Questões do ENEM: Linguagens e Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (FATEC)

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Resultados

207 questões encontradas. Mostrando a página 5 de 11.

  • 4FCCE2A8-B1

    Português

    Análise sintática
    FATEC · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Recentemente, a agência de notícias BBC publicou uma reportagem sobre o controle imigratório no Canadá, com o seguinte título: 

    Atraindo cada vez mais brasileiros, Canadá se firma como destino global de imigrantes
    <https://tinyurl.com/m83b8bg> Acesso em: 17.02.2017.

    A relação entre as duas orações que compõem o título da notícia é de

    Escolha uma alternativa para a questão 4fcce2a8-b1
  • 4FB1AECE-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do relato de um imigrante ao jornal britânico The Guardian.

    I’ve never thought of myself as an immigrant, although I suppose technically I am one. I’m a British citizen, and happy to be, although, in a deeper sense, I might describe myself, nationally speaking, as homeless – and proud of it. There’s much to be said for the philosophical notion of homelessness or the “other”. I’m committed to my family, to certain moral values, to people who share them, to my work, less so to nations or flags as such.

    I left Israel for the first time as a boy, in 1967, after the six-day war. I lived in Berkeley, in the US, came back to Israel, left for good as a graduate student and came to study classics in Oxford.

    <https://tinyurl.com/zemyaac> Acesso em: 15.02.2017. Adaptado.

    De acordo com o texto, o imigrante

    Escolha uma alternativa para a questão 4fb1aece-b1
  • A85B390D-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.  

    A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, voltou a elogiar a atuação do governo brasileiro para o enfrentamento ao vírus Zika. Durante entrevista coletiva, após visitar as instalações da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, Chan ressaltou a articulação dos três níveis governamentais com a sociedade civil, que será essencial para o combate eficiente e rápido aos mosquitos Aedes aegypti.
    Em relação ao crescimento inusitado de casos de microcefalia constatados no Brasil, Margaret Chan disse que as evidências coletadas pelas autoridades brasileiras apontam o vírus Zika como causa. “Até que possamos provar o contrário, temos afirmado que o vírus Zika é o culpado”, afirmou a diretora-geral da OMS.

    <http://tinyurl.com/zdl6zls> Acesso em: 08.03.2016. Adaptado. 
    De acordo com a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, o essencial para o combate eficiente e rápido aos mosquitos Aedes aegypti será
    Escolha uma alternativa para a questão a85b390d-b1
  • A85054F4-B1

    Português

    Regência
    FATEC · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.  

    A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, voltou a elogiar a atuação do governo brasileiro para o enfrentamento ao vírus Zika. Durante entrevista coletiva, após visitar as instalações da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, Chan ressaltou a articulação dos três níveis governamentais com a sociedade civil, que será essencial para o combate eficiente e rápido aos mosquitos Aedes aegypti.
    Em relação ao crescimento inusitado de casos de microcefalia constatados no Brasil, Margaret Chan disse que as evidências coletadas pelas autoridades brasileiras apontam o vírus Zika como causa. “Até que possamos provar o contrário, temos afirmado que o vírus Zika é o culpado”, afirmou a diretora-geral da OMS.

    <http://tinyurl.com/zdl6zls> Acesso em: 08.03.2016. Adaptado. 
    No trecho “após visitar as instalações”, o verbo visitar exige como complemento um
    Escolha uma alternativa para a questão a85054f4-b1
  • A82ABB8B-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do texto Queda que as mulheres têm para os tolos, de Machado de Assis, para responder à questão.

         O homem de espírito é o menos hábil para escrever a uma mulher.
        Quando se arrisca a escrever uma carta, sente dificuldades incríveis. Desprezando o vasconço da galanteria, não sabe como se há de fazer entender. Quer ser reservado e parece frio; quer dizer o que espera e indica receio; confessa que nada tem para agradar, e é apanhado pela palavra. Comete o crime de não ser comum ou vulgar. As suas cartas saem do coração e não da cabeça; têm o estilo simples, claro e límpido, contendo apenas alguns detalhes tocantes. Mas é exatamente o que faz com que elas não sejam lidas, nem compreendidas. São cartas decentes, quando as pedem estúpidas.
         
