Questões do ENEM: Linguagens e Fundação Getulio Vargas (FGV)

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

424 questões encontradas. Mostrando a página 5 de 22.

  • 3B847961-9B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

    According to the information in the article, William Brown’s research most likely revealed which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão 3b847961-9b
  • 3B81350B-9B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

    With respect to northern timber rattlesnakes, the information in the article most supports which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão 3b81350b-9b
  • 3B7E2A64-9B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

    With respect to William Brown, the information in the article most supports which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão 3b7e2a64-9b
  • 3B7B0977-9B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

    Which of the following is most supported by the information in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão 3b7b0977-9b
  • 3B77E46C-9B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2017Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

    In paragraph 5, the article most likely highlights Democratic Senator Robert Byrd in order to show that
    Escolha uma alternativa para a questão 3b77e46c-9b
  • 3B74961E-9B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

    With respect to Article II, Section 4 of the U.S. Constitution, which of the following is not supported by the information in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão 3b74961e-9b
  • 3B718770-9B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

    With respect to President Richard Nixon, the article most supports which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão 3b718770-9b
  • 3B6E5F00-9B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

    Which of the following is most supported by the information in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão 3b6e5f00-9b
  • 3B6B2223-9B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

    Which of the following is most supported in Article II, Section 4 of the U.S. Constitution?
    Escolha uma alternativa para a questão 3b6b2223-9b
  • 3B67F8F2-9B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

    In paragraph 1, the phrase “The chatter started even before he took office…” most likely means which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão 3b67f8f2-9b
  • 3B646ED0-9B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

    According to the information in the article,
    Escolha uma alternativa para a questão 3b646ed0-9b
  • 3B608ED2-9B

    Português

    Coesão e coerência
    FGV · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

          Depois – ignora-se por quê – tinham vindo para o Rio, o inacreditável Rio de Janeiro, a tia lhe arranjara emprego, finalmente morrera e ela*, agora sozinha, morava numa vaga de quarto compartilhado com mais quatro moças balconistas das Lojas Americanas.

          O quarto ficava num velho sobrado colonial da áspera rua do Acre entre as prostitutas que serviam a marinheiros, depósitos de carvão e de cimento em pó, não longe do cais do porto. O cais imundo dava-lhe saudade do futuro. (O que é que há? Pois estou como que ouvindo acordes de piano alegre – será isto o símbolo de que a vida da moça iria ter um futuro esplendoroso? Estou contente com essa possibilidade e farei tudo para que esta se torne real.)

          Rua do Acre. Mas que lugar. Os gordos ratos da rua do Acre. Lá é que não piso pois tenho terror sem nenhuma vergonha do pardo pedaço de vida imunda.

          Uma vez por outra tinha a sorte de ouvir de madrugada um galo cantar a vida e ela se lembrava nostálgica do sertão. Onde caberia um galo a cocoricar naquelas paragens ressequidas de artigos por atacado de exportação e importação? (Se o leitor possui alguma riqueza e vida bem acomodada, sairá de si para ver como é às vezes o outro. Se é pobre, não estará me lendo porque ler-me é supérfluo para quem tem uma leve fome permanente. Faço aqui o papel de vossa válvula de escape e da vida massacrante da média burguesia. Bem sei que é assustador sair de si mesmo, mas tudo o que é novo assusta. Embora a moça anônima da história seja tão antiga que podia ser uma figura bíblica. Ela era subterrânea e nunca tinha tido floração. Minto: ela era capim.)

                                                                  Clarice Lispector, A hora da estrela.


    *Macabéa. 

    Considere as seguintes afirmações referentes ao texto:


    I A caracterização do narrador e das personagens, assim como a do espaço e a da própria recepção do texto, é regida, predominantemente, por marcadores de caráter socioeconômico.

    II Ao tematizar o seu outro de classe (no caso, os mais pobres), o narrador desenvolve também um questionamento da situação e da função social da literatura.

    III As declarações do narrador a respeito da Rua do Acre revelam, nele, o pendor populista e demagógico.


