Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 300 de 426.

  • 43D15226-B8

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    Caro candidato, o primeiro texto desta prova foi extraído do livro de memórias do escritor e jornalista carioca, que nasceu em 1926, Carlos Heitor Cony. Um livro de memórias é “relato que alguém faz, frequentemente, na forma de obra literária, a partir de acontecimentos históricos dos quais participou ou foi testemunha, ou que estão fundamentados em sua vida particular”. Não deve ser confundido com autobiografia. 

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2013, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2013, Interpretação de Textos

    CONY, Carlos Heitor. In: Eu aos pedaços:
    memórias. São Paulo: Leya, 2010. p. 114-115. 
    Atente ao que se diz do enunciado seguinte: “Olhei meus sapatos e tive vergonha daquele brilho humano salgado como lágrimas” (linhas 46- 48).

    I. A vergonha que o cronista tem, na verdade, não é propriamente do brilho do sapato, mas do esforço humano despendido para produzilo.

    II. O brilho, que exigiu esforço humano, foi conseguido à custa do pranto do trabalhador.

    III. O suor que o engraxate deixou cair sobre o sapato sugere o esforço despendido pelo trabalhador explorado.

    Está correto o que se diz somente em
    Escolha uma alternativa para a questão 43d15226-b8
  • 43CA3886-B8

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    Caro candidato, o primeiro texto desta prova foi extraído do livro de memórias do escritor e jornalista carioca, que nasceu em 1926, Carlos Heitor Cony. Um livro de memórias é “relato que alguém faz, frequentemente, na forma de obra literária, a partir de acontecimentos históricos dos quais participou ou foi testemunha, ou que estão fundamentados em sua vida particular”. Não deve ser confundido com autobiografia. 

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2013, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2013, Interpretação de Textos

    CONY, Carlos Heitor. In: Eu aos pedaços:
    memórias. São Paulo: Leya, 2010. p. 114-115. 
    O enunciador do texto parte de um acontecimento prosaico, comum, ordinário, que o faz refletir. Assinale a opção que expressa o acontecimento que o leva a essa reflexão.
    Escolha uma alternativa para a questão 43ca3886-b8
  • 105FD82C-B6

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    UFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Desfotografia

    Na desfotografia é assim
    primeiro o flash
    depois o sorriso
    a revelação antes do clic
    você relembra então vive
    o passarinho é que te olha
    e você dizendo xixxxxxxxxxx

    MELAMED, Michel. Regurgitofagia. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005.

    Na sua composição poética, o autor seleciona léxicos pouco convencionais como “desfotografia”, “flash”, “xixxxxxxxxxx”. Respectivamente, tais vocábulos são oriundos dos seguintes processos de formação de palavras:
    Escolha uma alternativa para a questão 105fd82c-b6
  • 10573CA2-B6

    Português

    Colocação Pronominal
    UFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UFAL 2013, Colocação Pronominal
    Disponível em: http://www.alienado.net. Acesso em: 17 nov. 2013.

    A respeito da colocação do pronome pessoal oblíquo que se encontra no 1º quadrinho, infere-se que
    Escolha uma alternativa para a questão 10573ca2-b6
  • 105288B5-B6

    Português

    Encontros consonantais: Dígrafos
    UFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Pesquisa no Canadá mostra que leitores fluentes têm dificuldade de compreensão elementar
    Revista Língua Portuguesa. Ano 7. Nº 78. Abril de 2012.

    Considerando os vocábulos sublinhados no período, assinale a alternativa em que a análise dos aspectos fonológicos está incorreta.
    Escolha uma alternativa para a questão 105288b5-b6
  • 1046F7BF-B6

    Português

    Sintaxe
    UFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Avanços científicos retiram dos corpos físicos a ideia de perfeição e ampliam os espaços da investigação celeste”

    CAMENIETZKI, Carlos Ziller. Revista de História da Biblioteca Nacional. Ano 7. Nº 75. Dez. 2012. 

    Os vocábulos preposicionados em destaque desempenham, respectivamente, as funções sintáticas de 
    Escolha uma alternativa para a questão 1046f7bf-b6
  • 103E633B-B6

    Português

    Denotação e Conotação
    UFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    De vez em quando Deus me tira a poesia.
    Olho pedra e vejo pedra mesmo.

    PRADO, Adélia. Poesia Reunida, São Paulo, Siciliano, 1991 (fragmento).

