Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

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9.017 questões encontradas. Mostrando a página 57 de 451.

  • 644C0238-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos

    O fragmento a seguir é um dos diálogos entre os dois estrangeiros que protagonizam Canaã.

    — Parece que já vi este quadro em algum lugar — disse Milkau, cismando, — Mas não, este ar, este conjunto suave, este torpor instantâneo, e que se percebe vai passar daqui a pouco, é seguramente a primeira vez que conheço.

    — E por quanto tempo aqui ficaremos? — disse o outro num bocejo de desalento; e o seu olhar pairava preguiçosamente sobre a paisagem.

    — Não meço o tempo — respondeu Milkau —, porque não sei até quando viverei, e agora espero que este seja o quadro definitivo da minha existência. Sou um imigrado, e tenho a alma do repouso; este será o meu último movimento na terra...

    — Mas nada o agita? Nada o impelirá para fora daqui, fora desta paz dolorosa, que é uma sepultura para nós?...

    — Aqui fico. E se aqui está a paz, é a paz que procuro exatamente...Eu me conservarei na humildade; em torno de mim desejarei uma harmonia infinita.

    ARANHA, G. (1868-1931). Canaã. 3 ed. São Paulo: Martins Claret, 2013.


    A relação discurso/personagem está representada, corretamente, na seguinte associação:

    Escolha uma alternativa para a questão 644c0238-b0
  • 64493B31-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos

    O estrangeiro apertou a mão calosa e áspera do velho, que abriu os lábios numa rude expressão de riso, mostrando as gengivas roxas e desdentadas. A cafuza não se mexeu; apenas, mudando vagarosamente o olhar, descansou-o, cheio de preguiça e desalento, no rosto do viajante. A criança acolheu-se a ela, boquiaberta, com a baba a escorrer dos beiços túmidos.

    [...]

    — Mora aqui há muito tempo? perguntou Milkau.

    — Fui nascido e criado nessas bandas, sinhô moço... Ali perto do Mangaraí.

    — E, tateando o espaço, estendia a mão para o outro lado do rio. — Não vê um casarão lá no fundo? Foi ali que me fiz homem, na fazenda do Capitão Matos, defunto meu sinhô, que Deus haja!

    O estrangeiro, acompanhando o gesto, apenas divisava ao longe um amontoado de ruínas que interrompia a verdura da mata.

    E a conversa foi continuando por uma série de perguntas de Milkau sobre a vida passada daquela região, às quais o velho respondia gostoso, por ter ocasião de relembrar os tempos de outrora, sentindo-se incapaz, como todos os humildes e primitivos, de tomar a iniciativa dos assuntos.

    [...]

    — Ah, tudo isto, meu sinhô moço, se acabou... Cadê fazenda? Defunto meu sinhô morreu, filho dele foi vivendo até que governo tirou os escravos. Tudo debandou. Patrão se mudou com a família para Vitória, onde tem seu emprego; meus parceiros furaram esse mato grande e cada um levantou casa aqui e acolá, onde bem quiseram. Eu com minha gente vim para cá, para essas terras do seu coronel. Tempo hoje anda triste. Governo acabou com as fazendas, e nos pôs todos no olho do mundo, a caçar de comer, a comprar de vestir, a trabalhar como boi para viver. Ah! tempo bom de fazenda!

    [...]

    — Mas, meu amigo — disse Milkau

    —, você aqui ao menos está no que é seu, tem sua casa, sua terra, é dono de si mesmo.

    — Qual terra, qual nada... Rancho é do marido de minha filha, que está aí sentada, terra é de seu coronel, arrendada por dez mil-réis por ano. Hoje em dia tudo aqui é de estrangeiro, Governo não faz nada por brasileiro, só pune por alemão... ARANHA, G. (1868-1931). Canaã. 3 ed. São Paulo: Martins Claret, 2013.

