Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil
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4.021 questões encontradas. Mostrando a página 138 de 202.
6F84F3D9-06 Leia o trecho inicial de um artigo do livro Bilhões e bilhões do astrônomo e divulgador científico Carl Sagan (1934-1996) para responder à questão.O tabuleiro de xadrez persaSegundo o modo como ouvi pela primeira vez a história, aconteceu na Pérsia antiga. Mas podia ter sido na Índia ou até na China. De qualquer forma, aconteceu há muito tempo. O grão-vizir, o principal conselheiro do rei, tinha inventado um novo jogo. Era jogado com peças móveis sobre um tabuleiro quadrado que consistia em 64 quadrados vermelhos e pretos. A peça mais importante era o rei. A segunda peça mais importante era o grão-vizir – exatamente o que se esperaria de um jogo inventado por um grão-vizir. O objetivo era capturar o rei inimigo e, por isso, o jogo era chamado, em persa, shahmat – shah para rei, mat para morto. Morte ao rei. Em russo, é ainda chamado shakhmat. Expressão que talvez transmita um remanescente sentimento revolucionário. Até em inglês, há um eco desse nome – o lance final é chamado checkmate (xeque-mate). O jogo, claro, é o xadrez. Ao longo do tempo, as peças, seus movimentos, as regras do jogo, tudo evoluiu. Por exemplo, já não existe um grão-vizir – que se metamorfoseou numa rainha, com poderes muito mais terríveis.A razão de um rei se deliciar com a invenção de um jogo chamado “Morte ao rei” é um mistério. Mas reza a história que ele ficou tão encantado que mandou o grão-vizir determinar sua própria recompensa por ter criado uma invenção tão magnífica. O grão-vizir tinha a resposta na ponta da língua: era um homem modesto, disse ao xá. Desejava apenas uma recompensa simples. Apontando as oito colunas e as oito filas de quadrados no tabuleiro que tinha inventado, pediu que lhe fosse dado um único grão de trigo no primeiro quadrado, o dobro dessa quantia no segundo, o dobro dessa quantia no terceiro e assim por diante, até que cada quadrado tivesse o seu complemento de trigo. Não, protestou o rei, era uma recompensa demasiado modesta para uma invenção tão importante. Ofereceu joias, dançarinas, palácios. Mas o grão-vizir, com os olhos apropriadamente baixos, recusou todas as ofertas. Só desejava pequenos montes de trigo. Assim, admirando-se secretamente da humildade e comedimento de seu conselheiro, o rei consentiu.No entanto, quando o mestre do Celeiro Real começou a contar os grãos, o rei se viu diante de uma surpresa desagradável. O número de grãos começa bem pequeno: 1, 2, 4, 8, 16, 32, 64, 128, 256, 512, 1024... mas quando se chega ao 64o quadrado, o número se torna colossal, esmagador. Na realidade, o número é quase 18,5 quintilhões*. Talvez o grão-vizir estivesse fazendo uma dieta rica em fibras.Quanto pesam 18,5 quintilhões de grãos de trigo? Se cada grão tivesse o tamanho de um milímetro, todos os grãos juntos pesariam cerca de 75 bilhões de toneladas métricas, o que é muito mais do que poderia ser armazenado nos celeiros do xá. Na verdade, esse número equivale a cerca de 150 anos da produção de trigo mundial no presente. O relato do que aconteceu a seguir não chegou até nós. Se o rei, inadimplente, culpando-se pela falta de atenção nos seus estudos de aritmética, entregou o reino ao vizir, ou se o último experimentou as aflições de um novo jogo chamado vizirmat, não temos o privilégio de saber.*1 quintilhão = 1 000 000 000 000 000 000 = 1018. Para se contar esse número a partir de 0 (um número por segundo, dia e noite), seriam necessários 32 bilhões de anos (mais tempo do que a idade do universo).(Carl Sagan. Bilhões e bilhões, 2008. Adaptado.)Considerado em seu contexto, o trecho “A razão de um rei se deliciar com a invenção de um jogo chamado ‘Morte ao rei’ é um mistério.” (2º parágrafo) sugere que6F7D6C76-06 Português
