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Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil

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Resultados

4.021 questões encontradas. Mostrando a página 101 de 202.

  • FEFAE543-0A

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho do romance S. Bernardo, de Graciliano Ramos, para responder a questão.

        O caboclo mal-encarado que encontrei um dia em casa do Mendonça também se acabou em desgraça. Uma limpeza. Essa gente quase nunca morre direito. Uns são levados pela cobra, outros pela cachaça, outros matam-se.
        Na pedreira perdi um. A alavanca soltou-se da pedra, bateu-lhe no peito, e foi a conta. Deixou viúva e órfãos miúdos. Sumiram-se: um dos meninos caiu no fogo, as lombrigas comeram o segundo, o último teve angina e a mulher enforcou-se.
        Para diminuir a mortalidade e aumentar a produção, proibi a aguardente.
        Concluiu-se a construção da casa nova. Julgo que não preciso descrevê-la. As partes principais apareceram ou aparecerão; o resto é dispensável e apenas pode interessar aos arquitetos, homens que provavelmente não lerão isto. Ficou tudo confortável e bonito. Naturalmente deixei de dormir em rede. Comprei móveis e diversos objetos que entrei a utilizar com receio, outros que ainda hoje não utilizo, porque não sei para que servem.
        Aqui existe um salto de cinco anos, e em cinco anos o mundo dá um bando de voltas.
        Ninguém imaginará que, topando os obstáculos mencionados, eu haja procedido invariavelmente com segurança e percorrido, sem me deter, caminhos certos. Não senhor, não procedi nem percorri. Tive abatimentos, desejo de recuar; contornei dificuldades: muitas curvas. Acham que andei mal?  

    A verdade é que nunca soube quais foram os meus atos bons e quais foram os maus. Fiz coisas boas que me trouxeram prejuízo; fiz coisas ruins que deram lucro. E como sempre tive a intenção de possuir as terras de S. Bernardo, considerei legítimas as ações que me levaram a obtê-las.
        Alcancei mais do que esperava, mercê de Deus. Vieram- -me as rugas, já se vê, mas o crédito, que a princípio se esquivava, agarrou-se comigo, as taxas desceram. E os negócios desdobraram-se automaticamente. Automaticamente. Difícil? Nada! Se eles entram nos trilhos, rodam que é uma beleza. Se não entram, cruzem os braços. Mas se virem que estão de sorte, metam o pau: as tolices que praticarem viram sabedoria. Tenho visto criaturas que trabalham demais e não progridem. Conheço indivíduos preguiçosos que têm faro: quando a ocasião chega, desenroscam-se, abrem a boca – e engolem tudo.
        Eu não sou preguiçoso. Fui feliz nas primeiras tentativas e obriguei a fortuna a ser-me favorável nas seguintes.
        Depois da morte do Mendonça, derrubei a cerca, naturalmente, e levei-a para além do ponto em que estava no tempo de Salustiano Padilha. Houve reclamações.
        – Minhas senhoras, seu Mendonça pintou o diabo enquanto viveu. Mas agora é isto. E quem não gostar, paciência, vá à justiça.
        Como a justiça era cara, não foram à justiça. E eu, o caminho aplainado, invadi a terra do Fidélis, paralítico de um braço, e a dos Gama, que pandegavam no Recife, estudando Direito. Respeitei o engenho do Dr. Magalhães, juiz.
        Violências miúdas passaram despercebidas. As questões mais sérias foram ganhas no foro, graças às chicanas de João Nogueira.
        Efetuei transações arriscadas, endividei-me, importei maquinismos e não prestei atenção aos que me censuravam por querer abarcar o mundo com as pernas. Iniciei a pomicultura e a avicultura. Para levar os meus produtos ao mercado, comecei uma estrada de rodagem. Azevedo Gondim compôs sobre ela dois artigos, chamou-me patriota, citou Ford e Delmiro Gouveia. Costa Brito também publicou uma nota na Gazeta, elogiando-me e elogiando o chefe político local. Em consequência mordeu-me cem mil-réis.


    (S. Bernardo, 1996.)

