Questões do ENEM: Linguagens e nível difícil

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4.735 questões encontradas. Mostrando a página 115 de 237.

  • 50B126F7-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão:


         É uma das recordações mais desagradáveis que me fi caram: sujeito magro, de olho duro, aspecto tenebroso. Não me lembro de o ter visto sorrir. A voz áspera, modos sacudidos, ranzinza, impertinente, Fernando era assim. E junto a isso qualquer coisa de frio, úmido, viscoso, que me dava a absurda impressão de uma lesma vertebrada e muito rápida. [...]
         Essas noções me chegavam lentas e incompletas. Novo ainda, eu não entendia certas coisas. Entretanto, aquele indivíduo me causava arrepios. Sempre foi demasiado grosseiro comigo, e isto me levou a aceitar sem exame os boatos que circulavam a respeito dele. Acostumei-me a julgálo um bicho perigoso. E lendo no dicionário encarnado, onde existiam bandeiras de todos os países e retratos de personagens vultosas, que Nero tinha sido o maior dos monstros, duvidei. Maior que Fernando? A afirmação do livro me embaraçava. Como seria possível medir por dentro as pessoas? E senti pena de Nero, que nunca me havia feito mal. Fernando me atormentava e era péssimo. Talvez não fosse o pior monstro da Terra, mas era safadíssimo. O rosto de caneco amassado, a fala dura e impertinente, os resmungos, o olho oblíquo e cheio de fel, um jeito impudente e desgostoso, um ronco asmático findo em sopro, tudo me dava a certeza de que Fernando encerrava muito veneno. Se aquele sopro, rumor de caldeira, se transformava em palavras, saíam dali brutalidades. O sujeito se tornou para mim um símbolo — e pendurei nele todas as misérias.
    (RAMOS, Graciliano. Infância. Rio de Janeiro: Mediafashion, 2008. pp. 185-6.)
    Infância, de Graciliano Ramos, é considerado um livro de memórias, ou seja, o narrador conta, literariamente, ao leitor as recordações de um período de sua vida. Sabendo disso, assinale a alternativa que apresente todas as afirmações corretas:


    I. O texto pode ser considerado autobiográfico, o que pode ser verificado pelo uso de primeira pessoa do singular (“E senti pena de Nero”);
    II. Há, no texto, a convivência de dois tempos o do enunciador, ou seja, o momento em que o narrador conta a história aos leitores, e o do enunciado, o tempo em que os acontecimentos narrados ocorreram;
    III. A subjetividade do narrador impregna o texto a partir de imagens que simbolizam tal fato da infância: “qualquer coisa de frio, úmido, viscoso, que me dava a absurda impressão de uma lesma vertebrada e muito rápida”;
    IV. A variedade de características negativas ligadas ao personagem descrito amplifica o sentimento que o narrador parece ainda guardar por Fernando.
    Escolha uma alternativa para a questão 50b126f7-df
  • 50A9F730-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.


    Imagem da questão de Português, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Interpretação de Textos

    Relacionando a frase publicitária para o dicionário Aurélio (“Em 2009, aprenda um novo idioma. Português, por exemplo. ”) com a discussão levantada pelo artigo de Sírio Possenti, temos:


    I. A propaganda corresponde à noção de Ruy Castro, que é criticada por Possenti, de que dicionários possuem autoridade sobre a língua.
    II. Para Possenti, dicionários internacionais devem ser consultados para se obter o sentido de uma palavra; na publicidade, o Aurélio tem os sentidos novos de uma palavra.
    III. Para Ruy Castro e a publicidade, dicionários como o Aurélio trazem os sentidos corretos das palavras, os quais seriam desconhecidos da maior parte das pessoas.
    IV. Possenti e Castro demonstram a pouca relevância dos dicionários para a língua; já a publicidade quer vender a ideia de que o Aurélio tem o registro oficial da língua portuguesa.