         O tolo é fortíssimo em correspondência amorosa, e tem consciência disso. Longe de recuar diante da remessa de uma carta, é muitas vezes por aí que ele começa. Tem uma coleção de cartas prontas para todos os graus de paixão. Alega nelas em linguagem brusca o ardor de sua chama; a cada palavra repete: meu anjo, eu vos adoro. As suas fórmulas são enfáticas e chatas; nada que indique uma personalidade. Não faz suspeitar excentricidade ou poesia; é quanto basta; é medíocre e ridículo, tanto melhor. Efetivamente o estranho que ler as suas missivas nada tem a dizer; na mocidade o pai da menina escrevia assim; a própria menina não esperava outra coisa. Todos estão satisfeitos, até os amigos. Que querem mais?
    <http://tinyurl.com/js7dblq> Acesso em: 02.02.2016
    De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão a82abb8b-b1
  • A72FAC1B-B1

    Inglês

    Discurso direto e indireto | Reported speech
    FATEC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia a tirinha para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2016

    <http://tinyurl.com/hbq57jx> Acesso em: 23.02.2016. Original colorido

    Imagine que você é o personagem do lado esquerdo no último quadrinho da tirinha, e você está reportando ao seu chefe o que o seu colega dissera.

    A alternativa que faz uso do Reported Speech corretamente para comunicar a fala do colega é
    Escolha uma alternativa para a questão a72fac1b-b1
  • A72976E9-B1

    Inglês

    Presente perfeito | Present perfect
    FATEC · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a tirinha para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2016

    <http://tinyurl.com/hbq57jx> Acesso em: 23.02.2016. Original colorido

    O uso do Present Perfect, no primeiro quadrinho da tirinha (em I’ve decided), pode ser explicado por se tratar de uma ação
    Escolha uma alternativa para a questão a72976e9-b1
  • A7223E49-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia a tirinha para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2016

    <http://tinyurl.com/hbq57jx> Acesso em: 23.02.2016. Original colorido

    No último quadrinho, conclui-se que, ao dizer I’m not, o personagem
    Escolha uma alternativa para a questão a7223e49-b1
  • A71C095B-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia a tirinha para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2016

    <http://tinyurl.com/hbq57jx> Acesso em: 23.02.2016. Original colorido

    No segundo quadrinho da tirinha, o personagem diz que
    Escolha uma alternativa para a questão a71c095b-b1
  • A71533D0-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia a tirinha para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2016

    <http://tinyurl.com/hbq57jx> Acesso em: 23.02.2016. Original colorido

    No primeiro quadrinho da tirinha, um dos personagens comunica a sua decisão de

    Escolha uma alternativa para a questão a71533d0-b1
  • A6936553-B1

    Português

    Morfologia
    FATEC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Viagem sem volta a Marte

         Duzentas mil pessoas se candidataram para participar do projeto Mars One para colonizar o Planeta Vermelho. Representantes de mais de 140 países inscreveram-se para a viagem sem volta, sendo que os Estados Unidos (EUA) lideram em número de candidatos, seguidos por Índia, China, Brasil e Grã-Bretanha.

         A equipe do Mars One garante que a tecnologia disponível já permite viajar para Marte e sobreviver lá. A água, por exemplo, será obtida aquecendo-se as partículas de gelo do subsolo e condensando o vapor resultante em reservatórios específicos. Quando o primeiro grupo chegar a Marte, o sistema de suporte à vida da missão já terá estocado 3 mil litros de água e 120 quilogramas de oxigênio.

