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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 523 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    A Tall Order

    The sky isn’t the limit for an architect building the world’s first invisible skyscraper.

    Charles Wee, one of the world's leading high-rise architects, has a confession to make: he's bored with skyscrapers. After designing more than 30, most of which punctuate the skylines of rapidly expanding Asian cities, he has struck upon a novel concept: the first invisible skyscraper.
    As the tallest structure in South Korea, his Infinity Tower will loom over Seoul until somebody pushes a button and it completely disappears.
    When he entered a 2004 competition to design a landmark tower, the Korean-American architect rejected the notion of competing with Dubai, Toronto, and Shanghai to reach the summit of man-made summits. “I thought, let's not jump into this stupid race to build another ‘tallest’ tower,” he says in a phone conversation. “Let's take an opposite approach — let's make an anti-tower.”
    The result will be a 150-story building that fades from view at the flick of a switch. The tower will effectively function as an enormous television screen, being able to project an exact replica of whatever is happening behind it onto its façade. To the human eye, the building will appear to have melted away.
    It will be the most extraordinary achievement of Wee's stellar architectural career. After graduating from UCLA, he worked under Anthony Lumsden, a prolific Californian architect who helped devise the modern technique of wrapping buildings inside smooth glass skins.

    HINES, N. Disponível em: http://mag.newsweek.com. Acesso em: 13 out. 2013 (adaptado).

    No título e no subtítulo desse texto, as expressões A Tall Order e The sky isn’t the limit são usadas para apresentar uma matéria cujo tema é:
    Escolha uma alternativa para a questão 8f9eadf1-7c
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 5 da questão de Inglês, UECE 2011, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 5 da questão de Inglês, UECE 2011, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 3 de 5 da questão de Inglês, UECE 2011, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 4 de 5 da questão de Inglês, UECE 2011, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 5 de 5 da questão de Inglês, UECE 2011, Interpretação de texto | Reading comprehension

    As to David Crystal’s recording of his own children as a source of data for linguistic studies, the text mentions that
    Escolha uma alternativa para a questão 8fa317f1-a5
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, USP 2010, Interpretação de Textos As palavras do texto cujos prefixos traduzem, respectivamente, ideia de anterioridade e contiguidade são
    Escolha uma alternativa para a questão 8fa9fbb1-fc
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, FMP 2013, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura De acuerdo con el Texto I, la juventud

    Escolha uma alternativa para a questão 8fc1ce75-79
  • Linguagens

    Inglês

    Teen pregnancy: despite progress, more prevention needed

    Wednesday 9 April 2014 - 8am PST

    A new report from the Centers for Disease Control and Prevention reveals that though births to teens aged 15 to 17 have decreased, girls from this group in the US are still having nearly 1,700 births a week. The organization says this highlights the need for interventions targeted at teens.

    Not only do teenage mothers face hardships, but their babies are also at risk for certain adverse outcomes, such as increased medical risks and emotional, social and financial costs.

    The latest Centers for Disease Control and Prevention (CDC) Vital Signs report on teen pregnancy has now been posted online, and the organization notes that it was created to "continue the dialogue about teen pregnancy and its burden on our nation's youth."

    To arrive at their findings, the researchers examined birth data from the National Vital Statistics System, as well as adolescent health behavior data from the National Survey of Family Growth.

    "Although we have made significant progress reducing teen pregnancy, far too many teens are still having babies," says Dr. Tom Frieden, CDC director.

    "Births to younger teens pose the greatest risk of poor medical, social and economic outcomes. Efforts to prevent teen childbearing need to focus on evidence-based approaches to delaying sexual activity and increasing use of the most effective methods of contraception for those teens who are sexually active."

    From the report, the researchers found promising data, revealing that teen births in the US have declined over the last 20 years to the lowest level recorded in 2012. However, during that year, over 86,000 teens between the ages of 15 and 17 gave birth.
    'Need for early interventions'

    Imagem da questão de Inglês, FAME 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The CDC report reveals the teen birth rate has dropped, but officials say earlier interventions are still needed.

