Português
MorfologiaCEDERJ · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
9.490 questões encontradas. Mostrando a página 14 de 475.











Superinteressante, n. 322, ago. 2013 (adaptado).
TEXTO I
Origem, tradição e resistência
Foi sentada em seu banco de quartzo que a avó do universo, moradora da Maloca do Céu, criou os homens, os animais, a terra e as águas. O banco foi entregue aos ancestrais dos atuais Tukano, que passaram a reproduzi-lo em madeira. O mito Tukano — povo do noroeste da Amazônia que ainda hoje fabrica os bancos em seu estilo tradicional — indica o lugar dos bancos entre os objetos sagrados, ao mesmo tempo parte do universo primitivo e fonte do poder de criação. A presença nos mitos de origem de alguns povos atesta a antiguidade da arte de talhar bancos: os primeiros registros do uso desses objetos entre ameríndios das terras baixas da América do Sul, do Caribe e da América Central datam de, pelo menos, 4 mil anos.
ASSIS, R.; MENDES JR., L. Bancos indígenas do Brasil. São Paulo: BEI Comunicação, 2013.
TEXTO II

KAMAYURÁ, Y. Tatu Kamayurá 1. Madeira, 61 × 24 × 20 cm. Xingu (MT), s.d.
Disponível em: www.colecaobei.com.br. Acesso em: 15 out. 2024.


Disponível em: https://revistagalileu.globo.com.
Acesso em: 18 jun. 2024 (adaptado).


MURRAY, R.; KLIGERMAN, E. Teias de afeto e poesia. Disponível em:
https://roseanamurray.com. Acesso em: 5 maio 2024.
Nesse texto, a autora aborda diferentes sentidos da palavra “rede” para evidenciar

TEXTO I
A Ilha do Ferro, situada a 18 km do município de Pão de Açúcar, não é uma ilha, como o nome indica. A história do povoado é semelhante à de inúmeros outros que encontramos às margens do Rio São Francisco, entre Alagoas e Sergipe. O que torna diferente o lugar é sua gente. Hoje, dezenas de artistas populares povoam a Ilha do Ferro, trabalhando principalmente com o entalhe em madeira. Onde pessoas comuns enxergariam apenas troncos e galhos retorcidos, eles vislumbram bancos, bonecos, pássaros, cobras e bailarinas. “Às vezes, você passa por um pedaço de madeira uma vez e não vê nada, passa cinco vezes por ele e não vê nada”, conta um dos artistas, “mas, na décima vez, você consegue enxergar alguma forma nesse pedaço de madeira e transformá-lo em arte”
Disponível em: www.imaterial.art.br. Acesso em: 5 fev. 2025 (adaptado).
TEXTO II

FARIAS, Y. Bailarino entalhado em gravetos de madeira.
Artesanato em madeira, 20 × 13 × 51 cm. Ilha do Ferro (AL)
Disponível em: www.nidelins.com.br. Acesso em: 5 fev. 2025.
A originalidade do trabalho dos artistas da Ilha do Ferro se dá pela


Disponível em: www.publishnews.com.br. Acesso em: 19 set. 2024.

RIBEIRO, A. E. Disponível em: https://rascunho.com.br.
Acesso em: 16 jan. 2024 (adaptado).

RIBEIRO, A. E. Disponível em: https://rascunho.com.br.
Acesso em: 16 jan. 2024 (adaptado).
A autora conclui que as novas tecnologias de escrita
RIBEIRO, A. E. Disponível em: https://rascunho.com.br.
Acesso em: 16 jan. 2024 (adaptado).