Questões do ENEM: Linguagens e nível médio
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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 79 de 426.
1819D107-E6 Texto 3O vício da tecnologiaEntusiastas de tecnologia passaram a semana com os olhos voltados para uma exposição de novidades eletrônicas realizada recentemente nos Estados Unidos. Entre as inovações, estavam produtos relacionados a experiências de realidade virtual e à utilização de inteligência artificial — que hoje é um dos temas que mais desperta interesse em profissionais da área, tendo em vista a ampliação do uso desse tipo de tecnologia nos mais diversos segmentos.Mais do que prestar atenção às novidades lançadas no evento, vale refletir sobre o motivo que nos leva a uma ansiedade tão grande para consumir produtos que prometem inovação tecnológica. Por que tanta gente se dispõe a dormir em filas gigantescas só para ser um dos primeiros a comprar um novo modelo de smartphone? Por que nos dispomos a pagar cifras astronômicas para comprar aparelhos que não temos sequer certeza de que serão realmente úteis em nossas rotinas?A teoria de um neurocientista da Universidade de Oxford (Inglaterra) ajuda a explicar essa “corrida desenfreada” por novos gadgets. De modo geral, em nosso processo evolutivo como seres humanos, nosso cérebro aprendeu a suprir necessidades básicas para a sobrevivência e a perpetuação da espécie, tais como sexo, segurança e status social.Nesse sentido, a compra de uma novidade tecnológica atende a essa última necessidade citada: nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que momentaneamente, quando surgimos em nossos círculos sociais com um produto que quase ninguém ainda possui.Foi realizado um estudo de mapeamento cerebral que mostrou que imagens de produtos tecnológicos ativavam partes do nosso cérebro idênticas às que são ativadas quando uma pessoa muito religiosa se depara com um objeto sagrado. Ou seja, não seria exagero dizer que o vício em novidades tecnológicas é quase uma religião para os mais entusiastas.O ato de seguir esse impulso cerebral e comprar o mais novo lançamento tecnológico dispara em nosso cérebro a liberação de um hormônio chamado dopamina, responsável por nos causar sensações de prazer. Ele é liberado quando nosso cérebro identifica algo que represente uma recompensa.O grande problema é que a busca excessiva por recompensas pode resultar em comportamentos impulsivos, que incluem vícios em jogos, apego excessivo a redes sociais e até mesmo alcoolismo. No caso do consumo, podemos observar a situação problematizada aqui: gasto excessivo de dinheiro em aparelhos eletrônicos que nem sempre trazem novidade –– as atualizações de modelos de smartphones, por exemplo, na maior parte das vezes apresentam poucas mudanças em relação ao modelo anterior, considerando-se seu preço elevado. Em outros casos, gasta-se uma quantia absurda em algum aparelho novo que não se sabe se terá tanta utilidade prática ou inovadora no cotidiano.No fim das contas, vale um lembrete que pode ajudar a conter os impulsos na hora de comprar um novo smartphone ou alguma novidade de mercado: compare o efeito momentâneo da dopamina com o impacto de imaginar como ficarão as faturas do seu cartão de crédito com a nova compra. O choque ao constatar o rombo em seu orçamento pode ser suficiente para que você decida pensar duas vezes a respeito da aquisição.DANA, S. O Globo. Economia. Rio de Janeiro, 16 jan. 2018. AdaptadoDe acordo com o ordenamento das ideias no texto 3, observa-se que, depois de explicar a função da dopamina no cérebro, o texto se refere à ideia de que:1812B1D6-E6 Português
Interpretação de TextosCentro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosTexto 3O vício da tecnologiaEntusiastas de tecnologia passaram a semana com os olhos voltados para uma exposição de novidades eletrônicas realizada recentemente nos Estados Unidos. Entre as inovações, estavam produtos relacionados a experiências de realidade virtual e à utilização de inteligência artificial — que hoje é um dos temas que mais desperta interesse em profissionais da área, tendo em vista a ampliação do uso desse tipo de tecnologia nos mais diversos segmentos.Mais do que prestar atenção às novidades lançadas no evento, vale refletir sobre o motivo que nos leva a uma ansiedade tão grande para consumir produtos que prometem inovação tecnológica. Por que tanta gente se dispõe a dormir em filas gigantescas só para ser um dos primeiros a comprar um novo modelo de smartphone? Por que nos dispomos a pagar cifras astronômicas para comprar