Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

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9.017 questões encontradas. Mostrando a página 368 de 451.

  • EA5001E2-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Alfabetização, língua escrita e norma culta
        (1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.
        (2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.
        (3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.
        (4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.
        (5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.
        (6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)
        (7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.
    (Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado). 

    De acordo com o autor, a gramática de uma língua expressa dois sentidos, a saber:  


    1) o padrão e o culto.

    2) o conceitual e o prescritivo.

    3) o culto e o escrito.


    Está(ão) correta(s): 

    Escolha uma alternativa para a questão ea5001e2-b5
  • EA4BDDF2-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Alfabetização, língua escrita e norma culta
        (1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.
        (2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.
        (3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.
        (4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.
        (5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.
        (6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)
        (7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.
    (Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado). 
    Mais especificamente, a questão principal que o autor levanta diz respeito:
    Escolha uma alternativa para a questão ea4bddf2-b5
  • EA3FF9FC-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Alfabetização, língua escrita e norma culta
        (1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.
        (2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.
        (3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.
        (4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.
        (5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.
        (6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)
        (7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.
    (Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado). 
    O Texto 1, com base em seu desenvolvimento global, poderia ser reconhecido como um texto:
    Escolha uma alternativa para a questão ea3ff9fc-b5
  • 499A6F5D-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, IF-TM 2011, Interpretação de Textos

    Fonte: http://opcaodeescolha.blogspot.com/2011/05/criacao-do-homem-criacao-simbolisa-o.html. Acesso em: 24 set. 2011.



    Na obra acima “A criação do homem” (1511) de Michelangelo Buonarroti (1475 – 1564), detalhe da pintura do teto da Capela Sistina no Vaticano, o artista utiliza elementos formais para explicitar o ideal antropocentrista do Renascimento, no qual o homem é tão importante quanto Deus. Para isto, ele:
    Escolha uma alternativa para a questão 499a6f5d-b4
  • 499219D6-B4

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    IF-TM · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I 


    Imagem da questão de Português, IF-TM 2011, Funções morfossintáticas da palavra QUE

    Disponível em: < http://plantiodavida.blogspot.com/2010/12/paradigma-planetario.html> Acesso em: 1 out. 2011.


    TEXTO II – Paradigma planetário
                A globalização comporta um fenômeno mais profundo que o econômico-financeiro. Implica a inauguração de uma nova fase da história da Terra e da humanidade. O filósofo das ciências Thomas Kuhn e o físico quântico Fritjof Capra, para entendê-lo, introduziram no debate a questão da mudança de paradigma. Sim, estamos mudando de paradigma civilizacional. Com isso, queremos dizer: está nascendo outro tipo de percepção da realidade, com novos valores, novos sonhos, nova forma de organizar os conhecimentos, novo tipo de relação social, nova forma de dialogar com a natureza, novo modo de experimentar a Última Realidade e nova maneira de entender o ser humano no conjunto dos seres.
               Esse paradigma nascente nos obriga a operar progressivas travessias: importa passar da parte para o todo, do simples para o complexo, do local para o global, do nacional para o planetário, do planetário para o cósmico e do cósmico para o mistério e do mistério para Deus. A Terra não é simplesmente a adição do físico, do vital, do mental e do espiritual. Ela encerra todas essas dimensões articuladas entre si, formando um sistema complexo. Isso nos permite perceber que todos somos interdependentes. O destino comum foi globalizado. Agora ou cuidamos da humanidade e do planeta Terra ou não teremos mais futuro algum. Até hoje podíamos consumir sem nos preocupar com a exaustão dos recursos naturais; podíamos usar da água como quiséssemos, sem consciência de sua extrema escassez; podíamos ter filhos quantos desejássemos, sem temer a superpopulação; podíamos fazer guerras sem medo de uma catástrofe completa para a biosfera e para o futuro da espécie humana. Não nos é mais permitido pensar e viver como antes. Temos de mudar como condição de nossa sobrevivência na biosfera.             
            Para a consolidação desse novo paradigma é importante superar o fundamentalismo da cultura ocidental, hoje mundializada, que pretende deter a única visão das coisas, válida para todos. A realidade, no entanto, desborda de todas as representações, pois está cheia de infindas virtualidades que podem se realizar sob outras formas, não ocidentais.
               O efeito final será uma Terra multicivilizacional, colorida por todo tipo de culturas, de modos de produção, de símbolos e de caminhos espirituais, todos eles acolhidos como legítima expressão do humano, com direito de cidadania na grande confederação das tribos e dos povos da Terra.
              As palavras iluminadas do ex-presidente da República Checa Vaclav Havel nos desafiam: “A tarefa política central nos próximos anos será a criação de um novo modelo de coexistência entre as diversas culturas, povos, etnias e religiões, formando uma só civilização interconectada”.
    Adaptado de Leonardo Boff – Disponível em:< http://jbonline.terra.com.br/> Acesso em: 8 out. 2011.