    Estão corretas as frases:
    Escolha uma alternativa para a questão 50a9f730-df
  • 50A34CB7-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Da arte de citar
    SÍRIO POSSENTI


         No texto, chamado ‘Com o sentido que você quiser’, publicado na Folha de S. Paulo de 25/04/2012, Ruy Castro estranha o emprego de ‘dérbi’ para designar embates como Guarani X Ponte Preta e cita uma série de dicionários que não anotam a acepção relativa a confrontos futebolísticos.
         Cita o Aurélio, que informa que dérbi é a “mais importante e tradicional carreira inglesa, disputada em Epsom pela primeira vez no século 18, e que veio a dar o nome ao primeiro clube de corrida de cavalos do Brasil, no RJ, depois incorporado ao Jóquei Clube”. Não há referências ao futebol, o que o deixou tranquilo.
         Para mostrar que aqueles jornalistas estão mesmo errados, consultou também o Webster’s Dictionary, cujas informações traduz: “1. Corrida de cavalos em Epsom, Inglaterra, patrocinada pelo 12º conde de Derby em 1780, daí o nome. Por extensão, corrida de cachorros (sic). 2. Chapéu-coco. 3. Um certo tipo de sapato com fivela para homens”. Ruy não lamenta os sentidos 2 e 3, nem explica suas razões.
         O final da coluna dele é irônico: “Ora, que besteira. Por que não fui logo ao Google ou à Wikipédia? Neles tem ‘dérbi’ à vontade, e com o sentido que você quiser” (anote-se a ocorrência de ‘tem’, embora a questão seja outra).
         O brilhante Ruy Castro erra pelo menos três vezes (imaginem os outros!): a) não se chateia com o fato de ‘dérbi’ signifi car chapéu-coco ou um tipo de sapato, mas acha estapafúrdio que designe uma partida de futebol; b) diz que se pode atribuir à palavra o sentido que se quiser; c) não consultou outros dicionários (ou não contou ao leitor o que eles dizem).
         Começo pelo final, que cobre as outras questões. Consultar outras fontes pode ser revelador. Vamos lá.
         O Houaiss informa que dérbi é um “jogo, partida ou competição esportiva de grande destaque (como o Derby de Epsom, na Inglaterra)”. Como se vê, ele não o restringe ao turfe; só menciona o evento ‘original’ entre parênteses.
         O Petit Larousse (traduzo) diz que é um “encontro esportivo entre equipes vizinhas” (como Ponte e Guarani, portanto). Segundo o Petit Robert, é um “encontro de futebol entre duas cidades vizinhas”.
         O McMillan anota: “um jogo entre dois times da mesma cidade” (nada de cavalos, como se vê) e o YOURDictionary repete a mesma informação (ou será o contrário?).
         Finalmente, o Diccionario de La Lengua Española (da Real Academia) informa que dérby é um “encontro, geralmente futebolístico, entre duas equipes cujos torcedores mantêm permanente rivalidade”. De novo, nada de cavalos. E prioriza claramente o futebol!
         Gostaria muito de conseguir entender outras coisas (que dérbi não significa só corridas de cavalos está mais do que claro; já entendi). Uma: por que será que dérbi significa chapéu-coco e um tipo de sapato com fivela para homens? Meu faro diz que eram peças usadas para ir aos dérbis.
        Pergunta: por que Ruy Castro teve a má sorte de só conhecer dicionários que, casualmente, não citam o sentido relativo a encontros futebolísticos?
         Outra pergunta: por que Ruy Castro estranha os sentidos analógicos (no caso, a extensão de uma disputa turfística para uma futebolística), que são uma das principais características das línguas humanas? Será que ele pensa, por exemplo, que uma pessoa doce vem coberta de açúcar?
        Finalmente, queria entender como Ruy Castro consegue não entender que, se todo mundo emprega ‘dérbi’ para falar de certos jogos de futebol e os dicionários que ele consultou não registram o fato, o problema deve ser dos dicionários.
    (Ciência Hoje, 24/04/2015. Disponível em http://cienciahoje.uol.com.br/ colunas/palavreado/da-arte-de-citar, acesso em 02/09/2015. Adaptado.)
    O título do artigo, “Da arte de citar”, sugere um texto que tratará:
    Escolha uma alternativa para a questão 50a34cb7-df
  • 509FEA69-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Da arte de citar
    SÍRIO POSSENTI


