Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil
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4.021 questões encontradas. Mostrando a página 86 de 202.
CBE9D97A-03 Considere o poema de Augusto Massi para responder à questão.Homem rindoA roda de amigossacudida por umarajada de risos.Me concentro numhomem tímido quesorri por dentro.Deslocado na rodarapidamente cortao riso pela raiz.Mas o riso retorna.Coceira furiosa nosorifícios do nariz.Bebe graça no gargalorola rala racha o bicori até ficar sem graça.A rodada de amigosexplode às gargalhadas:o tímido é sua cachaça.(Negativo, 1991.)
“Deslocado na rodarapidamente cortao riso pela raiz.”A expressão “cortar pela raiz” equivale a
922868B8-02 Português
Gêneros TextuaisCentro Universitário de Volta Redonda · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosA indiferença com a violência nas favelas do Rio de Janeiro
O silêncio de autoridades e instituições revela o fatalismo de uma política de segurança pública falida
Marcelo Baumann Burgo
A rotina de tiroteios em diversas favelas do Rio de Janeiro tem por cenário um labirinto de casas recheadas de seres humanos, acuados e humilhados. O quadro ultrapassa as raias do absurdo, e nem os escritores do realismo mágico seriam capazes de imaginá-lo.
O que mais surpreende, contudo, é o silêncio condescendente das autoridades e instituições cujo papel deveria ser o de, antes de qualquer outra coisa, zelar pelas garantias mínimas do direito à vida e integridade física dos cidadãos.
Mas ao que tudo indica, para os moradores das favelas cariocas, nem mesmo esse aspecto elementar do pacto hobbesiano tem sido preservado, o que sugere que, para eles, a lei é a da barbárie. Na favela da Rocinha, por exemplo, desde setembro de 2017, a cada três dias pelo menos uma pessoa – incluindo policiais - morreu nesses confrontos.
O primeiro e mais ensurdecedor silêncio é o do governador e das autoridades da segurança pública estaduais e federais. No máximo, se manifestam quando algum policial é morto no “campo de batalha”, para lamentar sua perda e reafirmar o “espírito de combate da tropa”.
Diante desse silêncio deliberado, ficam no ar várias perguntas: como explicar o sentido de uma política de segurança que tem como efeito real a tortura diária da população das favelas, que se vê obrigada a conviver com um fogo cruzado intenso e aleatório? Quem realmente responde por ela, e pelas mortes e sofrimento que ela provoca? Onde se pretende chegar com isso? Quais as suas razões “técnicas”, se é que não é uma ofensa às vítimas formular essa pergunta? SILÊNCIO...
Sob esse primeiro vácuo de respostas, há um segundo nível de silêncio, o das instituições que deveriam questionar as autoridades estaduais e federais. Cadê os poderes legislativos, que não criam um grupo suprapartidário de parlamentares para interpelar o governo? Neste caso, não vale alegar que estamos aguardando as próximas eleições para “fazer o debate”, pois o sofrimento é hoje, e a morte espreita diariamente a vida dessa população.
E o Ministério Público, que não organiza uma força-tarefa para, tempestivamente, proteger a ordem jurídica escandalosamente violada, com a agressão de todo tipo aos direitos fundamentais dos cidadãos? SILÊNCIO...
Sob essa segunda e espessa camada de silêncios, subsiste uma terceira igualmente decisiva, a da grande imprensa. Não que ela não faça a crônica diária dos tiroteios, mas em geral as faz descrevendo os fatos com aparente neutralidade, como se eles simplesmente fizessem parte da rotina, não dando sinais, portanto, de que reflete sobre o que significa informar, em uma mesma matéria, que três ou quatro pessoas morreram ou se feriram, e que a operação teve como saldo a apreensão de “um fuzil”, “dez trouxinhas de maconha”, e “alguns papelotes de cocaína”...
Cadê os editoriais cobrando respostas das autoridades? Cadê o trabalho que, em outras áreas da vida pública, por exemplo na questão da corrupção, a grande imprensa faz com tanto zelo para mobilizar a opinião pública? No caso da rotina de tiroteios nas favelas o que parece resultar do trabalho da grande imprensa é o oposto da mobilização, ou seja, um efeito de resignação diante da violência ordinária.
