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Interpretação de texto | Reading comprehensionFATEC · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
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Learning to Speak Brazinglish
By VANESSA BARBARA
Published: November 8, 2013
Brazilians are trying hard to get ready to host the 2014 FIFA World Cup.
Despite having a big territory rich with natural scenery, Brazil is not accustomed to many international visitors. The World Tourism Organization, which ranks tourist spending in different countries, puts it 39th on the list, behind much smaller countries like Lebanon, Croatia and Malaysia. Next year, the government expects tourism spending in Brazil to grow by 55 percent, thanks largely to the World Cup. But as that time draws near, the general feeling among my compatriots is one of disbelief (...). The prevailing feeling is captured by the expression “Imagina na Copa ...” — Imagine during the Cup — spoken every time we see a 112-mile-long traffic jam, an overcrowded airport or the rising prices of hotels and flights. If things are already bad, imagine what they’ll be like during the World Cup.
Such pre-tournament pessimism is common. Last year the British were skeptical about the Olympics, which turned out to be O.K. (...)
And yet Brazilians are doing what we can to welcome tourists. (...)
(http://www.nytimes.com/2013/11/09/opinion/barbara-learning-to-speak brazinglish.html pagewanted=1&_r=0 Acesso em: 13.02.2014. Adaptado)
O texto afirma que o Brasil
O escritor, dramaturgo e poeta Ariano Suassuna morreu em 2014, aos 87 anos. Membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), esse autor traduziu em suas obras a tradição popular do Nordeste.
Assinale a alternativa que apresenta um trecho da obra Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna.
Felicidade Clandestina
Clarice Lispector
Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. (...) Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. (...)
Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.
Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.
Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E, completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. (...)
No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.
Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono da livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. (...) E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. (...) Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. (...)
Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!(...)
Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: “E você fica com o livro por quanto tempo quiser.” Entendem? Valia mais do que me dar o livro: “pelo tempo que eu quisesse” é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer.
Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. (...) Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. (...) Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre ia ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar... Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada. (...)
(http://tinyurl.com/veele-contos Acesso em: 27.08.14. Adaptado)
Leia este fragmento: “Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão.”
A função sintática do termo destacado nesse período é
Felicidade Clandestina
Clarice Lispector
Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. (...) Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. (...)
Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.
Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.
Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E, completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. (...)
No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.
Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono da livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. (...) E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. (...) Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. (...)
Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!(...)
Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: “E você fica com o livro por quanto tempo quiser.” Entendem? Valia mais do que me dar o livro: “pelo tempo que eu quisesse” é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer.
Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. (...) Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. (...) Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre ia ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar... Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada. (...)
(http://tinyurl.com/veele-contos Acesso em: 27.08.14. Adaptado)
Felicidade Clandestina
Clarice Lispector
Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. (...) Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. (...)
Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.
Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.
Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E, completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. (...)
No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.
Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono da livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. (...) E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. (...) Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. (...)
Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!(...)
Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: “E você fica com o livro por quanto tempo quiser.” Entendem? Valia mais do que me dar o livro: “pelo tempo que eu quisesse” é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer.
Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. (...) Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. (...) Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre ia ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar... Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada. (...)
(http://tinyurl.com/veele-contos Acesso em: 27.08.14. Adaptado)
Wearable tech for kids coming from LeapFrog
By Doug Gross, CNN
updated 12:57 PM EDT, Thu May 1, 2014
(CNN) – The wearable technology movement is in full effect, and exercise-based activity trackers lead the way. Now, it’s becoming child’s play.
LeapFrog, the maker of education-oriented tablets and apps for children, has unveiled1 LeapBand, a wearable activity tracker designed with kids in mind.
The band fits around the user’s wrist and looks a lot like a kids version of a smartwatch. By performing actions like “walk like a crab,” “spin like a helicopter” or “pop like popcorn,” kids can unlock new games and a group of Pokemon-like “digital pets” on the device.
The band connects to a website or app that lets parents monitor their children’s activities and choose which challenges they can select, and which they can’t.
Moving past smartphones and tablets, wearable tech has become arguably the hottest digital trend in the past year or so.
(http://tinyurl.com/noswsfc Acesso em: 20.07.2014. Adaptado)
Glossário 1
unveil: revelar, apresentar.
Wearable tech for kids coming from LeapFrog
By Doug Gross, CNN
updated 12:57 PM EDT, Thu May 1, 2014
(CNN) – The wearable technology movement is in full effect, and exercise-based activity trackers lead the way. Now, it’s becoming child’s play.
LeapFrog, the maker of education-oriented tablets and apps for children, has unveiled1 LeapBand, a wearable activity tracker designed with kids in mind.
