só de pipoca! Ainda se emagrecesse... E o fax com secretária eletrônica? O anterior era simples. Eu apertava um botão e apagava as mensagens. O atual exige que eu toque em um, depois em outro para confirmar, e de novo no primeiro! Outro dia, a luzinha estava piscando. Tentei ouvir a mensagem. A secretária disparou todas as mensagens, desde o início do ano!

    Eu sei que para a garotada que está aí tudo parece muito simples. Mas o mundo é para todos, não é? Talvez alguém dê aulas para entender manuais! Ou o jeito seria aprender só aquilo de que tenho realmente necessidade, e não usar todas as funções. É o que a maioria das pessoas acaba fazendo! Entre as características que definem uma crônica, estão presentes no texto de Walcyr Carrasco:
    Escolha uma alternativa para a questão 70cdbe48-e0
  • 6E5C0EFC-E0

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    FATEC · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    O labirinto dos manuais

    Há alguns meses, troquei meu celular. Um modelo lindo, pequeno, prático. Segundo a vendedora, era capaz de tudo e mais um pouco. Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails e até servia para telefonar. Abri o manual, entusiasmado. “Agora eu aprendo”, decidi, folheando as 49 páginas. Já na primeira, tentei executar as funções. Duas horas depois, eu estava prestes a roer o aparelho. O manual tentava prever todas as possibilidades. Virou um labirinto de instruções! Na semana seguinte, tentei baixar o som da campainha. Só aumentava. Buscava o vibracall, não achava. Era só alguém me chamar e todo mundo em torno saía correndo, pensando que era o alarme de incêndio! Quem me salvou foi um motorista de táxi.

    - Manual só confunde - disse didaticamente. - Dá uma de curioso. Insisti e finalmente descobri que estava no vibracall há meses! O único problema é que agora não consigo botar a campainha de volta!

    Atualmente, estou de computador novo. Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. Comprei um livro. Na capa, a promessa: “Rápido e fácil” - um guia prático, simples e colorido! Resolvi: “Vou seguir cada instrução, página por página. Do que adianta ter um supercomputador se não sei usá-lo?”. Quando cheguei à página 20, minha cabeça latejava. O livro tem 342! Cada vez que olho, dá vontade de chorar! Não seria melhor gastar o tempo relendo Guerra e Paz*?

    Tudo foi criado para simplificar. Mas até o micro-ondas ficou difícil. A não ser que eu queira fazer pipoca, que possui sua tecla própria. Mas não posso me alimentar só de pipoca! Ainda se emagrecesse... E o fax com secretária eletrônica? O anterior era simples. Eu apertava um botão e apagava as mensagens. O atual exige que eu toque em um, depois em outro para confirmar, e de novo no primeiro! Outro dia, a luzinha estava piscando. Tentei ouvir a mensagem. A secretária disparou todas as mensagens, desde o início do ano!

    Eu sei que para a garotada que está aí tudo parece muito simples. Mas o mundo é para todos, não é? Talvez alguém dê aulas para entender manuais! Ou o jeito seria aprender só aquilo de que tenho realmente necessidade, e não usar todas as funções. É o que a maioria das pessoas acaba fazendo! Analise as afirmações sobre trechos do texto e assinale a correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 6e5c0efc-e0
  • 6D21D7CE-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    O labirinto dos manuais

    Há alguns meses, troquei meu celular. Um modelo lindo, pequeno, prático. Segundo a vendedora, era capaz de tudo e mais um pouco. Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails e até servia para telefonar. Abri o manual, entusiasmado. “Agora eu aprendo”, decidi, folheando as 49 páginas. Já na primeira, tentei executar as funções. Duas horas depois, eu estava prestes a roer o aparelho. O manual tentava prever todas as possibilidades. Virou um labirinto de instruções! Na semana seguinte, tentei baixar o som da campainha. Só aumentava. Buscava o vibracall, não achava. Era só alguém me chamar e todo mundo em torno saía correndo, pensando que era o alarme de incêndio! Quem me salvou foi um motorista de táxi.

