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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 203 de 950

  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, IF-BA 2013, Interpretação de Textos A leitura do fragmento do poema permite inferir que
    Escolha uma alternativa para a questão 36d83396-f4
  • Linguagens

    Português

        É ruivo? Tem olhos azuis? É homem ou mulher? Usa chapéu? Quem jogou Cara a Cara na infância sabe de cor o roteiro de perguntas para adivinhar quem é o personagem misterioso do seu oponente.
        Agora, o jogo está prestes a ganhar uma nova versão. A designer polonesa Zuzia Kozerska-Girard está
    desenvolvendo uma variação do Guess Who? (nome do Cara a Cara em inglês), em que as personalidades do tabuleiro são, na verdade, mulheres notáveis da história e da atualidade, como a artista Frida Kahlo, a ativista Malala Yousalzai, a astronauta Valentina Teresikova e a aviadora Amélia Earhart. O Who's She? (Quem é ela?” em português) traz, no total, 28 mulheres que representam diversas profissões, nacionalidades é idades.
        A ideia é que, em vez de perguntar sobre a aparências das personagens, as questões sejam direcionadas aos feitos delas: ganhou algum Nobel, fez alguma descoberta? Para cada personagem há um cartão com fatos divertidos e interessantes sobre sua vida. Uma campanha entrou no ar com o objetivo de arrecadar dinheiro para desenvolver o Who's She?. À meta incial era reunir 17 mil dólares. Oito dias antes de a campanha acabar, o Projeto angariou quase 350 mil dólares.
        A chegada do jogo à casa do comprador varia de acordo com a quantia doada — quanto mais você doou  mais rápido vai poder jogar.

    Disponível em: www.super.abril.com.br. Acesso em 4 dez. 2018 (adaptado)


    Ao divulgar a adaptação do jogo para questões relativas a ações e habilidades de mulheres notáveis, o texto busca
    Escolha uma alternativa para a questão 36da1e0d-63
  • Linguagens

    Português

    Fobias

            Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos), acrofobia (medo de altura), collorfobia (medo do que ele vai nos aprontar agora) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até treiskaidekafobia (medo do número treze), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palavra impressa. Na falta dela, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham “Frio” e “Quente” escritos por extenso, para saciar minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri a lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.
            Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação, embora não no modo pretendido. Nada como um best-seller numa hora dessas. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, o sexo em todas as suas formas, ação, paixão, violência – e uma mensagem positiva. Recomendo “Gênesis” pelo ímpeto narrativo, “O cântico dos cânticos” pela poesia e “Isaías” e “João” pela força dramática, mesmo que seja difícil dormir depois do Apocalipse.
            Mas, e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
            - Desculpe, cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina...
            - Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
            - Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
            - Não é possível! O que você faz durante a noite?
            - Tricô.
            Uma esperança!
            - Com manual?
            - Não. Danação.
            - Você não tem nada para ler?
            - Bem ... Tem uma carta da mamãe.
            - Manda!

    (VERÍSSIMO, L. F. Comédias para se ler na escola. São Paulo: Objetiva, 2001.)
    Tome o trecho: O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palavra impressa. Assinale a alternativa que NÃO apresenta relação correta entre a palavra do trecho e sua classificação morfológica.
    Escolha uma alternativa para a questão 36db37da-e6
  • Linguagens

    Português

    Observe o parágrafo abaixo:

    “Conteve-se, notou que os meninos estavam perto, com certeza iam admirar-se ouvindo-o falar só. E, pensando bem, ele não era homem: era apenas um cabra ocupado em guardar coisas dos outros. Vermelho, queimado, tinha os olhos azuis, a barba e os cabelos ruivos; mas como vivia em terra alheia, cuidava de animais alheios, descobria-se, encolhia- se na presença dos brancos e julgava-se cabra.” (RAMOS, G. Vidas secas. 22.ed. São Paulo: Martins, 1969. p. 58)

