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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 619 de 950

  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente a tirinha e as afirmativas a seguir.


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais 2018, Interpretação de Textos

    WALKER, Greg Mort. Recruta Zero. O Estado de São Paulo. São Paulo, 11 mar. 2010 


    I. O uso do termo para determinar salva-vidas em oposição àquele utilizado por Quindim contribui para a construção do efeito de humor da tira.

    II. O jogo linguístico de que fazem uso na tira só se concretiza pela exploração das diferentes funções dos artigos indefinido e definido.

    III. A jovem da tira não está interessada em Quindim, visto que já conta com o próprio namorado para salvá-la.


    Marque a alternativa CORRETA:

    Escolha uma alternativa para a questão a7ddf2c4-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto que se segue:

    Dialogando com o público leitor

    – Boa tarde, o senhor me desculpe eu estar interrompendo sua leitura, mas é só um minutinho.
    – Ah, pois não.
    – É o seguinte, não é o senhor que é o escritor? O menino ali me disse que o senhor é o escritor.
    – Bem, não sei se sou o escritor. Mas sou um escritor, sou, sim.
    – Madalena, venha cá, é ele! Madalena! Chame Rosalvo e os meninos, é ele?
    – O que foi que houve?
    – Madalena é minha esposa, ela estava com vergonha de perguntar se era o senhor mesmo o escritor.
    Ela me disse que já tinha ouvido muito falar no senhor. E Rosalvo é meu cunhado, que conhece sua obra, é gente boa.
    – Sim, eu...
    – Não vou interromper nada, pode ficar descansado, o senhor pode continuar com sua leitura.
    – Eu...
    – Madalena, é ele mesmo! Você tinha razão, é ele. É boa gente, você sabe? Estamos aqui numa prosa ótima, ele é a simplicidade em pessoa. Olha aí, Rosalvo, é ele. Pode sentar, rapaz, ele não morde, háhá!
    – Muito prazer, dá licença.
    – Eu...
    – Meu nome é Rosalvo Luiz da Anunciação Pereira, mas eu costumo assinar apenas Anunciação Pereira.
    – Ah, sim, interessante.
    – Admiro muito sua obra, O Sargento de Milícias.
    – Mas não fui eu quem escreveu esse, foi outro. Bem que podia ter sido eu, mas não fui eu.
    – Ah, então o senhor não é autor do “Sargento”?
    – Sou, mas de outro sargento, o Sargento Getúlio.

    RIBEIRO, João Ubaldo. Contos e crônicas para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010, p. 59-63.

    Assinale a alternativa CORRETA em relação ao texto lido.
    Escolha uma alternativa para a questão a7e136fc-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o excerto a seguir.


    O grande e o pequeno

        Todo o caso de amor tem sempre um grande e um pequeno. Essa não é uma ideia original, apenas uma adaptação da frase: “a chaque deux amoureux il y a toujours celui que aime et celui que se laisse aimer”. O pequeno ama, o grande se deixa amar, o grande fala, o pequeno escuta, o grande discorda, o pequeno concorda, o pequeno se preocupa, o grande divaga, o grande se atrasa, o pequeno se antecipa, o pequeno teme, o grande ameaça, o grande pede, ou nem precisa pedir, e o pequeno já está fazendo.

        Às vezes o grande é um homem, às vezes é uma mulher. O grande pode ser o mais bonito e pode não ser. O pequeno pode ser o mais sensível, mas nem sempre é assim. Muitas vezes o grande é o mais esperto mas o pequeno também pode ser espertíssimo. Depende do caso. Ninguém descobriu até hoje nenhuma regra que permita determinar quem é o grande e quem é o pequeno de um casal. É necessária uma observação um pouco mais atenta. Numa festa, por exemplo, não é difícil identificar qual é qual. Geralmente o pequeno está torcendo para que a festa seja boa, principalmente se foi ele que sugeriu o programa. O grande se comportará de maneira mais blasé até se deixar embriagar pela música, pela bebida ou pelo ambiente, quando então ficará muito, mas muito mais entusiasmado do que o pequeno. O grande não se preocupa em conhecer pessoas, as pessoas é que sempre se aproximam dele, pelo menos na concepção do pequeno, mas mesmo que o pequeno atraia qualquer atenção, o fato vai passar desapercebido pelo grande. O pequeno evita o silêncio porque tem certeza de que a culpa é dele. Por isso tem sempre guardados na cabeça assuntos vários que possam ser úteis em diversas ocasiões. Mas se preocupa sempre em encaixá-los no momento mais apropriado, com cuidado, claro, para não perder a espontaneidade.

