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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 690 de 950

  • Linguagens

    Português

    Empresa transforma seu laptop escolar em ‘e-book’

    Os fabricantes de produtos eletrônicos deram mais um passo na evolução do mercado dos laptops escolares. Uma empresa americana apresentou um protótipo da nova versão de seu Classmate, um computador portátil criado especialmente para uso em sala de aula. O jornal Valor Econômico teve acesso com exclusividade ao equipamento, que começará a chegar ao mercado no segundo trimestre de 2010.
    A bateria do equipamento, que na versão atual dura no máximo seis horas, foi estendida para até oito horas e meia. A principal novidade, no entanto, é a capacidade de converter o equipamento em um suporte diferenciado de livros digitais. O aluno pode girar a tela e, com a ponta do dedo, “folhear” as páginas do livro; pode também fazer anotações usando uma caneta acoplada ao computador. Um software de colaboração permite que os estudantes compartilhem, instantaneamente, os arquivos e o conteúdo mostrados na tela.
    Enquanto olha para licitações públicas, a empresa também corre para fechar acordo com fabricantes e redes varejistas, que deverão colocar os novos laptops da empresa nas prateleiras nos próximos meses.
    BORGES, André. Valor Econômico, 07.03.2010. Adaptado. Questão 50 Questão 51 PORTUGUÊS L
    Assinale a alternativa em que o trecho do último parágrafo do texto esteja corretamente interpretado.
    Escolha uma alternativa para a questão 73fd3a24-b1
  • Linguagens

    Inglês

    Leia a charge.


    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    <https://tinyurl.com/y3lrke6a> Acesso em: 08.10.2019. Original colorido.


    A ironia da charge se constrói no fato de

    Escolha uma alternativa para a questão c7f54a90-b2
  • Linguagens

    Português

    O conceito de precariado se refere a uma classe emergente, definida por uma combinação distinta de relações. As pessoas do precariado estão sendo forçadas a aceitar uma vida de empregos instáveis, sem uma identidade ocupacional, sendo exploradas e sem horários regulares de trabalho.

    <https://tinyurl.com/y6kgyeqz>Acesso em: 10.10.2019. Adaptado.


    De acordo com o texto, o precariado é um grupo de pessoas que
    Escolha uma alternativa para a questão c7f9732c-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos I e II para responder a questão.


    Texto I

    O branco açúcar que adoçará meu café

    Nesta manhã de Ipanema

    Não foi produzido por mim

    Nem surgiu dentro do açucareiro por milagre

    Vejo-o puro

    E afável ao paladar

    Como beijo de moça, água

    Na pele, flor

    Que se dissolve na boca. Mas este açúcar

    Não foi feito por mim.

    Este açúcar veio

    Da mercearia da esquina e tampouco o fez o Oliveira,

    Dono da mercearia.

    Este açúcar veio

    De uma usina de açúcar em Pernambuco

    Ou no Estado do Rio

    E tampouco o fez o dono da usina.

    Este açúcar era cana

    E veio dos canaviais extensos

    Que não nascem por acaso

    No regaço do vale.

    Em lugares distantes,onde não há hospital

    Nem escola,

    Homens que não sabem ler e morrem de fome

    Aos 27 anos

    Plantaram e colheram a cana

    Que viraria açúcar.

    Em usinas escuras,

    Homens de vida amarga

    E dura

    Produziram este açúcar

    Branco e puro

    Com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.

    GULLAR, F. “O Açúcar”. Toda poesia. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1980.


    Texto II

    Imagem da questão de Português, FATEC 2019, Interpretação de Textos

    <https://tinyurl.com/y4ur7lhb> Acesso em: 18.10.2019. Original colorido


    * Texto da imagem: “Em 1888, a princesa Isabel assinou a Lei Áurea, mas nem todo mundo conseguiu ler.”

    As informações contidas na imagem do texto II, localizadas no canto inferior direito, não foram reproduzidas, pois não interferem na resolução da questão apresentada.
    Após a leitura e a análise, infere-se corretamente que ambos os textos abordam temáticas
    Escolha uma alternativa para a questão c7fd624b-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder a questão.


    Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination

    Haroon Siddique

    Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT


    A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.

    A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.

    The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.

    It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.

    Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”

    Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the  findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.

    “It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.” 


    <https://tinyurl.com/y9nohdte>  Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.


    *BME – Black and Minority Ethnicity

    O estudo mencionado no texto aponta para a discriminação racial de
    Escolha uma alternativa para a questão c85b427e-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder a questão.


    Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination

    Haroon Siddique

    Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT


    A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.

    A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.

    The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.

    It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.

    Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”

    Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the  findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.

    “It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.” 


    <https://tinyurl.com/y9nohdte>  Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.


    *BME – Black and Minority Ethnicity

    Segundo o texto, estudos indicam que a discriminação está presente tanto na busca por emprego, quanto
    Escolha uma alternativa para a questão c85fd46d-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder a questão.


    Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination

    Haroon Siddique

    Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT


    A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.

    A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.

    The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.

    It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.

    Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”

    Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the  findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.

    “It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.” 


    <https://tinyurl.com/y9nohdte>  Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.


    *BME – Black and Minority Ethnicity

    De acordo com o Professor Anthony Heath, o que causa surpresa em relação à pesquisa apresentada é que
    Escolha uma alternativa para a questão c8636b74-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder a questão.


    Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination

    Haroon Siddique

    Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT


    A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.

    A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.

    The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.

    It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.

    Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”

    Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the  findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.

    “It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.” 


    <https://tinyurl.com/y9nohdte>  Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.


    *BME – Black and Minority Ethnicity

    Segundo a fala da Dra. Zubaida Haque, o mais preocupante é
    Escolha uma alternativa para a questão c869a5e6-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder a questão.


    Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination

    Haroon Siddique

    Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT


    A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.

    A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.

    The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.

    It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.

    Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”

    Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the  findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.

    “It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.” 


    <https://tinyurl.com/y9nohdte>  Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.


    *BME – Black and Minority Ethnicity

    A diretora do grupo Runnymede acredita que o panorama descrito
    Escolha uma alternativa para a questão c871155b-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia a charge.


    Imagem da questão de Português, FATEC 2019, Interpretação de Textos

    <https://tinyurl.com/y4xtwcwo> Acesso em: 19.10.2019.


    De acordo com as informações verbais e não verbais apresentadas na charge, pode-se depreender, corretamente, que
    Escolha uma alternativa para a questão c8cfad1b-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.  


    O leitor encontra, neste belo número da Revista Katálysis, um panorama rico, denso e qualificado do que vem ocorrendo no mundo do trabalho hoje, com seus traços de “continuidade” e “descontinuidade”, num período em que o capitalismo aprofundou ainda mais as penalizações que está impondo ao universo laborativo, onde o “novo” e o “velho” se (re)configuram a partir da nova Divisão Internacional do Trabalho (DIT), que se reestruturou nas últimas décadas.

    [...]

    Se a Revolução Industrial, nos séculos XVIII e XIX, legou-nos um enorme processo de “desantropomorfização do trabalho” (Lukács); se o século XX pode ser caracterizado pelo que Braverman definiu como sendo a “era da degradação do trabalho”, as últimas décadas do século passado e os inícios do atual vêm presenciando a generalização de “outras formas e modalidades de precarização”, [...] aquela responsável pela geração do cybertariado (Ursula Huws), uma nova força de trabalho global que mescla intensamente “informatização” com “informalização”.[...]

    As consequências são fortes: nesta fase de desmanche, estamos presenciando o derretimento dos poucos laços de sociabilidade, [...] sem presenciarmos uma ampliação da vida dotada de sentido, nem “dentro” e nem “fora” do trabalho. A vida se consolida, cada vez mais, como sendo desprovida de sentido no trabalho e, por outro lado, estranhada e fetichizada* também “fora” do trabalho, exaurindo-se no mundo sublimado do consumo (virtual ou real), ou na labuta incansável pelas qualificações de todo tipo, que são incentivadas como antídoto [...] para não perder o emprego daqueles que o têm.

    É por isso que estamos presenciando uma desconstrução sem precedentes do trabalho em toda a era moderna, ampliando os diversos modos de ser da precarização e do desemprego estrutural. Resta para a “classe-que-vive-do-trabalho” oscilar, ao modo dos pêndulos, entre a busca de qualquer “labor” e a vivência do desemprego.

    Este número especial da Revista Katálysis, dedicado às novas configurações do trabalho na sociedade capitalista, é uma contribuição efetiva para a linhagem crítica, atualizada e original, tanto pelos temas selecionados, quanto pela qualidade e competência dos colaboradores presentes, ajudando a descortinar tantos elementos que configuram a “nova morfologia do trabalho”, seus dilemas e desafios.

    Ricardo Antunes, Editorial da Revista Katálysis, n.2, 2009. 

    <https://tinyurl.com/y6nchqmr> Acesso em: 19.10.2019. Adaptado.


    *fetichizar: ação de admirar exageradamente, irrestritamente, incondicionalmente uma pessoa ou coisa. 





    Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta das informações apresentadas no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão c8d4cd63-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.  


    O leitor encontra, neste belo número da Revista Katálysis, um panorama rico, denso e qualificado do que vem ocorrendo no mundo do trabalho hoje, com seus traços de “continuidade” e “descontinuidade”, num período em que o capitalismo aprofundou ainda mais as penalizações que está impondo ao universo laborativo, onde o “novo” e o “velho” se (re)configuram a partir da nova Divisão Internacional do Trabalho (DIT), que se reestruturou nas últimas décadas.

    [...]

    Se a Revolução Industrial, nos séculos XVIII e XIX, legou-nos um enorme processo de “desantropomorfização do trabalho” (Lukács); se o século XX pode ser caracterizado pelo que Braverman definiu como sendo a “era da degradação do trabalho”, as últimas décadas do século passado e os inícios do atual vêm presenciando a generalização de “outras formas e modalidades de precarização”, [...] aquela responsável pela geração do cybertariado (Ursula Huws), uma nova força de trabalho global que mescla intensamente “informatização” com “informalização”.[...]

    As consequências são fortes: nesta fase de desmanche, estamos presenciando o derretimento dos poucos laços de sociabilidade, [...] sem presenciarmos uma ampliação da vida dotada de sentido, nem “dentro” e nem “fora” do trabalho. A vida se consolida, cada vez mais, como sendo desprovida de sentido no trabalho e, por outro lado, estranhada e fetichizada* também “fora” do trabalho, exaurindo-se no mundo sublimado do consumo (virtual ou real), ou na labuta incansável pelas qualificações de todo tipo, que são incentivadas como antídoto [...] para não perder o emprego daqueles que o têm.

    É por isso que estamos presenciando uma desconstrução sem precedentes do trabalho em toda a era moderna, ampliando os diversos modos de ser da precarização e do desemprego estrutural. Resta para a “classe-que-vive-do-trabalho” oscilar, ao modo dos pêndulos, entre a busca de qualquer “labor” e a vivência do desemprego.

    Este número especial da Revista Katálysis, dedicado às novas configurações do trabalho na sociedade capitalista, é uma contribuição efetiva para a linhagem crítica, atualizada e original, tanto pelos temas selecionados, quanto pela qualidade e competência dos colaboradores presentes, ajudando a descortinar tantos elementos que configuram a “nova morfologia do trabalho”, seus dilemas e desafios.

    Ricardo Antunes, Editorial da Revista Katálysis, n.2, 2009. 

    <https://tinyurl.com/y6nchqmr> Acesso em: 19.10.2019. Adaptado.


    *fetichizar: ação de admirar exageradamente, irrestritamente, incondicionalmente uma pessoa ou coisa. 





    Dentre as propostas de reescrita dos diferentes trechos retirados do texto, assinale a única que mantém o sentido original e que respeita as normas da variedade culta da língua portuguesa.
    Escolha uma alternativa para a questão c8d8501f-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.  


    O leitor encontra, neste belo número da Revista Katálysis, um panorama rico, denso e qualificado do que vem ocorrendo no mundo do trabalho hoje, com seus traços de “continuidade” e “descontinuidade”, num período em que o capitalismo aprofundou ainda mais as penalizações que está impondo ao universo laborativo, onde o “novo” e o “velho” se (re)configuram a partir da nova Divisão Internacional do Trabalho (DIT), que se reestruturou nas últimas décadas.

    [...]

    Se a Revolução Industrial, nos séculos XVIII e XIX, legou-nos um enorme processo de “desantropomorfização do trabalho” (Lukács); se o século XX pode ser caracterizado pelo que Braverman definiu como sendo a “era da degradação do trabalho”, as últimas décadas do século passado e os inícios do atual vêm presenciando a generalização de “outras formas e modalidades de precarização”, [...] aquela responsável pela geração do cybertariado (Ursula Huws), uma nova força de trabalho global que mescla intensamente “informatização” com “informalização”.[...]

    As consequências são fortes: nesta fase de desmanche, estamos presenciando o derretimento dos poucos laços de sociabilidade, [...] sem presenciarmos uma ampliação da vida dotada de sentido, nem “dentro” e nem “fora” do trabalho. A vida se consolida, cada vez mais, como sendo desprovida de sentido no trabalho e, por outro lado, estranhada e fetichizada* também “fora” do trabalho, exaurindo-se no mundo sublimado do consumo (virtual ou real), ou na labuta incansável pelas qualificações de todo tipo, que são incentivadas como antídoto [...] para não perder o emprego daqueles que o têm.

    É por isso que estamos presenciando uma desconstrução sem precedentes do trabalho em toda a era moderna, ampliando os diversos modos de ser da precarização e do desemprego estrutural. Resta para a “classe-que-vive-do-trabalho” oscilar, ao modo dos pêndulos, entre a busca de qualquer “labor” e a vivência do desemprego.

    Este número especial da Revista Katálysis, dedicado às novas configurações do trabalho na sociedade capitalista, é uma contribuição efetiva para a linhagem crítica, atualizada e original, tanto pelos temas selecionados, quanto pela qualidade e competência dos colaboradores presentes, ajudando a descortinar tantos elementos que configuram a “nova morfologia do trabalho”, seus dilemas e desafios.

    Ricardo Antunes, Editorial da Revista Katálysis, n.2, 2009. 

    <https://tinyurl.com/y6nchqmr> Acesso em: 19.10.2019. Adaptado.


    *fetichizar: ação de admirar exageradamente, irrestritamente, incondicionalmente uma pessoa ou coisa. 





    Os termos “continuidade”, “desconstrução” e “desmanche” são palavras constituídas por diferentes processos de formação de palavras.

    Assinale a alternativa cujas palavras são formadas, respectivamente, pelos mesmos processos dos vocábulos apresentados no enunciado.
    Escolha uma alternativa para a questão c8dbce2c-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.  


    O leitor encontra, neste belo número da Revista Katálysis, um panorama rico, denso e qualificado do que vem ocorrendo no mundo do trabalho hoje, com seus traços de “continuidade” e “descontinuidade”, num período em que o capitalismo aprofundou ainda mais as penalizações que está impondo ao universo laborativo, onde o “novo” e o “velho” se (re)configuram a partir da nova Divisão Internacional do Trabalho (DIT), que se reestruturou nas últimas décadas.

    [...]

    Se a Revolução Industrial, nos séculos XVIII e XIX, legou-nos um enorme processo de “desantropomorfização do trabalho” (Lukács); se o século XX pode ser caracterizado pelo que Braverman definiu como sendo a “era da degradação do trabalho”, as últimas décadas do século passado e os inícios do atual vêm presenciando a generalização de “outras formas e modalidades de precarização”, [...] aquela responsável pela geração do cybertariado (Ursula Huws), uma nova força de trabalho global que mescla intensamente “informatização” com “informalização”.[...]

    As consequências são fortes: nesta fase de desmanche, estamos presenciando o derretimento dos poucos laços de sociabilidade, [...] sem presenciarmos uma ampliação da vida dotada de sentido, nem “dentro” e nem “fora” do trabalho. A vida se consolida, cada vez mais, como sendo desprovida de sentido no trabalho e, por outro lado, estranhada e fetichizada* também “fora” do trabalho, exaurindo-se no mundo sublimado do consumo (virtual ou real), ou na labuta incansável pelas qualificações de todo tipo, que são incentivadas como antídoto [...] para não perder o emprego daqueles que o têm.

    É por isso que estamos presenciando uma desconstrução sem precedentes do trabalho em toda a era moderna, ampliando os diversos modos de ser da precarização e do desemprego estrutural. Resta para a “classe-que-vive-do-trabalho” oscilar, ao modo dos pêndulos, entre a busca de qualquer “labor” e a vivência do desemprego.

    Este número especial da Revista Katálysis, dedicado às novas configurações do trabalho na sociedade capitalista, é uma contribuição efetiva para a linhagem crítica, atualizada e original, tanto pelos temas selecionados, quanto pela qualidade e competência dos colaboradores presentes, ajudando a descortinar tantos elementos que configuram a “nova morfologia do trabalho”, seus dilemas e desafios.

    Ricardo Antunes, Editorial da Revista Katálysis, n.2, 2009. 

    <https://tinyurl.com/y6nchqmr> Acesso em: 19.10.2019. Adaptado.


    *fetichizar: ação de admirar exageradamente, irrestritamente, incondicionalmente uma pessoa ou coisa. 





    Os termos destacados no texto são exemplos de paronomásia, figura sonora definida, segundo o Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa, como “figura de linguagem que extrai expressividade da combinação de palavras que apresentam semelhança fônica, mas possuem sentidos diferentes”.

    Assinale a alternativa em que o autor também utilizou a paronomásia na construção de seus versos.
    Escolha uma alternativa para a questão c8e23b8d-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, ENEM 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponível em: www.globalenglish.com. Acesso em: www.globalenglish.com. 20 abr. 2015.

    O infográfico aborda a importância do inglês para os negócios. Nesse texto, as expressões but e yet only evidenciam
    Escolha uma alternativa para a questão a25ecbef-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Classifying
    Philip and Annie wear glasses
    and so do Jim and Sue,
    but Jim and Sue have freckles,
    and Tracey and Sammy too.
    Philip and Jim are in boy’s group
    but Philip is tall like Sam
    whilst Jim is small like Tracey and Sue
    and Clare and Bill and Fran.
    Sue is in Guides and football
    whilst Helen fits in most things —
    except she’s a girl and quite tall.
    Jenny is curly and blonde and short
    whilst Sally is curly but dark;
    Jenny likes netball, writing and maths
    but Sally likes no kind of work.
    Philip and Sam are both jolly,
    Fran’s best for a quiet chat:
    now I
    have freckles, like joking, am tall, curly, dark, in Guides, football
    and play penny whistles and the piano…
    how do I fit into all that?

    NICHOLS, J. In: COLLIE, J.; LADOUSSE, G. Paths into Poetry. England: Oxford University Press, 1993.

    No poema Classifying, a escritora inglesa Judith Nichols compara várias pessoas com o objetivo de
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  • Linguagens

    Inglês

    NYPD 911 OPERATORS
    Opportunities as a Police Communications Technician
    Police Communications Technicians (911 Operators/ Radio Dispatchers)
    Starting Salary: $33,162 and can increase to $44,899

    Requirements:

    1. Four year high school diploma.
    2. New York City residency is required within 90 days
    of appointment.
    3. Must be able to understand and be understood in
    English.
    4. Must pass a drug screening.

    APPLICATION FEE: $47.00 - Payable on the day of the test.
    Disponível em: www.nypdcivilianjobs.com. Acesso em: 17 out. 2013.

    Neste anúncio de emprego no Departamento de Polícia da cidade de Nova Iorque, um dos requisitos para se preencher a vaga é
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  • Linguagens

    Inglês

    Englishman in New York

    I don't drink coffee I take tea my dear
    I like my toast done on one side
    And you can hear it in my accent when I talk
    I'm an Englishman in New York
    See me walking down Fifth Avenue
    A walking cane here at my side
    I take it everywhere I walk
    I'm an Englishman in New York
    […]
    I'm an alien, I'm a legal alien
    I'm an Englishman in New York
    I'm an alien, I'm a legal alien
    I'm an Englishman in New York
    Modesty, propriety can lead to notoriety
    You could end up as the only one
    Gentleness, sobriety are rare in this society
    At night a candle's brighter than the sun

    STING. Nothing Like the Sun. Studio Album. United States: A&M Records, 1987 (fragmento).

    Na letra da canção Englishman in New York, a fala do eu lírico evidencia uma atitude de
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  • Linguagens

    Inglês

    April 22, 2012

    The Power of Pictures
    by Vickie An

    In February, the group took a photography field trip to Haiti’s La Visite national park. A student holds up a lizard as her classmates snap away.
    It’s said that a picture is worth a thousand words. Conservation photographer Robin Moore believes this. He especially believes that the stories photographs can tell about the environment can inspire people to care for the earth. “It doesn’t matter what language you speak or what culture you come from, because a photo can speak to everyone,” Moore says.
    That’s the idea behind Frame of Mind. Moore cofounded the organization last year with environmental educator Deanna Del Vecchio and fellow nature photographer Neil Ever Osborne. The group is on a mission to help young people around the world connect with nature through photography workshops.
    In August 2011, Frame of Mind hosted its very first workshop with 20 youth journalists in Jacmel, Haiti. The workshop was held in partnership with Conservation International and Panos Caribbean. Each student was given a digital camera to use for the week and was taught how to use it. During the session, the kids learned about the local environment and how it relates to their lives.
    AN, V. Disponível em: www.timeforkids.com.
    Acesso em: 1 maio 2012 (adaptado).

    Reconhecendo o potencial da fotografia como uma linguagem universal, a organização mencionada intenciona levar
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  • Linguagens

    Português

    De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado. Nesse caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções.
    Antes de curtir, comentar ou compartilhar, procuro checar as fontes, ir aos links originais.
    TAVARES, B. Disponível em: www.cartafundamental.com.br. Acesso em: 20 jan. 2015 (adaptado).

    O texto expõe a preocupação de uma leitora de notícias on-line de que o compartilhamento de conteúdos falsos pode ter como consequência a
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