    Na passagem do célebre romance de Graciliano Ramos, no capítulo intitulado “Fabiano”, o narrador se esforça para tentar traçar o perfil amesquinhado do personagem, voltado para dentro de si, num universo de poucas opções. Sendo assim, o romance cumpre uma proposta de:
    Escolha uma alternativa para a questão 36dbbe76-59
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2022, Interpretação de Textos


    Para convencer o público-alvo sobre a necessidade de um trânsito mais seguro, essa peça publicitária apela para o(a)

    Escolha uma alternativa para a questão 36dcc589-63
  • Linguagens

    Português

    Ciente de que, no campo da criação, as inovações tecnológicas abrem amplo leque de possibilidades — ao permitir, e mesmo estimular, que o artista explore a fundo, em seu processo criativo, questões como a aleatoriedade, o acaso, a não linearidade e a hipermídia — Leo Cunha comenta que, no que tange ao campo da divulgação, as alternativas são ainda mais evidentes: “Afinal, é imensa a capacidade de reprodução, multiplicação e compartilhamento das obras artísticas/culturais. Ao mesmo tempo, ganham dimensão os dilemas envolvidos com a questão da autoria, dos direitos autorais, da reprodução e intervenção não autorizadas, entre outras questões”. Já segundo a professora Yacy-Ara Froner, o uso de ferramentas tecnológicas não pode ser visto como um fim em si mesmo. Isso porque computadores, samplers, programas de imersão, internet e intranet, vídeo, televisão, rádio, GPD etc. são apenas suportes com os quais os artistas exercem sua imaginação. |

    SILVA JR, M. G. Movidas pela dúvida. Minas faz Ciências,
    n. 52, dez-fev 2013 (adaptado)


    Segundo os autores citados no texto, a expansão de possibilidades no campo das manifestações artísticas promovida pela internet pode pôr em risco o(a)
    Escolha uma alternativa para a questão 36df8b9b-63
  • Linguagens

    Português

    Ora, sempre que surge uma nova técnica, ela quer demonstrar que revogará as regras e coerções que presidiram o nascimento de todas as outras invenções do passado. Ela se pretende orgulhosa e única. Como se a nova técnica carreasse com ela, automaticamente, para seus novos usuários, uma propensão natural a fazer economia de qualquer aprendizagem. Como se ela se preparasse para varrer tudo que a precedeu, ao mesmo tempo transformando em analfabetos todos os que ousassem repeli-la.

    Fui testemunha dessa mudança ao longo de toda a minha vida. Ao passo que, na realidade, é o contrário que acontece. Cada nova técnica exige uma longa iniciação numa nova linguagem, ainda mais longa na medida em que nosso espirito é formatado pela utilização das linguagens que precederam o nascimento da recém-chegada.

     ECO, U.:CARRIÉRE, L.C. Não contem como fim do livro. 
    Rio de Janeiro: Record, 2010 (adaptado),


    O texto revela que, quando a sociedade promove o desenvolvimento de uma nova técnica, o que mais impacta seus usuários é a
    Escolha uma alternativa para a questão 36e21a34-63
  • Linguagens

    Português

    Fobias

            Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos), acrofobia (medo de altura), collorfobia (medo do que ele vai nos aprontar agora) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até treiskaidekafobia (medo do número treze), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palavra impressa. Na falta dela, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham “Frio” e “Quente” escritos por extenso, para saciar minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri a lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.
            Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação, embora não no modo pretendido. Nada como um best-seller numa hora dessas. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, o sexo em todas as suas formas, ação, paixão, violência – e uma mensagem positiva. Recomendo “Gênesis” pelo ímpeto narrativo, “O cântico dos cânticos” pela poesia e “Isaías” e “João” pela força dramática, mesmo que seja difícil dormir depois do Apocalipse.
            Mas, e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
            - Desculpe, cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina...
            - Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
            - Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
            - Não é possível! O que você faz durante a noite?
            - Tricô.
            Uma esperança!
            - Com manual?
            - Não. Danação.
            - Você não tem nada para ler?
            - Bem ... Tem uma carta da mamãe.
            - Manda!

