Questões do ENEM: Linguagens e Colocação Pronominal

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Resultados

66 questões encontradas. Mostrando a página 4 de 4.

  • CD365022-EB

    Português

    Colocação Pronominal
    Universidade Luterana do Brasil · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    O humor da tirinha da Mafalda também está baseado no uso de um recurso gramatical: no primeiro quadrinho, a palavra “iguais” é utilizada sem qualquer complemento; já no último, ela é seguida de uma preposição e de um pronome. Que recurso gramatical foi mobilizado no último quadrinho?
    Escolha uma alternativa para a questão cd365022-eb
  • 365FDDC6-B7

    Português

    Análise sintática
    UEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto 04 e responda à questão.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Ziraldo. Anedotinhas do Bichinho da maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1988, p. 23-24.

    Em “- É, sua fisionomia não me é estranha. [...]” (linha 4), é correto afirmar que:

    I - A ocorrência da próclise é similar à frequência de uso em textos informais falados e escritos.
    II - O uso da próclise se deve à exigência de um atrator que justifica essa ocorrência.
    III - O pronome oblíquo exerce no contexto uma função sintática completiva verbal.
    IV - O atributo “estranha” exerce função de predicativo em relação ao objeto indireto.

    Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
    Escolha uma alternativa para a questão 365fddc6-b7
  • 04929C6C-8D

    Português

    Colocação Pronominal
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão  toma por base um fragmento do livro Comunicação e folclore, de Luiz Beltrão (1918-1986).

                                                              O Bumba-Meu-Boi

    Entre os autos populares conhecidos e praticados no Brasil – pastoril, fandango, chegança, reisado, congada, etc. – aquele em que melhor o povo exprime a sua crítica, aquele que tem maior conteúdo jornalístico, é, realmente, o bumba-meu-boi, ou simplesmente boi.
    Para Renato Almeida, é o “bailado mais notável do Brasil, o folguedo brasileiro de maior significação estética e social”. Luís da Câmara Cascudo, por seu turno, observou a sua superioridade porque “enquanto os outros autos cristalizaram, imóveis, no elenco de outrora, o bumba-meu-boi é sempre atual, incluindo soluções modernas, figuras de agora, vocabulário, sensação, percepção contemporânea. Na época da escravidão mostrava os vaqueiros escravos vencendo pela inteligência, astúcia e cinismo. Chibateava a cupidez, a materialidade, o sensualismo de doutores, padres, delegados, fazendo-os cantar versinhos que eram confissões estertóricas. O capitão-do-mato, preador de escravos, assombro dos moleques, faz-sono dos negrinhos, vai ‘caçar’ os negros que fugiram, depois da morte do Boi, e em vez de trazê-los é trazido amarrado, humilhado, tremendo de medo. O valentão mestiço, capoeira, apanha pancada e é mais mofino que todos os mofinos. Imaginem a alegria negra, vendo e ouvindo essa sublimação aberta, franca, na porta da casa-grande de engenho ou no terreiro da fazenda, nos pátios das vilas, diante do adro da igreja! A figura dos padres, os padres do interior, vinha arrastada com a violência de um ajuste de contas. O doutor, o curioso, metido a entender de tudo, o delegado autoritário, valente com a patrulha e covarde sem ela, toda a galeria perpassa, expondo suas mazelas, vícios, manias, cacoetes, olhada por uma assistência onde estavam muitas vítimas dos personagens reais, ali subalternizados pela virulência do desabafo”.
    Como algumas outras manifestações folclóricas, o bumbameu-boi utiliza uma forma antiga, tradicional; entretanto, fá-la revestir-se de novos aspectos, atualiza o entrecho, recompõe a trama. Daí “o interesse do tipo solidário que desperta nas camadas populares”, como o assinala Édison Carneiro. Interesse que só pode manter-se porque o que no auto se apresenta não reflete apenas situações do passado, “mas porque têm importância para o futuro”. Com efeito, tendo por tema central a morte e a ressurreição do boi, “cerca-se de episódios acessórios, não essenciais, muito desligados da ação principal, que variam de região para região... em cada lugar, novos personagens são enxertados, aparentemente sem outro objetivo senão o de prolongar e variar a brincadeira”. Contudo, dentre esses personagens, os que representam as classes superiores são caricaturados, cobrindo-se de ridículo, o que torna “o folguedo, em si mesmo, uma reivindicação”.

    Sílvio Romero recolheu os versos de um bumba-meu-boi, através dos quais se constata a intenção caricaturesca nos personagens do folguedo. Como o Padre, que recita:
                                     
                                      Não sou padre, não sou nada
                                      “Quem me ver estar dançando
                                      Não julgue que estou louco;
                                      Secular sou como os outros”.

    Ou como o Capitão-do-Mato que, dando com o negro Fidélis, vai prendê-lo:
                                     
                                     “CAPITÃO – Eu te atiro, negro
                                                          Eu te amarro, ladrão,
                                                          Eu te acabo, cão.”

    Mas, ao contrário, quem vai sobre o Capitão e o amarra é o Fidélis:

                                         “CORO – Capitão de campo
                                                         Veja que o mundo virou
                                                         Foi ao mato pegar negro
                                                         Mas o negro lhe amarrou.

                                      CAPITÃO – Sou valente afamado
                                                         Como eu não pode haver;
                                                         Qualquer susto que me fazem
                                                         Logo me ponho a correr”.

    (Luiz Beltrão. Comunicação e folclore. São Paulo: Edições Melhoramentos, 1971.)
    Quem me ver estar dançando. – Mas o negro lhe amarrou.

    Nos dois versos acima, do exemplo de estrofes de um bumba-meu-boi recolhidas por Sívio Romero, as formas ver e lhe caracterizam um uso popular. Se se tratasse de um discurso obediente à construção formal em Língua Portuguesa, tais formas seriam substituídas, respectivamente, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 04929c6c-8d
  • ED6D1150-DF

    Português

    Coesão e coerência
    UFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    “[...] vi formar-se ali um bolo de gente [...]” (linha 5)

    O segmento textual em destaque está reescrito corretamente, mantendo-se a informação original, na opção:

    Escolha uma alternativa para a questão ed6d1150-df
  • 0ABBA696-F5

    Português

    Colocação Pronominal
    Universidade Federal do Ceará · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que completa corretamente a frase: Os inconseqüentes não ____________ com o que venha acontecer ____________ mesmos.
    Escolha uma alternativa para a questão 0abba696-f5
  • D62BAD04-29

    Português

    Análise sintática
    UNIFESP · 2005FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 001.jpg Se a personagem fosse enfática e dissesse: “... eu não reconheço o documento, eu não reconheço o documento...”, a oração repetida, de acordo com a norma padrão, assumiria a seguinte forma:

    Escolha uma alternativa para a questão d62bad04-29