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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 740 de 950

  • Linguagens

    Português

    Texto I
    Empatia, o sentimento que pode mudar a sociedade

          Sem empatia, sobra intolerância, bullying, violência. Sem gastar um segundo imaginando como o outro se sente, de onde vem, em qual contexto foi criado, ao que foi exposto, sem se lembrar que cada um tem sua história e sem tentar entender como é estar na pele do outro, surgem os crimes de ódio, as discussões acaloradas nas redes sociais, o fim de amizades de uma vida toda. É preciso ter empatia para aprender que não existe verdade absoluta, que tudo depende do ponto de vista.
          Segundo uma pesquisa da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, o Brasil não é dos países mais empáticos do mundo. Sim, somos conhecidos pela alegria e pela hospitalidade, mas quando falamos em se colocar no lugar do outro e tentar entender o que ele sente, ainda estamos muito longe do ideal. [...] Mas o problema do egocentrismo e da falta de amor ao próximo não é exclusivo dos brasileiros. É uma preocupação mundial.

    Afinal, o que é empatia?
          A empatia é, em termos simples, a habilidade de se colocar no lugar do outro. Por exemplo, se você, leitor, escuta uma história sobre uma criança que teve muitos problemas de saúde, que vem de uma família muito pobre, e se comove, é possível ter dois tipos de emoção: o dó, que é a simpatia; ou se colocar no lugar daquela criança, imaginar o que ela passou e tentar entender o que ela sentia, enxergar o panorama a partir dos olhos dela. “É ser sensível a ponto de compreender emoções e sentimentos de outras pessoas”, explica Rodrigo Scaranari, presidente da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional. E é uma característica que pode, sim, ser aprendida ou, pelo menos, treinada. Para Rodrigo, o exercício passa pelo autoconhecimento: para compreender a emoção do outro, é preciso conhecer e entender o que se passa dentro da própria cabeça. [...]
          Mas por que nos colocamos no lugar do outro? Para o psicólogo, psicanalista e professor João Ângelo Fantini, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a empatia seria “uma forma de restabelecer um contato com um objeto de amor perdido, uma parte incompreendida do sujeito”. Enxergamos no outro uma humanidade compartilhada, sentimentos que também temos e que são aplicados em situações completamente diferentes. Por reconhecermos nós mesmos no próximo, temos empatia. [...]

    Um caminho desde a infância

          Para reverter o cenário de crianças que crescem cada vez mais centradas em si mesmas e nos próprios problemas como reflexo da sociedade atual, a ONG (Organização Não Governamental) americana Roots of Empathy (Raízes da Empatia) atua em escolas tentando ensinar os pequenos a se colocar no lugar do outro. Uma vez por mês, durante nove meses, uma sala de aula recebe um bebê e sua família, além de um instrutor, para que as crianças acompanhem o crescimento da confiança e dos laços emocionais de outras pessoas. Frequentemente, eles começam a enxergar nos colegas emoções que aprenderam com os instrutores.
           Os resultados desse experimento são crianças menos agressivas, que combatem o bullying por entender como o outro se sente, e que têm inteligência emocional mais apurada, entendendo as próprias emoções. O programa é internacional, mas o ensino da empatia pode ser feito de diversas outras maneiras.
           A servidora pública Clara Fagundes, 32 anos, por exemplo, considera importante estimular a filha, Helena, 3 anos, a conviver harmonicamente com os outros e com o meio ambiente. Fez questão de escolher para a pequena uma escola que seguisse os mesmos valores apreciados por ela. “Minha mãe já era muito adepta ao diálogo comigo nos anos 1980, mas, hoje em dia, há tantas outras questões que não são discutidas, como a do desperdício”, cita Clara.
            A festa de aniversário de Helena foi na escola. Não produziram lixo, não foram usados enfeites descartáveis. As crianças ajudaram na organização e em toda a decoração: até as mais velhas, que não a conheciam, ajudaram. Além disso, em vez de receber um presente de cada colega, a aniversariante ganhou apenas um presente coletivo, feito pelos próprios colegas: uma casinha de papelão. Sem egoísmo, todos brincaram com o presente e, no fim, Helena levou à sua casa.
    [...]
    Fonte: SCARANARI, Rodrigo. Disponível em:
    <http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-esaude/2017/01/04/internas_cienciaesaude,682928/empatia-o-sentimento-quepode-mudar-a-sociedade.shtml> Acesso em: 06 fev. 2019 (adaptado).

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Interpretação de Textos
    Sobre a relação existente entre os textos I e II, assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f66e07e-fc
  • Linguagens

    Português

    Leia o fragmento do Poema sujo, de Ferreira Gullar, para responder a QUESTÃO. 


    (...)                         Sobre os jardins da cidade

                                  urino pus. Me extravio

    Na Rua da Estrela, escorrego

    No Beco do Precipício.

    Me lavo no Ribeirão.

    Mijo na Fonte do Bispo.

    Na Rua do Sol me cego,

    na Rua da Paz me revolto

    na do Comércio me nego

    mas na das Hortas floresço;

    na dos Prazeres soluço

    na da Palma me conheço

    na do Alecrim me perfumo

    na da Saúde adoeço

    na do Desterro me encontro

    na da Alegria me perco

    Na Rua do Carmo berro

    na Rua Direita erro

    e na da Aurora adormeço (...)


    Fonte: GULLAR, Ferreira. Poema sujo. Rio de Janeiro, José Olympio, 2004, p. 52-53.



    Sobre o fragmento, é INCORRETO afirmar que o eu-lírico:

    Escolha uma alternativa para a questão 3f6a2684-fc
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema “UM DEUS MAIS JUSTO”, de Marcelo Yuka, para responder a QUESTÃO.


    não quero perdoar
    por receio
    quero um deus mais justo
    não um deus justiceiro


    não somos do tamanho
    do corpo ou do muro
    somos do tamanho
    do que sentimos
    – de preferência juntos


    um dia eu vi
    a nobreza em pés descalços
    e a revelação num site de denúncia


    um dia eu vi
    a beleza pagã da bateria
    versus sua rainha
    que pagava para ser vista


    a sinapse ganha o mundo
    em novos neurônios
    de preferência juntos


    Fonte: YUKA, Marcelo. Astronautas Daqui. Brasília, DF: IMP, 2014, p. 171.


    O eu-lírico apresenta percepções em relação àquilo que observa. É CORRETO afirmar que tais percepções podem ser vistas como uma
    Escolha uma alternativa para a questão 3f6dbcde-fc
  • Linguagens

    Português

    eia o fragmento do primeiro capítulo de O vendedor de passados, do escritor angolano José Eduardo Agualusa, para responder a QUESTÃO.


    Nasci nesta casa e criei-me nela. Nunca saí. Ao entardecer encosto o corpo contra o cristal das janelas e contemplo o céu. Gosto de ver as labaredas altas, as nuvens a galope, e sobre elas os anjos, legiões deles, sacudindo as fagulhas dos cabelos, agitando as largas asas em chamas. É um espetáculo sempre idêntico. Todas as tardes, porém, venho até aqui e divirto-me e comovo-me como se o visse pela primeira vez. A semana passada Félix Ventura chegou mais cedo e surpreendeu-me a rir enquanto lá fora, no azul revolto, uma nuvem enorme corria em círculos, como um cão, tentando apagar o fogo que lhe abrasava a cauda.
    — Ai, não posso crer! Tu ris?!
    Irritou-me o assombro da criatura. Senti medo mas não movi um músculo. [Félix Ventura] tirou os óculos escuros, guardou-os no bolso interior do casaco, despiu o casaco, lentamente, melancolicamente, e pendurou-o com cuidado nas costas de uma cadeira. Escolheu um disco de vinil e colocou-o no prato do velho gira-discos. “Acalanto para um Rio”, de Dora, a Cigarra, cantora brasileira que, suponho, conheceu alguma notoriedade nos anos setenta. Suponho isto a julgar pela capa do disco. É o desenho de uma mulher em biquíni, negra, bonita, com umas largas asas de borboleta presas às costas. “Dora, a Cigarra – Acalanto para um Rio – O Grande Sucesso do Momento”. A voz dela arde no ar. Nas últimas semanas tem sido esta a banda sonora do crepúsculo. Sei a letra de cor. (...)


    Fonte: AGUALUSA, José Eduardo. O vendedor de passados. Rio de Janeiro: Gryphus, 2004, p. 03. [adaptado]


    Sobre o fragmento de O vendedor de passados é CORRETO afirmar que o narrador
    Escolha uma alternativa para a questão 3f712bba-fc
  • Linguagens

    Português

    Leia o fragmento do início da parte II de O tronco, do goiano Bernardo Élis, para responder a QUESTÃO.


    (...) O sertão é triste e feio em julho, as queimadas borrando o céu de fumaça, a vegetação já amarelecida, crestada pelo sol e pelo fogo, as árvores despidas de suas folhas pelo rigor da seca. Pelos ermos e descampados o vento galopa seu febrento bafo de morte, arrastando folhas secas, levantando a poeira fina, erguendo-a nos espaços em funis de redemunhos. (...)


    Fonte: ÉLIS, Bernardo. O tronco. Rio de Janeiro: José Olympio, 2008, p. 61.


    De acordo com o fragmento de O tronco, é CORRETO afirmar que o autor apresenta

    Escolha uma alternativa para a questão 3f7b17ea-fc
  • Linguagens

    Português

    Leia o fragmento de Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus, e observe a imagem para responder a QUESTÃO.


    ...As oito e meia da noite eu já estava na favela respirando o odor dos excrementos que mescla com o barro podre. Quando estou na cidade tenho a impressão que estou na sala de visita com seus lustres de cristais, seus tapetes de viludos, almofadas de sitim. E quando estou na favela tenho a impressão que sou um objeto fora de uso, digno de estar num quarto de despejo.
    (...)

    Fonte: JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo, Ática, 2000, p. 33.

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Interpretação de Textos

    Em relação ao fragmento do romance de Carolina Maria de Jesus e à imagem, é CORRETO afirmar que ambos:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f7fa275-fc
  • Linguagens

    Português

    Leia os três poemas da obra As tocantinas, de Célio Pedreira, para responder a QUESTÃO.

    Meio dia

    Melhor trilha de morrência
    nessa beira do rio
    é estar-se rede
    de quieto balançar.

    Os calangos no quintal
    a rala sombra do pé de mamona
    imóveis a pulsar a terra.

    A vida esconde
    numa pausa morna
    breve e boa.

    Silêncio melhor para o nada
    feito querer ausente
    e a cidade dizendo um solapino.


    Canoeiro

    Um olhar
    fica na margem do rio.
    Outro olhar vai
    alcançar a possibilidade
    de semear estrelas
    acordar horizontes.


    Pinguela

    Antes da gente
    era a curva do rio
    cuidando as lonjuras.

    E a gente
    simples andorinhas
    passíveis de azul
    na tarde veloz.

    Bulindo em correntezas
    como fosse hábeis sem rumo
    ou esquecidos dele.

    Ainda dissipa o dia
    e seu aroma desenterra-me
    em conta-gotas
    nas inumeráveis utopias
    que descuidei nosso rio.

    Fonte: PEDREIRA, Célio. As tocantinas. Palmas, TO: Universidade Federal do Tocantins/EDUFT, 2014.


    A partir da leitura dos três poemas, analise as alternativas e assinale a opção INCORRETA. 
    Escolha uma alternativa para a questão 3f836e6a-fc
  • Linguagens

    Português

    Leia o fragmento do texto teatral Cancros sociais, de Maria Ribeiro, para responder a QUESTÃO.


    Cena I

    O Barão e o Visconde

    Barão

    Se é sobre negócios, que V. Exa. pretende falar a Eugênio, creio que não escolheu dia muito oportuno (apresenta-lhe uma cadeira); a recepção de hoje, é toda em obséquio à menina S. Salvador.


    Visconde

    Não ignoro essa circunstância, e é mesmo para cumprimentá-la que aqui venho (assentam-se); mais tarde, apresentar-me-ei em caráter oficial e solene. (surpresa do Barão) A filha do Comendador, é uma adorável criatura! Rica, formosa... ora... sejamos francos, Barão! Ainda não percebeu que eu gosto muito da jovem Olímpia?

    (...)
    Barão

    Nesta casa, Sr. Visconde, a felicidade não é um mito, é uma realidade.

    Visconde

    É por essa razão, que insisto em efetuar um casamento conveniente aos dois lados, pela riqueza e pela posição.

    Barão
    (intencional)

    E pelo sentimento?!...

    Visconde

    Isso... São frioleiras dispensadas pelos cônjuges de nossa roda! Entre nós outros fidalgos, de nada valem essas puerilidades a que chamam – interesses do coração!

    Barão
    (friamente)
    Com semelhante modo de encarar um enlace tão solene, forma V. Exa. uma exceção... na nossa roda.
    (...)

    Fonte: RIBEIRO, Maria. Cancros sociais. In: FARIA. João Roberto. Antologia do teatro realista. Martins Fontes, 2006, p. 277-280.


    O fragmento de Cancros Sociais, da dramaturga Maria Ribeiro, do século 19, retrata a sociedade da época, refletindo sobre algumas questões sociais e éticas como o enlace matrimonial.

    A partir da leitura do fragmento do texto, é INCORRETO afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão 3f86b355-fc
  • Linguagens

    Português

    Leia o fragmento do conto “Laços de família”, de Clarice Lispector, para responder a QUESTÃO.



    A mulher e a mãe acomodaram-se finalmente no táxi que as levaria à Estação. A mãe contava e recontava as duas malas tentando convencer-se de que ambas estavam no carro. A filha, com seus olhos escuros, a que um ligeiro estrabismo dava um contínuo brilho de zombaria e frieza – assistia.
    – Não esqueci de nada? perguntava pela terceira vez a mãe.
    – Não, não, não esqueceu de nada, respondia a filha divertida, com paciência. (...)
    O trem não partia e ambas esperavam sem ter o que dizer. A mãe tirou o espelho da bolsa e examinou-se no seu chapéu novo, comprado no mesmo chapeleiro da filha. (...) Que coisa tinham esquecido de dizer uma a outra? e agora era tarde demais. Parecia-lhe que deveriam um dia ter dito assim: sou tua mãe, Catarina. E ela deveria ter respondido: e eu sou tua filha.
    – Não vá pegar corrente de ar! gritou Catarina.
    – Ora menina, sou lá criança, disse a mãe sem deixar porém de se preocupar com a própria aparência. A mão sardenta, um pouco trêmula, arranjava com delicadeza a aba do chapéu (...).


    Fonte: LISPECTOR, Clarice. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998, p. 94-98.


    A partir da leitura do fragmento do texto, assinale a alternativa CORRETA em que há um olhar empático da filha sobre a mãe.

    Escolha uma alternativa para a questão 3f89a5e6-fc
  • Linguagens

    Inglês

    PRAY WITH THE POPE, FROM YOUR IPHONE
        "Click to pray" are not words you'd expect to come out of the pope's mouth.
        But that's what onlookers heard during the traditional Sunday address from Pope Francis, as he introduced ClickToPray, an app for communal prayer aimed at young people.
       "The Internet and social media are a resource of our time," the pope said. From a balcony overlooking St. Peter's Square, Francis then gestured to a tablet. Father Frédéric Fornos, international director of the pope's Worldwide Prayer Network, held up the device for the crowd to see.
        "Here," Francis said, "I'll insert the intentions and the prayer requests for the mission of the Church." He tapped the screen several times before glancing up at Fornos.
        "Did I do it?" he asked.
        The pope has made earnest efforts to embrace technology, tweeting frequently and calling the Web "a gift from God." Now he's given his followers a convenient way to turn on their smart devices and see what the leader of the Catholic Church is praying for at any given time.
        "Pray every day," reads the app when it opens. "Pray together with others. Give to the community."
          More than 18,000 people have clicked on the pope's prayer intention for January. The prayer, "Young People and the Example of Mary," focuses on young Catholics, especially in Latin America.         But the app is more democratic than the pope's Sunday address, with a timeline of prayers from other users that you can scroll through, similar to a social media feed. People write prayers for weddings, celebrations, illnesses and more, and others can click to pray with them or leave a comment.
           A prayer in English asks for employment "where I can make a difference," while another in Italian seeks an end to international borders. Prayers in Spanish, French, Portuguese and German have also been posted to the app, ranging from precise requests to generic expressions of love and fraternity.
           In his address, Pope Francis specifically called on young people to download the app. The pope has long sought to make the Church relevant for younger generations, as the proportion of Catholics declines across the world. […]