    Nos fragmentos, observa-se um procedimento descritivo, típico do Naturalismo Literário: detalhismo por meio de elementos sensoriais. Releia-os.


    “A criança acolheu-se a ela boquiaberta, com a baba a escorrer dos beiços túmidos.”

    “— E, tateando o espaço, estendia a mão para o outro lado do rio.”


    Nas expressões “beiços túmidos” e “tateando o espaço”, destacam-se, respectivamente, os seguintes elementos sensoriais: 

    Escolha uma alternativa para a questão 64493b31-b0
  • 6446913E-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos

    O estrangeiro apertou a mão calosa e áspera do velho, que abriu os lábios numa rude expressão de riso, mostrando as gengivas roxas e desdentadas. A cafuza não se mexeu; apenas, mudando vagarosamente o olhar, descansou-o, cheio de preguiça e desalento, no rosto do viajante. A criança acolheu-se a ela, boquiaberta, com a baba a escorrer dos beiços túmidos.

    [...]

    — Mora aqui há muito tempo? perguntou Milkau.

    — Fui nascido e criado nessas bandas, sinhô moço... Ali perto do Mangaraí.

    — E, tateando o espaço, estendia a mão para o outro lado do rio. — Não vê um casarão lá no fundo? Foi ali que me fiz homem, na fazenda do Capitão Matos, defunto meu sinhô, que Deus haja!

    O estrangeiro, acompanhando o gesto, apenas divisava ao longe um amontoado de ruínas que interrompia a verdura da mata.

    E a conversa foi continuando por uma série de perguntas de Milkau sobre a vida passada daquela região, às quais o velho respondia gostoso, por ter ocasião de relembrar os tempos de outrora, sentindo-se incapaz, como todos os humildes e primitivos, de tomar a iniciativa dos assuntos.

    [...]

    — Ah, tudo isto, meu sinhô moço, se acabou... Cadê fazenda? Defunto meu sinhô morreu, filho dele foi vivendo até que governo tirou os escravos. Tudo debandou. Patrão se mudou com a família para Vitória, onde tem seu emprego; meus parceiros furaram esse mato grande e cada um levantou casa aqui e acolá, onde bem quiseram. Eu com minha gente vim para cá, para essas terras do seu coronel. Tempo hoje anda triste. Governo acabou com as fazendas, e nos pôs todos no olho do mundo, a caçar de comer, a comprar de vestir, a trabalhar como boi para viver. Ah! tempo bom de fazenda!

    [...]

    — Mas, meu amigo — disse Milkau

    —, você aqui ao menos está no que é seu, tem sua casa, sua terra, é dono de si mesmo.

    — Qual terra, qual nada... Rancho é do marido de minha filha, que está aí sentada, terra é de seu coronel, arrendada por dez mil-réis por ano. Hoje em dia tudo aqui é de estrangeiro, Governo não faz nada por brasileiro, só pune por alemão... ARANHA, G. (1868-1931). Canaã. 3 ed. São Paulo: Martins Claret, 2013.

    Dentre os trechos extraídos do diálogo dos personagens, indique aquele em que predomina a intenção crítica do autor acerca da política da época. 

    Escolha uma alternativa para a questão 6446913e-b0
  • 6443EC0B-B0

    Português

    Denotação e Conotação
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos

    O (não) lugar do “pardo”

         Lá no fim do século XIX e no começo do XX, o Brasil passava pelo dilema que todas as nações modernas enfrentaram (e, de certa maneira, ainda enfrentam): como criar uma identidade nacional que justifique e mantenha o Estado?

         Notem que eu ouso criar, porque é bem isso mesmo, inventar uma história que servisse aos interesses da elite dominante e homogeneizasse a população brasileira. Ora, essa população era formada, principalmente, por pretos escravos ou ex-escravos, indígenas perseguidos e uma parcela de gente branca. No centro da discussão estava: quem seria o cidadão brasileiro.