    - Manual só confunde - disse didaticamente. - Dá uma de curioso. Insisti e finalmente descobri que estava no vibracall há meses! O único problema é que agora não consigo botar a campainha de volta!

    Atualmente, estou de computador novo. Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. Comprei um livro. Na capa, a promessa: “Rápido e fácil” - um guia prático, simples e colorido! Resolvi: “Vou seguir cada instrução, página por página. Do que adianta ter um supercomputador se não sei usá-lo?”. Quando cheguei à página 20, minha cabeça latejava. O livro tem 342! Cada vez que olho, dá vontade de chorar! Não seria melhor gastar o tempo relendo Guerra e Paz*?

    Tudo foi criado para simplificar. Mas até o micro-ondas ficou difícil. A não ser que eu queira fazer pipoca, que possui sua tecla própria. Mas não posso me alimentar só de pipoca! Ainda se emagrecesse... E o fax com secretária eletrônica? O anterior era simples. Eu apertava um botão e apagava as mensagens. O atual exige que eu toque em um, depois em outro para confirmar, e de novo no primeiro! Outro dia, a luzinha estava piscando. Tentei ouvir a mensagem. A secretária disparou todas as mensagens, desde o início do ano!

    Eu sei que para a garotada que está aí tudo parece muito simples. Mas o mundo é para todos, não é? Talvez alguém dê aulas para entender manuais! Ou o jeito seria aprender só aquilo de que tenho realmente necessidade, e não usar todas as funções. É o que a maioria das pessoas acaba fazendo! Pelos comentários feitos pelo narrador, pode-se concluir corretamente que
    Escolha uma alternativa para a questão 6d21d7ce-e0
  • 3111B5EE-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Como fazíamos sem botão

    Uma estatística curiosa: a gente aperta por dia, em média, 125 botões. Isso apenas nas geringonças que carregamos conosco: celular, laptop, iPod. Essa história do convívio humano com o botão começou por volta de 1893, quando a Central Electric Company, de Chicago, lançou o primeiro interruptor de luz, com dois botõezinhos: um branco para ligar e um preto para desligar.

    Até então, apertar uma tecla não era atividade desconhecida - já a utilizávamos em pianos, telégrafos e, a partir de 1888, nas máquinas fotográficas da Kodak. Mas foi só no fim do século XIX que ferramentas manuais consagradas, como sinos e manivelas, começaram a ser substituídas por similares movidos a eletricidade. E de utilização fácil: no século XX, para usar qualquer coisa, bastava apertar o botão. Em vez de tocar um sino, apertava-se a campainha.

    O preço disso? Quase ninguém sabe hoje fazer nada sem apertar um botão. Acender um lampião a gás ou manusear um elevador hidráulico, por exemplo, são tarefas consideradas dificílimas. Para comprovar essa situação, na Califórnia, em 2001, foi feita uma pesquisa em escolas de segundo grau. Resultado: constatou-se que quase 30% dos alunos não faziam ideia de como usar um telefone de disco.
    Com base nas informações do texto, é correto afrmar que a :
    Escolha uma alternativa para a questão 3111b5ee-e0
  • E841439B-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos Mas, se existirem exageros, eles não deverão ser criticados como tal. (l. 22-23).

    Esta afirmação, embora pareça contraditória, sugere um elemento fundamental para a compreensão do ponto de vista do autor.

    O fragmento que melhor sintetiza o ponto de vista expresso pela frase citada é:
    Escolha uma alternativa para a questão e841439b-bf
  • E7227CEB-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos Ao longo do texto, o autor procura evitar generalizações, admitindo, após algumas conclusões, a possibilidade de exceções.

    Essa atitude do autor está exemplificada em:
    Escolha uma alternativa para a questão e7227ceb-bf
  • E6081EBE-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos levantaram as sobrancelhas de cientistas mais rígidos que veem as distorções com desdém e esbugalharam os olhos dos espectadores (a maioria) que pouco ligam se a ciência está certa ou errada. (l. 12-14)

    O autor faz um paralelo entre as sobrancelhas levantadas dos cientistas e os olhos esbugalhados dos espectadores.