Interpretação de TextosUNIFESP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho inicial de um artigo do livro Bilhões e bilhões do astrônomo e divulgador científico Carl Sagan (1934-1996) para responder à questão.O tabuleiro de xadrez persaSegundo o modo como ouvi pela primeira vez a história, aconteceu na Pérsia antiga. Mas podia ter sido na Índia ou até na China. De qualquer forma, aconteceu há muito tempo. O grão-vizir, o principal conselheiro do rei, tinha inventado um novo jogo. Era jogado com peças móveis sobre um tabuleiro quadrado que consistia em 64 quadrados vermelhos e pretos. A peça mais importante era o rei. A segunda peça mais importante era o grão-vizir – exatamente o que se esperaria de um jogo inventado por um grão-vizir. O objetivo era capturar o rei inimigo e, por isso, o jogo era chamado, em persa, shahmat – shah para rei, mat para morto. Morte ao rei. Em russo, é ainda chamado shakhmat. Expressão que talvez transmita um remanescente sentimento revolucionário. Até em inglês, há um eco desse nome – o lance final é chamado checkmate (xeque-mate). O jogo, claro, é o xadrez. Ao longo do tempo, as peças, seus movimentos, as regras do jogo, tudo evoluiu. Por exemplo, já não existe um grão-vizir – que se metamorfoseou numa rainha, com poderes muito mais terríveis.A razão de um rei se deliciar com a invenção de um jogo chamado “Morte ao rei” é um mistério. Mas reza a história que ele ficou tão encantado que mandou o grão-vizir determinar sua própria recompensa por ter criado uma invenção tão magnífica. O grão-vizir tinha a resposta na ponta da língua: era um homem modesto, disse ao xá. Desejava apenas uma recompensa simples. Apontando as oito colunas e as oito filas de quadrados no tabuleiro que tinha inventado, pediu que lhe fosse dado um único grão de trigo no primeiro quadrado, o dobro dessa quantia no segundo, o dobro dessa quantia no terceiro e assim por diante, até que cada quadrado tivesse o seu complemento de trigo. Não, protestou o rei, era uma recompensa demasiado modesta para uma invenção tão importante. Ofereceu joias, dançarinas, palácios. Mas o grão-vizir, com os olhos apropriadamente baixos, recusou todas as ofertas. Só desejava pequenos montes de trigo. Assim, admirando-se secretamente da humildade e comedimento de seu conselheiro, o rei consentiu.No entanto, quando o mestre do Celeiro Real começou a contar os grãos, o rei se viu diante de uma surpresa desagradável. O número de grãos começa bem pequeno: 1, 2, 4, 8, 16, 32, 64, 128, 256, 512, 1024... mas quando se chega ao 64o quadrado, o número se torna colossal, esmagador. Na realidade, o número é quase 18,5 quintilhões*. Talvez o grão-vizir estivesse fazendo uma dieta rica em fibras.Quanto pesam 18,5 quintilhões de grãos de trigo? Se cada grão tivesse o tamanho de um milímetro, todos os grãos juntos pesariam cerca de 75 bilhões de toneladas métricas, o que é muito mais do que poderia ser armazenado nos celeiros do xá. Na verdade, esse número equivale a cerca de 150 anos da produção de trigo mundial no presente. O relato do que aconteceu a seguir não chegou até nós. Se o rei, inadimplente, culpando-se pela falta de atenção nos seus estudos de aritmética, entregou o reino ao vizir, ou se o último experimentou as aflições de um novo jogo chamado vizirmat, não temos o privilégio de saber.*1 quintilhão = 1 000 000 000 000 000 000 = 1018. Para se contar esse número a partir de 0 (um número por segundo, dia e noite), seriam necessários 32 bilhões de anos (mais tempo do que a idade do universo).(Carl Sagan. Bilhões e bilhões, 2008. Adaptado.)Assinale a alternativa cujo excerto se afasta da lógica exposta pela fábula do tabuleiro de xadrez persa.6F7721AC-06 Português
Interpretação de TextosUNIFESP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho inicial de um artigo do livro Bilhões e bilhões do astrônomo e divulgador científico Carl Sagan (1934-1996) para responder à questão.O tabuleiro de xadrez persaSegundo o modo como ouvi pela primeira vez a história, aconteceu na Pérsia antiga. Mas podia ter sido na Índia ou até na China. De qualquer forma, aconteceu há muito tempo. O grão-vizir, o principal conselheiro do rei, tinha inventado um novo jogo. Era jogado com peças móveis sobre um tabuleiro quadrado que consistia em 64 quadrados vermelhos e pretos. A peça mais importante era o rei. A segunda peça mais importante era o grão-vizir – exatamente o que se esperaria de um jogo inventado por um grão-vizir. O objetivo era capturar o rei inimigo e, por isso, o jogo era chamado, em persa, shahmat – shah para rei, mat para morto. Morte ao rei. Em russo, é ainda chamado shakhmat. Expressão que talvez transmita um remanescente sentimento revolucionário. Até em inglês, há um eco desse nome – o lance final é chamado checkmate (xeque-mate). O jogo, claro, é o xadrez. Ao longo do tempo, as peças, seus movimentos, as regras do jogo, tudo evoluiu. Por exemplo, já não existe um grão-vizir – que se metamorfoseou numa rainha, com poderes muito mais terríveis.A razão de um rei se deliciar com a invenção de um jogo chamado “Morte ao rei” é um mistério. Mas reza a história que ele ficou tão encantado que mandou