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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 851 de 950

  • Linguagens

    Português

    A teletela recebia e transmitia simultaneamente. Todo som produzido por Winston que ultrapassasse o nível de um sussurro muito discreto seria captado por ela; mais: enquanto Winston permanecesse no campo de visão enquadrado pela placa de metal, além de ouvido também poderia ser visto. Claro, não havia como saber se você estava sendo observado num momento específico. Tentar adivinhar o sistema utilizado pela Polícia das Ideias para conectar-se a cada aparelho individual ou frequência com que o fazia não passava de especulação. Era possível inclusive que ela controlasse todo mundo o tempo todo. Fosse como fosse, uma coisa era certa: tinha meios de conectar-se a seu aparelho sempre que quisesse, você era obrigado a viver — e vivia, em decorrência do hábito transformado em instinto — acreditando que todo som que fizesse seria ouvido, se a escuridão não fosse completa, todo movimento seria examinado meticulosamente.


    ORWELL, George. 1984. São Paulo: Companhia das Letras, 2009 [1961].



    O trecho anteriormente citado está no início do livro de ficção científica 1984, publicado em 1961. Nele, o autor retrata uma sociedade totalitária, na qual a tecnologia é utilizada pelo Estado para controlar a vida das pessoas. Considerando-se a atualidade, com a Internet, as redes sociais e a disseminação de aparelhos smartphones, o trecho 
    Escolha uma alternativa para a questão e5e7f783-3e
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho, a seguir, retirado do livro Quarenta dias, de Maria Valéria Rezende, e responda à questão.


    Saí, em busca de Cícero Araújo ou sei lá de quê, mas sem despir-me dessa nova Alice, arisca e áspera, que tinha brotado e se esgalhado nesses últimos meses e tratava de escamotear-se, perder-se num mundo sem porteira, fugir ao controle de quem quer que fosse. Tirei o interfone do gancho e o deixei balançando, pendurado no fio, bati a porta da cozinha e desci correndo pela escada de serviço, esperando que o porteiro se enfiasse na guarita pra responder ao interfone de frente pro saguão, de modo que eu pudesse sair de fininho, por trás dos pilotis, e escapar sem ser vista. Não me importava nada o que haveria de acontecer com o interfone nem com o porteiro.

    Ganhei a rua e saí a esmo, querendo dar o fora dali o mais depressa possível, como se alguém me vigiasse ou me perseguisse, mas saí andando decidida, como se soubesse perfeitamente aonde ia, pisando duro, como nunca tinha pisado em parte alguma da minha antiga terra, lá onde eu sempre soube ou achava que sabia que rumo tomar. Saí, sem perguntar nada ao guri da banca da esquina nem a ninguém, até que me visse a uma distância segura daquele endereço que me impingiram e onde eu me sentia espionada, sabe-se lá que raio de combinação eles tinham com os porteiros, com os vizinhos? Olhe só, Barbie, como eu chegava perigosamente perto da paranoia e ainda falo “deles” como se fossem meus inimigos, minha filha e meu genro

    REZENDE, Maria Valéria. Quarenta dias. 1ª ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2014. p. 95-96. 

    Com base no trecho e no romance, considere as afirmativas acerca da Barbie, mencionada na última frase do trecho.


    I. Barbie é uma espécie de “ouvinte” dos relatos e das confissões da narradora.

    II. Barbie, imagem asséptica, serve de contraste com os difíceis percursos da narradora em Porto Alegre.

    III. Barbie é o apelido criado pela narradora para Milena, sua diarista em Porto Alegre.

    IV. Barbie, boneca posta pela filha de Alice sobre um móvel do apartamento, ouve confidências e desabafos da protagonista.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão e5ea302a-3f
  • Linguagens

    Português

    Esta ideia de que a ditadura é uma questão apenas dos militares, e não da sociedade, é uma construção dos anos 1970. É importante perceber que a ditadura não foi só militar, mas civil e militar. Isso deve ser pensado para compreender porque a luta armada ficou tão isolada. Foi porque a sociedade foi muito participante da ditadura.

    ROLLEMBERG, Denise. Entrevista especial com Denise Rollemberg. Revista IHU Online, nov. 2009. Disponível em: http://www.ihu.unisinos.br. Acesso em: out. 2019 (adaptado).


