Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

9.017 questões encontradas. Mostrando a página 352 de 451.

  • 3AAA0D71-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMT · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Oh retrato da morte, oh Noite amiga

    Por cuja escuridão suspiro há tanto!

    Calada testemunha do meu pranto,

    De meus desgostos secretária antiga!

    Pois manda Amor, que a ti somente os diga,

    Dá- ­lhes pio agasalho no teu manto;

    Ouve- ­os, como costumas, ouve, enquanto

    Dorme a cruel, que a delirar me obriga:

    E vós, oh cortesãos da escuridade,

    Fantasmas vagos, mochos piadores,

    Inimigos, como eu, da claridade!

    Em bandos acudi aos meus clamores;

    Quero a vossa medonha sociedade,

    Quero fartar meu coração de horrores.

    (Bocage. Sonetos, 1994.)


    Nesse poema, predomina

    Escolha uma alternativa para a questão 3aaa0d71-36
  • DF56DDD3-FE

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNIFESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2012, Figuras de Linguagem

    O efeito de humor da tira advém, dentre outros fatores, da

    Escolha uma alternativa para a questão df56ddd3-fe
  • DE6FF905-FE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2012, Interpretação de Textos

    No plano formal, o poema é marcado por

    Escolha uma alternativa para a questão de6ff905-fe
  • DACC525F-FE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2012, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa que traz uma explicação plausível para o riso dos alunos.

    Escolha uma alternativa para a questão dacc525f-fe
  • D8FBC7B5-FE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2012, Interpretação de Textos

    As informações do segundo parágrafo permitem concluir que o hacker tentou

    Escolha uma alternativa para a questão d8fbc7b5-fe
  • D72BD7B7-FE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema Prece, de Fernando Pessoa.
    Senhor, a noite veio e a alma é vil.
    Tanta foi a tormenta e a vontade!
    Restam-nos hoje, no silêncio hostil,
    O mar universal e a saudade.
    Mas a chama, que a vida em nós criou,
    Se ainda há vida ainda não é finda.
    O frio morto em cinzas a ocultou:
    A mão do vento pode erguê-la ainda.
    Dá o sopro, a aragem – ou desgraça ou ânsia –,
    Com que a chama do esforço se remoça,
    E outra vez conquistaremos a Distância –
    Do mar ou outra, mas que seja nossa!
                                     (Fernando Pessoa. Mensagem, 1995.)

    Extraído do livro Mensagem, o poema pode ser considerado nacionalista, na medida em que o eu lírico

    Escolha uma alternativa para a questão d72bd7b7-fe
  • D6412640-FE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Examine a tira.

    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2012, Interpretação de Textos

    Bastante comum na fala coloquial, o modo de se empregar o pronome na fala da personagem – Maneiro encontrar tu! – também ocorre em:

    Escolha uma alternativa para a questão d6412640-fe
  • D386CFE1-FE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: Leia o texto para responder às questões.

           Um sarau é o bocado mais delicioso que temos, de telhado
    abaixo. Em um sarau todo o mundo tem que fazer. O
    diplomata ajusta, com um copo de champagne na mão, os
    mais intrincados negócios; todos murmuram, e não há quem
    deixe de ser murmurado. O velho lembra-se dos minuetes e
    das cantigas do seu tempo, e o moço goza todos os regalos da
    sua época; as moças são no sarau como as estrelas no céu;
    estão no seu elemento: aqui uma, cantando suave cavatina,
    eleva-se vaidosa nas asas dos aplausos, por entre os quais
    surde, às vezes, um bravíssimo inopinado, que solta de lá
    da sala do jogo o parceiro que acaba de ganhar sua partida
    no écarté, mesmo na ocasião em que a moça se espicha
    completamente, desafinando um sustenido; daí a pouco vão
    outras, pelos braços de seus pares, se deslizando pela sala e
    marchando em seu passeio, mais a compasso que qualquer
    de nossos batalhões da Guarda Nacional, ao mesmo tempo
    que conversam sempre sobre objetos inocentes que movem
    olhaduras e risadinhas apreciáveis. Outras criticam de uma
    gorducha vovó, que ensaca nos bolsos meia bandeja de doces
    que veio para o chá, e que ela leva aos pequenos que, diz,
    lhe ficaram em casa. Ali vê-se um ataviado dandy que dirige
    mil finezas a uma senhora idosa, tendo os olhos pregados
    na sinhá, que senta-se ao lado. Finalmente, no sarau não é
    essencial ter cabeça nem boca, porque, para alguns é regra,
    durante ele, pensar pelos pés e falar pelos olhos.
            E o mais é que nós estamos num sarau. Inúmeros batéis
    conduziram da corte para a ilha de... senhoras e senhores,
    recomendáveis por caráter e qualidades; alegre, numerosa e
    escolhida sociedade enche a grande casa, que brilha e mostra
    em toda a parte borbulhar o prazer e o bom gosto.
            Entre todas essas elegantes e agradáveis moças, que
    com aturado empenho se esforçam para ver qual delas vence
    em graças, encantos e donaires, certo sobrepuja a travessa
    Moreninha, princesa daquela festa.
    (Joaquim Manuel de Macedo. A Moreninha, 1997.)

