Questões do ENEM: Linguagens e Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.

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955 questões encontradas. Mostrando a página 22 de 48.

  • 3DA569EF-B8

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 
    A garagem de casa 
    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    (Chico Buarque. O irmão alemão. 1 ed. São Paulo. Companhia das letras. 2014. p. 60-61. Texto adaptado com o acréscimo do título.)

    A obra O irmão alemão, último livro de Chico Buarque de Holanda, tem como móvel da narrativa a existência de um desconhecido irmão alemão, fruto de uma aventura amorosa que o pai dele, Sérgio Buarque de Holanda, tivera com uma alemã, lá pelo final da década de 30 do século passado. Exatamente quando Hitler ascende ao poder na Alemanha. Esse fato é real: o jornalista, historiador e sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, na época, solteiro, deixou esse filho na Alemanha. Na família, no entanto, não se falava no assunto. Chico teve, por acaso, conhecimento dessa aventura do pai em uma reunião na casa de Manuel Bandeira, por comentário feito pelo próprio Bandeira.
    Foi em torno da pretensa busca desse pretenso irmão que Chico Buarque desenvolveu sua narrativa ficcional, o seu romance.
    Sobre a obra, diz Fernando de Barros e Silva: “o que o leitor tem em mãos [...] não é um relato histórico. Realidade e ficção estão aqui entranhadas numa narrativa que embaralha sem cessar memória biográfica e ficção”. 
    “Num reduto de literatura tão sortida, como bem sabem os habitués de sebos, fascina a perspectiva de por puro acaso dar com um livro bom.” (linhas 16-19) Atente ao que se diz sobre o excerto transcrito acima.

    I. A expressão “os habitués de sebos” significa “aqueles que habitam lugares sujos e sebosos”.
    II. Com a expressão “literatura tão sortida”, o enunciador quer dizer que, naquele recinto, havia não só grande quantidade de livros, mas livros variados: talvez até de nacionalidades diferentes e de assuntos diversos.
    III. Há, nesse excerto, elementos que indicam ser o enunciador um amante dos livros.

    Está correto o que se diz em
    Escolha uma alternativa para a questão 3da569ef-b8
  • 3D9F340C-B8

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 
    A garagem de casa 
    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    (Chico Buarque. O irmão alemão. 1 ed. São Paulo. Companhia das letras. 2014. p. 60-61. Texto adaptado com o acréscimo do título.)

    A obra O irmão alemão, último livro de Chico Buarque de Holanda, tem como móvel da narrativa a existência de um desconhecido irmão alemão, fruto de uma aventura amorosa que o pai dele, Sérgio Buarque de Holanda, tivera com uma alemã, lá pelo final da década de 30 do século passado. Exatamente quando Hitler ascende ao poder na Alemanha. Esse fato é real: o jornalista, historiador e sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, na época, solteiro, deixou esse filho na Alemanha. Na família, no entanto, não se falava no assunto. Chico teve, por acaso, conhecimento dessa aventura do pai em uma reunião na casa de Manuel Bandeira, por comentário feito pelo próprio Bandeira.
    Foi em torno da pretensa busca desse pretenso irmão que Chico Buarque desenvolveu sua narrativa ficcional, o seu romance.
    Sobre a obra, diz Fernando de Barros e Silva: “o que o leitor tem em mãos [...] não é um relato histórico. Realidade e ficção estão aqui entranhadas numa narrativa que embaralha sem cessar memória biográfica e ficção”. 
    O substantivo “convite” (linha 2) tem, no texto, o mesmo sentido que tem no enunciado seguinte:
    Escolha uma alternativa para a questão 3d9f340c-b8
  • 81131ECE-31

    Português

    Análise sintática
    PUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o trecho abaixo, do romance Dois irmãos, do escritor amazonense Milton Hatoum. 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015

    É correta a seguinte afirmação:
    Escolha uma alternativa para a questão 81131ece-31
  • 1D7B0A16-31

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: A questão remete ao parágrafo abaixo, em seu contexto.

