Questões do ENEM: Linguagens e nível difícil

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4.735 questões encontradas. Mostrando a página 87 de 237.

  • 9BB51B03-DD

    Português

    Análise sintática
    UNIFESP · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho do livro Abolição, da historiadora brasileira Emília Viotti da Costa.


        Durante três séculos (do século XVI ao XVIII) a escravidão foi praticada e aceita sem que as classes dominantes questionassem a legitimidade do cativeiro. Muitos chegavam a justificar a escravidão, argumentando que graças a ela os negros eram retirados da ignorância em que viviam e convertidos ao cristianismo. A conversão libertava os negros do pecado e lhes abria a porta da salvação eterna. Dessa forma, a escravidão podia até ser considerada um benefício para o negro! Para nós, esses argumentos podem parecer cínicos, mas, naquela época, tinham poder de persuasão. A ordem social era considerada expressão dos desígnios da Providência Divina e, portanto, não era questionada. Acreditava-se que era a vontade de Deus que alguns nascessem nobres, outros, vilões, uns, ricos, outros, pobres, uns, livres, outros, escravos. De acordo com essa teoria, não cabia aos homens modificar a ordem social. Assim, justificada pela religião e sancionada pela Igreja e pelo Estado – representantes de Deus na Terra –, a escravidão não era questionada. A Igreja limitava-se a recomendar paciência aos escravos e benevolência aos senhores.

        Não é difícil imaginar os efeitos dessas ideias. Elas permitiam às classes dominantes escravizar os negros sem problemas de consciência. Os poucos indivíduos que no Período Colonial, fugindo à regra, questionaram o tráfico de escravos e lançaram dúvidas sobre a legitimidade da escravidão, foram expulsos da Colônia e o tráfico de escravos continuou sem impedimentos. Apenas os próprios escravos questionavam a legitimidade da instituição, manifestando seu protesto por meio de fugas e insurreições. Encontravam, no entanto, pouca simpatia por parte dos homens livres e enfrentavam violenta repressão. 


    (A abolição, 2010.)

    “De acordo com essa teoria, não cabia aos homens modificar a ordem social.” (1o parágrafo)

    O trecho destacado exerce a função sintática de
    Escolha uma alternativa para a questão 9bb51b03-dd
  • 9BB1A8A0-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho do livro Abolição, da historiadora brasileira Emília Viotti da Costa.


        Durante três séculos (do século XVI ao XVIII) a escravidão foi praticada e aceita sem que as classes dominantes questionassem a legitimidade do cativeiro. Muitos chegavam a justificar a escravidão, argumentando que graças a ela os negros eram retirados da ignorância em que viviam e convertidos ao cristianismo. A conversão libertava os negros do pecado e lhes abria a porta da salvação eterna. Dessa forma, a escravidão podia até ser considerada um benefício para o negro! Para nós, esses argumentos podem parecer cínicos, mas, naquela época, tinham poder de persuasão. A ordem social era considerada expressão dos desígnios da Providência Divina e, portanto, não era questionada. Acreditava-se que era a vontade de Deus que alguns nascessem nobres, outros, vilões, uns, ricos, outros, pobres, uns, livres, outros, escravos. De acordo com essa teoria, não cabia aos homens modificar a ordem social. Assim, justificada pela religião e sancionada pela Igreja e pelo Estado – representantes de Deus na Terra –, a escravidão não era questionada. A Igreja limitava-se a recomendar paciência aos escravos e benevolência aos senhores.

        Não é difícil imaginar os efeitos dessas ideias. Elas permitiam às classes dominantes escravizar os negros sem problemas de consciência. Os poucos indivíduos que no Período Colonial, fugindo à regra, questionaram o tráfico de escravos e lançaram dúvidas sobre a legitimidade da escravidão, foram expulsos da Colônia e o tráfico de escravos continuou sem impedimentos. Apenas os próprios escravos questionavam a legitimidade da instituição, manifestando seu protesto por meio de fugas e insurreições. Encontravam, no entanto, pouca simpatia por parte dos homens livres e enfrentavam violenta repressão. 


    (A abolição, 2010.)

    “Acreditava-se que era a vontade de Deus que alguns nascessem nobres, outros, vilões, uns, ricos, outros, pobres, uns, livres, outros, escravos.” (1o parágrafo)

    No contexto em que se insere, o termo “vilão” deve ser entendido na seguinte acepção:
    Escolha uma alternativa para a questão 9bb1a8a0-dd
  • 9BA0D7B2-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Os sertões, de Euclides da Cunha (1866-1909), em que se narram eventos referentes a uma das expedições militares enviadas pelo governo federal para combater Antônio Conselheiro e seus seguidores sediados em Canudos.
       
