Questões do ENEM: Linguagens e Encontros consonantais: Dígrafos

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13 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 1.

  • 29526C87-7A

    Português

    Encontros consonantais: Dígrafos
    UFRGS · 2023Entre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão está relacionada ao texto 1.


    Q1_8.png (312×528)
    Q1_8_.png (309×289)
    Q__8__.png (308×73)


    Adaptado de: ASSIS BRASIL, L. A. O pintor de retratos. Porto Alegre: L&PM, 2002.
    Assinale a alternativa que contém apenas palavras com dígrafos consonantais.
    Escolha uma alternativa para a questão 29526c87-7a
  • 5B1A77F9-CC

    Português

    Encontros consonantais: Dígrafos
    UFRGS · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Assinale a alternativa que apresenta apenas palavras que contêm dígrafos consonantais.
    Escolha uma alternativa para a questão 5b1a77f9-cc
  • 11B14C09-FD

    Português

    Encontros consonantais: Dígrafos
    UNICENTRO · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O animal satisfeito dorme,
    Mário Sérgio Cortella

    O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
    A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
    Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
    Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento. 
    Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
    Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
    Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando… 
    Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente. 
    Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”… 

    Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
    Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/> 
    Assinale a única alternativa em que ocorrem ditongo, hiato e dígrafo, respectivamente.
    Escolha uma alternativa para a questão 11b14c09-fd
  • 11AC5601-FD

    Português

    Encontros consonantais: Dígrafos
    UNICENTRO · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    O animal satisfeito dorme,
    Mário Sérgio Cortella

    O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
    A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
    Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
    Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento. 
    Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
    Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
    Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando… 
    Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente. 
    Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”… 

    Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
    Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/> 
    Assinale a única alternativa em que ocorrem dígrafos em todas as palavras.
    Escolha uma alternativa para a questão 11ac5601-fd
  • E47A93D7-B0

    Português

    Colocação Pronominal
    UDESC · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Analise as proposições em relação à obra Lucíola, José de Alencar, e ao Texto 4.

    I. Dígrafo é o encontro de duas letras para representar um só fonema. Nos vocábulos “Amanhã” (linha 3), “romper” (linha 3) e “passeios” (linha 8) ocorre dígrafo.
    II. No romance Lucíola, a protagonista, ainda que resgatada pelo amor de Paulo, continua a prostituir-se, levando, também, a irmã, Ana, à prostituição.
    III. Da leitura da estrutura “ Apesar da revelação da véspera” (linha 10), infere-se o momento em que Lúcia conta a Paulo sobre a troca do verdadeiro nome dela com o da amiga que morreu tísica, e que isso fez para aliviar o desgosto do pai, ao sabê-la prostituta.
    IV.Em “fizemos um dos mais belos passeios de que se pode gozar” (linhas 8 e 9) a preposição destacada não pode ser retirada, devido à regência, uma vez que é exigida pela palavra que a antecede.
    V. Nas estruturas “Quando me chamas assim” (linha 17) e “beijo que me envolve toda (linha 18), em relação à colocação pronominal, ocorre próclise, de acordo com a língua padrão culta, devido às partículas atrativas conjunção subordinada temporal e pronome relativo, sequencialmente.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão e47a93d7-b0
  • 22733457-84

    Português

    Encontros consonantais: Dígrafos
    UFAL · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Nos vocábulos “tinta”, “chuva”, “Saara” e “enxáguam”, tem-se, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 22733457-84
  • C6C1A0FA-F6

    Português

    Encontros consonantais: Dígrafos
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafo consonantal.
    Escolha uma alternativa para a questão c6c1a0fa-f6
  • 105288B5-B6

    Português

    Encontros consonantais: Dígrafos
    UFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Pesquisa no Canadá mostra que leitores fluentes têm dificuldade de compreensão elementar
    Revista Língua Portuguesa. Ano 7. Nº 78. Abril de 2012.

    Considerando os vocábulos sublinhados no período, assinale a alternativa em que a análise dos aspectos fonológicos está incorreta.
    Escolha uma alternativa para a questão 105288b5-b6
  • F052E98B-F8

    Português

    Encontros consonantais: Dígrafos
    Universidade Federal do Ceará · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Na palavra questão há sete letras e:
    Escolha uma alternativa para a questão f052e98b-f8
  • 5AC6272A-F8

    Português

    Encontros consonantais: Dígrafos
    Universidade Federal do Ceará · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que analisa corretamente a palavra destacada.
    Escolha uma alternativa para a questão 5ac6272a-f8
  • 5C22A005-F6

    Português

    Encontros consonantais: Dígrafos
    Universidade Federal do Ceará · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    No que diz respeito à análise fonológica, é correto afirmar que, na palavra:
    Escolha uma alternativa para a questão 5c22a005-f6
  • 0A922213-F5

    Português

    Encontros consonantais: Dígrafos
    Universidade Federal do Ceará · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, ditongo decrescente, dígrafo, hiato e ditongo crescente.
    Escolha uma alternativa para a questão 0a922213-f5
  • 3FED6B3B-DF

    Português

    Análise sintática
    UNIR · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O trecho abaixo, em que o narrador descreve as mãos de Capitu, pertence ao capítulo XIII da obra Dom Casmurro.

    As mãos, a despeito de alguns ofícios rudes, eram curadas com amor; não cheiravam a sabões finos nem águas de toucador, mas com água do poço e sabão comum trazia-as sem mácula.

    Sobre os recursos lingüísticos, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

    ( ) Atualmente, a palavra toucador, no sentido de penteadeira, caiu em desuso, constituindo exemplo de variedade histórica.
    ( ) As palavras cheiravam e águas possuem, respectivamente, os dígrafos ch e gu, pois são agrupamentos de letras que simbolizam um som.
    ( ) O verbo cheirar está usado como transitivo indireto, no sentido de exalar determinado cheiro.
    ( ) No trecho trazia-as sem mácula, o sujeito está elíptico e a expressão adjetiva funciona como predicativo do objeto.

    Marque a seqüência correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 3fed6b3b-df