Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 282 de 426.

  • 6CC05FA1-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.

    Healthy choices

    How do we reduce waistlines in a country where we traditionally do not like telling individuals what to do?

    By Telegraph View

    22 Aug 2014

                                                                                        Duncan Selbie, the Chief Executive of Public Health

                                                                                                      England, suggests that parents feed their children

                                                                                                      from smaller plates. Photo: Alamy


       Every new piece of information about Britain’s weight problem makes for ever more depressing reading. Duncan Selbie, the Chief Executive of Public Health England, today tells us that by 2034 some six million Britons will suffer from diabetes. Of course, many people develop diabetes through no fault of their own. But Mr Selbie’s research concludes that if the levels of obesity returned to their 1994 levels, 1.7 million fewer people would suffer from the condition.

      Given that fighting diabetes already drains the National Health Service (NHS) by more than £1.5 million, or 10 per cent of its budget for England, the impact upon the Treasury in 20 years’ time from unhealthy lifestyles could be catastrophic. Bad health not only impacts on the individual but also on the rest of the community.

       Diagnosis of the challenge is straightforward. The tougher question is what to do about reducing waistlines in a country where we traditionally do not like telling individuals what to do.

       It is interesting to note that Mr Selbie does not ascribe to the Big Brother approach of ceaseless legislation and nannying. Rather, he is keen to promote choices – making the case passionately that people should be encouraged to embrace good health. One of his suggestions is that parents feed their children from smaller plates. That way the child can clear his or her plate, as ordered, without actually consuming too much. Like all good ideas, this is rooted in common sense. 

    (www.telegraph.co.uk. Adaptado.)

    The excerpt from the first paragraph “many people develop diabetes through no fault of their own” means that these people
    Escolha uma alternativa para a questão 6cc05fa1-b1
  • 6CBA0F30-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Examine o quadrinho para responder a questão. 


    The Joy of Tech                                     by Nitrozac & Snaggy

    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
                                                                                                       (www.starling-fitness.com)
    When introduced to “real food” the children express
    Escolha uma alternativa para a questão 6cba0f30-b1
  • 6CB598D3-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Examine o quadrinho para responder a questão. 


    The Joy of Tech                                     by Nitrozac & Snaggy

    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
                                                                                                       (www.starling-fitness.com)
    O quadrinho faz uma crítica
    Escolha uma alternativa para a questão 6cb598d3-b1
  • 6C88B5FD-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


        Cumpridos dez anos de prisão por um crime que não pratiquei e do qual, entanto, nunca me defendi, morto para a vida e para os sonhos: nada podendo já esperar e coisa alguma desejando – eu venho fazer enfim a minha confissão: isto é, demonstrar a minha inocência.

    Talvez não me acreditem. Decerto que não me acreditam. Mas pouco importa. O meu interesse hoje em gritar que não assassinei Ricardo de Loureiro é nulo. Não tenho família; não preciso que me reabilitem. Mesmo quem esteve dez anos preso, nunca se reabilita. A verdade simples é esta.

        E àqueles que, lendo o que fica exposto, me perguntarem: “Mas por que não fez a sua confissão quando era tempo? Por que não demonstrou a sua inocência ao tribunal?”, a esses responderei: – A minha defesa era impossível. Ninguém me acreditaria. E fora inútil fazer-me passar por um embusteiro ou por um doido… Demais, devo confessar, após os acontecimentos em que me vira envolvido nessa época, ficara tão despedaçado que a prisão se me afigurava uma coisa sorridente. Era o esquecimento, a tranquilidade, o sono. Era um fim como qualquer outro – um termo para a minha vida devastada. Toda a minha ânsia foi pois de ver o processo terminado e começar cumprindo a minha sentença.

        De resto, o meu processo foi rápido. Oh! o caso parecia bem claro… Eu nem negava nem confessava. Mas quem cala consente… E todas as simpatias estavam do meu lado.

        O crime era, como devem ter dito os jornais do tempo, um “crime passional”. Cherchez la femme*. Depois, a vítima um poeta – um artista. A mulher romantizara-se desaparecendo. Eu era um herói, no fim de contas. E um herói com seus laivos de mistério, o que mais me aureolava. Por tudo isso, independentemente do belo discurso de defesa, o júri concedeu-me circunstâncias atenuantes. E a minha pena foi curta.

