Questões do ENEM: Linguagens e Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.

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Resultados

955 questões encontradas. Mostrando a página 26 de 48.

  • 700DF15E-03

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014


    TEXTO 2

    No Brasil, 38% dos universitários são analfabetos funcionais.Pesquisa aponta que estudantes não consegueminterpretar e associar informações.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Assinale a alternativa correta sobre os textos 1 e 2.
    Escolha uma alternativa para a questão 700df15e-03
  • 6E408CC3-03

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    imagem-004.jpg

    WOOD JR, Thomaz. Analfabetismo funcional.
    (fragmento adaptado) In: http://www.cartacapital.com.br/
    revista/758/analfabetismo-funcional-6202.html,
    publicado em 24/7/2013.


    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 28, analise as afirmações sobre a organização do texto 1.

    I. Parte do particular para o geral.

    II. Vale-se de linguagem figurada.

    III. Trata, no 2º e no 3º parágrafos, de situações recorrentes no Brasil.

    IV. Estabelece um contraste entre a realidade brasileira e a de países desenvolvidos.

    Estão corretas apenas as afirmativas
    Escolha uma alternativa para a questão 6e408cc3-03
  • 6D3A89C1-03

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    imagem-004.jpg

    WOOD JR, Thomaz. Analfabetismo funcional.
    (fragmento adaptado) In: http://www.cartacapital.com.br/
    revista/758/analfabetismo-funcional-6202.html,
    publicado em 24/7/2013.


    A relação estabelecida no texto pelo nexo indicado NÃO está correta em
    Escolha uma alternativa para a questão 6d3a89c1-03
  • 6B70B88E-03

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    imagem-004.jpg

    WOOD JR, Thomaz. Analfabetismo funcional.
    (fragmento adaptado) In: http://www.cartacapital.com.br/
    revista/758/analfabetismo-funcional-6202.html,
    publicado em 24/7/2013.


    Quanto ao sentido das palavras do texto, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 6b70b88e-03
  • 67DB8601-03

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    imagem-004.jpg

    WOOD JR, Thomaz. Analfabetismo funcional.
    (fragmento adaptado) In: http://www.cartacapital.com.br/
    revista/758/analfabetismo-funcional-6202.html,
    publicado em 24/7/2013.


    Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 12, 49 e 56.
    Escolha uma alternativa para a questão 67db8601-03
  • 5A72E181-FB

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    O termo oikonomía, ou economia, surgiu na Grécia Antiga para designar a arte de administrar o lar. E, durante séculos, o estado dos fenômenos relativos à produção, distribuição, acumulação e ao consumo de bens materiais simplesmente não existiu ou permaneceu limitado à esfera individual e familiar.
    [...] Com a abertura dos caminhos das Índias e das Américas, diferentes civilizações, até então isoladas, se integraram à economia europeia. Iniciava-se aí a expansão do mercado em escala mundial. Diante de tal expansão, intelectuais de várias nações europeias desenvolveram reflexões no intuito de transformar o comércio numa fonte ainda maior de riqueza. Surgiram então diferentes políticas econômicas, destinadas a orientar os governos quanto às intervenções que eventualmente deveriam efetuar, a fim de aumentar a prosperidade nacional.


    No período “Com a abertura dos caminhos das Índias e das Américas, diferentes civilizações, até então isoladas, se integraram à economia europeia”, a palavra em destaque é usada em sentido
    Escolha uma alternativa para a questão 5a72e181-fb
  • 58549C94-FB

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    O termo oikonomía, ou economia, surgiu na Grécia Antiga para designar a arte de administrar o lar. E, durante séculos, o estado dos fenômenos relativos à produção, distribuição, acumulação e ao consumo de bens materiais simplesmente não existiu ou permaneceu limitado à esfera individual e familiar.
    [...] Com a abertura dos caminhos das Índias e das Américas, diferentes civilizações, até então isoladas, se integraram à economia europeia. Iniciava-se aí a expansão do mercado em escala mundial. Diante de tal expansão, intelectuais de várias nações europeias desenvolveram reflexões no intuito de transformar o comércio numa fonte ainda maior de riqueza. Surgiram então diferentes políticas econômicas, destinadas a orientar os governos quanto às intervenções que eventualmente deveriam efetuar, a fim de aumentar a prosperidade nacional.