aparelhos que não temos sequer certeza de que serão realmente úteis em nossas rotinas?A teoria de um neurocientista da Universidade de Oxford (Inglaterra) ajuda a explicar essa “corrida desenfreada” por novos gadgets. De modo geral, em nosso processo evolutivo como seres humanos, nosso cérebro aprendeu a suprir necessidades básicas para a sobrevivência e a perpetuação da espécie, tais como sexo, segurança e status social.Nesse sentido, a compra de uma novidade tecnológica atende a essa última necessidade citada: nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que momentaneamente, quando surgimos em nossos círculos sociais com um produto que quase ninguém ainda possui.Foi realizado um estudo de mapeamento cerebral que mostrou que imagens de produtos tecnológicos ativavam partes do nosso cérebro idênticas às que são ativadas quando uma pessoa muito religiosa se depara com um objeto sagrado. Ou seja, não seria exagero dizer que o vício em novidades tecnológicas é quase uma religião para os mais entusiastas.O ato de seguir esse impulso cerebral e comprar o mais novo lançamento tecnológico dispara em nosso cérebro a liberação de um hormônio chamado dopamina, responsável por nos causar sensações de prazer. Ele é liberado quando nosso cérebro identifica algo que represente uma recompensa.O grande problema é que a busca excessiva por recompensas pode resultar em comportamentos impulsivos, que incluem vícios em jogos, apego excessivo a redes sociais e até mesmo alcoolismo. No caso do consumo, podemos observar a situação problematizada aqui: gasto excessivo de dinheiro em aparelhos eletrônicos que nem sempre trazem novidade –– as atualizações de modelos de smartphones, por exemplo, na maior parte das vezes apresentam poucas mudanças em relação ao modelo anterior, considerando-se seu preço elevado. Em outros casos, gasta-se uma quantia absurda em algum aparelho novo que não se sabe se terá tanta utilidade prática ou inovadora no cotidiano.No fim das contas, vale um lembrete que pode ajudar a conter os impulsos na hora de comprar um novo smartphone ou alguma novidade de mercado: compare o efeito momentâneo da dopamina com o impacto de imaginar como ficarão as faturas do seu cartão de crédito com a nova compra. O choque ao constatar o rombo em seu orçamento pode ser suficiente para que você decida pensar duas vezes a respeito da aquisição.DANA, S. O Globo. Economia. Rio de Janeiro, 16 jan. 2018. AdaptadoDe acordo com o texto 3, o “vício tecnológico” pode ser explicado por:180C9A50-E6 Português
Interpretação de TextosCentro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosTexto 2Uma boa comunicação pode impulsionar a carreira corporativaNão se trata apenas de saber se vender no mercado; a capacidade de lidar com colegas e equipes é fundamental para estimular o desempenho e a produtividade.Que a comunicação é primordial, na vida particular e no mundo corporativo, não há a menor dúvida. A capacidade de expressar ideias e mobilizar outras pessoas é essencial para construir relacionamentos, educar filhos, formar equipes, superar concorrentes. Mas existem alguns mal-entendidos a respeito dessa competência tão importante.Um dos mais comuns é: comunicar-se bem significa falar bem. Não necessariamente. “Saber ouvir é uma qualidade indispensável e pouco encontrada no mundo corporativo”, afirma Mara Behlau, professora do Insper, especialista em voz e consultora em comunicação humana. “Muitas vezes, as pessoas falam sem parar e têm certeza de que o outro entendeu.”A professora lembra que, em diversos casos, a fala excessiva surge da necessidade que muitos profissionais sentem de se mostrar ativos. “Um gestor extrovertido parece muito participativo, mas também repetitivo. O introvertido é mais observador, porém parece desinteressado, sem opinião.” O ideal, diz ela, é ser ambivertido: “Há momentos para observar e momentos para se expor, trazer ideias”.Texto disponível em: https://exame.abril.com.br/geral/uma-boa-comunicacao-podeimpulsionar-a-carreiracorporativa (Adaptado).De acordo com o texto 2, está CORRETO o que se afirma em:18055F06-E6 Português