         Embora a equipe demonstre constante otimismo, a missão obviamente contém riscos. Os principais, durante o voo de sete meses, são a exposição à radiação e à microgravidade, prejudiciais ao sistema músculo esquelético, e o ambiente hostil de Marte. A radiação, que engloba os raios cósmicos galácticos e solares, é considerada pela NASA (a agência espacial americana) um obstáculo fundamental às viagens espaciais por aumentar o risco de câncer.

         O Southwest Research Institute, dos EUA, calcula que só a viagem até o Planeta Vermelho responde pela absorção de 330 milisieverts de radiação no organismo, o equivalente a uma tomografia de corpo inteiro a cada cinco ou seis dias, durante um ano. Portanto, tanto as naves que levarão os astronautas quanto a base marciana exigirão blindagens bem mais resistentes do que as atuais.

         Uma pergunta crucial em um projeto de tal porte é o custo. As inscrições são pagas. Assistir ao documentário One Way Astronaut (Astronauta sem Volta), disponível no site, também tem um custo. A grande esperança do projeto para obter financiamento é um reality show de tv e internet. Nas palavras do engenheiro holandês Bas Lansdorp, um dos envolvidos à frente do Mars One, “Estamos falando sobre criar um grandioso espetáculo de mídia, muito maior do que os pousos na Lua ou as Olimpíadas.”

    <http://tinyurl.com/zp6l8lq> Acesso em: 27.02.2016. Adaptado.
    A expressão One Way, em One Way Astronaut (Astronauta sem Volta), desempenha a função de um
    Escolha uma alternativa para a questão a6936553-b1
  • A668AFA6-B1

    Português

    Coesão e coerência
    FATEC · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    Viagem sem volta a Marte

         Duzentas mil pessoas se candidataram para participar do projeto Mars One para colonizar o Planeta Vermelho. Representantes de mais de 140 países inscreveram-se para a viagem sem volta, sendo que os Estados Unidos (EUA) lideram em número de candidatos, seguidos por Índia, China, Brasil e Grã-Bretanha.

         A equipe do Mars One garante que a tecnologia disponível já permite viajar para Marte e sobreviver lá. A água, por exemplo, será obtida aquecendo-se as partículas de gelo do subsolo e condensando o vapor resultante em reservatórios específicos. Quando o primeiro grupo chegar a Marte, o sistema de suporte à vida da missão já terá estocado 3 mil litros de água e 120 quilogramas de oxigênio.

         Embora a equipe demonstre constante otimismo, a missão obviamente contém riscos. Os principais, durante o voo de sete meses, são a exposição à radiação e à microgravidade, prejudiciais ao sistema músculo esquelético, e o ambiente hostil de Marte. A radiação, que engloba os raios cósmicos galácticos e solares, é considerada pela NASA (a agência espacial americana) um obstáculo fundamental às viagens espaciais por aumentar o risco de câncer.

         O Southwest Research Institute, dos EUA, calcula que só a viagem até o Planeta Vermelho responde pela absorção de 330 milisieverts de radiação no organismo, o equivalente a uma tomografia de corpo inteiro a cada cinco ou seis dias, durante um ano. Portanto, tanto as naves que levarão os astronautas quanto a base marciana exigirão blindagens bem mais resistentes do que as atuais.

         Uma pergunta crucial em um projeto de tal porte é o custo. As inscrições são pagas. Assistir ao documentário One Way Astronaut (Astronauta sem Volta), disponível no site, também tem um custo. A grande esperança do projeto para obter financiamento é um reality show de tv e internet. Nas palavras do engenheiro holandês Bas Lansdorp, um dos envolvidos à frente do Mars One, “Estamos falando sobre criar um grandioso espetáculo de mídia, muito maior do que os pousos na Lua ou as Olimpíadas.”

    <http://tinyurl.com/zp6l8lq> Acesso em: 27.02.2016. Adaptado.
    Assinale a alternativa em que o período “Embora a equipe demonstre constante otimismo, a missão obviamente contém riscos.” está gramaticalmente correto e sem alteração do sentido original do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão a668afa6-b1
  • 35584935-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    O fragmento a seguir pertence à obra “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis.


