Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

9.017 questões encontradas. Mostrando a página 95 de 451.

  • AD0BF995-FA

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade da Saúde e Ecologia Humana · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Vida pós-Zika

    Com ajuda de mães, estudo descobre imunidade após
    contato com o vírus.

         Um estudo feito em parceria com 50 mães que tiveram Zika durante a gravidez concluiu que a maior parte delas — e de seus filhos — desenvolveu imunidade ao vírus. A descoberta, feita por pesquisadores da Fiocruz e do Hospital Universitário Antônio Pedro, da Universidade Federal Fluminense, será apresentada hoje às mães.
         As mulheres, que participam da pesquisa voluntariamente, tiveram a infecção durante a gestação e são acompanhadas desde 2016, ao lado de seus filhos. Alguns deles nasceram com a síndrome da Zika Congênita, caracterizada principalmente pela microcefalia; outros têm alterações neurológicas, embora não possuam a síndrome; e o último grupo é assintomático.
        No Hospital Antônio Pedro, 36 profissionais fazem o acompanhamento clínico em que avaliam e estimulam o desenvolvimento das crianças, moradoras de Niterói, São Gonçalo, Maricá e Itaboraí. Ali, coletam o sangue que é estudado por 22 cientistas da Fiocruz. Há três principais linhas de pesquisa, sendo a de maior impacto para a população a que resultou na descoberta sobre a imunidade.
        Segundo Luzia Maria de Oliveira Pinto, pesquisadora do Laboratório de Imunologia Viral do Instituto Oswaldo Cruz, que coordena os estudos, os dados finais ainda estão sendo concluídos, mas já se pode cravar que a maioria das pessoas pesquisadas desenvolveu, sim, imunidade ao vírus.
       Outros dois estudos estão sendo finalizados: um avalia se a intensidade da resposta inflamatória do organismo para combater o vírus na gravidez tem impacto no desfecho clínico do bebê; e o outro verifica se as células podem produzir proteínas e anticorpos contra o vírus.
        — Sem essas mães não conseguiríamos fazer as pesquisas. A consequência da infecção já aconteceu. Por isso é um ato que não vai ajudá-las diretamente, mas pode ajudar outras famílias, até porque podem ocorrer novas epidemias — enfatiza a pesquisadora.
       Mesmo sem poder se beneficiar diretamente do impacto das pesquisas, nenhuma mãe atendida pelo Hospital Antônio Pedro se recusou a colaborar com os cientistas.
       — Por isso quisemos dar uma resposta a elas, mostrar: “olha como vocês contribuíram para a ciência”. A maioria dessas mães era produtiva, tinha emprego, e tudo mudou completamente. A vida delas é dedicada às crianças. Levam os filhos de duas a três vezes por semana para estimulação com fisioterapia, psicologia, fonoaudióloga… São lutadoras — afirma a coordenadora do projeto, Claudete Araújo Cardoso, infectologista pediátrica da Faculdade de Medicina da UFF.
        A pesquisadora conta ainda que pretende acompanhar os casos até os bebês crescerem:
       — Essas crianças vão ter que continuar sendo estimuladas. Como protocolo de pesquisa, o Ministério da Saúde orienta acompanhá-las por três anos, e decidimos acompanhar por cinco. Mas vou acompanhá-las até virarem adultas.
      Na mesma semana em que descobriu que estava grávida, manchas vermelhas apareceram no corpo de Kamila Mitidieri, de 23 anos. Era Zika. Sophia nasceu com a síndrome. Agora tem 2 anos e 9 meses e faz fisioterapia motora e respiratória e frequenta a fonoaudióloga.
       — Ela está se desenvolvendo bem melhor. Aprendeu até a falar “mãe”. Eu sempre soube que ela precisaria de um cuidado maior do que uma criança que não tem nada. Há três meses consegui um emprego, mas tive que sair porque a dona do salão não aceitava que eu levasse minha filha ao médico.
       Apesar das dificuldades do dia a dia, ela não hesita em ajudar nas pesquisas e enfrenta seus temores:
       — Realmente eu odeio tirar sangue, mas toda vez que me pedem eu tiro. Tenho vontade de ter outro filho, mas tenho medo.
      Logo depois que Elisangela Patricia, de 37 anos, recebeu o diagnóstico de Zika, descobriu que estava grávida. Na hora, os médicos disseram que seu filho teria microcefalia, mas não foi o que aconteceu. Ele nasceu sem sintomas, mas, com o passar do tempo, alterações foram sendo descobertas. Samuel Travassos, de 2 anos e 10 meses, tem pequenos cistos no cérebro, atraso no desenvolvimento e suspeita de autismo.
       — Fico com ele o tempo todo, 24 horas por dia. É cansativo, não consigo cuidar de mim, tenho pressão alta e bronquite, mas ele precisa mais que eu. É grudado em mim, toma meu tempo todo, mas eu sempre participo de tudo. Se dizem que tem uma pesquisa, eu ajudo, mesmo não sabendo o que é. Tem que estudar, que pesquisar. Eles ajudam a gente, e a gente ajuda eles.
    (TATSCH, Constança. O Globo. 05 de outubro de 2019.)
    Considere o trecho “Há três principais linhas de pesquisa, sendo a de maior impacto para a população a que resultou na descoberta sobre a imunidade.” (3º§). Acerca dos termos destacados, pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão ad0bf995-fa
  • AD08D8B8-FA