Interpretação de TextosCentro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosTexto 2Uma boa comunicação pode impulsionar a carreira corporativaNão se trata apenas de saber se vender no mercado; a capacidade de lidar com colegas e equipes é fundamental para estimular o desempenho e a produtividade.Que a comunicação é primordial, na vida particular e no mundo corporativo, não há a menor dúvida. A capacidade de expressar ideias e mobilizar outras pessoas é essencial para construir relacionamentos, educar filhos, formar equipes, superar concorrentes. Mas existem alguns mal-entendidos a respeito dessa competência tão importante.Um dos mais comuns é: comunicar-se bem significa falar bem. Não necessariamente. “Saber ouvir é uma qualidade indispensável e pouco encontrada no mundo corporativo”, afirma Mara Behlau, professora do Insper, especialista em voz e consultora em comunicação humana. “Muitas vezes, as pessoas falam sem parar e têm certeza de que o outro entendeu.”A professora lembra que, em diversos casos, a fala excessiva surge da necessidade que muitos profissionais sentem de se mostrar ativos. “Um gestor extrovertido parece muito participativo, mas também repetitivo. O introvertido é mais observador, porém parece desinteressado, sem opinião.” O ideal, diz ela, é ser ambivertido: “Há momentos para observar e momentos para se expor, trazer ideias”.Texto disponível em: https://exame.abril.com.br/geral/uma-boa-comunicacao-podeimpulsionar-a-carreiracorporativa (Adaptado).Dentre as considerações a seguir, acerca do vocábulo AMBIVERTIDO contido no texto 2, está CORRETO o que se afirma em:18016A63-E6 Português
PontuaçãoCentro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosTexto 1População está envelhecendo? Imigrantes podem ser a solução, segundo o FMINuma época em que a imigração provoca debates candentes e reações violentas em muitas partes do mundo, o FMI lança um alerta sobre o envelhecimento populacional nos países avançados.No seu relatório econômico global divulgado nesta semana constam as estimações demográficas da ONU indicando que a população local vai se reduzir em boa parte dos países desenvolvidos.Desde logo, daqui a algumas décadas, a mão de obra ativa terá que sustentar o dobro dos idosos que existem atualmente nesses países, cortando 3% de sua produção econômica por volta de 2050.Vem então a advertência do relatório: se mais pessoas não forem integradas à população economicamente ativa, o aumento proporcional de idosos poderá reduzir o crescimento dos países avançados. Na circunstância, o FMI afirma que a imigração “pode contribuir para ganhos de longo prazo no crescimento e na produtividade” econômica.No momento em que Donald Trump freia a imigração legal e reprime mais duramente as entradas ilegais nos Estados Unidos, que as eleições na Itália levaram ao poder uma maioria de parlamentares hostis aos imigrantes e que a Hungria, no último domingo (8), reelegeu pela terceira vez o xenófobo Viktor Orban como seu primeiro-ministro, o FMI não hesita em avançar sua conclusão pró-imigracionista: “é preciso repensar as políticas migratórias para dinamizar a mão de obra disponível nas economias avançadas... políticas mais restritivas [à imigração] exacerbariam de maneira significativa o efeito negativo do envelhecimento da população”.O Brasil não é citado no relatório do FMI. Mas o país se encontra numa situação similar à dos países desenvolvidos citados acima, com a exceção do Japão onde o envelhecimento populacional é muito mais patente. Resta que os brasileiros estão seguindo a mesma rota de envelhecimento em razão do efeito convergente do aumento da esperança de vida e da queda da taxa de natalidade. A questão imigratória também está na ordem do dia em nosso país.Como lembrou recentemente na Folha de S. Paulo Leonardo Monasterio, pesquisador do IPEA, o Brasil tem uma proporção bastante baixa de imigrantes.O país chegou a ter 5,1% de imigrantes no seio de sua população em 1920. Atualmente este percentual é de 0,9%. Na Argentina a proporção de imigrantes no conjunto da população alcança 6% e nos Estados Unidos, 14%. Como foi apontado neste mesmo espaço, a população do país continuará subindo até 2050, para começar a cair em seguida, segundo o Censo Mundial para o século XXI realizado em 2012 e 2015 pela ONU.Se nada mudar, em 2085 estaremos com uma população similar a de hoje: 208 milhões de habitantes. Na ausência de uma política imigracionista, acumularemos os dois inconvenientes descritos acima: seremos velhos e pobres.Disponível em https://noticias.uol.com.br/blogs-e-colunas/coluna/luiz-felipe-alencastro/2018/04/11/fmi-faz-alertasobreenvelhecimento-populacional-e-imigracao.htmEm “Na Argentina a proporção de imigrantes no conjunto da população alcança 6% e nos Estados Unidos, 14%”. (linha 25 do texto 1), a vírgula foi empregada para:258452B1-E6 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionfaculdade independente do Nordeste · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosAnalise os pronomes presentes nas seguintes sentenças:
