Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNICENTRO · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 109 de 426.




Fill in the parentheses with T (True) or F (Falso).The first paragraph in the text states that
( ) people are fearful of some results provoked by some technological advances.
( ) everybody is benefiting from scientific progress without anypreocupations today.
( ) life in the past made things more pleasant and comfortablethan people needed them.
The correct sequence, from top to bottom, is
Relacione as figuras de linguagem indicadas à direita com os seus respectivos exemplos, à esquerda, assinaladas com grifo.
1. Antítese
2. Antonomásia
3. Catacrese
4. Metáfora
5. Metonímia
6. Sinestesia
( ) Nascia o Sol, leão dourado, emoldurando a aurora.
( ) Vivemos um mundo de desencontros: uns caem, outros se levantam; uns creem em Deus, outros são ateus.
( ) O hóspede de Santa Helena se autonomeou Imperador da França.
( ) Ela, enfim, experimentou o doce e amargo de suas paixões.
( ) Só poderia estar muito alcoolizado para estacionar o carro na boca do Túnel Américo Simas.
( ) Os jovens devem ser orientados a ler Machado de Assis, um dos gênios da Literatura
Universal.
A alternativa correta, marcada de cima para baixo, é a
“Que Stendhal confessasse haver escrito um de seus livros para cem leitores, é coisa que admira e consterna. O que não admira e nem provavelmente consterna é se este outro livro não tiver os cem leitores de Stendhal, nem cinquenta, nem vinte e, quanto muito dez. Dez? Talvez cinco. Trata-se de uma obra difusa, na qual eu, Brás Cubas, se adotei a forma livre de um Sterne ou de um Xavier de Maistre, não sei se lhe meti alguma rabugem de pessimismo. Pode ser. Obra de finado. Escrevi-a com a penada galhofa e a tinta da melancolia, e não é difícil antever o que poderá sair desse conúbio.”(ASSIS, Machado. Memórias Póstumas de Brás Cubas. Edições de Ouro, Rio de Janeiro, 1983. p. 29)
Quando Brás Cubas afirma que escreveu esse romance “com a pena da galhofa e a tinta da melancolia” quis dar a entender que assim o fez para

Gramaticalmente, é correto o emprego de onde indicando lugar real, e não lugar virtual. Para esse último emprego, a língua dispõe de outras formas pronominais, como em que, no qual, através do qual, pelo qual, entre outras, a depender do campo semântico em que for empregado.

O capitalismo, segundo o texto, incita o consumo humano pela circulação de capital e de mercadorias, dentro do qual a indústria e o marketing procuram estimular o desejo de posse dos consumidores.
Por esse motivo, capitalismo e consumo podem ser vistos como
O utopista não aceita o mundo que encontra, não se satisfaz com as possibilidades atualmente existentes: sonha, antecipa, projeta, experimenta. É justamente este ato de desacordo que dá vida à utopia. Ela nasce quando na consciência surge uma ruptura entre o que é e o que deveria ser, entre o mundo que é e o mundo que pode ser pensado. Acredita que a humanidade pode recomeçar tudo desde o começo. Não se interessa pelo “um pouco melhor”, pergunta sempre pelo “bom”.
SZACHI, J. As utopias. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1972 (adaptado).
Os ideais mencionados no texto são motivados pela busca de
TEXTO I
Meu chapéu do lado
Tamanco arrastando
Lenço no pescoço
Navalha no bolso
Eu passo gingando
Provoco e desafio
Eu tenho orgulho
Em ser tão vadio
Sei que eles falam
Deste meu proceder
Eu vejo quem trabalha
Andar no miserê.
BATISTA, W. Lenço no pescoço. São Paulo: RCA Victor, 1933 (fragmento).
TEXTO II
Deixa de arrastar o teu tamanco
Pois tamanco nunca foi sandália
E tira do pescoço o lenço branco
Compra sapato e gravata
Joga fora esta navalha
Que te atrapalha
Malandro é palavra derrotista
Que só serve pra tirar
Todo o valor do sambista
Proponho ao povo civilizado
Não te chamar de malandro
E sim de rapaz folgado.
ROSA, N. Rapaz folgado. São Paulo: RCA Victor, 1938 (fragmento).
Ao tratar da figura do malandro, as letras das canções apresentam uma divergência baseada na
Internet na escola da inclusão
O uso da internet na escola é exigência da cibercultura, isto é, do novo ambiente comunicacional-cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Novo espaço de sociabilidade, de organização, de informação, de conhecimento e de educação.
SILVA, M. Disponível em: http://portal.mec.gov.br. Acesso em: 22 set. 2013.
Com o surgimento de novas tecnologias, as escolas das futuras gerações serão diferentes das atuais, sendo essa realidade uma preocupação de todos. No texto, argumenta-se que a escola deve
TEXTO I

TEXTO II
A segunda geração do Twingo não foi tão engraçadinha quanto a primeira, mas manteve o senso de humor. A pedaleira da versão esportiva RS é autoexplicativa: pause na embreagem, stop no freio e play no acelerador.
Disponível em: http://quatrorodas.abril.com.br. Acesso em: 22 ago. 2017.
Analisando os símbolos impressos nos pedais do automóvel, identifica-se a incorporação de
uma linguagem
Seja eu,
Seja eu
Deixa que eu seja eu.
E aceita
O que seja seu.
Então deita e aceita eu.
Molha eu,
Seca eu,
Deixa que eu seja o céu.
E receba
O que seja seu.
Anoiteça e amanheça eu.
ANTUNES, A.; LINDSAY, A.; MONTE, M. Mais. Rio de Janeiro: EMI-Odeon, 1991 (fragmento).
Nos trechos “Então deita e aceita eu/ Molha eu,/ Seca eu”, nota-se aspectos de uma variedade linguística que foi utilizada na canção como recurso para caracterizar um(a
A ginástica laboral consiste em um programa implementado por empresas que prevê pausas na rotina de trabalho, com a realização de exercícios físicos previamente programados, que levam em consideração demandas físicas existentes nos mais diversos setores.
As razões que mobilizam empresas e indústrias a adotarem a ginástica laboral em suas rotinas estão amparadas nos benefícios do(a)
Entre quatro paredes
Saí para dar uma volta, outro dia, e notei uma coisa. Fazia um tempo glorioso – melhor impossível, e com toda probabilidade o último do gênero a se ver por estas bandas durante muitos meses gelados, no entanto, quase todos os carros que passavam estavam com os vidros fechados.
Todos aqueles motoristas tinham ajustado o controle de temperatura de seus veículos hermeticamente fechados para criar um clima interno idêntico ao que já existia no mundo exterior, e me ocorreu então que, no que se refere a ar fresco, os americanos perderam de vez a cabeça, ou o senso de proporção, ou alguma outra coisa.
Ah, sim, de vez em quando eles saem para experimentar a novidade de estar ao ar livre – fazem um piquenique, digamos, ou passam o dia na praia, ou num parque de diversões, mas esses são acontecimentos excepcionais. De maneira geral, boa parte dos americanos acostumou-se de tal forma à ideia de passar o grosso da vida numa série de ambientes com clima controlado que a possibilidade de uma alternativa não lhes passa mais pela cabeça.
BRYSON, B. Crônicas de um país bem grande. São Paulo: Cia. das Letras, 2001.
Analisando os procedimentos argumentativos utilizados nesse texto, em especial o relato pessoal baseado em observação, infere-se que o enunciador
TEXTO I
Se queremos combater a violência, temos que lidar também com suas causas, e uma delas pode ser esse tipo de jogo eletrônico. Por propiciar uma participação ativa do jogador na criação da violência, a influência que ele exerce sobre as pessoas é muito maior que a de filmes ou programas de televisão, por exemplo (...), como crianças que assistem ao desenho do Homem-Aranha e depois agem como se realmente fossem o super-herói. Existem pessoas que são mais suscetíveis a essa influência. Aquelas com personalidade limítrofe ou compreensão limitada podem confundir jogo e realidade.
Içami Tiba - Psiquiatra e educador.
TEXTO II
A forma lúdica de lidar com a violência, brincadeiras que envolvem uma dicotomia entre bem e mal são anteriores à era eletrônica. Há muito tempo que as crianças brincam de polícia e ladrão e o fato de uma pessoa interpretar um bandido não quer dizer que ela seja má ou vá se tornar má. (...). É verdade que o jogo eletrônico desperta uma série de sensações no usuário (...) é quase como vivenciar aquilo na vida real. Além disso, a proibição contribui para despertar a curiosidade e tornar o proibido ainda mais atrativo.
