Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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Resultados

8.516 questões encontradas. Mostrando a página 383 de 426.

  • 3129E6D9-60

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2010, Interpretação de Textos

    No texto, as falas do professor universitário e da coordenadora do instituto de pesquisa reforçam o sentido geral antecipado pelo título da matéria jornalística.
    A citação de falas como as referidas acima é um recurso conhecido da argumentação.
    Esse recurso está corretamente descrito em:
    Escolha uma alternativa para a questão 3129e6d9-60
  • 3122935F-60

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2010, Interpretação de Textos
    “Estão vendo?”, diria às amigas, se estivessem por perto. (l. 5)
    O trecho acima revela o choque entre o mundo imaginário da personagem e a realidade de sua solidão.
    Esse choque entre imaginação e realidade é enfatizado pela utilização do seguinte recurso de linguagem:
    Escolha uma alternativa para a questão 3122935f-60
  • 3119BF38-60

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2010, Interpretação de Textos
    Ao dizer que o pinheiro era artificial, “mas parecia de verdade”, a narrativa realça um estado que define a personagem.
    Isto ajuda o leitor a compreender o fingimento da personagem em relação à:
    Escolha uma alternativa para a questão 3119bf38-60
  • FBEDC689-5F

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    UERJ · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2010, Conjunções: Relação de causa e consequência

    Com a inacreditável capacidade humana de ter ideias, sonhar, imaginar, observar, descobrir, constatar, enfim, refletir sobre o mundo e com isso ir crescendo, a produção textual vem se ampliando ao longo da história. (l. 1-3)

    O trecho destacado acima estabelece uma relação de sentido com o restante da frase.

    Essa relação de sentido pode ser definida como:

    Escolha uma alternativa para a questão fbedc689-5f
  • 79A95252-E1

    Português

    Orações subordinadas substantivas: Subjetivas, Objetivas diretas, Objetivas indiretas...
    FATEC · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

                                Modo de aferventar a couve-flor

    É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma: depois de tirar suas folhas, lave-a, deixando por algum tempo num molho de água e vinagre, para largar qualquer bichinho que possa ter. Lave a couve-flor outra vez, antes de ir para a caçarola, a fim de sair bem o gosto do vinagre. Ela pode ser aferventada inteira ou em pedaços. Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.

    É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma (...)

    A oração principal – É indispensável – mantém correspondência com a oração subordinada "prepará-la, antes, da seguinte forma...", que deve ser classificada como oração subordinada

    Escolha uma alternativa para a questão 79a95252-e1
  • 79A3FA5F-E1

    Português

    Regência
    FATEC · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

                                Modo de aferventar a couve-flor

    É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma: depois de tirar suas folhas, lave-a, deixando por algum tempo num molho de água e vinagre, para largar qualquer bichinho que possa ter. Lave a couve-flor outra vez, antes de ir para a caçarola, a fim de sair bem o gosto do vinagre. Ela pode ser aferventada inteira ou em pedaços. Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.

    É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma (...)

    O emprego da palavra "A" no trecho – ... qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor... – justifica-se da seguinte forma:

    Escolha uma alternativa para a questão 79a3fa5f-e1
  • 79952341-E1

    Português

    Sintaxe
    FATEC · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

                                Modo de aferventar a couve-flor

    É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma: depois de tirar suas folhas, lave-a, deixando por algum tempo num molho de água e vinagre, para largar qualquer bichinho que possa ter. Lave a couve-flor outra vez, antes de ir para a caçarola, a fim de sair bem o gosto do vinagre. Ela pode ser aferventada inteira ou em pedaços. Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.

    A função sintática do termo couve-flor no trecho – ... corta-se a couve-flor... – é a seguinte:
    Escolha uma alternativa para a questão 79952341-e1
  • 78FF17D5-E1

    Inglês

    Verbos modais | Modal verbs
    FATEC · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    A TOOL FOR SPIES

    When Iran’s opposition protesters used Twitter and other forms of social media last year to let the world know about their regime’s brutal post election crackdown, activists praised Twitter as the tool of revolution and freedom. But now Venezuelan President Hugo Chávez has figured out how to twist this tool into one of repression. Though as recently as this past January Chávez was decrying Twitter as a weapon of terrorists, he’s since turned into an avid Twitterer himself ( his account, the country’s most popular, boasted more than half a million followers at press time ), as well as a devoted Facebook user and blogger.