o grão-vizir determinar sua própria recompensa por ter criado uma invenção tão magnífica. O grão-vizir tinha a resposta na ponta da língua: era um homem modesto, disse ao xá. Desejava apenas uma recompensa simples. Apontando as oito colunas e as oito filas de quadrados no tabuleiro que tinha inventado, pediu que lhe fosse dado um único grão de trigo no primeiro quadrado, o dobro dessa quantia no segundo, o dobro dessa quantia no terceiro e assim por diante, até que cada quadrado tivesse o seu complemento de trigo. Não, protestou o rei, era uma recompensa demasiado modesta para uma invenção tão importante. Ofereceu joias, dançarinas, palácios. Mas o grão-vizir, com os olhos apropriadamente baixos, recusou todas as ofertas. Só desejava pequenos montes de trigo. Assim, admirando-se secretamente da humildade e comedimento de seu conselheiro, o rei consentiu.No entanto, quando o mestre do Celeiro Real começou a contar os grãos, o rei se viu diante de uma surpresa desagradável. O número de grãos começa bem pequeno: 1, 2, 4, 8, 16, 32, 64, 128, 256, 512, 1024... mas quando se chega ao 64o quadrado, o número se torna colossal, esmagador. Na realidade, o número é quase 18,5 quintilhões*. Talvez o grão-vizir estivesse fazendo uma dieta rica em fibras.Quanto pesam 18,5 quintilhões de grãos de trigo? Se cada grão tivesse o tamanho de um milímetro, todos os grãos juntos pesariam cerca de 75 bilhões de toneladas métricas, o que é muito mais do que poderia ser armazenado nos celeiros do xá. Na verdade, esse número equivale a cerca de 150 anos da produção de trigo mundial no presente. O relato do que aconteceu a seguir não chegou até nós. Se o rei, inadimplente, culpando-se pela falta de atenção nos seus estudos de aritmética, entregou o reino ao vizir, ou se o último experimentou as aflições de um novo jogo chamado vizirmat, não temos o privilégio de saber.*1 quintilhão = 1 000 000 000 000 000 000 = 1018. Para se contar esse número a partir de 0 (um número por segundo, dia e noite), seriam necessários 32 bilhões de anos (mais tempo do que a idade do universo).(Carl Sagan. Bilhões e bilhões, 2008. Adaptado.)No artigo, o recurso à ironia está bem exemplificado em:8C919095-F8 Português
Análise sintáticaUEG · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. p. 15. (Adaptado).
A oração “à medida que o crescimento da população humana estressa a capacidade dos sistemas naturais em manter sua estrutura e funcionamento” (linhas 4-5) estabelece com a oração principal uma relação de8C8EB9D4-F8 Português
Flexão verbal de número (singular, plural)UEG · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. p. 15. (Adaptado).
No trecho “Os humanos já usurpam quase metade da produtividade biológica da biosfera. Não podemos assumir essa responsabilidade de forma negligente” (linhas 10-12), os períodos apresentam pessoas verbais diferentes. O uso da primeira pessoal do plural, no segundo período, constitui um recurso linguístico por meio do qual o autor214E5618-F7 Português
Interpretação de TextosUEG · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia a letra da canção e observe a pintura a seguir para responder à questão.Metamorfose ambulantePrefiro ser essa metamorfose ambulanteDo que ter aquela velha opinião formada sobre tudoQuero dizer agora o oposto do que eu disse antesEu prefiro ser essa metamorfose ambulanteDo que ter aquela velha opinião formada sobre tudoSobre o que é o amorSobre o que eu nem sei quem souSe hoje eu sou estrela amanhã já se apagouSe hoje eu lhe odeio amanhã lhe tenho amorLhe tenho amorLhe tenho horrorLhe faço amorEu sou um atorÉ chato chegar a um objetivo num instanteQuero viver nessa metamorfose ambulanteDo que ter aquela velha opinião formada sobre tudoVou desdizer aquilo tudo que eu lhe disse antesEu prefiro ser essa metamorfose ambulanteDo que ter aquela velha opinião formada sobre tudoVivi a viver a vida no segundo e no instantePrefiro ser essa metamorfose ambulanteDo que ter aquela velha opinião formada sobre tudoSEIXAS, Raul. Metamorfose ambulante. Disponível em: <https://www.letras.com.br/#!raul-seixas/metamorfose-ambulante>. Acesso em: 02 set. 2015.Tanto a letra da canção quanto a pintura são paradoxais porque expressam
429E44CB-F7 Português
Interpretação de TextosUNEMAT · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosAlgumas palavras e expressões funcionam como elementos de coesão no texto. Além de possibilitar uma transição de ideias entre fases e parágrafos, exprimem sentidos que garantem uma progressão temática.