         No texto, chamado ‘Com o sentido que você quiser’, publicado na Folha de S. Paulo de 25/04/2012, Ruy Castro estranha o emprego de ‘dérbi’ para designar embates como Guarani X Ponte Preta e cita uma série de dicionários que não anotam a acepção relativa a confrontos futebolísticos.
         Cita o Aurélio, que informa que dérbi é a “mais importante e tradicional carreira inglesa, disputada em Epsom pela primeira vez no século 18, e que veio a dar o nome ao primeiro clube de corrida de cavalos do Brasil, no RJ, depois incorporado ao Jóquei Clube”. Não há referências ao futebol, o que o deixou tranquilo.
         Para mostrar que aqueles jornalistas estão mesmo errados, consultou também o Webster’s Dictionary, cujas informações traduz: “1. Corrida de cavalos em Epsom, Inglaterra, patrocinada pelo 12º conde de Derby em 1780, daí o nome. Por extensão, corrida de cachorros (sic). 2. Chapéu-coco. 3. Um certo tipo de sapato com fivela para homens”. Ruy não lamenta os sentidos 2 e 3, nem explica suas razões.
         O final da coluna dele é irônico: “Ora, que besteira. Por que não fui logo ao Google ou à Wikipédia? Neles tem ‘dérbi’ à vontade, e com o sentido que você quiser” (anote-se a ocorrência de ‘tem’, embora a questão seja outra).
         O brilhante Ruy Castro erra pelo menos três vezes (imaginem os outros!): a) não se chateia com o fato de ‘dérbi’ signifi car chapéu-coco ou um tipo de sapato, mas acha estapafúrdio que designe uma partida de futebol; b) diz que se pode atribuir à palavra o sentido que se quiser; c) não consultou outros dicionários (ou não contou ao leitor o que eles dizem).
         Começo pelo final, que cobre as outras questões. Consultar outras fontes pode ser revelador. Vamos lá.
         O Houaiss informa que dérbi é um “jogo, partida ou competição esportiva de grande destaque (como o Derby de Epsom, na Inglaterra)”. Como se vê, ele não o restringe ao turfe; só menciona o evento ‘original’ entre parênteses.
         O Petit Larousse (traduzo) diz que é um “encontro esportivo entre equipes vizinhas” (como Ponte e Guarani, portanto). Segundo o Petit Robert, é um “encontro de futebol entre duas cidades vizinhas”.
         O McMillan anota: “um jogo entre dois times da mesma cidade” (nada de cavalos, como se vê) e o YOURDictionary repete a mesma informação (ou será o contrário?).
         Finalmente, o Diccionario de La Lengua Española (da Real Academia) informa que dérby é um “encontro, geralmente futebolístico, entre duas equipes cujos torcedores mantêm permanente rivalidade”. De novo, nada de cavalos. E prioriza claramente o futebol!
         Gostaria muito de conseguir entender outras coisas (que dérbi não significa só corridas de cavalos está mais do que claro; já entendi). Uma: por que será que dérbi significa chapéu-coco e um tipo de sapato com fivela para homens? Meu faro diz que eram peças usadas para ir aos dérbis.
        Pergunta: por que Ruy Castro teve a má sorte de só conhecer dicionários que, casualmente, não citam o sentido relativo a encontros futebolísticos?
         Outra pergunta: por que Ruy Castro estranha os sentidos analógicos (no caso, a extensão de uma disputa turfística para uma futebolística), que são uma das principais características das línguas humanas? Será que ele pensa, por exemplo, que uma pessoa doce vem coberta de açúcar?
        Finalmente, queria entender como Ruy Castro consegue não entender que, se todo mundo emprega ‘dérbi’ para falar de certos jogos de futebol e os dicionários que ele consultou não registram o fato, o problema deve ser dos dicionários.
    (Ciência Hoje, 24/04/2015. Disponível em http://cienciahoje.uol.com.br/ colunas/palavreado/da-arte-de-citar, acesso em 02/09/2015. Adaptado.)
    Finalmente, queria entender como Ruy Castro consegue não entender que, se todo mundo emprega ‘dérbi’ para falar de certos jogos de futebol e os dicionários que ele consultou não registram o fato, o problema deve ser dos dicionários.