The band fits around the user’s wrist and looks a lot like a kids version of a smartwatch. By performing actions like “walk like a crab,” “spin like a helicopter” or “pop like popcorn,” kids can unlock new games and a group of Pokemon-like “digital pets” on the device.
The band connects to a website or app that lets parents monitor their children’s activities and choose which challenges they can select, and which they can’t.
Moving past smartphones and tablets, wearable tech has become arguably the hottest digital trend in the past year or so.
(http://tinyurl.com/noswsfc Acesso em: 20.07.2014. Adaptado)
Glossário 1
unveil: revelar, apresentar.
Wearable tech for kids coming from LeapFrog
By Doug Gross, CNN
updated 12:57 PM EDT, Thu May 1, 2014
(CNN) – The wearable technology movement is in full effect, and exercise-based activity trackers lead the way. Now, it’s becoming child’s play.
LeapFrog, the maker of education-oriented tablets and apps for children, has unveiled1 LeapBand, a wearable activity tracker designed with kids in mind.
The band fits around the user’s wrist and looks a lot like a kids version of a smartwatch. By performing actions like “walk like a crab,” “spin like a helicopter” or “pop like popcorn,” kids can unlock new games and a group of Pokemon-like “digital pets” on the device.
The band connects to a website or app that lets parents monitor their children’s activities and choose which challenges they can select, and which they can’t.
Moving past smartphones and tablets, wearable tech has become arguably the hottest digital trend in the past year or so.
(http://tinyurl.com/noswsfc Acesso em: 20.07.2014. Adaptado)
Glossário 1
unveil: revelar, apresentar.
Wearable tech for kids coming from LeapFrog
By Doug Gross, CNN
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(CNN) – The wearable technology movement is in full effect, and exercise-based activity trackers lead the way. Now, it’s becoming child’s play.
LeapFrog, the maker of education-oriented tablets and apps for children, has unveiled1 LeapBand, a wearable activity tracker designed with kids in mind.
The band fits around the user’s wrist and looks a lot like a kids version of a smartwatch. By performing actions like “walk like a crab,” “spin like a helicopter” or “pop like popcorn,” kids can unlock new games and a group of Pokemon-like “digital pets” on the device.
The band connects to a website or app that lets parents monitor their children’s activities and choose which challenges they can select, and which they can’t.
Moving past smartphones and tablets, wearable tech has become arguably the hottest digital trend in the past year or so.
(http://tinyurl.com/noswsfc Acesso em: 20.07.2014. Adaptado)
Glossário 1
unveil: revelar, apresentar.
Wearable tech for kids coming from LeapFrog
By Doug Gross, CNN
updated 12:57 PM EDT, Thu May 1, 2014
(CNN) – The wearable technology movement is in full effect, and exercise-based activity trackers lead the way. Now, it’s becoming child’s play.
LeapFrog, the maker of education-oriented tablets and apps for children, has unveiled1 LeapBand, a wearable activity tracker designed with kids in mind.
The band fits around the user’s wrist and looks a lot like a kids version of a smartwatch. By performing actions like “walk like a crab,” “spin like a helicopter” or “pop like popcorn,” kids can unlock new games and a group of Pokemon-like “digital pets” on the device.
The band connects to a website or app that lets parents monitor their children’s activities and choose which challenges they can select, and which they can’t.
Moving past smartphones and tablets, wearable tech has become arguably the hottest digital trend in the past year or so.
(http://tinyurl.com/noswsfc Acesso em: 20.07.2014. Adaptado)
Glossário 1
unveil: revelar, apresentar.
Um dispositivo portátil mostrou-se eficaz em controlar o diabetes tipo 1 em adultos e jovens com a doença. Segundo os pesquisadores que desenvolveram a tecnologia, a técnica é mais prática e segura do que as disponíveis atualmente para tratar o problema. O equipamento é formado por um pequeno sensor inserido sob a pele de um lado do abdome do paciente. Esse sensor mede os níveis de glicose no sangue e envia essa informação a um smartphone adaptado. O smartphone, a partir desses dados, calcula a quantidade de insulina e glucagon que deve ser secretada. Os hormônios são administrados por duas pequenas bombas ligadas a tubos finos que são inseridos sob a pele do outro lado do abdome do paciente.
(http://tinyurl.com/veja-cientistas Acesso em: 28.08.14. Adaptado)

(http://tinyurl.com/oev7nk3 Acesso em: 18.07.2014. Original colorido)
Glossário
uh - oh: representação escrita do som que as pessoas produzem quando descobrem que fizeram algo de errado.
De acordo com a situação apresentada no cartum, o relógio do rapaz