          Oitocentos homens desapareciam em fuga, abandonando as espingardas; arriando as padiolas, em que se estorciam feridos; jogando fora as peças de equipamento; desarmando- -se; desapertando os cinturões, para a carreira desafogada; e correndo, correndo ao acaso, correndo em grupos, em bandos erradios, correndo pelas estradas e pelas trilhas que as recortam, correndo para o recesso das caatingas, tontos, apavorados, sem chefes...
       Entre os fardos atirados à beira do caminho ficara, logo ao desencadear-se o pânico – tristíssimo pormenor! – o cadáver do comandante. Não o defenderam. Não houve um breve simulacro de repulsa contra o inimigo, que não viam e adivinhavam no estrídulo dos gritos desafiadores e nos estampidos de um tiroteio irregular e escasso, como o de uma caçada. Aos primeiros tiros os batalhões diluíram-se.
          Apenas a artilharia, na extrema retaguarda, seguia vagarosa e unida, solene quase, na marcha habitual de uma revista, em que parava de quando em quando para varrer a disparos as macegas traiçoeiras; e prosseguindo depois, lentamente, rodando, inabordável, terrível...
           [...]
            Um a um tombavam os soldados da guarnição estoica. 
    Feridos ou espantados os muares da tração empacavam; torciam de rumo; impossibilitavam a marcha.
          A bateria afinal parou. Os canhões, emperrados, imobilizaram-se numa volta do caminho...
         O coronel Tamarindo, que volvera à retaguarda, agitando-se destemeroso e infatigável entre os fugitivos, penitenciando-se heroicamente, na hora da catástrofe, da tibieza anterior, ao deparar com aquele quadro estupendo, procurou debalde socorrer os únicos soldados que tinham ido a Canudos. Neste pressuposto ordenou toques repetidos de “meia-volta, alto!”. As notas das cornetas, convulsivas, emitidas pelos corneteiros sem fôlego, vibraram inutilmente. Ou melhor – aceleraram a fuga. Naquela desordem só havia uma determinação possível: “debandar!”.
        Debalde alguns oficiais, indignados, engatilhavam revólveres ao peito dos foragidos. Não havia contê-los. Passavam; corriam; corriam doudamente; corriam dos oficiais; corriam dos jagunços; e ao verem aqueles, que eram de preferência alvejados pelos últimos, caírem malferidos, não se comoviam. O capitão Vilarim batera-se valentemente quase só e ao baquear, morto, não encontrou entre os que comandava um braço que o sustivesse. Os próprios feridos e enfermos estropiados lá se iam, cambeteando, arrastando-se penosamente, imprecando os companheiros mais ágeis...
        As notas das cornetas vibravam em cima desse tumulto, imperceptíveis, inúteis...
        Por fim cessaram. Não tinham a quem chamar. A infantaria desaparecera...

    (Os sertões, 2016.)
    Em “O coronel Tamarindo [...] ao deparar com aquele quadro estupendo, procurou debalde socorrer os únicos soldados que tinham ido a Canudos.” (6o parágrafo), o termo destacado pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 9ba0d7b2-dd
  • 9B8F696A-DD

    Português

    Coesão e coerência
    UNIFESP · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Aquela triste e leda madrugada, 
    cheia toda de mágoa e de piedade,
    enquanto houver no mundo saudade 
    quero que seja sempre celebrada.

    Ela só, quando amena e marchetada 
    saía, dando ao mundo claridade, 
    viu apartar-se de uma outra vontade,
     que nunca poderá ver-se apartada.

    Ela só viu as lágrimas em fio 
    que, de uns e de outros olhos derivadas, 
    se acrescentaram em grande e largo rio.

    Ela viu as palavras magoadas
     que puderam tornar o fogo frio,
     e dar descanso às almas condenadas.

     (Sonetos, 2001.)

    Observa-se a elipse (supressão) do termo “vontade” no verso:
    Escolha uma alternativa para a questão 9b8f696a-dd
  • 9B6B1870-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a crônica “Premonitório”, de Carlos Drummond de Andrade (1902-1987).

          Do fundo de Pernambuco, o pai mandou-lhe um telegrama:

    “Não saia casa 3 outubro abraços”.

         O rapaz releu, sob emoção grave. Ainda bem que o velho avisara: em cima da hora, mas avisara. Olhou a data: 28 de setembro. Puxa vida, telegrama com a nota de urgente, levar cinco dias de Garanhuns a Belo Horizonte! Só mesmo com uma revolução esse telégrafo endireita. E passado às sete da manhã, veja só; o pai nem tomara o mingau com broa,precipitara-se na agência para expedir a mensagem.

        Não havia tempo a perder. Marcara encontros para o dia seguinte, e precisava cancelar tudo, sem alarde, como se deve agir em tais ocasiões. Pegou o telefone, pediu linha,mas a voz de d. Anita não respondeu. Havia tempo que morava naquele hotel e jamais deixara de ouvir o “pois não” melodioso de d. Anita, durante o dia. A voz grossa, que resmungara qualquer coisa, não era de empregado da casa; insistira:“como é?”, e a ligação foi dificultosa, havia besouros na linha.Falou rapidamente a diversas pessoas, aludiu a uma ponte que talvez resistisse ainda uns dias, teve oportunidade de escandir as sílabas de arma virumque cano1, disse que achava pouco cem mil unidades, em tal emergência, e arrematou:“Dia 4 nós conversamos.” Vestiu-se, desceu. Na portaria, um sujeito de panamá bege, chapéu de aba larga e sapato de duas cores levantou-se e seguiu-o. Tomou um carro, o outro fez o mesmo. Desceu na praça da Liberdade e pôs-se a contemplar um ponto qualquer. Tirou do bolso um caderninho e anotou qualquer coisa. Aí, já havia dois sujeitos de panamá, aba larga e sapato bicolor, confabulando a pequena distância.Foi saindo de mansinho, mas os dois lhe seguiram na cola. Estava calmo, com o telegrama do pai dobrado na carteira, placidez satisfeita na alma. O pai avisara a tempo, tudo correria bem. Ia tomar a calçada quando a baioneta em riste advertiu: “Passe de largo”; a Delegacia Fiscal estava cercada de praças, havia armas cruzadas nos antos. Nos Correios, a mesma coisa, também na Telefônica. Bondes passavam escoltados. Caminhões conduziam tropa, jipes chispavam. As manchetes dos jornais eram sombrias; pouca gente na rua. Céu escuro, abafado, chuva próxima.

        Pensando bem, o melhor era recolher-se ao hotel; não havia nada a fazer. Trancou-se no quarto, procurou ler, de vez em quando o telefone chamava: “Desculpe, é engano”,ou ficava mudo, sem desligar. Dizendo-se incomodado, jantou no quarto, e estranhou a camareira, que olhava para os móveis como se fossem bichos. Deliberou deitar-se,embora a noite apenas começasse. Releu o telegrama, apagou a luz.
    Acordou assustado, com golpes na porta. Cinco da manhã. Alguém o convidava a ir à Delegacia de Ordem Política e Social. “Deve ser engano.” “Não é não, o chefe está à espera.” “Tão cedinho? Precisa ser hoje mesmo? Amanhã eu vou.” “É hoje e é já.” “Impossível.” Pegaram-lhe dos braços e levaram-no sem polêmica. A cidade era uma praça de guerra, toda a polícia a postos. “O senhor vai dizer a verdade bonitinho e logo” – disse-lhe o chefe. – “Que sabe a respeito do troço?” “Não se faça de bobo, o troço que vai estourar hoje.” “Vai estourar?” “Não sabia? E aquela ponte que o senhor ia dinamitar mas era difícil?” “Doutor, eu falei a meu dentista, é um trabalho de prótese que anda abalado. Quer ver? Eu tiro.” “Não, mas e aquela frase em código muito vagabundo, com palavras que todo mundo manja logo, como arma e cano?” “Sou professor de latim, e corrigi a epígrafe de um trabalho.” “Latim, hem? E a conversa sobre os cem mil homens que davam para vencer?” “São unidades de penicilina que um colega tomou para uma infecção no ouvido.” “E os cálculos que o senhor fazia diante do palácio?” Emudeceu. “Diga, vamos!” “Desculpe, eram uns versinhos, estão aqui no bolso.” “O senhor é esperto, mas saia desta. Vê este telegrama? É cópia do que o senhor recebeu de Pernambuco. Ainda tem coragem de negar que está alheio ao golpe?” “Ah, então é por isso que o telegrama custou tanto a chegar?” “Mais custou ao país, gritou o chefe. Sabe que por causa dele as Forças Armadas ficaram de prontidão, e que isso custa cinco mil contos? Diga depressa.” “Mas, doutor…” Foi levado para outra sala, onde ficou horas. O que aconteceu, Deus sabe. Afinal, exausto, confessou: “O senhor entende conversa de pai pra filho? Papai costuma ter sonhos premonitórios, e toda a família acredita neles. Sonhou que me aconteceria uma coisa no dia 3, se eu saísse de casa, e telegrafou prevenindo. Juro!” 

        Dia 4, sem golpe nenhum, foi mandado em paz. O sonho se confirmara: realmente, não devia ter saído de casa.

    (70 historinhas, 2016.)

    1 arma virumque cano: “canto as armas e o varão” (palavras iniciais da
    epopeia Eneida, do escritor Vergílio, referentes ao herói Eneias).

    De acordo com a crônica, o filho recebeu o telegrama do pai no dia
    Escolha uma alternativa para a questão 9b6b1870-dd
  • DC285E44-CB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UECE · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

                                                  T E X T


          If all of the children who currently are sedentary started exercising every day, societies could save enormous amounts of money in the coming decades and have healthier citizens as a whole, according to a remarkable new study. In the United States alone, we could expect to save more than $120 billion every year in health care and associated expenses. The study is the first to use sophisticated computer simulations to arrive at a literal and sobering societal price tag for allowing our children to be sedentary.

          Inactivity is, of course, widespread among young people today. Recent research shows that in the United States and Europe, physical activity tends to peak at about age 7 for both boys and girls and tail off continually throughout adolescence. More than two-thirds of children in the United States rarely exercise at all.