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade da Saúde e Ecologia Humana · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Vida pós-Zika

    Com ajuda de mães, estudo descobre imunidade após
    contato com o vírus.

         Um estudo feito em parceria com 50 mães que tiveram Zika durante a gravidez concluiu que a maior parte delas — e de seus filhos — desenvolveu imunidade ao vírus. A descoberta, feita por pesquisadores da Fiocruz e do Hospital Universitário Antônio Pedro, da Universidade Federal Fluminense, será apresentada hoje às mães.
         As mulheres, que participam da pesquisa voluntariamente, tiveram a infecção durante a gestação e são acompanhadas desde 2016, ao lado de seus filhos. Alguns deles nasceram com a síndrome da Zika Congênita, caracterizada principalmente pela microcefalia; outros têm alterações neurológicas, embora não possuam a síndrome; e o último grupo é assintomático.
        No Hospital Antônio Pedro, 36 profissionais fazem o acompanhamento clínico em que avaliam e estimulam o desenvolvimento das crianças, moradoras de Niterói, São Gonçalo, Maricá e Itaboraí. Ali, coletam o sangue que é estudado por 22 cientistas da Fiocruz. Há três principais linhas de pesquisa, sendo a de maior impacto para a população a que resultou na descoberta sobre a imunidade.
        Segundo Luzia Maria de Oliveira Pinto, pesquisadora do Laboratório de Imunologia Viral do Instituto Oswaldo Cruz, que coordena os estudos, os dados finais ainda estão sendo concluídos, mas já se pode cravar que a maioria das pessoas pesquisadas desenvolveu, sim, imunidade ao vírus.
       Outros dois estudos estão sendo finalizados: um avalia se a intensidade da resposta inflamatória do organismo para combater o vírus na gravidez tem impacto no desfecho clínico do bebê; e o outro verifica se as células podem produzir proteínas e anticorpos contra o vírus.
        — Sem essas mães não conseguiríamos fazer as pesquisas. A consequência da infecção já aconteceu. Por isso é um ato que não vai ajudá-las diretamente, mas pode ajudar outras famílias, até porque podem ocorrer novas epidemias — enfatiza a pesquisadora.
       Mesmo sem poder se beneficiar diretamente do impacto das pesquisas, nenhuma mãe atendida pelo Hospital Antônio Pedro se recusou a colaborar com os cientistas.
       — Por isso quisemos dar uma resposta a elas, mostrar: “olha como vocês contribuíram para a ciência”. A maioria dessas mães era produtiva, tinha emprego, e tudo mudou completamente. A vida delas é dedicada às crianças. Levam os filhos de duas a três vezes por semana para estimulação com fisioterapia, psicologia, fonoaudióloga… São lutadoras — afirma a coordenadora do projeto, Claudete Araújo Cardoso, infectologista pediátrica da Faculdade de Medicina da UFF.
        A pesquisadora conta ainda que pretende acompanhar os casos até os bebês crescerem:
       — Essas crianças vão ter que continuar sendo estimuladas. Como protocolo de pesquisa, o Ministério da Saúde orienta acompanhá-las por três anos, e decidimos acompanhar por cinco. Mas vou acompanhá-las até virarem adultas.
      Na mesma semana em que descobriu que estava grávida, manchas vermelhas apareceram no corpo de Kamila Mitidieri, de 23 anos. Era Zika. Sophia nasceu com a síndrome. Agora tem 2 anos e 9 meses e faz fisioterapia motora e respiratória e frequenta a fonoaudióloga.
       — Ela está se desenvolvendo bem melhor. Aprendeu até a falar “mãe”. Eu sempre soube que ela precisaria de um cuidado maior do que uma criança que não tem nada. Há três meses consegui um emprego, mas tive que sair porque a dona do salão não aceitava que eu levasse minha filha ao médico.
       Apesar das dificuldades do dia a dia, ela não hesita em ajudar nas pesquisas e enfrenta seus temores:
       — Realmente eu odeio tirar sangue, mas toda vez que me pedem eu tiro. Tenho vontade de ter outro filho, mas tenho medo.
      Logo depois que Elisangela Patricia, de 37 anos, recebeu o diagnóstico de Zika, descobriu que estava grávida. Na hora, os médicos disseram que seu filho teria microcefalia, mas não foi o que aconteceu. Ele nasceu sem sintomas, mas, com o passar do tempo, alterações foram sendo descobertas. Samuel Travassos, de 2 anos e 10 meses, tem pequenos cistos no cérebro, atraso no desenvolvimento e suspeita de autismo.
       — Fico com ele o tempo todo, 24 horas por dia. É cansativo, não consigo cuidar de mim, tenho pressão alta e bronquite, mas ele precisa mais que eu. É grudado em mim, toma meu tempo todo, mas eu sempre participo de tudo. Se dizem que tem uma pesquisa, eu ajudo, mesmo não sabendo o que é. Tem que estudar, que pesquisar. Eles ajudam a gente, e a gente ajuda eles.
    (TATSCH, Constança. O Globo. 05 de outubro de 2019.)
    — Essas crianças vão ter que continuar sendo estimuladas. Como protocolo de pesquisa, o Ministério da Saúde orienta acompanhá-las por três anos, e decidimos acompanhar por cinco. Mas vou acompanhá-las até virarem adultas.” (10º§) De acordo com o contexto, o período destacado denota:
    Escolha uma alternativa para a questão ad08d8b8-fa
  • AD05BB72-FA