    A partir da conclusão de Sírio Possenti, pode-se inferir que os dicionários:
    Escolha uma alternativa para a questão 509fea69-df
  • 5096D843-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Da arte de citar
    SÍRIO POSSENTI


         No texto, chamado ‘Com o sentido que você quiser’, publicado na Folha de S. Paulo de 25/04/2012, Ruy Castro estranha o emprego de ‘dérbi’ para designar embates como Guarani X Ponte Preta e cita uma série de dicionários que não anotam a acepção relativa a confrontos futebolísticos.
         Cita o Aurélio, que informa que dérbi é a “mais importante e tradicional carreira inglesa, disputada em Epsom pela primeira vez no século 18, e que veio a dar o nome ao primeiro clube de corrida de cavalos do Brasil, no RJ, depois incorporado ao Jóquei Clube”. Não há referências ao futebol, o que o deixou tranquilo.
         Para mostrar que aqueles jornalistas estão mesmo errados, consultou também o Webster’s Dictionary, cujas informações traduz: “1. Corrida de cavalos em Epsom, Inglaterra, patrocinada pelo 12º conde de Derby em 1780, daí o nome. Por extensão, corrida de cachorros (sic). 2. Chapéu-coco. 3. Um certo tipo de sapato com fivela para homens”. Ruy não lamenta os sentidos 2 e 3, nem explica suas razões.
         O final da coluna dele é irônico: “Ora, que besteira. Por que não fui logo ao Google ou à Wikipédia? Neles tem ‘dérbi’ à vontade, e com o sentido que você quiser” (anote-se a ocorrência de ‘tem’, embora a questão seja outra).
         O brilhante Ruy Castro erra pelo menos três vezes (imaginem os outros!): a) não se chateia com o fato de ‘dérbi’ signifi car chapéu-coco ou um tipo de sapato, mas acha estapafúrdio que designe uma partida de futebol; b) diz que se pode atribuir à palavra o sentido que se quiser; c) não consultou outros dicionários (ou não contou ao leitor o que eles dizem).
         Começo pelo final, que cobre as outras questões. Consultar outras fontes pode ser revelador. Vamos lá.
         O Houaiss informa que dérbi é um “jogo, partida ou competição esportiva de grande destaque (como o Derby de Epsom, na Inglaterra)”. Como se vê, ele não o restringe ao turfe; só menciona o evento ‘original’ entre parênteses.
         O Petit Larousse (traduzo) diz que é um “encontro esportivo entre equipes vizinhas” (como Ponte e Guarani, portanto). Segundo o Petit Robert, é um “encontro de futebol entre duas cidades vizinhas”.
         O McMillan anota: “um jogo entre dois times da mesma cidade” (nada de cavalos, como se vê) e o YOURDictionary repete a mesma informação (ou será o contrário?).
         Finalmente, o Diccionario de La Lengua Española (da Real Academia) informa que dérby é um “encontro, geralmente futebolístico, entre duas equipes cujos torcedores mantêm permanente rivalidade”. De novo, nada de cavalos. E prioriza claramente o futebol!
         Gostaria muito de conseguir entender outras coisas (que dérbi não significa só corridas de cavalos está mais do que claro; já entendi). Uma: por que será que dérbi significa chapéu-coco e um tipo de sapato com fivela para homens? Meu faro diz que eram peças usadas para ir aos dérbis.
        Pergunta: por que Ruy Castro teve a má sorte de só conhecer dicionários que, casualmente, não citam o sentido relativo a encontros futebolísticos?
         Outra pergunta: por que Ruy Castro estranha os sentidos analógicos (no caso, a extensão de uma disputa turfística para uma futebolística), que são uma das principais características das línguas humanas? Será que ele pensa, por exemplo, que uma pessoa doce vem coberta de açúcar?
        Finalmente, queria entender como Ruy Castro consegue não entender que, se todo mundo emprega ‘dérbi’ para falar de certos jogos de futebol e os dicionários que ele consultou não registram o fato, o problema deve ser dos dicionários.
    (Ciência Hoje, 24/04/2015. Disponível em http://cienciahoje.uol.com.br/ colunas/palavreado/da-arte-de-citar, acesso em 02/09/2015. Adaptado.)
    “Neles tem ‘dérbi’ à vontade, e com o sentido que você quiser” (anote-se a ocorrência de ‘tem’, embora a questão seja outra). Assinale a alternativa que complete corretamente a afi rmação sobre o trecho do texto de Sírio Possenti:


    O uso de __(1)__ tem como função marcar um comentário de Sírio Possenti. Este sugere que haveria __(2)__ em Ruy Castro devido ao uso __(3)__ do verbo “ter” no mesmo texto em que critica o uso corriqueiro da expressão “dérbi”.
    Escolha uma alternativa para a questão 5096d843-df
  • 776F094C-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Considere a tabela a seguir para responder a questão.


    Imagem da questão de Inglês, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (www.globaledge.msu.edu - acesso em 10/02/2015)

    Considerando somente os dados da tabela, uma possível relação entre o preço da gasolina e o consumo ou produção de energia está corretamente representada na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão 776f094c-de
  • 776446EE-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Considere o excerto a seguir, retirado do site do jornal britânico The Guardian, para responder à questão.


        Homeopaths believe that illness-causing substances can, in minute doses, treat people who are unwell. By diluting these substances in water or alcohol, homeopaths claim the resulting mixture retains a “memory” of the original substance that triggers a healing response in the body.

        These claims have been widely disproven by multiple studies, but the National Health and Medical Research Council (NHMRC) has for the first time thoroughly reviewed 225 research papers on homeopathy to come up with its position statement, released on Wednesday: Homeopathy is not effective for treating any health condition.

    (Adaptado de www.theguardian.com - acesso em 12/03/2015)

    De acordo com o segundo parágrafo do texto,
    Escolha uma alternativa para a questão 776446ee-de
  • 7760F001-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Considere o excerto a seguir, retirado do site do jornal britânico The Guardian, para responder à questão.


        Homeopaths believe that illness-causing substances can, in minute doses, treat people who are unwell. By diluting these substances in water or alcohol, homeopaths claim the resulting mixture retains a “memory” of the original substance that triggers a healing response in the body.

        These claims have been widely disproven by multiple studies, but the National Health and Medical Research Council (NHMRC) has for the first time thoroughly reviewed 225 research papers on homeopathy to come up with its position statement, released on Wednesday: Homeopathy is not effective for treating any health condition.

    (Adaptado de www.theguardian.com - acesso em 12/03/2015)

    De acordo com o texto, homeopatas acreditam que:
    Escolha uma alternativa para a questão 7760f001-de
  • 775AABF2-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto adaptado a seguir para responder à questão.



    The First Solar-Powered Round-the-World Flight Has Begun


        The world's first round-the-world trip on a solar-powered plane got under way Monday with the initial leg from Abu Dhabi to the Omani capital, Muscat.
         Swiss pilots Bertrand Piccard and André Borschberg will pursue a recordshattering five-month journey, spanning 21,750 miles across several continents and two oceans, while using zero conventional fuel.
         The Solar Impulse-2's lightweight construction — weighing a mere 4,600 lb. — combined with its 236-ft. wingspan lined with 17,000 solar cells, makes it the first solar-powered aircraft capable of flying during both day and night. [...]
         The pilots have undergone rigorous preparation drills, and will forgo all sleep longer than 20 minutes while airborne, practicing yoga and selfhypnosis to cope with their airborne ordeal. (Some stints will involve flying continuously for five days.) Rest stops will be spent advocating for their cleantechnology campaign.
    (www.time.com - acesso em 09/03/2015)
    Ainda segundo o texto, os pilotos:
    Escolha uma alternativa para a questão 775aabf2-de
  • 76FB7DA6-DE

    Português

    Gêneros Textuais
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.


    Moça linda bem tratada,

    Três séculos de família,

    Burra como uma porta:

    Um amor.


    Grã-fino do despudor,

    Esporte, ignorância e sexo,

    Burro como uma porta:

    Um coió. 


    Mulher gordaça, filó *,

    De ouro por todos os poros

    Burra como uma porta:

    Paciência...


    Plutocrata sem consciência,

    Nada porta, terremoto

    Que a porta do pobre arromba:

    Uma bomba.

    (ANDRADE, Mário de. Poesias Completas. São Paulo: Círculo do Livro. p. 304.)


    *filóTecido fino e transparente, em forma de rede (www.aulete.com.br)

    Em relação à forma, o poema apresenta:
    Escolha uma alternativa para a questão 76fb7da6-de
  • 76F50541-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Analise a charge abaixo para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Interpretação de Textos

    - Veja, papai! O elevador vai subindo e

    os pobres vão ficando pequenininhos!