    De acordo com os versos de Adélia Prado, quando Deus lhe tira a poesia, resta-lhe a linguagem
    Escolha uma alternativa para a questão 103e633b-b6
  • 102634CC-B6

    Português

    Formação do imperativo
    UFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UFAL 2013, Formação do imperativo

    Disponível em: http://mensagensdeamorparacelular.com. Acesso em: 02 dez. 2013.


    O enunciado do cartaz acima traz as formas verbais no imperativo afirmativo. Como ficaria o mesmo enunciado, ao mudar o tempo verbal para o imperativo negativo?

    Escolha uma alternativa para a questão 102634cc-b6
  • 10215637-B6

    Português

    Morfologia
    UFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UFAL 2013, Morfologia
    Disponível em: http://upf.tche.br. Acesso em: 02 dez. 2013.

    O romano da gravura parece estar em dúvida do valor do numeral romano MCDV cuja transcrição para o numeral cardinal é:
    Escolha uma alternativa para a questão 10215637-b6
  • 2CD688FB-B0

    Português

    Acentuação Gráfica: acento diferencial
    FATEC · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Aptidão
    – Bom dia, Senhor Pacheco. Sente-se, por favor. Temos uma ótima notícia. Como o senhor deve saber, contratamos uma firma de psicomputocratas para fazer testes de aptidão nos dez mil empregados desta firma. Precisamos nos atualizar. Acompanhar os tempos.
     – Sim, senhor.
    – Os dez mil testes foram submetidos a um computador, e os resultados estão aqui. O senhor é o primeiro a ser chamado porque o computador nos forneceu os resultados em rigorosa ordem alfabética.
    – Mas o meu nome começa com P.
    – Hum, sim, deixa ver. Pacheco. Sim, sim. Deve ser por ordem alfabética do primeiro nome, então. Este computador é de última geração. Nunca erra. Como é seu primeiro nome?
    – Xisto.
    – Bom, isso não tem importância. Vamos adiante. Vejo aqui pela sua ficha que o senhor está conosco há vinte e oito anos. Sempre na seção de entorte de fresos. O senhor nunca falhou no serviço, nunca tirou férias e já recebeu várias vezes nosso prêmio de produção.
    – Sim, senhor.
    – O senhor começou na seção de entorte de fresos como faxineiro, depois passou a assistente de entortador, depois entortador, e hoje é o chefe de entorte. Me diga uma coisa, o senhor nunca se sentiu atraído para outra função, além do entorte de fresos? Nunca achou que entortar não era bem sua vocação?
    – Nunca, não senhor.
    – Pois veja só! O computador nos revela que a sua verdadeira vocação não é o entorte de fresos e sim o bistoque de tronas! O senhor é um bistocador de tronas nato, segundo o computador. Não é fantástico? E ainda tem gente que critica a tecnologia. O senhor era um homem deslocado no entorte de fresos e não sabia. Se não fosse o teste, nunca ficaria sabendo. Claro que essa situação vai ser corrigida. O senhor, a partir deste minuto, deixa de entortar.
    – Sim, senhor.
    – Só tem uma coisa, Senhor Pacheco. Nossa firma não trabalha com tronas. Pensando bem, ninguém trabalha com tronas, hoje em dia.
    – Olha, tanto faz. Eu estou perfeitamente satisfeito no entorte e faltam só vinte anos pra me aposentar...
     – Então a firma gasta um dinheirão para descobrir a sua verdadeira vocação e o senhor quer jogá-la fora? Reconheço que o senhor tem sido um chefe de entorte perfeito. Aliás, o computador não descobriu ninguém com aptidão para o entorte. Vai ser um problema substituí-lo. Mas não podemos contestar a tecnologia. O senhor está despedido. Por favor, mande entrar o seguinte e passe bem.
    (VERÍSSIMO, Luís Fernando. O nariz e outras crônicas. São Paulo: Ática, 2003. Adaptado)
    Considere o trecho a seguir.

    Haviam _______ ao conhecimento do chefe os resultados dos testes de aptidão que os psicomputocratas ______-se a aplicar aos funcionários, visto que _____ à empresa manter-se atualizada. Os testes foram submetidos a um computador, e este forneceu resultados que _____ informações sobre os funcionários.