    Considerando os papéis desempenhados pelas personagens no texto, é correto afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão d386cfe1-fe
  • CEEE2958-FE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: Leia o texto para responder às questões.


                                    Do chuchu ao xixi
            A concessionária Orla Rio subiu em 50%, de R$ 1 para
    R$ 1,50, o uso do banheiro público e de 60 para 65 anos o
    privilégio da gratuidade.
            A idade foi elevada com base em lei estadual de 2002,
    um ano antes de o Estatuto do Idoso (2003) favorecer pessoas
    “com idade igual ou superior a 60 anos”.
            Se o mal está feito, os economistas devem agora se preocupar
    com o choque do preço do uso do banheiro público na
    meta da inflação.
            Em 1977, rimos quando a ditadura culpou o chuchu.
    Não seria o caso de rir, na democracia, do impacto do xixi
    no custo de vida?
    (CartaCapital, 27.06.2012.)

    O autor mostra que a concessionária Orla Rio procedeu de forma

    Escolha uma alternativa para a questão ceee2958-fe
  • CE08E494-FE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia os versos de Cesário Verde.

    Duas igrejas, num saudoso largo,
    Lançam a nódoa negra e fúnebre do clero:
    Nelas esfumo um ermo inquisidor severo,
    Assim que pela História eu me aventuro e alargo.
    (www.astormentas.com)

    Em relação à Igreja, o eu lírico assume, nesses versos, uma posição
    .
    Escolha uma alternativa para a questão ce08e494-fe
  • CB506E6E-FE

    Português

    Coesão e coerência
    UNIFESP · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Há tantos diálogos

    Diálogo com o ser amado

    o semelhante

    o diferente

    o indiferente

    o oposto

    o adversário

    o surdo-mudo

    o possesso

    o irracional

    o vegetal

    o mineral

    o inominado

    Diálogo consigo mesmo

    com a noite

    os astros

    os mortos

    as ideias

    o sonho

    o passado

    o mais que futuro

    Escolhe teu diálogo

    e

    tua melhor palavra

    ou

    teu melhor silêncio

    Mesmo no silêncio e com o silêncio

    dialogamos.

    (Carlos Drummond de Andrade. Discurso de primavera e algumas sombras, 1977.)


    Instrução: Leia o texto para responder às questões.

           O silêncio é a matéria significante por excelência, um
    continuum significante. O real da comunicação é o silêncio.
    E como o nosso objeto de reflexão é o discurso, chegamos a
    uma outra afirmação que sucede a essa: o silêncio é o real do
    discurso.
           O homem está “condenado” a significar. Com ou sem palavras,
    diante do mundo, há uma injunção à “interpretação”:
    tudo tem de fazer sentido (qualquer que ele seja). O homem
    está irremediavelmente constituído pela sua relação com o
    simbólico.
           Numa certa perspectiva, a dominante nos estudos dos signos,
    se produz uma sobreposição entre linguagem (verbal e
    não-verbal) e significação.
           Disso decorreu um recobrimento dessas duas noções, resultando
    uma redução pela qual qualquer matéria significante
    fala, isto é, é remetida à linguagem (sobretudo verbal) para
    que lhe seja atribuído sentido.
           Nessa mesma direção, coloca-se o “império do verbal”
    em nossas formas sociais: traduz-se o silêncio em palavras.
    Vê-se assim o silêncio como linguagem e perde-se sua especificidade,
    enquanto matéria significante distinta da linguagem.
    (Eni Orlandi. As formas do silêncio, 1997.)

    Na oração do 4.º parágrafo – [...] para que lhe seja atribuído sentido. –, o pronome “lhe” substitui a expressão

    Escolha uma alternativa para a questão cb506e6e-fe
  • CA6AEF7B-FE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Há tantos diálogos

    Diálogo com o ser amado

    o semelhante

    o diferente

    o indiferente

    o oposto

    o adversário

    o surdo-mudo

    o possesso

    o irracional

    o vegetal

    o mineral

    o inominado

    Diálogo consigo mesmo

    com a noite

    os astros

    os mortos

    as ideias

    o sonho

    o passado

    o mais que futuro

    Escolhe teu diálogo

    e

    tua melhor palavra

    ou

    teu melhor silêncio

    Mesmo no silêncio e com o silêncio

    dialogamos.

