Questões do ENEM: Linguagens e nível médio
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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 377 de 426.
7AB11D6F-B0 TEXTO 02Ao chegar ao Rio, de Corumbá, Fuentes hospedou-se no Hotel Bragança, na avenida Mem de Sá. Um hotel cheio de turistas argentinos falando portunhol. [...]Na lista telefônica Fuentes escolheu um oftalmologista de nome espanhol, Pablo Hernandez. O dr. Hernandez descendia de uruguaios e, para desapontamento de Fuentes, não falava espanhol. Em seu bem montado consultório, na avenida Graça Aranha, na Esplanada do Castelo, examinou Fuentes cuidadosamente. O cristalino, a íris, a conjuntiva, o nervo ótico, os músculos, artérias e veias do aparelho ocular estavam perfeitos. A córnea, porém, fora atingida. Didaticamente Hernandez explicou ao seu cliente que a córnea era uma camada externa transparente através da qual a luz – e com a luz, a cor, a forma, o movimento das coisas – penetrava no olho.Córnea – moça, 24ª , vende. Tel. 185-3944.O anúncio no O Dia foi lido por Fuentes. Ele ligou de seu quarto, no Hotel Bragança. Atendeu uma mulher...[...] Ela disse que ele podia pegar um ônibus no largo de São Francisco.“É para você?”, perguntou a mulher quando Fuentes lhe falou que era a pessoa que havia telefonado. [...]“Sim, é para mim.” A mulher não ter percebido a cicatriz no seu olho esquerdo deixou Fuentes satisfeito. [...]“Dez milhas”, disse a mulher impaciente. “E não é caro. O preço de um carro pequeno. Minha filha é muito moça, nunca teve doença, dentes bons, ouvidos ótimos. Olhos maravilhosos.”(FONSECA, Rubem. A Grande Arte. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 137-139.)Leia o trecho destacado a seguir e, no que diz respeito à organização do seu material linguístico-textual, marque a única alternativa verdadeira.“O cristalino, a íris, a conjuntiva, o nervo ótico, os músculos, artérias e veias do aparelho ocular estavam perfeitos.” (FONSECA, 2008, p. 137)
C03EFC1A-B0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUFPR · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosGermans make wonderful beer. Yet the productivity of the German beer industry is only 43 percent that of the U.S. beer industry. Meanwhile, the German metalworking and steel industries are equal in productivity to their American counterparts. Since the Germans are evidently capable of organizing industries well, why can’t they do so when it comes to beer?It turns out that the German beer industry suffers from small-scale production. There are a thousand tiny beer companies in Germany, shielded from competition with one another because each German brewery has virtually a local monopoly, and they are also shielded from competition with imports. The United States has 67 major beer breweries, producing 23 billion liters of beer per year. All of Germany’s 1,000 breweries combined produce only half as much. Thus the average U.S. brewery produces 31 times more beer than the average German brewery.This fact results from local tastes and German government policies. German beer drinkers are fiercely loyal to their local brand, so there are no national brands in Germany analogous to our Budweiser, Miller, or Coors. Instead, most German beer is consumed within 30 miles of the factory where it is brewed. Therefore, the German beer industry cannot profit from economies of scale. In the beer business, as in other businesses, production costs decrease greatly with scale. The bigger the refrigerating unit for making beer, and the longer the assembly line for filling bottles with beer, the lower the cost of manufacturing beer. Those tiny German beer companies are relatively inefficient. There’s no competition; there are just a thousand local monopolies.The local beer loyalties of individual German drinkers are reinforced by German laws that make it hard for foreign beers to compete in the German market. The German government has so-called beer purity laws that specify exactly what can go into beer. Not surprisingly, those government purity specifications are based on what German breweries put into beer, and not what American, French, and Swedish breweries like to put into beer. Because of those laws, not much foreign beer gets exported to Germany, and because of inefficiency and high prices much less of that wonderful German beer than you would otherwise expect gets sold abroad. (Before you object that German Löwenbräu beer is widely available in the United States, please read the label on the next bottle of Löwenbräu that you drink here: it’s not produced in Germany but in North America, under license, in big factories with North American productivities and efficiencies of scale).(Diamond, J. ,2005. Guns, Germs, and Steel. New York: Norton.)
According to the text, why does Germany export so little beer to the U.S.?BF6E919B-B0 Português
Interpretação de TextosUFPR · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto transcrito abaixo, que pertence ao livro Muitas vozes, de Ferreira Gullar.MEU PAImeu pai foiao Rio se tratar deum câncer (queo mataria) masperdeu os óculosna viagemquando lhe leveios óculos novoscomprados na ÓticaFluminense eleexaminou o estojo como nome da loja dobroua nota de compra guardou-ano bolso e falou:quero veragora qual é osacana que vai dizerque eu nunca estiveno Rio de JaneiroAssinale a alternativa correta.
BF686D29-B0 Português
Interpretação de TextosUFPR · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosNumere as frases a seguir, indicando a sequência em que devem ser ordenadas para compor um texto coeso e coerente.( ) Embora essa seja uma característica de municípios pequenos e médios, é observada também em duas capitais: Boa Vista (RR) e Rio Branco (AC).( ) Mesmo levando em conta essas vantagens e reconhecendo a importância das motos para a mobilidade das pessoas, especialistas alertam para o aumento das mortes de motociclistas no país, que saltaram de 725 em 1996 para mais de 8 000 em 2009.( ) O índice se limitava a 26% no começo da década.( ) Essa preferência pela moto como principal meio de transporte em um número tão alto de municípios e mesmo em duas capitais da Região Norte pode ser explicada também pelo preço e facilidade de financiamento, com prestações que às vezes se limitam a 100 reais.( ) Office-boys substituídos por motoboys, jegues por motos, táxis por mototáxis, preferência pela moto como um recurso para escapar de engarrafamentos, ônibus caros, lentos e desconfortáveis.( ) O fenômeno, já observado desde os anos 90 está perto de se tornar predominante: quase metade das cidades brasileiras – 46% – já tem mais motocicletas que carros.Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.BF65A682-B0 Português
Interpretação de TextosUFPR · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosAs expressões assinaladas no parágrafo inicial da entrevista fazem a retomada de informações apresentadas previamente no texto.1 No final de maio deste ano, a revista Science publicou um trabalho que causou alarde para além dos muros da comunidade2 científica. Liderado pelo doutor Craig Venter, um grupo de cientistas norte-americanos conseguiu criar em laboratório a primeira3 célula controlada por um genoma sintético. A descoberta sinaliza para o fato de que a criação de seres vivos inéditos na natureza4 parece não estar distante, o que despertou a atenção de diversos setores da sociedade. Prova disso foi a atitude do presidente5 Barack Obama que, após tomar conhecimento do feito, pediu a seus conselheiros especializados em biotecnologia que6 elaborassem um relatório sobre os possíveis prós e contras da descoberta. O Vaticano, por sua vez, conclamou para o debate7 ético, ao afirmar que a descoberta “deve ter regras, como tudo o que toca o coração da vida”.Assinale a alternativa que NÃO estabelece de forma adequada a relação entre a expressão destacada e a informação que essa expressão retoma.BF62A1FC-B0 Português
Interpretação de TextosUFPR · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosO texto a seguir é parte de uma entrevista publicada pela revista CULT e serve de base para as questão.No final de maio deste ano, a revista Science publicou um trabalho que causou alarde para além dos muros da comunidade científica. Liderado pelo doutor Craig Venter, um grupo de cientistas norte-americanos conseguiu criar em laboratório a primeira célula controlada por um genoma sintético. A descoberta sinaliza para o fato de que a criação de seres vivos inéditos na natureza parece não estar distante, o que despertou a atenção de diversos setores da sociedade. Prova disso foi a atitude do presidente Barack Obama que, após tomar conhecimento do feito, pediu a seus conselheiros especializados em biotecnologia que elaborassem um relatório sobre os possíveis prós e contras da descoberta. O Vaticano, por sua vez, conclamou para o debate ético, ao afirmar que a descoberta “deve ter regras, como tudo o que toca o coração da vida”.Esse exemplo é apenas um entre os tantos avanços recentes da ciência que suscitam acaloradas discussões. O homem está autorizado a criar seres vivos inéditos na natureza? Quais os dilemas éticos envolvidos? Qual o papel da sociedade e dos cientistas diante desses dilemas? Para discutir essas e outras questões, a CULT entrevistou uma das maiores autoridades brasileiras no assunto, a geneticista Lygia da Veiga Pereira.CULT – Com relação ao genoma sintético, é correto falar em “criação” da vida, como a mídia vem fazendo?Lygia da Veiga Pereira – O que esse grupo [pesquisadores norte-americanos liderados pelo doutor Craig Venter] fez foi sintetizar no laboratório um genoma completo de uma bactéria e, ao colocar esse genoma dentro de outra, ele passou a reger a vida dessa bactéria. Então, rigorosamente falando, ele não criou vida, eu diria que ele reprogramou uma vida, pois transformou uma forma de vida A em uma forma de vida B. Trata-se de um grande avanço tecnológico, pois ele mostrou que consegue sintetizar no laboratório um genoma de uma bactéria e que esse genoma funciona quando é posto dentro de outra.Por que eu digo que é um avanço puramente tecnológico? Eles de fato sintetizaram as moléculas de DNA em laboratório, mas a sequência daquele DNA já existia na natureza. O próximo passo, esse sim revolucionário, será criar um genoma inédito, que a natureza não selecionou. Baseados nos milhares de genes já descritos em bancos de dados, os pesquisadores poderão criar um genoma completamente inédito, inseri-lo em uma bactéria e então vão criar um ser vivo inédito. E para que fazer isso? Porque eles acham que vão conseguir desenhar seres vivos que exerçam funções interessantes para nós, como, por exemplo, captar CO2 da atmosfera ou digerir o petróleo no mar. É um enorme desafio.CULT – Que implicações éticas você prevê para isso?Lygia – O dilema ético é que não conseguimos prever se esse ser vivo fará somente o que o pesquisador pretende que ele faça. Não sabemos se aquela bactéria que ele desenhou só para digerir o petróleo na água do mar vai, por exemplo, começar a digerir algas ou será tóxica para alguns peixes e então provocar um desastre ecológico. A questão é que os sistemas biológicos são muito complexos e não conhecemos todas as leis que os regem. Então, se propor a construir novos seres vivos, desenhar novos seres vivos talvez seja uma pretensão ainda muito grande, dado o nosso pouco conhecimento dessas leis. Pode-se ter a melhor das intenções, mas, quando esse ser vivo estiver solto no meio ambiente, ele vai se comportar de forma imprevisível e o tiro pode sair pela culatra. É nisso que devemos prestar atenção.(CULT, 16 jul. 2010.)
Avalie se as afirmativas a seguir correspondem ao ponto de vista expresso por Lygia da Veiga Pereira na entrevista a propósito da criação em laboratório de seres não existentes na natureza:1. A criação de seres vivos inéditos pode ser avaliada positivamente, uma vez que esses seres podem ser projetados para exercer funções benéficas para os homens e outros seres vivos.2. Antes de criar novos seres vivos, a ciência deve priorizar o estudo e a preservação da diversidade biológica existente.3. É necessário ampliar o conhecimento sobre os sistemas biológicos antes de colocar na natureza seres criados em laboratório.4. A criação de seres vivos inéditos representa uma ingerência humana injustificável nos processos naturais de evolução biológica.Assinale a alternativa correta.BF5E8374-B0 Português
Interpretação de TextosUFPR · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosO texto a seguir é parte de uma entrevista publicada pela revista CULT e serve de base para as questão.No final de maio deste ano, a revista Science publicou um trabalho que causou alarde para além dos muros da comunidade científica. Liderado pelo doutor Craig Venter, um grupo de cientistas norte-americanos conseguiu criar em laboratório a primeira célula controlada por um genoma sintético. A descoberta sinaliza para o fato de que a criação de seres vivos inéditos na natureza parece não estar distante, o que despertou a atenção de diversos setores da sociedade. Prova disso foi a atitude do presidente Barack Obama que, após tomar conhecimento do feito, pediu a seus conselheiros especializados em biotecnologia que elaborassem um relatório sobre os possíveis prós e contras da descoberta. O Vaticano, por sua vez, conclamou para o debate ético, ao afirmar que a descoberta “deve ter regras, como tudo o que toca o coração da vida”.Esse exemplo é apenas um entre os tantos avanços recentes da ciência que suscitam acaloradas discussões. O homem está autorizado a criar seres vivos inéditos na natureza? Quais os dilemas éticos envolvidos? Qual o papel da sociedade e dos cientistas diante desses dilemas? Para discutir essas e outras questões, a CULT entrevistou uma das maiores autoridades brasileiras no assunto, a geneticista Lygia da Veiga Pereira.CULT – Com relação ao genoma sintético, é correto falar em “criação” da vida, como a mídia vem fazendo?Lygia da Veiga Pereira – O que esse grupo [pesquisadores norte-americanos liderados pelo doutor Craig Venter] fez foi sintetizar no laboratório um genoma completo de uma bactéria e, ao colocar esse genoma dentro de outra, ele passou a reger a vida dessa bactéria. Então, rigorosamente falando, ele não criou vida, eu diria que ele reprogramou uma vida, pois transformou uma forma de vida A em uma forma de vida B. Trata-se de um grande avanço tecnológico, pois ele mostrou que consegue sintetizar no laboratório um genoma de uma bactéria e que esse genoma funciona quando é posto dentro de outra.Por que eu digo que é um avanço puramente tecnológico? Eles de fato sintetizaram as moléculas de DNA em laboratório, mas a sequência daquele DNA já existia na natureza. O próximo passo, esse sim revolucionário, será criar um genoma inédito, que a natureza não selecionou. Baseados nos milhares de genes já descritos em bancos de dados, os pesquisadores poderão criar um genoma completamente inédito, inseri-lo em uma bactéria e então vão criar um ser vivo inédito. E para que fazer isso? Porque eles acham que vão conseguir desenhar seres vivos que exerçam funções interessantes para nós, como, por exemplo, captar CO2 da atmosfera ou digerir o petróleo no mar. É um enorme desafio.CULT – Que implicações éticas você prevê para isso?Lygia – O dilema ético é que não conseguimos prever se esse ser vivo fará somente o que o pesquisador pretende que ele faça. Não sabemos se aquela bactéria que ele desenhou só para digerir o petróleo na água do mar vai, por exemplo, começar a digerir algas ou será tóxica para alguns peixes e então provocar um desastre ecológico. A questão é que os sistemas biológicos são muito complexos e não conhecemos todas as leis que os regem. Então, se propor a construir novos seres vivos, desenhar novos seres vivos talvez seja uma pretensão ainda muito grande, dado o nosso pouco conhecimento dessas leis. Pode-se ter a melhor das intenções, mas, quando esse ser vivo estiver solto no meio ambiente, ele vai se comportar de forma imprevisível e o tiro pode sair pela culatra. É nisso que devemos prestar atenção.(CULT, 16 jul. 2010.)
Segundo o texto, é correto afirmar:BF51778F-B0 Português
Interpretação de TextosUFPR · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosOs textos a seguir são referência para a questão.Texto 1:Apenas poucos séculos atrás, a mera ideia de resistir à agricultura, ao invés de estimulá-la, pareceria ininteligível. Como teria progredido a civilização sem a limpeza das florestas, o cultivo do solo e a conversão da paisagem agreste em terra colonizada pelo homem? Os reis e grandes proprietários podiam reservar florestas e parques para caça e extração de madeira, mas na Inglaterra Tudor a preservação artificial dos cumes incultos teria parecido tão absurda como a criação de santuários para pássaros e animais que não podiam ser comidos ou caçados. A tarefa do homem, nas palavras do Gênesis (I, 28), era “encher a terra e submetê-la”, derrubar matas, lavrar o solo, eliminar predadores, matar insetos nocivos, arrancar fetos, drenar pântanos. A agricultura estava para a terra assim como o cozimento para a carne crua. Convertia a natureza em cultura. Terra não cultivada significava homens incultos. E quando os ingleses seiscentistas mudaram-se para Massachusetts, parte de sua argumentação em defesa da ocupação dos territórios indígenas foi que aqueles que por si mesmos não submetiam e cultivavam a terra não tinham direito de impedir que outros o fizessem.Fetos: plantas da espécie que inclui samambaias e avencas.(THOMAS, Keith. O homem e o mundo natural. S. Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 17-18.)Texto 2:Antes dos anos 80, o termo biodiversidade não era conhecido. Esse termo, que une as palavras ‘diversidade’ e ‘biológica’, foi popularizado pelo livro Biodiversidade, de 1988, organizado pelo biólogo norte-americano Edward O. Wilson, um dos pioneiros da ecologia, a partir dos debates do Fórum Nacional de Biodiversidade, realizado dois anos antes em Washington (Estados Unidos). O livro foi publicado no Brasil em 1997. No conceito de biodiversidade estão incluídos todos os seres vivos e as relações que esses organismos têm entre si e com o meio físico, transformando e construindo florestas, lagos e todos os elementos da paisagem que normalmente chamamos de natureza. Assim, plantas, animais e ecossistemas passaram a ser entendidos como um complexo integrado, que dá forma e funcionamento à vida no planeta.A biodiversidade, portanto, não se refere exclusivamente aos organismos em si, mas também ao ambiente criado a partir da presença deles. É como um jogo de xadrez. De que valem as peças se não forem realizadas boas jogadas? Precisamos compreender as complexas regras desse jogo, para evitar ou minimizar nossas interferências nefastas. No caso da Amazônia, precisamos apreender a biodiversidade da região em toda a sua complexidade e dinâmica, entender os efeitos dos processos de mudança e buscar as melhores soluções para a manutenção dessa diversidade.(A Amazônia está mudando. Ciência Hoje, jul. 2007, p. 40.)
Relacione os textos 1 e 2 e considere as afirmativas a seguir:1. O conceito de biodiversidade, formulado no século XX, reflete uma avaliação das intervenções humanas sobre a natureza diferente da concepção vigente no século XVI.2. A busca de preservação da biodiversidade já estava implícita na atitude seiscentista de buscar, através do cultivo da terra, converter a natureza em cultura.3. Ambos os textos ressaltam a importância da agricultura para o homem e a natureza.4. No século XVI, os reis e grandes proprietários que preservavam áreas incultas em suas terras pretendiam garantir a sobrevivência de espécies vivas ameaçadas.Assinale a alternativa correta.5D507291-B0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNICENTRO · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: <http://commontragedies.files.wordpress.com/2007/12/mad-as-hell.jpg>Acesso em: 10 jun. 2010.
The man in this cartoon is angry because
5D4BCBF0-B0 Inglês
Aspectos linguísticos | Linguistic aspectsUNICENTRO · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
BLACK, Richard. Arctic warmest in two millennia. Disponível em:<www.bbc.co.uk/ worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2009/09/090904_witn_arctic.shtml>. Acesso em: 10 jun. 2010.
Considering language use in the text, it’s correct to say:4C0FB253-B0 Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaUNICENTRO · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
LINDO, Elvira. Periodistas. Disponível m:<http://www.elpais.com/articulo/ultima/Periodistas/elpepuopi/20100519elpepiult_1/Tes. Acesso em: 19.jun.2010.
“a lo mejor los que estamos un poco muertos somos nosotros.” (l. 34-35)
El vocablo en destaque del fragmento transcrito hace referencia
4C04804E-B0 Espanhol
Sinônimos | SinónimoUNICENTRO · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
LINDO, Elvira. Periodistas. Disponível m:<http://www.elpais.com/articulo/ultima/Periodistas/elpepuopi/20100519elpepiult_1/Tes. Acesso em: 19.jun.2010.
Pueden funcionar como sinónimos en el texto4C0008A7-B0 Espanhol
Conjunções | ConjuncionesUNICENTRO · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
LINDO, Elvira. Periodistas. Disponível m:<http://www.elpais.com/articulo/ultima/Periodistas/elpepuopi/20100519elpepiult_1/Tes. Acesso em: 19.jun.2010.
La locución “a pesar de” (l. 2) podría sustituirse por4BFBF4A2-B0 Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaUNICENTRO · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
LINDO, Elvira. Periodistas. Disponível m:<http://www.elpais.com/articulo/ultima/Periodistas/elpepuopi/20100519elpepiult_1/Tes. Acesso em: 19.jun.2010.
El término “Ojalá” mencionado a lo largo del texto expresa4BEABADD-B0 Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaUNICENTRO · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
LINDO, Elvira. Periodistas. Disponível m:<http://www.elpais.com/articulo/ultima/Periodistas/elpepuopi/20100519elpepiult_1/Tes. Acesso em: 19.jun.2010.
Se afirma en el texto queEE2E23FF-B0 Espanhol
Vocabulário | VocabularioPUC - RS · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO 2
http://www.uhu.es/cine.educacion/cineyeducacion/cineeducacion.htmhttp://www.neoteo.com/cine-3d-con-que-y-como-lo-hacen-5529.neoEnlace. [online]. dic. 2006, vol.3, no.3 [citado 18 Abril 2010], p.11-31.Disponible en: <http://www.scielo.org.ve/scielo.ISSN 1690-7515.Las palabras “pantalla” (línea 05) y “ocio” (línea 25), pueden ser traducidas al portugués, respectivamente, porEE0F27FA-B0 Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaPUC - RS · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO 1

Adaptado de: Clarín.com http://www.clarin.com/suplementos/viajes/2005/04/17 Acesso en 17/04/2005 http://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/asele/pdf/07/ Acesso en 1996
La afirmación que NO está de acuerdo con el texto es:F5E91F3C-B0 Português
Interpretação de TextosUEL · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto VI e a charge e responda a questão.
Texto VI
Pau de Dois BicosUm morcego estonteado pousou certa vez no ninho da coruja, e ali ficaria de dentro se a coruja ao regressar não investisse contra ele.– Miserável bicho! Pois te atreves a entrar em minha casa, sabendo que odeio a família dos ratos?– Achas então que sou rato? Não tenho asas e não vôo como tu? Rato, eu? Essa é boa!...A coruja não sabia discutir e, vencida de tais razões, poupou-lhe a pele.Dias depois, o finório morcego planta-se no casebre do gato-do-mato. O gato entra, dá com ele e chia de cólera.– Miserável bicho! Pois te atreves a entrar em minha toca, sabendo que detesto as aves?– E quem te disse que sou ave? - retruca o cínico - sou muito bom bicho de pêlo, como tu, não vês?– Mas voas!...– Vôo de mentira, por fingimento...– Mas tem asas!– Asas? Que tolice! O que faz a asa são as penas e quem já viu penas em morcego? Sou animal de pêlo, dos legítimos, e inimigo das aves como tu. Ave, eu? É boa...O gato embasbacou, e o morcego conseguiu retirar-se dali são e salvo.Moral da Estória:O segredo de certos homens está nesta política do morcego. É vermelho? Tome vermelho. É branco? Viva o branco!(MONTEIRO LOBATO, José Bento. Fábulas. 45. ed. São Paulo: Brasiliense, 1993. p. 49.)