Erick Itakura, Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da PUC-SP. O Estado de São Paulo, 27 jan. 2008.
Os posicionamentos revelados nos Textos I e II têm em comum a defesa do(a)
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas. Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo. Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.
ALVES, R. Gaiolas ou asas. A arte do voo ou a busca da alegria de aprender. Porto: Edições Asa, 2004.
No texto, há uma voz que relaciona referências concretas a outras de sentido figurado para difundir seu pensamento, recorrendo à
Ou isto ou aquilo
O dono da usina, entrevistado, explicou ao repórter que a situação é grave. Há excedente de leite no país, e o consumo não dá pra absorver a produção intensiva:
— Uma calamidade. Imagine o senhor que o jornal aqui do município reclama contra a poluição do rio, que está coberto por uma camada alvacenta. Não é nenhum corpo estranho não, é leite. Estão jogando leite no rio porque não têm mais onde jogar. Os bueiros estão entupidos. A população, como o senhor deve saber, é insuficiente para beber toda essa leitalhada ou comê-la em forma de queijo, requeijão, manteiga e coisinhas.
— Insuficiente? Parece que a produção de crianças ainda é maior que a produção de leite.
— Numericamente sim, mas não têm capacidade econômica para beber leite. Têm apenas boca, entende? Então nada feito. Se falta dinheiro aos pais dos garotos para adquirir o produto, ainda bem que se joga leite fora, em vez de jogar os garotos.
ANDRADE, C. D. O sorvete e outras histórias. São Paulo: Ática, 1994.
Explorando o recurso do diálogo no discurso ficcional, a narrativa remete a um significado que
Código Nacional de Trânsito
não ultrapasse
quando a faixa for contínua
não ultraje a pátria
quando a farsa for contínua
não vire a página
quando a farsa for contínua
não pule a pauta
quando a farsa for contínua
não mude a prática
quando a farsa for contínua
ÁVILA, A. Discurso da difamação do poeta. São Paulo: Summus, 1978.
No poema, publicado na década de 1970, as expressões do código de trânsito metaforizam o(a)
XIII
Certas palavras têm ardimentos; outras, não.
A palavra jacaré fere a voz.
É como descer arranhando pelas escarpas de um
serrote.
É nome com verdasco de lodo no couro.
Além disso é agríope (que tem olho medonho).
Já a palavra garça tem para nós um
sombreamento de silêncios...
E o azul seleciona ela!
BARROS, M. Concerto a céu aberto para solo de pássaros. Rio de Janeiro: Record, 1998.
O texto exemplifica a linguagem particular da poesia de Manoel de Barros, aqui centrada na

Instituto Inhotim. Disponível em: www.ebc.com.br. Acesso em: 20 ago. 2015.
O Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG), é um museu a céu aberto, que convida o espectador
à experiência de fruição por meio do(a)
O tempo voa e as atividades são muitas. A vida moderna impõe um cotidiano apressado e desregrado que interfere no modo de viver das pessoas. A falta de tempo não deixa espaço para uma alimentação saudável. As brincadeiras de rua e as atividades físicas cederam lugar para a televisão, para o videogame ou para o computador. Nas últimas décadas, esses hábitos sedentários geraram muitos problemas de saúde associados à má alimentação e ao estresse, como a depressão, o diabetes, a hipertensão, entre outras doenças. Por sua vez, a indústria farmacêutica segue desenvolvendo novos medicamentos para tratar doenças que poderiam ter sido evitadas simplesmente adotando modos de vida mais saudáveis.
ANVISA. A informação é o melhor remédio. Brasília: Anvisa, 2008 (adaptado).
O texto ressalta a necessidade de combate ao sedentarismo através do(a)