I. Is this book your?
II. James gave me those books. I really liked it.
III. Patty gave her brother a cassette and he gave she a video.
IV. It’s your decision, not ours.
V. I like this house but her windows are broken.
Escolha a alternativa que contenha a resposta correta:
2580C4A4-E6 Inglês
Pronomes interrogativos | Question wordsfaculdade independente do Nordeste · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosComplete as perguntas abaixo com o pronome interrogativo adequado:I. _____ was this house built? In 1980.II. ______ hit you? Martha’s brother hit me.III. __________ do you study English? Twice a week.IV. __________ sisters do you have? Two. Their names are Paola and Marianne.V. __________ is your school? Only 2 Km.Assinale a alternativa com a seqüência correta de respostas:257DB5B8-E6 Inglês
Aspectos linguísticos | Linguistic aspectsfaculdade independente do Nordeste · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosAnalise os tempos verbais nas frases seguintes:( )I. Ann was sat in an armchair watching television.( )II. The police stops me on my way last night.( )III. I’m hungry. I’m wanting something to eat.( )IV. You’re always watched TV. You should do something more active.( )V. Rice don’t grow in cold climates.Assinale a alternativa correta:257AE4FB-E6 Inglês
Adjetivos | Adjectivesfaculdade independente do Nordeste · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
Identifique a classe gramatical das palavras que estão em negrito no texto:I- “factory” II- “employs” III- “watches” IV- “profit” V- “revolutionary”Marque a alternativa que possui a seqüência correta das respostas:
24DC5786-E6 Português
Interpretação de Textosfaculdade independente do Nordeste · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
A moral da estória poderia ser substituída pelo provérbio:


24CDB70C-E6 Português
Funções morfossintáticas da palavra QUEfaculdade independente do Nordeste · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosCome, meu filho

No fragmento:“ - Se diz assim.” (1.25)o Se tem valor de:24CACABD-E6 Português
Interpretação de Textosfaculdade independente do Nordeste · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosCome, meu filho

Com base no conteúdo do texto, marque com V as proposições verdadeiras e com F, as falsas.( )As reticências e as breves respostas refletem a recusa do adulto em participar da conversa, em face de um objetivo definido.( )A personagem Ronaldo, citada por Paulinho, acredita que a Terra é redonda porque observa as evidências.( )Há um momento na conversa em que o interlocutor adulto não interpreta corretamente a intenção da pergunta da criança.( )Segundo Pedrinho, só quem viajou tem provas evidentes de que a Terra é redonda.A alternativa que indica a seqüência correta, de cima para baixo, é a:
24C6A74A-E6 Português
Interpretação de Textosfaculdade independente do Nordeste · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosCome, meu filho

Segundo o texto, a personagem Pedrinho pode ser caracterizada como:
011F9603-E6 Inglês
Voz Ativa e Passiva | Passive and Active VoiceInstituto Nacional de Telecomunicações · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosHow alcohol damages stem cell DNA and increases cancer risk.