         Houve quem defendesse a educação para o trabalho: ensinar os pretos amolecidos e degenerados pela escravidão (faz me rir) a trabalhar resignado. Teve aqueles que achavam que a inferioridade dos pretos era tão grande que não adiantava educar nem nada, era melhor expulsar ou deixar morrer. O Brasil, em seus debates sobre a nação e seus cidadãos, bebeu muito das teorias racialistas que estavam em voga na Europa e sendo amplamente utilizadas para justificar a colonização na África depois de séculos e séculos de saque humano. [...]

        Daí surge o pardo como a gente conhece hoje. O pardo não é raça, não é povo, não é cidadão brasileiro. Ele é o estágio transitório entre a base da pirâmide (os negros) e o topo (os brancos). Não é branco, ainda não chegou no estágio sublime de branquitude que garante o direito à vida, oportunidades e cidadania, mas é prova viva da boa vontade e do esforço de se embranquecer tão valorizado por uma elite branca que, desde sempre, morre de medo dos pretos fazerem daqui o Haiti.

         Como fala Foucault, o poder, no estado moderno, não é negativo, ele é normatizador. Ou seja, estabelece normas de conduta, estéticas, discursivas, e beneficia aqueles que fazem o jogo. No caso do Brasil, o jogo da branquitude. Quanto mais branco você tentar ser, seja usando intervenções estéticas ou compartilhando o discurso político e social, mais “tolerável” você vai ser. Nisso, nós que somos claros, temos uma vantagem: o branqueamento estético é mais alcançável para nós. Mas nada disso garante que você vai passar de boa em uma sociedade racialmente hierarquizada, o embranquecimento é, sobretudo, uma mutilação. E pra quem ainda tem dúvidas, mutilação é sempre ruim ok? Não tem gradação de violência e mutilação. [...]


    https://medium.com/@isabelapsena/o-n%C3%A3o-lugar-do-pardo 

    A fluidez do texto é perceptível e garante ao leitor interesse por sua leitura pelo fato de serem inseridas expressões coloquiais, descontraídas, gerando atração muito mais pelo conteúdo do que pela forma.


    Essa assertiva é comprovada no seguinte exemplo: 

    Escolha uma alternativa para a questão 6443ec0b-b0
  • 643DC68B-B0

    Português

    Gêneros Textuais
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos

    O (não) lugar do “pardo”

         Lá no fim do século XIX e no começo do XX, o Brasil passava pelo dilema que todas as nações modernas enfrentaram (e, de certa maneira, ainda enfrentam): como criar uma identidade nacional que justifique e mantenha o Estado?

         Notem que eu ouso criar, porque é bem isso mesmo, inventar uma história que servisse aos interesses da elite dominante e homogeneizasse a população brasileira. Ora, essa população era formada, principalmente, por pretos escravos ou ex-escravos, indígenas perseguidos e uma parcela de gente branca. No centro da discussão estava: quem seria o cidadão brasileiro.

         Houve quem defendesse a educação para o trabalho: ensinar os pretos amolecidos e degenerados pela escravidão (faz me rir) a trabalhar resignado. Teve aqueles que achavam que a inferioridade dos pretos era tão grande que não adiantava educar nem nada, era melhor expulsar ou deixar morrer. O Brasil, em seus debates sobre a nação e seus cidadãos, bebeu muito das teorias racialistas que estavam em voga na Europa e sendo amplamente utilizadas para justificar a colonização na África depois de séculos e séculos de saque humano. [...]

        Daí surge o pardo como a gente conhece hoje. O pardo não é raça, não é povo, não é cidadão brasileiro. Ele é o estágio transitório entre a base da pirâmide (os negros) e o topo (os brancos). Não é branco, ainda não chegou no estágio sublime de branquitude que garante o direito à vida, oportunidades e cidadania, mas é prova viva da boa vontade e do esforço de se embranquecer tão valorizado por uma elite branca que, desde sempre, morre de medo dos pretos fazerem daqui o Haiti.