          Far from embracing the democratic spirit of the Web, though, the Venezuelan strongman is using his accounts and blog to exhort people to spy on each other. At the launch of his Twitter account, Chávez enjoined the Boliviarian faithful to use it to keep an eye on state enemies, namely the wealthy. My Twitter account is open for you to denounce them, “ Chávez announced on his television program. El Presidente has hired a staff of 200 to deal with tweeted “requests, denunciations, and other problems,” which have resulted in actions against allegedly credit-stingy banks and currency speculators. He’s now considering going a step further and ruling that all Venezuelan Web sites must move from U.S.- based servers to domestic ones - which would, of course, make them far easier to control. Big Brother would be proud.

                  (Newsweek – June 14, 2010. By Mac Margolis and Alex Marin)

    O verbo auxiliar must em - ... and ruling that all Venezuelan Web sites must move from U.S.- based servers to domestic ones… - transmite a ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 78ff17d5-e1
  • 78F7CD23-E1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    A TOOL FOR SPIES

    When Iran’s opposition protesters used Twitter and other forms of social media last year to let the world know about their regime’s brutal post election crackdown, activists praised Twitter as the tool of revolution and freedom. But now Venezuelan President Hugo Chávez has figured out how to twist this tool into one of repression. Though as recently as this past January Chávez was decrying Twitter as a weapon of terrorists, he’s since turned into an avid Twitterer himself ( his account, the country’s most popular, boasted more than half a million followers at press time ), as well as a devoted Facebook user and blogger.

          Far from embracing the democratic spirit of the Web, though, the Venezuelan strongman is using his accounts and blog to exhort people to spy on each other. At the launch of his Twitter account, Chávez enjoined the Boliviarian faithful to use it to keep an eye on state enemies, namely the wealthy. My Twitter account is open for you to denounce them, “ Chávez announced on his television program. El Presidente has hired a staff of 200 to deal with tweeted “requests, denunciations, and other problems,” which have resulted in actions against allegedly credit-stingy banks and currency speculators. He’s now considering going a step further and ruling that all Venezuelan Web sites must move from U.S.- based servers to domestic ones - which would, of course, make them far easier to control. Big Brother would be proud.

                  (Newsweek – June 14, 2010. By Mac Margolis and Alex Marin)

    No segundo parágrafo, o pronome them em - My Twitter account is open for you to denounce them - refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 78f7cd23-e1
  • 78F4133F-E1

    Inglês

    Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
    FATEC · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    A TOOL FOR SPIES

    When Iran’s opposition protesters used Twitter and other forms of social media last year to let the world know about their regime’s brutal post election crackdown, activists praised Twitter as the tool of revolution and freedom. But now Venezuelan President Hugo Chávez has figured out how to twist this tool into one of repression. Though as recently as this past January Chávez was decrying Twitter as a weapon of terrorists, he’s since turned into an avid Twitterer himself ( his account, the country’s most popular, boasted more than half a million followers at press time ), as well as a devoted Facebook user and blogger.

          Far from embracing the democratic spirit of the Web, though, the Venezuelan strongman is using his accounts and blog to exhort people to spy on each other. At the launch of his Twitter account, Chávez enjoined the Boliviarian faithful to use it to keep an eye on state enemies, namely the wealthy. My Twitter account is open for you to denounce them, “ Chávez announced on his television program. El Presidente has hired a staff of 200 to deal with tweeted “requests, denunciations, and other problems,” which have resulted in actions against allegedly credit-stingy banks and currency speculators. He’s now considering going a step further and ruling that all Venezuelan Web sites must move from U.S.- based servers to domestic ones - which would, of course, make them far easier to control. Big Brother would be proud.