    In detail, the team observed that, per 1,000 teens between 15-17 years old, births declined 63%, from 38.6 in 1991 to 14.1 in 2012.

    Though 73% of teens in this age group had not yet had sex, of the more sexually active teens, over 80% had not had any formal sex education before they had sex for the first time.

    Additionally, nearly 1 in 4 teens between these ages had never spoken with their parents or guardians about sex.

    Broken down by ethnicity, the data show that the birth rate in teens of this age is highest for Hispanic, non-Hispanic black and American Indian/Alaska Native teens.

    "We need to provide young people with the support and opportunities they need to empower themselves," says Shanna Cox from CDC's Division of Reproductive Health. "Trying to balance the task of childbearing while trying to complete their high school education is a difficult set of circumstances, even with the help of family and others," she says, and adds:

    "Teens who give birth are at increased risk of having a repeat birth while still a teenager. And these younger teens are less likely to earn a high school diploma or GED than older teens who give birth."

    Although the report revealed a promising statistic - that over 90% of teens used some form ofcontraception the last time they had sex - most of the methods they relied on were "among the least effective."

    Because many differences in teen pregnancy rates persist between ethnic groups, the CDC suggest there is a need for interventions and services aimed at specific cultural groups.

    The organization says parents and guardians play a particularly important role in helping teens avoid risky sexual behaviors, and that delivering prevention efforts earlier could encourage abstinence and birth control use.
    Written by Marie Ellis

    http://www.medicalnewstoday.com/articles/275283.php, Accessed on April 10,2014.


    One of the means to avoid teen pregnancy would NOT INCLUDE to
    Escolha uma alternativa para a questão 8fd59726-e8
  • Linguagens

    Português

    Com base no texto abaixo, responda às questões de 26 a 28.

    Imagem da questão de Português, UNEMAT 2011, Interpretação de Textos O termo “efluente”, em “A Petrobrás, alinhada com seu Padrão de Gestão Ambiental de Recursos Hídricos e Efluentes [...]” refere-se:
    Escolha uma alternativa para a questão 8fea0d1b-0e
  • Linguagens

    Português

    A ciência gordurosa
    Vou ao supermercado e fico pasmo com os produtos nas prateleiras. Não falo da quantidade de iogurtes, bolachas, pastas dentifrícias ou papel higiênico que me transformam no famoso burro de Buridan – o asno do paradoxo filosófico que morre de fome por não saber qual dos pedaços de feno escolher. De fato, tanta variedade paralisa qualquer um.
    Falo de outro fenômeno igualmente agônico: a quantidade de produtos alimentares que parecem
    diretamente saídos de um consultório médico.
    Um iogurte não é um iogurte, com um determinado sabor e uma determinada textura. É quase um remédio de farmácia que promete diminuir o colesterol e controlar 50 outros indicadores orgânicos igualmente importantes para a saúde do sujeito.
    E quem fala em iogurtes, fala em sucos (com seu cortejo de vitaminas), batatas fritas (com reduções
    heroicas na quantidade de sal) e até chocolates (alguns deles prometem melhorar o fluxo arterial). Como se chegou a isto?
    Verdade: com a "morte de Deus" e o fim de uma vida transcendente, cuidar do corpo transformou-se na única religião dos homens modernos. De tal forma que nem a gastronomia está a salvo: antes do prazer ou da mera fome, está primeiro a saúde.
    Hoje, não se come mais para viver. Come-se para viver até aos cem – uma importante revolução
    civilizacional.
    Honestamente, nem sei por que motivo não se abrem restaurantes em hospitais, com refeições cozinhadas por médicos e servidas por enfermeiros. No final, o cliente faria análises ao sangue e só pagaria a conta se tivesse o número certo de triglicerídeos.
    O problema é que nem no hospital o cliente estaria a salvo. Desde logo porque é cada vez mais difícil saber o que comer: existem estudos, publicados a um ritmo demencial, que dizem uma coisa e o seu contrário. Às vezes, na mesma semana – ou até no mesmo dia.
    A carne vermelha é má, defendem uns. A carne vermelha é ótima, garantem outros. Sobre os laticínios, há opiniões para todos os gostos: são puro veneno; são simplesmente insubstituíveis. E até as gorduras, que deveriam ser um inimigo consensual, parece que não são tão inimigas assim.
    A revista "Time", aliás, dedicou matéria especial ao fenômeno: durante décadas, o país declarou guerra às gorduras (...) Os americanos foram dizendo adeus ao lixo, optando por aves, leite magro ou cereais. Infelizmente, a mudança na dieta não os tornou mais saudáveis. Pelo contrário: o país está mais doente do que nunca. (...)
    Explicações?
    Não, a gordura não é o papão que se imaginava, explica a revista. Não entro em termos técnicos, até
    porque eles são demasiado gordurosos para mim. Mas parece que a gordura do peixe e dos vegetais é boa para o coração. E até a gordura "suspeita" de um bom filé (cozinhado com manteiga, claro) tem vantagens respeitáveis na limpeza do mau colesterol.
    Os verdadeiros inimigos, hoje, são os carboidratos presentes nos açúcares, nos doces, nos farináceos. Isso, claro, enquanto não surgir um novo estudo a defender precisamente o contrário – ou, pelo menos, a colocar as coisas nas suas devidas proporções.
    E eu? Que fazer perante essa selva de alarmes contraditórios?