    Está correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 3b608ed2-9b
  • 3B5D62B2-9B

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

          Depois – ignora-se por quê – tinham vindo para o Rio, o inacreditável Rio de Janeiro, a tia lhe arranjara emprego, finalmente morrera e ela*, agora sozinha, morava numa vaga de quarto compartilhado com mais quatro moças balconistas das Lojas Americanas.

          O quarto ficava num velho sobrado colonial da áspera rua do Acre entre as prostitutas que serviam a marinheiros, depósitos de carvão e de cimento em pó, não longe do cais do porto. O cais imundo dava-lhe saudade do futuro. (O que é que há? Pois estou como que ouvindo acordes de piano alegre – será isto o símbolo de que a vida da moça iria ter um futuro esplendoroso? Estou contente com essa possibilidade e farei tudo para que esta se torne real.)

          Rua do Acre. Mas que lugar. Os gordos ratos da rua do Acre. Lá é que não piso pois tenho terror sem nenhuma vergonha do pardo pedaço de vida imunda.

          Uma vez por outra tinha a sorte de ouvir de madrugada um galo cantar a vida e ela se lembrava nostálgica do sertão. Onde caberia um galo a cocoricar naquelas paragens ressequidas de artigos por atacado de exportação e importação? (Se o leitor possui alguma riqueza e vida bem acomodada, sairá de si para ver como é às vezes o outro. Se é pobre, não estará me lendo porque ler-me é supérfluo para quem tem uma leve fome permanente. Faço aqui o papel de vossa válvula de escape e da vida massacrante da média burguesia. Bem sei que é assustador sair de si mesmo, mas tudo o que é novo assusta. Embora a moça anônima da história seja tão antiga que podia ser uma figura bíblica. Ela era subterrânea e nunca tinha tido floração. Minto: ela era capim.)

                                                                  Clarice Lispector, A hora da estrela.


    *Macabéa. 

    Nesse texto de Clarice Lispector, o comportamento do narrador opõe-se, sobretudo, ao do narrador-padrão, de caráter
    Escolha uma alternativa para a questão 3b5d62b2-9b
  • 3B52F5DD-9B

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

          Era a primeira vez que as duas iam ao Morro do Castelo. Começaram de subir pelo lado da Rua do Carmo. Muita gente há no Rio de Janeiro que nunca lá foi, muita haverá morrido, muita mais nascerá e morrerá sem lá pôr os pés. Nem todos podem dizer que conhecem uma cidade inteira. Um velho inglês, que aliás andara terras e terras, confiava-me há muitos anos em Londres que de Londres só conhecia bem o seu clube, e era o que lhe bastava da metrópole e do mundo.

          Natividade e Perpétua conheciam outras partes, além de Botafogo, mas o Morro do Castelo, por mais que ouvissem falar dele e da cabocla* que lá reinava em 1871, era-lhes tão estranho e remoto como o clube. O íngreme, o desigual, o mal calçado da ladeira mortificavam os pés às duas pobres donas. Não obstante, continuavam a subir, como se fosse penitência, devagarinho, cara no chão, véu para baixo. A manhã trazia certo movimento; mulheres, homens, crianças que desciam ou subiam, lavadeiras e soldados, algum empregado, algum lojista, algum padre, todos olhavam espantados para elas, que aliás vestiam com grande simplicidade; mas há um donaire** que se não perde, e não era vulgar naquelas alturas. A mesma lentidão do andar, comparada à rapidez das outras pessoas, fazia desconfiar que era a primeira vez que ali iam. Uma crioula perguntou a um sargento: "Você quer ver que elas vão à cabocla?" E ambos pararam a distância, tomados daquele invencível desejo de conhecer a vida alheia, que é muita vez toda a necessidade humana.

          Com efeito, as duas senhoras buscavam disfarçadamente o número da casa da cabocla, até que deram com ele. A casa era como as outras, trepada no morro. Subia-se por uma escadinha, estreita, sombria, adequada à aventura.

                                                                        Machado de Assis, Esaú e Jacó.

    * cabocla: vidente, adivinha.