    E vejam agora com que destreza; com que arte faço eu a maior transição deste livro. Vejam: o meu delírio começou em presença de Virgília; Virgília foi o meu grão pecado da juventude; não há juventude sem meninice; meninice supõe nascimento; e eis aqui como chegamos nós, sem esforço, ao dia 20 de outubro de 1805, em que nasci. Viram? Nenhuma juntura aparente, nada que divirta a atenção pausada do leitor: nada. De modo que o livro fica assim com todas as vantagens do método, sem a rigidez do método.

    <http://tinyurl.com/lnpaee9>Acesso em: 09.04.2015. Adaptado.


    Sobre esse escritor é correto afirmar que se trata de um autor
    Escolha uma alternativa para a questão 35584935-b2
  • 355424CA-B2

    Português

    Análise sintática
    FATEC · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Nova geração

    Ivan Angelo


          O rapaz chegou para a entrevista. O executivo de vendas on-line da grande empresa levantou-se para apertar sua mão (...) e aproveitou para dar uma geral no rapaz.

          Arrumado, mas nada formal, de sapato novo, jeans, camisa de manga comprida enrolada até a metade do antebraço. O detalhe que o incomodou um pouco foi um brinquinho prateado de argola mínima na orelha esquerda. “Nisso dá-se um jeito depois, se valer a pena”, pensou o executivo.

          Ele sabia que não estava fácil atrair novos talentos e reter os melhores. Empresas aparelhavam-se para o crescimento projetado do país, contratavam jovens promissores, mesmo os muito jovens, como era o caso do rapaz à sua frente, 21 anos. (...)

          Havia mais de duas horas que o rapaz estava em avaliação na empresa. Passara pela entrevista inicial com o chefe do setor, resolvera os probleminhas técnicos de internet e programação visual que lhe apresentaram, com rapidez e certa superioridade irônica, lera os princípios, valores e perfil da empresa (...). Alguns itens, como “comprometimento”, foram apresentados como pré-requisitos. Afinal o encaminharam para o diretor da área de e-comerce, vendas pela internet. O executivo tinha em mãos a avaliação do candidato: excelente.

          Descreveu o trabalho de que a empresa necessitava: desenvolvimento de um site interativo no qual o cliente internauta pudesse fazer simulações de medidas, cores, ajustes, acessórios, preços, formas de pagamento e programação de entrega de cerca de 200 produtos. Durante sua fala, o rapaz mexeu as pernas, levantou um pé, depois o outro, incomodado. O executivo perguntou se ele se sentia apto.

          — Dá para fazer — respondeu o rapaz, movendo a perna, como se buscasse alívio. 

          — Posso te ajudar em alguma coisa?

          — Vou te falar a verdade. Eu comprei este sapato para vir aqui e ele está me apertando e incomodando. Eu só uso tênis.

          O executivo sorriu e pensou: “Esses meninos...”.

          — Quem falou para eu vir fazer esta entrevista, e vir de sapato, foi minha namorada. Porque eu não vinha. Ela falou para eu comprar sapato, e o sapato está me apertando aqui, me atrapalhando.

          Nos últimos anos, o executivo vinha percebendo que os desafios pessoais para a novíssima geração eram diferentes, e que havia limites para o que eles estavam dispostos a ceder antes de se comprometer com um trabalho formal.

          — Não tem problema. Pode vir de tênis. O emprego é seu. 

          — Não, obrigado. Eu não quero emprego.

          O executivo parou estupefato. O menino continuou:

          — Todo mundo foi muito gentil, mas não vai dar. Esta camisa é do meu pai, eu tenho tatuagem, trabalho ouvindo música.

          — Então por que se candidatou, se não queria trabalhar?

          — Desculpe, eu não falei que não queria trabalhar.

          Novo espanto do executivo. Sentia nas falas dele e do rapaz uma dissintonia curiosa. Como ficou calado, esperando, o rapaz prosseguiu:

          — É muito arrumado aqui. E eu não quero ficar ouvindo falar de identidade corporativa, marco regulatório, desenvolvimento organizacional, demanda de mercado, sinergia, estratégia, parâmetros, metas, foco, valores... Desculpe, eu não sabia que era assim. Achava que era só fazer o trabalho direito e ver funcionar legal.

          O executivo ficou olhando a figura, contando até dez, olhos fixados naquele brinco. O garoto queria ter a liberdade dele, a camiseta colorida dele, o tênis furado dele, ouvir a música dele nos fones de ouvido, talvez trabalhar de madrugada e dormir de manhã. Não queria aquele mundo em que ele mesmo estava metido havia vinte anos. Conferiu de novo as qualificações do rapaz, aquele “excelente”. Ousou:

          — Trabalhar em casa você aceita?

          — Aceito.

          Queria o trabalho, não o emprego. Acertaram os detalhes. Assim caminha a humanidade.

    <http://tinyurl.com/n66pnvs>Acesso em: 15.03.2015. Adaptado.

    “E eu não quero ficar ouvindo falar de identidade corporativa, marco regulatório, desenvolvimento organizacional, demanda de mercado, sinergia, estratégia, parâmetros, metas, foco, valores...”


    A organização sintática, na construção desse período, foi possível porque as vírgulas empregadas separam

    Escolha uma alternativa para a questão 355424ca-b2
  • 3549603C-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Nova geração

    Ivan Angelo


          O rapaz chegou para a entrevista. O executivo de vendas on-line da grande empresa levantou-se para apertar sua mão (...) e aproveitou para dar uma geral no rapaz.

          Arrumado, mas nada formal, de sapato novo, jeans, camisa de manga comprida enrolada até a metade do antebraço. O detalhe que o incomodou um pouco foi um brinquinho prateado de argola mínima na orelha esquerda. “Nisso dá-se um jeito depois, se valer a pena”, pensou o executivo.

          Ele sabia que não estava fácil atrair novos talentos e reter os melhores. Empresas aparelhavam-se para o crescimento projetado do país, contratavam jovens promissores, mesmo os muito jovens, como era o caso do rapaz à sua frente, 21 anos. (...)

          Havia mais de duas horas que o rapaz estava em avaliação na empresa. Passara pela entrevista inicial com o chefe do setor, resolvera os probleminhas técnicos de internet e programação visual que lhe apresentaram, com rapidez e certa superioridade irônica, lera os princípios, valores e perfil da empresa (...). Alguns itens, como “comprometimento”, foram apresentados como pré-requisitos. Afinal o encaminharam para o diretor da área de e-comerce, vendas pela internet. O executivo tinha em mãos a avaliação do candidato: excelente.

          Descreveu o trabalho de que a empresa necessitava: desenvolvimento de um site interativo no qual o cliente internauta pudesse fazer simulações de medidas, cores, ajustes, acessórios, preços, formas de pagamento e programação de entrega de cerca de 200 produtos. Durante sua fala, o rapaz mexeu as pernas, levantou um pé, depois o outro, incomodado. O executivo perguntou se ele se sentia apto.

          — Dá para fazer — respondeu o rapaz, movendo a perna, como se buscasse alívio. 

          — Posso te ajudar em alguma coisa?

          — Vou te falar a verdade. Eu comprei este sapato para vir aqui e ele está me apertando e incomodando. Eu só uso tênis.

          O executivo sorriu e pensou: “Esses meninos...”.

          — Quem falou para eu vir fazer esta entrevista, e vir de sapato, foi minha namorada. Porque eu não vinha. Ela falou para eu comprar sapato, e o sapato está me apertando aqui, me atrapalhando.

          Nos últimos anos, o executivo vinha percebendo que os desafios pessoais para a novíssima geração eram diferentes, e que havia limites para o que eles estavam dispostos a ceder antes de se comprometer com um trabalho formal.

          — Não tem problema. Pode vir de tênis. O emprego é seu. 

          — Não, obrigado. Eu não quero emprego.

          O executivo parou estupefato. O menino continuou:

          — Todo mundo foi muito gentil, mas não vai dar. Esta camisa é do meu pai, eu tenho tatuagem, trabalho ouvindo música.

          — Então por que se candidatou, se não queria trabalhar?

          — Desculpe, eu não falei que não queria trabalhar.

          Novo espanto do executivo. Sentia nas falas dele e do rapaz uma dissintonia curiosa. Como ficou calado, esperando, o rapaz prosseguiu:

          — É muito arrumado aqui. E eu não quero ficar ouvindo falar de identidade corporativa, marco regulatório, desenvolvimento organizacional, demanda de mercado, sinergia, estratégia, parâmetros, metas, foco, valores... Desculpe, eu não sabia que era assim. Achava que era só fazer o trabalho direito e ver funcionar legal.

          O executivo ficou olhando a figura, contando até dez, olhos fixados naquele brinco. O garoto queria ter a liberdade dele, a camiseta colorida dele, o tênis furado dele, ouvir a música dele nos fones de ouvido, talvez trabalhar de madrugada e dormir de manhã. Não queria aquele mundo em que ele mesmo estava metido havia vinte anos. Conferiu de novo as qualificações do rapaz, aquele “excelente”. Ousou:

          — Trabalhar em casa você aceita?

          — Aceito.

          Queria o trabalho, não o emprego. Acertaram os detalhes. Assim caminha a humanidade.

    <http://tinyurl.com/n66pnvs>Acesso em: 15.03.2015. Adaptado.

    Assinale a alternativa que traz uma afirmação correta sobre o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 3549603c-b2
  • 34FC7FC4-B2

    Inglês

    Voz Ativa e Passiva | Passive and Active Voice
    FATEC · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Technology isn’t working

    The digital revolution has yet to fulfil its promise of higher productivity and better jobs

          If there is a technological revolution in progress, rich economies could be forgiven for wishing it would go away. Workers in America, Europe and Japan have been through a difficult few decades. In the 1970s the blistering growth after the second world war vanished in both Europe and America. In the early 1990s Japan joined the slump, entering a prolonged period of economic stagnation. Brief spells of faster growth in intervening years quickly petered out. The rich world is still trying to shake off the effects of the 2008 financial crisis. And now the digital economy, far from pushing up wages across the board in response to higher productivity, is keeping them flat for the mass of workers while extravagantly rewarding the most talented ones.

          It seems difficult to square this unhappy experience with the extraordinary technological progress during that period, but the same thing has happened before. Most economic historians reckon there was very little improvement in living standards in Britain in the century after the first Industrial Revolution. And in the early 20th century, as Victorian inventions such as electric lighting came into their own, productivity growth was every bit as slow as it has been in recent decades.

    <http://tinyurl.com/lv6rj7b>Acesso em: 18.02.2015. Adaptado.

    Assinale a alternativa que apresenta o uso da voz passiva.
    Escolha uma alternativa para a questão 34fc7fc4-b2
  • 34F91879-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Technology isn’t working

    The digital revolution has yet to fulfil its promise of higher productivity and better jobs

          If there is a technological revolution in progress, rich economies could be forgiven for wishing it would go away. Workers in America, Europe and Japan have been through a difficult few decades. In the 1970s the blistering growth after the second world war vanished in both Europe and America. In the early 1990s Japan joined the slump, entering a prolonged period of economic stagnation. Brief spells of faster growth in intervening years quickly petered out. The rich world is still trying to shake off the effects of the 2008 financial crisis. And now the digital economy, far from pushing up wages across the board in response to higher productivity, is keeping them flat for the mass of workers while extravagantly rewarding the most talented ones.

          It seems difficult to square this unhappy experience with the extraordinary technological progress during that period, but the same thing has happened before. Most economic historians reckon there was very little improvement in living standards in Britain in the century after the first Industrial Revolution. And in the early 20th century, as Victorian inventions such as electric lighting came into their own, productivity growth was every bit as slow as it has been in recent decades.

    <http://tinyurl.com/lv6rj7b>Acesso em: 18.02.2015. Adaptado.

    De acordo com o segundo parágrafo do texto,
    Escolha uma alternativa para a questão 34f91879-b2
  • 34F5CEA2-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Technology isn’t working

    The digital revolution has yet to fulfil its promise of higher productivity and better jobs

          If there is a technological revolution in progress, rich economies could be forgiven for wishing it would go away. Workers in America, Europe and Japan have been through a difficult few decades. In the 1970s the blistering growth after the second world war vanished in both Europe and America. In the early 1990s Japan joined the slump, entering a prolonged period of economic stagnation. Brief spells of faster growth in intervening years quickly petered out. The rich world is still trying to shake off the effects of the 2008 financial crisis. And now the digital economy, far from pushing up wages across the board in response to higher productivity, is keeping them flat for the mass of workers while extravagantly rewarding the most talented ones.

          It seems difficult to square this unhappy experience with the extraordinary technological progress during that period, but the same thing has happened before. Most economic historians reckon there was very little improvement in living standards in Britain in the century after the first Industrial Revolution. And in the early 20th century, as Victorian inventions such as electric lighting came into their own, productivity growth was every bit as slow as it has been in recent decades.

    <http://tinyurl.com/lv6rj7b>Acesso em: 18.02.2015. Adaptado.

    O termo “the same thing”, em destaque no segundo parágrafo, refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 34f5cea2-b2
  • 34F28494-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Technology isn’t working

    The digital revolution has yet to fulfil its promise of higher productivity and better jobs

          If there is a technological revolution in progress, rich economies could be forgiven for wishing it would go away. Workers in America, Europe and Japan have been through a difficult few decades. In the 1970s the blistering growth after the second world war vanished in both Europe and America. In the early 1990s Japan joined the slump, entering a prolonged period of economic stagnation. Brief spells of faster growth in intervening years quickly petered out. The rich world is still trying to shake off the effects of the 2008 financial crisis. And now the digital economy, far from pushing up wages across the board in response to higher productivity, is keeping them flat for the mass of workers while extravagantly rewarding the most talented ones.

          It seems difficult to square this unhappy experience with the extraordinary technological progress during that period, but the same thing has happened before. Most economic historians reckon there was very little improvement in living standards in Britain in the century after the first Industrial Revolution. And in the early 20th century, as Victorian inventions such as electric lighting came into their own, productivity growth was every bit as slow as it has been in recent decades.

    <http://tinyurl.com/lv6rj7b>Acesso em: 18.02.2015. Adaptado.

    Pelas informações do texto, um dos resultados da economia digital foi
    Escolha uma alternativa para a questão 34f28494-b2
  • 34EF8495-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Technology isn’t working

    The digital revolution has yet to fulfil its promise of higher productivity and better jobs

          If there is a technological revolution in progress, rich economies could be forgiven for wishing it would go away. Workers in America, Europe and Japan have been through a difficult few decades. In the 1970s the blistering growth after the second world war vanished in both Europe and America. In the early 1990s Japan joined the slump, entering a prolonged period of economic stagnation. Brief spells of faster growth in intervening years quickly petered out. The rich world is still trying to shake off the effects of the 2008 financial crisis. And now the digital economy, far from pushing up wages across the board in response to higher productivity, is keeping them flat for the mass of workers while extravagantly rewarding the most talented ones.

          It seems difficult to square this unhappy experience with the extraordinary technological progress during that period, but the same thing has happened before. Most economic historians reckon there was very little improvement in living standards in Britain in the century after the first Industrial Revolution. And in the early 20th century, as Victorian inventions such as electric lighting came into their own, productivity growth was every bit as slow as it has been in recent decades.

    <http://tinyurl.com/lv6rj7b>Acesso em: 18.02.2015. Adaptado.

    De acordo com o texto, os efeitos da tecnologia notados na América, Europa e Japão
    Escolha uma alternativa para a questão 34ef8495-b2