    Nota-se, em relação ao termo “economia”, assunto de que trata o texto, uma abordagem
    Escolha uma alternativa para a questão 58549c94-fb
  • 57453791-FB

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    O termo oikonomía, ou economia, surgiu na Grécia Antiga para designar a arte de administrar o lar. E, durante séculos, o estado dos fenômenos relativos à produção, distribuição, acumulação e ao consumo de bens materiais simplesmente não existiu ou permaneceu limitado à esfera individual e familiar.
    [...] Com a abertura dos caminhos das Índias e das Américas, diferentes civilizações, até então isoladas, se integraram à economia europeia. Iniciava-se aí a expansão do mercado em escala mundial. Diante de tal expansão, intelectuais de várias nações europeias desenvolveram reflexões no intuito de transformar o comércio numa fonte ainda maior de riqueza. Surgiram então diferentes políticas econômicas, destinadas a orientar os governos quanto às intervenções que eventualmente deveriam efetuar, a fim de aumentar a prosperidade nacional.


    No texto apresentado, as autoras se referem à origem da palavra “economia” para
    Escolha uma alternativa para a questão 57453791-fb
  • 5635D0E1-FB

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    O período “Se a senhora não precisa de nada, vou ao médico” (Eça de Queirós) pode ser reescrito, sem prejuízo de sentido, do seguinte modo:
    Escolha uma alternativa para a questão 5635d0e1-fb
  • 98608979-E8

    Português

    Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.
    FAME · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

                Somos uma sociedade injusta e segregacionista


    O fenômeno dos centenas de rolezinhos que ocuparam shoppings centers no Rio e em São Paulo suscitaram as mais disparatadas interpretações. (...)

    Eu, por minha parte, interpreto da seguinte forma tal irrupção:

    Em primeiro lugar, são jovens pobres, das grandes periferias, sem espaços de lazer e de cultura, penalizados por serviços públicos ausentes ou muito ruins como saúde, escola, infra-estrutura sanitária, transporte, lazer e segurança. Veem televisão cujas propagandas os seduzem para um consumo que nunca vão poder realizar. E sabem manejar computadores e entrar nas redes sociais para articular encontros. Seria ridículo exigir deles que teoricamente tematizem sua insatisfação.

    Mas sentem na pele o quanto nossa sociedade é malvada porque exclui, despreza e mantém os filhos e filhas da pobreza na invisibilidade forçada. O que se esconde por trás de sua irrupção? O fato de não serem incluídos no contrato social. Não adianta termos uma "constituição cidadã" que neste aspecto é apenas retórica, pois implementou muito pouco do que prometeu em vista da inclusão social. Eles estão fora, não contam, nem sequer servem de carvão para o consumo de nossa fábrica social (Darcy Ribeiro). Estar incluído no contrato social significa ter garantidos os serviços básicos: saúde, educação, moradia, transporte, cultura, lazer e segurança. Quase nada disso funciona nas periferias. O que eles estão dizendo com suas penetrações nos bunkers do consumo? "Oia nóis na fita"; "nois não tamo parado";"nóis tamo aqui para zoar"(incomodar). Eles estão com seu comportamento rompendo as barreiras do aparheid social.(...)

    Continuamos uma Brasilíndia: uma Bélgica rica dentro de uma Índia pobre. Tudo isso os rolezinhos denunciam, por atos e menos por palavras.

    Em segundo lugar, eles denunciam a nossa maior chaga: a desigualdade social cujo verdadeiro nome é injustiça histórica e social. Releva constatar que, com as políticas sociais do governo do PT, a desigualdade diminuiu, pois, segundo o IPEA, os 10% mais pobres tiveram entre 2001-2011 um crescimento de renda acumulado de 91,2%, enquanto a parte mais rica cresceu 16,6%. Mas esta diferença não atingiu a raiz do problema, pois o que supera a desigualdade é uma infraestrutura social de saúde, escola, transporte, cultura e lazer que funcione e seja acessível a todos. Não é suficiente transferir renda; tem que criar oportunidades e oferecer serviços, coisa que não foi o foco principal no Ministério de Desenvolvimento Social.

    O "Atlas da Exclusão Social" de Márcio Poschmann (Cortez 2004) nos mostra que há cerca de 60 milhões de famílias no Brasil, das quais cinco mil famílias extensas detém 45% da riqueza nacional. Democracia sem igualdade, que é seu pressuposto, é farsa e retórica. Os rolezinhos denunciam essa contradição. Eles entram no "paraíso das mercadorias" vistas virtualmente na TV para vê-las realmente e senti-las nas mãos. Eis o sacrilégio insuportável pelos donos dos shoppings. Eles não sabem dialogar, chamam logo a polícia para bater e fecham as portas a esses bárbaros. Sim, bem o viu T.Todorov em seu livro "Os novos bárbaros": os marginalizados do mundo inteiro estão saindo da margem e indo rumo ao centro para suscitar a má consciência dos "consumidores felizes" e lhes dizer: esta ordem é ordem na desordem. Ela os faz frustrados e infelizes, tomados de medo, medo dos próprios semelhantes que somos nós.