    (VERÍSSIMO, L. F. Comédias para se ler na escola. São Paulo: Objetiva, 2001.)
    Sobre aspectos da sintaxe em Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga., assinale a afirmativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 36e35194-e6
  • Linguagens

    Português

    Papos

    — Me disseram...
    — Disseram-me.
    — Hein?
    — O correto é “disseram-me”. Não “me disseram”.
    — Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é “digo-te”?
    —O quê?
    — Digo-te que você
    — O "te" e o “você” não combinam.
    — Lhe digo?
    — Também não. O que você ia me dizer?
    — Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. [..]
    — Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me.
    Falo como bem entender. Mais uma correção e eu...
    — O quê?
    — O mato.
    — Que mato?
    — Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te.
    Ouviu bem? Pois esqueça-o e para-te. Pronome no lugar certo é elitismo!
    — Se você prefere falar errado...
    — Falo como todo mundo fala. O importante é me entenderem. Ou entenderem-me?

    VERISSIMO. L.F. Comédias para se ler na escola
    Rio de Janeiro: Objetiva. 2001 (adaptado)

    Nesse texto, o uso da norma-padrão defendido por um dos personagens toma-se inadequado em razão do(a)
    Escolha uma alternativa para a questão 36e4a2b9-63
  • Linguagens

    Português

        São vários os fatores, internos o externos, que influenciam os hábitos das pessoas no acesso à internet, assim como nas práticas culturais realizadas na rede. A utilização das tecnologias de informação e comunicação está diretamente relacionada aos aspectos como: conhecimento de seu uso, acesso à linguagem letrada, nível de instrução, escolaridade, letramento digital etc. Os que detêm tais recursos (os mais escolarizados) são os que mais acessam a rede e também os que possuem maior Índice de acumulatividade das práticas. A análise dos dados nos possibilita dizer que a falta de acesso à rede repete as mesmas adversidades e exclusões já verificadas na sociedade brasileira no que se refere a analfabetos, menos escolarizados, negros, população indígena e desempregados. Isso significa dizer que a internet, se não produz diretamente a exclusão, certamente a reproduz, tendo em vista que os que mais a acessam são justamente os mais jovens, escolarizados, remunerados, trabalhadores qualificados, homens e brancos.

    SILVA, F. A. B:ZIVIANE, P;GHEZZI D.R  As tecnologias digitais e seus usos.

    Brasilia, Rio de Janeiro, Ipea. 2019 (adaptado)


    Ao analisarem a correlação entre os hábitos e o perfil socioeconômico dos usuários da intenet no Brasil, os pesquisadores
    Escolha uma alternativa para a questão 36e76536-63
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, USP 2009, Interpretação de Textos

    Neste trecho de uma carta de Fernando Sabino a Mário de Andrade, o emprego de linguagem informal é bem evidente em

    Escolha uma alternativa para a questão 36e86533-fe
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT C

    Imagem da questão de Inglês, UEPB 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (The Economist, May 22nd, 2010)

    Text C
    Escolha uma alternativa para a questão 36e87b62-b7
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

        A língua não é uma nomenclatura, que se apõe a uma realidade pré-categorizada, ela é que classifica a realidade. No léxico, percebe-se, de maneira mais imediata, o fato de que a língua condensa as experiências de um dado povo.

    FIORIN,J.Língua, modernidade e tradição. Diversitas, n.2, mar-set.2014.

     
     TEXTO II
       
        As expressões coloquiais ainda estão impregnadas de discriminação contra os negros. Basta recordar algumas delas, como passar um "dia negro", ter um "lado negro", ser a "ovelha negra" da família ou praticar "magia negra".

