Questões filtradas
Questões do ENEM: Linguagens
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- LinguagensAssinale a alternativa em que o verbo tem a mesma predicação do grifado na frase Eu me prometia que um dia esta seria a minha tarefa.
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2018
- FUVEST
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: 502E1583-FC
Examine o cartum.

ITURRUSGARAI, Adão. A vida como ela yeah. Folha de S. Paulo, ago.2018.
O efeito de humor que se obtém no cartum decorre, principalmente,
- Linguagens
Português
- Coesão e coerência
- Prova de 2010
- Universidade Federal do Ceará
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 50377D9E-F6
Dizer: O rio Jacarecica atraía-os com tamanho ímpeto, que não puderam evitá-lo é o mesmo que dizer: Não puderam evitar o rio Jacarecica:
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2018
- FUVEST
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 503847D5-FC

FREIRE, Ricardo. Complicabilizando. Época, ago. 2003.
Com base no texto, é correto afirmar: - Linguagens
Português
- Análise sintática
- Prova de 2010
- Universidade Federal do Ceará
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 503A5AA1-F6
Assinale a alternativa que analisa corretamente o período: Importa o que eu gostaria de ser.
- Linguagens
Português
- Conjunções: Relação de causa e consequência
- Prova de 2010
- Universidade Federal do Ceará
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 503D8DD8-F6
Nas frases: I – Nô brincou e ficou insatisfeito.II – Nô brincou e ficou satisfeito.a conjunção “e” tem, respectivamente, valor: - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2018
- FUVEST
- Dificuldade: Muito fácil
- Com imagem
- Código da questão: 503FD2C1-FC
Examine o anúncio.

Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul.
No contexto do anúncio, a frase “A diferença tem que ser só uma letra” pressupõe a
- Linguagens
Português
- Análise sintática
- Prova de 2010
- Universidade Federal do Ceará
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 50444D9A-F6
Assinale a alternativa em que o pronome relativo exerce a função de complemento nominal.
- Linguagens
Português
- Análise sintática
- Prova de 2010
- Universidade Federal do Ceará
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 5047A908-F6
Assinale a alternativa em que a palavra destacada tem a mesma função sintática que o termo sublinhado em: Aquela era a sua terra.
- Linguagens
Português
- Análise sintática
- Prova de 2010
- Universidade Federal do Ceará
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 504AB429-F6
Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada tem a mesma função sintática do termo em destaque na frase: A doença queimava os pobres.
- Linguagens
Português
- Sintaxe
- Prova de 2010
- Universidade Federal do Ceará
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 504E8478-F6
Assinale a alternativa em que o sujeito está posposto ao objeto direto.
- Linguagens
Português
- Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
- Prova de 2010
- Universidade Federal do Ceará
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 50516242-F6
Assinale a alternativa que analisa corretamente as orações em destaque: (I) Os amigos pediam-lhe que tocasse / (II) Era a sua vida que voltava às origens.
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2018
- FUVEST
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 50561C9B-FC

Carlos Drummond de Andrade.
Claro Enigma.
Ulisses
O mito é o nada que é tudo.
O mesmo sol que abre os céus
É um mito brilhante e mudo ‐
O corpo morto de Deus,
Vivo e desnudo.
Este, que aqui aportou,
Foi por não ser existindo.
Sem existir nos bastou.
Por não ter vindo foi vindo
E nos criou.
Assim a lenda se escorre
A entrar na realidade,
E a fecundá‐la decorre.
Em baixo, a vida, metade
De nada, morre.
Fernando Pessoa. Mensagem.
*conversa íntima entre casais.
Considerando os poemas, assinale a alternativa correta. - Linguagens
Português
- Figuras de Linguagem
- Prova de 2018
- FUVEST
- Dificuldade: Muito fácil
- Com imagem
- Código da questão: 505946F4-FC

Carlos Drummond de Andrade.
Claro Enigma.
Ulisses
O mito é o nada que é tudo.
O mesmo sol que abre os céus
É um mito brilhante e mudo ‐
O corpo morto de Deus,
Vivo e desnudo.
Este, que aqui aportou,
Foi por não ser existindo.
Sem existir nos bastou.
Por não ter vindo foi vindo
E nos criou.
Assim a lenda se escorre
A entrar na realidade,
E a fecundá‐la decorre.
Em baixo, a vida, metade
De nada, morre.
Fernando Pessoa. Mensagem.
*conversa íntima entre casais.
O oxímoro é uma “figura em que se combinam palavras de sentido oposto que parecem excluir‐se mutuamente, mas que, no contexto, reforçam a expressão” (HOUAISS, 2001). No poema “Sonetilho do falso Fernando Pessoa”, o emprego dessa figura de linguagem ocorre em: - Linguagens
Espanhol
- Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
- Prova de 2010
- UFG
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 505DA8E0-58
Leia o texto que segue e responda às questões de 83 a 86.
El autor del artículo llama a los docentes “pobres profes” porque ellos tienen que - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2018
- IF-PR
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 50651606-CB
Os infelizes cálculos da felicidade (fragmento),Mia Couto.O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:– É conta que se faz sem cabeça.Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
– Faça as contas mestre.Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:– A paixão é o mundo a dividir por zero.*grafia usada em Moçambique
Mia Couto, escritor moçambicano, é um mestre das palavras. Nesse texto, ele aproxima a linguagem matemática das relações humanas e do cotidiano do personagem e, com isso: - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2018
- IF-PR
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 50684FE6-CB
Os infelizes cálculos da felicidade (fragmento),Mia Couto.O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:– É conta que se faz sem cabeça.Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
– Faça as contas mestre.Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:– A paixão é o mundo a dividir por zero.*grafia usada em Moçambique
Analisando o contexto em que é empregada a expressão: “A paixão é o mundo a dividir por zero”, assinale a alternativa que melhor a explica. - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2018
- FUVEST
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 506965A6-FC

Scientific American, October 24, 2014. Adaptado.
No texto, a pergunta “What time is it?” (L. 1), inserida no debate da ciência moderna sobre a noção de tempo, - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2018
- IF-PR
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 506B4C43-CB
Os infelizes cálculos da felicidade (fragmento),Mia Couto.O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:– É conta que se faz sem cabeça.Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
– Faça as contas mestre.Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:– A paixão é o mundo a dividir por zero.*grafia usada em Moçambique
Compare as expressões I e II abaixo (também negritadas no texto) e, a seguir, assinale a alternativa correta.I) “...reduzida a paixão ao seu equivalente numérico.”II) “A paixão é o mundo a dividir por zero.” - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2018
- FUVEST
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 506C78A3-FC

Scientific American, October 24, 2014. Adaptado.
No texto, a expressão que melhor representa o caráter supostamente exato do tempo é: