Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

9.017 questões encontradas. Mostrando a página 39 de 451.

  • 84F8D715-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2023, Interpretação de Textos



    Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/charge-fake-news-7/. Acesso em: 06 out. 2023.



    Analise o enunciado “Meu problema é que eu espalho tantas ‘fake news’ que até eu tô acreditando nas minhas mentiras!” e responda à questão.

    A oração “que até eu tô acreditando nas minhas mentiras” expressa, em relação à anterior “eu espalho tantas ‘fake news’”, uma
    Escolha uma alternativa para a questão 84f8d715-df
  • 84EC7E8A-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2023, Interpretação de Textos


    ANDRADE, Carlos Drummond de. A incapacidade de ser verdadeiro. Em: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988. Disponível em: https://astravessias.org/blog/a-incapacidade-deser-verdadeiro-carlos-drummond-de-andrade/ Acesso em: 30 set 2023.

    “Paulo tinha fama de mentiroso.” (Linha 1) De acordo com o texto, Paulo era
    Escolha uma alternativa para a questão 84ec7e8a-df
  • 84E67880-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2023, Interpretação de Textos


    ANDRADE, Carlos Drummond de. A incapacidade de ser verdadeiro. Em: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988. Disponível em: https://astravessias.org/blog/a-incapacidade-deser-verdadeiro-carlos-drummond-de-andrade/ Acesso em: 30 set 2023.

    Carlos Drummond de Andrade, considerado um dos maiores poetas brasileiros, também escreveu contos e crônicas.


    O texto “A incapacidade de ser verdadeiro” é 
    Escolha uma alternativa para a questão 84e67880-df
  • 91B77039-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos 2 e 3 com atenção antes de responder à questão.



    Texto 2


    Erro de português


    Oswald de Andrade



    Quando o português chegou


    Debaixo de uma bruta chuva


    Vestiu o índio


    Que pena! Fosse uma manhã de sol


    O índio tinha despido


    O português.



    Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/poemas-deoswald-de-andrade/. Acesso em: 24 abr. 2023.



    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2023, Interpretação de Textos


    Disponível em: https://www.facebook.com/Graciosa PaginaOriginal/posts/2912038168917327/?paipv=0&eav =AfYxXQZjH_zQJHFE6dKBHEVySFZcX3TNAwMJ1asiW N7bi9aPdQVWCKSPdPXeyZY5dMI&_rdr . Acesso em: 23 abr. 29023

    Em ambos os textos, a conhecida expressão erro de português
    Escolha uma alternativa para a questão 91b77039-df
  • 91B4E539-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, CEDERJ 2023, Interpretação de Textos

        Figura 2 de 2 da questão de Português, CEDERJ 2023, Interpretação de Textos



    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergiorodrigues/2023/04/abaixo-a-norma-curta-doportugues.shtml. Acesso em: 06 abr. 2023. Adaptado.

    A expressão sublinhada entulhos juridiquentos no enunciado É ela que, via Enem, obriga adolescentes a encher suas redações de "outrossim" e outros entulhos juridiquentos (Linha 30) é um exemplo de:
    Escolha uma alternativa para a questão 91b4e539-df
  • 91B017D0-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, CEDERJ 2023, Interpretação de Textos

        Figura 2 de 2 da questão de Português, CEDERJ 2023, Interpretação de Textos



    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergiorodrigues/2023/04/abaixo-a-norma-curta-doportugues.shtml. Acesso em: 06 abr. 2023. Adaptado.

    Releia o trecho a seguir para responder à questão:


    Repare que não falo da norma culta, registro da língua de fato usado pelas camadas de maior escolaridade da população. Esta tem papel social imprescindível e deveria ser ensinada com mais eficiência – não menos – na escola. Me refiro à norma curta, que ninguém de fato fala, mas fingimos que sim, e que vem a ser uma versão idealizada, caricatural, burra e mesquinha daquela. (Linhas 7-15)


    Em relação ao fragmento: que ninguém de fato fala, mas fingimos que sim,... (Linhas 12 e 13), assinale a opção em que a TROCA do conectivo sublinhado mas ALTERA o sentido do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 91b017d0-df
  • 91A92DBD-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, CEDERJ 2023, Interpretação de Textos

        Figura 2 de 2 da questão de Português, CEDERJ 2023, Interpretação de Textos



    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergiorodrigues/2023/04/abaixo-a-norma-curta-doportugues.shtml. Acesso em: 06 abr. 2023. Adaptado.

    "Norma curta" é o excelente nome que o linguista Carlos Alberto Faraco dá a certo conjunto dogmático de regrinhas gramatiqueiras, vetos arbitrários, apego acrítico à variedade lusitana da língua e pegadinhas em geral (Linhas 1-6). Nesse trecho inicial do artigo, o tom de reprovação quanto à expressão “norma curta” pode ser percebido
    Escolha uma alternativa para a questão 91a92dbd-df
  • BCB7C3D2-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos


    FILHO, Adonias. Um avô muito velho. O largo da Palma. Disponível em: </Users/marci/Downloads/document.onl_o-largo-da-palmaadonias-filho-pdf p. 52>. Acesso em: 13 dez. 2022.


    Texto B

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos


    FONSECA, Aleilton. O avô e o rio. Desterro dos Mortos. Bahia, Itabuna: Via Litterarum, 2012, p. 20.
    Considerando-se os fragmentos no contexto global das obras O Largo da Palma e O desterro dos mortos, são afirmações procedentes sobre elas


    I. Escritos por autores baianos, os fragmentos constituem narrações com diferentes pontos de vista narrativos. O texto A apresenta um narrador onisciente, enquanto o B, uma personagem narradora.

    II. O texto A é considerado novela, por apresentar, em sua totalidade, um maior número de personagens em relação ao Texto B, classificado como conto.

    III. A temática narrativa dos fragmentos gira em torno da velhice e da morte, ambas situações imperativas da própria vida. No Texto A, a presença da morte dá-se de maneira sucessiva, algo premonitório na vida da personagem, tanto quanto na narrativa do Texto B.

    IV. As personagens do Texto A atuam em um universo múltiplo tanto de tempo quanto de espaço, diferentemente do Texto B, em que elas agem em um espaço e tempo definidos.

    V. Por meio de seus personagens avôs, a velhice apresentase como uma precursora da morte física iminente, fato que se concretiza nas duas narrativas.


    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão bcb7c3d2-c4
  • BCB53284-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto A

        De repente a ladeira começou a animar-se. Do largo da sé, da Baixa dos Sapateiros, do Carmo, surgiram homens e mulheres apressados e aflitos. Não vinham pela morte de Pedro Archanjo, sábio autor de livros sobre miscigenação, talvez definitivos, e, sim, pela morte de Ojuobá, os olhos de Xangô, um pai daquele povo. Do castelo de Ester, a notícia se propagara de boca em boca, de porta em porta, de casarão em casarão, rua afora, escada acima, ladeira abaixo e nos becos. Chegou ao largo da Sé a tempo de embarcar nos primeiros bondes e ônibus.
        Mulheres arrancadas do sono ou dos braços de tardos fregueses para a lágrima e a lamentação. Trabalhadores de horário preciso, vagabundos sem relógio de ponto, bêbados e mendigos, habitantes dos sobradões, dos infectos cortiços, árabes de prestação, moços e velhos, gente de santo e comerciantes do Terreiro de Jesus, um carroceiro com sua carroça, e Ester, um quimono sobre a nudez mostrando tudo a quem quisesse ver. Mas, quem ia se aproveitar, se ela puxava os cabelos e batia nos peitos:
        — Ai, Archanjo, meu santo, por que não disse que estava doente? Como eu ia saber? Agora, Ojuobá, como vai ser? Tu era a luz da gente, nossos olhos de ver, nossa boca de falar. Tu era a coragem da gente e nosso entendimento. Tu sabia de ontem e de amanhã, quem mais vai saber?
        Quem, ai, quem? Na hora do espanto, homens e mulheres encaravam a morte nua e crua, ali na sarjeta, despida de qualquer enfeite, do menor consolo. Pedro Archanjo Ojuobá ainda não se fizera memória, tão somente morte e nada mais.


    AMADO, Jorge. Tenda dos milagres. Disponível em: <https://www.terra.com.br/diversao/infograficos/jorge-amado-centenario/pdf/tenda-dos-milagres.pdf.> Acesso em: 12 dez. 2022.