                  (Newsweek – June 14, 2010. By Mac Margolis and Alex Marin)

    No primeiro parágrafo, a conjunção though em - Though as recently as this past January... - pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido do texto por
    Escolha uma alternativa para a questão 78f4133f-e1
  • 78ED419E-E1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    A TOOL FOR SPIES

    When Iran’s opposition protesters used Twitter and other forms of social media last year to let the world know about their regime’s brutal post election crackdown, activists praised Twitter as the tool of revolution and freedom. But now Venezuelan President Hugo Chávez has figured out how to twist this tool into one of repression. Though as recently as this past January Chávez was decrying Twitter as a weapon of terrorists, he’s since turned into an avid Twitterer himself ( his account, the country’s most popular, boasted more than half a million followers at press time ), as well as a devoted Facebook user and blogger.

          Far from embracing the democratic spirit of the Web, though, the Venezuelan strongman is using his accounts and blog to exhort people to spy on each other. At the launch of his Twitter account, Chávez enjoined the Boliviarian faithful to use it to keep an eye on state enemies, namely the wealthy. My Twitter account is open for you to denounce them, “ Chávez announced on his television program. El Presidente has hired a staff of 200 to deal with tweeted “requests, denunciations, and other problems,” which have resulted in actions against allegedly credit-stingy banks and currency speculators. He’s now considering going a step further and ruling that all Venezuelan Web sites must move from U.S.- based servers to domestic ones - which would, of course, make them far easier to control. Big Brother would be proud.

                  (Newsweek – June 14, 2010. By Mac Margolis and Alex Marin)

    Considere as afirmações a seguir.

    I. Chávez é um usuário ávido do “Twitter”.

    II. Segundo os autores do texto, o “Twitter” é uma arma de terroristas.

    III. Chávez é um usuário devotado do “Facebook”.

    É correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 78ed419e-e1
  • 04C7B542-8D

    Inglês

    Passado simples | Simple past
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: Leia o texto Status of same-sex marriage para responder a questão.

                                                     Status of same-sex marriage
    South America

    Argentina
    The Autonomous City of Buenos Aires (a federal district and capital city of the republic) allows same-sex civil unions.
    The province of Rio Negro allows same-sex civil unions, too.
    Legislation to enact same-sex marriage across all of Argentina was approved on July 15, 2010.

    Brazil
    A law that would allow same-sex civil unions throughout the nation has been debated. Until the end of the first semester of 2010 the Supremo Tribunal Federal had not decided about it.

    Colombia
    The Colombian Constitutional Court ruled in February 2007 that same-sex couples are entitled to the same inheritance rights as heterosexuals in common-law marriages. This ruling made Colombia the first South American nation to legally recognize gay couples. Furthermore, in January 2009, the Court ruled that same-sex couples must be extended all of the rights offered to cohabitating heterosexual couples.

    Ecuador
    The Ecuadorian new constitution has made Ecuador stand out in the region. Ecuador has become the first country in South America where same sex civil union couples are legally recognized as a family and share the same rights of married
    heterosexual couples.

    Uruguay
    Uruguay became the first country in South America to allow civil unions (for both opposite-sex and same-sexcouples) in a national platform on January 1, 2008. Children can be adopted by same-sex couples since 2009.

                                                                                                                                        (http://en.wikipedia.org/. Adaptado.)
    Assinale a alternativa na qual todas as palavras são formas verbais relativas ao passado.
    Escolha uma alternativa para a questão 04c7b542-8d
  • 04C150BF-8D

    Inglês

    Vocabulário | Vocabulary
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: Leia o texto Status of same-sex marriage para responder a questão.

                                                     Status of same-sex marriage
    South America

    Argentina
    The Autonomous City of Buenos Aires (a federal district and capital city of the republic) allows same-sex civil unions.
    The province of Rio Negro allows same-sex civil unions, too.
    Legislation to enact same-sex marriage across all of Argentina was approved on July 15, 2010.

    Brazil
    A law that would allow same-sex civil unions throughout the nation has been debated. Until the end of the first semester of 2010 the Supremo Tribunal Federal had not decided about it.

    Colombia
    The Colombian Constitutional Court ruled in February 2007 that same-sex couples are entitled to the same inheritance rights as heterosexuals in common-law marriages. This ruling made Colombia the first South American nation to legally recognize gay couples. Furthermore, in January 2009, the Court ruled that same-sex couples must be extended all of the rights offered to cohabitating heterosexual couples.