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade da Saúde e Ecologia Humana · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Vida pós-Zika

    Com ajuda de mães, estudo descobre imunidade após
    contato com o vírus.

         Um estudo feito em parceria com 50 mães que tiveram Zika durante a gravidez concluiu que a maior parte delas — e de seus filhos — desenvolveu imunidade ao vírus. A descoberta, feita por pesquisadores da Fiocruz e do Hospital Universitário Antônio Pedro, da Universidade Federal Fluminense, será apresentada hoje às mães.
         As mulheres, que participam da pesquisa voluntariamente, tiveram a infecção durante a gestação e são acompanhadas desde 2016, ao lado de seus filhos. Alguns deles nasceram com a síndrome da Zika Congênita, caracterizada principalmente pela microcefalia; outros têm alterações neurológicas, embora não possuam a síndrome; e o último grupo é assintomático.
        No Hospital Antônio Pedro, 36 profissionais fazem o acompanhamento clínico em que avaliam e estimulam o desenvolvimento das crianças, moradoras de Niterói, São Gonçalo, Maricá e Itaboraí. Ali, coletam o sangue que é estudado por 22 cientistas da Fiocruz. Há três principais linhas de pesquisa, sendo a de maior impacto para a população a que resultou na descoberta sobre a imunidade.
        Segundo Luzia Maria de Oliveira Pinto, pesquisadora do Laboratório de Imunologia Viral do Instituto Oswaldo Cruz, que coordena os estudos, os dados finais ainda estão sendo concluídos, mas já se pode cravar que a maioria das pessoas pesquisadas desenvolveu, sim, imunidade ao vírus.
       Outros dois estudos estão sendo finalizados: um avalia se a intensidade da resposta inflamatória do organismo para combater o vírus na gravidez tem impacto no desfecho clínico do bebê; e o outro verifica se as células podem produzir proteínas e anticorpos contra o vírus.
        — Sem essas mães não conseguiríamos fazer as pesquisas. A consequência da infecção já aconteceu. Por isso é um ato que não vai ajudá-las diretamente, mas pode ajudar outras famílias, até porque podem ocorrer novas epidemias — enfatiza a pesquisadora.
       Mesmo sem poder se beneficiar diretamente do impacto das pesquisas, nenhuma mãe atendida pelo Hospital Antônio Pedro se recusou a colaborar com os cientistas.
       — Por isso quisemos dar uma resposta a elas, mostrar: “olha como vocês contribuíram para a ciência”. A maioria dessas mães era produtiva, tinha emprego, e tudo mudou completamente. A vida delas é dedicada às crianças. Levam os filhos de duas a três vezes por semana para estimulação com fisioterapia, psicologia, fonoaudióloga… São lutadoras — afirma a coordenadora do projeto, Claudete Araújo Cardoso, infectologista pediátrica da Faculdade de Medicina da UFF.
        A pesquisadora conta ainda que pretende acompanhar os casos até os bebês crescerem:
       — Essas crianças vão ter que continuar sendo estimuladas. Como protocolo de pesquisa, o Ministério da Saúde orienta acompanhá-las por três anos, e decidimos acompanhar por cinco. Mas vou acompanhá-las até virarem adultas.
      Na mesma semana em que descobriu que estava grávida, manchas vermelhas apareceram no corpo de Kamila Mitidieri, de 23 anos. Era Zika. Sophia nasceu com a síndrome. Agora tem 2 anos e 9 meses e faz fisioterapia motora e respiratória e frequenta a fonoaudióloga.
       — Ela está se desenvolvendo bem melhor. Aprendeu até a falar “mãe”. Eu sempre soube que ela precisaria de um cuidado maior do que uma criança que não tem nada. Há três meses consegui um emprego, mas tive que sair porque a dona do salão não aceitava que eu levasse minha filha ao médico.
       Apesar das dificuldades do dia a dia, ela não hesita em ajudar nas pesquisas e enfrenta seus temores:
       — Realmente eu odeio tirar sangue, mas toda vez que me pedem eu tiro. Tenho vontade de ter outro filho, mas tenho medo.
      Logo depois que Elisangela Patricia, de 37 anos, recebeu o diagnóstico de Zika, descobriu que estava grávida. Na hora, os médicos disseram que seu filho teria microcefalia, mas não foi o que aconteceu. Ele nasceu sem sintomas, mas, com o passar do tempo, alterações foram sendo descobertas. Samuel Travassos, de 2 anos e 10 meses, tem pequenos cistos no cérebro, atraso no desenvolvimento e suspeita de autismo.
       — Fico com ele o tempo todo, 24 horas por dia. É cansativo, não consigo cuidar de mim, tenho pressão alta e bronquite, mas ele precisa mais que eu. É grudado em mim, toma meu tempo todo, mas eu sempre participo de tudo. Se dizem que tem uma pesquisa, eu ajudo, mesmo não sabendo o que é. Tem que estudar, que pesquisar. Eles ajudam a gente, e a gente ajuda eles.
    (TATSCH, Constança. O Globo. 05 de outubro de 2019.)
    De acordo com o texto, está correto o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão ad05bb72-fa
  • AD029BA5-FA

