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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 392 de 950

  • Linguagens

    Português

    Texto 3


    Minha vida


    Minha vida

    não é tempo que corre

    do meu natal

    à minha morte


    Minha vida é o meu dia de natal

    - Dia da minha morte


    In: COOPER, Jorge. Poesia Completa.

    Maceió: Cepal, 2010, p. 41.

    No poema, aparecem os vocábulos “vida” e “morte”, que, sendo antônimos, contribuem para o desfecho paradoxal expresso nos dois últimos versos. Quanto às relações semânticas dos pares de palavras abaixo, qual das alternativas apresenta um erro?
    Escolha uma alternativa para a questão 1646d5e1-e6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Alagoas 2015, Interpretação de Textos

    Marque abaixo a única alternativa que não está de acordo com o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 164c83f5-e6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Alagoas 2015, Interpretação de Textos

    Ainda que o Menino Maluquinho tenha dado à professora a desculpa de que seu modo de falar fora “só gíria”, suas palavras, no segundo quadro da tira “A palavra é gíria”, só não sugerem
    Escolha uma alternativa para a questão 16502338-e6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Alagoas 2015, Interpretação de Textos

    Todos os alunos demonstram alegria com o anúncio da professora, entretanto, pelo terceiro quadrinho, esta só parece se aborrecer com o comportamento do Menino Maluquinho porque
    Escolha uma alternativa para a questão 1658272d-e6
  • Linguagens

    Português

    As relações de concordância nominal que aparecem nos textos abaixo indicam que os autores identificam-se com a categoria gramatical de gênero masculino. Apenas um texto contraria essa afirmação. Qual?
    Escolha uma alternativa para a questão 166af956-e6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Alagoas 2015, Interpretação de Textos

    Marque a alternativa abaixo que apresenta análise incoerente com esse texto de Drummond, escrito em 1984, pouco antes de sua morte, o qual, além de profético quanto à recente tragédia que vitimou o Rio Doce, em Minas Gerais, faz referência à comercialização da mineradora brasileira Vale do Rio Doce.
    Escolha uma alternativa para a questão 166efc65-e6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Alagoas 2015, Interpretação de Textos

    Considerando o sentido metafórico da segunda palavra “doce”, no texto que subscreve a paisagem, o referido rio não mais terá justificado o seu nome porque será
    Escolha uma alternativa para a questão 1672ae36-e6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Alagoas 2015, Análise sintática

    Uma alternativa está errada na análise sintático-morfológica abaixo. Assinale-a.
    Escolha uma alternativa para a questão 1677a35c-e6
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de TextosFigura 2 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de TextosFigura 3 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de Textos

    Quanto à tipologia, podemos classificar o texto acima como uma
    Escolha uma alternativa para a questão 545690e9-e9
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de TextosFigura 2 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de TextosFigura 3 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de Textos

    Em relação ao texto de Machado de Assis, não se pode afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 54658cf3-e9
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de TextosFigura 2 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de TextosFigura 3 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de Textos

    Sobre o texto “Um apólogo”, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 546a3d1b-e9
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Figuras de LinguagemFigura 2 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Figuras de LinguagemFigura 3 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Figuras de Linguagem

    O texto apresenta duas figuras de linguagem evidenciadas em negrito nas orações a seguir:

    “E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano.” “Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana – para dar a isto uma cor poética.”
    Podemos classificá-las, respectivamente, como

    Escolha uma alternativa para a questão 5475418f-e9
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, PontuaçãoFigura 2 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, PontuaçãoFigura 3 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Pontuação

    O uso das vírgulas está corretamente justificado em:
    Escolha uma alternativa para a questão 547968ef-e9
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Por que- porque/ porquê/ por quêFigura 2 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Por que- porque/ porquê/ por quêFigura 3 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Por que- porque/ porquê/ por quê

    A explicação para a grafia dos “porquês” está correta em
    Escolha uma alternativa para a questão 547d0716-e9
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 4 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de TextosFigura 2 de 4 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de TextosFigura 3 de 4 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de TextosFigura 4 de 4 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de Textos

    A principal intenção comunicativa da Carta da Terra é
    Escolha uma alternativa para a questão 5d807ab4-e9
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 4 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Coesão e coerênciaFigura 2 de 4 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Coesão e coerênciaFigura 3 de 4 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Coesão e coerênciaFigura 4 de 4 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Coesão e coerência

    Assinale a alternativa que não completa a oração abaixo.


    “Segundo o preâmbulo da Carta da Terra, devemos nos unir para propiciar uma sociedade global sustentável com base

    Escolha uma alternativa para a questão 5d83bfaf-e9
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 4 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de TextosFigura 2 de 4 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de TextosFigura 3 de 4 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de TextosFigura 4 de 4 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de Textos

    São afirmações presentes no preâmbulo da Carta da Terra, exceto que
    Escolha uma alternativa para a questão 5d86b045-e9
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 4 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, PontuaçãoFigura 2 de 4 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, PontuaçãoFigura 3 de 4 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, PontuaçãoFigura 4 de 4 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Pontuação

    “Portanto, juntos na esperança,afirmamos os seguintes princípios, interdependentes, visando a um modo de vida sustentável como padrão comum, através dos quais a conduta de todos os indivíduos, organizações, empresas, governos e instituições transnacionais será dirigida e avaliada.”


    As vírgulas, destacadas no período acima, foram usadas para separar

    Escolha uma alternativa para a questão 5d9ecda7-e9
  • Linguagens

    Português

    Meio ambiente: ações tardias e termômetros em alta
    Reinaldo Canto


    Não será por falta de declarações, compromissos e reconhecimentos que o processo de enfrentamento das mudanças climáticas não irá alcançar bons resultados durante a realização da COP 21 (Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas) em dezembro próximo, em Paris. Mas o que são bons resultados? Basicamente eles se referem a compromissos e não necessariamente a alterações no clima realmente perceptíveis.
    Os mais otimistas poderão dizer que as últimas notícias vindas de grandes emissores como Estados Unidos, China e Brasil; de importantes resoluções adotadas em encontros internacionais como a Cúpula do Desenvolvimento Sustentável e até mesmo por declarações de influentes religiosos como o Papa Francisco e lideranças muçulmanas sobre a importância de se cuidar do planeta, parecem mesmo representar um avanço importante no combate ao aquecimento global e às mudanças climáticas.
    Já os mais pessimistas ou, melhor dizendo, os mais realistas, aplaudem esses posicionamentos, mas, além de considerá-los ainda tímidos diante dos desafios, também perguntam sem obter respostas: o que está sendo proposto será mesmo suficiente? E, o que ainda é mais angustiante pensar: ainda dará tempo de reverter todo esse processo?
    Foram boas e alvissareiras as notícias anunciadas durante a Cúpula do Clima realizada no final de setembro em Nova York e que serviu de palco para diversos países apresentarem seus compromissos nacionais a serem ratificados durante a Conferência Climática de Paris (a COP 21). Grandes empresas também buscaram se destacar e se uniram aos líderes mundiais para selar compromissos de descarbonização de suas atividades e investimentos em energias limpas.
    A presidenta Dilma Rousseff também apresentou em Nova York o nosso INDC, sigla em inglês para o compromisso nacional determinado. A meta brasileira é diminuir 37% das emissões até 2025, chegando a 43% de redução em 2030. O incremento no uso de energias limpas, o reflorestamento de 12 milhões de hectares e o fim do desmatamento ilegal até 2030 estão entre as propostas para o alcance das metas estabelecidas pelo governo brasileiro.