Restaria, ainda, a sociedade civil organizada. Cadê a OAB, CNBB, ABI, as universidades, associações de bairro, e tantas outras que se irmanaram na luta contra a ditadura? Para ser justo com elas, até esboçaram alguma reação, mas sem força para fazer diferença. Com isso, tudo se passa como se esse bangue-bangue diário e estúpido dissesse respeito apenas aos moradores das favelas. Será que devemos esperar que somente eles se mobilizem?
Como se vê, para além de quaisquer outras razões de ordem econômica e social, o que se passa com a (in)segurança nos territórios populares do Rio de Janeiro deve ser creditado, antes de mais nada, aos silêncios e omissões de diferentes autoridades e instituições. Tal postura não deixa de revelar o quadro de fatalismo e perplexidade a que chegamos e não por acaso! Pois não há mesmo muito a se fazer com o modelo atual de segurança pública.
Em face de uma trama social que se torna cada vez mais complexa, a verdade é que não há como insistir com respostas casuísticas, provisórias e crescentemente brutais, que sintomaticamente já não podem prescindir do apoio recorrente das Forças Armadas.
Mas se é assim, que ao menos se reconheça, com honestidade, a necessidade de enfrentarmos um amplo debate sobre a reforma estrutural das instituições de segurança pública, a começar pelas polícias civil e militar. A cada dia, sua incompatibilidade com o projeto de democracia se mostra mais explícita.
O sofrimento de quem convive diariamente sob a tortura da loteria dos tiroteios nos territórios populares não terá como ser reparado, mas ainda não é tarde demais para mobilizarmos energia para esse debate.
No caso do Rio de Janeiro, o mínimo aceitável seria exigir que as autoridades, de um lado, contribuíssem para precipitar esta discussão e, de outro, interrompessem imediatamente a escalada do descalabro que elas vêm chancelando, movidas sabe-se lá por que tipo de cálculo.
Adaptado a partir de: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-indiferenca-com-a-violencia-nasfavelas-do-rio-de-janeiro /. Acesso em 10 de maio de 2018.
Na constituição do gênero do TEXTO, há a predominância do tipo textual:92207C29-02 Português
Interpretação de TextosCentro Universitário de Volta Redonda · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosA indiferença com a violência nas favelas do Rio de Janeiro
O silêncio de autoridades e instituições revela o fatalismo de uma política de segurança pública falida
Marcelo Baumann Burgo
A rotina de tiroteios em diversas favelas do Rio de Janeiro tem por cenário um labirinto de casas recheadas de seres humanos, acuados e humilhados. O quadro ultrapassa as raias do absurdo, e nem os escritores do realismo mágico seriam capazes de imaginá-lo.
O que mais surpreende, contudo, é o silêncio condescendente das autoridades e instituições cujo papel deveria ser o de, antes de qualquer outra coisa, zelar pelas garantias mínimas do direito à vida e integridade física dos cidadãos.
Mas ao que tudo indica, para os moradores das favelas cariocas, nem mesmo esse aspecto elementar do pacto hobbesiano tem sido preservado, o que sugere que, para eles, a lei é a da barbárie. Na favela da Rocinha, por exemplo, desde setembro de 2017, a cada três dias pelo menos uma pessoa – incluindo policiais - morreu nesses confrontos.
O primeiro e mais ensurdecedor silêncio é o do governador e das autoridades da segurança pública estaduais e federais. No máximo, se manifestam quando algum policial é morto no “campo de batalha”, para lamentar sua perda e reafirmar o “espírito de combate da tropa”.
Diante desse silêncio deliberado, ficam no ar várias perguntas: como explicar o sentido de uma política de segurança que tem como efeito real a tortura diária da população das favelas, que se vê obrigada a conviver com um fogo cruzado intenso e aleatório? Quem realmente responde por ela, e pelas mortes e sofrimento que ela provoca? Onde se pretende chegar com isso? Quais as suas razões “técnicas”, se é que não é uma ofensa às vítimas formular essa pergunta? SILÊNCIO...
Sob esse primeiro vácuo de respostas, há um segundo nível de silêncio, o das instituições que deveriam questionar as autoridades estaduais e federais. Cadê os poderes legislativos, que não criam um grupo suprapartidário de parlamentares para interpelar o governo? Neste caso, não vale alegar que estamos aguardando as próximas eleições para “fazer o debate”, pois o sofrimento é hoje, e a morte espreita diariamente a vida dessa população.