    Por fim, os rolezinhos não querem apenas consumir. Não são animaizinhos famintos. Eles têm fome sim, mas fome de reconhecimento, de acolhida na sociedade, de lazer, de cultura e de mostrar o que sabem: cantar, dançar, criar poemas críticos, celebrar a convivência humana. E querem trabalhar para ganhar sua vida. Tudo isso lhes é negado, porque, por serem pobres, negros, mestiços sem olhos azuis e cabelos loiros, são desprezados e mantidos longe, na margem.

    Esse tipo de sociedade pode ser chamada ainda de humana e civilizada? Ou é uma forma travestida de barbárie? Esta última lhe convém mais. Os rolezinhos mexeram numa pedra que começou a rolar. Só parará se houver mudanças.

    BOFF, Leonardo. Jornal Zero Hora. 28 jan. 2014. (adaptado). Disponível em: . Acesso em 05 abr. 2014.


    Releia estas duas passagens do texto.

    (...) “segundo o IPEA, os 10% mais pobres tiveram entre 2001-2011 um crescimento de renda acumulado de 91,2%, enquanto a parte mais rica cresceu 16,6%.”

    (...) “há cerca de 60 milhões de famílias no Brasil, das quais cinco mil famílias extensas detêm 45% da riqueza nacional.”

    Da relação entre os dados apresentados nessas duas passagens do texto, é CORRETO inferir que
    Escolha uma alternativa para a questão 98608979-e8
  • 9786E9DC-E8

    Português

    Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.
    FAME · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

                Somos uma sociedade injusta e segregacionista


    O fenômeno dos centenas de rolezinhos que ocuparam shoppings centers no Rio e em São Paulo suscitaram as mais disparatadas interpretações. (...)

    Eu, por minha parte, interpreto da seguinte forma tal irrupção:

    Em primeiro lugar, são jovens pobres, das grandes periferias, sem espaços de lazer e de cultura, penalizados por serviços públicos ausentes ou muito ruins como saúde, escola, infra-estrutura sanitária, transporte, lazer e segurança. Veem televisão cujas propagandas os seduzem para um consumo que nunca vão poder realizar. E sabem manejar computadores e entrar nas redes sociais para articular encontros. Seria ridículo exigir deles que teoricamente tematizem sua insatisfação.

    Mas sentem na pele o quanto nossa sociedade é malvada porque exclui, despreza e mantém os filhos e filhas da pobreza na invisibilidade forçada. O que se esconde por trás de sua irrupção? O fato de não serem incluídos no contrato social. Não adianta termos uma "constituição cidadã" que neste aspecto é apenas retórica, pois implementou muito pouco do que prometeu em vista da inclusão social. Eles estão fora, não contam, nem sequer servem de carvão para o consumo de nossa fábrica social (Darcy Ribeiro). Estar incluído no contrato social significa ter garantidos os serviços básicos: saúde, educação, moradia, transporte, cultura, lazer e segurança. Quase nada disso funciona nas periferias. O que eles estão dizendo com suas penetrações nos bunkers do consumo? "Oia nóis na fita"; "nois não tamo parado";"nóis tamo aqui para zoar"(incomodar). Eles estão com seu comportamento rompendo as barreiras do aparheid social.(...)

    Continuamos uma Brasilíndia: uma Bélgica rica dentro de uma Índia pobre. Tudo isso os rolezinhos denunciam, por atos e menos por palavras.

    Em segundo lugar, eles denunciam a nossa maior chaga: a desigualdade social cujo verdadeiro nome é injustiça histórica e social. Releva constatar que, com as políticas sociais do governo do PT, a desigualdade diminuiu, pois, segundo o IPEA, os 10% mais pobres tiveram entre 2001-2011 um crescimento de renda acumulado de 91,2%, enquanto a parte mais rica cresceu 16,6%. Mas esta diferença não atingiu a raiz do problema, pois o que supera a desigualdade é uma infraestrutura social de saúde, escola, transporte, cultura e lazer que funcione e seja acessível a todos. Não é suficiente transferir renda; tem que criar oportunidades e oferecer serviços, coisa que não foi o foco principal no Ministério de Desenvolvimento Social.