LONDON (Reuters) - Drinking alcohol produces a harmful chemical in the body which can lead to permanent genetic damage in the DNA of stem cells, increasing the risk of cancer developing, according to research published on Wednesday.Working with mice in a laboratory, British scientists used chromosome analysis and DNA sequencing to examine the genetic damage caused by acetaldehyde, a harmful chemical produced when the body processes alcohol.Their findings offered more detail about how alcohol increases the risk of developing 7 types of cancer, including common forms such as breast and bowel cancer. It also showed how the body seeks to defend against the damage alcohol can do.“Some cancers develop due to DNA damage in stem cells. While some damage occurs by chance, our findings suggest that drinking alcohol can increase the risk of this damage,” said Ketan Patel, a professor at the Medical Research Council Laboratory of Molecular Biology, who co-led the study. The World Health Organization’s International Agency for Research on Cancer classifies alcohol as a Group 1 carcinogen, citing “convincing evidence” it causes cancer in humans.In Wednesday’s study, published in the journal Nature, Patel’s team gave diluted alcohol to mice and then analyzed the effect on the animals’ DNA. They found that acetaldehyde can break and damage DNA within blood stem cells, permanently altering the DNA sequences within these cells.This is important, Patel said, because when healthy stem cells become faulty, they can give rise to cancerous cells.Source: www.reuters.com/article/us-health-cancer-alcohol/how alcohol-damages-stem-celldna-and-increases-cancer-risk-idUSKB1ES1N2“Patel`s team gave diluted alcohol to mice.” (Passive Voice)
011277B0-E6 Inglês
Infinitivo e gerúndio | Infinitive and gerundInstituto Nacional de Telecomunicações · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosThe key to staying young? Camouflage.
Pickles by Brian Crane

Source: www.gocomics.com/pickles
That’s the problem of getting older.” (Gerund Use)00FECF0C-E6 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionInstituto Nacional de Telecomunicações · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosMozambique Cyclone: “Almost everything is destroyed.”

People carry their personal effects through a flooded section of Praia Nova in Beira after the cyclone. Tropical Cyclone Idai destroyed and damaged homes and knocked out electricity and communications.
Cyclone Idai hit the city of Beira hard and the scale of damage is massive, say Red Cross and Red Crescent aid workers who reached the Mozambican city a few days ago. The scale of devastation is enormous. It seems that 90 per cent of the area is completely destroyed.”
The Red Cross and Red Crescent team was among the first to arrive in Beira since Cyclone Idai made landfall March 14-15. With Beira’s airport closed and roads cut off due to flooding, the team drove from Maputo, the capital city, before taking a helicopter for the last leg of the journey. “Almost everything is destroyed. Communication lines have been completely cut and roads have
been destroyed. Some affected communities are not accessible,” said LeSueur. “Beira has been severely battered. But we are also hearing that the situation outside the city could be even worse. Yesterday, a large dam burst and cut off the last road to the city.”
While the physical impact of Idai is beginning to emerge, the human impact is still unclear. Authorities in the country are warning that the death toll may climb beyond 1,000 people.
Heavy rain will continue in the coming days which may only exacerbate the dire situation and cause already saturated rivers to overflow.
Following its landfall in Mozambique, the cyclone continued west to Zimbabwe as a tropical storm, wreaking havoc in the eastern part of the country, with Manicaland Province being the hardest-hit. At least 31 deaths have been reported and over 100 people are missing in Zimbabwe.