    Ecuador
    The Ecuadorian new constitution has made Ecuador stand out in the region. Ecuador has become the first country in South America where same sex civil union couples are legally recognized as a family and share the same rights of married
    heterosexual couples.

    Uruguay
    Uruguay became the first country in South America to allow civil unions (for both opposite-sex and same-sexcouples) in a national platform on January 1, 2008. Children can be adopted by same-sex couples since 2009.

                                                                                                                                        (http://en.wikipedia.org/. Adaptado.)
    Assinale a alternativa na qual todos os termos se caracterizam como vocabulário específico da área legislativa.
    Escolha uma alternativa para a questão 04c150bf-8d
  • 04BAF01A-8D

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: Leia o texto Status of same-sex marriage para responder a questão.

                                                     Status of same-sex marriage
    South America

    Argentina
    The Autonomous City of Buenos Aires (a federal district and capital city of the republic) allows same-sex civil unions.
    The province of Rio Negro allows same-sex civil unions, too.
    Legislation to enact same-sex marriage across all of Argentina was approved on July 15, 2010.

    Brazil
    A law that would allow same-sex civil unions throughout the nation has been debated. Until the end of the first semester of 2010 the Supremo Tribunal Federal had not decided about it.

    Colombia
    The Colombian Constitutional Court ruled in February 2007 that same-sex couples are entitled to the same inheritance rights as heterosexuals in common-law marriages. This ruling made Colombia the first South American nation to legally recognize gay couples. Furthermore, in January 2009, the Court ruled that same-sex couples must be extended all of the rights offered to cohabitating heterosexual couples.

    Ecuador
    The Ecuadorian new constitution has made Ecuador stand out in the region. Ecuador has become the first country in South America where same sex civil union couples are legally recognized as a family and share the same rights of married
    heterosexual couples.

    Uruguay
    Uruguay became the first country in South America to allow civil unions (for both opposite-sex and same-sexcouples) in a national platform on January 1, 2008. Children can be adopted by same-sex couples since 2009.

                                                                                                                                        (http://en.wikipedia.org/. Adaptado.)
    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 04baf01a-8d
  • 04AAFB79-8D

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: Leia o texto a seguir para responder a questão.

    Two of the greatest obstacles that comics have in reaching readers are exposure and cost. Fortunately, the internet has provided remedies for both. Many comic book creators and publishers have put their comics online, available as full issues and at absolutely no cost to the reader. And unlike torrents or scanned files, these comics are completely legal. Here I have endeavored to collect as many of these as possible, now totalling over 300 full issues and stories, in one place.
    Whether you have been meaning to try a new title, or if you’ve never read a comic in your life, there’s still something here for everyone. Follow a link or two or three. Some comics that I especially recommend carry an asterisk, but I haven’t come close to reading everything here. Maybe you’ll find something you enjoy.

    ( _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ )
    (www.lorencollins.net/freecomic. Adaptado.)
    De acordo com o texto, dois obstáculos ao acesso dos leitores às histórias em quadrinhos são,
    Escolha uma alternativa para a questão 04aafb79-8d
  • 0497BA2F-8D

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: Leia a história em quadrinhos de Archie, What goes up, para responder a questão.

    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension 

    (Tales from…Riverdale. Archie Comic Publications, dezembro de 2006.)
    Qual a alternativa correta?
    Escolha uma alternativa para a questão 0497ba2f-8d
  • 04872C52-8D

    Português

    Morfologia
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão  toma por base um fragmento do livro Comunicação e folclore, de Luiz Beltrão (1918-1986).