    (Carlos Drummond de Andrade. Discurso de primavera e algumas sombras, 1977.)


    Instrução: Leia o texto para responder às questões.

           O silêncio é a matéria significante por excelência, um
    continuum significante. O real da comunicação é o silêncio.
    E como o nosso objeto de reflexão é o discurso, chegamos a
    uma outra afirmação que sucede a essa: o silêncio é o real do
    discurso.
           O homem está “condenado” a significar. Com ou sem palavras,
    diante do mundo, há uma injunção à “interpretação”:
    tudo tem de fazer sentido (qualquer que ele seja). O homem
    está irremediavelmente constituído pela sua relação com o
    simbólico.
           Numa certa perspectiva, a dominante nos estudos dos signos,
    se produz uma sobreposição entre linguagem (verbal e
    não-verbal) e significação.
           Disso decorreu um recobrimento dessas duas noções, resultando
    uma redução pela qual qualquer matéria significante
    fala, isto é, é remetida à linguagem (sobretudo verbal) para
    que lhe seja atribuído sentido.
           Nessa mesma direção, coloca-se o “império do verbal”
    em nossas formas sociais: traduz-se o silêncio em palavras.
    Vê-se assim o silêncio como linguagem e perde-se sua especificidade,
    enquanto matéria significante distinta da linguagem.
    (Eni Orlandi. As formas do silêncio, 1997.)

    Ao analisar a prevalência da linguagem verbal na comunicação social, a autora enfatiza que

    Escolha uma alternativa para a questão ca6aef7b-fe
  • C97BE244-FE

    Português

    Denotação e Conotação
    UNIFESP · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    Há tantos diálogos

    Diálogo com o ser amado

    o semelhante

    o diferente

    o indiferente

    o oposto

    o adversário

    o surdo-mudo

    o possesso

    o irracional

    o vegetal

    o mineral

    o inominado

    Diálogo consigo mesmo

    com a noite

    os astros

    os mortos

    as ideias

    o sonho

    o passado

    o mais que futuro

    Escolhe teu diálogo

    e

    tua melhor palavra

    ou

    teu melhor silêncio

    Mesmo no silêncio e com o silêncio

    dialogamos.

    (Carlos Drummond de Andrade. Discurso de primavera e algumas sombras, 1977.)


    Instrução: Leia o texto para responder às questões.

           O silêncio é a matéria significante por excelência, um
    continuum significante. O real da comunicação é o silêncio.
    E como o nosso objeto de reflexão é o discurso, chegamos a
    uma outra afirmação que sucede a essa: o silêncio é o real do
    discurso.
           O homem está “condenado” a significar. Com ou sem palavras,
    diante do mundo, há uma injunção à “interpretação”:
    tudo tem de fazer sentido (qualquer que ele seja). O homem
    está irremediavelmente constituído pela sua relação com o
    simbólico.
           Numa certa perspectiva, a dominante nos estudos dos signos,
    se produz uma sobreposição entre linguagem (verbal e
    não-verbal) e significação.
           Disso decorreu um recobrimento dessas duas noções, resultando
    uma redução pela qual qualquer matéria significante
    fala, isto é, é remetida à linguagem (sobretudo verbal) para
    que lhe seja atribuído sentido.
           Nessa mesma direção, coloca-se o “império do verbal”
    em nossas formas sociais: traduz-se o silêncio em palavras.
    Vê-se assim o silêncio como linguagem e perde-se sua especificidade,
    enquanto matéria significante distinta da linguagem.
    (Eni Orlandi. As formas do silêncio, 1997.)

    No segundo parágrafo do texto, empregam-se as aspas no termo “condenado” para

    Escolha uma alternativa para a questão c97be244-fe
  • C895BAB0-FE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    Há tantos diálogos

    Diálogo com o ser amado

    o semelhante

    o diferente

    o indiferente

    o oposto

    o adversário

    o surdo-mudo

    o possesso

    o irracional

    o vegetal

    o mineral

    o inominado

    Diálogo consigo mesmo

    com a noite

    os astros

    os mortos

    as ideias

    o sonho

    o passado

    o mais que futuro

    Escolhe teu diálogo

    e

    tua melhor palavra

    ou

    teu melhor silêncio

    Mesmo no silêncio e com o silêncio

    dialogamos.

    (Carlos Drummond de Andrade. Discurso de primavera e algumas sombras, 1977.)


    Instrução: Leia o texto para responder às questões.