          Se o relógio da História marca tempos sinistros, o tempo construído pela arte abre-se para a poesia: o tempo do sonho e da fantasia arrebatou multidões no filme O mágico de Oz estrelado por Judy Garland e eternizado pelo tema da canção Além do arco-íris. Aliás, a arte da música é, sempre, uma habitação especial do tempo: as notas combinam-se, ritmam e produzem melodias, adensando as horas com seu envolvimento.

    Considere o parágrafo e o verbete extraído do Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa.

    aliás

    advérbio

    1 de outro modo, de outra forma

    Ex.: sempre ajudou o filho, a. seria mau pai se não o fizesse

    2 além disso

    Ex.: a., não era a primeira sujeira que ele fazia

    3 emprega-se em seguida a uma palavra proferida ou escrita por equívoco; ou melhor, digo

    Ex.: estávamos em março, a., abril

    4 seja dito de passagem; verdade seja dita; a propósito

    Ex.: não aceitou o emprego, que a. é muito cobiçado

    5 no entanto, contudo

    Ex.: andar muito é cansativo, sem, a., deixar de ser saudável

    O sentido preciso com que a palavra aliás foi empregada no texto está indicado em

    Escolha uma alternativa para a questão 1d7b0a16-31
  • C05236CA-1C

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - SP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015

    No último parágrafo do texto Da soberania do indivíduo, o autor emprega a expressão corrente “trocando em miúdos”, cujo significado é
    Escolha uma alternativa para a questão c05236ca-1c
  • C035E594-1C

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - SP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015

    No texto de Hélio Schwartsman, as aspas sinalizam, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão c035e594-1c
  • 73A93BAE-B8

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    No processo de coesão lexical, o mecanismo de substituição pode se realizado por meio da sinonímia, em que há a substituição de expressões que compartilham os mesmos traços semânticos. Sabe-se, no entanto, que não existem sinônimos perfeitos. Justifique essa afirmativa – de que não existem sinônimos perfeitos – levando em consideração os termos sublinhados em:
    Escolha uma alternativa para a questão 73a93bae-b8
  • BEC5F83E-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    O texto a seguir é referência para a questão.

    Outras razões para a pauta negativa
    Venício A. Lima

        O sempre interessante Boletim UFMG, que traz, a cada semana, notícias do dia a dia da Universidade Federal de Minas Gerais, informa, na edição de 4 de maio, o trabalho desenvolvido por grupo de pesquisa do Departamento de Ciência da Computação (DCC) em torno da “análise de sentimento", que relaciona o sucesso das notícias com sua polaridade, negativa ou positiva.
        Utilizando programas de computador desenvolvidos pelo DCC-UFMG, foram identificadas, coletadas e analisadas 69.907 manchetes veiculadas em quatro sites noticiosos internacionais ao longo de oito meses de 2014: The New York Times, BBC, Reuters e Daily Mail. E as notícias foram agrupadas em cinco grandes categorias: negócios e dinheiro, saúde, ciência e tecnologia, esportes e mundo. As conclusões da pesquisa são preciosas.
        Cerca de 70% das notícias diárias estão relacionadas a fatos que geram “sentimentos negativos" – tais como catástrofes, acidentes, doenças, crimes e crises. Os textos das manchetes foram relacionados aos sentimentos que elas despertam, numa escala de menos 5 (muito negativo) a mais 5 (muito positivo). Descobriu-se que o sucesso de uma notícia, vale dizer, o número de vezes em que é “clicada" pelo eventual leitor está fortemente vinculado a esses “sentimentos" e que os dois extremos – negativo e positivo – são os mais “clicados". As manchetes negativas, todavia, são aquelas que atraem maior interesse dos leitores.
        Embora realizado com base em manchetes publicadas em sites internacionais – não brasileiros –, os resultados do trabalho dos pesquisadores do DCC-UFMG nos ajudam a compreender a predominância do “jornalismo do vale de lágrimas" na grande mídia brasileira.
        Para além da partidarização seletiva das notícias, parece haver também uma importante estratégia de sobrevivência empresarial influindo na escolha da pauta negativa. Os principais telejornais exibidos na televisão brasileira, por exemplo, estão se transformando em incansáveis noticiários diários de crises, crimes, catástrofes, acidentes e doenças de todos os tipos. Carrega-se, sem dó nem piedade, nas notícias que geram sentimentos negativos. Mais do que isso: os âncoras dos telejornais, além das notícias negativas, se encarregam de editorializar, fazer comentários, invariavelmente críticos e pessimistas, reforçando, para além da notícia, exatamente seus aspectos e consequências funestos.
        Existe, sim, o risco do esgotamento. Cansado de tanta notícia ruim e sentindo-se impotente para influir no curso dos eventos, pode ser que o leitor/telespectador afinal desista de se expor a esse tipo de jornalismo que o empurra cotidianamente rumo a um inexorável “vale de lágrimas" mediavalesco.