                                                              O Bumba-Meu-Boi

    Entre os autos populares conhecidos e praticados no Brasil – pastoril, fandango, chegança, reisado, congada, etc. – aquele em que melhor o povo exprime a sua crítica, aquele que tem maior conteúdo jornalístico, é, realmente, o bumba-meu-boi, ou simplesmente boi.
    Para Renato Almeida, é o “bailado mais notável do Brasil, o folguedo brasileiro de maior significação estética e social”. Luís da Câmara Cascudo, por seu turno, observou a sua superioridade porque “enquanto os outros autos cristalizaram, imóveis, no elenco de outrora, o bumba-meu-boi é sempre atual, incluindo soluções modernas, figuras de agora, vocabulário, sensação, percepção contemporânea. Na época da escravidão mostrava os vaqueiros escravos vencendo pela inteligência, astúcia e cinismo. Chibateava a cupidez, a materialidade, o sensualismo de doutores, padres, delegados, fazendo-os cantar versinhos que eram confissões estertóricas. O capitão-do-mato, preador de escravos, assombro dos moleques, faz-sono dos negrinhos, vai ‘caçar’ os negros que fugiram, depois da morte do Boi, e em vez de trazê-los é trazido amarrado, humilhado, tremendo de medo. O valentão mestiço, capoeira, apanha pancada e é mais mofino que todos os mofinos. Imaginem a alegria negra, vendo e ouvindo essa sublimação aberta, franca, na porta da casa-grande de engenho ou no terreiro da fazenda, nos pátios das vilas, diante do adro da igreja! A figura dos padres, os padres do interior, vinha arrastada com a violência de um ajuste de contas. O doutor, o curioso, metido a entender de tudo, o delegado autoritário, valente com a patrulha e covarde sem ela, toda a galeria perpassa, expondo suas mazelas, vícios, manias, cacoetes, olhada por uma assistência onde estavam muitas vítimas dos personagens reais, ali subalternizados pela virulência do desabafo”.
    Como algumas outras manifestações folclóricas, o bumbameu-boi utiliza uma forma antiga, tradicional; entretanto, fá-la revestir-se de novos aspectos, atualiza o entrecho, recompõe a trama. Daí “o interesse do tipo solidário que desperta nas camadas populares”, como o assinala Édison Carneiro. Interesse que só pode manter-se porque o que no auto se apresenta não reflete apenas situações do passado, “mas porque têm importância para o futuro”. Com efeito, tendo por tema central a morte e a ressurreição do boi, “cerca-se de episódios acessórios, não essenciais, muito desligados da ação principal, que variam de região para região... em cada lugar, novos personagens são enxertados, aparentemente sem outro objetivo senão o de prolongar e variar a brincadeira”. Contudo, dentre esses personagens, os que representam as classes superiores são caricaturados, cobrindo-se de ridículo, o que torna “o folguedo, em si mesmo, uma reivindicação”.

    Sílvio Romero recolheu os versos de um bumba-meu-boi, através dos quais se constata a intenção caricaturesca nos personagens do folguedo. Como o Padre, que recita:
                                     
                                      Não sou padre, não sou nada
                                      “Quem me ver estar dançando
                                      Não julgue que estou louco;
                                      Secular sou como os outros”.

    Ou como o Capitão-do-Mato que, dando com o negro Fidélis, vai prendê-lo:
                                     
                                     “CAPITÃO – Eu te atiro, negro
                                                          Eu te amarro, ladrão,
                                                          Eu te acabo, cão.”

    Mas, ao contrário, quem vai sobre o Capitão e o amarra é o Fidélis:

                                         “CORO – Capitão de campo
                                                         Veja que o mundo virou
                                                         Foi ao mato pegar negro
                                                         Mas o negro lhe amarrou.

                                      CAPITÃO – Sou valente afamado
                                                         Como eu não pode haver;
                                                         Qualquer susto que me fazem
                                                         Logo me ponho a correr”.

    (Luiz Beltrão. Comunicação e folclore. São Paulo: Edições Melhoramentos, 1971.)
    O capitão-do-mato, preador de escravos, assombro dos moleques, faz-sono dos negrinhos, vai ‘caçar’ os negros que fugiram
    (...)

    Nesta passagem, levando-se em conta o contexto, a função sintática e o significado, verifica-se que faz-sono é:
    Escolha uma alternativa para a questão 04872c52-8d
  • 04804956-8D

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão  toma por base um fragmento do livro Comunicação e folclore, de Luiz Beltrão (1918-1986).