Observe uma narrativa abaixo:O jogo transcorria sem incidentes, até que um atacante do tempo A cometeu uma falta visivelmente grave contra o goleiro do tempo B. O juiz não marcou, porque, segundo ele , o lance foi normal. Logo em seguida, um zagueiro do tempo B, numa dividida banal, derrubou um jogador do tempo A. E o juiz marcou falta! Sem dúvida, o juiz errou, acendendo a ira dos torcedores do tempo B. Inesperadamente, formou-se um verdadeira batalha nas arquibancadas, com as cenas lamentáveis que todos vimos. Algumas pessoas se feriram, sobretudo como que tentavam separar os brigões.Assinale a alternativa que indica, respectivamente, os sentidos presentes nos termos destacados.4294C1AF-F7 Português
Interpretação de TextosUNEMAT · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos[...]Grave, grave, o caso. Premia-nos uma multidão, e estava na área de baixa pressão do ciclone. -“Disse que era, mas que, vendo a humanidade já enlouquecida, e em véspera de mais tresloucar-se, inventara a decisão de se internar, voluntário: assim, quando a coisa se varresse de infernal a pior, já estava garantido ali, com lugar, tratamento e defesa, que, à maioria, cá fora, viriam a fazer falta ... ”- e o Adalgiso, a seguir, nem se culpava de venial descuido, quando no ir querer preencher-lhe a ficha.
- “Você se espanta?” - esquivei-me. De fato, o homem exagerara somente uma teoria antiga: a do professor Dartanhã, que, mesmo a nós, seus alunos, declarava-nos em quarenta por cento casos típicos, larvados; e, ainda, dos restantes, outra boa parte, apenas de mais puxado diagnóstico.
[...]Reaparecendo o humano e o estranho. O homem. Vejo que ele se vê, tivo de notá-lo. E algo terrível de repente se passou. Ele queria falar, mas a voz esmorecida; e embrulhou-se-lhe a fala. Estava em equilíbrio de razão: isto é, lúcido, nu, pendurado. Pior que lúcido, relucidado; com a cabeça comportada. Acordava! Seu acesso, pois, tivera termo, e, da ideia delirante, via-se dessonambulizado. Desintuído, desinfluído - se não se quando - soprado. Em doente consciente, apenas, detumescera-se, recuando ao real e autônomo, a seu mau pedaço de espaço e tempo, ao sem-fim do comedido.Aquele pobre homem descoroçoava. E tinha medo e tinha horror - de tão novamente humano. [...] Desprojetava-se, coitado, e tentava agarrar-se, inapto, à Razão Absoluta? Adivinhava isso o desvairar da multidão espaventosa - enlouquecida. Contra ele, que, de algum modo, de alguma maravilhosa continuação, de repente nos frustrava. Portanto, em baixo, alto bramiam.
Feros, ferozes. Ele estava são. Versânicos, queriam linchá-lo. [...](ROSA, João Guimarães. Primeiras estórias . Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001)O conto Darandina , de João Guimarães Rosa, narra o episódio de um homem que, após escapar de um instituto onde havia se internado e tentar alguns pequenos furtos, sobe em uma palmeira no meio de uma praça para escapar à perseguição das pessoas, tirando a própria roupa e provocando aglomeração e desordem. A partir dos trechos acima, que se situam os próximos ao início e ao fim do conto, respectivamente, percebe-se que:428DC1BD-F7 Português
Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)UNEMAT · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosMeninos Carvoeiros
Os meninos carvoeiros
Passam a caminho da cidade.
- Eh, carvoeiro!
E vão tocando os animais com um relho enorme.
Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem.
(Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe, dobrando-se com um gemido.)- Eh, carvoeiro! Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles ...
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis!
- Eh, carvoeiro!
Quando voltam, mordendo num pão encarvoado.Encarapitados nas alimárias,
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos desamparados!