       A  calça nova do pequeno dificilmente lhe cai tão bem quanto a do grande, assim como o cabelo do grande sempre está melhor do que o pequeno, ainda que o resto do mundo pense exatamente o contrário. Mesmo que o pequeno dance bem, o grande sempre dançará melhor. O grande não é bom de decorar letras de músicas mas o pequeno sabe muitas decoradas, principalmente as mais românticas. O pequeno geralmente se comove com a lua calado enquanto o grande aponta, olha só que lua. No final da festa é sempre o pequeno que quer ir embora, a não ser que a festa seja ruim, neste caso o grande quis e eles já foram há muito tempo. Na saída, o pequeno sempre tem uma promessa nervosa e oculta para o resto da noite enquanto o grande se despede dos amigos displicentemente. Em casa, o pequeno faz tudo pra agradar, é macho, é gueixa, é incansável, e, se tocar o coração do grande, ainda deve comemorar com mais uma dose antes de cair no sono. No dia seguinte o pequeno estará inevitavelmente preocupado: será que eu fiz tudo certo? Será que eu devia ter dito aquilo? Por que será que toda vez sou eu que beijo primeiro? E provavelmente vai procurar o grande urgentemente apesar de ter se prometido que jamais faria isso.

        Não precisa nem ser um caso de amor. Mesmo entre dois irmãos, dois amigos, dois o que seja, sempre haverá um que quer mais e outro que quer menos, o generoso e o pedinte, o fascinante e o fascinado. O grande e o pequeno podem ser de qualquer espécie, inclusive bichos, com exceção dos gatos que são todos grandes.


    FALCÃO, Adriana. O doido da garrafa. São Paulo: Planeta, 2003, p. 11-13.


    Em relação ao excerto, marque a alternativa CORRETA. 

    Escolha uma alternativa para a questão a7e4e846-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema e as afirmativas a seguir.

    O filho do século


    Nunca mais andarei de bicicleta

    Nem conversarei no portão

    Com meninas de cabelos cacheados

    Adeus valsa "Danúbio Azul"

    Adeus tardes preguiçosas

    Adeus cheiros do mundo sambas

    Adeus puro amor

    Atirei ao fogo a medalhinha da Virgem

    Não tenho forças para gritar um grande grito

    Cairei no chão do século vinte

    Aguardem-me lá fora

    As multidões famintas justiceiras

    Sujeitos com gases venenosos

    É a hora das barricadas

    É a hora da fuzilamento, da raiva maior

    Os vivos pedem vingança

    Os mortos minerais vegetais pedem vingança

    É a hora do protesto geral

    É a hora dos vôos destruidores

    É a hora das barricadas, dos fuzilamentos

    Fomes desejos ânsias sonhos perdidos, M

    Misérias de todos os países uni-vos

    Fogem a galope os anjos-aviões

    Carregando o cálice da esperança

    Tempo espaço firmes porque me abandonastes.


    MENDES, Murilo. O Visionário. In: Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994, p. 239-240.


    I. Pode-se dizer que o poema apresenta dois momentos distintos: o primeiro se refere à época anterior à chegada do novo século e o segundo, ao século XX.

    II. Todas as situações mencionadas no poema evocam um mundo em que a vida é simples e prazerosa, parecendo ser proveniente da inocência e da ingenuidade.

    III. O novo século é caracterizado ao longo do poema pela dor, pelo sofrimento, pela violência e pela morte e desmonta-se em cenas de desesperança.

    IV. No verso “Atirei ao fogo a medalhinha da Virgem” representa-se a descrença espiritual ou o abandono da religião, já que a fé de nada adianta, considerando a realidade que se impõe.


    Marque a alternativa CORRETA:

    Escolha uma alternativa para a questão a7e809bb-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o seguinte fragmento de O filho eterno, de Cristovão Tezza:

    É, talvez, ele refletirá logo depois, ainda em pânico, dando corda à sua rara vocação dramática, que agora lhe toma por inteiro, a pior sensação imaginável na vida – quase a mesma sensação terrível do momento em que o filho se revelou ao mundo, da qual ele jamais se recuperará completamente, repete-se agora ao espelho, com intensidade semelhante, mas não se trata mais do acaso.

    TEZZA, Cristovão. O filho eterno. Rio de Janeiro: Record, 2007, p. 94.

    Marque a alternativa CORRETA que expressa o momento no qual o narrador descobre a dependência que sentia pelo filho.
    Escolha uma alternativa para a questão a7ebb650-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Read texts I and II to answer question.

    TEXT I

    Sonnet 18
    William Shakespeare

    Figura 1 de 4 da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Available at: <http://www.shakespeare-online.com/sonnets/18detail.html>. Acess on: 23 mar. 2018.

    Notes:
    Thee: you
    Thou art: You are
    temperate: constant
    Bud: a small part of a plant that develops into a flower
    the eye of heaven: the sun
    dimm’d: become less bright
    fair: beauty
    nature’s changing course: the passing of time
    thou ow'st: you possess 


    TEXT II
    Lego House
    Ed Sheeran

    Figura 2 de 4 da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Chorus (lines 13 to 23):

    Figura 3 de 4 da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Chorus (Repeat)

    Figura 4 de 4 da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Chorus (Repeat)

    Available at: <https://vagalume.com.br> . Acess on: 23 mar. 2018. Adapted.

    All of the statements are according to the texts I and II, EXCEPT FOR the alternative:
    Escolha uma alternativa para a questão a7ef5cbe-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Read the following text to answer question.


    The nature of intelligence


    For many years, scientists (1) ___________ define the nature of human intelligence. However, they (2) ___________unable to agree on whether there is one kind of intelligence, or several kinds. In the early 20th century, psychologist Charles Spearman came up with the concept of 'g' or 'general intelligence'. He (3) ___________ subjects a variety of different tests and (4) ___________ that the people who performed well in the tests used one part of the brain, which he called 'g', for all the tests. More recently, research (5)___________ that this idea may well be true, as one part of the brain (the lateral prefrontal cortex) shows increased blood flow during testing. However, some scientists believe that intelligence is a matter of how much people (6) ___________rather than some ability they are born with. They believe that environment also matters.


    VINCE, M. Macmillan English grammar in context. Macmillan, London. 2008. p. 22. Adapted.


    Check the alternative that shows the sequence of words that CORRECTLY fill in the spaces (1-6).

    Escolha uma alternativa para a questão a7f264f4-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Read the article “The Olympic Games”, to answer question.


    The Olympic Games

    The ancient Olympic Games were originally a festival, or celebration of and for Zeus; later, events such as a footrace, a javelin contest, and wrestling matches were added. The Olympic Games were a series of athletic competitions among representatives of city-states and one of the Panhellenic Games of ancient Greece. They were held in honor of Zeus, and the Greeks gave them a mythological origin. The first Olympics is traditionally dated to 776 BC. They continued to be celebrated when Greece came under Roman rule, until the emperor Theodosius I suppressed them in AD 393 as part of the campaign to impose Christianity as the State religion of Rome. The games were held every four years, or olympiad, which became a unit of time in historical chronologies.