    Fonte: Vermelho

    (Angeli. Folha de São Paulo. s/d) 


    A crítica presente na charge pode ser resumida como:

    Escolha uma alternativa para a questão 76f50541-de
  • 034CDB6F-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
        Read the text below and answer following four questions according to it.


    Doctors without Borders / Médecins Sans Frontières (MSF) 

    Every year, Doctors Without Borders/Médecins Sans Frontières (MSF) provides emergency medical care to millions of people caught in crises in some 70 countries around the world. MSF provides assistance when catastrophic events—such as armed conflict, epidemics, malnutrition, or natural disasters—overwhelm local health systems. MSF also assists people who face discrimination or neglect from their local health systems or when populations are otherwise excluded from health care.

    MSF is a neutral and impartial humanitarian organization that aims first and foremost to provide high-quality medical care to the people who need it the most. It does not promote the agenda of any country, political party, or religious faith, and, as such, endeavors to communicate its history, background, and capabilities to all parties in a given situation so that it may gain the necessary access to populations in need.

    On any given day, more than 30,000 doctors, nurses, logisticians, water-and-sanitation experts, administrators, and other qualified professionals working with MSF can be found providing medical care around the world.

    At its core, the purpose of humanitarian action is to save the lives and ease the suffering of people caught in acute crises, thereby restoring their ability to rebuild their lives and communities.

    In the countries where MSF works, one or more of the following crises is usually occurring or has occurred: armed conflict, epidemics, malnutrition, natural disasters, or exclusion from health care.

    Adaptado de: http://www.doctorswithoutborders.org/our-work/howwe-work/types-of-projects Acessado em 1 de maio de 2015.
    The humanitarian action carried out by MSF
    Escolha uma alternativa para a questão 034cdb6f-de
  • 0314DD85-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Ainda em consideração ao sentido de algumas palavras do Texto 1, assinale a alternativa em que o sentido de palavras ou expressões grifadas está indicado corretamente.
    Escolha uma alternativa para a questão 0314dd85-de
  • 030A2751-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Na verdade, o autor do Texto 1:
    Escolha uma alternativa para a questão 030a2751-de
  • B2426B9E-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    GLOBALISATION, HUMANISM, MODERNITY: IN SEARCH OF EQUILIBRIUM
    Monica Grigorescu*
    Our time has proved to be amazingly effective in gropingly building up a civilization which it has proved amazingly inept at putting in order. (André Maliaux)

        After so many crises which have followed each other in as many areas, we ought to admit that industrial and technological civilization is creating as many problems as it is capable of resolving. The myth of progress, one of the founding myths of our civilization, also appears to have collapsed as a myth. The development of modern society, spectacular as it is from an economist’s angle of vision, has not been able to society; stop a slide into human and moral underdevelopment. A deterioration of quality in relation to quantity makes only those things that can be actually measured appear to be real; unfortunately, things like poetry, suffering, or love are hardly quantifiable.

        Towards the end of his eventful life, Jean Monnet, a remarkable figure of the twentieth century, reasoned that, had he been able to start all over again, he would have begun with culture. A founding father of what was later to become the European Union, he expressed that belated belief in the pre-eminent role of culture as a part of greater civilization after he had tried for several decades to build a prosperous Europe in economic terms in the aftermath of a devastating war.

    *Director of the House of Latin America of the Ministry of Foreign Affair of Romania.
    Revista Direito Mackenzie
    A alternativa que melhor expressa a idéia da frase “had he been able to start all over again, he would have begun with culture” é:
    Escolha uma alternativa para a questão b2426b9e-dd
  • B2373FD6-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Imagem da questão de Inglês, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    SIESTA TIME
        Finally, vindication for power nappers. Far from being lazy louts, siesta-takers are actually doing their bit for the firm. According to Sara Mednick and her colleagues at Harvard, just 60 minutes of shut-eye in the middle of the day can make you perform like the fresh daisy you were first thing in the morning. But it has to be bona fide sleep; a mere rest, they found, has no effect.
        Dr. Mednick, whose results have just been published in Nature Neuroscience, wanted to know what effect power napping would have on people’s visual perception. She asked 30 student volunteers to come into her laboratory. Four times on the same day, at 9am, noon, 4pm and 7pm, they were required to stare at a computer screen for an hour. Their task was to pick out a vertical or horizontal bar from a striped background - an established test of visual perceptiveness. The more quickly they picked out the bar, the more acute their perception.
        All the volunteers had slept well in the days before the test, and had been warned off alcohol. During the test day, nicotine addicts were allowed to indulge their habits, but everyone had to remain uncaffeinated. Despite this cosseting, the performance of the ten volunteers who went straight through the day without a nap deteriorated rapidly. Their best scores were first thing in the morning, and it was downhill from there on. By the last session, they were taking 52% longer, on average, to identify the orientation of the bar than they had in the first.
    The Economist
    According to the text, the wrong alternative is
    Escolha uma alternativa para a questão b2373fd6-dd
  • B22E214D-DD