        Ah! foi bem curta – sobretudo para mim… Esses dez anos esvoaram-se-me como dez meses. É que, em realidade, as horas não podem mais ter ação sobre aqueles que viveram um instante que focou toda a sua vida. Atingido o sofrimento máximo, nada já nos faz sofrer. Vibradas as sensações máximas, nada já nos fará oscilar. Simplesmente, este momento culminante raras são as criaturas que o vivem. As que o viveram ou são, como eu, os mortos-vivos, ou – apenas – os desencantados que, muita vez, acabam no suicídio.

    Cherchez la femme: Procurem a mulher. 

    (Mário de Sá-Carneiro. A confissão de Lúcio, 2011.)

    Quando se quer chamar atenção para o Objeto Direto que precede o verbo, costuma-se repeti-lo. É o que se chama Objeto Direto Pleonástico, em cuja constituição entra sempre um pronome pessoal átono.
    (Celso Cunha e Lindley Cintra. Nova gramática do português contemporâneo, 2000.)


    Verifica-se a ocorrência de objeto direto pleonástico em:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c88b5fd-b1
  • 6C836136-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


        Cumpridos dez anos de prisão por um crime que não pratiquei e do qual, entanto, nunca me defendi, morto para a vida e para os sonhos: nada podendo já esperar e coisa alguma desejando – eu venho fazer enfim a minha confissão: isto é, demonstrar a minha inocência.

    Talvez não me acreditem. Decerto que não me acreditam. Mas pouco importa. O meu interesse hoje em gritar que não assassinei Ricardo de Loureiro é nulo. Não tenho família; não preciso que me reabilitem. Mesmo quem esteve dez anos preso, nunca se reabilita. A verdade simples é esta.

        E àqueles que, lendo o que fica exposto, me perguntarem: “Mas por que não fez a sua confissão quando era tempo? Por que não demonstrou a sua inocência ao tribunal?”, a esses responderei: – A minha defesa era impossível. Ninguém me acreditaria. E fora inútil fazer-me passar por um embusteiro ou por um doido… Demais, devo confessar, após os acontecimentos em que me vira envolvido nessa época, ficara tão despedaçado que a prisão se me afigurava uma coisa sorridente. Era o esquecimento, a tranquilidade, o sono. Era um fim como qualquer outro – um termo para a minha vida devastada. Toda a minha ânsia foi pois de ver o processo terminado e começar cumprindo a minha sentença.

        De resto, o meu processo foi rápido. Oh! o caso parecia bem claro… Eu nem negava nem confessava. Mas quem cala consente… E todas as simpatias estavam do meu lado.

        O crime era, como devem ter dito os jornais do tempo, um “crime passional”. Cherchez la femme*. Depois, a vítima um poeta – um artista. A mulher romantizara-se desaparecendo. Eu era um herói, no fim de contas. E um herói com seus laivos de mistério, o que mais me aureolava. Por tudo isso, independentemente do belo discurso de defesa, o júri concedeu-me circunstâncias atenuantes. E a minha pena foi curta.

        Ah! foi bem curta – sobretudo para mim… Esses dez anos esvoaram-se-me como dez meses. É que, em realidade, as horas não podem mais ter ação sobre aqueles que viveram um instante que focou toda a sua vida. Atingido o sofrimento máximo, nada já nos faz sofrer. Vibradas as sensações máximas, nada já nos fará oscilar. Simplesmente, este momento culminante raras são as criaturas que o vivem. As que o viveram ou são, como eu, os mortos-vivos, ou – apenas – os desencantados que, muita vez, acabam no suicídio.

    Cherchez la femme: Procurem a mulher. 

    (Mário de Sá-Carneiro. A confissão de Lúcio, 2011.)

    Observe as passagens do texto:

    •  “Decerto que não me acreditam.” (2.º parágrafo)
    •  “E um herói com seus laivos de mistério” (5.º parágrafo)
    •   “nada já nos fará oscilar.” (6.º parágrafo)


    No contexto em que estão empregados, os termos em destaque significam, respectivamente,

    Escolha uma alternativa para a questão 6c836136-b1
  • 6C7A5AA5-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


        Cumpridos dez anos de prisão por um crime que não pratiquei e do qual, entanto, nunca me defendi, morto para a vida e para os sonhos: nada podendo já esperar e coisa alguma desejando – eu venho fazer enfim a minha confissão: isto é, demonstrar a minha inocência.

    Talvez não me acreditem. Decerto que não me acreditam. Mas pouco importa. O meu interesse hoje em gritar que não assassinei Ricardo de Loureiro é nulo. Não tenho família; não preciso que me reabilitem. Mesmo quem esteve dez anos preso, nunca se reabilita. A verdade simples é esta.

        E àqueles que, lendo o que fica exposto, me perguntarem: “Mas por que não fez a sua confissão quando era tempo? Por que não demonstrou a sua inocência ao tribunal?”, a esses responderei: – A minha defesa era impossível. Ninguém me acreditaria. E fora inútil fazer-me passar por um embusteiro ou por um doido… Demais, devo confessar, após os acontecimentos em que me vira envolvido nessa época, ficara tão despedaçado que a prisão se me afigurava uma coisa sorridente. Era o esquecimento, a tranquilidade, o sono. Era um fim como qualquer outro – um termo para a minha vida devastada. Toda a minha ânsia foi pois de ver o processo terminado e começar cumprindo a minha sentença.

        De resto, o meu processo foi rápido. Oh! o caso parecia bem claro… Eu nem negava nem confessava. Mas quem cala consente… E todas as simpatias estavam do meu lado.

        O crime era, como devem ter dito os jornais do tempo, um “crime passional”. Cherchez la femme*. Depois, a vítima um poeta – um artista. A mulher romantizara-se desaparecendo. Eu era um herói, no fim de contas. E um herói com seus laivos de mistério, o que mais me aureolava. Por tudo isso, independentemente do belo discurso de defesa, o júri concedeu-me circunstâncias atenuantes. E a minha pena foi curta.

        Ah! foi bem curta – sobretudo para mim… Esses dez anos esvoaram-se-me como dez meses. É que, em realidade, as horas não podem mais ter ação sobre aqueles que viveram um instante que focou toda a sua vida. Atingido o sofrimento máximo, nada já nos faz sofrer. Vibradas as sensações máximas, nada já nos fará oscilar. Simplesmente, este momento culminante raras são as criaturas que o vivem. As que o viveram ou são, como eu, os mortos-vivos, ou – apenas – os desencantados que, muita vez, acabam no suicídio.

    Cherchez la femme: Procurem a mulher. 

    (Mário de Sá-Carneiro. A confissão de Lúcio, 2011.)

    No primeiro parágrafo, afirma-se: “eu venho fazer enfim a minha confissão”. Tal confissão se materializa textualmente em
    Escolha uma alternativa para a questão 6c7a5aa5-b1
  • 6C70DA54-B1

    Português

    Coesão e coerência
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Analise a capa de um folder de uma campanha de trânsito.

    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2014, Coesão e coerência

    Explicitando-se os complementos dos verbos em “Eu cuido, eu respeito.”, obtém-se, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa:

    Escolha uma alternativa para a questão 6c70da54-b1
  • 6C6BE756-B1

    Português

    Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


    Você conseguiria ficar 99 dias sem o Facebook?

    Uma organização não governamental holandesa está propondo um desafio que muitos poderão considerar impossível: ficar 99 dias sem dar nem uma “olhadinha” no Facebook. O objetivo é medir o grau de felicidade dos usuários longe da rede social.

      O projeto também é uma resposta aos experimentos psicológicos realizados pelo próprio Facebook. A diferença neste caso é que o teste é completamente voluntário. Ironicamente, para poder participar, o usuário deve trocar a foto do perfil no Facebook e postar um contador na rede social.

       Os pesquisadores irão avaliar o grau de satisfação e felicidade dos participantes no 33.º dia, no 66.º e no último dia da abstinência.

       Os responsáveis apontam que os usuários do Facebook gastam em média 17 minutos por dia na rede social. Em 99 dias sem acesso, a soma média seria equivalente a mais de 28 horas, que poderiam ser utilizadas em “atividades emocionalmente mais realizadoras”.

    (http://codigofonte.uol.com.br. Adaptado.)


    Considere os enunciados a seguir para responder a questão.

    •  [...] ficar 99 dias sem dar nem uma “olhadinha” no Facebook. (1.º parágrafo)

    •  [...] que poderiam ser utilizadas em “atividades emocionalmente mais realizadoras”. (4.º parágrafo)

    Analisando-se o emprego e a estrutura das palavras “olhadinha” e “emocionalmente”, é correto afirmar que os sufixos nelas presentes indicam, respectivamente, sentido de
    Escolha uma alternativa para a questão 6c6be756-b1
  • 6C651965-B1

    Português

    Artigos
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Você conseguiria ficar 99 dias sem o Facebook?

    Uma organização não governamental holandesa está propondo um desafio que muitos poderão considerar impossível: ficar 99 dias sem dar nem uma “olhadinha” no Facebook. O objetivo é medir o grau de felicidade dos usuários longe da rede social.

      O projeto também é uma resposta aos experimentos psicológicos realizados pelo próprio Facebook. A diferença neste caso é que o teste é completamente voluntário. Ironicamente, para poder participar, o usuário deve trocar a foto do perfil no Facebook e postar um contador na rede social.

       Os pesquisadores irão avaliar o grau de satisfação e felicidade dos participantes no 33.º dia, no 66.º e no último dia da abstinência.

       Os responsáveis apontam que os usuários do Facebook gastam em média 17 minutos por dia na rede social. Em 99 dias sem acesso, a soma média seria equivalente a mais de 28 horas, que poderiam ser utilizadas em “atividades emocionalmente mais realizadoras”.

    (http://codigofonte.uol.com.br. Adaptado.)

    Examine as passagens do primeiro parágrafo do texto:


    •  “Uma organização não governamental holandesa está propondo um desafio”

    •  “O objetivo é medir o grau de felicidade dos usuários longe da rede social.”


    A utilização dos artigos destacados justifica-se em razão

    Escolha uma alternativa para a questão 6c651965-b1
  • 6C5EEB9D-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Você conseguiria ficar 99 dias sem o Facebook?

    Uma organização não governamental holandesa está propondo um desafio que muitos poderão considerar impossível: ficar 99 dias sem dar nem uma “olhadinha” no Facebook. O objetivo é medir o grau de felicidade dos usuários longe da rede social.

      O projeto também é uma resposta aos experimentos psicológicos realizados pelo próprio Facebook. A diferença neste caso é que o teste é completamente voluntário. Ironicamente, para poder participar, o usuário deve trocar a foto do perfil no Facebook e postar um contador na rede social.

       Os pesquisadores irão avaliar o grau de satisfação e felicidade dos participantes no 33.º dia, no 66.º e no último dia da abstinência.

       Os responsáveis apontam que os usuários do Facebook gastam em média 17 minutos por dia na rede social. Em 99 dias sem acesso, a soma média seria equivalente a mais de 28 horas, que poderiam ser utilizadas em “atividades emocionalmente mais realizadoras”.

    (http://codigofonte.uol.com.br. Adaptado.)

    De acordo com os pressupostos da campanha holandesa, o usuário do Facebook
    Escolha uma alternativa para a questão 6c5eeb9d-b1
  • 6C5B6DB7-B1

    Português

    Emprego do hífen
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2014, Emprego do hífenCiência explica____________.

    Testes mostram que ____________

    de Leonardo da Vinci está sumindo

    (www.uol.com.br, 05.06.2014. Adaptado.)


    Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa e com o Novo Acordo Ortográfico, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c5b6db7-b1
  • 6C575911-B1

    Português

    Coesão e coerência
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Mau despertar


                                                                    Saio do sono como

                                                                     de uma batalha

                                                                     travada em

                                                                     lugar algum


                                                                     Não sei na madrugada

                                                                     se estou ferido

                                                                     se o corpo

                                                                         tenho

                                                                      riscado

                                                                         de hematomas 


                                                                     Zonzo lavo

                                                                     na pia

                                                                     os olhos donde

                                                                     ainda escorrem

                                                                     uns restos de treva

                  (Ferreira Gullar. Muitas vozes, 2013.)

    Assinale a alternativa em que a reescrita dos versos altera o sentido original do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 6c575911-b1
  • 6C52F1D8-B1

    Português

    Interpretação de Textos
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    Mau despertar


                                                                    Saio do sono como

                                                                     de uma batalha

                                                                     travada em

                                                                     lugar algum


                                                                     Não sei na madrugada

                                                                     se estou ferido

                                                                     se o corpo

                                                                         tenho

                                                                      riscado

                                                                         de hematomas 


                                                                     Zonzo lavo

                                                                     na pia

                                                                     os olhos donde

                                                                     ainda escorrem

                                                                     uns restos de treva

                  (Ferreira Gullar. Muitas vozes, 2013.)