    “Tenho visto criaturas que trabalham demais e não progridem.” (7o parágrafo)

    Considerada no atual contexto histórico, essa fala do narrador pode ser vista como uma crítica à ideia de

    Escolha uma alternativa para a questão fefae543-0a
  • FEF3B3A9-0A

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho do romance S. Bernardo, de Graciliano Ramos, para responder a questão.

        O caboclo mal-encarado que encontrei um dia em casa do Mendonça também se acabou em desgraça. Uma limpeza. Essa gente quase nunca morre direito. Uns são levados pela cobra, outros pela cachaça, outros matam-se.
        Na pedreira perdi um. A alavanca soltou-se da pedra, bateu-lhe no peito, e foi a conta. Deixou viúva e órfãos miúdos. Sumiram-se: um dos meninos caiu no fogo, as lombrigas comeram o segundo, o último teve angina e a mulher enforcou-se.
        Para diminuir a mortalidade e aumentar a produção, proibi a aguardente.
        Concluiu-se a construção da casa nova. Julgo que não preciso descrevê-la. As partes principais apareceram ou aparecerão; o resto é dispensável e apenas pode interessar aos arquitetos, homens que provavelmente não lerão isto. Ficou tudo confortável e bonito. Naturalmente deixei de dormir em rede. Comprei móveis e diversos objetos que entrei a utilizar com receio, outros que ainda hoje não utilizo, porque não sei para que servem.
        Aqui existe um salto de cinco anos, e em cinco anos o mundo dá um bando de voltas.
        Ninguém imaginará que, topando os obstáculos mencionados, eu haja procedido invariavelmente com segurança e percorrido, sem me deter, caminhos certos. Não senhor, não procedi nem percorri. Tive abatimentos, desejo de recuar; contornei dificuldades: muitas curvas. Acham que andei mal?  

    A verdade é que nunca soube quais foram os meus atos bons e quais foram os maus. Fiz coisas boas que me trouxeram prejuízo; fiz coisas ruins que deram lucro. E como sempre tive a intenção de possuir as terras de S. Bernardo, considerei legítimas as ações que me levaram a obtê-las.
        Alcancei mais do que esperava, mercê de Deus. Vieram- -me as rugas, já se vê, mas o crédito, que a princípio se esquivava, agarrou-se comigo, as taxas desceram. E os negócios desdobraram-se automaticamente. Automaticamente. Difícil? Nada! Se eles entram nos trilhos, rodam que é uma beleza. Se não entram, cruzem os braços. Mas se virem que estão de sorte, metam o pau: as tolices que praticarem viram sabedoria. Tenho visto criaturas que trabalham demais e não progridem. Conheço indivíduos preguiçosos que têm faro: quando a ocasião chega, desenroscam-se, abrem a boca – e engolem tudo.
        Eu não sou preguiçoso. Fui feliz nas primeiras tentativas e obriguei a fortuna a ser-me favorável nas seguintes.
        Depois da morte do Mendonça, derrubei a cerca, naturalmente, e levei-a para além do ponto em que estava no tempo de Salustiano Padilha. Houve reclamações.
        – Minhas senhoras, seu Mendonça pintou o diabo enquanto viveu. Mas agora é isto. E quem não gostar, paciência, vá à justiça.
        Como a justiça era cara, não foram à justiça. E eu, o caminho aplainado, invadi a terra do Fidélis, paralítico de um braço, e a dos Gama, que pandegavam no Recife, estudando Direito. Respeitei o engenho do Dr. Magalhães, juiz.
        Violências miúdas passaram despercebidas. As questões mais sérias foram ganhas no foro, graças às chicanas de João Nogueira.
        Efetuei transações arriscadas, endividei-me, importei maquinismos e não prestei atenção aos que me censuravam por querer abarcar o mundo com as pernas. Iniciei a pomicultura e a avicultura. Para levar os meus produtos ao mercado, comecei uma estrada de rodagem. Azevedo Gondim compôs sobre ela dois artigos, chamou-me patriota, citou Ford e Delmiro Gouveia. Costa Brito também publicou uma nota na Gazeta, elogiando-me e elogiando o chefe político local. Em consequência mordeu-me cem mil-réis.