    João Pereira Coutinho
    Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/172598-...
    gordurosa.shtml. Acesso em 31.07.14

    Muito útil, o corretor ortográfico e gramatical de programas de edição de texto é uma ferramenta que sinaliza eventuais problemas de grafia e de construção. Na tela do computador, o trecho “nem sei por que motivo não se abrem restaurantes em hospitais” o verbo “abrir” aparece destacado. Essa sinalização indica
    Escolha uma alternativa para a questão 9005ffbc-ab
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2012, Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.
    A comparação entre a representação escrita do texto de 1928 e a contemporânea nos permite chegar a várias conclusões.

    A qual das conclusões abaixo a leitura atenta do texto 2 NÃO autoriza a chegar?

    Em 1928, a escrita
    Escolha uma alternativa para a questão 9008c614-3f
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão 03.,

    Imagem da questão de Português, UFG 2010, Interpretação de Textos

    O texto é uma receita e, por isso, quem vai segui-la não pode alterar seus passos. Na ordem dos ingredientes para o preparo do molho francês,
    Escolha uma alternativa para a questão 9020509a-58
  • Linguagens

    Português

    Quando o autor nos fala da apresentação do documento como defesa do ex-prefeito, abrindo um travessão a seguir (– a já tradicional venda de uma ‘fazenda’, variante da venda de bois, cavalos etc.), este recurso enfatiza um aspecto:
    Escolha uma alternativa para a questão 90250954-5f
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, PUC - PR 2012, Conjunções | Conjunciones
    Las palabras que rellenan CORRECTAMENTE los huecos del último párrafo son, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 90306dcb-4a
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto.


    Imagem da questão de Português, INSPER 2018, Interpretação de Textos

    (Mundo Estranho, edição 200-A, outubro de 2017)

    O texto corresponde a
    Escolha uma alternativa para a questão 906d8263-6e
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.