    ** donaire: elegância. 

    No texto, o conjunto formado pelas atitudes do narrador e das personagens, e pela ambientação, indica que a finalidade principal da composição é a de
    Escolha uma alternativa para a questão 3b52f5dd-9b
  • 3B4FBD01-9B

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

                                        Triste Bahia


    Triste Bahia! ó quão dessemelhante

    Estás e estou do nosso antigo estado!

    Pobre te vejo a ti, tu a mi empenhado,

    Rica te vi eu já, tu a mi abundante.


    A ti trocou-te a máquina mercante,

    Que em tua larga barra tem entrado,

    A mim foi-me trocando, e tem trocado,

    Tanto negócio e tanto negociante.


    Deste em dar tanto açúcar excelente

    Pelas drogas inúteis, que abelhuda

    Simples aceitas do sagaz Brichote*.


    Oh se quisera Deus que de repente

    Um dia amanheceras tão sisuda

    Que fora de algodão o teu capote!

                                                         Gregório de Matos.


    *provável referência aos ingleses (British) 

    No contexto do poema, o último verso tem como pressuposto a ideia de que, naquele período, a Bahia
    Escolha uma alternativa para a questão 3b4fbd01-9b
  • 3B4576E7-9B

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

          Na inelutável necessidade do amor (era quase primavera) pombo e pomba marcaram um encontro galante quando voavam e revoavam no azul do Rio de Janeiro. Era bem de manhãzinha.

          – Às quatro em ponto me casarei contigo no mais alto beiral – disse o pombo.

          – Candelária? – perguntou a noiva.

          – Do lado norte – respondeu ele.

          – Tá – assentiu com alegria e pudor a pomba.

          Pois, às quatro azul em ponto, a pomba pontualíssima pousava pensativamente no beiral. O pombo? O pombo não.

          (...)

                                                                                   Paulo Mendes Campos.  

    Considerado o contexto em que ocorre, o adjetivo “inelutável” qualifica algo contra o que é ________________ lutar.


    A lacuna dessa frase pode ser corretamente preenchida por

    Escolha uma alternativa para a questão 3b4576e7-9b
  • 3B40D1A0-9B

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

          Na inelutável necessidade do amor (era quase primavera) pombo e pomba marcaram um encontro galante quando voavam e revoavam no azul do Rio de Janeiro. Era bem de manhãzinha.

          – Às quatro em ponto me casarei contigo no mais alto beiral – disse o pombo.

          – Candelária? – perguntou a noiva.

          – Do lado norte – respondeu ele.

          – Tá – assentiu com alegria e pudor a pomba.

          Pois, às quatro azul em ponto, a pomba pontualíssima pousava pensativamente no beiral. O pombo? O pombo não.

          (...)

                                                                                   Paulo Mendes Campos.  

    Sobre os parênteses empregados na frase “(era quase primavera)”, é correto afirmar que destacam
    Escolha uma alternativa para a questão 3b40d1a0-9b
  • 3B3D7279-9B

    Português

    Coesão e coerência
    FGV · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

                                  Quando você significa eu


          Outro dia, deitado no divã em uma seção de análise, descrevi meus sentimentos. “Quando sobe a raiva, você perde a capacidade de ser generoso.” Antes de terminar a frase, eu me dei conta de que tinha usado “você”, apesar de estar descrevendo um comportamento meu. Instintivamente repeti a frase. “Quando sobe a raiva, eu perco a capacidade de ser generoso.”

          Não me senti bem. Não era o que eu queria expressar. O que seria esse estranho “você” que havia usado falando de mim, e seguramente não me referindo a ele, meu analista, que era o único na sala? Como você sabe, o “você” normal é usado como nessa frase, para se referir ao interlocutor. Descobri que esse estranho “você” é o chamado “você” genérico e pode significar muitas coisas, entre elas “eu e toda a humanidade”. O que eu queria dizer era o seguinte: “Quando sobe a raiva, eu e toda a humanidade perdemos a capacidade de sermos generosos.” Ao usar o “você” genérico estava tentando me eximir um pouco da culpa.