                                                              O Bumba-Meu-Boi

    Entre os autos populares conhecidos e praticados no Brasil – pastoril, fandango, chegança, reisado, congada, etc. – aquele em que melhor o povo exprime a sua crítica, aquele que tem maior conteúdo jornalístico, é, realmente, o bumba-meu-boi, ou simplesmente boi.
    Para Renato Almeida, é o “bailado mais notável do Brasil, o folguedo brasileiro de maior significação estética e social”. Luís da Câmara Cascudo, por seu turno, observou a sua superioridade porque “enquanto os outros autos cristalizaram, imóveis, no elenco de outrora, o bumba-meu-boi é sempre atual, incluindo soluções modernas, figuras de agora, vocabulário, sensação, percepção contemporânea. Na época da escravidão mostrava os vaqueiros escravos vencendo pela inteligência, astúcia e cinismo. Chibateava a cupidez, a materialidade, o sensualismo de doutores, padres, delegados, fazendo-os cantar versinhos que eram confissões estertóricas. O capitão-do-mato, preador de escravos, assombro dos moleques, faz-sono dos negrinhos, vai ‘caçar’ os negros que fugiram, depois da morte do Boi, e em vez de trazê-los é trazido amarrado, humilhado, tremendo de medo. O valentão mestiço, capoeira, apanha pancada e é mais mofino que todos os mofinos. Imaginem a alegria negra, vendo e ouvindo essa sublimação aberta, franca, na porta da casa-grande de engenho ou no terreiro da fazenda, nos pátios das vilas, diante do adro da igreja! A figura dos padres, os padres do interior, vinha arrastada com a violência de um ajuste de contas. O doutor, o curioso, metido a entender de tudo, o delegado autoritário, valente com a patrulha e covarde sem ela, toda a galeria perpassa, expondo suas mazelas, vícios, manias, cacoetes, olhada por uma assistência onde estavam muitas vítimas dos personagens reais, ali subalternizados pela virulência do desabafo”.
    Como algumas outras manifestações folclóricas, o bumbameu-boi utiliza uma forma antiga, tradicional; entretanto, fá-la revestir-se de novos aspectos, atualiza o entrecho, recompõe a trama. Daí “o interesse do tipo solidário que desperta nas camadas populares”, como o assinala Édison Carneiro. Interesse que só pode manter-se porque o que no auto se apresenta não reflete apenas situações do passado, “mas porque têm importância para o futuro”. Com efeito, tendo por tema central a morte e a ressurreição do boi, “cerca-se de episódios acessórios, não essenciais, muito desligados da ação principal, que variam de região para região... em cada lugar, novos personagens são enxertados, aparentemente sem outro objetivo senão o de prolongar e variar a brincadeira”. Contudo, dentre esses personagens, os que representam as classes superiores são caricaturados, cobrindo-se de ridículo, o que torna “o folguedo, em si mesmo, uma reivindicação”.

    Sílvio Romero recolheu os versos de um bumba-meu-boi, através dos quais se constata a intenção caricaturesca nos personagens do folguedo. Como o Padre, que recita:
                                     
                                      Não sou padre, não sou nada
                                      “Quem me ver estar dançando
                                      Não julgue que estou louco;
                                      Secular sou como os outros”.

    Ou como o Capitão-do-Mato que, dando com o negro Fidélis, vai prendê-lo:
                                     
                                     “CAPITÃO – Eu te atiro, negro
                                                          Eu te amarro, ladrão,
                                                          Eu te acabo, cão.”

    Mas, ao contrário, quem vai sobre o Capitão e o amarra é o Fidélis:

                                         “CORO – Capitão de campo
                                                         Veja que o mundo virou
                                                         Foi ao mato pegar negro
                                                         Mas o negro lhe amarrou.

                                      CAPITÃO – Sou valente afamado
                                                         Como eu não pode haver;
                                                         Qualquer susto que me fazem
                                                         Logo me ponho a correr”.

    (Luiz Beltrão. Comunicação e folclore. São Paulo: Edições Melhoramentos, 1971.)
    Chibateava a cupidez, a materialidade, o sensualismo de doutores, padres, delegados, fazendo-os cantar versinhos que eram confissões estertóricas.

