Questões do ENEM: Linguagens e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
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9213FB97-EA ACHADO NÃO É ROUBADOFabrício CarpinejarNão ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua. Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.Que palavra do primeiro parágrafo NÃO é classificada como verbo?
92102458-EA Português
Interpretação de TextosInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosACHADO NÃO É ROUBADOFabrício CarpinejarNão ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua. Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
Leia o fragmento: “As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.”.Que trecho NÃO apresenta relação com a segunda fonte de renda?920C2842-EA Português
Interpretação de TextosInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosACHADO NÃO É ROUBADOFabrício CarpinejarNão ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua. Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
Sobre o narrador, são lançadas as seguintes afirmações:
I. Realizou, antes da adolescência, atividades com vínculo empregatício no Departamento Municipal de Limpeza Urbana de Porto Alegre.
II. Estudou em uma escola em que os professores faziam greve e imaginava que, também, os achados valiosos tivessem uma atitude de rebeldia.
III. Fazia expedições a cada duas semanas para comprar bolas de futebol.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
92079A30-EA Português
CraseInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosACHADO NÃO É ROUBADOFabrício CarpinejarNão ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua. Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.As palavras que completam, de maneira correta, as lacunas no texto, de cima para baixo, são, respectivamente,
4BA2BC46-D9 Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Disponível em:< http://www.elpais.com.uy/opinion/definiciones-enfoque-hernan-bonilla.html Acesso em: 28 ago. 2016.Segundo o texto, é INCORRETO afirmar queD0BAE267-D9 Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Responda à questão com base no texto abaixo.

El Libro de los Abrazos- Eduardo Galeano
Considere as seguintes afirmações a respeito do conto de Eduardo Galeano.I - O conto trata da diversidade dos seres humanos.II - O conto trata dos perigos do fogo para o mundo.III - Cada foguinho corresponde a uma pessoa, que brilha de maneiras diferentes.Quais estão corretas?D0B7D7BA-D9 Espanhol
Artigos | ArtículosInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Responda à questão com base no texto abaixo.

El Libro de los Abrazos- Eduardo Galeano
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas das linhas 04, 05, 06, 07 e 08 do texto.3D0E2F77-D9 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Responda à questão com base no texto abaixo.

Disponível em: https://www.gov.uk/government/news/impact-of-smartphones-on-behaviour-in-lessons-to-be-reviewed. Acesso em: 13 set. 2015
A alternativa que NÃO apresenta uma paráfrase do mesmo problema mencionado em “the use of mobile phones and other devices in schools” (l. 02) é3CE1F216-D9 Português
Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Responda à questão com base no texto abaixo.

CARRASCO, Walcyr. In: Revista Época, 25 ago. 2015. (adaptado)
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo, a respeito dos tempos verbais utilizados no texto.( ) Os verbos “Estou” (l. 01) e “trocam” (l. 02) estão conjugados no mesmo tempo e modo.( ) Os verbos “andando” (l. 02), “jantando” (l. 09) e “rindo” (l. 13) enquadram-se na forma nominal conhecida como particípio.( ) Os verbos “Ouve-se” (l. 09) e “Tornou-se” (l. 10) estão conjugados no modo subjuntivo.( ) Todos os verbos do primeiro parágrafo estão conjugados no pretérito perfeito do indicativo, porque fazem referência a rotinas e hábitos do passado.A alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo, é3CDDD43F-D9 Português
AdvérbiosInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Responda à questão com base no texto abaixo.

CARRASCO, Walcyr. In: Revista Época, 25 ago. 2015. (adaptado)
Considere as afirmações abaixo referentes às substituições de nexos no texto.I - A substituição de “mas” (l. 06) pelo advérbio “destarte” preservaria o sentido e a correção estabelecidos na frase.II - A substituição de “Mas” (l. 15) pela expressão “De modo que” preservaria o sentido e a correção estabelecidos na frase.III - A substituição de “Porque” (l. 15) pela conjunção “Pois” preservaria o sentido e a correção estabelecidos na frase.Quais estão corretas?3CD9B495-D9 Português
Interpretação de TextosInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Responda à questão com base no texto abaixo.

CARRASCO, Walcyr. In: Revista Época, 25 ago. 2015. (adaptado)
Considere as afirmações abaixo.I - As ocasiões descritas no restaurante Gero e em Madri são alvo de estranhamento por parte do autor.II - O autor manifesta sua indiferença em relação a situações que vivencia e/ou presencia em virtude do uso excessivo e por vezes descabido do WhatsApp.III - Para o autor, a tecnologia mostra-se essencialmente prejudicial às relações humanas.Quais estão corretas?15A45CF9-D9 Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
Coloque (V) para as afirmações verdadeiras e (F) para as falsas, segundo os dados da entrevista que aparecem no texto( ) 40% dos entrevistados afirmam que existe discriminação causada pela diferença de cor de pele.( ) Mais da metade dos mexicanos não avaliam a diversidade étnica do seu povo como algo ruim.( ) A quase totalidade da população não concorda com o preconceito sobre a cor da pele.( ) O texto é incoerente ao apresentar as declarações referentes aos índices de 90% e 80%A sequência que completa, corretamente, os parênteses, de cima para baixo, é15A15721-D9 Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
Considere as seguintes afirmativas a respeito do texto lidoI - O autor é mexicano, ainda que não seja possível dizer se é homem ou mulher.II - Trata-se de uma resenha de uma obra de autoria de, pelo menos, duas mulheres.III - Sempre existiu discriminação relativa à cor da pele no México, embora não se assuma.IV- Uma sociedade mais justa requer o entendimento das diferenças como algo positivo.V - Há marcas de gêneros linguísticos que mostram uma preocupação com o gênero social.Estão corretas apenas159E3D5B-D9 Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
Assinale a alternativa que apresenta o único título que poderia ser atribuído ao texto, devido ao seu conteúdo.1598DAA0-D9 Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
Para que o texto seja coeso e coerente, os espaços em branco das linhas 05, 12 e 14 devem ser preenchidos, respectivamente, pelas palavras2F596EB0-D9 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
Marque a opção na qual a palavra “Period” (linha 21) é empregada com o mesmo significado do texto.2F567A29-D9 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
Assinale a alternativa que contém três palavras pertencentes à mesma classe gramatical.2F53853D-D9 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
Considere as seguintes afirmativas sobre algumas palavras e expressões usadas no texto.I - “However” (linha 09) poderia ser substituída, sem prejuízo de significado, por “Moreover”.II - “Don’t take my word for it” (linha 12) equivale à “Não precisa acreditar em mim”.III - “They” (linha 21) refere-se a “immigrants” (linha 21).IV- A palavra “acknowledge“ pode ser usada como antônimo de “deny” (linha 23).Estão corretas as afirmativas2F50515C-D9 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações, conforme elas estejam ou não de acordo com o texto.( ) “Expat” has the same meaning of “immigrant”.( ) The blog of “The Wall Street Journal” does not support the author’s point of view.( ) Social class is one of the factors which differentiates an “expat” from an “immigrant”.( ) The author is against the supremacist ideology.A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é2F4D45A3-D9 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
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