    O "Atlas da Exclusão Social" de Márcio Poschmann (Cortez 2004) nos mostra que há cerca de 60 milhões de famílias no Brasil, das quais cinco mil famílias extensas detém 45% da riqueza nacional. Democracia sem igualdade, que é seu pressuposto, é farsa e retórica. Os rolezinhos denunciam essa contradição. Eles entram no "paraíso das mercadorias" vistas virtualmente na TV para vê-las realmente e senti-las nas mãos. Eis o sacrilégio insuportável pelos donos dos shoppings. Eles não sabem dialogar, chamam logo a polícia para bater e fecham as portas a esses bárbaros. Sim, bem o viu T.Todorov em seu livro "Os novos bárbaros": os marginalizados do mundo inteiro estão saindo da margem e indo rumo ao centro para suscitar a má consciência dos "consumidores felizes" e lhes dizer: esta ordem é ordem na desordem. Ela os faz frustrados e infelizes, tomados de medo, medo dos próprios semelhantes que somos nós.

    Por fim, os rolezinhos não querem apenas consumir. Não são animaizinhos famintos. Eles têm fome sim, mas fome de reconhecimento, de acolhida na sociedade, de lazer, de cultura e de mostrar o que sabem: cantar, dançar, criar poemas críticos, celebrar a convivência humana. E querem trabalhar para ganhar sua vida. Tudo isso lhes é negado, porque, por serem pobres, negros, mestiços sem olhos azuis e cabelos loiros, são desprezados e mantidos longe, na margem.

    Esse tipo de sociedade pode ser chamada ainda de humana e civilizada? Ou é uma forma travestida de barbárie? Esta última lhe convém mais. Os rolezinhos mexeram numa pedra que começou a rolar. Só parará se houver mudanças.

    BOFF, Leonardo. Jornal Zero Hora. 28 jan. 2014. (adaptado). Disponível em: . Acesso em 05 abr. 2014.


    A partir da leitura do texto, é CORRETO afirmar que a causa dos rolezinhos é a
    Escolha uma alternativa para a questão 9786e9dc-e8
  • 272CBD1C-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013


    ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia e Prosa: Rio de Janeiro, Nova Aguilar 1988, p.1914-1915.

    Com base no texto 02, responda à questão.

    Assinale a alternativa cuja frase está empregada em sentido figurado
    Escolha uma alternativa para a questão 272cbd1c-f9
  • 272091EC-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013


    ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia e Prosa: Rio de Janeiro, Nova Aguilar 1988, p.1914-1915.

    Com base no texto 02, responda à questão.

    Pela leitura do texto, é correto concluir que “humanidades” (linha 03) significa:
    Escolha uma alternativa para a questão 272091ec-f9
  • 271D1493-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013


    ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia e Prosa: Rio de Janeiro, Nova Aguilar 1988, p.1914-1915.

    Com base no texto 02, responda à questão.

    De acordo com o texto, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 271d1493-f9
  • 2718DFB0-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013


    ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia e Prosa: Rio de Janeiro, Nova Aguilar 1988, p.1914-1915.

    Com base no texto 02, responda à questão.

    Assinale a alternativa cujo termo se opõe, no texto, a “Ignaro” (linha 01).
    Escolha uma alternativa para a questão 2718dfb0-f9
  • 271010C2-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013ALVES, Rubem. O retorno e eterno: crônicas. Campinas, SP: Papirus, 1992, p. 43-44. 


    Com base no texto 01, responda à questão.

    Assinale a alternativa em que a reescrita da frase em destaque altera o sentido do texto
    Escolha uma alternativa para a questão 271010c2-f9
  • 27048BC4-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013ALVES, Rubem. O retorno e eterno: crônicas. Campinas, SP: Papirus, 1992, p. 43-44. 


    Com base no texto 01, responda à questão.

    No texto, a palavra “explícito” (linha 16) tem sentido equivalente a:
    Escolha uma alternativa para a questão 27048bc4-f9
  • 2701B627-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013ALVES, Rubem. O retorno e eterno: crônicas. Campinas, SP: Papirus, 1992, p. 43-44. 


    Com base no texto 01, responda à questão.

    O termo “absorta” (linha 08) tem, no texto, sentido contrário ao da alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 2701b627-f9
  • 26FDE732-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013ALVES, Rubem. O retorno e eterno: crônicas. Campinas, SP: Papirus, 1992, p. 43-44. 


    Com base no texto 01, responda à questão.

    O verbo oscilar, na linha 01, equivale semanticamente ao da alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 26fde732-f9
  • C6E5205A-F6

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2013Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa cuja reescrita mantém a mesma relação de sentido presente em “Queria aprender o português depressa, por isto prestava muita atenção em tudo que os outros diziam”.
    Escolha uma alternativa para a questão c6e5205a-f6