    Na frase Até hoje podíamos consumir sem nos preocupar com a exaustão dos recursos naturais”, a palavra grifada expressa uma ideia de:
    Escolha uma alternativa para a questão 499219d6-b4
  • 498DBA8A-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I 


    Imagem da questão de Português, IF-TM 2011, Interpretação de Textos

    Disponível em: < http://plantiodavida.blogspot.com/2010/12/paradigma-planetario.html> Acesso em: 1 out. 2011.


    TEXTO II – Paradigma planetário
                A globalização comporta um fenômeno mais profundo que o econômico-financeiro. Implica a inauguração de uma nova fase da história da Terra e da humanidade. O filósofo das ciências Thomas Kuhn e o físico quântico Fritjof Capra, para entendê-lo, introduziram no debate a questão da mudança de paradigma. Sim, estamos mudando de paradigma civilizacional. Com isso, queremos dizer: está nascendo outro tipo de percepção da realidade, com novos valores, novos sonhos, nova forma de organizar os conhecimentos, novo tipo de relação social, nova forma de dialogar com a natureza, novo modo de experimentar a Última Realidade e nova maneira de entender o ser humano no conjunto dos seres.
               Esse paradigma nascente nos obriga a operar progressivas travessias: importa passar da parte para o todo, do simples para o complexo, do local para o global, do nacional para o planetário, do planetário para o cósmico e do cósmico para o mistério e do mistério para Deus. A Terra não é simplesmente a adição do físico, do vital, do mental e do espiritual. Ela encerra todas essas dimensões articuladas entre si, formando um sistema complexo. Isso nos permite perceber que todos somos interdependentes. O destino comum foi globalizado. Agora ou cuidamos da humanidade e do planeta Terra ou não teremos mais futuro algum. Até hoje podíamos consumir sem nos preocupar com a exaustão dos recursos naturais; podíamos usar da água como quiséssemos, sem consciência de sua extrema escassez; podíamos ter filhos quantos desejássemos, sem temer a superpopulação; podíamos fazer guerras sem medo de uma catástrofe completa para a biosfera e para o futuro da espécie humana. Não nos é mais permitido pensar e viver como antes. Temos de mudar como condição de nossa sobrevivência na biosfera.             
            Para a consolidação desse novo paradigma é importante superar o fundamentalismo da cultura ocidental, hoje mundializada, que pretende deter a única visão das coisas, válida para todos. A realidade, no entanto, desborda de todas as representações, pois está cheia de infindas virtualidades que podem se realizar sob outras formas, não ocidentais.
               O efeito final será uma Terra multicivilizacional, colorida por todo tipo de culturas, de modos de produção, de símbolos e de caminhos espirituais, todos eles acolhidos como legítima expressão do humano, com direito de cidadania na grande confederação das tribos e dos povos da Terra.
              As palavras iluminadas do ex-presidente da República Checa Vaclav Havel nos desafiam: “A tarefa política central nos próximos anos será a criação de um novo modelo de coexistência entre as diversas culturas, povos, etnias e religiões, formando uma só civilização interconectada”.
    Adaptado de Leonardo Boff – Disponível em:< http://jbonline.terra.com.br/> Acesso em: 8 out. 2011.

    O novo paradigma tematizado no texto II evidencia:
    Escolha uma alternativa para a questão 498dba8a-b4
  • 49897892-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I 


    Imagem da questão de Português, IF-TM 2011, Interpretação de Textos

    Disponível em: < http://plantiodavida.blogspot.com/2010/12/paradigma-planetario.html> Acesso em: 1 out. 2011.