    Nesta passagem, Luís da Câmara Cascudo, mencionado pelo autor, explica que, em apresentações do bumba-meu-boi da época da escravidão,
    Escolha uma alternativa para a questão 04804956-8d
  • 0479A1A8-8D

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão  toma por base um fragmento do livro Comunicação e folclore, de Luiz Beltrão (1918-1986).

                                                              O Bumba-Meu-Boi

    Entre os autos populares conhecidos e praticados no Brasil – pastoril, fandango, chegança, reisado, congada, etc. – aquele em que melhor o povo exprime a sua crítica, aquele que tem maior conteúdo jornalístico, é, realmente, o bumba-meu-boi, ou simplesmente boi.
    Para Renato Almeida, é o “bailado mais notável do Brasil, o folguedo brasileiro de maior significação estética e social”. Luís da Câmara Cascudo, por seu turno, observou a sua superioridade porque “enquanto os outros autos cristalizaram, imóveis, no elenco de outrora, o bumba-meu-boi é sempre atual, incluindo soluções modernas, figuras de agora, vocabulário, sensação, percepção contemporânea. Na época da escravidão mostrava os vaqueiros escravos vencendo pela inteligência, astúcia e cinismo. Chibateava a cupidez, a materialidade, o sensualismo de doutores, padres, delegados, fazendo-os cantar versinhos que eram confissões estertóricas. O capitão-do-mato, preador de escravos, assombro dos moleques, faz-sono dos negrinhos, vai ‘caçar’ os negros que fugiram, depois da morte do Boi, e em vez de trazê-los é trazido amarrado, humilhado, tremendo de medo. O valentão mestiço, capoeira, apanha pancada e é mais mofino que todos os mofinos. Imaginem a alegria negra, vendo e ouvindo essa sublimação aberta, franca, na porta da casa-grande de engenho ou no terreiro da fazenda, nos pátios das vilas, diante do adro da igreja! A figura dos padres, os padres do interior, vinha arrastada com a violência de um ajuste de contas. O doutor, o curioso, metido a entender de tudo, o delegado autoritário, valente com a patrulha e covarde sem ela, toda a galeria perpassa, expondo suas mazelas, vícios, manias, cacoetes, olhada por uma assistência onde estavam muitas vítimas dos personagens reais, ali subalternizados pela virulência do desabafo”.
    Como algumas outras manifestações folclóricas, o bumbameu-boi utiliza uma forma antiga, tradicional; entretanto, fá-la revestir-se de novos aspectos, atualiza o entrecho, recompõe a trama. Daí “o interesse do tipo solidário que desperta nas camadas populares”, como o assinala Édison Carneiro. Interesse que só pode manter-se porque o que no auto se apresenta não reflete apenas situações do passado, “mas porque têm importância para o futuro”. Com efeito, tendo por tema central a morte e a ressurreição do boi, “cerca-se de episódios acessórios, não essenciais, muito desligados da ação principal, que variam de região para região... em cada lugar, novos personagens são enxertados, aparentemente sem outro objetivo senão o de prolongar e variar a brincadeira”. Contudo, dentre esses personagens, os que representam as classes superiores são caricaturados, cobrindo-se de ridículo, o que torna “o folguedo, em si mesmo, uma reivindicação”.

    Sílvio Romero recolheu os versos de um bumba-meu-boi, através dos quais se constata a intenção caricaturesca nos personagens do folguedo. Como o Padre, que recita:
                                     
                                      Não sou padre, não sou nada
                                      “Quem me ver estar dançando
                                      Não julgue que estou louco;
                                      Secular sou como os outros”.

    Ou como o Capitão-do-Mato que, dando com o negro Fidélis, vai prendê-lo:
                                     
                                     “CAPITÃO – Eu te atiro, negro
                                                          Eu te amarro, ladrão,
                                                          Eu te acabo, cão.”

    Mas, ao contrário, quem vai sobre o Capitão e o amarra é o Fidélis:

                                         “CORO – Capitão de campo
                                                         Veja que o mundo virou
                                                         Foi ao mato pegar negro
                                                         Mas o negro lhe amarrou.

                                      CAPITÃO – Sou valente afamado
                                                         Como eu não pode haver;
                                                         Qualquer susto que me fazem
                                                         Logo me ponho a correr”.