         Como fala Foucault, o poder, no estado moderno, não é negativo, ele é normatizador. Ou seja, estabelece normas de conduta, estéticas, discursivas, e beneficia aqueles que fazem o jogo. No caso do Brasil, o jogo da branquitude. Quanto mais branco você tentar ser, seja usando intervenções estéticas ou compartilhando o discurso político e social, mais “tolerável” você vai ser. Nisso, nós que somos claros, temos uma vantagem: o branqueamento estético é mais alcançável para nós. Mas nada disso garante que você vai passar de boa em uma sociedade racialmente hierarquizada, o embranquecimento é, sobretudo, uma mutilação. E pra quem ainda tem dúvidas, mutilação é sempre ruim ok? Não tem gradação de violência e mutilação. [...]


    https://medium.com/@isabelapsena/o-n%C3%A3o-lugar-do-pardo 

    Considerando o contexto de circulação de um artigo de opinião e o propósito discursivo do produtor do texto acima, os recursos argumentativos utilizados têm a função de 
    Escolha uma alternativa para a questão 643dc68b-b0
  • B5A9591F-A9

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2

    Da solidão 

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética. 
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.  

    MEIRELES, Cecília. Da solidão. In: MEIRELES, Cecília. Janela Mágica. São
    Paulo: Global, 2016, pp. 71-74. 
    No texto 2, o eu lírico, apresenta o estado de solidão como
    Escolha uma alternativa para a questão b5a9591f-a9
  • B5A74037-A9

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2

    Da solidão 

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos 
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos  

    MEIRELES, Cecília. Da solidão. In: MEIRELES, Cecília. Janela Mágica. São
    Paulo: Global, 2016, pp. 71-74. 
    A expressão destacada no trecho “Façamo-nos também desse modo videntes: olhemos devagar para a cor das paredes, o desenho das cadeiras, a transparência das vidraças, os dóceis panos tecidos sem maiores pretensões.” (linhas 28-31) pode ser substituída sem mudança de sentido por
    Escolha uma alternativa para a questão b5a74037-a9
  • B5A52E4C-A9

    Português

    Gêneros Textuais
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2

    Da solidão 

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Gêneros Textuais 
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Gêneros Textuais  

    MEIRELES, Cecília. Da solidão. In: MEIRELES, Cecília. Janela Mágica. São
    Paulo: Global, 2016, pp. 71-74. 
    O recurso que classifica o texto 2 como uma crônica é a
    Escolha uma alternativa para a questão b5a52e4c-a9
  • B5A2FD7B-A9

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2

    Da solidão 

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética. 
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.  

    MEIRELES, Cecília. Da solidão. In: MEIRELES, Cecília. Janela Mágica. São
    Paulo: Global, 2016, pp. 71-74. 
    No texto 2, o eu lírico demonstra sentir-se
    Escolha uma alternativa para a questão b5a2fd7b-a9
  • B5A0E08A-A9

    Português

    Gêneros Textuais
    UECE · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2

    Da solidão 

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Gêneros Textuais 
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Gêneros Textuais  

    MEIRELES, Cecília. Da solidão. In: MEIRELES, Cecília. Janela Mágica. São
    Paulo: Global, 2016, pp. 71-74. 
    A partir da leitura da crônica “Da solidão”, de Cecília Meireles, nota-se a presença dos seguintes elementos que caracterizam o estilo da escritora:
    Escolha uma alternativa para a questão b5a0e08a-a9
  • B5982C01-A9

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    A ARMADILHA DOS VAPES

    Imagem da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos 

    (Disponível em: https://super.abril.com.br).
    Acerca das informações do texto 1, avalie as afirmações a seguir.

    I. Os dados percentuais, presentes no texto, configuramse como argumentos para assegurar os malefícios do cigarro eletrônico.
    II. O uso de um vocabulário com a presença de termos tais como “dopamina” e “neurotransmissor” revelam a natureza de uma notícia de divulgação científica.
    III. O texto faz uso de dados e de termos do campo científico para certificar a segurança do consumo dos vapes, pois não há alteração do estado de consciência do usuário.

    É correto apenas o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão b5982c01-a9
  • B596177F-A9

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    A ARMADILHA DOS VAPES

    Imagem da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos 

    (Disponível em: https://super.abril.com.br).
    O elemento destacado no trecho: “Lá dentro, ela ativa o principal neurotransmissor do prazer” (linhas 7-8) faz referência a
    Escolha uma alternativa para a questão b596177f-a9
  • B5939421-A9

    Português

    Figuras de Linguagem
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    Texto 1

    A ARMADILHA DOS VAPES

    Imagem da questão de Português, UECE 2022, Figuras de Linguagem 

    (Disponível em: https://super.abril.com.br).
    No trecho “o usuário pode passar o dia inteiro mimando os neurônios” (linha 21-22), a expressão destacada apresenta a figura de linguagem  
    Escolha uma alternativa para a questão b5939421-a9
  • B5908B83-A9

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2022Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    A ARMADILHA DOS VAPES

    Imagem da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos 

    (Disponível em: https://super.abril.com.br).
    O objetivo do texto 1 é
    Escolha uma alternativa para a questão b5908b83-a9
  • 996DEFA0-A2

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2
    Caso pluvioso

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos  
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos 
     

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. São Paulo:
    Companhia das Letras, 2012, p. 231-234. Excerto.
    Nos versos “Eu lhe dizia em vão – pois que Maria / quanto mais eu rogava, mais chovia” (linhas 17-18), a relação expressa entre os termos destacados é de
    Escolha uma alternativa para a questão 996defa0-a2
  • 996BD247-A2

    Português

    Figuras de Linguagem
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2
    Caso pluvioso

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Figuras de Linguagem  
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Figuras de Linguagem 
     

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. São Paulo:
    Companhia das Letras, 2012, p. 231-234. Excerto.
    A figura de linguagem presente nos versos “Chuvadeira maria, chuvadonha, / chuvinhenta, chuvil, pluvimedonha!” (linhas 19-20) é
    Escolha uma alternativa para a questão 996bd247-a2
  • 99677A23-A2

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2
    Caso pluvioso

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos  
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos 
     

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. São Paulo:
    Companhia das Letras, 2012, p. 231-234. Excerto.
    Nos versos “Os navios soçobram” (linha 35) e “delida e fluida a humana enfibratura” (linha 38), as palavras em destaque significam, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 99677a23-a2
  • 996325F5-A2

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2
    Caso pluvioso

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos  
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos 
     

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. São Paulo:
    Companhia das Letras, 2012, p. 231-234. Excerto.
    O número de versos presente em cada estrofe do poema pode ser classificado como
    Escolha uma alternativa para a questão 996325f5-a2
  • 995E51C2-A2

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2
    Caso pluvioso

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos  
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos 
     

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. São Paulo:
    Companhia das Letras, 2012, p. 231-234. Excerto.
    Considerando o poema Caso Pluvioso, atente para as seguintes afirmações.

    I. O título remete o leitor à ideia de uma relação agitada, assim como a água, entre o poeta e uma mulher.
    II. O poeta no verso “Era chuva fininha e chuva grossa” (linha 11) retrata a personalidade de uma mulher instável.
    III. A referência a Deus no poema significa a falta de fé que o poeta tem na relação com maria.

    É correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 995e51c2-a2
  • 995BE16D-A2

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2
    Caso pluvioso

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos  
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos 
     

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. São Paulo:
    Companhia das Letras, 2012, p. 231-234. Excerto.
    A relação entre a chuva e a mulher no poema pode ser considerado um signo que representa
    Escolha uma alternativa para a questão 995be16d-a2