    Analisando-se as três estrofes do poema, atribui-se a cada uma os seguintes sentidos, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 6c52f1d8-b1
  • 6C4FF8FE-B1

    Português

    Interpretação de Textos
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    Mau despertar


                                                                    Saio do sono como

                                                                     de uma batalha

                                                                     travada em

                                                                     lugar algum


                                                                     Não sei na madrugada

                                                                     se estou ferido

                                                                     se o corpo

                                                                         tenho

                                                                      riscado

                                                                         de hematomas 


                                                                     Zonzo lavo

                                                                     na pia

                                                                     os olhos donde

                                                                     ainda escorrem

                                                                     uns restos de treva

                  (Ferreira Gullar. Muitas vozes, 2013.)

    A leitura do poema permite inferir que
    Escolha uma alternativa para a questão 6c4ff8fe-b1
  • 6C4A86B8-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    É preciso ler esse livro singular sem a obsessão de enquadrá-lo em um determinado gênero literário, o que implicaria em prejuízo paralisante. Ao contrário, a abertura a mais de uma perspectiva é o modo próprio de enfrentá-lo. A descrição minuciosa da terra, do homem e da luta situa-o no nível da cultura científica e histórica. Seu autor fez geografia humana e sociologia como um espírito atilado poderia fazê-las no começo do século, em nosso meio intelectual, então avesso à observação demorada e à pesquisa pura. Situando a obra na evolução do pensamento brasileiro, diz lucidamente o crítico Antonio Candido: “Livro posto entre a literatura e a sociologia naturalista, esta obra assinala um fim e um começo: o fim do imperialismo literário, o começo da análise científica aplicada aos aspectos mais importantes da sociedade brasileira (no caso, as contradições contidas na diferença de cultura entre as regiões litorâneas e o interior).”

    (Alfredo Bosi. História concisa da literatura brasileira, 1994. Adaptado.)

    O excerto trata da obra
    Escolha uma alternativa para a questão 6c4a86b8-b1
  • 6C468DEE-B1

    Português

    Interpretação de Textos
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    Leia o poema de Ricardo Reis, heterônimo de Fernando Pessoa.


    Coroai-me de rosas,

    Coroai-me em verdade

    De rosas –

    Rosas que se apagam

    Em fronte a apagar-se

    Tão cedo!

    Coroai-me de rosas

    E de folhas breves.

    E basta.

    (As múltiplas faces de Fernando Pessoa, 1995.)


    O tema tratado no poema é a

    Escolha uma alternativa para a questão 6c468dee-b1
  • 6C436E18-B1

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


    A palavra falada é um fenômeno natural; a palavra escrita é um fenômeno cultural. O homem natural pode viver perfeitamente sem ler nem escrever. Não o pode o homem a que chamamos civilizado: por isso, como disse, a palavra escrita é um fenômeno cultural, não da natureza mas da civilização, da qual a cultura é a essência e o esteio.

    Pertencendo, pois, a mundos (mentais) essencialmente diferentes, os dois tipos de palavra obedecem forçosamente a leis ou regras essencialmente diferentes. A palavra falada é um caso, por assim dizer, democrático. Ao falar, temos que obedecer à lei do maior número, sob pena de ou não sermos compreendidos ou sermos inutilmente ridículos. Se a maioria pronuncia mal uma palavra, temos que a pronunciar mal. Se a maioria usa de uma construção gramatical errada, da mesma construção teremos que usar. Se a maioria caiu em usar estrangeirismos ou outras irregularidades verbais, assim temos que fazer. Os termos ou expressões que na linguagem escrita são justos, e até obrigatórios, tornam-se em estupidez e pedantaria, se deles fazemos uso no trato verbal. Tornam- -se até em má-criação, pois o preceito fundamental da civilidade é que nos conformemos o mais possível com as maneiras, os hábitos, e a educação da pessoa com quem falamos, ainda que nisso faltemos às boas maneiras ou à etiqueta, que são a cultura exterior.

    (Fernando Pessoa. A língua portuguesa, 1999. Adaptado.)

    Assinale a alternativa cujo enunciado atende à norma- -padrão da língua portuguesa.
    Escolha uma alternativa para a questão 6c436e18-b1
  • 6C3F55F9-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


    A palavra falada é um fenômeno natural; a palavra escrita é um fenômeno cultural. O homem natural pode viver perfeitamente sem ler nem escrever. Não o pode o homem a que chamamos civilizado: por isso, como disse, a palavra escrita é um fenômeno cultural, não da natureza mas da civilização, da qual a cultura é a essência e o esteio.