    Adaptado de < http://observatoriodaimprensa.com.br/jornal-de-eba...>.Acesso em 19 mai. 2015. 
    Ao criar o termo mediavalesco que finaliza o texto, o autor associa a media/mídia ao termo medievalesco, ou seja, relativo à Idade Média. Sua intenção, com isso, é ressaltar um aspecto dos meios de comunicação que poderia ser resumido pelo termo:
    Escolha uma alternativa para a questão bec5f83e-b3
  • 76B688FF-AD

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
                       
              O velho Lima

          O velho Lima, que era empregado – empregado antigo – numa das nossas repartições públicas, e morava no Engenho de Dentro, caiu de cama, seriamente enfermo, no dia 14 de novembro de 1889, isto é, na véspera da Proclamação da República dos Estados Unidos do Brasil.
          O doente não considerou a moléstia coisa de cuidado, e tanto assim foi que não quis médico. Entretanto, o velho Lima esteve de molho oito dias.
          O nosso homem tinha o hábito de não ler jornais e, como em casa nada lhe dissessem (porque nada sabiam), ele ignorava completamente que o Império se transformara em República.
          No dia 23, restabelecido e pronto para outra, comprou um bilhete, segundo o seu costume, e tomou lugar no trem, ao lado do comendador Vidal, que o recebeu com estas palavras:
          – Bom dia, cidadão.
          O velho Lima estranhou o cidadão, mas de si para si pensou que o comendador dissera aquilo como poderia ter dito ilustre, e não deu maior importância ao cumprimento, limitando-se a responder:
          – Bom dia, comendador.
          – Qual comendador! Chama-me Vidal! Já não há mais comendadores!
          – Ora essa! Então por quê?
          – A República deu cabo de todas as comendas! Acabaram-se!
          O velho Lima encarou o comendador e calou-se, receoso de não ter compreendido a pilhéria.
          Ao entrar na sua seção, o velho Lima sentou-se e viu que tinham tirado da parede uma velha litografia representando D. Pedro de Alcântara. Como na ocasião passasse um contínuo, perguntou-lhe:
          – Por que tiraram da parede o retrato de Sua Majestade?
          O contínuo respondeu num tom lentamente desdenhoso:
          – Ora, cidadão, que fazia ali a figura do Pedro Banana?
          – Pedro Banana! – repetiu raivoso o velho Lima.
          – Não dou três anos para que isso seja República!

                                                      (Arthur Azevedo. Seleção de contos, 2014)

    Nas passagens “– A República deu cabo de todas as comendas!” (10°parágrafo), “O velho Lima encarou o comendador...” (11° parágrafo) e “O contínuo respondeu num tom lentamente desdenhoso...” (14° parágrafo), as expressões em destaque significam, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 76b688ff-ad
  • 40375D64-A6

    Português

    Interpretação de Textos
    UCS · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015

    Assinale a alternativa em que o termo presente na COLUNA B melhor substitui no texto o da COLUNA A, mantendo-se a sinonímia a mais aproximada possível.
    Escolha uma alternativa para a questão 40375d64-a6
  • 402C9628-A6

    Português

    Interpretação de Textos
    UCS · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015

    Com base no texto, analise as proposições a seguir, quanto à sua veracidade (V) ou falsidade (F), em relação ao emprego de elementos linguísticos.