          The immediate health consequences for inactive children and their families are worrisome. Childhood obesity, which is linked to lack of exercise, is common, as is the incidence of Type 2 diabetes and other health problems related to being overweight among children as young as 6.

          But the long-term financial costs of inactivity in the young, both for them and society as a whole, have never been quantified. So for the new study, which was published this week in Health Affairs, researchers with the Global Obesity Prevention Center at Johns Hopkins University in Baltimore and other institutions decided to create a bogglingly complex computer model of what the future could look like if we do or do not get more of our children moving.

          The researchers began by gathering as much public data as is currently available about the health, weight and physical activity patterns of all 31.7 million American children now aged 8 to 11, using large-scale databases from the Census Bureau, the Centers for Disease Control and Prevention, and other groups.

          The researchers fed this information into a computerized modeling program that created an electronic avatar for every American child today. In line with reality, two-thirds of these children were programmed to rarely exercise and many were overweight or obese.

          The scientists then had the simulated children grow up. Using estimations about how calorie intake and activity patterns affect body weight, the program changed each virtual child’s body day-by-day and year-by-year into adulthood. Most became increasingly overweight.

          As the simulated children became adults, the scientists then modeled each one’s health, based on obesity-associated risks for heart disease, diabetes, stroke and cancer, and also the probable financial price of dealing with those diseases (adjusted for future inflation), both in terms of direct expenses for hospitalizations, drugs and so on, and lost productivity because of someone’s being ill.

          The results were staggering. According to the computer model, the costs of today’s 8- to 11- year-olds being inactive and consequently overweight would be almost $3 trillion in medical expenses and lost productivity every year once the children reached adulthood and for decades until their deaths.

          But when the researchers tweaked children’s activity levels within their model, the numbers began to look quite different. If they presumed that, in an imaginary America, half of all children exercised vigorously for about 25 minutes three times a week, such as during active recess or sports or, more ambitiously, ran around and moved for at least an hour every day, which is the amount of youth exercise recommended by the C.D.C., their virtual lives were transformed.

          Most obviously, the incidence of childhood obesity fell by more than 4 percent, a change that resonated throughout the simulated children’s lives and society. There were about half a million fewer cases of adult-onset heart disease, diabetes, cancer and strokes in this simulation, and the society-wide costs associated with these illnesses dropped by about $32 billion every year if the children romped about for 25 minutes three times per week and by almost $37 billion if they moved for an hour every day.

          The impacts were even more substantial when the researchers assumed that 100 percent of the children who are now sedentary got regular exercise. In this scenario, the annual total costs during adulthood from obesity-associated medical expenses and lost productivity plummeted by about $62 billion when children were active three times a week and by more than $120 billion every year when all of the virtual children played and moved for at least an hour each day.

                                                         From: https://www.nytimes.com May 3, 2017

    According to the article, the researchers, taking into account the current reality of children in the US, fed the computer program with the information about the lack of exercising and the calorie intaking patterns and made the computer model go through the growing process year by year, thus revealing that these children
    Escolha uma alternativa para a questão dc285e44-cb
  • DC1587A4-CB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UECE · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

                                                  T E X T


          If all of the children who currently are sedentary started exercising every day, societies could save enormous amounts of money in the coming decades and have healthier citizens as a whole, according to a remarkable new study. In the United States alone, we could expect to save more than $120 billion every year in health care and associated expenses. The study is the first to use sophisticated computer simulations to arrive at a literal and sobering societal price tag for allowing our children to be sedentary.

          Inactivity is, of course, widespread among young people today. Recent research shows that in the United States and Europe, physical activity tends to peak at about age 7 for both boys and girls and tail off continually throughout adolescence. More than two-thirds of children in the United States rarely exercise at all.

          The immediate health consequences for inactive children and their families are worrisome. Childhood obesity, which is linked to lack of exercise, is common, as is the incidence of Type 2 diabetes and other health problems related to being overweight among children as young as 6.

          But the long-term financial costs of inactivity in the young, both for them and society as a whole, have never been quantified. So for the new study, which was published this week in Health Affairs, researchers with the Global Obesity Prevention Center at Johns Hopkins University in Baltimore and other institutions decided to create a bogglingly complex computer model of what the future could look like if we do or do not get more of our children moving.

          The researchers began by gathering as much public data as is currently available about the health, weight and physical activity patterns of all 31.7 million American children now aged 8 to 11, using large-scale databases from the Census Bureau, the Centers for Disease Control and Prevention, and other groups.

          The researchers fed this information into a computerized modeling program that created an electronic avatar for every American child today. In line with reality, two-thirds of these children were programmed to rarely exercise and many were overweight or obese.

          The scientists then had the simulated children grow up. Using estimations about how calorie intake and activity patterns affect body weight, the program changed each virtual child’s body day-by-day and year-by-year into adulthood. Most became increasingly overweight.