E o Ministério Público, que não organiza uma força-tarefa para, tempestivamente, proteger a ordem jurídica escandalosamente violada, com a agressão de todo tipo aos direitos fundamentais dos cidadãos? SILÊNCIO...
Sob essa segunda e espessa camada de silêncios, subsiste uma terceira igualmente decisiva, a da grande imprensa. Não que ela não faça a crônica diária dos tiroteios, mas em geral as faz descrevendo os fatos com aparente neutralidade, como se eles simplesmente fizessem parte da rotina, não dando sinais, portanto, de que reflete sobre o que significa informar, em uma mesma matéria, que três ou quatro pessoas morreram ou se feriram, e que a operação teve como saldo a apreensão de “um fuzil”, “dez trouxinhas de maconha”, e “alguns papelotes de cocaína”...
Cadê os editoriais cobrando respostas das autoridades? Cadê o trabalho que, em outras áreas da vida pública, por exemplo na questão da corrupção, a grande imprensa faz com tanto zelo para mobilizar a opinião pública? No caso da rotina de tiroteios nas favelas o que parece resultar do trabalho da grande imprensa é o oposto da mobilização, ou seja, um efeito de resignação diante da violência ordinária.
Restaria, ainda, a sociedade civil organizada. Cadê a OAB, CNBB, ABI, as universidades, associações de bairro, e tantas outras que se irmanaram na luta contra a ditadura? Para ser justo com elas, até esboçaram alguma reação, mas sem força para fazer diferença. Com isso, tudo se passa como se esse bangue-bangue diário e estúpido dissesse respeito apenas aos moradores das favelas. Será que devemos esperar que somente eles se mobilizem?
Como se vê, para além de quaisquer outras razões de ordem econômica e social, o que se passa com a (in)segurança nos territórios populares do Rio de Janeiro deve ser creditado, antes de mais nada, aos silêncios e omissões de diferentes autoridades e instituições. Tal postura não deixa de revelar o quadro de fatalismo e perplexidade a que chegamos e não por acaso! Pois não há mesmo muito a se fazer com o modelo atual de segurança pública.
Em face de uma trama social que se torna cada vez mais complexa, a verdade é que não há como insistir com respostas casuísticas, provisórias e crescentemente brutais, que sintomaticamente já não podem prescindir do apoio recorrente das Forças Armadas.
Mas se é assim, que ao menos se reconheça, com honestidade, a necessidade de enfrentarmos um amplo debate sobre a reforma estrutural das instituições de segurança pública, a começar pelas polícias civil e militar. A cada dia, sua incompatibilidade com o projeto de democracia se mostra mais explícita.
O sofrimento de quem convive diariamente sob a tortura da loteria dos tiroteios nos territórios populares não terá como ser reparado, mas ainda não é tarde demais para mobilizarmos energia para esse debate.
No caso do Rio de Janeiro, o mínimo aceitável seria exigir que as autoridades, de um lado, contribuíssem para precipitar esta discussão e, de outro, interrompessem imediatamente a escalada do descalabro que elas vêm chancelando, movidas sabe-se lá por que tipo de cálculo.
Adaptado a partir de: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-indiferenca-com-a-violencia-nasfavelas-do-rio-de-janeiro /. Acesso em 10 de maio de 2018.
Pode-se afirmar que o principal objetivo do TEXTO é:B054E5F1-02 Português
Interpretação de TextosUEA · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia os versos do poema “Os estatutos do homem”, de Thiago de Mello, para responder à questão.
Artigo 12
Decreta-se que nada será obrigado nem proibido.
Tudo será permitido,
sobretudo brincar com os rinocerontes
e caminhar pelas tardes
com uma imensa begônia na lapela.
(Estatutos do homem, 1986.)
No poema, expressam uma regra geral e um exemplo dessa regra, respectivamente,B04C05B4-02 Português
Coesão e coerênciaUEA · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosConsidere o trecho do romance O quinze, de Rachel de Queiroz, para responder à questão.
Armado com um cartãozinho do bispo e um bilhete particular de Conceição à senhora que administrava o serviço, Chico Bento conseguiu obter o ambicionado lugar no açude do Tauape.