    Disponível em: https://brasil.elpais.com. Acesso em:22 maio 2018.


    O Texto II exemplifica o que se afirma no Texto I, na medida em que defende a ideia de que as escolhas lexicais são resultantes de um
    Escolha uma alternativa para a questão 36ea405a-63
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT C

    Imagem da questão de Inglês, UEPB 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (The Economist, May 22nd, 2010)

    Text C
    Escolha uma alternativa para a questão 36ecfab6-b7
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2022, Interpretação de Textos



    Considerando-se a função social dos posts, essa imagem evidencia a apropriação de outro gênero com o objetivo de
    Escolha uma alternativa para a questão 36ed7477-63
  • Linguagens

    Português

    Ela era linda. Gostava de dançar, fazia teatro em São Paulo e sonhava ser atriz em Hollywood. Tinha 13 anos quando ganhou uma câmera de vídeo — e uma irmã. As duas se tornaram suas companheiras de experimentações. Adolescente, Elena vivia a criar filminhos e se empenhava em dirigir a pequena Petra nas cenas que inventava. Era exigente com a irmã. E acreditava no potencial da menina para satisfazer seus arroubos de diretora precoce. Por cinco anos, integrou algumas das melhores companhias paulistanas de teatro e participou de preleções para filmes e trabalhos na TV. Nunca foi chamada. No início de 1990, Elena tinha 20 anos quando se mudou para Nova York para cursar artes cênicas e batalhar uma chance no mercado americano. Deslocada, ansiosa, frustrada após alguns testes de elenco malsucedidos, decepcionada com a ausência de reconhecimento e vitimada por uma depressão que se agravava com a falta de perspectivas, Elena pôs fim à vida no segundo semestre. Petra tinha 7 anos. Vinte anos depois, é ela, a irmã caçula, que volta a Nova York para percorrer os últimos passos da irmã, vasculhar seus arquivos e transformar suas memórias em imagem e poesia.
    Elena é um filme sobre a irmã que parte e sobre a irmã que fica. É um filme sobre a busca, a perda, a saudade, mas também sobre o encontro, o legado, a memória. Um filme sobre a Elena de Petra e sobre a Petra de Elena, sobre o que ficou de uma na outra e, essencialmente, um filme sobre a delicadeza.

    VANUCHI, C. Época, 19 out. 2012 (adaptado)

    O texto é exemplar de um gênero discursivo que cumpre a função social de
    Escolha uma alternativa para a questão 36eff7b8-63
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT C

    Imagem da questão de Inglês, UEPB 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (The Economist, May 22nd, 2010)

    According to text C the advances in synthetic biology will lead to:
    Escolha uma alternativa para a questão 36f07caa-b7
  • Linguagens

    Português

    PALAVRA — As gramáticas classificam as palavras em substantivo, adjetivo, verbo, advérbio, conjunção, pronome, numeral, artigo e preposição. Os poetas classificam as palavras pela alma porque gostam de brincar com elas, e para brincar com elas é preciso ter intimidade primeiro. É a alma da palavra que define, explica, ofende ou elogia, se coloca entre o significante e o significado para dizer o que quer, dar sentimento às coisas, fazer sentido. A palavra nuvem chove. A palavra triste chora. A palavra sono dorme. A palavra tempo passa. A palavra fogo queima. A palavra faca corta. A palavra carro corre. A palavra "palavra" diz. O que quer. 
     E nunca desdiz depois. As palavras têm corpo o alma, mas são diferentes das pessoas em vários pontos. As palavras dizem o que querem, está dito, e pronto.

    Falcão, A. Pequeno dicionário de palavras ao vento.
    São Paulo: Salamandra, 2013 (Adaptado)

     

    Esso texto, que simula um verbete para a palavra “palavra”, constitui-se como um poema porque
    Escolha uma alternativa para a questão 36f27ca1-63