Source: www.redcross.org/about-us/news-and -events/news/2019/mozambique-cyclone.html
“People carry their personal effects through a flooded section of Praia Nova in Beira” […] (Referent)00F5BF7D-E6 Português
Interpretação de TextosInstituto Nacional de Telecomunicações · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosVasco repudia "exposição constrangedora" de Sidão e elogia CasagrandeApós clubes e personalidades se manifestarem, foi a vez do Vasco comentar sobre a entrega do prêmio Craque do Jogo ao goleiro Sidão, após a derrota do cruzmaltino por 3 a 0 para o Santos. Em nota oficial, o clube carioca repudiou a "exposição constrangedora" de Sidão por parte da TV Globo, responsável pela entrega do prêmio de votação popular ao melhor jogador da partida.(uol.com.br)Com base na leitura do texto, a entrega do prêmio após o resultado da partida configura:00E76993-E6 Português
CraseInstituto Nacional de Telecomunicações · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosTexto IISó metade das famílias dedica tempo suficiente à educação dos filhosPesquisa da ONG britânica Varkey Foundation mostra a percepção de famílias brasileiras e de outros 28 países sobre a maneira com que acompanham a vida escolar de seus filhosVocê não está sozinho(a) quando diz que não tem tempo para acompanhar o desempenho de seu filho ou sequer perguntar como foi o dia dele na escola. No Brasil, 46% dos pais e responsáveis por crianças em idade escolar dizem não dedicar tempo suficiente com a educação dos filhos, 41% reservam uma quantidade adequada e 9% sentem que reservam muito tempo para acompanhá-los. É isso o que mostra uma pesquisa da ONG global de educação Varkey Foundation feita em parceria com o Instituto Ipsos com 27 mil pais de estudantes de 4 a 18 anos em 29 países.Mais do que um consenso entre educadores, outras pesquisas internacionais mostram que o engajamento familiar é fundamental para o desenvolvimento dos alunos. De acordo com a publicação Family Engagement from the Youth Perspective, do Cambridge Kids Council, a aproximação entre escolas e famílias pode influenciar resultados educacionais das crianças e ajudar os alunos a transitarem com autonomia por diferentes etapas das suas vidas, além de colaborar para promover a equidade na educação.O estudo da Fundação Varkey também aponta que 51% dos familiares consideram a escola as escolas públicas brasileiras “fracas” e, se houvesse condições financeiras, 81% daqueles cujos filhos frequentam escolas públicas disseram que “bastante provavelmente” ou “muito provavelmente” migrariam para o ensino privado. Trata-se do índice mais alto em toda a América Latina.Apesar de se declararem pouco participativos nos estudos dos filhos e criticarem a qualidade da escola pública, 70% dos brasileiros estão otimistas quanto ao futuro dos filhos, um número muito superior à média global de 60%.

Melhorou ou piorou?Enquanto as transformações tecnológicas e culturais demonstram-se cada vez mais rápidas, os pais demonstram-se em dúvida quanto aos padrões de educação terem melhorado ou piorado nos últimos dez anos – 40% dizem que “melhorou” e 37% dizem que “piorou”. Os dados referentes ao Brasil são um pouco menores que a média: para 36% está melhor, enquanto 52% avaliam que o ensino piorou na última década.Alguns dos pais mais pessimistas se encontram nas grandes economias europeias. Os pais franceses estão particularmente pessimistas quanto à educação, com apenas 8% dizendo que os padrões melhoraram, seguidos pelos alemães (19%).Os pais das economias asiáticas emergentes são muito mais positivos, com 72% na Índia e 70% na China e em Singapura dizendo que a educação melhorou. O Japão é o único país asiático abaixo da média global da pesquisa, com 21%.Reconhecimento do professorCaso houvesse fundos adicionais para a escola de seus filhos, a maioria dos pais gostaria que fossem gastos nos professores. Metade (50%) dos pais indica mais professores, ou uma melhor remuneração dos professores existentes, como uma de suas principais prioridades. Isso é comparado com pais que gastariam fundos adicionais hipotéticos para a escola de seus filhos em: computadores/tecnologia (46%); atividades extracurriculares (44%); equipe de suporte (37%); recursos (37%); e em edifícios e outras instalações (34%).Gestão escolarO número de pais brasileiros (55%) que aprovam a gestão de escolas públicas por empresas privadas (como no modelo nos Estados Unidos) é três vezes superior ao dos que se opõem à ideia (16%).Associações de pais são uma escolha popular para a gestão de escolas públicas, com quase dois terços (61%) dos pais brasileiros satisfeitos com esta opção, número muito acima da média global (50%).Instruções:Fuja das generalizações, clichês, lugares-comuns e frases feitas.Seu texto deve obrigatoriamente conter um título.O texto deve ter, no máximo, 25 linhas.Utilize a última folha da prova como rascunho. É permitido destacá-la.Coletânea: Leia toda a coletânea e selecione o que julgar pertinente para a realização da proposta. Articule os elementos selecionados com sua história de leituras e suas reflexões.Tema: “Principais desafios na educação dos filhos”Nas alternativas abaixo, a crase é permitida em:
00DB26C9-E6 Português
Formação do imperativoInstituto Nacional de Telecomunicações · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosTexto IISó metade das famílias dedica tempo suficiente à educação dos filhosPesquisa da ONG britânica Varkey Foundation mostra a percepção de famílias brasileiras e de outros 28 países sobre a maneira com que acompanham a vida escolar de seus filhosVocê não está sozinho(a) quando diz que não tem tempo para acompanhar o desempenho de seu filho ou sequer perguntar como foi o dia dele na escola. No Brasil, 46% dos pais e responsáveis por crianças em idade escolar dizem não dedicar tempo suficiente com a educação dos filhos, 41% reservam uma quantidade adequada e 9% sentem que reservam muito tempo para acompanhá-los. É isso o que mostra uma pesquisa da ONG global de educação Varkey Foundation feita em parceria com o Instituto Ipsos com 27 mil pais de estudantes de 4 a 18 anos em 29 países.Mais do que um consenso entre educadores, outras pesquisas internacionais mostram que o engajamento familiar é fundamental para o desenvolvimento dos alunos. De acordo com a publicação Family Engagement from the Youth Perspective, do Cambridge Kids Council, a aproximação entre escolas e famílias pode influenciar resultados educacionais das crianças e ajudar os alunos a transitarem com autonomia por diferentes etapas das suas vidas, além de colaborar para promover a equidade na educação.O estudo da Fundação Varkey também aponta que 51% dos familiares consideram a escola as escolas públicas brasileiras “fracas” e, se houvesse condições financeiras, 81% daqueles cujos filhos frequentam escolas públicas disseram que “bastante provavelmente” ou “muito provavelmente” migrariam para o ensino privado. Trata-se do índice mais alto em toda a América Latina.Apesar de se declararem pouco participativos nos estudos dos filhos e criticarem a qualidade da escola pública, 70% dos brasileiros estão otimistas quanto ao futuro dos filhos, um número muito superior à média global de 60%.

Melhorou ou piorou?Enquanto as transformações tecnológicas e culturais demonstram-se cada vez mais rápidas, os pais demonstram-se em dúvida quanto aos padrões de educação terem melhorado ou piorado nos últimos dez anos – 40% dizem que “melhorou” e 37% dizem que “piorou”. Os dados referentes ao Brasil são um pouco menores que a média: para 36% está melhor, enquanto 52% avaliam que o ensino piorou na última década.Alguns dos pais mais pessimistas se encontram nas grandes economias europeias. Os pais franceses estão particularmente pessimistas quanto à educação, com apenas 8% dizendo que os padrões melhoraram, seguidos pelos alemães (19%).Os pais das economias asiáticas emergentes são muito mais positivos, com 72% na Índia e 70% na China e em Singapura dizendo que a educação melhorou. O Japão é o único país asiático abaixo da média global da pesquisa, com 21%.Reconhecimento do professorCaso houvesse fundos adicionais para a escola de seus filhos, a maioria dos pais gostaria que fossem gastos nos professores. Metade (50%) dos pais indica mais professores, ou uma melhor remuneração dos professores existentes, como uma de suas principais prioridades. Isso é comparado com pais que gastariam fundos adicionais hipotéticos para a escola de seus filhos em: computadores/tecnologia (46%); atividades extracurriculares (44%); equipe de suporte (37%); recursos (37%); e em edifícios e outras instalações (34%).Gestão escolarO número de pais brasileiros (55%) que aprovam a gestão de escolas públicas por empresas privadas (como no modelo nos Estados Unidos) é três vezes superior ao dos que se opõem à ideia (16%).Associações de pais são uma escolha popular para a gestão de escolas públicas, com quase dois terços (61%) dos pais brasileiros satisfeitos com esta opção, número muito acima da média global (50%).Instruções:Fuja das generalizações, clichês, lugares-comuns e frases feitas.Seu texto deve obrigatoriamente conter um título.O texto deve ter, no máximo, 25 linhas.Utilize a última folha da prova como rascunho. É permitido destacá-la.Coletânea: Leia toda a coletânea e selecione o que julgar pertinente para a realização da proposta. Articule os elementos selecionados com sua história de leituras e suas reflexões.Tema: “Principais desafios na educação dos filhos”Para a construção do Imperativo Afirmativo, tudo que se afirma abaixo está correto, exceto:
00D7BBE4-E6 Português
Interpretação de TextosInstituto Nacional de Telecomunicações · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosTexto IISó metade das famílias dedica tempo suficiente à educação dos filhosPesquisa da ONG britânica Varkey Foundation mostra a percepção de famílias brasileiras e de outros 28 países sobre a maneira com que acompanham a vida escolar de seus filhosVocê não está sozinho(a) quando diz que não tem tempo para acompanhar o desempenho de seu filho ou sequer perguntar como foi o dia dele na escola. No Brasil, 46% dos pais e responsáveis por crianças em idade escolar dizem não dedicar tempo suficiente com a educação dos filhos, 41% reservam uma quantidade adequada e 9% sentem que reservam muito tempo para acompanhá-los. É isso o que mostra uma pesquisa da ONG global de educação Varkey Foundation feita em parceria com o Instituto Ipsos com 27 mil pais de estudantes de 4 a 18 anos em 29 países.Mais do que um consenso entre educadores, outras pesquisas internacionais mostram que o engajamento familiar é fundamental para o desenvolvimento dos alunos. De acordo com a publicação Family Engagement from the Youth Perspective, do Cambridge Kids Council, a aproximação entre escolas e famílias pode influenciar resultados educacionais das crianças e ajudar os alunos a transitarem com autonomia por diferentes etapas das suas vidas, além de colaborar para promover a equidade na educação.O estudo da Fundação Varkey também aponta que 51% dos familiares consideram a escola as escolas públicas brasileiras “fracas” e, se houvesse condições financeiras, 81% daqueles cujos filhos frequentam escolas públicas disseram que “bastante provavelmente” ou “muito provavelmente” migrariam para o ensino privado. Trata-se do índice mais alto em toda a América Latina.Apesar de se declararem pouco participativos nos estudos dos filhos e criticarem a qualidade da escola pública, 70% dos brasileiros estão otimistas quanto ao futuro dos filhos, um número muito superior à média global de 60%.

Melhorou ou piorou?Enquanto as transformações tecnológicas e culturais demonstram-se cada vez mais rápidas, os pais demonstram-se em dúvida quanto aos padrões de educação terem melhorado ou piorado nos últimos dez anos – 40% dizem que “melhorou” e 37% dizem que “piorou”. Os dados referentes ao Brasil são um pouco menores que a média: para 36% está melhor, enquanto 52% avaliam que o ensino piorou na última década.Alguns dos pais mais pessimistas se encontram nas grandes economias europeias. Os pais franceses estão particularmente pessimistas quanto à educação, com apenas 8% dizendo que os padrões melhoraram, seguidos pelos alemães (19%).Os pais das economias asiáticas emergentes são muito mais positivos, com 72% na Índia e 70% na China e em Singapura dizendo que a educação melhorou. O Japão é o único país asiático abaixo da média global da pesquisa, com 21%.Reconhecimento do professorCaso houvesse fundos adicionais para a escola de seus filhos, a maioria dos pais gostaria que fossem gastos nos professores. Metade (50%) dos pais indica mais professores, ou uma melhor remuneração dos professores existentes, como uma de suas principais prioridades. Isso é comparado com pais que gastariam fundos adicionais hipotéticos para a escola de seus filhos em: computadores/tecnologia (46%); atividades extracurriculares (44%); equipe de suporte (37%); recursos (37%); e em edifícios e outras instalações (34%).Gestão escolarO número de pais brasileiros (55%) que aprovam a gestão de escolas públicas por empresas privadas (como no modelo nos Estados Unidos) é três vezes superior ao dos que se opõem à ideia (16%).Associações de pais são uma escolha popular para a gestão de escolas públicas, com quase dois terços (61%) dos pais brasileiros satisfeitos com esta opção, número muito acima da média global (50%).Instruções:Fuja das generalizações, clichês, lugares-comuns e frases feitas.Seu texto deve obrigatoriamente conter um título.O texto deve ter, no máximo, 25 linhas.Utilize a última folha da prova como rascunho. É permitido destacá-la.Coletânea: Leia toda a coletânea e selecione o que julgar pertinente para a realização da proposta. Articule os elementos selecionados com sua história de leituras e suas reflexões.Tema: “Principais desafios na educação dos filhos”
O cartão de crédito você usa em qualquer lugar.
Na frase citada, tem-se: