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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 382 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUÇÃO: Para responder às questão, considere o texto abaixo.


    Am I too old to learn a new language?


    Imagem da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from:<https://www.theguardian.com/education/2014/sep/13/am-i-too-old-to-learn-a-language>. Accessed on March 19, 2018.


    Segundo o professor Albert Costa (l. 13 a l. 17),
    Escolha uma alternativa para a questão 65be58b1-d9
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUÇÃO: Para responder às questão, considere o texto abaixo.


    Am I too old to learn a new language?


    Imagem da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from:<https://www.theguardian.com/education/2014/sep/13/am-i-too-old-to-learn-a-language>. Accessed on March 19, 2018.


    Assinale a alternativa que apresenta o significado do provérbio “you can´t teach an old dog new tricks” (l. 04).
    Escolha uma alternativa para a questão 65c18c41-d9
  • Linguagens

    Português

    O FUTURO ERA LINDO

    Imagem da questão de Português, UERJ 2015, Morfologia - Verbos

    Marion Strecker

    Adaptado de Folha de São Paulo, 29/07/2014.

    O primeiro parágrafo expõe projeções passadas sobre possibilidades de um futuro regido pela internet.

    O recurso linguístico que permite identificar que se trata de projeção e não de fatos do passado é o uso da:

    Escolha uma alternativa para a questão 65ccf414-b9
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Para responder às questões de números 26 a 30,
    leia o texto de Lygia Fagundes Telles.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNIFESP 2007, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UNIFESP 2007, Interpretação de Textos

    Na resposta enfurecida da pajem à narradora, repete-se a forma verbal pensa. Essa resposta permite entender que ela
    Escolha uma alternativa para a questão 65ce3d8c-4d
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2012, Interpretação de Textos



    O texto pode ser caracterizado como predominantemente

    Escolha uma alternativa para a questão 65e10ab6-3f
  • Linguagens

    Espanhol

    Seymour Menton: El legado crítico de un lector apasionado


    Imagem da questão de Espanhol, UERJ 2015, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Ignacio M. Sánchez Prado

    milenio.com

    El texto destaca el valor del investigador estadounidense Seymour Menton en su país.
    De acuerdo con el texto, el valor de su actuación como crítico se basa en el siguiente hecho:
    Escolha uma alternativa para a questão 65e5f743-b9
  • Linguagens

    Espanhol

    Seymour Menton: El legado crítico de un lector apasionado


    Imagem da questão de Espanhol, UERJ 2015, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Ignacio M. Sánchez Prado

    milenio.com

    Recuerdo la emoción que me causó estrechar su mano. (l. 2-3)
    Un ejemplo de que el autor del texto comparte la misma actividad laboral que Seymour Menton es:
    Escolha uma alternativa para a questão 65e8de19-b9
  • Linguagens

    Espanhol

    Seymour Menton: El legado crítico de un lector apasionado


    Imagem da questão de Espanhol, UERJ 2015, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Ignacio M. Sánchez Prado

    milenio.com

    escrita conforme la producción narrativa continental emergía (l. 4-5)
    El término subrayado se puede sustituir, sin alteración relevante de significado, por el siguiente conector:
    Escolha uma alternativa para a questão 65ebdb55-b9
  • Linguagens

    Espanhol

    Seymour Menton: El legado crítico de un lector apasionado


    Imagem da questão de Espanhol, UERJ 2015, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Ignacio M. Sánchez Prado

    milenio.com

    algunas de las limitaciones de la obra de Seymour (su reticencia ideológica a ciertas prácticas, su fidelidad a la vocación pedagógica del crítico) (l. 6-7)
    Respecto al fragmento que lo antecede, el contenido entre paréntesis presenta una idea de:
    Escolha uma alternativa para a questão 65ef6695-b9
  • Linguagens

    Espanhol

    Seymour Menton: El legado crítico de un lector apasionado


    Imagem da questão de Espanhol, UERJ 2015, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Ignacio M. Sánchez Prado

    milenio.com

    Creo que la triste pérdida de Seymour Menton, (l. 25)
    la lista de los que nos han dejado en 2014, (l. 25-26)
    En las citaciones arriba, se observa una figura de lenguaje que busca amenizar la información sobre la muerte de personalidades.
    A esa figura de lenguaje se le denomina:
    Escolha uma alternativa para a questão 65f2a554-b9
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 3 da questão de Inglês, UFF 2008, Infinitivo e gerúndio | Infinitive and gerund
    Figura 2 de 3 da questão de Inglês, UFF 2008, Infinitivo e gerúndio | Infinitive and gerund

    Figura 3 de 3 da questão de Inglês, UFF 2008, Infinitivo e gerúndio | Infinitive and gerund

    In the extracts below, the words with ‘ing’ are all verbs, except:
    Escolha uma alternativa para a questão 65f46b62-42
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2011, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2011, Interpretação de Textos
    Figura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2011, Interpretação de Textos

    Dentre as ideias a seguir, assinale a única que está expressa no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 66051b94-a5
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de Alberto Caeiro para responder à questão.