    Texto B

        Já naquela hora a notícia da inesperada morte de Quincas Berro D’água circulava pelas ruas da Bahia. É bem verdade que os pequenos comerciantes do Mercado não fecharam suas portas em sinal de luto. Em compensação, imediatamente aumentaram os preços dos balangandãs, das bolsas de palha, das esculturas de barro que vendiam aos turistas, assim homenageavam o morto. Houve nas imediações do Mercado ajuntamentos precipitados, pareciam comícios relâmpagos, gente andando de um lado para outro, a notícia no ar, subindo o Elevador Lacerda, viajando nos bondes para a Calçada, ia de ônibus para a Feira de Santana. Debulhou-se em lágrimas a graciosa negra Paula, ante seu tabuleiro de beijus de tapioca. Não viria Berro D’água naquela tarde dizerlhe galanteios torneados, espiar-lhe os seios vastos, propor-lhe indecências, fazendo-a rir.
        Nos saveiros de velas arriadas, os homens do reino de Iemanjá, os bronzeados marinheiros, não escondiam sua decepcionada surpresa: como pudera acontecer essa morte num quarto do Tabuão, como fora o velho marinheiro desencarnar numa cama? Não proclamara, peremptório, e tantas vezes, Quincas Berro D’água, com voz e jeito capazes de convencer ao mais descrente, que jamais morreria em terra, que só um túmulo era digno de sua picardia: o mar banhado de lua, as águas sem fim? 

    AMADO, Jorge. A morte e a morte de Quincas Berro D’água. Rio de janeiro: Record, 1991, p. 53.
    Texto C


        “Esta cidade acabou-se”, pensou Gregório de Matos, olhando pela janela do sobrado, no terreiro de Jesus. “Não é mais a Bahia. Antigamente, havia muito respeito. Hoje, até dentro da praça, nas barbas da infantaria, nas bochechas dos granachas, na frente da forca, fazem assaltos à vista.” [...]
        
        As pessoas que caminhavam pela praça naquele momento eram, na maioria, negros, escravos ou mestiços trabalhadores. Muitos iam para as igrejas. Os sinos chamavam, repicando.

        Da janela, Gregório de Matos acompanhou com os olhos a passagem do governador entre pessoas de diversos mundos e reinos distintos. Reinóis, que chamavam de maganos, fugidos de seus país ou degredados de seus reinos por terem cometidos crimes, pobres que não tinham o que comer em sua terra, ambiciosos, aventureiros, ingênuos desonestos, desesperançados, saltavam sem cessar no cais da colônia. Alguns chegavam em extrema miséria, descalços, rotos, despidos, e pouco tempo depois retornavam, ricos, com casas alugadas, dinheiro e navios. [...] Eram também persas, magores, armênios, gregos, infiéis e outros gentios. [...] A todos, a cidade dava entrada.


    MIRANDA, Ana. Boca do Inferno. São Paulo: Companhia das Letras, 1989, p. 13-14.


    Sobre o texto C – Boca do Inferno – comparado aos textos A e B, marque V ou F, conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmativas acerca deles.


    ( ) O texto C, com a personagem Gregório de Matos, reitera a proposta literária da obra Tenda dos Milagres, em que Pedro Arcanjo ficou conhecido, no meio acadêmico cultural, pelas suas observações sociais sobre a cidade da Bahia. 

    ( ) O texto C apresenta-se mais rico de informações sobre o processo de formação étnica e cultural em que se construiu a sociedade da cidade da Bahia que os demais textos.

    ( ) As descrições que entremeiam as narrativas dos três textos, permitem dizer que as obras apresentam um mesmo contexto social e histórico da cidade da Bahia.

    ( ) O uso de um discurso indireto, enquanto recurso de estilo literário, está presente no texto C, assim como o de um discurso direto, no texto A.

    ( ) O registro de alguns deslizes no uso da língua portuguesa em relação à norma culta ocorre, indistintamente, nos três fragmentos.