    (Luiz Beltrão. Comunicação e folclore. São Paulo: Edições Melhoramentos, 1971.)
    O fragmento apresentado focaliza, por meio da opinião do autor e de outros folcloristas mencionados, o bumba-meu-boi, auto popular brasileiro bastante conhecido. A leitura do fragmento, como um todo, deixa claro que o núcleo temático do bumba-meu-boi é sempre,
    Escolha uma alternativa para a questão 0479a1a8-8d
  • 047225DC-8D

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    Interpretação de Textos
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    Instrução: A questão  toma por base uma passagem do romance regionalista Vidas secas, de Graciliano Ramos (1892-1953).

                                                                                   Contas

    Fabiano recebia na partilha a quarta parte dos bezerros e a terça dos cabritos. Mas como não tinha roça e apenas se limitava a semear na vazante uns punhados de feijão e milho, comia da feira, desfazia-se dos animais, não chegava a ferrar um bezerro ou assinar a orelha de um cabrito.
    Se pudesse economizar durante alguns meses, levantaria a cabeça. Forjara planos. Tolice, quem é do chão não se trepa.
    Consumidos os legumes, roídas as espigas de milho, recorria à gaveta do amo, cedia por preço baixo o produto das sortes. Resmungava, rezingava, numa aflição, tentando espichar os recursos minguados, engasgava-se, engolia em seco. Transigindo com outro, não seria roubado tão descaradamente. Mas receava ser expulso da fazenda. E rendia-se. Aceitava o cobre e ouvia conselhos. Era bom pensar no futuro, criar juízo. Ficava de boca aberta, vermelho, o pescoço inchando. De repende estourava:
    – Conversa. Dinheiro anda num cavalo e ninguém pode viver sem comer. Quem é do chão não se trepa.
    Pouco a pouco o ferro do proprietário queimava os bichos de Fabiano. E quando não tinha mais nada para vender, o sertanejo endividava-se. Ao chegar a partilha, estava encalacrado, e na hora das contas davam-lhe uma ninharia.
    Ora, daquela vez, como das outras, Fabiano ajustou o gado, arrependeu-se, enfim deixou a transação meio apalavrada e foi consultar a mulher. Sinha Vitória mandou os meninos para o barreiro, sentou-se na cozinha, concentrou-se, distribuiu no chão sementes de várias espécies, realizou somas e diminuições. No dia seguinte Fabiano voltou à cidade, mas ao fechar o negócio notou que as operações de Sinha Vitória, como de costume, diferiam das do patrão. Reclamou e obteve a explicação habitual: a diferença era proveniente de juros.
    Não se conformou: devia haver engano. Ele era bruto, sim senhor, via-se perfeitamente que era bruto, mas a mulher tinha miolo. Com certeza havia um erro no papel do branco. Não se descobriu o erro, e Fabiano perdeu os estribos. Passar a vida inteira assim no toco, entregando o que era dele de mão beijada! Estava direito aquilo? Trabalhar como negro e nunca arranjar carta de alforria!
    O patrão zangou-se, repeliu a insolência, achou bom que o vaqueiro fosse procurar serviço noutra fazenda.
    Aí Fabiano baixou a pancada e amunhecou. Bem, bem. Não era preciso barulho não. Se havia dito palavra à toa, pedia desculpa. Era bruto, não fora ensinado. Atrevimento não tinha, conhecia o seu lugar. Um cabra. Ia lá puxar questão com gente rica? Bruto, sim senhor, mas sabia respeitar os homens. Devia ser ignorância da mulher, provavelmente devia ser ignorância da mulher. Até estranhara as contas dela. Enfim, como não sabia ler (um bruto, sim senhor), acreditara na sua velha. Mas pedia desculpa e jurava não cair noutra.

                                                                   (Graciliano Ramos. Vidas secas. São Paulo: Livraria Martins Editora, 1974.)
    Lendo atentamente o fragmento de Vidas secas, percebe-se que o foco principal é o das transações entre Fabiano e o proprietário da fazenda. Aponte a alternativa que não corresponde ao que é efetivamente exposto pelo texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 047225dc-8d