           O silêncio é a matéria significante por excelência, um
    continuum significante. O real da comunicação é o silêncio.
    E como o nosso objeto de reflexão é o discurso, chegamos a
    uma outra afirmação que sucede a essa: o silêncio é o real do
    discurso.
           O homem está “condenado” a significar. Com ou sem palavras,
    diante do mundo, há uma injunção à “interpretação”:
    tudo tem de fazer sentido (qualquer que ele seja). O homem
    está irremediavelmente constituído pela sua relação com o
    simbólico.
           Numa certa perspectiva, a dominante nos estudos dos signos,
    se produz uma sobreposição entre linguagem (verbal e
    não-verbal) e significação.
           Disso decorreu um recobrimento dessas duas noções, resultando
    uma redução pela qual qualquer matéria significante
    fala, isto é, é remetida à linguagem (sobretudo verbal) para
    que lhe seja atribuído sentido.
           Nessa mesma direção, coloca-se o “império do verbal”
    em nossas formas sociais: traduz-se o silêncio em palavras.
    Vê-se assim o silêncio como linguagem e perde-se sua especificidade,
    enquanto matéria significante distinta da linguagem.
    (Eni Orlandi. As formas do silêncio, 1997.)

    A ideia comum entre o poema de Drummond e o texto de Eni Orlandi diz respeito ao fato de que o silêncio

    Escolha uma alternativa para a questão c895bab0-fe
  • C6C9DC7B-FE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: Leia o poema O constante diálogo, de Carlos Drummond de Andrade, para responder às questões.

    Há tantos diálogos

    Diálogo com o ser amado
                         o semelhante
                         o diferente
                         o indiferente
                         o oposto
                         o adversário
                         o surdo-mudo
                         o possesso
                         o irracional
                         o vegetal
                         o mineral
                         o inominado

    Diálogo consigo mesmo
                         com a noite
                         os astros
                         os mortos
                         as ideias
                         o sonho
                         o passado
                         o mais que futuro
    Escolhe teu diálogo
                         e
    tua melhor palavra
                        ou
    teu melhor silêncio
    Mesmo no silêncio e com o silêncio
    dialogamos.

    (Carlos Drummond de Andrade. Discurso de primavera e algumas sombras, 1977.)

    Na abordagem temática do poema, destaca-se a inserção do discurso

    Escolha uma alternativa para a questão c6c9dc7b-fe
  • C5DC5791-FE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: Leia o poema O constante diálogo, de Carlos Drummond de Andrade, para responder às questões.

    Há tantos diálogos

    Diálogo com o ser amado
                         o semelhante
                         o diferente
                         o indiferente
                         o oposto
                         o adversário
                         o surdo-mudo
                         o possesso
                         o irracional
                         o vegetal
                         o mineral
                         o inominado

    Diálogo consigo mesmo
                         com a noite
                         os astros
                         os mortos
                         as ideias
                         o sonho
                         o passado
                         o mais que futuro
    Escolhe teu diálogo
                         e
    tua melhor palavra
                        ou
    teu melhor silêncio
    Mesmo no silêncio e com o silêncio
    dialogamos.

    (Carlos Drummond de Andrade. Discurso de primavera e algumas sombras, 1977.)

    O eu lírico, ao mostrar as variedades do diálogo, revela que este

    Escolha uma alternativa para a questão c5dc5791-fe
  • C4D57014-FE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Examine a tira Níquel Náusea, do cartunista Fernando Gonsales.

    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2012, Interpretação de Textos

    Com a fala – É o novo Drummond –, no último quadrinho, a personagem revela-se

    Escolha uma alternativa para a questão c4d57014-fe
  • 2083E102-BF

    Português

    Figuras de Linguagem
    ENEM · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, ENEM 2012, Figuras de Linguagem

    A causa mortis do personagem, expressa no último parágrafo, adquire um efeito irônico no texto porque, ao longo da narrativa, ocorre uma

    Escolha uma alternativa para a questão 2083e102-bf
  • 1DDE434B-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, ENEM 2012, Interpretação de Textos

    A publicidade, de uma forma geral, alia elementos verbais e imagéticos na constituição de seus textos. Nessa peça publicitária, cujo tema é a sustentabilidade, o autor procura convencer o leitor a

    Escolha uma alternativa para a questão 1dde434b-bf
  • 1B394B68-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, ENEM 2012, Interpretação de Textos

    Na produção de um texto, são feitas escolhas referentes a sua estrutura, que possibilitam inferir o objetivo do autor. Nesse sentido, no trecho apresentado, o enunciado “Lugar de mulher também é na oficina” corrobora o objetivo textual de

    Escolha uma alternativa para a questão 1b394b68-bf