No bilhete, a moça fazia o possível para comover a destinatária; e a senhora, apesar de já se ter habituado a esses pedidos que falavam sempre numa mesma pobreza extrema e em criancinhas famintas, achou jeito de desentulhar uma pá, e ela mesma guiou o vaqueiro aturdido, com seu ferro na mão, e o entregou ao feitor.
Duramente Chico Bento trabalhou todo o dia no serviço da barragem.
Só de longe em longe parava para tomar um fôlego, sentindo o pobre peito cansado e os músculos vadios.
E o almoço, ao meio-dia, onde, junto do pirão, um naco de carne cheiroso emergia, mal o soergueu e o animou.
Já era tão antiga, tão bem instalada a sua fome, para fugir assim, diante do primeiro prato de feijão, da primeira lasca de carne!…
(O quinze, 2009.)
“E o almoço, ao meio-dia, onde, junto do pirão, um naco de carne cheiroso emergia, mal o soergueu e o animou.” (5º parágrafo)Os pronomes sublinhados retomam o sentido de:B0492E3F-02 Português
Interpretação de TextosUEA · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosConsidere o trecho do romance O quinze, de Rachel de Queiroz, para responder à questão.
Armado com um cartãozinho do bispo e um bilhete particular de Conceição à senhora que administrava o serviço, Chico Bento conseguiu obter o ambicionado lugar no açude do Tauape.
No bilhete, a moça fazia o possível para comover a destinatária; e a senhora, apesar de já se ter habituado a esses pedidos que falavam sempre numa mesma pobreza extrema e em criancinhas famintas, achou jeito de desentulhar uma pá, e ela mesma guiou o vaqueiro aturdido, com seu ferro na mão, e o entregou ao feitor.
Duramente Chico Bento trabalhou todo o dia no serviço da barragem.
Só de longe em longe parava para tomar um fôlego, sentindo o pobre peito cansado e os músculos vadios.
E o almoço, ao meio-dia, onde, junto do pirão, um naco de carne cheiroso emergia, mal o soergueu e o animou.
Já era tão antiga, tão bem instalada a sua fome, para fugir assim, diante do primeiro prato de feijão, da primeira lasca de carne!…
(O quinze, 2009.)
No trecho selecionado, a palavra “armado” (1º parágrafo)B04586A9-02 Português
Interpretação de TextosUEA · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosConsidere o trecho do romance O quinze, de Rachel de Queiroz, para responder à questão.
Armado com um cartãozinho do bispo e um bilhete particular de Conceição à senhora que administrava o serviço, Chico Bento conseguiu obter o ambicionado lugar no açude do Tauape.
No bilhete, a moça fazia o possível para comover a destinatária; e a senhora, apesar de já se ter habituado a esses pedidos que falavam sempre numa mesma pobreza extrema e em criancinhas famintas, achou jeito de desentulhar uma pá, e ela mesma guiou o vaqueiro aturdido, com seu ferro na mão, e o entregou ao feitor.
Duramente Chico Bento trabalhou todo o dia no serviço da barragem.
Só de longe em longe parava para tomar um fôlego, sentindo o pobre peito cansado e os músculos vadios.
E o almoço, ao meio-dia, onde, junto do pirão, um naco de carne cheiroso emergia, mal o soergueu e o animou.
Já era tão antiga, tão bem instalada a sua fome, para fugir assim, diante do primeiro prato de feijão, da primeira lasca de carne!…
(O quinze, 2009.)