    ( ) O adjetivo curioso (linha 05) pode ser substituído, sem comprometimento de sentido, por intrigante.

    ( ) O advérbio coincidentemente (linha 06) pode ser substituído, sem comprometimento de sentido, por justamente.

    ( ) O verbo inspirado (linha 10) pode ser substituído, sem comprometimento de sentido, por originado.

    Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente os parênteses, de cima para baixo. 

    Escolha uma alternativa para a questão 402c9628-a6
  • 48A4E1CB-A4

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, leia o seguinte verbete do Dicionário de comunicação de Carlos Alberto Rabaça e Gustavo Barbosa:

                                                Crônica

          Texto jornalístico desenvolvido de forma livre e pessoal, a partir de fatos e acontecimentos da atualidade, com teor literário, político, esportivo, artístico, de amenidades etc. Segundo Muniz Sodré e Maria Helena Ferrari, a crônica é um meio-termo entre o jornalismo e a literatura: “do primeiro, aproveita o interesse pela atualidade informativa, da segunda imita o projeto de ultrapassar os simples fatos”. O ponto comum entre a crônica e a notícia ou a reportagem é que o cronista, assim como o repórter, não prescinde do acontecimento. Mas, ao contrário deste, ele “paira” sobre os fatos, “fazendo com que se destaque no texto o enfoque pessoal (onde entram juízos implícitos e explícitos) do autor”. Por outro lado, o editorial difere da crônica, pelo fato de que, nesta, o juízo de valor se confunde com os próprios fatos expostos, sem o dogmatismo do editorial, no qual a opinião do autor (representando a opinião da empresa jornalística) constitui o eixo do texto.

                                                                                                       (Dicionário de comunicação, 1978.)

    O termo “dogmatismo”, no contexto do verbete, significa:
    Escolha uma alternativa para a questão 48a4e1cb-a4
  • C2123191-9A

    Português

    Coesão e coerência
    PUC-GO · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 7

                                       Memórias de um pesquisador

          Não era bem vida, era uma modorra – mas de qualquer modo suportável e até agradável. Terminou bruscamente, porém, eu estando com vinte e oito anos e um pequeno bujão de gás explodindo mesmo à minha frente, no laboratório de eletrônica em que trabalhava, como auxiliar. Me levaram às pressas para o hospital, os médicos duvidando que eu escapasse. Escapei, mas não sem danos. Perdi todos os dedos da mão esquerda e três (sobraram o polegar e o mínimo) da direita. Além disso fiquei com o rosto seriamente queimado. Eu já não era bonito antes, mas o resultado final – mesmo depois das operações plásticas – não era agradável de se olhar. Deus, não era nada agradável.

          No entanto, nos primeiros meses após o acidente eu não via motivos para estar triste. Aposentei-me com um bom salário. Minha velha tia, com quem eu morava, desvelava-se em cuidados. Preparava os pastéis de que eu mais gostava, cortava-os em pedacinhos que introduzia em minha boca – derramando sentidas lágrimas cuja razão, francamente, eu não percebia. Deves chorar por meu pai – eu dizia – que está morto, por minha mãe que está morta, por meu irmão mais velho que está morto; mas choras por mim. Por quê? Escapei com vida de uma explosão que teria liquidado qualquer um; não preciso mais trabalhar; cuidas de mim com desvelo; de que devo me queixar?

          Cedo descobri. Ao visitar certa modista.

          Esta senhora, uma viúva recatada mas ardente, me recebia todos os sábados, dia em que os filhos estavam fora. Quando me senti suficientemente forte telefonei explicando minha prolongada ausência e marcamos um encontro.

          Ao me ver ficou, como era de se esperar, consternada. Vais te acostumar, eu disse, e propus irmos para a cama. Me amava, e concordou. Logo me deparei com uma dificuldade: o coto (assim eu chamava o que tinha me sobrado da mão esquerda) e a pinça (os dois dedos restantes da direita) não me forneciam o necessário apoio. O coto, particularmente, tinha uma certa tendência a resvalar pelo corpo coberto de suor da pobre mulher. Seus olhos se arregalavam; quanto mais apavorada ficava, mais suava e mais o coto escorregava.

          Sou engenhoso. Trabalhando com técnicos e cientistas aprendi muita coisa, de modo que logo resolvi o problema: com uma tesoura, fiz duas incisões no colchão. Ali ancorei coto e pinça. Pude assim amá-la, e bem. 

          – Não aguentava mais – confessei, depois. – Seis meses no seco!

          Não me respondeu. Chorava. – Vais me perdoar, Armando – disse – eu gosto de ti, eu te amo, mas não suporto te ver assim. Peço-te, amor, que não me procures mais.

          – E quem vai me atender daqui por diante? – perguntei, ultrajado.

          Mas ela já estava chorando de novo. Levantei-me e saí. Não foi nessa ocasião, contudo, que fiquei deprimido. Foi mais tarde; exatamente uma semana depois.

          [...]

    (SCLIAR, Moacyr. Melhores contos. Seleção de Regina Zilbermann. São Paulo: Global, 2003. p. 176-177.)

    No Texto 7, o enunciador descreve (assinale a alternativa correta):
    Escolha uma alternativa para a questão c2123191-9a
  • 8343566D-97

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

          Agora me digam: como é que, com tio-avô modinheiro parente de Castro Alves, com quem notivagava na Bahia; pai curtidor de um sarau musical, tocando violão ele próprio e depositário de canções que nunca mais ouvi cantadas, como “O leve batel”, linda, lancinante, lúdica e que mais palavras haja em “l’s” líquidos e palatais, com versos atribuídos a Bilac; avó materna e mãe pianistas, dedilhando aquelas valsas antigas que doem como uma crise de angina no peito; dois tios seresteiros, como Henriquinho e tio Carlinhos, irmão de minha mãe, de dois metros de altura e um digitalismo espantosos, uma espécie de Canhoto (que também o era) da Gávea; como é que, com toda essa progênie, poderia eu deixar de ser também um compositor popular…

    Vinicius de Moraes, Samba falado:(crônicas musicais). Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2008. Adaptado.  

    O contexto permite concluir que a palavra “progênie”, usada no final do texto, pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão 8343566d-97
  • 5FDC0A88-97

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015

    A frase que expressa uma ideia contida no texto é:
    Escolha uma alternativa para a questão 5fdc0a88-97
  • 569FCC49-36

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    PUC - RS · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

                          Imagem da questão de Português, da prova de 2015

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, analise a frase “Mas a sabedoria fundamental – no sentido mais substantivo desse adjetivo – da filosofia grega é incontornável” (linhas 21 a 23) e preencha os parênteses com V (verdadeiro) ou F (falso), considerando o contexto.


    ( ) O “mas” redireciona o desenvolvimento argumentativo, estabelecendo uma oposição entre o que se modificou e o que não pode ser modificado.


    ( ) O trecho entre travessões apresenta um comentário de natureza metalinguística e poderia ser deslocado para o fim da frase, com os devidos ajustes na pontuação, sem alteração no sentido do texto.


    ( ) A palavra “substantivo” está empregada, no contexto, com o sentido de “essencial”, “inerente”.


    ( ) O adjetivo “incontornável” enfatiza a ideia de que nem tudo o que diz respeito à moral é flexível.