    Assim, os olhos esbugalhados dos espectadores representam o seguinte elemento:
    Escolha uma alternativa para a questão e6081ebe-bf
  • E4ECF655-BF

    Português

    Figuras de Linguagem
    UERJ · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Figuras de Linguagem No título do texto, a palavra Hollywood é empregada por causa da identificação entre a indústria cinematográfica e uma localidade dos Estados Unidos que concentra empresas do ramo.

    Esse emprego, portanto, configura uma figura de linguagem conhecida como:
    Escolha uma alternativa para a questão e4ecf655-bf
  • E3CFFB66-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos Na construção argumentativa, uma estratégia comum é aquela em que se reconhecem dados ou fatos contrários ao ponto de vista defendido, para, em seguida, negá-los ou reduzir sua importância.

    O fragmento do texto que exemplifica essa estratégia é:
    Escolha uma alternativa para a questão e3cffb66-bf
  • E1987587-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos Marcelo Gleiser é um cientista que admite mudar de opinião se confrontado com novas evidências ou com novas reflexões.

    De acordo com o texto, o autor antes pensava que filmes devem tentar ao máximo ser fiéis à ciência que retratam, mas atualmente tem outra opinião.

    A opinião que hoje ele defende, acerca desse assunto, baseia-se na seguinte conclusão:
    Escolha uma alternativa para a questão e1987587-bf
  • DF62F047-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos Na descrição de sua situação e de seus sentimentos, o narrador utiliza diversos recursos coesivos, dentre eles o da adição.

    O fragmento do texto que exemplifica o recurso da adição está em:
    Escolha uma alternativa para a questão df62f047-bf
  • DD2D0203-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos O personagem parece julgar quase todos que o rodeiam, mas não se exime de julgar também a si mesmo.

    Um julgamento autocrítico de Isaías Caminha está melhor ilustrado no seguinte trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão dd2d0203-bf
  • DC1072F2-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos O personagem Isaías Caminha faz críticas àqueles que ele denomina “literatos”.

    No primeiro parágrafo, podemos entender que os chamados literatos são escritores com a característica de:
    Escolha uma alternativa para a questão dc1072f2-bf
  • DAF37C36-BF

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    UERJ · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética. O texto de Lima Barreto explora o recurso da metalinguagem, ao comentar, na sua ficção, o próprio ato de compor uma ficção.

    Esse recurso está exemplificado principalmente em:
    Escolha uma alternativa para a questão daf37c36-bf
  • 3EDBEAE6-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMT · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Jantei fora. De noite fui ao teatro. Representava­se justa­mente Otelo, que eu não vira nem lera nunca; sabia apenas o assunto, e estimei a coincidência. Vi as grandes raivas do mouro, por causa de um lenço, - um simples lenço! - e aqui dou matéria à meditação dos psicólogos deste e de outros continentes, pois não me pude furtar à observação de que um lenço bastou a acender os ciúmes de Otelo e compor a mais sublime tragédia deste mundo. Os lenços perderam­se, hoje são precisos os pró­prios lençóis; alguma vez nem lençóis há, e valem só as camisas. Tais eram as ideias que me iam passando pela cabeça, vagas e turvas, à medida que o mouro rolava convulso, e Iago destilava a sua calúnia. Nos intervalos não me levantava da cadeira; não queria expor­- me a encontrar algum conhecido. As senhoras ficavam quase todas nos camarotes, enquanto os homens iam fumar. Então eu perguntava a mim mesmo se alguma daque­las não teria amado alguém que jazesse agora no cemitério, e vinham outras incoerências, até que o pano subia e continuava a peça. O último ato mostrou­- me que não eu, mas Capitu devia morrer. Ouvi as súplicas de Desdêmona, as suas palavras amo­rosas e puras, e a fúria do mouro, e a morte que este lhe deu entre aplausos frenéticos do público.

    (Machado de Assis, Dom Casmurro.)
    No texto, duas narrativas entrecruzam- se: a história vivida pelo narrador e a história encenada na peça Otelo. A semelhança entre elas reside no fato de que ambas


    Escolha uma alternativa para a questão 3edbeae6-36