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade da Saúde e Ecologia Humana · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Vida pós-Zika

    Com ajuda de mães, estudo descobre imunidade após
    contato com o vírus.

         Um estudo feito em parceria com 50 mães que tiveram Zika durante a gravidez concluiu que a maior parte delas — e de seus filhos — desenvolveu imunidade ao vírus. A descoberta, feita por pesquisadores da Fiocruz e do Hospital Universitário Antônio Pedro, da Universidade Federal Fluminense, será apresentada hoje às mães.
         As mulheres, que participam da pesquisa voluntariamente, tiveram a infecção durante a gestação e são acompanhadas desde 2016, ao lado de seus filhos. Alguns deles nasceram com a síndrome da Zika Congênita, caracterizada principalmente pela microcefalia; outros têm alterações neurológicas, embora não possuam a síndrome; e o último grupo é assintomático.
        No Hospital Antônio Pedro, 36 profissionais fazem o acompanhamento clínico em que avaliam e estimulam o desenvolvimento das crianças, moradoras de Niterói, São Gonçalo, Maricá e Itaboraí. Ali, coletam o sangue que é estudado por 22 cientistas da Fiocruz. Há três principais linhas de pesquisa, sendo a de maior impacto para a população a que resultou na descoberta sobre a imunidade.
        Segundo Luzia Maria de Oliveira Pinto, pesquisadora do Laboratório de Imunologia Viral do Instituto Oswaldo Cruz, que coordena os estudos, os dados finais ainda estão sendo concluídos, mas já se pode cravar que a maioria das pessoas pesquisadas desenvolveu, sim, imunidade ao vírus.
       Outros dois estudos estão sendo finalizados: um avalia se a intensidade da resposta inflamatória do organismo para combater o vírus na gravidez tem impacto no desfecho clínico do bebê; e o outro verifica se as células podem produzir proteínas e anticorpos contra o vírus.
        — Sem essas mães não conseguiríamos fazer as pesquisas. A consequência da infecção já aconteceu. Por isso é um ato que não vai ajudá-las diretamente, mas pode ajudar outras famílias, até porque podem ocorrer novas epidemias — enfatiza a pesquisadora.
       Mesmo sem poder se beneficiar diretamente do impacto das pesquisas, nenhuma mãe atendida pelo Hospital Antônio Pedro se recusou a colaborar com os cientistas.
       — Por isso quisemos dar uma resposta a elas, mostrar: “olha como vocês contribuíram para a ciência”. A maioria dessas mães era produtiva, tinha emprego, e tudo mudou completamente. A vida delas é dedicada às crianças. Levam os filhos de duas a três vezes por semana para estimulação com fisioterapia, psicologia, fonoaudióloga… São lutadoras — afirma a coordenadora do projeto, Claudete Araújo Cardoso, infectologista pediátrica da Faculdade de Medicina da UFF.
        A pesquisadora conta ainda que pretende acompanhar os casos até os bebês crescerem:
       — Essas crianças vão ter que continuar sendo estimuladas. Como protocolo de pesquisa, o Ministério da Saúde orienta acompanhá-las por três anos, e decidimos acompanhar por cinco. Mas vou acompanhá-las até virarem adultas.
      Na mesma semana em que descobriu que estava grávida, manchas vermelhas apareceram no corpo de Kamila Mitidieri, de 23 anos. Era Zika. Sophia nasceu com a síndrome. Agora tem 2 anos e 9 meses e faz fisioterapia motora e respiratória e frequenta a fonoaudióloga.
       — Ela está se desenvolvendo bem melhor. Aprendeu até a falar “mãe”. Eu sempre soube que ela precisaria de um cuidado maior do que uma criança que não tem nada. Há três meses consegui um emprego, mas tive que sair porque a dona do salão não aceitava que eu levasse minha filha ao médico.
       Apesar das dificuldades do dia a dia, ela não hesita em ajudar nas pesquisas e enfrenta seus temores:
       — Realmente eu odeio tirar sangue, mas toda vez que me pedem eu tiro. Tenho vontade de ter outro filho, mas tenho medo.
      Logo depois que Elisangela Patricia, de 37 anos, recebeu o diagnóstico de Zika, descobriu que estava grávida. Na hora, os médicos disseram que seu filho teria microcefalia, mas não foi o que aconteceu. Ele nasceu sem sintomas, mas, com o passar do tempo, alterações foram sendo descobertas. Samuel Travassos, de 2 anos e 10 meses, tem pequenos cistos no cérebro, atraso no desenvolvimento e suspeita de autismo.
       — Fico com ele o tempo todo, 24 horas por dia. É cansativo, não consigo cuidar de mim, tenho pressão alta e bronquite, mas ele precisa mais que eu. É grudado em mim, toma meu tempo todo, mas eu sempre participo de tudo. Se dizem que tem uma pesquisa, eu ajudo, mesmo não sabendo o que é. Tem que estudar, que pesquisar. Eles ajudam a gente, e a gente ajuda eles.
    (TATSCH, Constança. O Globo. 05 de outubro de 2019.)
    Considerando os mecanismos de coesão textual, indique a alternativa cuja indicação do referente em relação ao destacado NÃO está correta.
    Escolha uma alternativa para a questão ad029ba5-fa
  • ACFA87FF-FA

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade da Saúde e Ecologia Humana · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Vida pós-Zika

    Com ajuda de mães, estudo descobre imunidade após
    contato com o vírus.