    Ao leitor: A gravidez como ela é


        Li há alguns meses uma crônica em que a escritora, grávida, desabafava: “estar grávida é estranho”. Dizia que não conseguia soltar fogos de artifício, que o corpo dela estava esquisito, que sentia cansaço e angústia. E que se achava uma E.T. por sentir tudo isso – afinal, grávidas devem ser felizes e gratas.
        Eu, também grávida de minha segunda filha, me identifiquei prontamente. Estar grávida é estranho mesmo. Por nove meses, nosso corpo se transforma completamente para formar um outro ser. Pode ser lindo, mas também é dolorido. Pode ser mágico, mas também é angustiante. E, junto com as transformações físicas, vem uma avalanche de dúvidas, de regras, de medos. Estar grávida não é fácil.
        Mais difícil ainda é passar por isso sem informação. Sem saber no que acreditar, que regras seguir, o porquê de estar sentindo tudo aquilo. Como gestante, sentia falta de publicações que questionassem, que polemizassem, que tivessem coragem de tocar em alguns pontos que, por vezes, tirassem da gravidez o revestimento de encanto e, da grávida, a aura imaculada.
        Mergulhando nesse universo, vimos que o tema é ainda mais complexo do que podíamos imaginar.
        Neste especial, você não encontrará lista de enxoval, sintomas de trabalho de parto nem dicas para fazer o bebê dormir. Mas vai ter informações preciosas sobre esse período de revolução na sua vida – o antes, o durante e o depois da gravidez. Para entender o que está de fato acontecendo e ter as ferramentas para tomar as decisões que fazem sentido para você. A gravidez pode continuar sendo uma coisa estranha, mas não será mais tão desconhecida. Para mim, foi transformador. Espero que seja para você também.
    Boa leitura,
    Marina Bessa
    editora


    (Superinteressante, edição especial, março de 2018. Adaptado)
    Analisando a percepção que a escritora mencionada na matéria e a editora da revista têm da gravidez, conclui-se corretamente que
    Escolha uma alternativa para a questão 9071ffa4-6e
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.


    Ao leitor: A gravidez como ela é


        Li há alguns meses uma crônica em que a escritora, grávida, desabafava: “estar grávida é estranho”. Dizia que não conseguia soltar fogos de artifício, que o corpo dela estava esquisito, que sentia cansaço e angústia. E que se achava uma E.T. por sentir tudo isso – afinal, grávidas devem ser felizes e gratas.
        Eu, também grávida de minha segunda filha, me identifiquei prontamente. Estar grávida é estranho mesmo. Por nove meses, nosso corpo se transforma completamente para formar um outro ser. Pode ser lindo, mas também é dolorido. Pode ser mágico, mas também é angustiante. E, junto com as transformações físicas, vem uma avalanche de dúvidas, de regras, de medos. Estar grávida não é fácil.
        Mais difícil ainda é passar por isso sem informação. Sem saber no que acreditar, que regras seguir, o porquê de estar sentindo tudo aquilo. Como gestante, sentia falta de publicações que questionassem, que polemizassem, que tivessem coragem de tocar em alguns pontos que, por vezes, tirassem da gravidez o revestimento de encanto e, da grávida, a aura imaculada.
        Mergulhando nesse universo, vimos que o tema é ainda mais complexo do que podíamos imaginar.
        Neste especial, você não encontrará lista de enxoval, sintomas de trabalho de parto nem dicas para fazer o bebê dormir. Mas vai ter informações preciosas sobre esse período de revolução na sua vida – o antes, o durante e o depois da gravidez. Para entender o que está de fato acontecendo e ter as ferramentas para tomar as decisões que fazem sentido para você. A gravidez pode continuar sendo uma coisa estranha, mas não será mais tão desconhecida. Para mim, foi transformador. Espero que seja para você também.
    Boa leitura,
    Marina Bessa
    editora


    (Superinteressante, edição especial, março de 2018. Adaptado)
    O texto foi publicado na revista na seção “Ao leitor”, espaço em que o editor se dirige aos seus leitores e justifica aspectos temáticos relevantes da publicação. Especialmente contendo tema de interesse do público feminino, o texto procura mostrar que a edição
    Escolha uma alternativa para a questão 9076de77-6e
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.


