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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 116 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO:


    Can animals predict natural disasters?


    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension



    CAN, animals predict natural disasters? Disponível em: <http://english.pravda.ru/science/tech/8178-1/Adaptado. Acesso em: 20 dez.2009.

    According to the text, the tsunami disaster killed
    Escolha uma alternativa para a questão 4715e0c8-b4
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO:


    Can animals predict natural disasters?


    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension



    CAN, animals predict natural disasters? Disponível em: <http://english.pravda.ru/science/tech/8178-1/Adaptado. Acesso em: 20 dez.2009.

    About the sharks mentioned in the text, it’s correct to say that they
    Escolha uma alternativa para a questão 471b3c37-b4
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO:


    Can animals predict natural disasters?


    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension



    CAN, animals predict natural disasters? Disponível em: <http://english.pravda.ru/science/tech/8178-1/Adaptado. Acesso em: 20 dez.2009.

    The text says scientists have found out that
    Escolha uma alternativa para a questão 471f56d1-b4
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO:


    Can animals predict natural disasters?


    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension



    CAN, animals predict natural disasters? Disponível em: <http://english.pravda.ru/science/tech/8178-1/Adaptado. Acesso em: 20 dez.2009.

    Fill in the parentheses with True or False.

    The text contains answers to the following questions:

    ( ) How many animals of an Indian reserve survived the 2004 tsunami disaster?
    ( ) How long did the fourteen sharks stay away from their natural habitat?
    ( ) Where did ancient people use to hide during volcano eruptions?
    ( ) Why are domestic animals better equipped than wild ones to handle disasters?

    According to the text, the correct sequence, from top to bottom, is
    Escolha uma alternativa para a questão 4723be02-b4
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO:


    Can animals predict natural disasters?


    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Vocabulário | Vocabulary



    CAN, animals predict natural disasters? Disponível em: <http://english.pravda.ru/science/tech/8178-1/Adaptado. Acesso em: 20 dez.2009.

    The only alternative in which there is not a pair of opposites is
    Escolha uma alternativa para a questão 47276d4d-b4
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO:


    Can animals predict natural disasters?


    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension



    CAN, animals predict natural disasters? Disponível em: <http://english.pravda.ru/science/tech/8178-1/Adaptado. Acesso em: 20 dez.2009.

    The modal “can” (l. 19) expresses
    Escolha uma alternativa para a questão 472affd0-b4
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO:


    Can animals predict natural disasters?


    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension



    CAN, animals predict natural disasters? Disponível em: <http://english.pravda.ru/science/tech/8178-1/Adaptado. Acesso em: 20 dez.2009.

    The phrase “It is not ruled out” (l. 30-31) should be understood as
    Escolha uma alternativa para a questão 472efe63-b4
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO:

    Multitasking harmful to productivity

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension


    MULTITASKING, harmful to productivity. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/worldsinthenews/2009/08/090831_witn_multitasking.shtml>. Acesso em: 2 jan. 2010.
    When the scientists talk about “an increasingly demanding work environment” (l. 23-24), they mean that
    Escolha uma alternativa para a questão 4746000d-b4
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO:

    Multitasking harmful to productivity

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension


    MULTITASKING, harmful to productivity. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/worldsinthenews/2009/08/090831_witn_multitasking.shtml>. Acesso em: 2 jan. 2010.
    The expression “surf the web” (l. 10) means
    Escolha uma alternativa para a questão 474bda2f-b4
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO:

    Multitasking harmful to productivity

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension


    MULTITASKING, harmful to productivity. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/worldsinthenews/2009/08/090831_witn_multitasking.shtml>. Acesso em: 2 jan. 2010.
    It’s stated in the text that, when people multitask, the amount of things they make or produce
    Escolha uma alternativa para a questão 475147df-b4
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO:

    Multitasking harmful to productivity

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects


    MULTITASKING, harmful to productivity. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/worldsinthenews/2009/08/090831_witn_multitasking.shtml>. Acesso em: 2 jan. 2010.
    The word or expression from the text expresses what is stated on the right in alternative
    Escolha uma alternativa para a questão 4755522c-b4
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO:

    Multitasking harmful to productivity

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Vocabulário | Vocabulary

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Vocabulário | Vocabulary


    MULTITASKING, harmful to productivity. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/worldsinthenews/2009/08/090831_witn_multitasking.shtml>. Acesso em: 2 jan. 2010.
    The expression “In fact” (l. 4) can be suitably replaced by
    Escolha uma alternativa para a questão 4758f8de-b4
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO:

    Multitasking harmful to productivity

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension


    MULTITASKING, harmful to productivity. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/worldsinthenews/2009/08/090831_witn_multitasking.shtml>. Acesso em: 2 jan. 2010.
    Considering language usage in the text, it’s correct to say:
    Escolha uma alternativa para a questão 475ca71a-b4
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    Considerando o Texto 1 como um todo, concluímos que seus autores se propuseram a:
    Escolha uma alternativa para a questão c3b7a9ff-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    compreensão de que a escrita é uma realidade complexa encontra apoio, sobretudo, na seguinte passagem do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão c3bb8a69-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    No início do texto, e para situar a questão da escrita, as autoras começam por:
    Escolha uma alternativa para a questão c3bf1f96-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    No fragmento: “a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural”, afirma-se implicitamente:

    1) a natureza uniforme e homogênea das atividades de escrita.
    2) a vinculação da escrita com a realidade humana em sua totalidade.
    3) a imensa abrangência do fenômeno e da atividade da escrita.
    4) o caráter ‘estático’ da escrita, definida como um ‘produto’.

    Estão corretas: 
    Escolha uma alternativa para a questão c3c31e48-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    O Texto 1 fala em “comunidades ágrafas”; ou seja, aquelas comunidades que:
    Escolha uma alternativa para a questão c3c708a1-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    O prefixo que compõe a palavra ‘ágrafa’ é o mesmo que aparece na palavra:
    Escolha uma alternativa para a questão c3ca151e-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    Releia o trecho: “Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso”. A expressão sublinhada indica que se vai
    Escolha uma alternativa para a questão c3d068fa-b5