    Não basta abrir a janela
    Para ver os campos e o rio.
    Não é bastante não ser cego
    Para ver as árvores e as flores.
    É preciso também não ter filosofia nenhuma.
    Com filosofia não há árvores: há ideias apenas.
    Há só cada um de nós, como uma cave1 .
    Há só uma janela fechada, e todo o mundo lá fora;
    E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,
    Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.

    (Obra poética, 1992.)

    1cave: pavimento de uma construção que fica abaixo do nível do solo.
    De acordo com o poema,
    Escolha uma alternativa para a questão 6607d3f4-05
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de Alberto Caeiro para responder à questão.

    Não basta abrir a janela
    Para ver os campos e o rio.
    Não é bastante não ser cego
    Para ver as árvores e as flores.
    É preciso também não ter filosofia nenhuma.
    Com filosofia não há árvores: há ideias apenas.
    Há só cada um de nós, como uma cave1 .
    Há só uma janela fechada, e todo o mundo lá fora;
    E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,
    Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.

    (Obra poética, 1992.)

    1cave: pavimento de uma construção que fica abaixo do nível do solo.
    No verso "Não basta abrir a janela", a oração sublinhada funciona como sujeito do verbo "basta". Um sujeito oracional ocorre também no verso:
    Escolha uma alternativa para a questão 660c35fe-05
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de Alberto Caeiro para responder à questão.

    Não basta abrir a janela
    Para ver os campos e o rio.
    Não é bastante não ser cego
    Para ver as árvores e as flores.
    É preciso também não ter filosofia nenhuma.
    Com filosofia não há árvores: há ideias apenas.
    Há só cada um de nós, como uma cave1 .
    Há só uma janela fechada, e todo o mundo lá fora;
    E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,
    Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.

    (Obra poética, 1992.)

    1cave: pavimento de uma construção que fica abaixo do nível do solo.
    Considere os versos:

    "Não basta abrir a janela
    Para ver os campos e o rio."
    "E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse"

    No contexto, os termos sublinhados podem ser corretamente substituídos por:
    Escolha uma alternativa para a questão 660f606c-05
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Teresinha Costa para responder à questão.

         Em História social da criança e da família, Philippe Ariès faz um estudo na Europa, no período compreendido entre a Idade Média e o século XX, para demonstrar como a definição de criança se modificou no decorrer do tempo de acordo com parâmetros ideológicos. Pela análise de pinturas, diários, esculturas e vitrais produzidos na Europa no período anterior aos ideais da Revolução Francesa, Ariès forja a expressão "sentimento da infância" para designar "a consciência da particularidade infantil, essa particularidade que distingue essencialmente a criança do adulto". Esse sentimento vai aparecer a partir apenas do século XVII.
    Na Idade Média, a criança era vista como um pequeno adulto, sem características que a diferenciassem, e desconsiderada como alguém merecedor de cuidados especiais. Isso não significava que as crianças fossem até então desprezadas ou negligenciadas, mas sim que não se tinha consciência de uma série de particularidades intelectuais, comportamentais e emocionais que passaram, então, a ser consideradas como inerentes ou até mesmo naturais às crianças. Ariès comenta, inclusive, que os pintores ocidentais reproduziam crianças vestidas como pequenos adultos, e que somente percebemos se tratar de uma criança devido ao seu tamanho reduzido. Nas sociedades agrárias, a infância era um período rapidamente superado e, tão logo a criança adquiria alguma independência, passava a participar da vida dos adultos e de seus trabalhos, jogos e festas.

    (Psicanálise com crianças, 2010.)
    De acordo com o texto, a pesquisa de Philippe Ariès
    Escolha uma alternativa para a questão 6612c01b-05
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Teresinha Costa para responder à questão.

         Em História social da criança e da família, Philippe Ariès faz um estudo na Europa, no período compreendido entre a Idade Média e o século XX, para demonstrar como a definição de criança se modificou no decorrer do tempo de acordo com parâmetros ideológicos. Pela análise de pinturas, diários, esculturas e vitrais produzidos na Europa no período anterior aos ideais da Revolução Francesa, Ariès forja a expressão "sentimento da infância" para designar "a consciência da particularidade infantil, essa particularidade que distingue essencialmente a criança do adulto". Esse sentimento vai aparecer a partir apenas do século XVII.
    Na Idade Média, a criança era vista como um pequeno adulto, sem características que a diferenciassem, e desconsiderada como alguém merecedor de cuidados especiais. Isso não significava que as crianças fossem até então desprezadas ou negligenciadas, mas sim que não se tinha consciência de uma série de particularidades intelectuais, comportamentais e emocionais que passaram, então, a ser consideradas como inerentes ou até mesmo naturais às crianças. Ariès comenta, inclusive, que os pintores ocidentais reproduziam crianças vestidas como pequenos adultos, e que somente percebemos se tratar de uma criança devido ao seu tamanho reduzido. Nas sociedades agrárias, a infância era um período rapidamente superado e, tão logo a criança adquiria alguma independência, passava a participar da vida dos adultos e de seus trabalhos, jogos e festas.

