Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 213 de 426.

  • C6FB08AE-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia a charge abaixo para responder à questão. 


    Imagem da questão de Português, IFF 2016, Interpretação de Textos

    Essa charge foi publicada em um blog que tem como objetivo a publicação de textos que promovam reflexões sobre a realidade brasileira. Assim sendo, além do efeito humorístico, é possível notar uma crítica social na charge lida, a qual é construída a partir:
    Escolha uma alternativa para a questão c6fb08ae-d8
  • C6EE1482-D8

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em um hipotético diálogo, um matuto diz a seguinte frase: Nóis apricêia muito os concêio que tu qué dá pra nóis.

    Para grafarmos este trecho em conformidade com a norma-padrão da linguagem, teríamos: 
    Escolha uma alternativa para a questão c6ee1482-d8
  • C6E4A986-D8

    Português

    Denotação e Conotação
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    A respeito da conotação e da denotação, observe o quadrinho a seguir e assinale a alternativa correta.

    Imagem da questão de Português, IFF 2016, Denotação e Conotação
    Escolha uma alternativa para a questão c6e4a986-d8
  • AC8E996F-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema abaixo, de Valéria Paz de Almeida, para responder à questão.



    Metaformose



    A palavra atravessa

    a máscara pálida da emoção

    e instiga o reflexo ofuscante da criação.


    Através da forma formosa

    da disforme forma

    da alomorfia da metáfora

    crio e recrio

    o empírico

    o impuro

    o imperene.


    Até o nada

    me alucina

    me fertiliza.

    Niilismo lírico

    da existência metamórfica

    que me desgasta

    e se engasta na palavra.


    Essa palavra que atravessa

    o corpo silente

    e explode e se expande

    como o cosmo

    metaformoso.



    ALMEIDA, Valéria Paz de. In: CEREJA, W. R.;
    (MAGALHÃES, T. C. Gramática reflexiva: texto, semântica e
    interação. 4. ed. São Paulo: Atual, 2013. p. 93).


    Metaformose é uma palavra criada pela autora, provavelmente a partir de outra forma parônima: metamorfose. Observe como se deu o processo de formação de metamorfose:


    meta (prefixo grego, “mudança) + morfo (radical grego, “forma”) + ose (sufixo grego, “ação, processo”)


    A partir das informações acima e do significado da palavra formoso, o sentido provável do neologismo metaformose é:
    Escolha uma alternativa para a questão ac8e996f-d8
  • AC8AC4BE-D8

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a forma verbal substitui corretamente o “gerundismo” cometido pelo personagem do segundo quadrinho na tirinha a seguir:

    Imagem da questão de Português, IFF 2016, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)

    Disponível em: tocadocuty.wordpress.com. Acesso em: 31 out. 2016.
    Escolha uma alternativa para a questão ac8ac4be-d8
  • AC7C696F-D8

    Português

    Advérbios
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1


    Os cinco maiores problemas ambientais do
    mundo e suas soluções


    Poluição do ar, desmatamento, extinção de espécies, degradação do solo e superpopulação representam grandes ameaças que devem ser resolvidas para que o planeta continue sendo um lar para todas as espécies.

    (…)

    Desmatamento

    O problema: florestas ricas em espécies estão sendo destruídas, especialmente nos trópicos, para muitas vezes abrir espaço para criação de gado, plantações de soja ou de óleo de palma, ou para outras monoculturas agrícolas. Cerca de 30% da área terrestre do planeta é coberta por florestas – isso é cerca de metade do que existia antes de o início da agricultura, 11 mil anos atrás. Cerca de 7,3 milhões de hectares de floresta são destruídos a cada ano, principalmente nos trópicos.
    Florestas tropicais costumavam cobrir cerca de 15% da área terrestre do planeta. Atualmente elas cobrem de 6% a 7%. Grande parte do que sobrou foi degradado pela derrubada de árvores ou pelas queimadas. As florestas naturais não atuam apenas como reservas da biodiversidade, elas também são reservatórios, que mantêm o carbono fora da atmosfera e dos oceanos.
    Soluções: conservar o que resta das florestas naturais e recuperar as áreas degradadas com o replantio de espécies arbóreas nativas. Isso exige um governo forte – só que muitos países tropicais ainda estão em desenvolvimento, têm populações crescentes, carecem de um Estado de Direito e sofrem com nepotismo generalizado e corrupção quando se trata do uso da terra.

    (...)

    Disponível em: noticias.uol.com.br/ciencia-e-saude. Acesso em: 26 out. 2016.
    A respeito dos vocábulos especialmente, principalmente e atualmente, retirados do texto 1, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão ac7c696f-d8
  • AC784632-D8

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1


    Os cinco maiores problemas ambientais do
    mundo e suas soluções


    Poluição do ar, desmatamento, extinção de espécies, degradação do solo e superpopulação representam grandes ameaças que devem ser resolvidas para que o planeta continue sendo um lar para todas as espécies.

    (…)

    Desmatamento

    O problema: florestas ricas em espécies estão sendo destruídas, especialmente nos trópicos, para muitas vezes abrir espaço para criação de gado, plantações de soja ou de óleo de palma, ou para outras monoculturas agrícolas. Cerca de 30% da área terrestre do planeta é coberta por florestas – isso é cerca de metade do que existia antes de o início da agricultura, 11 mil anos atrás. Cerca de 7,3 milhões de hectares de floresta são destruídos a cada ano, principalmente nos trópicos.
    Florestas tropicais costumavam cobrir cerca de 15% da área terrestre do planeta. Atualmente elas cobrem de 6% a 7%. Grande parte do que sobrou foi degradado pela derrubada de árvores ou pelas queimadas. As florestas naturais não atuam apenas como reservas da biodiversidade, elas também são reservatórios, que mantêm o carbono fora da atmosfera e dos oceanos.
    Soluções: conservar o que resta das florestas naturais e recuperar as áreas degradadas com o replantio de espécies arbóreas nativas. Isso exige um governo forte – só que muitos países tropicais ainda estão em desenvolvimento, têm populações crescentes, carecem de um Estado de Direito e sofrem com nepotismo generalizado e corrupção quando se trata do uso da terra.

    (...)

    Disponível em: noticias.uol.com.br/ciencia-e-saude. Acesso em: 26 out. 2016.
    Assinale a única alternativa correta, no que diz respeito ao processo de formação das seguintes palavras retiradas do texto.

    Desmatamento - monocultura - replantio - terrestre
    Escolha uma alternativa para a questão ac784632-d8
  • A62939D8-D8

    Português

    Coesão e coerência
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1
    O desserviço da ‘cultura das princesas’ 

    Todo sonho de menina é tornar-se uma princesa. Foi partindo desse pressuposto equivocado que a Escola de Princesas abriu suas portas em Uberlândia (MG) com a finalidade de, mais do que ensinar meninas de 4 a 15 anos a portar vestidos extravagantes e tiaras brilhantes, resguardar valores e princípios morais e sociais. Entre eles, boas maneiras e postura corporal, etiqueta à mesa, a importância da aparência pessoal, como se “guardar” para o príncipe e restaurar a moralidade do casamento. 
    Para o espanto geral, a proposta pitoresca convenceu famílias e se alastrou. Além da matriz, três outras unidades da Escola de Princesas funcionam no Brasil hoje; duas outras em Minas Gerais, nas cidades de Uberaba e Belo Horizonte, e a terceira em São Paulo, inaugurada por Silvia Abravanel, filha de Sílvio Santos.
    Desde que caiu na mídia, a existência das escolas é alvo de uma avalanche de críticas. “Como se já não bastasse todas as novelas, revistas e filmes, ainda temos que nos deparar com a institucionalização do que é o ideário de mulher em uma escola”, indigna-se a antropóloga Michele Escoura. (…) 
    “É uma visão excludente de felicidade porque nem todas se encaixam nesse padrão ou querem segui-lo. E quando o negam, sofrem repreensões sociais. Basta olhar para os comentários que fazem das mulheres que não são vaidosas ou que não querem casar”. Em sua pesquisa, Michele analisou como as princesas da Disney influenciavam a visão de feminilidade de meninos e meninas da pré-escola e concluiu que, para as crianças, a mulher feliz, ideal, era aquela casada, com dinheiro e dentro de determinado padrão de beleza – jovem, branca, cabelos lisos e longos. “Fiz parte da pesquisa em uma escola pública de periferia onde a maioria das meninas era negra e, quando brincavam de salão, falavam sempre em fazer chapinha e luzes. Isso é o mais nocivo, pois leva uma série de meninas a rejeitar o próprio corpo, a desenvolver uma baixa autoestima”, diz.
    Para Hélio Deliberador, professor do departamento de Psicologia Social da PUC-SP, o fascínio que as princesas exercem sobre as crianças explica-se também pelo ângulo da fantasia, da imaginação, de sonhar com um mundo imaginário. “Essas histórias são recorrentes porque se renovam sempre. A indústria do entretenimento se aproveita desses símbolos para trazer sempre algo novo”. (…)

    Disponível em: cartacapital.com.br. Acesso em: 27 out. 2016. 
    A respeito das referências internas do texto 1, assinale a alternativa em que essa relação está correta.
    Escolha uma alternativa para a questão a62939d8-d8
  • A6253C60-D8

    Português

    Pontuação
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1
    O desserviço da ‘cultura das princesas’ 

    Todo sonho de menina é tornar-se uma princesa. Foi partindo desse pressuposto equivocado que a Escola de Princesas abriu suas portas em Uberlândia (MG) com a finalidade de, mais do que ensinar meninas de 4 a 15 anos a portar vestidos extravagantes e tiaras brilhantes, resguardar valores e princípios morais e sociais. Entre eles, boas maneiras e postura corporal, etiqueta à mesa, a importância da aparência pessoal, como se “guardar” para o príncipe e restaurar a moralidade do casamento. 
    Para o espanto geral, a proposta pitoresca convenceu famílias e se alastrou. Além da matriz, três outras unidades da Escola de Princesas funcionam no Brasil hoje; duas outras em Minas Gerais, nas cidades de Uberaba e Belo Horizonte, e a terceira em São Paulo, inaugurada por Silvia Abravanel, filha de Sílvio Santos.
    Desde que caiu na mídia, a existência das escolas é alvo de uma avalanche de críticas. “Como se já não bastasse todas as novelas, revistas e filmes, ainda temos que nos deparar com a institucionalização do que é o ideário de mulher em uma escola”, indigna-se a antropóloga Michele Escoura. (…) 
    “É uma visão excludente de felicidade porque nem todas se encaixam nesse padrão ou querem segui-lo. E quando o negam, sofrem repreensões sociais. Basta olhar para os comentários que fazem das mulheres que não são vaidosas ou que não querem casar”. Em sua pesquisa, Michele analisou como as princesas da Disney influenciavam a visão de feminilidade de meninos e meninas da pré-escola e concluiu que, para as crianças, a mulher feliz, ideal, era aquela casada, com dinheiro e dentro de determinado padrão de beleza – jovem, branca, cabelos lisos e longos. “Fiz parte da pesquisa em uma escola pública de periferia onde a maioria das meninas era negra e, quando brincavam de salão, falavam sempre em fazer chapinha e luzes. Isso é o mais nocivo, pois leva uma série de meninas a rejeitar o próprio corpo, a desenvolver uma baixa autoestima”, diz.
    Para Hélio Deliberador, professor do departamento de Psicologia Social da PUC-SP, o fascínio que as princesas exercem sobre as crianças explica-se também pelo ângulo da fantasia, da imaginação, de sonhar com um mundo imaginário. “Essas histórias são recorrentes porque se renovam sempre. A indústria do entretenimento se aproveita desses símbolos para trazer sempre algo novo”. (…)

    Disponível em: cartacapital.com.br. Acesso em: 27 out. 2016. 
    Em cada um dos seguintes trechos, retirados do texto 1, as vírgulas são utilizadas por uma regra específica.

    I - Desde que caiu na mídia, a existência das escolas é alvo de uma avalanche de críticas.
    II - Entre eles, boas maneiras e postura corporal.
    III - Para Hélio Deliberador, professor do departamento de Psicologia Social da PUC-SP, o fascínio que as princesas exercem sobre as crianças explica-se também pelo ângulo da fantasia.
    IV - Todo sonho de menina é tornar-se uma princesa, mas o sonho é para poucas. (com adaptação)

    Identifique a regra gramatical que justifica o uso dessas vírgulas, e assinale a opção que corresponde à sua sequência.
    Escolha uma alternativa para a questão a6253c60-d8
  • DD40EEAF-D8

    Português

    Coesão e coerência
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Nas frases a seguir, estão sublinhadas algumas palavras que podem ser substituídas por pronomes. Selecione a alternativa que contém os pronomes adequados, respectivamente, quando feita a substituição desses nomes.


    I – Marta esteve presente na festa do seu professor.
    II – A menina de olhos azuis é filha do meu irmão.
    III – Minha irmã emprestou a mim um casaco.
    IV – Dei aos meus filhos presentes úteis.
    V – O médico abraçou seu antigo paciente.

    Escolha uma alternativa para a questão dd40eeaf-d8
  • DD3457BC-D8

    Português

    Ortografia
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para as questão


    21 de maio


    Passei uma noite horrivel. Sonhei que eu residia numa casa residivel, tinha banheiro, cozinha, copa e até quarto e criada. Eu ia festejar o aniversário de minha filha Vera Eunice. Eu ia comprar-lhe umas panelinhas que há muito ela vive pedindo. Porque eu estava em condições de comprar. Sentei na mesa para comer. A toalha era alva ao lirio. Eu comia bife, pão com manteiga, batata frita e salada. Quando fui pegar outro bife despertei. Que realidade amarga! Eu não residia na cidade. Estava na favela. Na lama, as margens do Tietê. E com 9 cruzeiros apenas. Não tenho açucar porque ontem eu saí e os meninos comeram o pouco que eu tinha.
    [...] Quem deve dirigir é quem tem capacidade. Quem tem dó e amisade ao povo. Quem governa o nosso país é quem tem dinheiro. Quem não sabe o que é fome, a dor, e a aflição do pobre. Se a maioria revoltar-se, o que pode fazer a minoria? Eu estou ao lado do pobre, que é o braço. Braço desnutrido. Precisamos livrar o paiz dos politicos açambarcadores.


    Disponível em: JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo, Ática, 2014. (fragmento). 

    O texto é um fragmento do livro “Quarto de despejo: diário de uma favelada”, de Carolina Maria de Jesus (1914 – 1977). A autora registra em um diário o cotidiano cruel de que é testemunha. São histórias reais vividas por essa mulher negra, moradora da favela do Canindé, na cidade de São Paulo, de origem humilde, que estudou apenas até o segundo ano do Ensino Fundamental, mas fez da escrita um instrumento para refletir sobre a sua condição. Os editores do livro respeitaram fielmente a linguagem da autora, que, muitas vezes, contraria a gramática, mas que, por isso mesmo, traduz com realismo a forma do povo enxergar e expressar seu mundo. Das alternativas abaixo, marque aquela em que todas as palavras extraídas do texto contrariam as regras ortográficas:
    Escolha uma alternativa para a questão dd3457bc-d8
  • DD2C183A-D8

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Uma campanha alegre

    O País perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos e os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido, nem instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não existe nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Já se não crê na honestidade dos homens públicos. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos vão abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta em cada dia. Vivemos todos ao acaso. Perfeita, absoluta indiferença de cima a baixo! Todo o viver espiritual, intelectual, parado. O tédio invadiu as almas. A mocidade arrasta-se, envelhecida, das mesas das secretarias para as mesas dos cafés. A ruína econômica cresce, cresce, cresce... O comércio definha. A indústria enfraquece. O salário diminui. A renda diminui. O Estado é considerado na sua ação fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. Neste salve-se quem puder, a burguesia proprietária de casas explora aluguel. A agiotagem explora o juro. (…) A intriga política alastra-se por sobre a sonolência enfastiada do País. Apenas a devoção perturba o silêncio da opinião, com padre-nossos maquinais.
    Não é uma existência, é uma expiação. 

    Disponível em: QUEIROZ, E. Obras de Eça de Queiroz. Vol. III. Porto: Lello & Irmão, [s.d.], p. 959-960. 
    As frases abaixo, retiradas do texto Uma campanha alegre, foram adaptadas para o uso da segunda pessoa do singular do tempo verbal. Aponte a alternativa que completa corretamente as frases, de tal modo que a flexão dos verbos indicados entre parênteses esteja de acordo com as normas gramaticais, no tempo presente do indicativo e na segunda pessoa do singular.

    I – Tu ___________ a inteligência e a consciência moral. (perder)
    II – Já não _____________ na honestidade dos homens públicos. (crer)
    III – _____________________ progressivamente na imbecilidade e na inércia. (abater)
    IV – _________ por única direção a conveniência. (ter)
    V – Tu ___________ ao acaso. (viver)

    Escolha uma alternativa para a questão dd2c183a-d8
  • EA6BC25B-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    The placebo effect: amazing and real

    November 2, 2015
    Robert H. Shmerling

    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

        The placebo effect is a mysterious thing. I’ve long been fascinated by the idea that something as inert and harmless as a sugar pill could relieve a person’s pain or hasten their recovery just by the expectation that it would. Studies use placebos – an inactive treatment, such as a sugar pill – in an attempt to understand the true impact of the active drug. Comparing what happens to a group of patients taking the active drug with the results of those taking a placebo can help researchers understand just how good the active drug is.
        The word “placebo” comes from Latin and means “I shall please.” And “please” it does. In study after study, many patients who take a placebo show improvement in their symptoms or condition.

    The placebo effect is for real

        Recent research on the placebo effect only confirms how powerful it can be – and that the benefits of a placebo treatment aren’t just “all in your head.” Measureable physiological changes can be observed in those taking a placebo, similar to those observed among people taking effective medications. In particular, blood pressure, heart rate, and blood test results have been shown to improve among subsets of research subjects who responded to a placebo.
        Of course, not everyone has a therapeutic response to a placebo. If that were the case, we wouldn’t need medications at all. Instead, we could simply wield the power of suggestion. Understanding why certain people improve with placebo treatment and others do not is the “holy grail” of placebo research.

    Nocebo: Placebo’s evil twin

         The power of suggestion is a double-edged sword. If you expect a treatment to help you, it’s more likely to do so. And if you expect a treatment will be harmful, you are more likely to experience negative effects. That phenomenon is called the “nocebo effect” (from the Latin “I shall harm”). For example, if you tell a person that a headache is a common side effect of a particular medication, that person is more likely to report headaches even if they are actually taking a placebo. The power of expectation is formidable and probably plays a significant role in the benefits and the side effects of commonly prescribed medications.

    (www.health.harvard.edu. Adaptado.)
    can be exemplified by actually feeling the side effects of medication or placebo.
    Escolha uma alternativa para a questão ea6bc25b-d7
  • EA67F36D-D7

    Inglês

    Tradução | Translation
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    The placebo effect: amazing and real

    November 2, 2015
    Robert H. Shmerling

    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2016, Tradução | Translation

        The placebo effect is a mysterious thing. I’ve long been fascinated by the idea that something as inert and harmless as a sugar pill could relieve a person’s pain or hasten their recovery just by the expectation that it would. Studies use placebos – an inactive treatment, such as a sugar pill – in an attempt to understand the true impact of the active drug. Comparing what happens to a group of patients taking the active drug with the results of those taking a placebo can help researchers understand just how good the active drug is.
        The word “placebo” comes from Latin and means “I shall please.” And “please” it does. In study after study, many patients who take a placebo show improvement in their symptoms or condition.

    The placebo effect is for real

        Recent research on the placebo effect only confirms how powerful it can be – and that the benefits of a placebo treatment aren’t just “all in your head.” Measureable physiological changes can be observed in those taking a placebo, similar to those observed among people taking effective medications. In particular, blood pressure, heart rate, and blood test results have been shown to improve among subsets of research subjects who responded to a placebo.
        Of course, not everyone has a therapeutic response to a placebo. If that were the case, we wouldn’t need medications at all. Instead, we could simply wield the power of suggestion. Understanding why certain people improve with placebo treatment and others do not is the “holy grail” of placebo research.

    Nocebo: Placebo’s evil twin

         The power of suggestion is a double-edged sword. If you expect a treatment to help you, it’s more likely to do so. And if you expect a treatment will be harmful, you are more likely to experience negative effects. That phenomenon is called the “nocebo effect” (from the Latin “I shall harm”). For example, if you tell a person that a headache is a common side effect of a particular medication, that person is more likely to report headaches even if they are actually taking a placebo. The power of expectation is formidable and probably plays a significant role in the benefits and the side effects of commonly prescribed medications.

    (www.health.harvard.edu. Adaptado.)
    No trecho do quinto parágrafo “The power of suggestion is a double-edged sword.”, a expressão em destaque equivale, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão ea67f36d-d7
  • EA60349A-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    The placebo effect: amazing and real

    November 2, 2015
    Robert H. Shmerling

    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

        The placebo effect is a mysterious thing. I’ve long been fascinated by the idea that something as inert and harmless as a sugar pill could relieve a person’s pain or hasten their recovery just by the expectation that it would. Studies use placebos – an inactive treatment, such as a sugar pill – in an attempt to understand the true impact of the active drug. Comparing what happens to a group of patients taking the active drug with the results of those taking a placebo can help researchers understand just how good the active drug is.
        The word “placebo” comes from Latin and means “I shall please.” And “please” it does. In study after study, many patients who take a placebo show improvement in their symptoms or condition.

    The placebo effect is for real

        Recent research on the placebo effect only confirms how powerful it can be – and that the benefits of a placebo treatment aren’t just “all in your head.” Measureable physiological changes can be observed in those taking a placebo, similar to those observed among people taking effective medications. In particular, blood pressure, heart rate, and blood test results have been shown to improve among subsets of research subjects who responded to a placebo.
        Of course, not everyone has a therapeutic response to a placebo. If that were the case, we wouldn’t need medications at all. Instead, we could simply wield the power of suggestion. Understanding why certain people improve with placebo treatment and others do not is the “holy grail” of placebo research.

    Nocebo: Placebo’s evil twin

         The power of suggestion is a double-edged sword. If you expect a treatment to help you, it’s more likely to do so. And if you expect a treatment will be harmful, you are more likely to experience negative effects. That phenomenon is called the “nocebo effect” (from the Latin “I shall harm”). For example, if you tell a person that a headache is a common side effect of a particular medication, that person is more likely to report headaches even if they are actually taking a placebo. The power of expectation is formidable and probably plays a significant role in the benefits and the side effects of commonly prescribed medications.

    (www.health.harvard.edu. Adaptado.)
    No trecho do quarto parágrafo “Instead, we could simply wield the power of suggestion.”, o termo em destaque equivale, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão ea60349a-d7
  • EA576506-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    The placebo effect: amazing and real

    November 2, 2015
    Robert H. Shmerling

    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

        The placebo effect is a mysterious thing. I’ve long been fascinated by the idea that something as inert and harmless as a sugar pill could relieve a person’s pain or hasten their recovery just by the expectation that it would. Studies use placebos – an inactive treatment, such as a sugar pill – in an attempt to understand the true impact of the active drug. Comparing what happens to a group of patients taking the active drug with the results of those taking a placebo can help researchers understand just how good the active drug is.
        The word “placebo” comes from Latin and means “I shall please.” And “please” it does. In study after study, many patients who take a placebo show improvement in their symptoms or condition.

    The placebo effect is for real

        Recent research on the placebo effect only confirms how powerful it can be – and that the benefits of a placebo treatment aren’t just “all in your head.” Measureable physiological changes can be observed in those taking a placebo, similar to those observed among people taking effective medications. In particular, blood pressure, heart rate, and blood test results have been shown to improve among subsets of research subjects who responded to a placebo.
        Of course, not everyone has a therapeutic response to a placebo. If that were the case, we wouldn’t need medications at all. Instead, we could simply wield the power of suggestion. Understanding why certain people improve with placebo treatment and others do not is the “holy grail” of placebo research.

    Nocebo: Placebo’s evil twin

         The power of suggestion is a double-edged sword. If you expect a treatment to help you, it’s more likely to do so. And if you expect a treatment will be harmful, you are more likely to experience negative effects. That phenomenon is called the “nocebo effect” (from the Latin “I shall harm”). For example, if you tell a person that a headache is a common side effect of a particular medication, that person is more likely to report headaches even if they are actually taking a placebo. The power of expectation is formidable and probably plays a significant role in the benefits and the side effects of commonly prescribed medications.

    (www.health.harvard.edu. Adaptado.)
    De acordo com as informações do terceiro e quarto parágrafos,
    Escolha uma alternativa para a questão ea576506-d7
  • EA4FA1C1-D7

    Inglês

    Tradução | Translation
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    The placebo effect: amazing and real

    November 2, 2015
    Robert H. Shmerling

    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2016, Tradução | Translation

        The placebo effect is a mysterious thing. I’ve long been fascinated by the idea that something as inert and harmless as a sugar pill could relieve a person’s pain or hasten their recovery just by the expectation that it would. Studies use placebos – an inactive treatment, such as a sugar pill – in an attempt to understand the true impact of the active drug. Comparing what happens to a group of patients taking the active drug with the results of those taking a placebo can help researchers understand just how good the active drug is.
        The word “placebo” comes from Latin and means “I shall please.” And “please” it does. In study after study, many patients who take a placebo show improvement in their symptoms or condition.

    The placebo effect is for real

        Recent research on the placebo effect only confirms how powerful it can be – and that the benefits of a placebo treatment aren’t just “all in your head.” Measureable physiological changes can be observed in those taking a placebo, similar to those observed among people taking effective medications. In particular, blood pressure, heart rate, and blood test results have been shown to improve among subsets of research subjects who responded to a placebo.
        Of course, not everyone has a therapeutic response to a placebo. If that were the case, we wouldn’t need medications at all. Instead, we could simply wield the power of suggestion. Understanding why certain people improve with placebo treatment and others do not is the “holy grail” of placebo research.

    Nocebo: Placebo’s evil twin

         The power of suggestion is a double-edged sword. If you expect a treatment to help you, it’s more likely to do so. And if you expect a treatment will be harmful, you are more likely to experience negative effects. That phenomenon is called the “nocebo effect” (from the Latin “I shall harm”). For example, if you tell a person that a headache is a common side effect of a particular medication, that person is more likely to report headaches even if they are actually taking a placebo. The power of expectation is formidable and probably plays a significant role in the benefits and the side effects of commonly prescribed medications.

    (www.health.harvard.edu. Adaptado.)
    O trecho do segundo parágrafo “And ‘please’ it does.” tem sentido equivalente, em português, a:
    Escolha uma alternativa para a questão ea4fa1c1-d7
  • EA4BFEF2-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    The placebo effect: amazing and real

    November 2, 2015
    Robert H. Shmerling

    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

        The placebo effect is a mysterious thing. I’ve long been fascinated by the idea that something as inert and harmless as a sugar pill could relieve a person’s pain or hasten their recovery just by the expectation that it would. Studies use placebos – an inactive treatment, such as a sugar pill – in an attempt to understand the true impact of the active drug. Comparing what happens to a group of patients taking the active drug with the results of those taking a placebo can help researchers understand just how good the active drug is.
        The word “placebo” comes from Latin and means “I shall please.” And “please” it does. In study after study, many patients who take a placebo show improvement in their symptoms or condition.

    The placebo effect is for real

        Recent research on the placebo effect only confirms how powerful it can be – and that the benefits of a placebo treatment aren’t just “all in your head.” Measureable physiological changes can be observed in those taking a placebo, similar to those observed among people taking effective medications. In particular, blood pressure, heart rate, and blood test results have been shown to improve among subsets of research subjects who responded to a placebo.
        Of course, not everyone has a therapeutic response to a placebo. If that were the case, we wouldn’t need medications at all. Instead, we could simply wield the power of suggestion. Understanding why certain people improve with placebo treatment and others do not is the “holy grail” of placebo research.

    Nocebo: Placebo’s evil twin

         The power of suggestion is a double-edged sword. If you expect a treatment to help you, it’s more likely to do so. And if you expect a treatment will be harmful, you are more likely to experience negative effects. That phenomenon is called the “nocebo effect” (from the Latin “I shall harm”). For example, if you tell a person that a headache is a common side effect of a particular medication, that person is more likely to report headaches even if they are actually taking a placebo. The power of expectation is formidable and probably plays a significant role in the benefits and the side effects of commonly prescribed medications.

    (www.health.harvard.edu. Adaptado.)
    According to the first paragraph, a placebo
    Escolha uma alternativa para a questão ea4bfef2-d7
  • EA373BC8-D7

    Português

    Análise sintática
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de Tales Ab´Sáber para responder à questão.

        Há em Berlim uma casa que nunca fecha. Aquela noite que não termina jamais pode de fato começar a qualquer momento do dia, às sete da manhã ou ainda às dez. Lá todos os tempos se estendem e noite e dia se transformam em outra coisa. Naquela imensa boate que pretende expandir o seu plano de existência, seu tempo infinito, sobre a vida e a cidade, construída em uma antiga fábrica − uma antiga usina de energia nazista −, todo tipo de figura da noite se encontra, em uma festa fantástica alucinada que deseja não terminar jamais.
         À luz da vida tecno¹ avançada, as ideias tradicionais de dia e de noite se revelam mais frágeis, bem mais insólitas do que a vida cotidiana sob o regime da produção nos leva a crer. Para alguns, o mundo do dia se tornará definitivamente vazio e apenas a noite excitada e veloz vai concentrar em si o valor do que é vivo.
        Naquela boate, como em muitas outras, tudo se encerra apenas quando o efeito prolongado e sistemático da droga se encerra. Como uma pausa para respirar, às vezes tendo passado muitos dias entre uma jornada de diversão e sua suspensão momentânea. Para muitos, apenas pelo tempo mínimo da reposição das forças até a próxima jornada, extenuante, sem fim, pela política imaginária da noite.
          E, ainda mais. Para outros tantos, o próprio efeito da droga sob a pulsação infinita da música eletrônica, experiência programática e enfeitiçada, não deveria se encerrar jamais: estes estariam destinados ao projeto de dissolução na pulsação sem eu da música tecno, seja a dissolução do espírito, em uma infantilização sem fim para os embates materiais da vida, seja a dissolução do corpo, ambos igualmente reais. De fato, após uma noite de vida tecno, é forte a experiência radical de vazio que se torna o espírito do dia. A energia foi imensamente gasta à noite. Foi devastada, tornando o dia vazio de objeto, porém vivo. Vivo no vazio, muito bem articulado à busca pelo excedente absoluto de mais tarde, à noite.

    (A música do tempo infinito, 2012. Adaptado.)

    ¹tecno: estilo de música eletrônica.
    “Há em Berlim uma casa que nunca fecha.” (1° parágrafo)

    No período em que está inserida, a oração destacada tem valor e função, respectivamente, de
    Escolha uma alternativa para a questão ea373bc8-d7
  • EA33B968-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de Tales Ab´Sáber para responder à questão.

        Há em Berlim uma casa que nunca fecha. Aquela noite que não termina jamais pode de fato começar a qualquer momento do dia, às sete da manhã ou ainda às dez. Lá todos os tempos se estendem e noite e dia se transformam em outra coisa. Naquela imensa boate que pretende expandir o seu plano de existência, seu tempo infinito, sobre a vida e a cidade, construída em uma antiga fábrica − uma antiga usina de energia nazista −, todo tipo de figura da noite se encontra, em uma festa fantástica alucinada que deseja não terminar jamais.
         À luz da vida tecno¹ avançada, as ideias tradicionais de dia e de noite se revelam mais frágeis, bem mais insólitas do que a vida cotidiana sob o regime da produção nos leva a crer. Para alguns, o mundo do dia se tornará definitivamente vazio e apenas a noite excitada e veloz vai concentrar em si o valor do que é vivo.
        Naquela boate, como em muitas outras, tudo se encerra apenas quando o efeito prolongado e sistemático da droga se encerra. Como uma pausa para respirar, às vezes tendo passado muitos dias entre uma jornada de diversão e sua suspensão momentânea. Para muitos, apenas pelo tempo mínimo da reposição das forças até a próxima jornada, extenuante, sem fim, pela política imaginária da noite.
          E, ainda mais. Para outros tantos, o próprio efeito da droga sob a pulsação infinita da música eletrônica, experiência programática e enfeitiçada, não deveria se encerrar jamais: estes estariam destinados ao projeto de dissolução na pulsação sem eu da música tecno, seja a dissolução do espírito, em uma infantilização sem fim para os embates materiais da vida, seja a dissolução do corpo, ambos igualmente reais. De fato, após uma noite de vida tecno, é forte a experiência radical de vazio que se torna o espírito do dia. A energia foi imensamente gasta à noite. Foi devastada, tornando o dia vazio de objeto, porém vivo. Vivo no vazio, muito bem articulado à busca pelo excedente absoluto de mais tarde, à noite.

    (A música do tempo infinito, 2012. Adaptado.)

    ¹tecno: estilo de música eletrônica.
    Segundo o texto, o uso de drogas na boate
    Escolha uma alternativa para a questão ea33b968-d7