(SASSÁ. Jornal de Londrina, Londrina, 23 jul. 2010. p. 2.)A charge de Sassá refere-se a um problema que afeta a cidade de Londrina e muitas outras cidades brasileiras: o risco de contrair doenças transmitidas pelas pombas que vivem na região urbana. O que permite ao morcego, da fábula, e à pomba, da charge, disfarçarem sua condição éF5E4A7E4-B0 Português
SintaxeUEL · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto VI e a charge e responda a questão.
Texto VI
Pau de Dois BicosUm morcego estonteado pousou certa vez no ninho da coruja, e ali ficaria de dentro se a coruja ao regressar não investisse contra ele.– Miserável bicho! Pois te atreves a entrar em minha casa, sabendo que odeio a família dos ratos?– Achas então que sou rato? Não tenho asas e não vôo como tu? Rato, eu? Essa é boa!...A coruja não sabia discutir e, vencida de tais razões, poupou-lhe a pele.Dias depois, o finório morcego planta-se no casebre do gato-do-mato. O gato entra, dá com ele e chia de cólera.– Miserável bicho! Pois te atreves a entrar em minha toca, sabendo que detesto as aves?– E quem te disse que sou ave? - retruca o cínico - sou muito bom bicho de pêlo, como tu, não vês?– Mas voas!...– Vôo de mentira, por fingimento...– Mas tem asas!– Asas? Que tolice! O que faz a asa são as penas e quem já viu penas em morcego? Sou animal de pêlo, dos legítimos, e inimigo das aves como tu. Ave, eu? É boa...O gato embasbacou, e o morcego conseguiu retirar-se dali são e salvo.Moral da Estória:O segredo de certos homens está nesta política do morcego. É vermelho? Tome vermelho. É branco? Viva o branco!(MONTEIRO LOBATO, José Bento. Fábulas. 45. ed. São Paulo: Brasiliense, 1993. p. 49.)
(SASSÁ. Jornal de Londrina, Londrina, 23 jul. 2010. p. 2.)Considerando o trecho em negrito no texto Pau de dois bicos, assinale a alternativa correta. Nos dois casos, a palavra “mas”F5D8EFA9-B0 Português
Interpretação de TextosUEL · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto V e responda a questão.
Texto V
O “Adeus” de Teresa
A vez primeira que eu fitei Teresa,
Como as plantas que arrasta a correnteza,
A valsa nos levou nos giros seus...
E amamos juntos... E depois na sala
“Adeus” eu disse-lhe a tremer co’a fala...
E ela, corando, murmurou-me: “adeus.”
Uma noite... entreabriu-se um reposteiro...
E da alcova saía um cavaleiro
Inda beijando uma mulher sem véus...
Era eu... Era a pálida Teresa!
“Adeus” lhe disse conservando-a presa...
E ela entre beijos murmurou-me: “adeus!”
Passaram tempos... séc’los de delírio
Prazeres divinais... gozos do Empíreo...
... Mas um dia volvi aos lares meus.
Partindo eu disse – “Voltarei!... descansa!...”
Ela, chorando mais que uma criança,
Ela em soluços murmurou-me: “adeus!”
Quando voltei... era o palácio em festa!...
E a voz d’Ela e de um homem lá na orquestra
Preenchiam de amor o azul dos céus.
Entrei!... Ela me olhou branca... surpresa!
Foi a última vez que eu vi Teresa!...
E ela arquejando murmurou-me: “adeus!”
(CASTRO ALVES, Antonio Frederico. Espumas flutuantes. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2005. p. 51.)
Considerando os recursos de composição utilizados no poema, assinale a alternativa correta.