    Ao leitor: A gravidez como ela é


        Li há alguns meses uma crônica em que a escritora, grávida, desabafava: “estar grávida é estranho”. Dizia que não conseguia soltar fogos de artifício, que o corpo dela estava esquisito, que sentia cansaço e angústia. E que se achava uma E.T. por sentir tudo isso – afinal, grávidas devem ser felizes e gratas.
        Eu, também grávida de minha segunda filha, me identifiquei prontamente. Estar grávida é estranho mesmo. Por nove meses, nosso corpo se transforma completamente para formar um outro ser. Pode ser lindo, mas também é dolorido. Pode ser mágico, mas também é angustiante. E, junto com as transformações físicas, vem uma avalanche de dúvidas, de regras, de medos. Estar grávida não é fácil.
        Mais difícil ainda é passar por isso sem informação. Sem saber no que acreditar, que regras seguir, o porquê de estar sentindo tudo aquilo. Como gestante, sentia falta de publicações que questionassem, que polemizassem, que tivessem coragem de tocar em alguns pontos que, por vezes, tirassem da gravidez o revestimento de encanto e, da grávida, a aura imaculada.
        Mergulhando nesse universo, vimos que o tema é ainda mais complexo do que podíamos imaginar.
        Neste especial, você não encontrará lista de enxoval, sintomas de trabalho de parto nem dicas para fazer o bebê dormir. Mas vai ter informações preciosas sobre esse período de revolução na sua vida – o antes, o durante e o depois da gravidez. Para entender o que está de fato acontecendo e ter as ferramentas para tomar as decisões que fazem sentido para você. A gravidez pode continuar sendo uma coisa estranha, mas não será mais tão desconhecida. Para mim, foi transformador. Espero que seja para você também.
    Boa leitura,
    Marina Bessa
    editora


    (Superinteressante, edição especial, março de 2018. Adaptado)
    Sem prejuízo de sentido ao texto e em conformidade com a norma-padrão, o trecho do 2o parágrafo – Pode ser mágico, mas também é angustiante. E, junto com as transformações físicas, vem uma avalanche de dúvidas, de regras, de medos. – pode assumir a seguinte redação:
    Escolha uma alternativa para a questão 907b42af-6e
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos I e II para responder a questão.


    Texto I


        A educação virtual é uma arma importante para detectar informações falsas no noticiário, segundo especialistas. Essa “alfabetização” deve contar com esforços de vários setores da sociedade, para evitar que as chamadas fake news tumultuem o debate público, como ocorreu na corrida eleitoral americana e na votação pela saída do Reino Unido da União Europeia.

        A dificuldade de identificar notícias falsas afeta até países com melhores índices de escolaridade. Uma pesquisa da Universidade de Stanford apontou, em julho deste ano, que estudantes americanos tiveram problema para checar a credibilidade das informações divulgadas na internet. Dentre 7804 alunos dos ensinos fundamental, médio e superior, 40% não conseguiram detectar fake news.


    (http://infograficos.estadao.com.br. Adaptado)


    Texto II


        “Se uma história é demasiadamente emocionante ou dramática, provavelmente não é real. A verdade é geralmente entediante”, disse a jornalista ucraniana Olga Yurkova durante a palestra inaugural do TED 2018, a série de conferências realizada neste mês em Vancouver, no Canadá.

        Em sua apresentação, a ativista engajada no combate a notícias falsas – cofundadora do site StopFake – disse que as chamadas fake news são “uma ameaça à democracia e à sociedade”. Prossegue: “As pessoas já não sabem o que é real e o que é falso. Muitas deixaram de acreditar e isso é ainda mais perigoso.”

        Yurkova lançou o StopFake em 2014 para abordar o problema na Ucrânia. Desde então, o grupo evoluiu até se transformar em uma sofisticada organização de comprovação de fatos em 11 idiomas.

        Com esse trabalho, a organização revelou, até agora, mais de mil histórias mentirosas na Ucrânia e ensinou a mais de 10 mil pessoas de todo o mundo a reconhecer quando uma notícia é falsa.


    (http://www.bbc.com. Adaptado)

    A informação comum aos dois textos diz respeito à
    Escolha uma alternativa para a questão 907f1326-6e
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos I e II para responder a questão.


    Texto I


        A educação virtual é uma arma importante para detectar informações falsas no noticiário, segundo especialistas. Essa “alfabetização” deve contar com esforços de vários setores da sociedade, para evitar que as chamadas fake news tumultuem o debate público, como ocorreu na corrida eleitoral americana e na votação pela saída do Reino Unido da União Europeia.

        A dificuldade de identificar notícias falsas afeta até países com melhores índices de escolaridade. Uma pesquisa da Universidade de Stanford apontou, em julho deste ano, que estudantes americanos tiveram problema para checar a credibilidade das informações divulgadas na internet. Dentre 7804 alunos dos ensinos fundamental, médio e superior, 40% não conseguiram detectar fake news.