         Um estudo feito em parceria com 50 mães que tiveram Zika durante a gravidez concluiu que a maior parte delas — e de seus filhos — desenvolveu imunidade ao vírus. A descoberta, feita por pesquisadores da Fiocruz e do Hospital Universitário Antônio Pedro, da Universidade Federal Fluminense, será apresentada hoje às mães.
         As mulheres, que participam da pesquisa voluntariamente, tiveram a infecção durante a gestação e são acompanhadas desde 2016, ao lado de seus filhos. Alguns deles nasceram com a síndrome da Zika Congênita, caracterizada principalmente pela microcefalia; outros têm alterações neurológicas, embora não possuam a síndrome; e o último grupo é assintomático.
        No Hospital Antônio Pedro, 36 profissionais fazem o acompanhamento clínico em que avaliam e estimulam o desenvolvimento das crianças, moradoras de Niterói, São Gonçalo, Maricá e Itaboraí. Ali, coletam o sangue que é estudado por 22 cientistas da Fiocruz. Há três principais linhas de pesquisa, sendo a de maior impacto para a população a que resultou na descoberta sobre a imunidade.
        Segundo Luzia Maria de Oliveira Pinto, pesquisadora do Laboratório de Imunologia Viral do Instituto Oswaldo Cruz, que coordena os estudos, os dados finais ainda estão sendo concluídos, mas já se pode cravar que a maioria das pessoas pesquisadas desenvolveu, sim, imunidade ao vírus.
       Outros dois estudos estão sendo finalizados: um avalia se a intensidade da resposta inflamatória do organismo para combater o vírus na gravidez tem impacto no desfecho clínico do bebê; e o outro verifica se as células podem produzir proteínas e anticorpos contra o vírus.
        — Sem essas mães não conseguiríamos fazer as pesquisas. A consequência da infecção já aconteceu. Por isso é um ato que não vai ajudá-las diretamente, mas pode ajudar outras famílias, até porque podem ocorrer novas epidemias — enfatiza a pesquisadora.
       Mesmo sem poder se beneficiar diretamente do impacto das pesquisas, nenhuma mãe atendida pelo Hospital Antônio Pedro se recusou a colaborar com os cientistas.
       — Por isso quisemos dar uma resposta a elas, mostrar: “olha como vocês contribuíram para a ciência”. A maioria dessas mães era produtiva, tinha emprego, e tudo mudou completamente. A vida delas é dedicada às crianças. Levam os filhos de duas a três vezes por semana para estimulação com fisioterapia, psicologia, fonoaudióloga… São lutadoras — afirma a coordenadora do projeto, Claudete Araújo Cardoso, infectologista pediátrica da Faculdade de Medicina da UFF.
        A pesquisadora conta ainda que pretende acompanhar os casos até os bebês crescerem:
       — Essas crianças vão ter que continuar sendo estimuladas. Como protocolo de pesquisa, o Ministério da Saúde orienta acompanhá-las por três anos, e decidimos acompanhar por cinco. Mas vou acompanhá-las até virarem adultas.
      Na mesma semana em que descobriu que estava grávida, manchas vermelhas apareceram no corpo de Kamila Mitidieri, de 23 anos. Era Zika. Sophia nasceu com a síndrome. Agora tem 2 anos e 9 meses e faz fisioterapia motora e respiratória e frequenta a fonoaudióloga.
       — Ela está se desenvolvendo bem melhor. Aprendeu até a falar “mãe”. Eu sempre soube que ela precisaria de um cuidado maior do que uma criança que não tem nada. Há três meses consegui um emprego, mas tive que sair porque a dona do salão não aceitava que eu levasse minha filha ao médico.
       Apesar das dificuldades do dia a dia, ela não hesita em ajudar nas pesquisas e enfrenta seus temores:
       — Realmente eu odeio tirar sangue, mas toda vez que me pedem eu tiro. Tenho vontade de ter outro filho, mas tenho medo.
      Logo depois que Elisangela Patricia, de 37 anos, recebeu o diagnóstico de Zika, descobriu que estava grávida. Na hora, os médicos disseram que seu filho teria microcefalia, mas não foi o que aconteceu. Ele nasceu sem sintomas, mas, com o passar do tempo, alterações foram sendo descobertas. Samuel Travassos, de 2 anos e 10 meses, tem pequenos cistos no cérebro, atraso no desenvolvimento e suspeita de autismo.
       — Fico com ele o tempo todo, 24 horas por dia. É cansativo, não consigo cuidar de mim, tenho pressão alta e bronquite, mas ele precisa mais que eu. É grudado em mim, toma meu tempo todo, mas eu sempre participo de tudo. Se dizem que tem uma pesquisa, eu ajudo, mesmo não sabendo o que é. Tem que estudar, que pesquisar. Eles ajudam a gente, e a gente ajuda eles.
    (TATSCH, Constança. O Globo. 05 de outubro de 2019.)
    Quanto aos interlocutores do texto em análise pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão acfa87ff-fa
  • 3EF70CF2-F9

    Português

    Gêneros Textuais
    UFRGS · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a crônica "Farra", de Millôr Fernandes.

    Nossa modesta profissão - "artista" ou "escritor" - tem uma incrível concorrência amadora. Todo medico, engenheiro, ou físico, sempre desenha melhor do que nos; todo arquiteto, biólogo ou construtor, nas horas de folga, escrevem coisas que ... nem Flaubert, pô! Todos, naturalmente, esperando se aposentar de suas coisas mais serias e profundas para se dedicar full-time a estas (nossas) atividades e provar que apenas não tinham tempo disponível. Mas se pensam que não vou reagir, estão enganados. Também estou apenas esperando me aposentar para ser um militar amador ou melhor, por que não?, um ginecologista amador. Ou não pode?

    Considere as seguintes afirmações sabre a crônica.

    I - O uso de aspas em "artista" e "escritor" marca a ironia em relação a profissões reconhecidas, coma medico, engenheiro ou físico.
    II - O autor quer se aposentar para ser ginecologista amador.
    Ill- O uso da ironia permite discutir o que e ser profissional ou amador.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 3ef70cf2-f9
  • 3EBC04CB-F9

    Português

    Gêneros Textuais
    UFRGS · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia as seguintes afirmações sabre os sonetos "Horas rubras" e "Suavidade", de Florbela Espanca.

    I - Em ambos os sonetos, o sujeito lírico discute o fazer poético, ao lado da temática amorosa.
    II - Em "Horas rubras", o sujeito lírico fala do amor sensual.
    III- Em "Suavidade", o sujeito Iírico fala do amor fraternal.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 3ebc04cb-f9
  • 2B239DF4-F8

    Português

    Coesão e coerência
    UFRGS · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Coesão e coerência
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Coesão e coerência
    Adaptado de: KENEDY, E. Curso básico de linguística
    gerativa. São Paulo: Contexto, 2013. p. 79-80.
    Assinale a alternativa que corresponde, respectivamente, às remissões estabelecidas pelas expressões desse achado (l. 47) e isso (l. 58) no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 2b239df4-f8
  • 2B15E12D-F8

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRGS · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Adaptado de: KENEDY, E. Curso básico de linguística
    gerativa. São Paulo: Contexto, 2013. p. 79-80.
    Assinale 9 alternativa em que a substituição proposta mantém o sentido da passagem do texto, considerando o contexto em que a palavra ou expressão é empregada.
    Escolha uma alternativa para a questão 2b15e12d-f8
  • 2B12D684-F8

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRGS · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Adaptado de: KENEDY, E. Curso básico de linguística
    gerativa. São Paulo: Contexto, 2013. p. 79-80.
    Assinale a afirmação que está de acordo com o sentido global do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 2b12d684-f8
  • 2B0F5DF2-F8

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRGS · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Adaptado de: KENEDY, E. Curso básico de linguística
    gerativa. São Paulo: Contexto, 2013. p. 79-80.
    Considere as seguintes afirmações sobre os parágrafos do texto.

    I - O primeiro parágrafo apresenta o contexto da descoberta do gene FOXP2 pelo geneticista inglês Anthony Monaco. Nessa contextualização, o autor mostra que problemas genéticos ligados a esse gene, nos pais, acarreta problemas linguísticos - como língua presa e audição ineficiente - nos filhos e netos.
    II - O segundo e o terceiro parágrafos apresentam a argumentação do autor a favor da tese de que o gene FOXP2 está envolvido na genética da linguagem humana, porque, se esse gene estiver corrompido, há distúrbios de linguagem, fato comprovado em pesquisa com humanos sem relação de parentesco, o que leva o autor à generalização.
    III - O último parágrafo relaciona o achado do geneticista com as pesquisas recentes sobre a genética humana e, a partir disso, o autor finaliza o texto apontando não haver consenso acerca das descobertas sobre a relação entre genética e conhecimento linguístico, fato que desconstrói os fundamentos biológicos da linguagem humana.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 2b0f5df2-f8
  • 2B076253-F8

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRGS · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Adaptado de: VERISSIMO. Erico, Caminhos
    Cruzados. 26. ed. Porto Alegre/Rio de Janeiro:
    Editora Globo, 1982. p. 57-58.
    A passagem E depois, quando ele voltar para os livros, para as aulas, para dentro de si mesmo, a vida ali fora continuará assim, sem o menor hiato, sem o menor colapso? (l. 37-40), no texto, é
    Escolha uma alternativa para a questão 2b076253-f8
  • 2B044EC5-F8

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRGS · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Adaptado de: VERISSIMO. Erico, Caminhos
    Cruzados. 26. ed. Porto Alegre/Rio de Janeiro:
    Editora Globo, 1982. p. 57-58.
    Considere as seguintes propostas de substituição de palavras do texto.

    1 - testemunho (l. 29) por declaração.
    2 - cogitações (l. 34) por proposições.
    3 - esvaeceu (l. 48) por dissipou.

    Quais propostas indicam que a segunda palavra constitui sinônimo adequado da primeira, considerando o contexto de ocorrência?
    Escolha uma alternativa para a questão 2b044ec5-f8
  • 2AF47BB0-F8

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    UFRGS · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    Adaptado de: VERISSIMO. Erico, Caminhos
    Cruzados. 26. ed. Porto Alegre/Rio de Janeiro:
    Editora Globo, 1982. p. 57-58.
    Considere as seguintes afirmações a respeito do texto.

    I - Clarimundo é um professor envolvido com o mundo interior das ideias e teorias, mas também é observador do mundo real.
    II - Clarimundo narra a sua experiência de viver em Porto Alegre, escrever livros e dar aulas.
    III- O caráter descritivo; marcado por verbos no pretérito imperfeito e no presente, predomina no texto.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 2af47bb0-f8
  • 2AEE568B-F8

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRGS · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Adaptado de DUMONT, Santos. O que eu vi, o que
    nós veremos. Rio de Janeiro: Hedra, 2016 ..
    Organização de Marcos Villares.
    Assinale a alternativa que realiza adequadamente a transposição do trecho a seguir para o discurso indireto.

    Tenho ainda alguns anos de vida; quero ver como você se conduz; vai para Paris, o lugar mais perigoso para um rapaz (1. 46-49).
    Escolha uma alternativa para a questão 2aee568b-f8
  • 2AEB6FDF-F8

    Português

    Coesão e coerência
    UFRGS · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Coesão e coerência
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Coesão e coerência
    Adaptado de DUMONT, Santos. O que eu vi, o que
    nós veremos. Rio de Janeiro: Hedra, 2016 ..
    Organização de Marcos Villares.
    Observe as propostas de reescrita para o seguinte trecho do texto.

    Nessa mesma noite, no jantar de despedida, reunida a famllia, meu pai anunciou que pretendia fazer-me voltar a Paris para acabar meus estudos (1. 26-29).

    I - Reunida a família, no jantar de despedida, meu pai anunciou que, para acabar meus estudos, nessa mesma noite pretendia me fazer voltar a Paris.
    II - Nessa mesma noite, reunida a família, meu pai anunciou que pretendia, no jantar de despedida, me fazer voltar a Paris para acabar meus estudos.
    III- Reunida a família, meu pai anunciou, no jantar de despedida nessa mesma noite, que pretendia me fazer voltar a Paris para acabar meus estudos.

    Quais estão corretas e preservam a significação do trecho original?
    Escolha uma alternativa para a questão 2aeb6fdf-f8
  • 2AE22CB8-F8

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRGS · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Adaptado de DUMONT, Santos. O que eu vi, o que
    nós veremos. Rio de Janeiro: Hedra, 2016 ..
    Organização de Marcos Villares.
    Considere as seguintes afirmações sobre palavras e expressões do texto.

    I - A repetição da palavra grande (1. 05, 1. 06) reflete o entusiasmo do autor diante de Júlio Verne e sua obra.
    II - A expressão mais tarde (1. 35-36) refere-se ao êxito de o autor ter retornado, depois, para estudar em Paris.
    III- As palavras hoje (1. 44) e aqui (1. 44) revelam o tempo e o espaço em que o autor escreve o texto.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 2ae22cb8-f8
  • 2AD1766C-F8

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRGS · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Adaptado de DUMONT, Santos. O que eu vi, o que
    nós veremos. Rio de Janeiro: Hedra, 2016 ..
    Organização de Marcos Villares.
    Considere as afirmações abaixo, sobre os sentidos expressos pelo texto.

    I - O texto relata como e quando Santos Dumont decidiu criar seu primeiro avião movido a motor de petróleo.
    II - Santos Dumont, no texto, enfatiza a necessidade da literatura e da criatividade para os trabalhos desenvolvidos em aeronáutica.
    III- O texto conta o episódio em que o pai de Santos Dumont o emancipa e o incentiva a começar seus estudos em Paris.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 2ad1766c-f8
  • 2AC3BED8-F8

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRGS · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Adaptado de DUMONT, Santos. O que eu vi, o que
    nós veremos. Rio de Janeiro: Hedra, 2016 ..
    Organização de Marcos Villares.
    Assinale a alternativa que está de acordo com os modos de organização da composição do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 2ac3bed8-f8
  • 2ABABCDB-F8

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    UFRGS · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    Adaptado de DUMONT, Santos. O que eu vi, o que
    nós veremos. Rio de Janeiro: Hedra, 2016 ..
    Organização de Marcos Villares.
    Considere as afirmações abaixo, sobre os tempos verbais no texto.

    I - O presente verbal comparece para marcar o agora das situações de diálogo entre Santos Dumont e seu pai.
    II - O pretérito verbal marca a narrativa passada relativamente à situação presente na qual Santos Dumont escreve o texto.
    III - O futuro do presente nas formas verbais envolve uma ação posterior ao tempo presente em que estavam Santos Dumont e seu pai.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 2ababcdb-f8