    Available at: https://www.npr.org/2019/01/20/687001314/pray-with-the-pope-fromyour-iphone 
    In accordance with the text, it is CORRECT to affirm:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f8c71a5-fc
  • Linguagens

    Inglês

    PRAY WITH THE POPE, FROM YOUR IPHONE
        "Click to pray" are not words you'd expect to come out of the pope's mouth.
        But that's what onlookers heard during the traditional Sunday address from Pope Francis, as he introduced ClickToPray, an app for communal prayer aimed at young people.
       "The Internet and social media are a resource of our time," the pope said. From a balcony overlooking St. Peter's Square, Francis then gestured to a tablet. Father Frédéric Fornos, international director of the pope's Worldwide Prayer Network, held up the device for the crowd to see.
        "Here," Francis said, "I'll insert the intentions and the prayer requests for the mission of the Church." He tapped the screen several times before glancing up at Fornos.
        "Did I do it?" he asked.
        The pope has made earnest efforts to embrace technology, tweeting frequently and calling the Web "a gift from God." Now he's given his followers a convenient way to turn on their smart devices and see what the leader of the Catholic Church is praying for at any given time.
        "Pray every day," reads the app when it opens. "Pray together with others. Give to the community."
          More than 18,000 people have clicked on the pope's prayer intention for January. The prayer, "Young People and the Example of Mary," focuses on young Catholics, especially in Latin America.         But the app is more democratic than the pope's Sunday address, with a timeline of prayers from other users that you can scroll through, similar to a social media feed. People write prayers for weddings, celebrations, illnesses and more, and others can click to pray with them or leave a comment.
           A prayer in English asks for employment "where I can make a difference," while another in Italian seeks an end to international borders. Prayers in Spanish, French, Portuguese and German have also been posted to the app, ranging from precise requests to generic expressions of love and fraternity.
           In his address, Pope Francis specifically called on young people to download the app. The pope has long sought to make the Church relevant for younger generations, as the proportion of Catholics declines across the world. […]

    Available at: https://www.npr.org/2019/01/20/687001314/pray-with-the-pope-fromyour-iphone 
    Referring to the text, the word address in the sentence: “…traditional Sunday address from Pope Francis”, 2nd paragraph, is related to all the following alternatives, EXCEPT:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f8f4339-fc
  • Linguagens

    Inglês

    PRAY WITH THE POPE, FROM YOUR IPHONE
        "Click to pray" are not words you'd expect to come out of the pope's mouth.
        But that's what onlookers heard during the traditional Sunday address from Pope Francis, as he introduced ClickToPray, an app for communal prayer aimed at young people.
       "The Internet and social media are a resource of our time," the pope said. From a balcony overlooking St. Peter's Square, Francis then gestured to a tablet. Father Frédéric Fornos, international director of the pope's Worldwide Prayer Network, held up the device for the crowd to see.
        "Here," Francis said, "I'll insert the intentions and the prayer requests for the mission of the Church." He tapped the screen several times before glancing up at Fornos.
        "Did I do it?" he asked.
        The pope has made earnest efforts to embrace technology, tweeting frequently and calling the Web "a gift from God." Now he's given his followers a convenient way to turn on their smart devices and see what the leader of the Catholic Church is praying for at any given time.
        "Pray every day," reads the app when it opens. "Pray together with others. Give to the community."
          More than 18,000 people have clicked on the pope's prayer intention for January. The prayer, "Young People and the Example of Mary," focuses on young Catholics, especially in Latin America.         But the app is more democratic than the pope's Sunday address, with a timeline of prayers from other users that you can scroll through, similar to a social media feed. People write prayers for weddings, celebrations, illnesses and more, and others can click to pray with them or leave a comment.
           A prayer in English asks for employment "where I can make a difference," while another in Italian seeks an end to international borders. Prayers in Spanish, French, Portuguese and German have also been posted to the app, ranging from precise requests to generic expressions of love and fraternity.
           In his address, Pope Francis specifically called on young people to download the app. The pope has long sought to make the Church relevant for younger generations, as the proportion of Catholics declines across the world. […]