(BANDEIRA, Manuel. Antologia Poética. 10ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1978)
O poema aborda um grave problema social, que é o trabalho infantil. A gravidade do tema está coerente com um dos versos cuja conjugação verbal destoa da aparente descontração dos meninos. Assinale-o.
42874BB3-F7 Português
Interpretação de TextosUNEMAT · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosCrise da ÁguaCantareira bate novo recorde negativo e opera com 3,2% de sua capacidadeO sistema Cantareira voltou a ter mais um recorde negativo nesta quarta-feira (22). De acordo com dados da Sabesp, o nível do reservatório é de apenas 3,2%, índice considerado o pior da história. Desde a segunda (20), chuvas têm atingido o reservatório, mas sem impedir a queda nos índices.Mesmo diante da grave crise hídrica, o governo estadual ainda se nega a fazer um racionamento na cidade.Novo BônusNa terça-feira (21), o Conselho Diretor da Sabesp, responsável pelo abastecimento na Grande São Paulo, aprovou proposta do governo estadual de conceder a redução na conta de água para os que não atingirem o patamar de 20%, necessário para obter o atual desconto de 30%.Pelas novas regras, o bônus antigo continua em vigor, mas quem conseguir economizar de 10% a 15%, ganhará uma redução de 10% na conta de água.Se o consumo cair de 15% a 20%, o desconto será de 20%.A proposta será enviada agora para a Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia), que definirá a data para a iniciativa entrar em vigor.Disponível em: www.1.folha.uol.com.br./cotidiano/2014. Acesso em 22 out. 2014.No trecho “Mesmo diante da grave crise hídrica, o governo estadual ainda se nega a fazer um racionamento na cidade.”, a palavra em destaque:7C73F275-F6 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUniversidade Nove de Julho – UNINOVE · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosConforme as informações do terceiro parágrafo, a medicina atualLeia o texto para responder à questão.
You need only go back 70 years to a time when a scratch and a common infection could prove deadly. Routine surgery and childbirth could be a hazardous business. Penicillin had been discovered in 1928 by Sir Alexander Fleming, but human trials did not begin for over a decade. The first patient was an Oxford policeman, Albert Alexander, who had scratched his face on a rose bush and the wound became seriously infected (another historical version has him injured in a bombing raid). He was treated with penicillin and his condition rapidly improved, but supplies ran out before he could be cured and he died. By the end of the war penicillin was being widely produced, and other drugs quickly followed - marking the start of the antibiotic era.So most of us have grown up with these miracle drugs readily available. It’s understandable that patients and some doctors simply can’t comprehend the concept of a pre-antibiotic world. But that is what’s at stake unless the threat is taken seriously.• Rise of superbugsMuch of modern medicine is now underpinned by antibiotics. Surgery is more invasive than ever: from hip replacements to cancer treatment and transplants - antibiotics are essential to prevent and treat infection. There have been repeated calls on doctors to curb the overuse of antibiotics going back many years.Whilst it is important that the NHS (National Health System in England) exercises better stewardship of antibiotics, it is worth remembering that this is a global problem that requires global solutions. Superbug infections respect no borders and have spread from continent to continent with ease. This is a serious concern because many developing countries have far poorer controls on antibiotic use.• MisuseLast year the World Health Organization found that some antibiotics could be bought legally over the counter in 19 out of 43 European countries surveyed. Then there is the widespread misuse of antibiotics in agriculture, in farmed animals and fish. More antibiotics are used in livestock production than for human health and there is widespread concern about the use of long-term, low-dose antibiotics in animal feed in countries like the US, China and India.Part of the problem is due to simple evolutionary pressure: bacteria are constantly evolving, and resistant strains emerging. This means there is a constant battle to stay ahead of the germs. But developing new antibiotics has proved hugely difficult - it’s nearly 30 years since the last new class of antibiotics came on the market.7C6F8D2C-F6 Inglês
Palavras conectivas | Connective wordsUniversidade Nove de Julho – UNINOVE · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
You need only go back 70 years to a time when a scratch and a common infection could prove deadly. Routine surgery and childbirth could be a hazardous business. Penicillin had been discovered in 1928 by Sir Alexander Fleming, but human trials did not begin for over a decade. The first patient was an Oxford policeman, Albert Alexander, who had scratched his face on a rose bush and the wound became seriously infected (another historical version has him injured in a bombing raid). He was treated with penicillin and his condition rapidly improved, but supplies ran out before he could be cured and he died. By the end of the war penicillin was being widely produced, and other drugs quickly followed - marking the start of the antibiotic era.So most of us have grown up with these miracle drugs readily available. It’s understandable that patients and some doctors simply can’t comprehend the concept of a pre-antibiotic world. But that is what’s at stake unless the threat is taken seriously.• Rise of superbugsMuch of modern medicine is now underpinned by antibiotics. Surgery is more invasive than ever: from hip replacements to cancer treatment and transplants - antibiotics are essential to prevent and treat infection. There have been repeated calls on doctors to curb the overuse of antibiotics going back many years.Whilst it is important that the NHS (National Health System in England) exercises better stewardship of antibiotics, it is worth remembering that this is a global problem that requires global solutions. Superbug infections respect no borders and have spread from continent to continent with ease. This is a serious concern because many developing countries have far poorer controls on antibiotic use.• MisuseLast year the World Health Organization found that some antibiotics could be bought legally over the counter in 19 out of 43 European countries surveyed. Then there is the widespread misuse of antibiotics in agriculture, in farmed animals and fish. More antibiotics are used in livestock production than for human health and there is widespread concern about the use of long-term, low-dose antibiotics in animal feed in countries like the US, China and India.Part of the problem is due to simple evolutionary pressure: bacteria are constantly evolving, and resistant strains emerging. This means there is a constant battle to stay ahead of the germs. But developing new antibiotics has proved hugely difficult - it’s nearly 30 years since the last new class of antibiotics came on the market.No trecho final do segundo parágrafo “unless the threat is taken seriously”, o termo em destaque introduz uma ideia de7C66017C-F6 Inglês
Palavras conectivas | Connective wordsUniversidade Nove de Julho – UNINOVE · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
You need only go back 70 years to a time when a scratch and a common infection could prove deadly. Routine surgery and childbirth could be a hazardous business. Penicillin had been discovered in 1928 by Sir Alexander Fleming, but human trials did not begin for over a decade. The first patient was an Oxford policeman, Albert Alexander, who had scratched his face on a rose bush and the wound became seriously infected (another historical version has him injured in a bombing raid). He was treated with penicillin and his condition rapidly improved, but supplies ran out before he could be cured and he died. By the end of the war penicillin was being widely produced, and other drugs quickly followed - marking the start of the antibiotic era.So most of us have grown up with these miracle drugs readily available. It’s understandable that patients and some doctors simply can’t comprehend the concept of a pre-antibiotic world. But that is what’s at stake unless the threat is taken seriously.• Rise of superbugsMuch of modern medicine is now underpinned by antibiotics. Surgery is more invasive than ever: from hip replacements to cancer treatment and transplants - antibiotics are essential to prevent and treat infection. There have been repeated calls on doctors to curb the overuse of antibiotics going back many years.Whilst it is important that the NHS (National Health System in England) exercises better stewardship of antibiotics, it is worth remembering that this is a global problem that requires global solutions. Superbug infections respect no borders and have spread from continent to continent with ease. This is a serious concern because many developing countries have far poorer controls on antibiotic use.• MisuseLast year the World Health Organization found that some antibiotics could be bought legally over the counter in 19 out of 43 European countries surveyed. Then there is the widespread misuse of antibiotics in agriculture, in farmed animals and fish. More antibiotics are used in livestock production than for human health and there is widespread concern about the use of long-term, low-dose antibiotics in animal feed in countries like the US, China and India.Part of the problem is due to simple evolutionary pressure: bacteria are constantly evolving, and resistant strains emerging. This means there is a constant battle to stay ahead of the germs. But developing new antibiotics has proved hugely difficult - it’s nearly 30 years since the last new class of antibiotics came on the market.No trecho inicial do segundo parágrafo “So most of us have grown up with these miracle drugs readily available”, o termo em destaque pode ser substituído, sem alteração de sentido, por7C5DB41D-F6 Inglês
Verbos modais | Modal verbsUniversidade Nove de Julho – UNINOVE · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
You need only go back 70 years to a time when a scratch and a common infection could prove deadly. Routine surgery and childbirth could be a hazardous business. Penicillin had been discovered in 1928 by Sir Alexander Fleming, but human trials did not begin for over a decade. The first patient was an Oxford policeman, Albert Alexander, who had scratched his face on a rose bush and the wound became seriously infected (another historical version has him injured in a bombing raid). He was treated with penicillin and his condition rapidly improved, but supplies ran out before he could be cured and he died. By the end of the war penicillin was being widely produced, and other drugs quickly followed - marking the start of the antibiotic era.So most of us have grown up with these miracle drugs readily available. It’s understandable that patients and some doctors simply can’t comprehend the concept of a pre-antibiotic world. But that is what’s at stake unless the threat is taken seriously.• Rise of superbugsMuch of modern medicine is now underpinned by antibiotics. Surgery is more invasive than ever: from hip replacements to cancer treatment and transplants - antibiotics are essential to prevent and treat infection. There have been repeated calls on doctors to curb the overuse of antibiotics going back many years.Whilst it is important that the NHS (National Health System in England) exercises better stewardship of antibiotics, it is worth remembering that this is a global problem that requires global solutions. Superbug infections respect no borders and have spread from continent to continent with ease. This is a serious concern because many developing countries have far poorer controls on antibiotic use.• MisuseLast year the World Health Organization found that some antibiotics could be bought legally over the counter in 19 out of 43 European countries surveyed. Then there is the widespread misuse of antibiotics in agriculture, in farmed animals and fish. More antibiotics are used in livestock production than for human health and there is widespread concern about the use of long-term, low-dose antibiotics in animal feed in countries like the US, China and India.Part of the problem is due to simple evolutionary pressure: bacteria are constantly evolving, and resistant strains emerging. This means there is a constant battle to stay ahead of the germs. But developing new antibiotics has proved hugely difficult - it’s nearly 30 years since the last new class of antibiotics came on the market.No trecho do primeiro parágrafo “Routine surgery and childbirth could be a hazardous business”, o termo em destaque pode ser substituído, sem alteração de sentido, por7BC1E724-F6 Português
Interpretação de TextosUniversidade Nove de Julho – UNINOVE · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto de Marshall Berman para responder à questão.Existe um tipo de experiência vital − experiência de tempo e espaço, de si mesmo e dos outros, das possibilidades e dos perigos da vida − que é compartilhada por homens e mulheres em todo o mundo, hoje. Designarei esse conjunto de experiências como “modernidade”. Ser moderno é encontrar-se em um ambiente que promete aventura, poder, alegria, crescimento, autotransformação e transformação das coisas em redor −, mas ao mesmo tempo ameaça destruir tudo o que temos, tudo o que sabemos, tudo o que somos. A experiência ambientada na modernidade anula todas as fronteiras geográficas e raciais, de classe e nacionalidade, de religião e ideologia: nesse sentido, pode-se dizer que a modernidade une a espécie humana. Porém, é uma unidade paradoxal, uma unidade de desunidade: ela nos despeja a todos num turbilhão de permanente desintegração e mudança, de luta e contradição, de ambiguidade e angústia. Ser moderno é fazer parte de um universo no qual, como disse Marx, “tudo que é sólido desmancha no ar”.(Tudo que é sólido desmancha no ar, 2007. Adaptado.)Segundo o texto, a modernidade7BBE0EC8-F6 Português
Análise sintáticaUniversidade Nove de Julho – UNINOVE · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto de Herbert Marcuse para responder à questão.O conceito de homem que emerge da teoria freudiana é a mais irrefutável acusação à civilização ocidental – e, ao mesmo tempo, a mais inabalável defesa dessa civilização. Segundo Freud, a história do homem é a história da sua repressão. A cultura coage tanto a sua existência social como a biológica, não só partes do ser humano, mas também sua própria estrutura instintiva. Contudo, essa coação é a própria precondição do progresso. Se tivessem liberdade de perseguir seus objetivos naturais, os instintos básicos do homem seriam incompatíveis com toda a associação e preservação duradoura: destruiriam até aquilo a que se unem ou em que se conjugam. Sua força destrutiva deriva do fato de eles lutarem por uma gratificação que a cultura não pode consentir: a gratificação como tal e como um fim em si mesma, a qualquer momento. Portanto, os instintos têm de ser desviados de seus objetivos, inibidos em seus anseios. A civilização começa quando o objetivo primário – isto é, a satisfação integral de necessidades – é abandonado.