    Inglês

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    Imagem da questão de Inglês, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    SIESTA TIME
        Finally, vindication for power nappers. Far from being lazy louts, siesta-takers are actually doing their bit for the firm. According to Sara Mednick and her colleagues at Harvard, just 60 minutes of shut-eye in the middle of the day can make you perform like the fresh daisy you were first thing in the morning. But it has to be bona fide sleep; a mere rest, they found, has no effect.
        Dr. Mednick, whose results have just been published in Nature Neuroscience, wanted to know what effect power napping would have on people’s visual perception. She asked 30 student volunteers to come into her laboratory. Four times on the same day, at 9am, noon, 4pm and 7pm, they were required to stare at a computer screen for an hour. Their task was to pick out a vertical or horizontal bar from a striped background - an established test of visual perceptiveness. The more quickly they picked out the bar, the more acute their perception.
        All the volunteers had slept well in the days before the test, and had been warned off alcohol. During the test day, nicotine addicts were allowed to indulge their habits, but everyone had to remain uncaffeinated. Despite this cosseting, the performance of the ten volunteers who went straight through the day without a nap deteriorated rapidly. Their best scores were first thing in the morning, and it was downhill from there on. By the last session, they were taking 52% longer, on average, to identify the orientation of the bar than they had in the first.
    The Economist
    Researchers have found out that
    Escolha uma alternativa para a questão b22e214d-dd
  • B22657A9-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Monteiro Lobato, “Urupês”.

    Vocabulário:
    boré (linha 15): trombeta de bambu usada pelos índios.
    inambu (linha 16): ave desprovida completamente ou quase completamente de cauda.
    ocara (linha 14): choupana de índios do Brasil.
    sorna (linha 29): indolente, inerte.
    trochada (linha 15): cano de espingarda que foi torcido para tornar-se reforçado.
    Sobre o trecho Feia e sorna, nada a põe de pé. (linhas 28-29), é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão b22657a9-dd
  • B2016C62-DD

    Português

    Interpretação de Textos
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    Textos para a questão

    Texto I
    Figura 1 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Adaptado de www.significados.com.br

    Texto II
    Figura 2 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Adaptado de www.sobiologia.com.br

    Texto III
    Figura 3 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    www.googleimagens.com
    Considere as seguintes afirmações sobre os textos I e II.

    I. Apresentam marcas explícitas de interação com o leitor, como perguntas retóricas.
    II. Nos dois textos, há confronto de ideias e de pontos de vista, presentes em diferentes narradores que direcionam os sentidos.
    III. Há entre os textos marcas explícitas de intertextualidade, uma vez que neles se percebem citações de um pelo outro.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão b2016c62-dd
  • FCEE89ED-DC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


    The universal language, English is indeed the most prevalent language in the world. Looking at its largest number of speakers, it is acknowledged as the primary language, internationally. English has become the chief language today, for the global trade, social media networks and websites, science and research centers, educational institutions and for maximum number of immigrants and travelers all over the world. In today’s modern era of higher learning and overweening ambitions, when everyone is shooting for a booming and fruitful career, the English language has occupied a more significant position among all the languages of the world. This is due to the fact that it is the globally accepted language and extremely useful for a professional in dealing with the international clients. English language is rapidly spreading worldwide for several crucial purposes and there are multiple reasons why one must learn English.


    file:///j:/top%2010%20reasons%20why%20learning%20english%20is%20mus t%20_%20lists%20trivia.html 



    A expressão que denota o sentido de liderança da Língua Inglesa globalizada é 

    Escolha uma alternativa para a questão fcee89ed-dc