Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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Resultados

8.516 questões encontradas. Mostrando a página 183 de 426.

  • C5E27F1E-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade do Estado da Bahia · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Imagem da questão de Inglês, Universidade do Estado da Bahia 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    THESE days. Disponível em: <https://greatist.com/fitness/sugar-when-its-actually-good-to-eat-it>. Acesso em: 12 out. 2017.

    According to Melissa Majumdar, carbs are
    Escolha uma alternativa para a questão c5e27f1e-b2
  • C5D2DB8A-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade do Estado da Bahia · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade do Estado da Bahia 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade do Estado da Bahia 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    PETTIT , Harry. Disponível em: <www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-4898204/Experts-graveyard-go-preserved-ancient-shipwrecks.html>  Acesso em: 12 out. 2017.

    Fill in the parentheses wit T (True) or F (False).

    As far as the ancient shipwrecks are concerned, it’s correct to say:

    ( ) They were unexpectedly found.
    ( ) Most of them were extensively damaged.
    ( ) Their discovery has surpassed the researchers’ expectations.
    ( ) This is the first time that people have caught sight of famous distinctive characteristics of ancient ships.

    The correct sequence, from top to bottom, is
    Escolha uma alternativa para a questão c5d2db8a-b2
  • C5CAB25E-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Interpretação de Textos

    CUNHA, Helena Parente. Inéditos (Em tempo de Fim de Mundo). Além de estar: antologia poética. Rio de Janeiro: Imago; Salvador: fundação Cultural do Estado da Bahia, 2000. p. 192-193.


    Há uma afirmação verdadeira sobre os poemas de Helena Parente Cunha em

    I. . “brilho” (v. 4) e “tochas” (v. 6), no poema Tempo do fim, sugerem conclusão vitoriosa de um processo longo e penoso.

    II. “quatro estações” (v. 5) e “prazos do zodíaco” (v. 6) no poema Depois, se referem às limitações que o tempo impõe à possibilidade de superar situações adversas.

    III. “a fumaça e o sangue” (v. 3), no poema Tempo do fim, sugerem sofrimento e morte; “cicatriz” (v. 1) e “células renascidas” (v. 3), no poema Depois sugerem cura e superação.

    IV. Em Tempo do fim, há uma constatação negativa, sobre a violência; em Depois, a autora acena com uma perspectiva positiva, de recuperação do equilíbrio.

    V. Ao usar a primeira pessoa do plural nos dois poemas, a autora se inclui como integrante da humanidade, a respeito da qual faz constatações e previsões.


    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a

    Escolha uma alternativa para a questão c5cab25e-b2
  • C5C58EAC-B2

    Português

    Colocação Pronominal
    Universidade do Estado da Bahia · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Colocação Pronominal

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Colocação Pronominal

    AMADO, Jorge. Tenda dos milagres. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 175-176.

    Há a identificação correta de um fato de morfossintaxe devidamente marcado em

    I. “não lhe basta o que já sabe? (l. 1-2) – Caso de colocação pronominal.

    II. “Pedro Archanjo ria da pressa” (l. 3) – Conectivo que marca uma regência.

    III. “Longa e árida seria a relação” (l. 10) – Função de predicativo do sujeito.

    IV. “por ocasião do assalto à oficina” ( l. 29-30) – Objeto indireto.

    V. “gostava de tê-los à mão” (l. 34) – Adjunto adverbial.

    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão c5c58eac-b2
  • C5C0A528-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Interpretação de Textos

    AMADO, Jorge. Tenda dos milagres. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 175-176.

    Constitui um fato presente na trama do romance Tenda dos milagres:

    I. Os estudantes de Medicina, no embate entre Pedro Archanjo e Nilo Argolo, colocaram-se ao lado do segundo, por considerarem a sólida formação científica do professor e seu interesse de promover a divulgação das teorias mais recentes e abalizadas sobre as consequências da miscigenação.
    II. Pressionado pela repercussão de sua pesquisa sobre miscigenação, bem como pela perseguição promovida pela polícia aos boêmios e aos adeptos do candomblé, Pedro Archanjo destruiu os originais de seu livro e se recolheu ao anonimato, não se tendo notícias sobre as circunstâncias de sua morte.
    III. A importância de Pedro Archanjo e de sua obra só é reconhecida muito tempo depois de sua morte, pelo interesse de um pesquisador norte-americano, detentor de um prêmio Nobel, em obter informações sobre o autor e sua produção, que eram conhecidos no exterior, mas esquecidos em Salvador.
    IV. As teses racistas do professor Nilo Argolo estimularam Pedro Archanjo a estudar e pesquisar, durante dez anos, para fundamentar a sua teoria sobre a mestiçagem na Bahia, exposta no livro “Apontamentos sobre a mestiçagem nas famílias baianas”, provando que todos tinham raízes africanas ou indígenas, inclusive o professor Nilo.
    V. Em consequência da divulgação do livro de Pedro Archanjo, uma réplica à pesquisa racista de Nilo Argolo, a Tenda dos Milagres foi destruída e Archanjo foi preso como subversivo, sendo impedido de entrar na Faculdade onde trabalhou durante 30 anos e vindo a morrer com 75 anos, anônimo e pobre.

    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão c5c0a528-b2
  • C5BBB79D-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Interpretação de Textos

    AMADO, Jorge. Tenda dos milagres. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 175-176.

    Marque com V ou com F, conforme sejam, respectivamente, verdadeiras ou falsas as afirmativas sobre a obra de onde foi retirado o trecho em destaque.

    ( ) A obra denuncia a presença de uma ciência elitista, particularmente assumida e difundida pela área médica, com suas teorias que se ocupavam de tentar provar a inferioridade racial e intelectual de pretos e mestiços.
    ( ) A convivência conflituosa entre a cultura científica e a cultura popular constitui um dos temas apresentados e discutidos no romance Tenda dos Milagres, representadas, respectivamente, pelos personagens Nilo Argolo e Pedro Archanjo.
    ( ) O ódio às religiões de matriz africana – com criminalização do candomblé e perseguição a seus adeptos –, fato amplamente ilustrado na obra, revela um contexto de higienização religiosa e racial que marca o final do século XIX e início do século XX.
    ( ) O comportamento atribuído ao brasileiro, de valorizar o que é estrangeiro em detrimento do que é nacional, é criticado na obra a partir do incidente de súbita valorização da produção de Pedro Archanjo, relegada ao esquecimento após sua morte.
    ( ) A resistência dos grupos marginalizados, representada pela “Tenda” e os que a frequentavam, em especial Pedro Archanjo, constitui um dos polos da oposição que se estabelece, na obra, entre a opressão de brancos e poderosos, de um lado, e a resistência de pobres, pretos e pardos, de outro.

    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão c5bbb79d-b2
  • C5B7CF99-B2

    Português

    Pontuação
    Universidade do Estado da Bahia · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Pontuação

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Pontuação

    ADONIAS FILHO. O largo de branco. O Largo da Palma. Rio de

    Janeiro: Bertrand Brasil, 2014. p. 31-32 e 46-47. 

    Usa-se a vírgula para separar adjunto adverbial antecipado ou intercalado no discurso.

    Há um exemplo desse uso em
    Escolha uma alternativa para a questão c5b7cf99-b2
  • C5B22DB5-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Interpretação de Textos

    ADONIAS FILHO. O largo de branco. O Largo da Palma. Rio de

    Janeiro: Bertrand Brasil, 2014. p. 31-32 e 46-47. 

    Marque com V ou com F, conforme sejam, respectivamente, verdadeiras ou falsas as afirmativas sobre o conto “O largo de branco”, de Adonias Filho, de onde foram retirados os trechos acima transcritos.

    ( ) Os trechos transcritos correspondem ao início e ao fim do conto, e ambos focalizam o desfecho de uma história cujo início se deu há 30 anos.
    ( ) Após a separação entre Odilon e Eliane, que eram casados, ela foi amante de outro homem, Geraldo, que a abandonou, deixando-a em decadência econômica e física.
    ( ) Odilon era estudante de Medicina quando conheceu Eliane e lhe deu apoio na difícil situação enfrentada pela família com a doença do pai e, posteriormente, casou-se com ela.
    ( ) A referência ao Largo da Palma “vestido de branco” (l. 48) constitui uma alusão simbólica ao estado emocional de Eliane, após o encontro com Odilon e a aceitação de seu convite.
    ( ) O convite para o encontro entre Odilon e Eliane – por ela aceito imediatamente – foi feito através de uma carta que ele lhe enviou, mesmo sem indicar o assunto ou o motivo desse encontro.

    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão c5b22db5-b2
  • C5A187F4-B2

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade do Estado da Bahia · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO: 


    O FIM DO EMPREGO

    O futuro do trabalho no mundo globalizado

    Figura 1 de 3 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Coesão e coerência

    Figura 2 de 3 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Coesão e coerência

    Figura 3 de 3 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Coesão e coerência


    Adaptado de: MACHADO, João Luís de Almeida. O fim do emprego.
    O futuro do trabalho no mundo globalizado. Disponível em: <http:/
    /www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1069.
    Passim> . Acesso em: 24 nov. 2017.

    Observe o seguinte período:

    “adentramos um mundo em que o emprego, aquele vínculo entre empresa e empregado, que dá ao funcionário uma forte sensação de estabilidade associada a fatores, como os benefícios trabalhistas, e, principalmente, o salário mensal, está dando lugar ao conceito de trabalho. (l. 48-54)

    Há uma afirmação correta sobre fatos gramaticais presentes nesse trecho em

    I. O período é composto por coordenação.
    II. “está dando lugar” se refere a “o emprego”.
    III. “aquele vínculo entre empresa e empregado” constitui um aposto.
    IV. Há duas ocorrências do conectivo que, como conjunção integrante.
    V. “ao funcionário” tem a função de complemento nominal.

    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão c5a187f4-b2
  • C5914CE0-B2

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade do Estado da Bahia · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO: 


    O FIM DO EMPREGO

    O futuro do trabalho no mundo globalizado

    Figura 1 de 3 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Coesão e coerência

    Figura 2 de 3 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Coesão e coerência

    Figura 3 de 3 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Coesão e coerência


    Adaptado de: MACHADO, João Luís de Almeida. O fim do emprego.
    O futuro do trabalho no mundo globalizado. Disponível em: <http:/
    /www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1069.
    Passim> . Acesso em: 24 nov. 2017.

    Marque com V ou com F, conforme sejam verdadeiras ou falsas as alternativas que apresentam uma oposição correta entre a situação do passado e a do presente, nessa ordem, com relação ao mundo do trabalho apresentado no texto.

    ( ) carreiras duradouras – rotatividade nos empregos.
    ( ) estabilidade e benefícios trabalhistas – vínculo efêmero e supressão de benefícios.
    ( ) salários estáveis – honorários variáveis.
    ( ) custos mínimos com pessoal – máxima produtividade.
    ( ) valorização da competência – valorização da qualificação profissional.

    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão c5914ce0-b2
  • A3430064-B2

    Inglês

    Discurso direto e indireto | Reported speech
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, Universidade Federal de Roraima 2017, Discurso direto e indireto | Reported speech
    Taken from <http://www.thatdeafguy.com/?p=697> . Accessed on August 21st, 2017

    In the exerpt "In that case, do you have any of your teachers e-mail addresses?", taken from TEXT VII, the corresponding reported speech for the sentence would be:
    Escolha uma alternativa para a questão a3430064-b2
  • A3353D54-B2

    Inglês

    Verbos | Verbs
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXT V 

    They call it ‘tourism-phobia’ but that’s not what’s happening in Barcelona

    Jordi Rabassa, Barcelona en Comú District Councilor for the

    Old City in Barcelona


       There‘s a new word that‘s taken over the local political debate in Barcelona: tourism-phobia. For months now, political and media personalities have been using accusations of tourism-phobia to attack the social movements and political parties that are questioning the so-called ‗tourism industry‘ and its repercussions on the right to the city.

       The use of ―tourism-phobia‖ seeks to criminalize this criticism, painting it as a form of racism against people who visit the city in the popular imagination. But this attempt to compare, even at a subconscious level, ―tourism-phobia‖ and racism is not just irresponsible, it‘s a sign of defeat by those who have invented the word. Because these are the same people who warned us that regulating tourism would paralyze economic activity and employment in the city. This argument, based on the supposedly unquestionable logic of the productive economy, hasn‘t gone anywhere; it‘s the same old neoliberal discourse that tourism is a harmless and friendly activity. They‘ve just pushed it aside temporarily to make room for the related idea of tourism-phobia, which aims to appeal to people‘s emotions.

       They call it tourism-phobia but they probably don‘t know what they really want to say. They use the concept of tourism-phobia to camouflage their support for business interests that are putting the right to the city of the people of Barcelona at risk. They call it tourism-phobia to weaken the city government, to criminalize the most active and radical social movements, and to patronize unorganized citizens. They call it tourism-phobia to inject a meme that can be launched on social media and vomited up on TV and the radio.

       Those of us in Barcelona who criticize, problematize or reject an economic model based on the liberalization of the tourism industry are not filled with hate. We‘re defending human rights, principally the right to housing and the right to the city.

      Those who criticize the hegemony of tourism as an economic model are calling for a fair and inclusive city, a city with neighborhoods where people can live. We‘re demanding rent caps and denouncing speculation with commercial premises and licenses. We‘re condemning the black market of tourist apartments that is pushing low-income families out of their homes. We‘re saying, loud and clear, that we want public, affordable housing. We‘re working to make sure that our streets and squares aren‘t overwhelmed by visitors. We‘re grieving for the men and women who‘ve been expelled from our neighborhoods.

       They call it tourism-phobia but that‘s not what it is: it‘s a conscious demand for the right to the city.


    Translation of an article published in eldiario.es on 27/06/2017

    Disponível em: https://medium.com/@BComuGlobal/they-call-ittourism-phobia-but-that-s-not-what-s-happening-in-barcelonacb56b02da97b Acesso em: 07 ago. 2017.

    O trecho do texto V que constrói e enfatiza a ideia de que a turismofobia vem circulando há algum tempo e continua assim no presente é:
    Escolha uma alternativa para a questão a3353d54-b2
  • A330CE5D-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade Federal de Roraima 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade Federal de Roraima 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension


    JACKSON, M. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/. Acesso em: 07 ago. 2017.

    Sentences in lines 13 and 14 contribute to the general meaning of the song by indicating
    Escolha uma alternativa para a questão a330ce5d-b2
  • A241C365-B2

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os versos do poema ''Os estatutos do homem'' de Tiago Melo para responder à questão:


    "O homem confiará no homem como um menino confia em outro"

    (...)

    "e saber que é a água

    que dá à planta o milagre da flor"

    (...)

    "Fica proibido o uso da palavra liberdade,

    a qual será suprimida dos dicionários"


    Observe a análise sintática dos termos a seguir:

    I. "O homem confiará no homem" - o homem (sujeito) / no homem (objeto indireto)

    II. "O homem confiará no homem" - o homem (sujeito) / no homem (adjunto adverbial)

    III. A expressão "o milagre da flor" - (objeto direto e indireto, respectivamente)

    IV. A expressão "em outro" - (objeto indireto do verbo confiar)


    Estão corretas:

    Escolha uma alternativa para a questão a241c365-b2
  • A22C5BEE-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto abaixo e responda a questão.


    TEXTO II

    UM APÓLOGO


       Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
         — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
         — Deixe-me, senhora.
        — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
         — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
         — Mas você é orgulhosa.
         — Decerto que sou.
         — Mas por quê?
        — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
         — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
        — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
        — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
        — Também os batedores vão adiante do imperador.
        — Você é imperador?
        — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... 
       Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
        — Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
       A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plicplic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
       Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
         — Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
       Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
    — Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
       Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
         — Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

    ASSIS, Machado de. Para Gostar de Ler - Volume 9 – Contos. São Paulo: Ática, 1984.
    A narrativa traz seres inanimados e personagens humanos desempenhando, paralelamente, comportamentos sociais semelhantes. Sobre essa analogia só NÃO se pode afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão a22c5bee-b2
  • A228F0DA-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Tomás Antônio Gonzaga, transcrito a seguir, e marque a alternativa que aponta três características do Arcadismo brasileiro que nele podem ser observadas.

                Lira I

                Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,
               Que viva de guardar alheio gado;
               De tosco trato, d’expressões grosseiro,
               Dos frios gelos, e dos sóis queimado.
               Tenho próprio casal, e nele assisto;
               Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;
               Das brancas ovelhinhas tiro o leite,
               E mais as finas lãs, de que me visto.

               Graças, Marília bela,
               Graças à minha Estrela! 
    Escolha uma alternativa para a questão a228f0da-b2
  • A2205CBA-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I

       "Após encontrar um abrigo seguro sob uma copa de maçaranduba caída, ainda ofegante, e com dores fortes em sua pata esquerda e coxa direita, começou a averiguar o que aquele estrondo havia lhe causado. A pata estava completamente dilacerada, com sangramento. As duas garras da região esquerda tinham sido arrancadas. Observou a mutilação. Em sua memória automática, associava o ferimento ao barulho alto e aterrorizante.

       Pelo instinto, a onça vislumbrou que, geralmente antes e durante as chuvas torrenciais, estrondos ecoavam pela floresta. Não eram parecidos com os dois que acabara de ouvir, mas às vezes, quando acontecia, isso a assustava como se a floresta estivesse sendo engolida por um animal maior e mais forte. Olhou novamente para a pata, e diante de sua imponência, iniciou uma tentativa de escoamento do sangramento com sua língua, o que logo pressentiu ser inútil.

       Ao passar do tempo, a coxa direita latejava cada vez mais. Tentou levantar da toca provisória com o intuito de chegar até sua caverna próxima à cachoeira. Constatou ser impossível conseguir se apoiar sem firmar o corpo com as regiões atingidas. O sangramento da pata diminuiu de intensidade. Iniciou sua peregrinação arrastando-se pela floresta. Sentiu a pele de seu peito sendo esfolada pelas folhas, galhos e ouriços de castanha da Amazônia.

       Um rastro de sangue era visível ao longo da tentativa exaustiva de chegar à sua toca. Ao se deparar com um igarapé, vacilou várias vezes até entrar n‘água. Mas não tinha alternativa. Na situação em que se encontrava, não teria como se equilibrar nos troncos das árvores caídas que serviam de ponte e eram facilmente transpassados.

       Entrando no igarapé, a onça sentiu um alívio em sua pata flagelada. De súbito, deitou-se na água e aliviou a coxa atingida pelo impacto desconhecido. Aproveitou e tomou longos goles do líquido. O ferimento na coxa não sangrava mais como antes, porém, a pata dianteira manchava o igarapé atraindo pequenos peixes que mordiscavam seu pelo e a carne dilacerada do ferimento. No movimento de afastar os peixes, enterrou a pata na lama do fundo do igarapé e o sangue parou de manchar a água. Logo a onça afundou mais a pata, e aos poucos a dor foi diminuindo."


    DANTAS, Ricardo. Meia Pata. São Paulo: Kazuá, 2013. p. 20-21

    O texto I diz respeito a um momento pungente da narrativa de Meia Pata, de Ricardo Dantas, e que é fundamental para o desenrolar da obra. Trata-se de quando:

    Escolha uma alternativa para a questão a2205cba-b2
  • C90ED901-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF-PE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, IF-PE 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Disponível em: https://townhall.com/political-cartoons/2017/06/02/150775. Acesso em 01/06/2017. Adaptado.
    Tone is the attitude a cartoonist takes towards a subject. Which pair of words best describes the tone of this cartoon?
    Escolha uma alternativa para a questão c90ed901-b2
  • C90ACBA6-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Imagem da questão de Inglês, IF-PE 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Disponível em: https://townhall.com/political-cartoons/2017/06/02/150775. Acesso em 01/06/2017. Adaptado.
    According to this cartoon,
    Escolha uma alternativa para a questão c90acba6-b2
  • C8F8BD15-B2

    Português

    Interpretação de Textos
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    Piaimã

         A inteligência do herói estava muito perturbada. Acordou com os berros da bicharia lá em baixo nas ruas, disparando entre as malocas temíveis. E aquele diacho de sagui-açu (...) não era saguim não, chamava elevador e era uma máquina. De-manhãzinha ensinaram que todos aqueles piados berros cuquiadas sopros roncos esturros não eram nada disso não, eram mas cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas.
       O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d’água, em bulhas de sarapantar. Então resolveu ir brincar com a Máquina pra ser também imperador dos filhos da mandioca. Mas as três cunhãs deram muitas risadas e falaram que isso de deuses era gorda mentira antiga, que não tinha deus não e que com a máquina ninguém não brinca porque ela mata. A máquina não era deus não, nem possuía os distintivos femininos de que o herói gostava tanto. Era feita pelos homens. Se mexia com eletricidade com fogo com água com vento com fumo, os homens aproveitando as forças da natureza. Porém jacaré acreditou? nem o herói!
    [... ]
         Estava nostálgico assim. Até que uma noite, suspenso no terraço dum arranhacéu com os manos, Macunaíma concluiu: — Os filhos da mandioca não ganham da máquina nem ela ganha deles nesta luta. Há empate.
    ANDRADE, Mário. Macunaíma, o herói sem nenhum caráter. Belo Horizonte: Itatiaia, 1986. p. 110.
    O Modernismo brasileiro caracterizou-se pela inovação na linguagem e na temática. No trecho de Macunaíma, no TEXTO, Mário de Andrade, bem ao estilo antropofágico, segue à risca esse caráter inovador, sobretudo, quanto ao uso de:

    A- construções sintáticas pouco usuais;
    B- palavras de origem indígena;
    C- linguagem coloquial;
    D- figuras do folclore nacional.

    Faça a correspondência dessas características da obra de Mário de Andrade com os excertos do TEXTO, a seguir.

    ( ) “Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando”.
    ( ) “mais cantadeira que a Mãe-d’água”.
    ( ) “Mas as três cunhãs deram muitas risadas”.
    ( ) “que não tinha deus não”.

    Então, assinale a alternativa que representa as características do trecho de Macunaíma na ordem em que aparecem, respectivamente, os excertos retirados do TEXTO.
    Escolha uma alternativa para a questão c8f8bd15-b2