    During the celebration of the games, an Olympic Truce was enacted so that athletes could travel from their cities to the games in safety. The prizes for the victors were olive leaf wreaths or crowns. The games became a political tool used by city-states to assert dominance over their rivals. Politicians would announce political alliances at the games, and in times of war, priests would offer sacrifices to the gods for victory. The games were also used to help spread Hellenistic culture throughout the Mediterranean. The Olympics also featured religious celebrations. The statue of Zeus at Olympia was counted as one of the seven wonders of the ancient world. Sculptors and poets would congregate each olympiad to display their works of art to would-be patrons.

    The ancient Olympics had fewer events than the modern games, and only freeborn Greek men were allowed to participate, although there were victorious women chariot owners. As long as they met the entrance criteria, athletes from any Greek citystate and kingdom were allowed to participate, although the Hellanodikai, the officials in charge, allowed king Alexander I of Macedon to participate in the games only after he had proven his Greek ancestry. The games were always held at Olympia rather than moving between different locations as is the practice with the modern Olympic Games. Victors at the Olympics were honored, and their feats chronicled for future generations.


    Available at:<https://en.wikipedia.org/wiki/Ancient_Olympic_Games> . Access on: 23 mar. 2018.


    The previous text does not contain information to answer the following question:
    Escolha uma alternativa para a questão a7f5a9bb-b6
  • Linguagens

    Inglês

    To answer question, read the following text.


    The movies that rose from the gave

    It may disappear for a while, stay out of sight, out of mind, but sooner or later it will rise again, and no matter what we do, or how hard we try, it will never, ever die. A zombie? Hardly, rather our own fascination with what popular culture now refers to as “the living dead”.

    Zombies have dominated mainstream horror for more than half a decade. They’re everywhere: movies, books, videogames, comics, even a new Broadway musical adaptation of Sam Raimi’s The Evil Dead. Not only have they replaced previous alpha-monsters such as vampires and werewolves, (1) ___________ are continuing to generate more interest (and revenue) than almost all other creatures put together. Given that several years ago the living dead were considered an obscure and largely underground sub-genre, it would not be an exaggeration to state that they have enjoyed a spectacular rebirth (2) ___________ anything in the history of modern horror.

    Where did these creatures come from? Why are they so popular now? And when, if ever, will their reign of terror cease?

    (3) ___________ many cultures have their own myths concerning the raising of the dead (one going as far back as the epic of Gilgamesh), the word “zombie” can trace its origins back to west Africa. The legend involves a “houngan” (wizard) using a magical elixir to transform a living human into a mobile, docile and obedient corpse. The fact that this legend is deeply rooted in reality (Haitian zombie powder was discovered to contain a powerful neuro-toxin that caused a live victim to behave like a resurrected corpse) may explain why, when African slaves were brought to the Americas, European colonists also embraced the notion of the living dead.

    For several centuries the voodoo zombie remained the staple of tall tales, stage productions, and even early Hollywood movies (4) ___________White Zombie (1932) and I Walked With a Zombie (1943). It wasn’t until 1968 that up-and-coming film maker George A Romero gave us a whole new reason to be afraid. Night of the Living Dead replaced the image of a harmless voodoo-created zombie with a hostile, flesh-eating ghoul that swelled its numbers to pandemic proportions. This new ghoul was the result of science, not magic, specifically radiation from a returning space probe. This new ghoul could, likewise, only be dispatched by a scientific solution: destroying the brain or severing it from the rest of the body. This new ghoul obeyed no one, (5) ___________its own insatiable craving for living, human flesh. In fact, this new ghoul was only referred to throughout the movie as a ghoul. The word zombie was never mentioned.


    Available at :< https://www.theguardian.com/film/2006/nov/10/1>. Acess on: 23 mar. 2018.


    Check the alternative that shows the sequence of words that CORRECTLY fill in the spaces 1-5.

    Escolha uma alternativa para a questão a7f8b354-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto II para responder a questão.

    Texto II

    Marketing sonhático

    Produtos com ingredientes orgânicos e fabricados respeitando as tradições locais tendem a ganhar pontos. Por isso, um número crescente de empresas exagera um tantinho na hora de se "vender". A fabricante carioca de sucos Do Bem, criada em 2007, publica verdadeiros manifestos em suas caixinhas.

    A Do Bem não usa açúcar, corantes ou conservantes para fazer uma "bebida verdadeira". Um desses manifestos diz que suas laranjas, "colhidas fresquinhas todos os dias, vêm da fazenda do senhor Francesco do interior de São Paulo, um esconderijo tão secreto que nem o Capitão Nascimento poderia descobrir".

    Os sucos custam cerca de 10% mais do que os da concorrência. Mas as laranjas não são tão especiais assim. Na verdade, quem fornece o suco para a Do Bem não é seu Francesco, que jamais existiu, mas empresas como a Brasil Citrus, que vende o mesmo produto para as marcas próprias de supermercados.

    Em nota, a empresa disse que não comenta a política de fornecedores e que o personagem Francesco é "inspirado em pessoas reais". Até grandes empresas estão enveredando para esse marketing mais, digamos, sonhático. A Coca-Cola, por exemplo, lançou em 2011 no Brasil um suco chamado Limão & Nada. 

    A promessa, a julgar pelo nome, era que aquele fosse um suco natural de limão. Mas a bebida tinha outros ingredientes na formulação, açúcar entre eles, e acabou saindo de linha no ano passado [2013]. A Coca-Cola diz, em nota, que os ingredientes eram informados na embalagem e que o nome não pretendia confundir o consumidor.

    Nos Estados Unidos, uma reportagem desmascarou dezenas de destilarias de uísque ditas artesanais. Algumas delas, criadas há poucos anos, vendiam bebidas envelhecidas 15 anos, o que chamou a atenção de consumidores mais desconfiados. Descobriu-se que mais de 40 marcas compravam uísque de um mesmo fornecedor, a fábrica MGP, uma das maiores do país, localizada no estado de Indiana.

    Entre as desmascaradas está a Breaker Bourbon, que afirmava produzir sua bebida numa destilaria nas montanhas douradas da costa californiana. "Todo mundo tem uma história boa e verdadeira para contar. As empresas não precisam ser desonestas com seus clientes", diz Mauricio Mota, sócio da agência de conteúdo The Alchemists.

    Para o publicitário Washington Olivetto, presidente da WMcCann, que ajudou na criação da Diletto, "um lindo produto merece uma linda história". Se a história for verdadeira, tanto melhor.

    Fonte: Adaptado de: Leal, Ana Luiza. Toda empresa quer ter uma boa história. Algumas são mentira.
    Revista Exame, 23/10/14.
    Acesso em: 23/10/17.
    Disponível em: https://exame.abril.com.br/revista-exame/marketing-ou-mentira/
    Com base na leitura do texto II, é correto concluir que:
    Escolha uma alternativa para a questão c80343ca-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto II para responder a questão.

    Texto II

    Marketing sonhático

    Produtos com ingredientes orgânicos e fabricados respeitando as tradições locais tendem a ganhar pontos. Por isso, um número crescente de empresas exagera um tantinho na hora de se "vender". A fabricante carioca de sucos Do Bem, criada em 2007, publica verdadeiros manifestos em suas caixinhas.

    A Do Bem não usa açúcar, corantes ou conservantes para fazer uma "bebida verdadeira". Um desses manifestos diz que suas laranjas, "colhidas fresquinhas todos os dias, vêm da fazenda do senhor Francesco do interior de São Paulo, um esconderijo tão secreto que nem o Capitão Nascimento poderia descobrir".

    Os sucos custam cerca de 10% mais do que os da concorrência. Mas as laranjas não são tão especiais assim. Na verdade, quem fornece o suco para a Do Bem não é seu Francesco, que jamais existiu, mas empresas como a Brasil Citrus, que vende o mesmo produto para as marcas próprias de supermercados.

    Em nota, a empresa disse que não comenta a política de fornecedores e que o personagem Francesco é "inspirado em pessoas reais". Até grandes empresas estão enveredando para esse marketing mais, digamos, sonhático. A Coca-Cola, por exemplo, lançou em 2011 no Brasil um suco chamado Limão & Nada. 

    A promessa, a julgar pelo nome, era que aquele fosse um suco natural de limão. Mas a bebida tinha outros ingredientes na formulação, açúcar entre eles, e acabou saindo de linha no ano passado [2013]. A Coca-Cola diz, em nota, que os ingredientes eram informados na embalagem e que o nome não pretendia confundir o consumidor.

    Nos Estados Unidos, uma reportagem desmascarou dezenas de destilarias de uísque ditas artesanais. Algumas delas, criadas há poucos anos, vendiam bebidas envelhecidas 15 anos, o que chamou a atenção de consumidores mais desconfiados. Descobriu-se que mais de 40 marcas compravam uísque de um mesmo fornecedor, a fábrica MGP, uma das maiores do país, localizada no estado de Indiana.

    Entre as desmascaradas está a Breaker Bourbon, que afirmava produzir sua bebida numa destilaria nas montanhas douradas da costa californiana. "Todo mundo tem uma história boa e verdadeira para contar. As empresas não precisam ser desonestas com seus clientes", diz Mauricio Mota, sócio da agência de conteúdo The Alchemists.

    Para o publicitário Washington Olivetto, presidente da WMcCann, que ajudou na criação da Diletto, "um lindo produto merece uma linda história". Se a história for verdadeira, tanto melhor.

    Fonte: Adaptado de: Leal, Ana Luiza. Toda empresa quer ter uma boa história. Algumas são mentira.
    Revista Exame, 23/10/14.
    Acesso em: 23/10/17.
    Disponível em: https://exame.abril.com.br/revista-exame/marketing-ou-mentira/
    Em relação ao termo sonhático, utilizado na frase "Até grandes empresas estão enveredando para esse marketing mais, digamos, sonhático", é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão c8071d3a-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto II para responder a questão.

    Texto II

    Marketing sonhático

    Produtos com ingredientes orgânicos e fabricados respeitando as tradições locais tendem a ganhar pontos. Por isso, um número crescente de empresas exagera um tantinho na hora de se "vender". A fabricante carioca de sucos Do Bem, criada em 2007, publica verdadeiros manifestos em suas caixinhas.

    A Do Bem não usa açúcar, corantes ou conservantes para fazer uma "bebida verdadeira". Um desses manifestos diz que suas laranjas, "colhidas fresquinhas todos os dias, vêm da fazenda do senhor Francesco do interior de São Paulo, um esconderijo tão secreto que nem o Capitão Nascimento poderia descobrir".

    Os sucos custam cerca de 10% mais do que os da concorrência. Mas as laranjas não são tão especiais assim. Na verdade, quem fornece o suco para a Do Bem não é seu Francesco, que jamais existiu, mas empresas como a Brasil Citrus, que vende o mesmo produto para as marcas próprias de supermercados.

    Em nota, a empresa disse que não comenta a política de fornecedores e que o personagem Francesco é "inspirado em pessoas reais". Até grandes empresas estão enveredando para esse marketing mais, digamos, sonhático. A Coca-Cola, por exemplo, lançou em 2011 no Brasil um suco chamado Limão & Nada. 

    A promessa, a julgar pelo nome, era que aquele fosse um suco natural de limão. Mas a bebida tinha outros ingredientes na formulação, açúcar entre eles, e acabou saindo de linha no ano passado [2013]. A Coca-Cola diz, em nota, que os ingredientes eram informados na embalagem e que o nome não pretendia confundir o consumidor.

    Nos Estados Unidos, uma reportagem desmascarou dezenas de destilarias de uísque ditas artesanais. Algumas delas, criadas há poucos anos, vendiam bebidas envelhecidas 15 anos, o que chamou a atenção de consumidores mais desconfiados. Descobriu-se que mais de 40 marcas compravam uísque de um mesmo fornecedor, a fábrica MGP, uma das maiores do país, localizada no estado de Indiana.

    Entre as desmascaradas está a Breaker Bourbon, que afirmava produzir sua bebida numa destilaria nas montanhas douradas da costa californiana. "Todo mundo tem uma história boa e verdadeira para contar. As empresas não precisam ser desonestas com seus clientes", diz Mauricio Mota, sócio da agência de conteúdo The Alchemists.

    Para o publicitário Washington Olivetto, presidente da WMcCann, que ajudou na criação da Diletto, "um lindo produto merece uma linda história". Se a história for verdadeira, tanto melhor.

    Fonte: Adaptado de: Leal, Ana Luiza. Toda empresa quer ter uma boa história. Algumas são mentira.
    Revista Exame, 23/10/14.
    Acesso em: 23/10/17.
    Disponível em: https://exame.abril.com.br/revista-exame/marketing-ou-mentira/
    O trecho "Entre as desmascaradas está a Breaker Bourboun" faz referência a:
    Escolha uma alternativa para a questão c80ac1f6-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Text II:

    APPLE PIE RECIPE

    6 cups thinly sliced apples
    3/4 cup white sugar
    1 tablespoon butter
    1 teaspoon ground cinnamon
    1 recipe pastry for a 9-inch double-crust pie

    Prepare your pastry for a two crust pie. Wipe, quarter, core, peel, and slice apples; measure to 6 cups. Combine sugar and cinnamon. The amount of sugar used depends on how tart your apples are. Arrange apples in layers in pastry lined pie plate. Sprinkle each layer with sugar and cinnamon. Dot top layer with small pieces of butter or margarine. Cover with top crust. Place on lowest rack in oven preheated to 450 degrees F (230 degrees C). Bake for 10 minutes, then reduce oven temperature to 350 degrees F (175 degrees C). Bake for 30 to 35 minutes longer. Serve warm or cold.
    Source: < https://goo.gl/N6rWtZ > Date of retrieval: June 13th, 2018.
    O texto II pertence a um gênero textual conhecido pelo uso de verbos no modo imperativo, isto é, verbos que indicam ordens, pedidos, comandos, etc.

    ASSINALE a alternativa que NÃO contém verbos no modo imperativo:
    Escolha uma alternativa para a questão c834a4ec-b6
  • Linguagens

    Português

    Texto I

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais 2018, Interpretação de Textos

    Fonte: www.cartunista.com.br. Acesso em 8 de maio de 2018.

    O efeito de humor no texto I é produzido:
    Escolha uma alternativa para a questão 3de17f83-b6
  • Linguagens

    Português

    Texto I

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais 2018, Interpretação de Textos

    Fonte: www.cartunista.com.br. Acesso em 8 de maio de 2018.

    Sobre o uso das variantes linguísticas no texto I, é CORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3de7cf76-b6
  • Linguagens

    Português

    Texto II


    Imagem da questão de Português, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais 2018, Interpretação de Textos

    Fonte: https://istoe.com.br/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL/

    Acesso em 8 de maio de 2018. Adaptado.

    Identifica-se como função dos textos I e II, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 3deb28b1-b6
  • Linguagens

    Português

    Texto III


    Dependência Digital

    Por Gabriela Cabral

    A dependência digital é a busca incessante pela utilização da internet que age de forma semelhante à dependência química, pois ocorre como consequência do uso prolongado da internet que, por sua vez, proporciona prazer físico à pessoa. Tal prazer está relacionado a fatos e reações simples como downloads, interatividades, e-mails, que em contato direto com o organismo originam descargas elétricas entre os neurônios através da dopamina.

    A dopamina é um neurotransmissor que antecede naturalmente a adrenalina e a noradrenalina que atuam no organismo como estimulantes do sistema nervoso central. A dependência digital estimula a produção da dopamina e provoca uma grande sensação de prazer resultando na busca por tais momentos.

    Em pesquisa realizada no ano de 1997, pela pesquisadora Diane Wieland, dos Estados Unidos, foi afirmado que o uso prolongado desta ferramenta facilitadora de buscas e pesquisas promove além do estado vicioso de dependência, relacionamentos interpessoais baseados em fatores supérfluos e sem envolvimentos. Na pesquisa, foi comprovado que pessoas que utilizam a internet em grande escala se tornam virtuais, pois aderem a relacionamentos íntimos, de amizade e de competições virtuais transformando o próprio organismo num organismo virtual.

    A dependência digital provoca compulsão, depressão, TOC (transtorno obsessivo-compulsivo), agitação, irritabilidade, perda de sentimentos e perturbação. A perturbação está ligada às preocupações com a rede, com o tempo em que está on-line, com a percepção de sua necessidade de permanecer na internet, o distanciamento de amigos e familiares e ainda com o refúgio que a rede lhe proporciona diante de problemas. 

    Do ponto de vista psicológico, a dependência digital é uma patologia e ocorre em alguns casos, não acometendo todos os usuários. Quando se transforma em patologia, deve ser percebida e encaminhada para um profissional competente para que esse auxilie o indivíduo na busca do autocontrole.


    Fonte: DANTAS, Gabriela Cabral da Silva. "Dependência Digital"; Brasil Escola.Disponível em 

    <https://brasilescola.uol.com.br/psicologia/dependencia-digital.htm> .Acesso em 28 de julho de 2018.

    Considerando as características do gênero do texto III, é correto afirmar que a principal intenção da autora é:
    Escolha uma alternativa para a questão 3dfb29ed-b6
  • Linguagens

    Português

    Considere a charge, de autoria de Arionauro.

    Imagem da questão de Português, Universidade Virtual de São Paulo 2018, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa que apresenta um título que sintetize a mensagem da charge.

    Escolha uma alternativa para a questão 23daffba-b9
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho da notícia publicada no site da Revista Galileu, em julho de 2017, para responder à questão.


    Marvel criará primeiro super-herói chinês protagonista em HQs


        A Marvel vai criar, em parceria com a chinesa NetEase, o primeiro super-herói chinês a estrelar nos quadrinhos. Até hoje a empresa que pertence à Disney só mostrou chineses em papéis secundários, como Benedict Wong, de Doutor Estranho, e o vilão Mandarim, em Homem de Ferro.

        A franquia criadora de Homem-Aranha e X-Men, porém, já arrecadou US$ 1,175 bilhão na China com suas adaptações para o cinema. Por esse e por outros motivos, a ideia é que a parceria das empresas não fique só nas HQs, mas futuramente se transforme em outros produtos, como livros e jogos.


    (https://revistagalileu.globo.com. 11.07.2017. Adaptado)
    A partir da leitura da notícia, pode-se concluir que
    Escolha uma alternativa para a questão 23defa80-b9
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho da notícia publicada no site da Revista Galileu, em julho de 2017, para responder à questão.


    Marvel criará primeiro super-herói chinês protagonista em HQs


        A Marvel vai criar, em parceria com a chinesa NetEase, o primeiro super-herói chinês a estrelar nos quadrinhos. Até hoje a empresa que pertence à Disney só mostrou chineses em papéis secundários, como Benedict Wong, de Doutor Estranho, e o vilão Mandarim, em Homem de Ferro.

        A franquia criadora de Homem-Aranha e X-Men, porém, já arrecadou US$ 1,175 bilhão na China com suas adaptações para o cinema. Por esse e por outros motivos, a ideia é que a parceria das empresas não fique só nas HQs, mas futuramente se transforme em outros produtos, como livros e jogos.


    (https://revistagalileu.globo.com. 11.07.2017. Adaptado)
    Em “Até hoje a empresa que pertence à Disney só mostrou chineses em papéis secundários”, a expressão que pode estar entre vírgulas, sem que se comprometa a correção gramatical, é:
    Escolha uma alternativa para a questão 23e20905-b9