          As the simulated children became adults, the scientists then modeled each one’s health, based on obesity-associated risks for heart disease, diabetes, stroke and cancer, and also the probable financial price of dealing with those diseases (adjusted for future inflation), both in terms of direct expenses for hospitalizations, drugs and so on, and lost productivity because of someone’s being ill.

          The results were staggering. According to the computer model, the costs of today’s 8- to 11- year-olds being inactive and consequently overweight would be almost $3 trillion in medical expenses and lost productivity every year once the children reached adulthood and for decades until their deaths.

          But when the researchers tweaked children’s activity levels within their model, the numbers began to look quite different. If they presumed that, in an imaginary America, half of all children exercised vigorously for about 25 minutes three times a week, such as during active recess or sports or, more ambitiously, ran around and moved for at least an hour every day, which is the amount of youth exercise recommended by the C.D.C., their virtual lives were transformed.

          Most obviously, the incidence of childhood obesity fell by more than 4 percent, a change that resonated throughout the simulated children’s lives and society. There were about half a million fewer cases of adult-onset heart disease, diabetes, cancer and strokes in this simulation, and the society-wide costs associated with these illnesses dropped by about $32 billion every year if the children romped about for 25 minutes three times per week and by almost $37 billion if they moved for an hour every day.

          The impacts were even more substantial when the researchers assumed that 100 percent of the children who are now sedentary got regular exercise. In this scenario, the annual total costs during adulthood from obesity-associated medical expenses and lost productivity plummeted by about $62 billion when children were active three times a week and by more than $120 billion every year when all of the virtual children played and moved for at least an hour each day.

                                                         From: https://www.nytimes.com May 3, 2017

    As to how physically active American and European children are, recent studies show that
    Escolha uma alternativa para a questão dc1587a4-cb
  • DB58722D-CB

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UECE 2017, Interpretação de Textos

    Leia com atenção os excertos abaixo e assinale o único que NÃO apresenta discurso indireto livre (DIL).
    Escolha uma alternativa para a questão db58722d-cb
  • DB4DC296-CB

    Português

    Figuras de Linguagem
    UECE · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UECE 2017, Figuras de Linguagem

    O conteúdo denotativo de uma palavra corresponde ao seu sentido usual, isto é, próprio, não figurado, não metafórico. Nessa perspectiva, o sentido dessa palavra é o mesmo para todos os membros de uma mesma comunidade linguística. “Uma palavra assim empregada é entendida independentemente de interpretações individuais, interpretações de natureza afetiva ou emocional. Se, no entanto, a significação de uma palavra não é a mesma para certa comunidade linguística; se a palavra não sugere ou evoca por associação outras ideias de ordem abstrata, de natureza afetiva ou emocional, então se diz que seu valor, i. e., seu sentido, é conotativo ou afetivo”.

    (Othon Moacyr Garcia)


    Leia com atenção os seguintes excertos:


    1. “E lá ia ela remedando um pássaro que se dispõe a voar” (linhas 28-29);

    2. “Luciana recusava as princesas e as estrelas. Seu Adão coçaria o pixaim, encolheria os ombros. Levá-la-ia para a gaiola. Mamãe recebê-la-ia zangadíssima” (linhas 133-136).


    Compare as duas expressões destacadas nos excertos acima, e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.


    ( ) Os dois enunciados constituem metáforas.

    ( ) O verbo remedar, da maneira como foi empregado no texto, equivale à partícula comparativa como.

    ( ) Deve-se considerar os dois enunciados como duas imagens independentes que fecham o sentido do conto.

    ( ) O primeiro enunciado, “E lá ia ela remedando um pássaro que se dispõe a voar” fala do desejo de liberdade que caracterizava Luciana.

    ( ) O segundo enunciado, “Levá-la-ia para a gaiola”, fecha a imagem iniciada pelo primeiro, exprimindo a recusa da satisfação desse desejo.

    ( ) O texto, como um único signo, isto é, um todo formado por significante (aspecto material e significado (representação mental) fecha-se com a legitimação da sujeição e com a não deslegitimação da liberdade.


    Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

    Escolha uma alternativa para a questão db4dc296-cb
  • DB4A1716-CB

    Português

    Figuras de Linguagem
    UECE · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UECE 2017, Figuras de Linguagem

    A figura de linguagem denominada hipálage é um recurso linguístico pelo qual uma palavra que deveria qualificar determinado termo passa a qualificar outro. Considerando as duas ocorrências de hipálage nas seguintes passagens do texto: “A fala ranzinza feria-lhe os ouvidos. Dedos finos e nervosos agarravam-na” (linhas 113-114), assinale a afirmação FALSA.
    Escolha uma alternativa para a questão db4a1716-cb
  • DB3396BC-CB

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UECE 2017, Interpretação de Textos

    A técnica narrativa empregada no conto “Luciana” é um tanto complexa: o narrador narra ora na perspectiva do adulto, ora na perspectiva da criança. Assinale com a letra A o que é dito pela perspectiva do adulto, e com C o que é dito pela perspectiva da criança.


    ( ) “Ouvindo rumor na porta da frente e os passos conhecidos de tio Severino, Luciana ergueu-se estouvada, saiu do corredor, entrou na sala, parou indecisa, esperando que a chamassem.” (linhas 01-05)

    ( ) “Em casa, antes de tirar-lhe a camisa suja, mamãe lhe infligira três palmadas enérgicas. Por quê? Luciana passara o dia tentando reconciliar-se com o ser poderoso que lhe magoara as nádegas.” (linhas 17- 21)

    ( ) “Papai e mamãe, silenciosos, refletindo na opinião rouca do parente grande, com certeza diziam ‘Ah!’ por dentro e orgulhavam-se da filha sabida.” (linhas 66- 69)

    ( ) “A culpada era a mamãe que tivera a infeliz ideia de levá-la a lugares diferentes da calçada tranquila, do quintal sombrio. Na esquina do quarteirão principiava o mistério: barulho de carros, gritos, cores, movimentos, prédios altos demais. Talvez o diabo dormisse num deles. Em qual? Desanimada, confessou, interiormente, a sua ignorância.” (linhas 75-82)

    ( ) “Ainda não sabia, mas haveria de saber. Descobriria o lugar onde o diabo dorme. Dona Henriqueta da Boa-Vista se largaria pelo mundo, importante, os calcanhares erguidos, em companhia de seres enigmáticos que lhe ensinariam a residência do diabo.” (linhas 124-130)


    Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

    Escolha uma alternativa para a questão db3396bc-cb
  • 233BE62C-B4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Text 1


                          The global warming controversy


    The global warming controversy is an ongoing dispute about the effects of humans on global climate and about what policies should be implemented to avoid possible undesirable effects of climate change.

    The current scientific consensus on climate change is that recent warming indicates a fairly stable long-term trend, that the trend is largely human-caused, and that serious damage may result at some future date if steps are not taken to halt the trend.

    Mainstream scientific organizations worldwide (Royal Society, American Geophysical Union, Joint Science Academies, Intergovernmental Panel on Climate Change, American Meteorological Society, and American Association for the Advancement of Science) concur with the assessment that most of the observed warming over the last 50 years is likely to have been due to the human-caused increase in greenhouse gas concentrations.

    However, there is also a small but vocal number of scientists in climate and climate-related fields that disagree with the consensus view.

    Adapted from:< https://www.sciencedaily.com/terms/global_warming_controversy.htm.> Access 30 Sept. 2017. 


    Text 2


                 Climate change label leads to climate science acceptance


    On the heels of President Donald Trump's decision to pull the United States out of the Paris climate agreement, a new Cornell University study finds that labels matter when it comes to acceptance of climate science.

    The U.S. public doubts the existence of "global warming" more than it doubts "climate change".

    In a nationally representative survey, 74.4 percent of respondents said they believed that climate change is really happening. But only 65.5 percent said they believed in global warming.

    Nonetheless, it's important to remember that 65 percent of respondents did indicate that global warming is occurring, said co-author Peter Enns, associate professor of government. "In other words, although the term matters -- climate change versus global warming -- an overwhelming majority of people still state that global warming is happening," he said.

    Adapted from:<http://mediarelations.cornell.edu/2017/06/21/climate-change-label-leads-to-climate-science-acceptance/>. Access. 23 Sept. 2017. 


    Glossário

    to halt: parar; label: rótulo; on the heels: na esteira/na sequência.
    Mark the correct assertion according to Text 2:
    Escolha uma alternativa para a questão 233be62c-b4
  • 2337F1C2-B4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Text 1


                          The global warming controversy


    The global warming controversy is an ongoing dispute about the effects of humans on global climate and about what policies should be implemented to avoid possible undesirable effects of climate change.

    The current scientific consensus on climate change is that recent warming indicates a fairly stable long-term trend, that the trend is largely human-caused, and that serious damage may result at some future date if steps are not taken to halt the trend.

    Mainstream scientific organizations worldwide (Royal Society, American Geophysical Union, Joint Science Academies, Intergovernmental Panel on Climate Change, American Meteorological Society, and American Association for the Advancement of Science) concur with the assessment that most of the observed warming over the last 50 years is likely to have been due to the human-caused increase in greenhouse gas concentrations.

    However, there is also a small but vocal number of scientists in climate and climate-related fields that disagree with the consensus view.

    Adapted from:< https://www.sciencedaily.com/terms/global_warming_controversy.htm.> Access 30 Sept. 2017. 


    Text 2


                 Climate change label leads to climate science acceptance


    On the heels of President Donald Trump's decision to pull the United States out of the Paris climate agreement, a new Cornell University study finds that labels matter when it comes to acceptance of climate science.

    The U.S. public doubts the existence of "global warming" more than it doubts "climate change".

    In a nationally representative survey, 74.4 percent of respondents said they believed that climate change is really happening. But only 65.5 percent said they believed in global warming.

    Nonetheless, it's important to remember that 65 percent of respondents did indicate that global warming is occurring, said co-author Peter Enns, associate professor of government. "In other words, although the term matters -- climate change versus global warming -- an overwhelming majority of people still state that global warming is happening," he said.

    Adapted from:<http://mediarelations.cornell.edu/2017/06/21/climate-change-label-leads-to-climate-science-acceptance/>. Access. 23 Sept. 2017. 


    Glossário

    to halt: parar; label: rótulo; on the heels: na esteira/na sequência.
    The statement “On the heels of President Donald Trump's decision to pull the United States out of the Paris climate agreement, [...]” in Text 2 implies that
    Escolha uma alternativa para a questão 2337f1c2-b4
  • DC8F2377-A6

    Português

    Interpretação de Textos
    UFU-MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A porta aberta, ele percebe – saiu de casa e deixou uma fresta de pista. Com certeza pegou o elevador para descer os dezenove andares, o que ele sabe fazer. Não, o porteiro não viu [...]. O prédio, sinal dos tempos, ainda não tinha as grades altas com pontas agudas e as câmeras de segurança e os fios elétricos desencapados que pouco depois fechariam aquele pátio generoso e inteiro aberto, [...] Teria de achar a palavra certa para explicar, as pessoas não sabem – talvez dizer “você viu meu filho? Ele é um menino com problema”, ou “ele é meio bobo”; ou, ele é “deficiente mental”, e tudo aquilo não corresponde nem ao filho nem ao que ele quer dizer para definir seu filho; ele é uma criança carinhosa mas meio tontinho, talvez assim ficasse melhor: não pode dizer “mongoloide”, que dói, nem “síndrome de Down” – naquela década de 1980, ninguém sabe o que é isso.

    TEZZA, Cristovão. O filho eterno. Rio de Janeiro: Record, 2013. p.163-164.

    O fragmento evidencia uma temática que perpassa o livro O filho eterno, que é
    Escolha uma alternativa para a questão dc8f2377-a6
  • DC8453EA-A6

    Português

    Interpretação de Textos
    UFU-MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    [Siqueleto] encara os prisioneiros com um só olho enquanto fala na língua local. Tuahir traduz:

    – Ele diz que nos vai semear.
    – Semear?
    [...]
    Muidinga, então, se excede. Grita. O velho aldeão se atenta para escutar, através da tradução de Tuahir. [...]
    Mas o desdentado aldeão já anoitecera, queixo no peito. Seu mundo já era esse que Tuahir anunciara, de extensos sossegos. O próprio Muidinga está como se encantado com as palavras de Tuahir. Não é a estória que o fascina mas a alma que está nela. E ao ouvir os sonhos de Tuahir, com os ruídos da guerra por trás, ele vai pensando: “não inventaram ainda uma pólvora suave, maneirosa, capaz de explodir os homens sem lhes matar.
    [...]
    Por um buraco da rede Muidinga consegue retirar um braço. Apanha um pau e escreve no chão.
    – Que desenhos são esses?, pergunta Siqueleto.
    – É o teu nome, responde Tuahir.
    – Esse é o meu nome?
    O velho desdentado se levanta e roda em volta da palavra. Está arregalado. [...] Solta Tuahir e Muidinga das redes. São conduzidos pelo mato, para lá do longe. Então, frente a uma grande árvore, Siqueleto ordena algo que o jovem não entende.
    – Está a mandar que escrevas o nome dele.
    [...] No tronco Muidinga grava letra por letra o nome do velho. Ele queria aquela árvore para parteira de outros Siqueletos, em fecundação de si. [...]
    – Agora podem-se ir embora. A aldeia vai continuar, já meu nome está no sangue da árvore.

    COUTO, Mia. Terra sonâmbula. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p.63-67. (Adaptado).

    Terra sonâmbula trata da guerra civil em Moçambique pós-independência. O autor tece uma escrita em que ocorre a todo o momento o contato do antigo com o novo, das gerações antigas com as novas. Por meio desses contatos, com a finalidade de que a nação sobreviva, compreende-se que a obra propõe
    Escolha uma alternativa para a questão dc8453ea-a6
  • DC80A8AC-A6

    Português

    Interpretação de Textos
    UFU-MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Em relação a aspectos estruturais, afirma-se que
    Escolha uma alternativa para a questão dc80a8ac-a6
  • DC7D5A66-A6

    Português

    Interpretação de Textos
    UFU-MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    FLORES DO MAIS

    devagar escreva

    uma primeira letra

    escrava

    nas imediações construídas

    pelos furacões;

    devagar meça

    a primeira pássara

    bisonha que

    riscar

    o pano de boca

    aberto

    sobre os vendavais;

    devagar imponha

    o pulso

    que melhor

    souber sangrar

    sobre a faca

    das marés;

    devagar imprima

    o primeiro

    olhar

    sobre o galope molhado

    dos animais; devagar

    peça mais

    e mais e

    mais


    CESAR, Ana Cristina. Flores do mais. In: Destino: poesia. Organização de Italo Moriconi. Rio de Janeiro: José Olympio, 2016. p.41.


    Expoente da poesia marginal da década de 1970, Ana C. escreve poesia que reflete experiências do cotidiano. Em Flores do mais, com o auxílio da gradação dos fenômenos da natureza (furacões, vendavais, marés), a autora metaforiza

    Escolha uma alternativa para a questão dc7d5a66-a6
  • DC79E53E-A6

    Português

    Interpretação de Textos
    UFU-MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Na “cidade”, como se diz, ele percebia toda a sua inferioridade de inteligência, de educação; a sua rusticidade, diante daqueles rapazes a conversar sobre coisas de que ele não entendia e a trocar pilhérias; em face da sofreguidão com que liam os placards dos jornais, tratando de assuntos cuja importância ele não avaliava, Cassi vexava-se de não suportar a leitura; comparando o desembaraço com que os fregueses pediam bebidas variadas e esquisitas, lembrava-se que nem mesmo o nome delas sabia pronunciar; olhando aquelas senhoras e moças que lhe pareciam rainhas e princesas, tal e qual o bárbaro que viu, no Senado de Roma, só reis, sentia-se humilde; enfim, todo aquele conjunto de coisas finas, atitudes apuradas, de hábitos de polidez e urbanidade, de franqueza no gastar, reduziam-lhe a personalidade de medíocre suburbano, de vagabundo doméstico, a quase coisa alguma.

    BARRETO, Lima. Clara dos Anjos. São Paulo: Ática, 2011. p. 125.

    Em suas entrelinhas, o trecho apresenta a dualidade “cidade” e subúrbio. Levando-se isso em conta, o fragmento
    Escolha uma alternativa para a questão dc79e53e-a6
  • DC4C6BD5-A6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFU-MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    SpaceX successfully launches secret government spy satellite
    First stage of Falcon 9 rocket lands back at Cape Canaveral

    SpaceX launched a top-secret spy satellite for the U.S. government Monday morning and then successfully landed the booster for recycling. The unmanned Falcon 9 rocket lifted off from its NASA-leased pad at Kennedy Space Center in Florida. It was SpaceX's first mission for the National Reconnaissance Office. No details were divulged about the newly launched NRO satellite. Instead, SpaceX focused its webcast on the successful touchdown of the first-stage booster. The leftover booster — its job done — landed at Cape Canaveral Air Force Station several minutes after liftoff. Sonic booms rattled the area, serving as a Monday morning wake-up call. Across the country, cheers erupted at SpaceX Mission Control at company headquarters in Hawthorne, California. SpaceX strives to return most of its boosters for reuse.

    The company's first recycled rocket flew last month. This was the fourth SpaceX booster landing at Cape Canaveral; even more have landed on ocean platforms.

    Disponível em: <http://www.cbc.ca/news/technology/spacex-launches-spy-satellite-1.4093085>. Acesso em: 23 abr. 2017.

    According to the text,

    I. SpaceX is a technology company which launches satellites.
    II. Falcon 9 is a new top-secret U.S. government spy satellite.
    III. present technology allows for the use of recycled rockets.
    IV. the satellite was launched in secrecy from Hawthorne, California.
    V. NRO and SpaceX have worked on previous satellite projects.

    Assinale a alternativa que apresenta apenas afirmativas corretas.
    Escolha uma alternativa para a questão dc4c6bd5-a6
  • DC48E96C-A6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFU-MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Could Eating a Second Breakfast Help You Lose Weight?

    by Alexa Erickson

    Breakfast is the most important meal of the day, right? So why not have two? There’s a growing trend promoting a “second breakfast” as a weight-loss mechanism. The idea: If you eat more in the morning, you’ll be less likely to snack at night, when, according to research, it’s harder to burn off calories. Now there’s research adding weight to this claim.

    A study conducted by researchers at Yale and the University of Connecticut suggests that eating something small to jump-start your metabolism followed by a slightly larger meal an hour or two later can keep you satiated until lunchtime and help prevent overeating throughout the rest of the day. The study, published in the journal Pediatric Obesity, tracked the weight and breakfast-eating patterns of students from 12 randomly selected urban area schools over the course of two years. The team looked at six different eating patterns: frequent breakfast skippers, inconsistent school eaters, inconsistent home eaters, frequent school eaters, frequent home eaters, and double-breakfast eaters. They found that it was the frequent breakfast skippers who showed increased odds of becoming overweight or obese compared to the double-breakfast eaters.

    Disponível em: <http://www.rd.com/health/diet-weight-loss/could-eating-second-breakfast-help-you-lose-weight/>. Acesso em: 23 abr. 2017.

    De acordo com o texto,

    I. tomar café da manhã em duas etapas parece ajudar a perder peso.
    II. pessoas que não tomam café com frequência tendem a ser magras.
    III. este estudo avalia hábitos alimentares de 12 grupos de estudantes.
    IV. os pesquisadores acham que é mais difícil perder peso à noite.
    V. aqueles que comem mais de manhã tendem a comer menos à noite.

    Assinale a alternativa que apresenta apenas afirmativas corretas.
    Escolha uma alternativa para a questão dc48e96c-a6