    TEXTO II – Paradigma planetário
                A globalização comporta um fenômeno mais profundo que o econômico-financeiro. Implica a inauguração de uma nova fase da história da Terra e da humanidade. O filósofo das ciências Thomas Kuhn e o físico quântico Fritjof Capra, para entendê-lo, introduziram no debate a questão da mudança de paradigma. Sim, estamos mudando de paradigma civilizacional. Com isso, queremos dizer: está nascendo outro tipo de percepção da realidade, com novos valores, novos sonhos, nova forma de organizar os conhecimentos, novo tipo de relação social, nova forma de dialogar com a natureza, novo modo de experimentar a Última Realidade e nova maneira de entender o ser humano no conjunto dos seres.
               Esse paradigma nascente nos obriga a operar progressivas travessias: importa passar da parte para o todo, do simples para o complexo, do local para o global, do nacional para o planetário, do planetário para o cósmico e do cósmico para o mistério e do mistério para Deus. A Terra não é simplesmente a adição do físico, do vital, do mental e do espiritual. Ela encerra todas essas dimensões articuladas entre si, formando um sistema complexo. Isso nos permite perceber que todos somos interdependentes. O destino comum foi globalizado. Agora ou cuidamos da humanidade e do planeta Terra ou não teremos mais futuro algum. Até hoje podíamos consumir sem nos preocupar com a exaustão dos recursos naturais; podíamos usar da água como quiséssemos, sem consciência de sua extrema escassez; podíamos ter filhos quantos desejássemos, sem temer a superpopulação; podíamos fazer guerras sem medo de uma catástrofe completa para a biosfera e para o futuro da espécie humana. Não nos é mais permitido pensar e viver como antes. Temos de mudar como condição de nossa sobrevivência na biosfera.             
            Para a consolidação desse novo paradigma é importante superar o fundamentalismo da cultura ocidental, hoje mundializada, que pretende deter a única visão das coisas, válida para todos. A realidade, no entanto, desborda de todas as representações, pois está cheia de infindas virtualidades que podem se realizar sob outras formas, não ocidentais.
               O efeito final será uma Terra multicivilizacional, colorida por todo tipo de culturas, de modos de produção, de símbolos e de caminhos espirituais, todos eles acolhidos como legítima expressão do humano, com direito de cidadania na grande confederação das tribos e dos povos da Terra.
              As palavras iluminadas do ex-presidente da República Checa Vaclav Havel nos desafiam: “A tarefa política central nos próximos anos será a criação de um novo modelo de coexistência entre as diversas culturas, povos, etnias e religiões, formando uma só civilização interconectada”.
    Adaptado de Leonardo Boff – Disponível em:< http://jbonline.terra.com.br/> Acesso em: 8 out. 2011.

    Com base no texto I e em seus conhecimentos sobre globalização e meio ambiente, analise as afirmativas a seguir.



    I - A globalização estimulou os países a se desenvolverem sem se preocupar com as gerações futuras.

    II - A figura nos mostra a falta de preparo dos países em relação ao desenvolvimento, visto que cada um só se preocupa com seu próprio crescimento, questão própria da globalização.

    III - A questão agrícola não é preponderante sobre a devastação ambiental seja nos países desenvolvidos como naqueles em desenvolvimento.

    IV - O homem, como ser racional, percebe na questão socioambiental a resolução dos problemas ambientais, decorrente do saber científico globalizado imposto aos países desenvolvidos.



    Estão corretas apenas as afirmativas:

    Escolha uma alternativa para a questão 49897892-b4
  • 4985BAE1-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I


    “A questão ambiental também vem assumindo novos contornos com o processo de globalização econômica. Constata-se um duplo movimento: por um lado, a dissolução das fronteiras políticas ao desenvolvimento do capitalismo (mercado global e desregulamentado) e, por outro, a emergência de “novas” fronteiras ecológicas e ambientais que não podem ser desconsideradas em longo prazo, por este modo de produção. Esta situação lança desafios à questão democrática, particularmente no caso brasileiro, país profundamente marcado por uma cultura política autoritária, que impediu a sedimentação de uma experiência democrática e o exercício da cidadania de forma plena.” (REIS, 2005)


    Disponível em <http://www.contemporanea.uerj.br/pdf/ed_04/contemporanea_n04_15_HeloizaBeatriz.pdf>Acesoem: 1 out. 2011.



    TEXTO II


    Imagem da questão de Português, IF-TM 2011, Interpretação de Textos


    Em relação aos textos, pode-se afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão 4985bae1-b4
  • 49806D79-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Analisando a charge de Millôr e a linguagem subliminar, pode-se afirmar que:

    Imagem da questão de Português, IF-TM 2011, Interpretação de Textos

    Disponível em< http://www.uol.com.br/millor> Acesso em: 1 out. 2011.

    Escolha uma alternativa para a questão 49806d79-b4
  • 497B5043-B4

    Português

    Figuras de Linguagem
    IF-TM · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A respeito da obra “Os espiões”, de Luis Fernando Veríssimo, assinale com verdadeiro (V) ou falso (F) em cada afirmação a seguir.


    ( ) O foco narrativo é em terceira pessoa e o narrador é um bêbado, fracassado e frustrado com sua condição de editor.

    ( ) Pode-se considerar a obra uma paródia da história da Mitologia Grega sobre Minotauro e Ariadne.

    ( ) A trama é repleta de metáforas formada a partir da trama de Teseu e Ariadne ao contrário.

    ( ) Na referida obra o pai de Ariadne conheceu o pintor De Chirico, que desenvolveu o tema Ariadne baseado na leitura de Nietzsche.

    ( ) Marcito, autor do livro “Astrologia e Amor”, foi o espião maior na obra para desvendar a história de Ariadne e salvá-la do labirinto em que se encontrava com seu Teseu.


    A alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo, é:
    Escolha uma alternativa para a questão 497b5043-b4
  • 49773BFC-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, IF-TM 2011, Interpretação de Textos


    Morte e Vida Severina – Chico Buarque


    Esta cova em que estás, com palmos medida

    É a conta menor que tiraste em vida


    É de bom tamanho, nem largo, nem fundo

    É a parte que te cabe deste latifúndio


    Não é cova grande, é cova medida

    É a terra que querias ver dividida


    É uma cova grande pra teu pouco defunto

    Mas estarás mais ancho que estavas no mundo


    É uma cova grande pra teu defunto parco

    Porém mais que no mundo, te sentirás largo


    É uma cova grande pra tua carne pouca

    Mas à terra dada não se abre a boca


    É a conta menor que tiraste em vida


    É a parte que te cabe deste latifúndio

    (É a terra que querias ver dividida)


    Estarás mais ancho que estavas no mundo

    Mas à terra dada não se abre a boca



    Comparando painel de Cândido Portinari e a música baseada no fragmento do livro de João Cabral de Melo Neto, pode-se concluir que:

    Escolha uma alternativa para a questão 49773bfc-b4
  • 4973CE61-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o fragmento do livro Morte e Vida Severina, e responda o que se pede.


    E não há melhor resposta
    que o espetáculo da vida:
    vê-la desfiar seu fio,
    que também se chama vida,
    ver a fábrica que ela mesma,
    teimosamente, se fabrica,
    vê-la brotar como há pouco
    em nova vida explodida;
    mesmo quando é assim pequena
    a explosão, como a ocorrida;
    mesmo quando é uma explosão
    como a de há pouco, franzina;
    mesmo quando é a explosão
    de uma vida severina.


    Tendo o contexto em que ocorre o Auto pernambucano, de João Cabral de Melo Neto, o significado da palavra severina utilizada no último verso é:
    Escolha uma alternativa para a questão 4973ce61-b4
  • 49702EEE-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Os comentários abaixo se referem ao livro Capitães da Areia, obra modernista pertencente aos romances de 30.


    I- Pode-se dizer que o título dado ao romance de Jorge Amado possui sentido metafórico, visto que os capitães são da areia em que o quartel-general é em um trapiche.

    II- O foco narrativo no romance é visto através de um narrador que se configura como um autêntico demiurgo que conhece todos os acontecimentos na sua trama profunda e todos os pormenores da trama.

    III- A história é construída coletivamente tendo, como pano de fundo, o bando de menores abandonados à sorte nos orfanatos da cidade de Salvador.

    IV- O tempo é cronológico, pois há nítida ordenação dos acontecimentos, numa sequência rigorosa de passado e presente. O narrador utiliza-se de um jogo entre o verbo no presente do indicativo e no pretérito perfeito para demarcar as dimensões temporais ocorridas na trama.

    V- O livro é dividido em duas partes: “Sob a lua, num velho trapiche abandonado” e “Noite da Grande Paz, da Grande Paz dos teus olhos” intercalado por depoimentos e reportagens sobre os meninos abandonados.


    A análise das afirmativas nos permite afirmar corretamente que:
    Escolha uma alternativa para a questão 49702eee-b4
  • 4967D9F1-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Capitães da Areia pertence à primeira fase da obra de Jorge Amado, mas o cenário escolhido é o urbano. Atente para os nomes dos personagens do livro colocados na coluna esquerda e relacione-os com os comentários da coluna à direita.


    1. Professor
    2. Volta Seca
    3. João Grande
    4. Pirulito
    5. Pedro Bala



    ( ) “É um caboclo forte (mistura de branco com índio), proveniente do sertão, tem em comum com ele a ânsia de vingança, originária de uma infância sem amor.”

    ( ) “Magro e muito alto, uma cara seca, meio amarelada, os olhos encovados e fundos, a boca rasgada e pouco risonha, é muito religioso e tem como sonho transformar-se num sacerdote.”

    ( ) “Era muito mais ativo, sabia planejar os trabalhos, sabia tratar com os outros, trazia nos olhos e na voz a autoridade de chefe.”

    ( ) “Aquele saber, aquela vocação para contar histórias, fizera-o respeitado entre os Capitães da areia, se bem fosse franzino, magro e triste.”

    ( ) “É valente, generoso, mas se diferencia de seu líder porque é mais forte e não tem o sentido da liderança.”
    Escolha uma alternativa para a questão 4967d9f1-b4
  • CA83A23F-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir, um gráfico publicado na Revista Nova Escola (Nº 231, Abril, 2010), interprete-o e responda à questão proposta.

    Imagem da questão de Português, UFGD 2011, Interpretação de Textos
    Considerando os dados do gráfico, assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão ca83a23f-b1
  • CA6D39DC-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    A imagem a seguir reproduz um cartaz utilizado em campanhas contra a exploração sexual infantil no Brasil. Analise a imagem, considerando o texto verbal e o não-verbal, e avalie as afirmativas.
    Imagem da questão de Português, UFGD 2011, Interpretação de Textos

    I. O principal recurso linguístico utilizado para a construção de sentido é o emprego de palavra polissêmica que provoca uma ambiguidade intencional.
    II. A palavra''pena'' provoca ambiguidade nas duas vezes em que aparece no cartaz.
    III. A tarja nos olhos do urso de pelúcia pode remeter à recomendação de se proteger a identidade de crianças e/ou adolescentes que estejam envolvidas em situações constrangedoras.
    IV. A tarja nos olhos do urso de pelúcia remete ao universo policial e pode indicar que crianças e/ou adolescentes também estão sujeitas a cometer crimes.

    Está correto apenas o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão ca6d39dc-b1
  • CA5FFD09-B1

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFGD · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Ou isto ou aquilo, de Cecília Meireles, é composta por 
    Escolha uma alternativa para a questão ca5ffd09-b1
  • CA5C8E03-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    A respeito do enredo de Ensaio sobre a cegueira, de José Saramago, assinale a alternativa correta.
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  • CA5752AB-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia os fragmentos a seguir, selecionados do livro Silvino Jacques: O último dos bandoleiros, de Brígido Ibanhes.

        ''O cidadão Silvino Helmiro Jacques, também conhecido como Silvino Hermiro Jacques, Sylvino Jacques, nasceu em 17 de fevereiro de 1906, no Rincão de Santana, distrito de Camaquã, município de São Borja, na região das Missões do Estado do Rio Grande do Sul. Era um dos filhos de Leão Pedro Jacques e de Máxima Santa Ana Jacques e afilhado de Getúlio Dornelles Vargas. Seu pai trabalhava como carneador no sítio do eminente estadista quando do seu nascimento''.

         ''Nessa viagem iam o Aniceto, o Bernabé, o Chico Espinosa e outro porterenho num comboio de quatro carretas. Eles retornaram de Porto Murtinho, chegando ao anoitecer na região do Carandazinho. Na hora que desatrelavam as juntas de bois tambeiros, avistaram os cavaleiros que vinham pela trilha do lado de Porteiras.
         Foram se achegando devagar e apearam a alguma distância. Largaram os cavalos no pasto e se encaminharam em direção às carretas. Aniceto reconheceu o Silvino e o Pedro Cruz, equipados para viagem.
          - Vocês já tomaram mate? – perguntou o capitão.
         - Ainda não... – respondeu Bernabé, convidandoos a se ajeitarem que ele já ia servi-los. Por cortesia e hospitalidade o mascate atendia bem a todos e a qualquer viajante que poderia acabar lhe comprando alguma mercadoria''.

    A partir dos trechos destacados, pode-se afirmar que essa obra é
    Escolha uma alternativa para a questão ca5752ab-b1
  • CA534591-B1

    Português

    Coesão e coerência
    UFGD · 2011Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Em Corpo Vivo, Adonias Filho constrói uma narrativa centrada no sul da Bahia, rica região produtora de Cacau. É nesse espaço regional que o autor faz eclodir uma das características mais universais do ser humano: o antagonismo entre o mal (guerra, ambição, crueldade, violência) e o bem (lealdade, perseverança, amor); dois lados que se entrecruzam ao longo da narrativa. Para torná-la certa “representação da vida”, no dizer do próprio autor, a obra foi estruturada em três grandes momentos, representando as travessias pelas quais passa Cajango. Isso considerando, assinale a alternativa que apresenta, pela ordem dos acontecimentos, as três etapas ou transformações vividas pelo protagonista de Corpo Vivo.
    Escolha uma alternativa para a questão ca534591-b1