    O correto preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

    Escolha uma alternativa para a questão 569fcc49-36
  • 8D7FB823-AB

    Português

    Adjetivos
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A ciência gordurosa
    Vou ao supermercado e fico pasmo com os produtos nas prateleiras. Não falo da quantidade de iogurtes, bolachas, pastas dentifrícias ou papel higiênico que me transformam no famoso burro de Buridan – o asno do paradoxo filosófico que morre de fome por não saber qual dos pedaços de feno escolher. De fato, tanta variedade paralisa qualquer um.
    Falo de outro fenômeno igualmente agônico: a quantidade de produtos alimentares que parecem
    diretamente saídos de um consultório médico.
    Um iogurte não é um iogurte, com um determinado sabor e uma determinada textura. É quase um remédio de farmácia que promete diminuir o colesterol e controlar 50 outros indicadores orgânicos igualmente importantes para a saúde do sujeito.
    E quem fala em iogurtes, fala em sucos (com seu cortejo de vitaminas), batatas fritas (com reduções
    heroicas na quantidade de sal) e até chocolates (alguns deles prometem melhorar o fluxo arterial). Como se chegou a isto?
    Verdade: com a "morte de Deus" e o fim de uma vida transcendente, cuidar do corpo transformou-se na única religião dos homens modernos. De tal forma que nem a gastronomia está a salvo: antes do prazer ou da mera fome, está primeiro a saúde.
    Hoje, não se come mais para viver. Come-se para viver até aos cem – uma importante revolução
    civilizacional.
    Honestamente, nem sei por que motivo não se abrem restaurantes em hospitais, com refeições cozinhadas por médicos e servidas por enfermeiros. No final, o cliente faria análises ao sangue e só pagaria a conta se tivesse o número certo de triglicerídeos.
    O problema é que nem no hospital o cliente estaria a salvo. Desde logo porque é cada vez mais difícil saber o que comer: existem estudos, publicados a um ritmo demencial, que dizem uma coisa e o seu contrário. Às vezes, na mesma semana – ou até no mesmo dia.
    A carne vermelha é má, defendem uns. A carne vermelha é ótima, garantem outros. Sobre os laticínios, há opiniões para todos os gostos: são puro veneno; são simplesmente insubstituíveis. E até as gorduras, que deveriam ser um inimigo consensual, parece que não são tão inimigas assim.
    A revista "Time", aliás, dedicou matéria especial ao fenômeno: durante décadas, o país declarou guerra às gorduras (...) Os americanos foram dizendo adeus ao lixo, optando por aves, leite magro ou cereais. Infelizmente, a mudança na dieta não os tornou mais saudáveis. Pelo contrário: o país está mais doente do que nunca. (...)
    Explicações?
    Não, a gordura não é o papão que se imaginava, explica a revista. Não entro em termos técnicos, até
    porque eles são demasiado gordurosos para mim. Mas parece que a gordura do peixe e dos vegetais é boa para o coração. E até a gordura "suspeita" de um bom filé (cozinhado com manteiga, claro) tem vantagens respeitáveis na limpeza do mau colesterol.
    Os verdadeiros inimigos, hoje, são os carboidratos presentes nos açúcares, nos doces, nos farináceos. Isso, claro, enquanto não surgir um novo estudo a defender precisamente o contrário – ou, pelo menos, a colocar as coisas nas suas devidas proporções.
    E eu? Que fazer perante essa selva de alarmes contraditórios?

    João Pereira Coutinho
    Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/172598-...
    gordurosa.shtml. Acesso em 31.07.14

    No título, o termo “gordurosa” revela pistas sobre o ponto de vista defendido pelo autor. Com base nas ideias expostas ao longo do texto, é correto afirmar que esse adjetivo foi empregado no sentido de
    Escolha uma alternativa para a questão 8d7fb823-ab
  • DC6C099D-FA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    Assinale a alternativa em que a inversão dos termos implica na alteração semântica da expressão.
    Escolha uma alternativa para a questão dc6c099d-fa