No romance O quinze, Chico Bento éEC5EA916-01 Português
Interpretação de TextosUEA · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto de Rodrigo Duarte para responder à questão.Um dos aspectos mais óbvios de nossa realidade – amplamente difundido em todo o mundo contemporâneo – é a divisão do tempo de cada um numa parte dedicada ao trabalho e noutra dedicada ao lazer. Mas essa realidade atual, por mais evidente que seja para nós, não deveria nos levar à crença enganosa de que terá sido sempre assim: a divisão entre tempo de trabalho e tempo livre – inexistente na Idade Média e no período que a sucedeu imediatamente – se consolidou apenas com o amadurecimento do modo de produção capitalista, isto é, após a chamada Revolução Industrial, que eliminou o trabalho produtivo realizado nas próprias casas dos trabalhadores (quase sempre com o auxílio de suas famílias), limitando as atividades à grande indústria: um estabelecimento exclusivamente dedicado à produção por meio de maquinário pesado, concentrando massas de operários em turnos de trabalhos previamente estabelecidos.Na Idade Média, por um lado, a aristocracia, mesmo não tendo necessidade de se dedicar a qualquer trabalho produtivo, reservava para si atividades que, não obstante seu caráter socialmente obrigatório, eram também consideradas prazerosas. Os bailes e jantares, as festas e os concertos, as caçadas e a frequência às óperas eram parte integrante da vida cortesã e nobre.Por outro lado, o horizonte vital das classes servis – e possivelmente também da burguesia em sua fase inicial – era dado pelo trabalho de sol a sol, com pouquíssimo tempo que extrapolasse a produção material. Esse exíguo período antes do sono preparador para a próxima jornada de trabalho, embora não deva ser entendido como tempo de lazer no sentido moderno do termo, provavelmente constituía o momento coletivo de se cantar e narrar, tempo que servia, ao mesmo tempo, como pretexto e elemento aglutinador para a comida e a bebida em comum.(Indústria cultural: uma introdução, 2010.)
“um estabelecimento exclusivamente dedicado à produção por meio de maquinário pesado, concentrando massas de operários em turnos de trabalhos previamente estabelecidos” (1° parágrafo)O termo sublinhado, no contexto em que está inserido, indica que se trata de4D4A505A-FD Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionEscola Superior de Propaganda e Marketing · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosBeyonce, colorism, and why all of this needs to end
by Ernest Owens
Yes, the Super Bowl was on fire. As one who is very critical of halftime show performances, I cannot deny that Beyoncé brought the energy and attention. All of this led to her releasing her tour dates for the Mrs. Carter Show. As excited as I was to actually buy these tickets, something turned me off. The poster.

If you haven’t seen the photographs for Beyonce’s new world tour, you probably wouldn’t even recognize her. You will see an image of what looks like a Victorian white woman in the Elizabethan era. Her (prosthetic) blonde hair puffed and extended to reveal a face that is almost as white as snow. Lips red and her skin powdered. This is not the same bronze Beyonce that I saw rocking the stage in an all female band with her darker Destiny’s Child counterparts. I was only left with memories of previous patterns that the multi-Grammy award winning artist had done in previous years in regards to her skin. And I asked myself the question: why, Bey?
Let’s not act like this is something new. Over the years, it seems as though Beyonce has gotten lighter as she has gotten older. No, this is not genetics and let’s not pretend her skin color in her first Destiny’s Child album cover matches that of her latest album. Whether it is that highly controversial Revlon advertisement or her own album cover art, Beyonce has consistently been called out on alterations done to her pigments.
What does this say about our society for black women? It tells me that, an independent, confident and successful woman of color still struggles to have the confidence to fully embrace the skin she is in. If one of the most powerful women in entertainment feels she has to lighten her skin for projection, what does that say for the rest of us?
Believe it or not, colorism, the stigma associated with skin complexion, has been an ill that has not yet been dissolved by the black community. What was first given to us by slave masters in separating the house slaves from the field ones, has now taken place in how we objectify our women and each other.
This is pretty problematic in many ways. It’s first of all self-loathing and unnecessary for today’s times. The fact that our nation had an African-American first lady with a complexion that isn’t on the lighter side of the spectrum, nor does it try to be, shows a compelling advancement in appreciation for all women of color in many ways.
Furthermore, the only reason why such stigma in our country continues is contributed to our own behavior that is shaped by the influential people of color around us. It devastated me when I saw that Sammy Sosa had lightened his skin. As successful as he was in a field that was not necessarily fixated on male skin complexion, it saddened me to see him do it. In many ways, it even made me reflect back on the transition of the late great Michael Jackson and what explanations he had for such a more pale white appearance.
And why does all of this matter? Because I grew up hearing stories of young dark black girls getting their faces scrubbed with skin lightening soaps out of their free will. Tales of young women being abandoned by their mothers because they were too dark.
If this is the reality that had more implications back in the early 20th century than it does now, please stop it. Stop trying to explain why you are dating the ebony skin girl. Stop making it seem exceptional that a girl of a darker complexion is actually attractive. Celebrities, stop putting extraneous powders and lighteners on your skin: we all know what you used to look like and we still love you. And people of color: let’s not continue to perpetuate an oppressive cycle of self-loathing of our appearance and heritage. If this can be accomplished, then perhaps even in our own race we can truly make our lives not be judged by the color of our skin but by the content of our character.
(adapted from www.huffingtonpost.com, 14/02/2013)
According the article:C618CD7C-9E Português
Interpretação de TextosUniversidade Luterana do Brasil · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se à tira abaixo, disponível em https://i1.wp.com/www.humorpolitico.com.br/wp-content/uploads/2018/01/fakenews.jpg?resize=580%2C420&ssl=1
Leia as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta.
I – O facebook será fechado em função das fake news.
II – O compartilhamento de mensagens falsas é legalizado no Brasil.
III – A publicação de conteúdos falsos nas redes sociais consiste em um ato criminoso.
C611BB92-9E Português
Análise sintáticaUniversidade Luterana do Brasil · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao texto adaptado Fake news no Facebook: veja quais foram as mais compartilhadas em 2017, de Jessé Giotti, disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/noticia/2018/01/fake-news-no-facebook-vejaquais-foram-as-mais-compartilhadas-em-2017-cjbwcc88q04s001lsf1fr59iy.html.
Com base no fragmento abaixo, leia as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
“Em entrevista em abril ao BuzzFeed, o dono se vangloria por ser reconhecido ‘como um dos sites mais notórios em boatos e notícias satíricas da internet’. Tecnicamente, portanto, seu site não produziria fake news.” (l. 20-22)
I – No primeiro período do trecho, há a presença de uma oração sem sujeito.
II – No primeiro período do trecho, há a presença de quatro orações.
III – O período sublinhado corresponde a um período simples.
Está (ão) correta (s):
C60E8636-9E Português
Análise sintáticaUniversidade Luterana do Brasil · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao texto adaptado Fake news no Facebook: veja quais foram as mais compartilhadas em 2017, de Jessé Giotti, disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/noticia/2018/01/fake-news-no-facebook-vejaquais-foram-as-mais-compartilhadas-em-2017-cjbwcc88q04s001lsf1fr59iy.html.
Leia o fragmento abaixo e assinale a alternativa que indica a função sintática do trecho sublinhado.
“Até agora, os esforços não trouxeram grandes resultados.” (l. 2-3)
C607AAFF-9E Português
Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e AbreviaçãoUniversidade Luterana do Brasil · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao texto adaptado Fake news no Facebook: veja quais foram as mais compartilhadas em 2017, de Jessé Giotti, disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/noticia/2018/01/fake-news-no-facebook-vejaquais-foram-as-mais-compartilhadas-em-2017-cjbwcc88q04s001lsf1fr59iy.html.
Assinale a alternativa que indica o processo de formação de palavras de “levantamento”.C5FD8E60-9E Português
Coesão e coerênciaUniversidade Luterana do Brasil · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao texto Você anda espalhando mentiras por aí, de Eugênio Bucci, disponível em https://epoca.globo.com/politica/eugenio-bucci/noticia/2017/08/voce-anda-espalhando-mentiras-por-ai.html.
Com base no fragmento abaixo, leia as afirmações e marque a alternativa correta.
“Fique de olho. Antes de tudo, fique de olho no seu próprio comportamento nas redes sociais. Não basta checar as origens das mensagens, embora isso ajude. Não basta conferir se elas foram produzidas por órgãos de imprensa conhecidos e responsáveis. Mais do que isso, é preciso verificar os impulsos que levam cada um de nós a propagar histórias que não sabemos de onde vêm.” (l. 35-38)
I – O termo sublinhado “embora” é um articulador de causalidade.
II – A palavra sublinhada “isso” faz referência a checar as origens das mensagens.
III – A palavra sublinhada “elas” faz referência a mensagens.
IV – A palavra sublinhada “que” faz referência a histórias.
Estão corretas:
C5F6A31A-9E Português
Interpretação de TextosUniversidade Luterana do Brasil · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao texto Você anda espalhando mentiras por aí, de Eugênio Bucci, disponível em https://epoca.globo.com/politica/eugenio-bucci/noticia/2017/08/voce-anda-espalhando-mentiras-por-ai.html.
Qual das alternativas contém sinônimos das palavras sublinhadas no excerto abaixo?
“Notícias escalafobéticas como ‘O papa Francisco apoia Donald Trump’ bombaram na rede. Na mesma época, pesquisas confiáveis mostraram que as informações fajutas se espalhavam com mais rapidez que os relatos verazes. A mentira, veja que coisa, dá mais ‘ibope’ que a verdade.” (l. 5-8)
C5F2B542-9E Português
AdjetivosUniversidade Luterana do Brasil · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao texto Você anda espalhando mentiras por aí, de Eugênio Bucci, disponível em https://epoca.globo.com/politica/eugenio-bucci/noticia/2017/08/voce-anda-espalhando-mentiras-por-ai.html.
Associe as duas colunas, relacionando cada palavra sublinhada com a sua respectiva classificação morfológica.
1. [...] vieram os requintes de cinismo [...] ( ) Conjunção.
2. Numa jogada pérfida, [...] ( ) Substantivo.
3. Todos sabemos [...] ( ) Adjetivo.
4. [...], mas na imprensa. ( ) Advérbio.
5. [...] hoje, nos Estados Unidos, essa reserva [...] ( ) Pronome indefinido.
A sequência correta dessa associação é:
C5EA0550-9E Português
Análise sintáticaUniversidade Luterana do Brasil · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao texto Você anda espalhando mentiras por aí, de Eugênio Bucci, disponível em https://epoca.globo.com/politica/eugenio-bucci/noticia/2017/08/voce-anda-espalhando-mentiras-por-ai.html.
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego da vírgula no trecho abaixo.
“Em seguida, vieram os requintes de cinismo.” (l. 9)
C5DFD969-9E Português
Interpretação de TextosUniversidade Luterana do Brasil · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao texto Você anda espalhando mentiras por aí, de Eugênio Bucci, disponível em https://epoca.globo.com/politica/eugenio-bucci/noticia/2017/08/voce-anda-espalhando-mentiras-por-ai.html.
De acordo com o texto de Eugênio Bucci, assinale a alternativa correta.DAA6A999-76 Português
Interpretação de TextosUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o poema de A rosa do povo, livro de Carlos Drummond de Andrade publicado em 1945, para responder a questão.O eu lírico expressa um sentimento de impotência, o qual se evidencia no versoNotíciasEntre mim e os mortos há o mare os telegramas.Há anos que nenhum navio partenem chega. Mas sempre os telegramasfrios, duros, sem conforto.Na praia, e sem poder sair.Volto, os telegramas vêm comigo.Não se calam, a casa é pequenapara um homem e tantas notícias.Vejo-te no escuro, cidade enigmática.Chamas com urgência, estou paralisado.De ti para mim, apelos,de mim para ti, silêncio.Mas no escuro nos visitamos.Escuto vocês todos, irmãos sombrios.No pão, no couro, na superfíciemacia das coisas sem raiva,sinto vozes amigas, recadosfurtivos, mensagens em código.Os telegramas vieram no vento.Quanto sertão, quanta renúncia atravessaram!Todo homem sozinho devia fazer uma canoae remar para onde os telegramas estão chamando.(Poesia 1930-62. São Paulo, Cosac Naif, 2012)DA9E553B-76 Português
Interpretação de TextosUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho de Menino de engenho, de José Lins do Rego, para responder a questão.Eu passava o dia inteiro rondando os oficiais nas suas confidências. Contavam a história de uns carpinas num engenho do Brejo.– O senhor de engenho só mandava para eles bacalhau, na janta e no almoço. Passavam o dia inteiro bebendo água com a boca seca. Um dia um deles disse para o negro que não gostava de bacalhau, que não aguentava mais aquilo. No outro dia o tabuleiro com a comida chegou: era peru. E peru de tarde. E a semana toda, peru. Num domingo, o mestre saiu para dar umas voltas nos arredores. Viu um negro com uma porção de urubus nas costas:– O que é isto, moleque?– É peru pros carpinas.Os oficiais anoiteceram e não amanheceram na propriedade. E rebentou ferida pelo corpo deles. Estiveram para morrer um tempão.(Menino de engenho. Rio de Janeiro, José Olympio, 2000)Publicado em 1932, Menino de engenho representa a prosa