    Pertencendo, pois, a mundos (mentais) essencialmente diferentes, os dois tipos de palavra obedecem forçosamente a leis ou regras essencialmente diferentes. A palavra falada é um caso, por assim dizer, democrático. Ao falar, temos que obedecer à lei do maior número, sob pena de ou não sermos compreendidos ou sermos inutilmente ridículos. Se a maioria pronuncia mal uma palavra, temos que a pronunciar mal. Se a maioria usa de uma construção gramatical errada, da mesma construção teremos que usar. Se a maioria caiu em usar estrangeirismos ou outras irregularidades verbais, assim temos que fazer. Os termos ou expressões que na linguagem escrita são justos, e até obrigatórios, tornam-se em estupidez e pedantaria, se deles fazemos uso no trato verbal. Tornam- -se até em má-criação, pois o preceito fundamental da civilidade é que nos conformemos o mais possível com as maneiras, os hábitos, e a educação da pessoa com quem falamos, ainda que nisso faltemos às boas maneiras ou à etiqueta, que são a cultura exterior.

    (Fernando Pessoa. A língua portuguesa, 1999. Adaptado.)

    De acordo com o autor, “ao falar, temos que obedecer à lei do maior número”. Atendendo a esse princípio, para o português oral contemporâneo, está adequado o enunciado:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c3f55f9-b1
  • 6C3AC4F4-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


    A palavra falada é um fenômeno natural; a palavra escrita é um fenômeno cultural. O homem natural pode viver perfeitamente sem ler nem escrever. Não o pode o homem a que chamamos civilizado: por isso, como disse, a palavra escrita é um fenômeno cultural, não da natureza mas da civilização, da qual a cultura é a essência e o esteio.

    Pertencendo, pois, a mundos (mentais) essencialmente diferentes, os dois tipos de palavra obedecem forçosamente a leis ou regras essencialmente diferentes. A palavra falada é um caso, por assim dizer, democrático. Ao falar, temos que obedecer à lei do maior número, sob pena de ou não sermos compreendidos ou sermos inutilmente ridículos. Se a maioria pronuncia mal uma palavra, temos que a pronunciar mal. Se a maioria usa de uma construção gramatical errada, da mesma construção teremos que usar. Se a maioria caiu em usar estrangeirismos ou outras irregularidades verbais, assim temos que fazer. Os termos ou expressões que na linguagem escrita são justos, e até obrigatórios, tornam-se em estupidez e pedantaria, se deles fazemos uso no trato verbal. Tornam- -se até em má-criação, pois o preceito fundamental da civilidade é que nos conformemos o mais possível com as maneiras, os hábitos, e a educação da pessoa com quem falamos, ainda que nisso faltemos às boas maneiras ou à etiqueta, que são a cultura exterior.

    (Fernando Pessoa. A língua portuguesa, 1999. Adaptado.)

    Em sua argumentação, o autor estabelece que
    Escolha uma alternativa para a questão 6c3ac4f4-b1
  • 093B9668-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Wearable tech for kids coming from LeapFrog

    By Doug Gross, CNN

    updated 12:57 PM EDT, Thu May 1, 2014


    (CNN) – The wearable technology movement is in full effect, and exercise-based activity trackers lead the way. Now, it’s becoming child’s play.

          LeapFrog, the maker of education-oriented tablets and apps for children, has unveiled1 LeapBand, a wearable activity tracker designed with kids in mind.

          The band fits around the user’s wrist and looks a lot like a kids version of a smartwatch. By performing actions like “walk like a crab,” “spin like a helicopter” or “pop like popcorn,” kids can unlock new games and a group of Pokemon-like “digital pets” on the device.

          The band connects to a website or app that lets parents monitor their children’s activities and choose which challenges they can select, and which they can’t.

          Moving past smartphones and tablets, wearable tech has become arguably the hottest digital trend in the past year or so.

    (http://tinyurl.com/noswsfc Acesso em: 20.07.2014. Adaptado)

    Glossário 1

    unveil: revelar, apresentar.

    Assinale a alternativa que apresenta o termo like usado como uma conjunção, tal qual em “walk like a crab”, “spin like a helicopter” , “pop like popcorn”.
    Escolha uma alternativa para a questão 093b9668-b1