    (http://infograficos.estadao.com.br. Adaptado)


    Texto II


        “Se uma história é demasiadamente emocionante ou dramática, provavelmente não é real. A verdade é geralmente entediante”, disse a jornalista ucraniana Olga Yurkova durante a palestra inaugural do TED 2018, a série de conferências realizada neste mês em Vancouver, no Canadá.

        Em sua apresentação, a ativista engajada no combate a notícias falsas – cofundadora do site StopFake – disse que as chamadas fake news são “uma ameaça à democracia e à sociedade”. Prossegue: “As pessoas já não sabem o que é real e o que é falso. Muitas deixaram de acreditar e isso é ainda mais perigoso.”

        Yurkova lançou o StopFake em 2014 para abordar o problema na Ucrânia. Desde então, o grupo evoluiu até se transformar em uma sofisticada organização de comprovação de fatos em 11 idiomas.

        Com esse trabalho, a organização revelou, até agora, mais de mil histórias mentirosas na Ucrânia e ensinou a mais de 10 mil pessoas de todo o mundo a reconhecer quando uma notícia é falsa.


    (http://www.bbc.com. Adaptado)

    A leitura comparativa dos textos permite concluir que
    Escolha uma alternativa para a questão 9082b28a-6e
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos I e II para responder a questão.


    Texto I


        A educação virtual é uma arma importante para detectar informações falsas no noticiário, segundo especialistas. Essa “alfabetização” deve contar com esforços de vários setores da sociedade, para evitar que as chamadas fake news tumultuem o debate público, como ocorreu na corrida eleitoral americana e na votação pela saída do Reino Unido da União Europeia.

        A dificuldade de identificar notícias falsas afeta até países com melhores índices de escolaridade. Uma pesquisa da Universidade de Stanford apontou, em julho deste ano, que estudantes americanos tiveram problema para checar a credibilidade das informações divulgadas na internet. Dentre 7804 alunos dos ensinos fundamental, médio e superior, 40% não conseguiram detectar fake news.


    (http://infograficos.estadao.com.br. Adaptado)


    Texto II


        “Se uma história é demasiadamente emocionante ou dramática, provavelmente não é real. A verdade é geralmente entediante”, disse a jornalista ucraniana Olga Yurkova durante a palestra inaugural do TED 2018, a série de conferências realizada neste mês em Vancouver, no Canadá.

        Em sua apresentação, a ativista engajada no combate a notícias falsas – cofundadora do site StopFake – disse que as chamadas fake news são “uma ameaça à democracia e à sociedade”. Prossegue: “As pessoas já não sabem o que é real e o que é falso. Muitas deixaram de acreditar e isso é ainda mais perigoso.”

        Yurkova lançou o StopFake em 2014 para abordar o problema na Ucrânia. Desde então, o grupo evoluiu até se transformar em uma sofisticada organização de comprovação de fatos em 11 idiomas.

        Com esse trabalho, a organização revelou, até agora, mais de mil histórias mentirosas na Ucrânia e ensinou a mais de 10 mil pessoas de todo o mundo a reconhecer quando uma notícia é falsa.


    (http://www.bbc.com. Adaptado)

    Observe as passagens:

    •  Essa “alfabetização” deve contar com esforços de vários setores da sociedade... (Texto I, 1o parágrafo);
    •  ... as chamadas fake news são “uma ameaça à democracia e à sociedade”. (Texto II, 2o parágrafo).

    O uso das aspas nos dois textos reporta, correta e respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 9085da8d-6e
  • Linguagens

    Português

    Leia a tira.


    Imagem da questão de Português, INSPER 2018, Morfologia - Pronomes

    (André Dahmer, Malvados.
    Em: Folha de S.Paulo, 03.04.2018. Adaptado)

    Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas nas falas da personagem devem ser preenchidas, respectivamente, com:
    Escolha uma alternativa para a questão 9088eebc-6e