    (S. Bernardo, 1996.)

    O narrador emprega expressão própria da modalidade oral da linguagem em:
    Escolha uma alternativa para a questão fef3b3a9-0a
  • FEEB9951-0A

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho do romance S. Bernardo, de Graciliano Ramos, para responder a questão.

        O caboclo mal-encarado que encontrei um dia em casa do Mendonça também se acabou em desgraça. Uma limpeza. Essa gente quase nunca morre direito. Uns são levados pela cobra, outros pela cachaça, outros matam-se.
        Na pedreira perdi um. A alavanca soltou-se da pedra, bateu-lhe no peito, e foi a conta. Deixou viúva e órfãos miúdos. Sumiram-se: um dos meninos caiu no fogo, as lombrigas comeram o segundo, o último teve angina e a mulher enforcou-se.
        Para diminuir a mortalidade e aumentar a produção, proibi a aguardente.
        Concluiu-se a construção da casa nova. Julgo que não preciso descrevê-la. As partes principais apareceram ou aparecerão; o resto é dispensável e apenas pode interessar aos arquitetos, homens que provavelmente não lerão isto. Ficou tudo confortável e bonito. Naturalmente deixei de dormir em rede. Comprei móveis e diversos objetos que entrei a utilizar com receio, outros que ainda hoje não utilizo, porque não sei para que servem.
        Aqui existe um salto de cinco anos, e em cinco anos o mundo dá um bando de voltas.
        Ninguém imaginará que, topando os obstáculos mencionados, eu haja procedido invariavelmente com segurança e percorrido, sem me deter, caminhos certos. Não senhor, não procedi nem percorri. Tive abatimentos, desejo de recuar; contornei dificuldades: muitas curvas. Acham que andei mal?  

    A verdade é que nunca soube quais foram os meus atos bons e quais foram os maus. Fiz coisas boas que me trouxeram prejuízo; fiz coisas ruins que deram lucro. E como sempre tive a intenção de possuir as terras de S. Bernardo, considerei legítimas as ações que me levaram a obtê-las.
        Alcancei mais do que esperava, mercê de Deus. Vieram- -me as rugas, já se vê, mas o crédito, que a princípio se esquivava, agarrou-se comigo, as taxas desceram. E os negócios desdobraram-se automaticamente. Automaticamente. Difícil? Nada! Se eles entram nos trilhos, rodam que é uma beleza. Se não entram, cruzem os braços. Mas se virem que estão de sorte, metam o pau: as tolices que praticarem viram sabedoria. Tenho visto criaturas que trabalham demais e não progridem. Conheço indivíduos preguiçosos que têm faro: quando a ocasião chega, desenroscam-se, abrem a boca – e engolem tudo.
        Eu não sou preguiçoso. Fui feliz nas primeiras tentativas e obriguei a fortuna a ser-me favorável nas seguintes.
        Depois da morte do Mendonça, derrubei a cerca, naturalmente, e levei-a para além do ponto em que estava no tempo de Salustiano Padilha. Houve reclamações.
        – Minhas senhoras, seu Mendonça pintou o diabo enquanto viveu. Mas agora é isto. E quem não gostar, paciência, vá à justiça.
        Como a justiça era cara, não foram à justiça. E eu, o caminho aplainado, invadi a terra do Fidélis, paralítico de um braço, e a dos Gama, que pandegavam no Recife, estudando Direito. Respeitei o engenho do Dr. Magalhães, juiz.
        Violências miúdas passaram despercebidas. As questões mais sérias foram ganhas no foro, graças às chicanas de João Nogueira.
        Efetuei transações arriscadas, endividei-me, importei maquinismos e não prestei atenção aos que me censuravam por querer abarcar o mundo com as pernas. Iniciei a pomicultura e a avicultura. Para levar os meus produtos ao mercado, comecei uma estrada de rodagem. Azevedo Gondim compôs sobre ela dois artigos, chamou-me patriota, citou Ford e Delmiro Gouveia. Costa Brito também publicou uma nota na Gazeta, elogiando-me e elogiando o chefe político local. Em consequência mordeu-me cem mil-réis.


    (S. Bernardo, 1996.)

    O conhecido preceito “os fins justificam os meios” pode ser aplicado ao trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão feeb9951-0a
  • 66319F13-09

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

                       Fake news could ruin social media, but there’s still hope

    by: Guðrun í Jákupsstovu


    Camille Francois, director of research and analysis at Graphika, told the audience of her talk at TNW Conference:

    “Disinformation campaigns, or fake news is a concept we’ve known about for years, but few people realize how varied the concept can be and how many forms it comes in. When the first instances of fake news started to surface, they were connected with bots. These flooded conversations with alternative stories in order to create noise and, in turn, silence what was actually being said”.

    According to Francois, today’s disinformation campaigns are far more varied than just bots – and much harder to detect. For example, targeted harassment campaigns are carried out against journalists and human-rights activists who are critical of governments or big organizations.

    “We see this kind of campaigns happening at large scale in countries like the Philippines, Turkey, Ecuador, and Venezuela. The point of these campaigns is to flood the narrative these people try to create with so much noise that their original message gets silenced, their reputation gets damaged, and their credibility undermined. I call this patriotic trolling.”

    There are also examples of disinformation campaigns mobilizing people. This was evident during the US elections in 2016 when many fake events suddenly started popping up on Facebook. One Russian Facebook page “organized” an anti-Islam event, while another “organized” a pro-Islam demonstration. The two fake events gathered activists to the same street in Texas, leading to a stand-off.

    Francois explains how amazed she is that, in spite of social media being the main medium for these different disinformation campaigns, actual people also still use it to protest properly.

    If we look at countries, like Turkey – where there’s a huge amount of censorship and smear campaigns directed at human right defenders and journalists – citizens around the world and in those places still use social media to denounce corruption, to organize human rights movements and this proves that we still haven’t lost the battle of who owns social media.

    This is an ongoing battle, and it lets us recognize the actors who are trying to remove the option for people to use social media for good. But everyday you still have people all over the world turning to social media to support their democratic activities. This gives me hope and a desire to protect people’s ability to use social media for good, for denouncing corruption and protecting human rights.

    Adapted from:<https://thenextweb.com/socialmedia/2018/05/25/> . Access 09 Oct. 2018.


    Glossary

    bot: (short for "robot"): um programa automático que roda na Internet; to flood: inundar; trolling: fazer postagem deliberadamente ofensiva para provocar alguém; popping up: surgir, aparecer; stand-off: impasse: smear campaigns: campanhas de difamação.

    When compared to bots, today’s fake news
    Escolha uma alternativa para a questão 66319f13-09
  • 6583FA8F-09

    Português

    Artigos
    CEDERJ · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2018, Artigos

    Em “abrir a cabeça de uma pessoa” e “Recomendo o de Assis”, os vocábulos sublinhados são, respectivamente, classificados do ponto de vista morfológico como:
    Escolha uma alternativa para a questão 6583fa8f-09
  • 1A8A9C3C-FA

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UECE · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

                                             T E X T


                              Can you learn in your sleep?


          Sleep is known to be crucial for learning and memory formation. What's more, scientists have even managed to pick out specific memories and consolidate them during sleep. However, the exact mechanisms behind this were unknown — until now.

          Those among us who grew up with the popular cartoon "Dexter's Laboratory" might remember the famous episode wherein Dexter's trying to learn French overnight. He creates a device that helps him to learn in his sleep by playing French phrases to him. Of course, since the show is a comedy, Dexter's record gets stuck on the phrase "Omelette du fromage" and the next day he's incapable of saying anything else. This is, of course, a problem that puts him through a series of hilarious situations.

          The idea that we can learn in our sleep has captivated the minds of artists and scientists alike; the possibility that one day we could all drastically improve our productivity by learning in our sleep is very appealing. But could such a scenario ever become a reality?

          New research seems to suggest so, and scientists in general are moving closer to understanding precisely what goes on in the brain when we sleep and how the restful state affects learning and memory formation.

          For instance, previous studies have shown that non-rapid eye movement (non-REM) sleep — or dreamless sleep — is crucial for consolidating memories. It has also been shown that sleep spindles, or sudden spikes in oscillatory brain activity that can be seen on an electroencephalogram (EEG) during the second stage of non-REM sleep, are key for this memory consolidation. Scientists were also able to specifically target certain memories and reactivate, or strengthen, them by using auditory cues.

          However, the mechanism behind such achievements remained mysterious until now. Researchers were also unaware if such mechanisms would help with memorizing new information.

          Therefore, a team of researchers set out to investigate. Scott Cairney, from the University of York in the United Kingdom, co-led the research with Bernhard Staresina, who works at the University of Birmingham, also in the U.K. Their findings were published in the journal Current Biology.

          Cairney explains the motivation for the research, saying, "We are quite certain that memories are reactivated in the brain during sleep, but we don't know the neural processes that underpin this phenomenon." "Sleep spindles," he continues, "have been linked to the benefits of sleep for memory in previous research, so we wanted to investigate whether these brain waves mediate reactivation. If they support memory reactivation, we further reasoned that it could be possible to decipher memory signals at the time that these spindles took place."

          To test their hypotheses, Cairney and his colleagues asked 46 participants "to learn associations between words and pictures of objects or scenes before a nap." Afterward, some of the participants took a 90-minute nap, whereas others stayed awake. To those who napped, "Half of the words were [...] replayed during the nap to trigger the reactivation of the newly learned picture memories," explains Cairney.

          "When the participants woke after a good period of sleep," he says, "we presented them again with the words and asked them to recall the object and scene pictures. We found that their memory was better for the pictures that were connected to the words that were presented in sleep, compared to those words that weren't," Cairney reports.

          Using an EEG machine, the researchers were also able to see that playing the associated words to reactivate memories triggered sleep spindles in the participants' brains. More specifically, the EEG sleep spindle patterns "told" the researchers whether the participants were processing memories related to objects or memories related to scenes.

          "Our data suggest that spindles facilitate processing of relevant memory features during sleep and that this process boosts memory consolidation," says Staresina. "While it has been shown previously," he continues, "that targeted memory reactivation can boost memory consolidation during sleep, we now show that sleep spindles might represent the key underlying mechanism."

          Cairney adds, "When you are awake you learn new things, but when you are asleep you refine them, making it easier to retrieve them and apply them correctly when you need them the most. This is important for how we learn but also for how we might help retain healthy brain functions."

          Staresina suggests that this newly gained knowledge could lead to effective strategies for boosting memory while sleeping.

          So, though learning things from scratch à la "Dexter's Lab" may take a while to become a reality, we can safely say that our brains continue to learn while we sleep, and that researchers just got a lot closer to understanding why this happens.

                                    From: https://www.medicalnewstoday.com/articles/Mar/2018

    The novelty of the research mentioned in the text is related to the
    Escolha uma alternativa para a questão 1a8a9c3c-fa
  • 199EB564-FA

    Português

    Figuras de Linguagem
    UECE · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UECE 2018, Figuras de Linguagem

    Analisando o verso do poema “forneces braços para o senhor burguês” (linha 69), a figura de linguagem que aí se destaca é
    Escolha uma alternativa para a questão 199eb564-fa
  • D176E693-F2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, USP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    De acordo com o texto, para ingresso nos Estados Unidos, o cruzamento da fronteira entre este país e o México, no local denominado The Gateway International Bridge, é
    Escolha uma alternativa para a questão d176e693-f2
  • D16F0AE0-F2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

                                 Imagem da questão de Inglês, USP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension


          What time isit? Thatsimple question probably is asked more often today than ever. In our clock‐studded, cell‐phone society, the answer is never more than a glance away, and so we can blissfully partition our daysinto eversmaller incrementsfor ever more tightly scheduled tasks, confident that we will always know it is 7:03 P.M.

          Modern scientific revelations about time, however, make the question endlessly frustrating. If we seek a precise knowledge of the time, the elusive infinitesimal of “now” dissolves into a scattering flock of nanoseconds. Bound by the speed of light and the velocity of nerve impulses, our perceptions of the present sketch the world as it was an instant ago—for all that our consciousness pretends otherwise, we can never catch up.

          Even in principle, perfect synchronicity escapes us. Relativity dictates that, like a strange syrup, time flows slower on moving trains than in the stations and faster in the mountains than in the valleys. The time for our wristwatch or digital screen is not exactly the same as the time for our head.  

          Our intuitions are deeply paradoxical. Time heals all wounds, but it is also the great destroyer. Time is relative but also relentless. There is time for every purpose under heaven, but there is never enough.  

                                        Scientific American, October 24, 2014. Adaptado.

    No texto, a expressão que melhor representa o caráter supostamente exato do tempo é:
    Escolha uma alternativa para a questão d16f0ae0-f2
  • D14ACC0C-F2

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    I. Surge então a pergunta: se a fantasia funciona como realidade; se não conseguimos agir senão mutilando o nosso eu; se o que há de mais profundo em nós é no fim de contas a opinião dos outros; se estamos condenados a não atingir o que nos parece realmente valioso –, qual a diferença entre o bem e o mal, o justo e o injusto, o certo e o errado? O autor passou a vida a ilustrar esta pergunta, que é modulada de maneira exemplar no primeiro e mais conhecido dos seus grandes romances de maturidade.


    II. É preciso todavia lembrar que essa ligação com o problema geográfico e social só adquire significado pleno, isto é, só atua sobre o leitor, graças à elevada qualidade artística do livro. O seu autor soube transpor o ritmo mesológico para a própria estrutura da narrativa, mobilizando recursos que a fazem parecer movida pela mesma fatalidade sem saída. (...) Da consciência mortiça da personagem podem emergir ostranses periódicos em que se estorce o homem esmagado pela paisagem e pelos outros homens.


    Nos fragmentosI e II, aqui adaptados, o crítico Antonio Candido avalia duas obras literárias, que são, respectivamente,

    Escolha uma alternativa para a questão d14acc0c-f2
  • D14336CE-F2

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Examine o anúncio.


    Imagem da questão de Português, USP 2018, Interpretação de Textos


    No contexto do anúncio, a frase “A diferença tem que ser só uma letra” pressupõe a

    Escolha uma alternativa para a questão d14336ce-f2
  • D1306940-F2

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Examine o cartum.


    Imagem da questão de Português, USP 2018, Interpretação de Textos


    O efeito de humor que se obtém no cartum decorre, principalmente,

    Escolha uma alternativa para a questão d1306940-f2
  • D9ACC6D4-F1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNICAMP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, UNICAMP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Adaptado de https://br.pinterest.com. Acessado em 10/06/2018.)


    O post anterior aponta

    Escolha uma alternativa para a questão d9acc6d4-f1
  • D8AACF48-F1

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    “Picado pelo ciúme, abriu o ourives seu peito à órfã, ofereceu-lhe a mão, e uma pulseira de brilhantes nela, com a condição de me esquecer.

    Leontina disse que sim, cuidando que mentia; mas passados oito dias admirou-se de ter dito a verdade. Nunca mais soube de mim, nem eu dela; até que, um ano depois, a criada, que a servia, me contou que a menina casara com o padrinho e que as enteadas, coagidas pelo pai, se tinham ido para o recolhimento do Grilo com uma pequena mesada e a esperança de ficarem pobres. Não sei mais nada a respeito da primeira das sete mulheres que amei, em Lisboa.”

    (Camilo Castelo Branco, Coração, cabeça e estômago, p. 4. Disponível em www.dominiopublico.gov.br. Acessado em 20/05/2018.)

    O excerto anterior apresenta uma síntese acerca do primeiro dos setes amores da personagem Silvestre da Silva. Considere essa experiência amorosa no contexto da primeira parte da narrativa e assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão d8aacf48-f1
  • D8870C55-F1

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Alguns pesquisadores falam sobre a necessidade de um “letramento racial”, para “reeducar o indivíduo em uma perspectiva antirracista”, baseado em fundamentos como o reconhecimento de privilégios, do racismo como um problema social atual, não apenas legado histórico, e a capacidade de interpretar as práticas racializadas. Ouvir é sempre a primeira orientação dada por qualquer especialista ou ativista: uma escuta atenta, sincera e empática. Luciana Alves, educadora da Unifesp, afirma que "Uma das principais coisas é atenção à linguagem. A gente tem uma linguagem sexista, racista, homofóbica, que passa pelas piadas e pelo uso de termos que a gente já naturalizou. ‘A coisa tá preta’, ‘denegrir’, ‘serviço de preto’... Só o fato de você prestar atenção na linguagem já anuncia uma postura de reconstrução. Se o outro diz que tem uma carga negativa e ofensiva, acredite”.

    (Adaptado de Gente branca: o que os brancos de um país racista podem fazer pela igualdade além de não serem racistas. UOL, 21/05/2018)

    Segundo Luciana Alves, para combater o racismo e mudar de postura em relação a ele, é fundamental
    Escolha uma alternativa para a questão d8870c55-f1
  • D87FE950-F1

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    UNICAMP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Há dois tipos de palavras: as proparoxítonas e o resto. As proparoxítonas são o ápice da cadeia alimentar do léxico.
    As palavras mais pernósticas são sempre proparoxítonas. Para pronunciá-las, há que ter ânimo, falar com ímpeto - e, despóticas, ainda exigem acento na sílaba tônica! Sob qualquer ângulo, a proparoxítona tem mais crédito. É inequívoca a diferença entre o arruaceiro e o vândalo. Uma coisa é estar na ponta – outra, no vértice. Ser artesão não é nada, perto de ser artífice.
    Legal ser eleito Papa, mas bom mesmo é ser Pontífice.

    (Adaptado de Eduardo Affonso, “Há dois tipos de palavras: as proparoxítonas e o resto”. Disponível em www.facebook.com/eduardo22affonso/.)

    Segundo o texto, as proparoxítonas são palavras que
    Escolha uma alternativa para a questão d87fe950-f1
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    TEXTO II


    Stephen Lund, artista canadense, morador em Victoria, capital da Colúmbia Britânica (Canadá), transformou-se em fenômeno mundial produzindo obras de arte virtuais pedalando sua bike. Seguindo rotas traçadas com o auxílio de um dispositivo de GPS, ele calcula ter percorrido mais de 10 mil quilômetros.

    Disponível em: www.booooooom.com. Acesso em: 9 dez. 2017 (adaptado).


    Os textos destacam a inovação artística proposta por Stephen Lund a partir do(a)

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                               ABL lança novo concurso cultural:

                        “Conte o conto sem aumentar um ponto”


          Em razão da grande repercussão do concurso de Microcontos do Twitter da ABL, o Abletras, a Academia Brasileira de Letras lançou no dia do seu aniversário de 113 anos um novo concurso cultural intitulado “Conte o conto sem aumentar um ponto”, baseado na obra A cartomante, de Machado de Assis.

          “Conte o conto sem aumentar um ponto” tem como objetivo dar um final distinto do original ao conto A cartomante, de Machado de Assis, utilizando-se o mesmo número de caracteres - ou inferior - que Machado concluiu seu trabalho, ou seja, 1778 caracteres.

          Vale ressaltar que, para participar do concurso, o concorrente deverá ser seguidor do Twitter da ABL, o Abletras.

    Disponível em: www.academia.org.br. Acesso em: 18 out. 2015 (adaptado).


    O Twitter é reconhecido por promover o compartilhamento de textos. Nessa notícia, essa rede social foi utilizada como veículo/suporte para um concurso literário por causa do(a)

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    Essa imagem ilustra a reação dos celíacos (pessoas sensíveis ao glúten) ao ler rótulos de alimentos sem glúten. Essas reações indicam que, em geral, os rótulos desses produtos

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    O grupo O Teatro Mágico apresenta composições autorais que têm referências estéticas do rock, do pop e da música folclórica brasileira. A originalidade dos seus shows tem relação com a ópera europeia do século XIX a partir da

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