(Eros e civilização, 1999. Adaptado.)“Se tivessem liberdade de perseguir seus objetivos naturais, os instintos básicos do homem seriam incompatíveis com toda a associação e preservação duradoura:”A oração destacada, em relação à oração que a sucede, tem o sentido de7BB8AD53-F6 Português
Interpretação de TextosUniversidade Nove de Julho – UNINOVE · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto de Herbert Marcuse para responder à questão.O conceito de homem que emerge da teoria freudiana é a mais irrefutável acusação à civilização ocidental – e, ao mesmo tempo, a mais inabalável defesa dessa civilização. Segundo Freud, a história do homem é a história da sua repressão. A cultura coage tanto a sua existência social como a biológica, não só partes do ser humano, mas também sua própria estrutura instintiva. Contudo, essa coação é a própria precondição do progresso. Se tivessem liberdade de perseguir seus objetivos naturais, os instintos básicos do homem seriam incompatíveis com toda a associação e preservação duradoura: destruiriam até aquilo a que se unem ou em que se conjugam. Sua força destrutiva deriva do fato de eles lutarem por uma gratificação que a cultura não pode consentir: a gratificação como tal e como um fim em si mesma, a qualquer momento. Portanto, os instintos têm de ser desviados de seus objetivos, inibidos em seus anseios. A civilização começa quando o objetivo primário – isto é, a satisfação integral de necessidades – é abandonado.
(Eros e civilização, 1999. Adaptado.)Para o autor do texto,7BA5B85A-F6 Português
RegênciaUniversidade Nove de Julho – UNINOVE · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do romance O guarani, de José de Alencar, para responder à questão.Quando a cavalgata chegou à margem da clareira, aí se passava uma cena curiosa.Em pé, no meio do espaço que formava a grande abóbada de árvores, encostado a um velho tronco decepado pelo raio, via-se um índio na flor da idade.Uma simples túnica de algodão, a que os indígenas chamavam aimará, apertada à cintura por uma faixa de penas escarlates, caía-lhe dos ombros até ao meio da perna, e desenhava o talhe delgado e esbelto como um junco selvagem.Sobre a alvura diáfana do algodão, a sua pele, cor do cobre, brilhava com reflexos dourados; os cabelos pretos cortados rentes, a tez lisa, os olhos grandes com os cantos exteriores erguidos para a fronte; a pupila negra, móbil, cintilante; a boca forte mas bem modelada e guarnecida de dentes alvos, davam ao rosto pouco oval a beleza inculta da graça, da força e da inteligência.Tinha a cabeça cingida por uma fita de couro, à qual se prendiam do lado esquerdo duas plumas matizadas, que descrevendo uma longa espiral, vinham roçar com as pontas negras o pescoço flexível.Era de alta estatura; tinha as mãos delicadas; a perna ágil e nervosa, ornada com uma axorca1 de frutos amarelos, apoiava-se sobre um pé pequeno, mas firme no andar e veloz na corrida. Segurava o arco e as flechas com a mão direita caída, e com a esquerda mantinha verticalmente diante de si um longo forcado de pau enegrecido pelo fogo.(O guarani, 2006.)1 axorca: argolaEm “mantinha verticalmente diante de si um longo forcado de pau enegrecido pelo fogo”, o verbo em destaque é7B9FDD6B-F6 Português
AdjetivosUniversidade Nove de Julho – UNINOVE · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do romance O guarani, de José de Alencar, para responder à questão.Quando a cavalgata chegou à margem da clareira, aí se passava uma cena curiosa.Em pé, no meio do espaço que formava a grande abóbada de árvores, encostado a um velho tronco decepado pelo raio, via-se um índio na flor da idade.Uma simples túnica de algodão, a que os indígenas chamavam aimará, apertada à cintura por uma faixa de penas escarlates, caía-lhe dos ombros até ao meio da perna, e desenhava o talhe delgado e esbelto como um junco selvagem.Sobre a alvura diáfana do algodão, a sua pele, cor do cobre, brilhava com reflexos dourados; os cabelos pretos cortados rentes, a tez lisa, os olhos grandes com os cantos exteriores erguidos para a fronte; a pupila negra, móbil, cintilante; a boca forte mas bem modelada e guarnecida de dentes alvos, davam ao rosto pouco oval a beleza inculta da graça, da força e da inteligência.Tinha a cabeça cingida por uma fita de couro, à qual se prendiam do lado esquerdo duas plumas matizadas, que descrevendo uma longa espiral, vinham roçar com as pontas negras o pescoço flexível.Era de alta estatura; tinha as mãos delicadas; a perna ágil e nervosa, ornada com uma axorca1 de frutos amarelos, apoiava-se sobre um pé pequeno, mas firme no andar e veloz na corrida. Segurava o arco e as flechas com a mão direita caída, e com a esquerda mantinha verticalmente diante de si um longo forcado de pau enegrecido pelo fogo.(O guarani, 2006.)1 axorca: argolaIdentifica-se corretamente no texto4E9DE396-FD Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFGV · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
Adapted from Foreign Affairs, July/August 2014.
With respect to the “elderly, middle-class woman” mentioned in paragraph 3, which of the following is most supported by the information in the article?