    (Psicanálise com crianças, 2010.)
    "entre a Idade Média e o século XX" (1º parágrafo)
    "Ariès forja a expressão 'sentimento da infância'" (1º parágrafo)
    "sem características que a diferenciassem" (2º parágrafo)

    As três ocorrências do vocábulo "a" sublinhadas correspondem, respectivamente, a:
    Escolha uma alternativa para a questão 66168106-05
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Teresinha Costa para responder à questão.

         Em História social da criança e da família, Philippe Ariès faz um estudo na Europa, no período compreendido entre a Idade Média e o século XX, para demonstrar como a definição de criança se modificou no decorrer do tempo de acordo com parâmetros ideológicos. Pela análise de pinturas, diários, esculturas e vitrais produzidos na Europa no período anterior aos ideais da Revolução Francesa, Ariès forja a expressão "sentimento da infância" para designar "a consciência da particularidade infantil, essa particularidade que distingue essencialmente a criança do adulto". Esse sentimento vai aparecer a partir apenas do século XVII.
    Na Idade Média, a criança era vista como um pequeno adulto, sem características que a diferenciassem, e desconsiderada como alguém merecedor de cuidados especiais. Isso não significava que as crianças fossem até então desprezadas ou negligenciadas, mas sim que não se tinha consciência de uma série de particularidades intelectuais, comportamentais e emocionais que passaram, então, a ser consideradas como inerentes ou até mesmo naturais às crianças. Ariès comenta, inclusive, que os pintores ocidentais reproduziam crianças vestidas como pequenos adultos, e que somente percebemos se tratar de uma criança devido ao seu tamanho reduzido. Nas sociedades agrárias, a infância era um período rapidamente superado e, tão logo a criança adquiria alguma independência, passava a participar da vida dos adultos e de seus trabalhos, jogos e festas.

    (Psicanálise com crianças, 2010.)
    "Isso não significava que as crianças fossem até então desprezadas" (2° parágrafo)

    Se esta frase for transposta para a voz ativa, a locução verbal sublinhada muda para:
    Escolha uma alternativa para a questão 6619d0e9-05
  • Linguagens

    Português

    Considere o trecho inicial do conto "Uns sábados, uns agostos", de Caio Fernando Abreu, para responder à questão.

          Eles vinham aos sábados, sem telefonar. Não lembro desde quando criou-se o hábito de virem aos sábados, sem telefonar – e de vez em quando isso me irritava, pensando que se quisesse sair para, por exemplo, passear pelo parque ou tomar uma dessas lanchas de turismo que fazem excursões pelas ilhas, não poderia porque eles bateriam com as caras na porta fechada e ficariam ofendidos (eles eram sensíveis) e talvez não voltassem nunca mais. E como, aos sábados, eu jamais faria coisas como ir ao parque ou andar nessas tais lanchas que fazem excursões pelas ilhas, era obrigado a esperá-los, trancado em casa. Certamente os odiava um pouco enquanto não chegavam: um ódio de ter meus sábados totalmente dependentes deles, que não eram eu, e que não viveriam a minha vida por mim – embora eu nunca tivesse conseguido aprender como se vive aos sábados, se é que existe uma maneira específica de atravessá-los.  
    [...]
         E afinal, chovesse ou fizesse sol, sagradamente lá estavam eles, aos sábados. Naturalmente chovesse-ou-fizesse-sol é apenas isso que se convencionou chamar força de expressão, já que há muito tempo não fazia sol, talvez por ser agosto − mas de certa forma é sempre agosto nesta cidade, principalmente aos sábados.
          Não é que fossem chatos. Na verdade, eu nunca soube que critérios de julgamento se pode usar para julgar alguém definitivamente chato, irremediavelmente burro ou irrecuperavelmente desinteressante. Sempre tive uma dificuldade absurda para arrumar prateleiras. Acontece que não tínhamos nada em comum, não que isso tenha importância, mas nossas famílias não se conheciam, então não podíamos falar sobre os meus pais ou os avós deles, sobre os meus tios ou os seus sobrinhos ou qualquer outra dessas combinações genealógicas. Também não sabia que tipo de trabalho faziam, se é que faziam alguma coisa, nem sequer se liam, se estudavam, iam ao cinema, assistiam à televisão ou com que se ocupavam, enfim, além de me visitar aos sábados.

    (Caio Fernando Abreu. Mel e girassóis, 1988. Adaptado.) 
    Ao dizer "força de expressão" (2° parágrafo), o narrador informa que não se devem tomar as palavras em seu sentido
    Escolha uma alternativa para a questão 661ceb9f-05