          Imagine qual não foi minha surpresa ao me deparar com um estudo que investiga exatamente em que condições as pessoas usam esse “você” genérico. O prazer é grande quando você (o prazer é meu, mas estou usando o “você “genérico para expressar minha esperança que você também tenha esse prazer) lê sobre algo que já observou.

                                  Fernando Reinach, O Estado de S. Paulo, 08/04/2017.  

    Considere a correção proposta para o sublinhado nos seguintes trechos do texto:


    I “em uma seção de análise”: em uma sessão de análise.

    II “eu e toda a humanidade”: eu e toda humanidade.

    III “para expressar minha esperança que você também tenha esse prazer”: para expressar minha esperança de que você também tenha esse prazer.


    Está de acordo com a norma culta o que se propõe em

    Escolha uma alternativa para a questão 3b3d7279-9b
  • 3B39E62C-9B

    Português

    Análise sintática
    FGV · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

                                  Quando você significa eu


          Outro dia, deitado no divã em uma seção de análise, descrevi meus sentimentos. “Quando sobe a raiva, você perde a capacidade de ser generoso.” Antes de terminar a frase, eu me dei conta de que tinha usado “você”, apesar de estar descrevendo um comportamento meu. Instintivamente repeti a frase. “Quando sobe a raiva, eu perco a capacidade de ser generoso.”

          Não me senti bem. Não era o que eu queria expressar. O que seria esse estranho “você” que havia usado falando de mim, e seguramente não me referindo a ele, meu analista, que era o único na sala? Como você sabe, o “você” normal é usado como nessa frase, para se referir ao interlocutor. Descobri que esse estranho “você” é o chamado “você” genérico e pode significar muitas coisas, entre elas “eu e toda a humanidade”. O que eu queria dizer era o seguinte: “Quando sobe a raiva, eu e toda a humanidade perdemos a capacidade de sermos generosos.” Ao usar o “você” genérico estava tentando me eximir um pouco da culpa.

          Imagine qual não foi minha surpresa ao me deparar com um estudo que investiga exatamente em que condições as pessoas usam esse “você” genérico. O prazer é grande quando você (o prazer é meu, mas estou usando o “você “genérico para expressar minha esperança que você também tenha esse prazer) lê sobre algo que já observou.

                                  Fernando Reinach, O Estado de S. Paulo, 08/04/2017.  

    A oração “Ao usar o ´você´ genérico” (final do segundo parágrafo) expressa ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 3b39e62c-9b
  • 3B36CCD8-9B

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

                                  Quando você significa eu


          Outro dia, deitado no divã em uma seção de análise, descrevi meus sentimentos. “Quando sobe a raiva, você perde a capacidade de ser generoso.” Antes de terminar a frase, eu me dei conta de que tinha usado “você”, apesar de estar descrevendo um comportamento meu. Instintivamente repeti a frase. “Quando sobe a raiva, eu perco a capacidade de ser generoso.”

          Não me senti bem. Não era o que eu queria expressar. O que seria esse estranho “você” que havia usado falando de mim, e seguramente não me referindo a ele, meu analista, que era o único na sala? Como você sabe, o “você” normal é usado como nessa frase, para se referir ao interlocutor. Descobri que esse estranho “você” é o chamado “você” genérico e pode significar muitas coisas, entre elas “eu e toda a humanidade”. O que eu queria dizer era o seguinte: “Quando sobe a raiva, eu e toda a humanidade perdemos a capacidade de sermos generosos.” Ao usar o “você” genérico estava tentando me eximir um pouco da culpa.

          Imagine qual não foi minha surpresa ao me deparar com um estudo que investiga exatamente em que condições as pessoas usam esse “você” genérico. O prazer é grande quando você (o prazer é meu, mas estou usando o “você “genérico para expressar minha esperança que você também tenha esse prazer) lê sobre algo que já observou.

                                  Fernando Reinach, O Estado de S. Paulo, 08/04/2017.  

    De acordo com o texto, NÃO é correto afirmar sobre o “você genérico”:
    Escolha uma alternativa para a questão 3b36ccd8-9b