    De acordo com a gramática normativa, o trecho deve ser preenchido, respectivamente, por
    Escolha uma alternativa para a questão 2cd688fb-b0
  • 2CD250A5-B0

    Português

    Coesão e coerência
    FATEC · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Aptidão
    – Bom dia, Senhor Pacheco. Sente-se, por favor. Temos uma ótima notícia. Como o senhor deve saber, contratamos uma firma de psicomputocratas para fazer testes de aptidão nos dez mil empregados desta firma. Precisamos nos atualizar. Acompanhar os tempos.
     – Sim, senhor.
    – Os dez mil testes foram submetidos a um computador, e os resultados estão aqui. O senhor é o primeiro a ser chamado porque o computador nos forneceu os resultados em rigorosa ordem alfabética.
    – Mas o meu nome começa com P.
    – Hum, sim, deixa ver. Pacheco. Sim, sim. Deve ser por ordem alfabética do primeiro nome, então. Este computador é de última geração. Nunca erra. Como é seu primeiro nome?
    – Xisto.
    – Bom, isso não tem importância. Vamos adiante. Vejo aqui pela sua ficha que o senhor está conosco há vinte e oito anos. Sempre na seção de entorte de fresos. O senhor nunca falhou no serviço, nunca tirou férias e já recebeu várias vezes nosso prêmio de produção.
    – Sim, senhor.
    – O senhor começou na seção de entorte de fresos como faxineiro, depois passou a assistente de entortador, depois entortador, e hoje é o chefe de entorte. Me diga uma coisa, o senhor nunca se sentiu atraído para outra função, além do entorte de fresos? Nunca achou que entortar não era bem sua vocação?
    – Nunca, não senhor.
    – Pois veja só! O computador nos revela que a sua verdadeira vocação não é o entorte de fresos e sim o bistoque de tronas! O senhor é um bistocador de tronas nato, segundo o computador. Não é fantástico? E ainda tem gente que critica a tecnologia. O senhor era um homem deslocado no entorte de fresos e não sabia. Se não fosse o teste, nunca ficaria sabendo. Claro que essa situação vai ser corrigida. O senhor, a partir deste minuto, deixa de entortar.
    – Sim, senhor.
    – Só tem uma coisa, Senhor Pacheco. Nossa firma não trabalha com tronas. Pensando bem, ninguém trabalha com tronas, hoje em dia.
    – Olha, tanto faz. Eu estou perfeitamente satisfeito no entorte e faltam só vinte anos pra me aposentar...
     – Então a firma gasta um dinheirão para descobrir a sua verdadeira vocação e o senhor quer jogá-la fora? Reconheço que o senhor tem sido um chefe de entorte perfeito. Aliás, o computador não descobriu ninguém com aptidão para o entorte. Vai ser um problema substituí-lo. Mas não podemos contestar a tecnologia. O senhor está despedido. Por favor, mande entrar o seguinte e passe bem.
    (VERÍSSIMO, Luís Fernando. O nariz e outras crônicas. São Paulo: Ática, 2003. Adaptado)
    Assinale a alternativa que apresenta a afirmação correta sobre o trecho selecionado do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 2cd250a5-b0
  • 2CCEB97C-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Aptidão
    – Bom dia, Senhor Pacheco. Sente-se, por favor. Temos uma ótima notícia. Como o senhor deve saber, contratamos uma firma de psicomputocratas para fazer testes de aptidão nos dez mil empregados desta firma. Precisamos nos atualizar. Acompanhar os tempos.
     – Sim, senhor.
    – Os dez mil testes foram submetidos a um computador, e os resultados estão aqui. O senhor é o primeiro a ser chamado porque o computador nos forneceu os resultados em rigorosa ordem alfabética.
    – Mas o meu nome começa com P.
    – Hum, sim, deixa ver. Pacheco. Sim, sim. Deve ser por ordem alfabética do primeiro nome, então. Este computador é de última geração. Nunca erra. Como é seu primeiro nome?
    – Xisto.
    – Bom, isso não tem importância. Vamos adiante. Vejo aqui pela sua ficha que o senhor está conosco há vinte e oito anos. Sempre na seção de entorte de fresos. O senhor nunca falhou no serviço, nunca tirou férias e já recebeu várias vezes nosso prêmio de produção.
    – Sim, senhor.
    – O senhor começou na seção de entorte de fresos como faxineiro, depois passou a assistente de entortador, depois entortador, e hoje é o chefe de entorte. Me diga uma coisa, o senhor nunca se sentiu atraído para outra função, além do entorte de fresos? Nunca achou que entortar não era bem sua vocação?
    – Nunca, não senhor.
    – Pois veja só! O computador nos revela que a sua verdadeira vocação não é o entorte de fresos e sim o bistoque de tronas! O senhor é um bistocador de tronas nato, segundo o computador. Não é fantástico? E ainda tem gente que critica a tecnologia. O senhor era um homem deslocado no entorte de fresos e não sabia. Se não fosse o teste, nunca ficaria sabendo. Claro que essa situação vai ser corrigida. O senhor, a partir deste minuto, deixa de entortar.
    – Sim, senhor.
    – Só tem uma coisa, Senhor Pacheco. Nossa firma não trabalha com tronas. Pensando bem, ninguém trabalha com tronas, hoje em dia.
    – Olha, tanto faz. Eu estou perfeitamente satisfeito no entorte e faltam só vinte anos pra me aposentar...
     – Então a firma gasta um dinheirão para descobrir a sua verdadeira vocação e o senhor quer jogá-la fora? Reconheço que o senhor tem sido um chefe de entorte perfeito. Aliás, o computador não descobriu ninguém com aptidão para o entorte. Vai ser um problema substituí-lo. Mas não podemos contestar a tecnologia. O senhor está despedido. Por favor, mande entrar o seguinte e passe bem.
    (VERÍSSIMO, Luís Fernando. O nariz e outras crônicas. São Paulo: Ática, 2003. Adaptado)
    O leitor pode identificar as personagens porque, entre outros recursos, empregou-se o discurso
    Escolha uma alternativa para a questão 2cceb97c-b0
  • 2CCAC312-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Aptidão
    – Bom dia, Senhor Pacheco. Sente-se, por favor. Temos uma ótima notícia. Como o senhor deve saber, contratamos uma firma de psicomputocratas para fazer testes de aptidão nos dez mil empregados desta firma. Precisamos nos atualizar. Acompanhar os tempos.
     – Sim, senhor.
    – Os dez mil testes foram submetidos a um computador, e os resultados estão aqui. O senhor é o primeiro a ser chamado porque o computador nos forneceu os resultados em rigorosa ordem alfabética.
    – Mas o meu nome começa com P.
    – Hum, sim, deixa ver. Pacheco. Sim, sim. Deve ser por ordem alfabética do primeiro nome, então. Este computador é de última geração. Nunca erra. Como é seu primeiro nome?
    – Xisto.
    – Bom, isso não tem importância. Vamos adiante. Vejo aqui pela sua ficha que o senhor está conosco há vinte e oito anos. Sempre na seção de entorte de fresos. O senhor nunca falhou no serviço, nunca tirou férias e já recebeu várias vezes nosso prêmio de produção.
    – Sim, senhor.
    – O senhor começou na seção de entorte de fresos como faxineiro, depois passou a assistente de entortador, depois entortador, e hoje é o chefe de entorte. Me diga uma coisa, o senhor nunca se sentiu atraído para outra função, além do entorte de fresos? Nunca achou que entortar não era bem sua vocação?
    – Nunca, não senhor.
    – Pois veja só! O computador nos revela que a sua verdadeira vocação não é o entorte de fresos e sim o bistoque de tronas! O senhor é um bistocador de tronas nato, segundo o computador. Não é fantástico? E ainda tem gente que critica a tecnologia. O senhor era um homem deslocado no entorte de fresos e não sabia. Se não fosse o teste, nunca ficaria sabendo. Claro que essa situação vai ser corrigida. O senhor, a partir deste minuto, deixa de entortar.
    – Sim, senhor.
    – Só tem uma coisa, Senhor Pacheco. Nossa firma não trabalha com tronas. Pensando bem, ninguém trabalha com tronas, hoje em dia.
    – Olha, tanto faz. Eu estou perfeitamente satisfeito no entorte e faltam só vinte anos pra me aposentar...
     – Então a firma gasta um dinheirão para descobrir a sua verdadeira vocação e o senhor quer jogá-la fora? Reconheço que o senhor tem sido um chefe de entorte perfeito. Aliás, o computador não descobriu ninguém com aptidão para o entorte. Vai ser um problema substituí-lo. Mas não podemos contestar a tecnologia. O senhor está despedido. Por favor, mande entrar o seguinte e passe bem.
    (VERÍSSIMO, Luís Fernando. O nariz e outras crônicas. São Paulo: Ática, 2003. Adaptado)
    Assinale a alternativa em que a afirmação sobre o texto está corretamente associada ao trecho selecionado
    Escolha uma alternativa para a questão 2ccac312-b0
  • 2C640733-B0

    Inglês

    Pronomes | Pronouns
    FATEC · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto a seguir para responder a questão.

    Tooth fairy quantum mechanics

    The reason I can’t show you a Higgs boson1 is also the solution to a parental dilemma.
    Posted by Jon Butterworth
    Sunday 23 December 2012 18.36 GMT, theguardian.com

       I do sometimes get asked “If you’ve found a Higgs boson, can you show me a picture of it?” Unfortunately, the answer is no. But the reason for this provides a resolution to a severe parental dilemma, and explains why I am in fact sometimes the tooth fairy. Bear with me.
      I can’t show you something which is definitely the new boson, but I can show evidence for it, for example in the picture below. It shows the distribution (black dots) of the mass you get when you combine the energy and momenta2 of pairs of photons (particles of light) in the ATLAS detector. The bump shows that there are more of these photon pairs at masses corresponding to around 125 GeV than would be expected from the trend. This excess implies the existence of a particle at about this mass which decays to pairs of photons.


       The bump3 in this plot would not be there unless there were a new boson (credit, ATLAS experiment and CERN). The key is that even if I show you a collision event with a pair of photons which exactly gives the “Higgs mass”, i.e. at the top of that peak, it is still not possible to be sure that this exact pair of photons came from a Higgs boson. There may be several possible ways of producing a set of new particles from the incoming ones; but if the resulting set is identical, it is not physically meaningful to say which way occurred.
         Now, to the parental dilemma. It is especially acute at this time of year, but if you have children who are losing their milk teeth, it is ever-present. Is the tooth fairy real? What about Father Christmas? Do you spoil the fun or do you lie? Something in me hates the idea of lying to my kids, and undermining4 trust. Here’s my way out. Anything which has the same initial state (tooth) and final state (money) might in fact be an event in which a tooth fairy was present. To put it another way, anything which removes the tooth and delivers money shares such an essential property with a tooth fairy that it can be said to be one (anything removing both teeth and money is probably a dentist. Or possibly a mugger5 ). 
          By now, my son doesn’t believe a word of it of course. But in the early days it was the truth. We managed this transition without lies, betrayal and tears because actually, when tiptoeing into the bedroom with a shiny pound coin, I really am the tooth fairy. I am of course also at the same time Dad. This seemed to work, and now he’s older, it’s still fun. It’s not much of stretch to extend this to Father Christmas, and it also explains why sometimes Father Christmas uses the same wrapping paper as your parents - he and they are, in a sense, indistinguishable quantum possibilities for the delivery process.

    (theguardian.com/science/life-and-physics/2012/dec/23/tooth-fairy-quantum-mechanics Acesso em: 26.08.2013. Adaptado)

    Glossário
    1Higgs boson: partícula subatômica teórica que ficou conhecida publicamente após ter sido divulgada como a “partícula de Deus”. Sua existência é associada a pesquisas acerca da origem do universo.
    (topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/subjects/h/higgs_boson/index.html Acesso em 02.10.2013. Adaptado)
    2momenta: plural de momentum – conceito físico associado à quantidade de movimento de uma partícula.
    3bump: choque ou elevação.
    4undermine: tornar algo gradativamente mais fraco, especialmente a confiança ou autoridade de alguém.
    5mugger: assaltante.
    Os pronomes he e they presentes no último parágrafo do texto – he and they are, in a sense, indistinguishable quantum possibilities for the delivery process – substituem, respectivamente, os termos
    Escolha uma alternativa para a questão 2c640733-b0
  • 2C5C2B17-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto a seguir para responder a questão.

    Tooth fairy quantum mechanics

    The reason I can’t show you a Higgs boson1 is also the solution to a parental dilemma.
    Posted by Jon Butterworth
    Sunday 23 December 2012 18.36 GMT, theguardian.com

       I do sometimes get asked “If you’ve found a Higgs boson, can you show me a picture of it?” Unfortunately, the answer is no. But the reason for this provides a resolution to a severe parental dilemma, and explains why I am in fact sometimes the tooth fairy. Bear with me.
      I can’t show you something which is definitely the new boson, but I can show evidence for it, for example in the picture below. It shows the distribution (black dots) of the mass you get when you combine the energy and momenta2 of pairs of photons (particles of light) in the ATLAS detector. The bump shows that there are more of these photon pairs at masses corresponding to around 125 GeV than would be expected from the trend. This excess implies the existence of a particle at about this mass which decays to pairs of photons.


       The bump3 in this plot would not be there unless there were a new boson (credit, ATLAS experiment and CERN). The key is that even if I show you a collision event with a pair of photons which exactly gives the “Higgs mass”, i.e. at the top of that peak, it is still not possible to be sure that this exact pair of photons came from a Higgs boson. There may be several possible ways of producing a set of new particles from the incoming ones; but if the resulting set is identical, it is not physically meaningful to say which way occurred.
         Now, to the parental dilemma. It is especially acute at this time of year, but if you have children who are losing their milk teeth, it is ever-present. Is the tooth fairy real? What about Father Christmas? Do you spoil the fun or do you lie? Something in me hates the idea of lying to my kids, and undermining4 trust. Here’s my way out. Anything which has the same initial state (tooth) and final state (money) might in fact be an event in which a tooth fairy was present. To put it another way, anything which removes the tooth and delivers money shares such an essential property with a tooth fairy that it can be said to be one (anything removing both teeth and money is probably a dentist. Or possibly a mugger5 ). 
          By now, my son doesn’t believe a word of it of course. But in the early days it was the truth. We managed this transition without lies, betrayal and tears because actually, when tiptoeing into the bedroom with a shiny pound coin, I really am the tooth fairy. I am of course also at the same time Dad. This seemed to work, and now he’s older, it’s still fun. It’s not much of stretch to extend this to Father Christmas, and it also explains why sometimes Father Christmas uses the same wrapping paper as your parents - he and they are, in a sense, indistinguishable quantum possibilities for the delivery process.

    (theguardian.com/science/life-and-physics/2012/dec/23/tooth-fairy-quantum-mechanics Acesso em: 26.08.2013. Adaptado)

    Glossário
    1Higgs boson: partícula subatômica teórica que ficou conhecida publicamente após ter sido divulgada como a “partícula de Deus”. Sua existência é associada a pesquisas acerca da origem do universo.
    (topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/subjects/h/higgs_boson/index.html Acesso em 02.10.2013. Adaptado)
    2momenta: plural de momentum – conceito físico associado à quantidade de movimento de uma partícula.
    3bump: choque ou elevação.
    4undermine: tornar algo gradativamente mais fraco, especialmente a confiança ou autoridade de alguém.
    5mugger: assaltante.
    O autor do texto afirma que
    Escolha uma alternativa para a questão 2c5c2b17-b0
  • 2C584951-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto a seguir para responder a questão.

    Tooth fairy quantum mechanics

    The reason I can’t show you a Higgs boson1 is also the solution to a parental dilemma.
    Posted by Jon Butterworth
    Sunday 23 December 2012 18.36 GMT, theguardian.com

       I do sometimes get asked “If you’ve found a Higgs boson, can you show me a picture of it?” Unfortunately, the answer is no. But the reason for this provides a resolution to a severe parental dilemma, and explains why I am in fact sometimes the tooth fairy. Bear with me.
      I can’t show you something which is definitely the new boson, but I can show evidence for it, for example in the picture below. It shows the distribution (black dots) of the mass you get when you combine the energy and momenta2 of pairs of photons (particles of light) in the ATLAS detector. The bump shows that there are more of these photon pairs at masses corresponding to around 125 GeV than would be expected from the trend. This excess implies the existence of a particle at about this mass which decays to pairs of photons.


       The bump3 in this plot would not be there unless there were a new boson (credit, ATLAS experiment and CERN). The key is that even if I show you a collision event with a pair of photons which exactly gives the “Higgs mass”, i.e. at the top of that peak, it is still not possible to be sure that this exact pair of photons came from a Higgs boson. There may be several possible ways of producing a set of new particles from the incoming ones; but if the resulting set is identical, it is not physically meaningful to say which way occurred.
         Now, to the parental dilemma. It is especially acute at this time of year, but if you have children who are losing their milk teeth, it is ever-present. Is the tooth fairy real? What about Father Christmas? Do you spoil the fun or do you lie? Something in me hates the idea of lying to my kids, and undermining4 trust. Here’s my way out. Anything which has the same initial state (tooth) and final state (money) might in fact be an event in which a tooth fairy was present. To put it another way, anything which removes the tooth and delivers money shares such an essential property with a tooth fairy that it can be said to be one (anything removing both teeth and money is probably a dentist. Or possibly a mugger5 ). 
          By now, my son doesn’t believe a word of it of course. But in the early days it was the truth. We managed this transition without lies, betrayal and tears because actually, when tiptoeing into the bedroom with a shiny pound coin, I really am the tooth fairy. I am of course also at the same time Dad. This seemed to work, and now he’s older, it’s still fun. It’s not much of stretch to extend this to Father Christmas, and it also explains why sometimes Father Christmas uses the same wrapping paper as your parents - he and they are, in a sense, indistinguishable quantum possibilities for the delivery process.

    (theguardian.com/science/life-and-physics/2012/dec/23/tooth-fairy-quantum-mechanics Acesso em: 26.08.2013. Adaptado)

    Glossário
    1Higgs boson: partícula subatômica teórica que ficou conhecida publicamente após ter sido divulgada como a “partícula de Deus”. Sua existência é associada a pesquisas acerca da origem do universo.
    (topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/subjects/h/higgs_boson/index.html Acesso em 02.10.2013. Adaptado)
    2momenta: plural de momentum – conceito físico associado à quantidade de movimento de uma partícula.
    3bump: choque ou elevação.
    4undermine: tornar algo gradativamente mais fraco, especialmente a confiança ou autoridade de alguém.
    5mugger: assaltante.
    Segundo as indicações do texto, o gráfico apresentado
    Escolha uma alternativa para a questão 2c584951-b0
  • 2C53FCFE-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto a seguir para responder a questão.

    Tooth fairy quantum mechanics

    The reason I can’t show you a Higgs boson1 is also the solution to a parental dilemma.
    Posted by Jon Butterworth
    Sunday 23 December 2012 18.36 GMT, theguardian.com

       I do sometimes get asked “If you’ve found a Higgs boson, can you show me a picture of it?” Unfortunately, the answer is no. But the reason for this provides a resolution to a severe parental dilemma, and explains why I am in fact sometimes the tooth fairy. Bear with me.
      I can’t show you something which is definitely the new boson, but I can show evidence for it, for example in the picture below. It shows the distribution (black dots) of the mass you get when you combine the energy and momenta2 of pairs of photons (particles of light) in the ATLAS detector. The bump shows that there are more of these photon pairs at masses corresponding to around 125 GeV than would be expected from the trend. This excess implies the existence of a particle at about this mass which decays to pairs of photons.


       The bump3 in this plot would not be there unless there were a new boson (credit, ATLAS experiment and CERN). The key is that even if I show you a collision event with a pair of photons which exactly gives the “Higgs mass”, i.e. at the top of that peak, it is still not possible to be sure that this exact pair of photons came from a Higgs boson. There may be several possible ways of producing a set of new particles from the incoming ones; but if the resulting set is identical, it is not physically meaningful to say which way occurred.
         Now, to the parental dilemma. It is especially acute at this time of year, but if you have children who are losing their milk teeth, it is ever-present. Is the tooth fairy real? What about Father Christmas? Do you spoil the fun or do you lie? Something in me hates the idea of lying to my kids, and undermining4 trust. Here’s my way out. Anything which has the same initial state (tooth) and final state (money) might in fact be an event in which a tooth fairy was present. To put it another way, anything which removes the tooth and delivers money shares such an essential property with a tooth fairy that it can be said to be one (anything removing both teeth and money is probably a dentist. Or possibly a mugger5 ). 
          By now, my son doesn’t believe a word of it of course. But in the early days it was the truth. We managed this transition without lies, betrayal and tears because actually, when tiptoeing into the bedroom with a shiny pound coin, I really am the tooth fairy. I am of course also at the same time Dad. This seemed to work, and now he’s older, it’s still fun. It’s not much of stretch to extend this to Father Christmas, and it also explains why sometimes Father Christmas uses the same wrapping paper as your parents - he and they are, in a sense, indistinguishable quantum possibilities for the delivery process.

    (theguardian.com/science/life-and-physics/2012/dec/23/tooth-fairy-quantum-mechanics Acesso em: 26.08.2013. Adaptado)

    Glossário
    1Higgs boson: partícula subatômica teórica que ficou conhecida publicamente após ter sido divulgada como a “partícula de Deus”. Sua existência é associada a pesquisas acerca da origem do universo.
    (topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/subjects/h/higgs_boson/index.html Acesso em 02.10.2013. Adaptado)
    2momenta: plural de momentum – conceito físico associado à quantidade de movimento de uma partícula.
    3bump: choque ou elevação.
    4undermine: tornar algo gradativamente mais fraco, especialmente a confiança ou autoridade de alguém.
    5mugger: assaltante.
    De acordo com o texto, é correto afirmar que o bóson de Higgs
    Escolha uma alternativa para a questão 2c53fcfe-b0
  • 2BEE2035-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia um trecho do texto Espaço para duas pernas, do jornalista Ruy Castro.

    Parece mentira: Detroit, a cidade-símbolo da cultura do automóvel, quebrou. Deve US$ 20 bilhões, que não tem como pagar, e, de lá, saem agora apenas 5% dos carros montados nos EUA. Sua população passou de 1,8 milhão para 700 mil, dos quais 40% vivem abaixo da linha da pobreza. Além disso, é hoje a cidade mais violenta do país.
    As justificativas apontadas são as crises econômicas e a concorrência da Ásia. Mas há também um fator que me toca mais: o declínio da dita cultura – a do automóvel. Segundo pesquisas, 20% dos jovens americanos hoje, entre 20 e 24 anos, não têm carteira de habilitação. Se essa idade cair para 18 anos, o número sobe para 40%. Isso num país em que, até há pouco, o carro era mais importante para um adolescente do que jogar beisebol ou beijar a coleguinha de classe. Era como se a identidade do indivíduo estivesse atrelada a uma máquina e, sem esta, ele não existisse.
    Claro que, nos países novos-ricos e grotões mais atrasados, a obsessão pelo carro continua.
    (Folha de S. Paulo, 29.07.2013. Adaptado)

    Assinale a alternativa em que a relação entre causa e consequência corresponde, corretamente, às ideias expostas pelo autor.


    Escolha uma alternativa para a questão 2bee2035-b0
  • F098ACB9-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC-MINAS · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    “Recriamos a língua na medida em que somos capazes de produzir um pensamento novo, um pensamento nosso. O idioma, afinal, o que é senão o ovo das galinhas de ouro?

    Estamos, sim, amando o indomesticável, aderindo ao invisível, procurando os outros tempos deste tempo.

    Precisamos, sim, de senso incomum. Pois, das leis da língua, alguém sabe as certezas delas? Ponho as minhas irreticências. Veja-se, num sumário exemplo, perguntas que se podem colocar à língua:

    Se pode dizer de um careca que tenha couro cabeludo?

    No caso de alguém dormir com homem de raça branca é então que se aplica a expressão: passar a noite em branco?

    A diferença entre um ás no volante ou um asno volante é apenas de ordem fonética?

    O mato desconhecido é que é o anonimato?

    O pequeno viaduto é um abreviaduto? [...]”

    (COUTO, Mia. Perguntas à língua portuguesa. Disponível em: http://ciberduvidas.sapo.pt/antologia.php?rid=118. Acesso: 7 de março de 2007).


    Mia Couto é um importante escritor da literatura moçambicana. No trecho em análise, seus questionamentos à língua portuguesa

    Escolha uma alternativa para a questão f098acb9-b0
  • F090D2B9-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC-MINAS · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    “À dolorosa luz das grandes lâmpadas eléctricas da fábrica

    Tenho febre e escrevo.

    Escrevo rangendo os dentes, fera para a beleza disto,

    Para a beleza disto totalmente desconhecida dos antigos.


    Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r-r-r-r-r eterno!

    Forte espasmo retido dos maquinismos em fúria!”

    (PESSOA, Fernando Pessoa. “Ode Triunfal” [Trecho]. Poesias de Álvaro de Campos. In: Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003, p. 306).


    O poema de Fernando Pessoa foi publicado em Portugal na década de 1910. A referência a aspectos da vida urbana, como fábricas, engrenagens, motores etc., indica um diálogo intertextual com a proposta estética do

    Escolha uma alternativa para a questão f090d2b9-b0