    Available at: https://www.npr.org/2019/01/20/687001314/pray-with-the-pope-fromyour-iphone 
    According to the text, it is INCORRECT to affirm:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f9236ea-fc
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UFT 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension


    According to the cartoon, all the following alternatives can be considered correct, EXCEPT:

    Escolha uma alternativa para a questão 3f951dd8-fc
  • Linguagens

    Inglês

    High-risk areas downhill from mining dams in Brazil
         More than 100,000 Brazilians live downhill from mining dams built like the one in Brumadinho that collapsed last month, our estimates found.
       Brazil counts 87 mining dams built using the same method, known as upstream tailings construction, as the one that collapsed. That design is risky if not monitored carefully, and experts have warned that a collapse could happen again in a country where neither the mining industry nor regulators have the situation under control.
         We looked at each of the 87 upstream dams to estimate if it could threaten populated areas, using geospatial analysis to estimate where the mud could flow if each of the dams failed. For at least 27 of those dams, more than 1,000 people live in high-risk areas. That means they are downhill from the dam and within eight kilometers — the distance the mud flowed after the Brumadinho collapse.
         All of those dams were rated by the government at the same risk level, or worse, as the dam that failed in Brumadinho.
         “I wouldn’t buy a home downstream of a tailings dam built in an upstream fashion,” said William F. Marcuson III, a former president of the American Society of Civil Engineers. “And I wouldn’t allow my mother to rent or live in a home downstream of a tailings dam built in an upstream fashion.”               
          Minas Gerais, a state whose name means “general mines”, has been the hub of Brazil’s mining industry for centuries. Today, it still produces 53 percent of the country’s mining output.

    Available at: https://www.nytimes.com/interactive/2019/02/14/world/americas/brumadinho-brazildam-collapse.html?smid=pl-share
    According to the text, it is CORRECT to affirm:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f982afd-fc
  • Linguagens

    Inglês

    High-risk areas downhill from mining dams in Brazil
         More than 100,000 Brazilians live downhill from mining dams built like the one in Brumadinho that collapsed last month, our estimates found.
       Brazil counts 87 mining dams built using the same method, known as upstream tailings construction, as the one that collapsed. That design is risky if not monitored carefully, and experts have warned that a collapse could happen again in a country where neither the mining industry nor regulators have the situation under control.
         We looked at each of the 87 upstream dams to estimate if it could threaten populated areas, using geospatial analysis to estimate where the mud could flow if each of the dams failed. For at least 27 of those dams, more than 1,000 people live in high-risk areas. That means they are downhill from the dam and within eight kilometers — the distance the mud flowed after the Brumadinho collapse.
         All of those dams were rated by the government at the same risk level, or worse, as the dam that failed in Brumadinho.
         “I wouldn’t buy a home downstream of a tailings dam built in an upstream fashion,” said William F. Marcuson III, a former president of the American Society of Civil Engineers. “And I wouldn’t allow my mother to rent or live in a home downstream of a tailings dam built in an upstream fashion.”               
          Minas Gerais, a state whose name means “general mines”, has been the hub of Brazil’s mining industry for centuries. Today, it still produces 53 percent of the country’s mining output.

    Available at: https://www.nytimes.com/interactive/2019/02/14/world/americas/brumadinho-brazildam-collapse.html?smid=pl-share
    All alternatives are in accordance with the text, EXCEPT:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f9b383b-fc
  • Linguagens

    Inglês

    High-risk areas downhill from mining dams in Brazil
         More than 100,000 Brazilians live downhill from mining dams built like the one in Brumadinho that collapsed last month, our estimates found.
       Brazil counts 87 mining dams built using the same method, known as upstream tailings construction, as the one that collapsed. That design is risky if not monitored carefully, and experts have warned that a collapse could happen again in a country where neither the mining industry nor regulators have the situation under control.
         We looked at each of the 87 upstream dams to estimate if it could threaten populated areas, using geospatial analysis to estimate where the mud could flow if each of the dams failed. For at least 27 of those dams, more than 1,000 people live in high-risk areas. That means they are downhill from the dam and within eight kilometers — the distance the mud flowed after the Brumadinho collapse.
         All of those dams were rated by the government at the same risk level, or worse, as the dam that failed in Brumadinho.
         “I wouldn’t buy a home downstream of a tailings dam built in an upstream fashion,” said William F. Marcuson III, a former president of the American Society of Civil Engineers. “And I wouldn’t allow my mother to rent or live in a home downstream of a tailings dam built in an upstream fashion.”               
          Minas Gerais, a state whose name means “general mines”, has been the hub of Brazil’s mining industry for centuries. Today, it still produces 53 percent of the country’s mining output.

    Available at: https://www.nytimes.com/interactive/2019/02/14/world/americas/brumadinho-brazildam-collapse.html?smid=pl-share
    In agreement with the text, the word output in the sentence: “Today, it still produces 53 percent of the country’s mining output”, last paragraph, infers the idea of:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f9e26cd-fc
  • Linguagens

    Inglês

    Read the following advertisement in order to answer QUESTION.


    Imagem da questão de Inglês, UFT 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension


    The 1961 Kenwood Chef advertisement suggests:

    Escolha uma alternativa para a questão 3fa107b5-fc
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    Inglês

    Examine o cartum de Liana Finck, publicado em sua conta no Instagram em 13.08.2019.


    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension


    No cartum, a casa pode ser vista como uma metáfora da

    Escolha uma alternativa para a questão f586c2c3-fc
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    Português

    Para responder à questão, leia o trecho do livro O homem cordial, de Sérgio Buarque de Holanda.

       Já se disse, numa expressão feliz, que a contribuição brasileira para a civilização será de cordialidade — daremos ao mundo o “homem cordial”. A lhaneza1 no trato, a hospitalidade, a generosidade, virtudes tão gabadas por estrangeiros que nos visitam, representam, com efeito, um traço definido do caráter brasileiro, na medida, ao menos, em que permanece ativa e fecunda a influência ancestral dos padrões de convívio humano, informados no meio rural e patriarcal. Seria engano supor que essas virtudes possam significar “boas maneiras”, civilidade. São antes de tudo expressões legítimas de um fundo emotivo extremamente rico e transbordante. Na civilidade há qualquer coisa de coercitivo — ela pode exprimir-se em mandamentos e em sentenças. Entre os japoneses, onde, como se sabe, a polidez envolve os aspectos mais ordinários do convívio social, chega a ponto de confundir-se, por vezes, com a reverência religiosa. Já houve quem notasse este fato significativo, de que as formas exteriores de veneração à divindade, no cerimonial xintoísta, não diferem essencialmente das maneiras sociais de demonstrar respeito.
       Nenhum povo está mais distante dessa noção ritualista da vida do que o brasileiro. Nossa forma ordinária de convívio social é, no fundo, justamente o contrário da polidez. Ela pode iludir na aparência — e isso se explica pelo fato de a atitude polida consistir precisamente em uma espécie de mímica deliberada de manifestações que são espontâneas no “homem cordial”: é a forma natural e viva que se converteu em fórmula. Além disso a polidez é, de algum modo, organização de defesa ante a sociedade. Detém-se na parte exterior, epidérmica do indivíduo, podendo mesmo servir, quando necessário, de peça de resistência. Equivale a um disfarce que permitirá a cada qual preservar intatas sua sensibilidade e suas emoções.
       Por meio de semelhante padronização das formas exteriores da cordialidade, que não precisam ser legítimas para se manifestarem, revela-se um decisivo triunfo do espírito sobre a vida. Armado dessa máscara, o indivíduo consegue manter sua supremacia ante o social. E, efetivamente, a polidez implica uma presença contínua e soberana do indivíduo.
        No “homem cordial”, a vida em sociedade é, de certo modo, uma verdadeira libertação do pavor que ele sente em viver consigo mesmo, em apoiar-se sobre si próprio em todas as circunstâncias da existência. Sua maneira de expansão para com os outros reduz o indivíduo, cada vez mais, à parcela social, periférica, que no brasileiro — como bom americano — tende a ser a que mais importa. Ela é antes um viver nos outros.
    (O homem cordial, 2012.)
    1 lhaneza: afabilidade. 
    De acordo com o autor,
    Escolha uma alternativa para a questão f589d91a-fc
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    Português

    Para responder à questão, leia o trecho do livro O homem cordial, de Sérgio Buarque de Holanda.

       Já se disse, numa expressão feliz, que a contribuição brasileira para a civilização será de cordialidade — daremos ao mundo o “homem cordial”. A lhaneza1 no trato, a hospitalidade, a generosidade, virtudes tão gabadas por estrangeiros que nos visitam, representam, com efeito, um traço definido do caráter brasileiro, na medida, ao menos, em que permanece ativa e fecunda a influência ancestral dos padrões de convívio humano, informados no meio rural e patriarcal. Seria engano supor que essas virtudes possam significar “boas maneiras”, civilidade. São antes de tudo expressões legítimas de um fundo emotivo extremamente rico e transbordante. Na civilidade há qualquer coisa de coercitivo — ela pode exprimir-se em mandamentos e em sentenças. Entre os japoneses, onde, como se sabe, a polidez envolve os aspectos mais ordinários do convívio social, chega a ponto de confundir-se, por vezes, com a reverência religiosa. Já houve quem notasse este fato significativo, de que as formas exteriores de veneração à divindade, no cerimonial xintoísta, não diferem essencialmente das maneiras sociais de demonstrar respeito.
       Nenhum povo está mais distante dessa noção ritualista da vida do que o brasileiro. Nossa forma ordinária de convívio social é, no fundo, justamente o contrário da polidez. Ela pode iludir na aparência — e isso se explica pelo fato de a atitude polida consistir precisamente em uma espécie de mímica deliberada de manifestações que são espontâneas no “homem cordial”: é a forma natural e viva que se converteu em fórmula. Além disso a polidez é, de algum modo, organização de defesa ante a sociedade. Detém-se na parte exterior, epidérmica do indivíduo, podendo mesmo servir, quando necessário, de peça de resistência. Equivale a um disfarce que permitirá a cada qual preservar intatas sua sensibilidade e suas emoções.
       Por meio de semelhante padronização das formas exteriores da cordialidade, que não precisam ser legítimas para se manifestarem, revela-se um decisivo triunfo do espírito sobre a vida. Armado dessa máscara, o indivíduo consegue manter sua supremacia ante o social. E, efetivamente, a polidez implica uma presença contínua e soberana do indivíduo.
        No “homem cordial”, a vida em sociedade é, de certo modo, uma verdadeira libertação do pavor que ele sente em viver consigo mesmo, em apoiar-se sobre si próprio em todas as circunstâncias da existência. Sua maneira de expansão para com os outros reduz o indivíduo, cada vez mais, à parcela social, periférica, que no brasileiro — como bom americano — tende a ser a que mais importa. Ela é antes um viver nos outros.
    (O homem cordial, 2012.)
    1 lhaneza: afabilidade. 
    Aproxima-se do argumento exposto no último parágrafo do texto a seguinte citação do filósofo Friedrich Nietzsche:
    Escolha uma alternativa para a questão f58cc3ae-fc