    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão bcb53284-c4
  • BCB2A5AC-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2023Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto A

        De repente a ladeira começou a animar-se. Do largo da sé, da Baixa dos Sapateiros, do Carmo, surgiram homens e mulheres apressados e aflitos. Não vinham pela morte de Pedro Archanjo, sábio autor de livros sobre miscigenação, talvez definitivos, e, sim, pela morte de Ojuobá, os olhos de Xangô, um pai daquele povo. Do castelo de Ester, a notícia se propagara de boca em boca, de porta em porta, de casarão em casarão, rua afora, escada acima, ladeira abaixo e nos becos. Chegou ao largo da Sé a tempo de embarcar nos primeiros bondes e ônibus.
        Mulheres arrancadas do sono ou dos braços de tardos fregueses para a lágrima e a lamentação. Trabalhadores de horário preciso, vagabundos sem relógio de ponto, bêbados e mendigos, habitantes dos sobradões, dos infectos cortiços, árabes de prestação, moços e velhos, gente de santo e comerciantes do Terreiro de Jesus, um carroceiro com sua carroça, e Ester, um quimono sobre a nudez mostrando tudo a quem quisesse ver. Mas, quem ia se aproveitar, se ela puxava os cabelos e batia nos peitos:
        — Ai, Archanjo, meu santo, por que não disse que estava doente? Como eu ia saber? Agora, Ojuobá, como vai ser? Tu era a luz da gente, nossos olhos de ver, nossa boca de falar. Tu era a coragem da gente e nosso entendimento. Tu sabia de ontem e de amanhã, quem mais vai saber?
        Quem, ai, quem? Na hora do espanto, homens e mulheres encaravam a morte nua e crua, ali na sarjeta, despida de qualquer enfeite, do menor consolo. Pedro Archanjo Ojuobá ainda não se fizera memória, tão somente morte e nada mais.


    AMADO, Jorge. Tenda dos milagres. Disponível em: <https://www.terra.com.br/diversao/infograficos/jorge-amado-centenario/pdf/tenda-dos-milagres.pdf.> Acesso em: 12 dez. 2022.


    Texto B

        Já naquela hora a notícia da inesperada morte de Quincas Berro D’água circulava pelas ruas da Bahia. É bem verdade que os pequenos comerciantes do Mercado não fecharam suas portas em sinal de luto. Em compensação, imediatamente aumentaram os preços dos balangandãs, das bolsas de palha, das esculturas de barro que vendiam aos turistas, assim homenageavam o morto. Houve nas imediações do Mercado ajuntamentos precipitados, pareciam comícios relâmpagos, gente andando de um lado para outro, a notícia no ar, subindo o Elevador Lacerda, viajando nos bondes para a Calçada, ia de ônibus para a Feira de Santana. Debulhou-se em lágrimas a graciosa negra Paula, ante seu tabuleiro de beijus de tapioca. Não viria Berro D’água naquela tarde dizerlhe galanteios torneados, espiar-lhe os seios vastos, propor-lhe indecências, fazendo-a rir.
        Nos saveiros de velas arriadas, os homens do reino de Iemanjá, os bronzeados marinheiros, não escondiam sua decepcionada surpresa: como pudera acontecer essa morte num quarto do Tabuão, como fora o velho marinheiro desencarnar numa cama? Não proclamara, peremptório, e tantas vezes, Quincas Berro D’água, com voz e jeito capazes de convencer ao mais descrente, que jamais morreria em terra, que só um túmulo era digno de sua picardia: o mar banhado de lua, as águas sem fim? 

    AMADO, Jorge. A morte e a morte de Quincas Berro D’água. Rio de janeiro: Record, 1991, p. 53.
    Os textos A e B, embora retirados de obras distintas, apresentam semelhanças em variados aspectos na sua construção.


    As afirmativas que encontram respaldo nos fragmentos ou no contexto geral das suas obras estão em


    I. A temática abordada nos fragmentos se estende por toda narrativa nas duas obras, tendo seu ponto alto nos desfechos, quando se concretiza o desejo das personagens principais.

    II. A obra do texto A relata a vida de Arcanjo em dois tempos distintos: um como homem do povo e seu modo de vida, e outro como homem público, respeitado pela intelectualidade baiana, enquanto que, na obra do texto B, a vida de Quincas é apresentada de maneira inversa.  

    III. Nas duas obras, o ponto de vista da narração dá-se sob o olhar de um narrador onisciente, e suas personagens fazem uso de uma linguagem apropriada à realidade delas, diferenciando-se, porém, na intenção literária de cada.

    IV. O cenário apresentado e o tempo transcorrido em que se processam as narrativas, desde seu início até o final, dão-se de maneira idêntica, entremeando passado e presente em iguais condições sociais e profissionais de seus personagens, Pedro Arcanjo e Berro D’água.

    V. As circunstâncias em que se deu a morte de Pedro Arcanjo e Berro D’água, o comportamento de seus amigos em relação ao fato e o desenrolar do fluxo das narrativas, desde a morte até o final, apresenta-se, de maneira idêntica, nas duas obras.


    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão bcb2a5ac-c4
  • BCADA379-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto A  

    Figura 1 de 3 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos

    CUNHA, Helena Parente. OUTRA. Disponível em: <https://pdfcoffee.com/alem-de-estar-helena-parente-cunha-poemas-pdf-free.html>. Acesso em: 13 dez. 2022. 


    Texto B

    Figura 2 de 3 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos

    MEIRELES, Cecília. Mar Absoluto. In: Obra Poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar,1987, p.272. 
    Figura 3 de 3 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos


    PICASSO, Pablo. Mulher no Espelho. Disponível em: <https://www.ggoogle.com/search?q=quadro+de+picasso+mulher+no+espelho&sxsrf>. Acesso em: 13 dez. 2022.


    Picasso foi pintor, escultor e desenhista espanhol, um dos principais artistas plásticos do século XX. Fundador do cubismo, ele rompeu com a estética da perfeição nas obras de arte, sendo, portanto, conhecido como o pintor da geometria.

    A sua obra “A Mulher no Espelho” mantém com os poemas anteriores um diálogo. Embora se apresente em arte visual, é inegável a presença de alguns aspectos contidos na sua construção que reiteram alguns versos dos poemas de Helena Parente e Cecília Meireles.


    Marque V ou F, conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmativas acerca das três criações artísticas.


    ( ) Na obra de Picasso, observa-se um antagonismo da figura feminina: a imagem refletida apresenta-se distorcida da real, reiterando a mesma percepção de Cecília sobre si mesmo.

    ( ) Em “A mulher no Espelho”, de Picasso, nota-se que a face da mulher real apresenta-se bipartida em duas configurações dissociadas, uma fria e outra saudável, da mesma maneira que os versos de Helena, dentro do contexto do poema, “ontem/ eu era outra/ quando vim aqui”(v. 1-3) e” outra paisagem/ embora sempre/ o seu aqui” (v. 4-6).

    ( ) A imagem refletida no espelho transmite a sensação de frustração e tristeza, ao apresentar-se coberta de tons mais escuros e meio escondida, identificando-se com os versos de Cecília “Que mal faz, esta cor fingida/ do meu cabelo, e do meu rosto,/ se tudo é tinta: o mundo, a vida, /o contentamento, o desgosto?” (v. 9-12).

    ( ) O braço, entrelaçando a imagem do espelho deformada, permite inferir que a imagem real acolhe a imagem destorcida como também sua, assim como os versos do poema Outra, de Helena “, outra somos eu/ a cada onda / noutros meus pés (v. 16-18)

    ( ) A imagem dos corpos mostram uma disparidade visual entre a real e a refletida no espelho, insinuando diferentes leituras, e com idêntica interpretação dos versos de Helena, “outra paisagem/embora sempre/o seu aqui” (v. 4-6).  


    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão bcada379-c4
  • BCAB308A-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto A  

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos

    CUNHA, Helena Parente. OUTRA. Disponível em: <https://pdfcoffee.com/alem-de-estar-helena-parente-cunha-poemas-pdf-free.html>. Acesso em: 13 dez. 2022. 


    Texto B

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos

    MEIRELES, Cecília. Mar Absoluto. In: Obra Poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar,1987, p.272. 
    Os poemas destacados pertencem a duas poetisas distintas, mas se identificam ao dar voz à sensibilidade e às percepções do universo feminino.


    Sobre os poemas destacados, a alternativa que apresenta uma análise inadequada é a
    Escolha uma alternativa para a questão bcab308a-c4
  • BCA61555-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO:

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos


     DRUMMOND DE ANDRADE, Carlos. Os ombros suportam o mundo. Poesia e Prosa. Rio de Janeiro, RJ: Nova Aguilar, 1979, p. 131.
    Para a composição do poema, o eu lírico utiliza de recursos de estilo que favorecem a compreensão da mensagem.


    A alternativa em que a análise desses recursos está inadequada é
    Escolha uma alternativa para a questão bca61555-c4
  • BCA395C4-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO:

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos


     DRUMMOND DE ANDRADE, Carlos. Os ombros suportam o mundo. Poesia e Prosa. Rio de Janeiro, RJ: Nova Aguilar, 1979, p. 131.
    Drummond foi um poeta mineiro, modernista, cuja poesia se destacou pelos temas do cotidiano da vida e pela linguagem despojada de rigidez.

    Os versos do poema destacado revelam um eu poético


    I. conformado, diante da vida, mas, ao mesmo tempo, cheio de coragem para lutar, a fim de sobreviver.

    II. revoltado, pela ausência de sensibilidade e de fé nos corações humanos e pela necessidade de se trabalhar intensamente.

    III. pessimista, ao refletir sobre a realidade da vida e a inutilidade das guerras, da fome e das discussões entre amigos. 

    IV. consciente, sem se desesperar, em relação à vida e à solidão, mesmo diante de circunstâncias indesejadas.

    V. realista, ao enxergar a vida sem misticismo e acreditar que a humanidade saberá encontrar soluções viáveis, sem ser preciso morrer.


    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão bca395c4-c4
  • BC9E07AB-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2023Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO: 

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos


    RIOS NETO, Antônio Sales. Impasses civilizacionais. Disponível em: <https://aterraeredonda.com.br/impasses-civilizacionais>. Acesso em: 8 dez. 2022. Adaptado.
    “parece haver três grandes impasses civilizacionais a serem enfrentados pela humanidade nos próximos tempos: visão de mundo, mudanças climáticas e metamorfose, os quais partem do pressuposto de que as ideias centrais que permeiam cada um desses impasses são, respectivamente, o ego, o antropoceno e o acaso.” (l. 77-83).


    Infere-se, da passagem transcrita, que a humanidade precisará, para o enfrentamento dos impasses, em relação ao ego, ao antropoceno e ao acaso, respectivamente, 
    Escolha uma alternativa para a questão bc9e07ab-c4
  • BC9B2F51-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO: 

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos


    RIOS NETO, Antônio Sales. Impasses civilizacionais. Disponível em: <https://aterraeredonda.com.br/impasses-civilizacionais>. Acesso em: 8 dez. 2022. Adaptado.
    “se existe algo de único no animal humano é que ele tem a capacidade de aumentar seu conhecimento em ritmo acelerado, mas é cronicamente incapaz de aprender com a experiência” (l. 69-72).


    A alternativa que está em discordância de argumentos com a passagem destacada de John Gray é
    Escolha uma alternativa para a questão bc9b2f51-c4
  • BC9891DD-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO: 

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos


    RIOS NETO, Antônio Sales. Impasses civilizacionais. Disponível em: <https://aterraeredonda.com.br/impasses-civilizacionais>. Acesso em: 8 dez. 2022. Adaptado.
    Com o propósito de validar suas argumentações, o articulista apresenta outros discursos que, inseridos no contexto,
    Escolha uma alternativa para a questão bc9891dd-c4
  • BC95C0EB-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO: 

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos


    RIOS NETO, Antônio Sales. Impasses civilizacionais. Disponível em: <https://aterraeredonda.com.br/impasses-civilizacionais>. Acesso em: 8 dez. 2022. Adaptado.
    Segundo as ideias do articulista, as causas responsáveis pelo mal-estar da humanidade, resultantes das mais variadas consequências, estão, implicitamente, relacionadas com


    I. o grande contingente de pessoas acometidas pela fome, desemprego, desastre ambientais e doenças crônicas.

    II. a falta de manutenção da biodiversidade do planeta, de uma prática espiritual e de questões de natureza política.

    III. a crise de valores ético-morais sem precedentes na nossa história da humanidade.

    IV. a necessidade de reinvenção, a partir de saberes acumulados, respeitando princípios indispensáveis para a sobrevivência humana.

    V. a incapacidade humana de aprender com as dificuldades vivenciadas ao longo da humanidade.


    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão bc95c0eb-c4
  • D22D2AAE-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto.

           A Vara Especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (VEVDFM) tem realizado anualmente pesquisa estatística, a partir de levantamento de dados quantitativos, oferecendo um panorama sobre os casos estudados.

           A coleta dessas informações foi realizada em 1.205 processos de Medidas Protetivas de Urgência (MPU’s), correspondentes a 30% dos processos distribuídos, em 2018, entre ativos e arquivados, nos meses de janeiro a abril. A pesquisa, propriamente dita, no entanto, aconteceu no período de maio a novembro de 2019. A tabulação dos dados foi realizada, de acordo com a subdivisão de categorias eleitas (sendo uma dessas categorias a faixa etária), tomando como referência os instrumentais utilizados para coleta das informações.

           A partir dessa tabulação, a análise da faixa etária nos permite compreender como a violência é sentida e lidada, de acordo com a idade da representante (mulheres). No gráfico a seguir, apresentam-se os perfis da representante com relação à faixa etária que busca auxílio legal.


    Gráfico - Faixa etária das mulheres em percentual (Em %)

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2023, Interpretação de Textos

    https:/novogerenciador.tjma.jus.br/storage/portalweb/dados_estatosticos_vara_da_mulher_de_so_luis_ano_2018_24032021_1901.pdf(adpatada)
     

    Em relação ao universo do quantitativo das representantes (mulheres), é correto afirmar, a partir da análise do gráfico, que
    Escolha uma alternativa para a questão d22d2aae-c4
  • D2149D3D-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    O trecho a seguir faz parte do livro, Um amor conquistado: o mito do amor materno, escrito pela pesquisadora francesa Elisabeth Badinter que desenvolveu uma análise crítica, a partir de uma perspectiva histórica e cultural das sociedades ocidentais, sobre a maneira que a ideia do amor materno é concebida e reproduzida socialmente.

          O amor materno é apenas um sentimento humano. E como todo sentimento, é incerto, frágil e imperfeito. (...) Observando-se a evolução das atitudes maternas, constata-se que o interesse e a dedicação à criança se manifestam ou não se manifestam. A ternura existe ou não existe. As diferentes maneiras de expressar o amor materno vão do mais ao menos, passando pelo nada, ou o quase nada. Na França, em meados do século XVIII o envio das crianças para a casa de amas se estende por todas as camadas da sociedade urbana. Dos mais pobres aos mais ricos, nas pequenas ou grandes cidades, a entrega dos filhos aos exclusivos cuidados de uma ama é um fenômeno generalizado.Todavia, é no último terço do século XVIII que se opera uma espécie de revolução das mentalidades. A imagem da mãe, de seu papel e de sua importância, modifica-se radicalmente, ainda que, na prática, os comportamentos tardassem a se alterar. São inúmeras as publicações que recomendam às mães cuidar pessoalmente dos filhos e lhes "ordenam" amamentá-los. Elas impõem, à mulher, a obrigação de ser mãe antes de tudo, e engendram o mito que continuará bem vivo duzentos anos mais tarde: o do instinto materno, ou do amor espontâneo de toda mãe pelo filho. Moralistas, administradores, médicos puseram-se em campo e expuseram seus argumentos mais sutis para persuadi-las a retornar a melhores sentimentos e a "dar novamente o seio". Outro discurso, mais sedutor aos seus ouvidos, esboçava-se atrás desse primeiro. Era o discurso da felicidade e da igualdade que as atingia acima de tudo. Durante quase dois séculos, todos os ideólogos lhes prometeram mundos e fundos se assumissem suas tarefas maternas: “Sede boas mães, e sereis felizes e respeitadas. Tornai-vos indispensáveis na família, e obtereis o direito de cidadania”. A curiosa, a ambiciosa, a audaciosa metamorfoseia-se numa criatura modesta e ponderada, cujas ambições não ultrapassam os limites do lar.

    BADINTER, Elisabeth. Um amor conquistado: o mito do amor materno. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. Adaptado
     

    Ao analisar, sociologicamente, o texto, é correto afirmar que esse sentimento materno é
    Escolha uma alternativa para a questão d2149d3d-c4