    Mesmo considerando positiva e apoiando em parte o anúncio oficial do país, organizações e movimentos da sociedade civil se pronunciaram quanto à falta de detalhamento e ousadia do Brasil. Fizeram coro com diferentes abordagens, a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura; o coletivo Engajamundo e o Observatório do Clima, entre outros.
    Unânime mesmo foi a reprovação da meta de conter definitivamente o desmatamento apenas em 2030. A secretária executiva do Diálogo Florestal, integrante da Coalizão Brasil, Miriam Prochnow, afirmou que “a Coalizão entende que temos a obrigação, inclusive constitucional, de atacar isso imediatamente, com mais força".
    Na mesma linha, “declarar que o Brasil vai ‘buscar’ políticas para eliminar o desmatamento ilegal é ridículo. O que o governo está dizendo com isso é que aceita conviver com o crime por sabe-se lá quanto tempo. Isso é uma ofensa ao bom-senso e ao que o Brasil já mostrou que pode fazer no controle do desmatamento”, disse Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima. “É preciso lembrar que todos os outros países tropicais já se comprometeram a zerar o desmatamento em 2030”, acrescentou.
    Debates, metas e mesmo críticas à parte, a verdade é que a temperatura continua a subir. Em seu último relatório, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), alertou que a temperatura do planeta subirá quase 5 graus Celsius até 2100. Já relatório divulgado pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA, em inglês) constatou que o mês de julho deste ano foi o mais quente já registrado no mundo. O mês registrou temperatura média de 16,61°C nas superfícies dos continentes e dos oceanos, 0,81°C a mais do que a média de temperatura do século XX. O ano passado já havia sido apontado como o ano mais quente da história moderna. Além disso, os 10 anos mais quentes registrados, com exceção de 1998, ocorreram a partir de 2000.
    Uma das consequências desse aumento constante na temperatura está nos mares e oceanos. Recentemente a NASA, órgão aeronáutico e espacial norte-americano, divulgou um estudo com imagens de satélite que revela um aumento de 8 centímetros no nível dos oceanos de 1992 para cá, sendo que em alguns lugares do planeta chegou mesmo a 22 centímetros. Derretimentos de geleiras e expansão da água do mar estão entre as principais razões, efeitos, portanto, do aquecimento global.
    Só na Groenlândia, por exemplo, a perda de gelo anual está em 303 bilhões de toneladas e na Antártida são em média 118 bilhões de toneladas que todos os anos têm contribuído para elevar o nível dos nossos mares. Se tivermos em mente que muitas das maiores e mais habitadas cidades do mundo estão localizadas em litorais, pode-se imaginar que efeito isso terá num tempo não tão longo.
    Entre a constatação do aquecimento planetário e as ações anunciadas para reverter esse processo, o que nos cabe como sociedade é cobrar mais e mais efetividade e urgência. Descarbonizar a economia global, recuperar a cobertura florestal e mudar radicalmente nossa maneira de consumo e descarte não são mais possibilidades ou alternativas, mas necessidades básicas e urgentes para a própria sobrevivência da espécie humana. Vamos, portanto, radicalizar.
    Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/acoes-tardias-termometros-em-alta-e-o-combate-as-mudancas-climaticas-2413.html

    Pode-se afirmar que o autor, diante das condições do meio ambiente, sugere:
    Escolha uma alternativa para a questão 8c71941e-ef
  • Linguagens

    Português

    Meio ambiente: ações tardias e termômetros em alta
    Reinaldo Canto


    Não será por falta de declarações, compromissos e reconhecimentos que o processo de enfrentamento das mudanças climáticas não irá alcançar bons resultados durante a realização da COP 21 (Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas) em dezembro próximo, em Paris. Mas o que são bons resultados? Basicamente eles se referem a compromissos e não necessariamente a alterações no clima realmente perceptíveis.
    Os mais otimistas poderão dizer que as últimas notícias vindas de grandes emissores como Estados Unidos, China e Brasil; de importantes resoluções adotadas em encontros internacionais como a Cúpula do Desenvolvimento Sustentável e até mesmo por declarações de influentes religiosos como o Papa Francisco e lideranças muçulmanas sobre a importância de se cuidar do planeta, parecem mesmo representar um avanço importante no combate ao aquecimento global e às mudanças climáticas.
    Já os mais pessimistas ou, melhor dizendo, os mais realistas, aplaudem esses posicionamentos, mas, além de considerá-los ainda tímidos diante dos desafios, também perguntam sem obter respostas: o que está sendo proposto será mesmo suficiente? E, o que ainda é mais angustiante pensar: ainda dará tempo de reverter todo esse processo?
    Foram boas e alvissareiras as notícias anunciadas durante a Cúpula do Clima realizada no final de setembro em Nova York e que serviu de palco para diversos países apresentarem seus compromissos nacionais a serem ratificados durante a Conferência Climática de Paris (a COP 21). Grandes empresas também buscaram se destacar e se uniram aos líderes mundiais para selar compromissos de descarbonização de suas atividades e investimentos em energias limpas.
    A presidenta Dilma Rousseff também apresentou em Nova York o nosso INDC, sigla em inglês para o compromisso nacional determinado. A meta brasileira é diminuir 37% das emissões até 2025, chegando a 43% de redução em 2030. O incremento no uso de energias limpas, o reflorestamento de 12 milhões de hectares e o fim do desmatamento ilegal até 2030 estão entre as propostas para o alcance das metas estabelecidas pelo governo brasileiro.
    Mesmo considerando positiva e apoiando em parte o anúncio oficial do país, organizações e movimentos da sociedade civil se pronunciaram quanto à falta de detalhamento e ousadia do Brasil. Fizeram coro com diferentes abordagens, a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura; o coletivo Engajamundo e o Observatório do Clima, entre outros.
    Unânime mesmo foi a reprovação da meta de conter definitivamente o desmatamento apenas em 2030. A secretária executiva do Diálogo Florestal, integrante da Coalizão Brasil, Miriam Prochnow, afirmou que “a Coalizão entende que temos a obrigação, inclusive constitucional, de atacar isso imediatamente, com mais força".
    Na mesma linha, “declarar que o Brasil vai ‘buscar’ políticas para eliminar o desmatamento ilegal é ridículo. O que o governo está dizendo com isso é que aceita conviver com o crime por sabe-se lá quanto tempo. Isso é uma ofensa ao bom-senso e ao que o Brasil já mostrou que pode fazer no controle do desmatamento”, disse Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima. “É preciso lembrar que todos os outros países tropicais já se comprometeram a zerar o desmatamento em 2030”, acrescentou.
    Debates, metas e mesmo críticas à parte, a verdade é que a temperatura continua a subir. Em seu último relatório, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), alertou que a temperatura do planeta subirá quase 5 graus Celsius até 2100. Já relatório divulgado pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA, em inglês) constatou que o mês de julho deste ano foi o mais quente já registrado no mundo. O mês registrou temperatura média de 16,61°C nas superfícies dos continentes e dos oceanos, 0,81°C a mais do que a média de temperatura do século XX. O ano passado já havia sido apontado como o ano mais quente da história moderna. Além disso, os 10 anos mais quentes registrados, com exceção de 1998, ocorreram a partir de 2000.
    Uma das consequências desse aumento constante na temperatura está nos mares e oceanos. Recentemente a NASA, órgão aeronáutico e espacial norte-americano, divulgou um estudo com imagens de satélite que revela um aumento de 8 centímetros no nível dos oceanos de 1992 para cá, sendo que em alguns lugares do planeta chegou mesmo a 22 centímetros. Derretimentos de geleiras e expansão da água do mar estão entre as principais razões, efeitos, portanto, do aquecimento global.
    Só na Groenlândia, por exemplo, a perda de gelo anual está em 303 bilhões de toneladas e na Antártida são em média 118 bilhões de toneladas que todos os anos têm contribuído para elevar o nível dos nossos mares. Se tivermos em mente que muitas das maiores e mais habitadas cidades do mundo estão localizadas em litorais, pode-se imaginar que efeito isso terá num tempo não tão longo.
    Entre a constatação do aquecimento planetário e as ações anunciadas para reverter esse processo, o que nos cabe como sociedade é cobrar mais e mais efetividade e urgência. Descarbonizar a economia global, recuperar a cobertura florestal e mudar radicalmente nossa maneira de consumo e descarte não são mais possibilidades ou alternativas, mas necessidades básicas e urgentes para a própria sobrevivência da espécie humana. Vamos, portanto, radicalizar.
    Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/acoes-tardias-termometros-em-alta-e-o-combate-as-mudancas-climaticas-2413.html

    Segundo o texto, a atitude mundial para com as mudanças climáticas, por ora, está no nível:
    Escolha uma alternativa para a questão 8c7c1d41-ef