    Melhor seria que, em vez de “civil-militar”, nos habituássemos a utilizar outra caracterização, que talvez capture com mais precisão a natureza daquele regime: uma ditadura empresarial-militar implantada a partir de uma insurreição contrarrevolucionária das classes dominantes.


    MELO, Demian Bezerra de. Ditadura “civil-militar”?: controvérsias historiográficas sobre o processo político brasileiro no pós-1964 e os desafios do tempo presente. Espaço plural, v. 13, n.º 27, 2012 (adaptado).



    Na abordagem do regime político que vigorou no Brasil entre 1964 e 1985, os textos apresentados exprimem pontos de vista que  
    Escolha uma alternativa para a questão e5ea857b-3e
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho, a seguir, retirado do livro Quarenta dias, de Maria Valéria Rezende, e responda à questão.


    Saí, em busca de Cícero Araújo ou sei lá de quê, mas sem despir-me dessa nova Alice, arisca e áspera, que tinha brotado e se esgalhado nesses últimos meses e tratava de escamotear-se, perder-se num mundo sem porteira, fugir ao controle de quem quer que fosse. Tirei o interfone do gancho e o deixei balançando, pendurado no fio, bati a porta da cozinha e desci correndo pela escada de serviço, esperando que o porteiro se enfiasse na guarita pra responder ao interfone de frente pro saguão, de modo que eu pudesse sair de fininho, por trás dos pilotis, e escapar sem ser vista. Não me importava nada o que haveria de acontecer com o interfone nem com o porteiro.

    Ganhei a rua e saí a esmo, querendo dar o fora dali o mais depressa possível, como se alguém me vigiasse ou me perseguisse, mas saí andando decidida, como se soubesse perfeitamente aonde ia, pisando duro, como nunca tinha pisado em parte alguma da minha antiga terra, lá onde eu sempre soube ou achava que sabia que rumo tomar. Saí, sem perguntar nada ao guri da banca da esquina nem a ninguém, até que me visse a uma distância segura daquele endereço que me impingiram e onde eu me sentia espionada, sabe-se lá que raio de combinação eles tinham com os porteiros, com os vizinhos? Olhe só, Barbie, como eu chegava perigosamente perto da paranoia e ainda falo “deles” como se fossem meus inimigos, minha filha e meu genro

    REZENDE, Maria Valéria. Quarenta dias. 1ª ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2014. p. 95-96. 

    Com base no trecho e no romance, assinale a alternativa correta sobre Cícero.
    Escolha uma alternativa para a questão e5ee0851-3f
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho, a seguir, retirado do livro Quarenta dias, de Maria Valéria Rezende, e responda à questão.


    Saí, em busca de Cícero Araújo ou sei lá de quê, mas sem despir-me dessa nova Alice, arisca e áspera, que tinha brotado e se esgalhado nesses últimos meses e tratava de escamotear-se, perder-se num mundo sem porteira, fugir ao controle de quem quer que fosse. Tirei o interfone do gancho e o deixei balançando, pendurado no fio, bati a porta da cozinha e desci correndo pela escada de serviço, esperando que o porteiro se enfiasse na guarita pra responder ao interfone de frente pro saguão, de modo que eu pudesse sair de fininho, por trás dos pilotis, e escapar sem ser vista. Não me importava nada o que haveria de acontecer com o interfone nem com o porteiro.

    Ganhei a rua e saí a esmo, querendo dar o fora dali o mais depressa possível, como se alguém me vigiasse ou me perseguisse, mas saí andando decidida, como se soubesse perfeitamente aonde ia, pisando duro, como nunca tinha pisado em parte alguma da minha antiga terra, lá onde eu sempre soube ou achava que sabia que rumo tomar. Saí, sem perguntar nada ao guri da banca da esquina nem a ninguém, até que me visse a uma distância segura daquele endereço que me impingiram e onde eu me sentia espionada, sabe-se lá que raio de combinação eles tinham com os porteiros, com os vizinhos? Olhe só, Barbie, como eu chegava perigosamente perto da paranoia e ainda falo “deles” como se fossem meus inimigos, minha filha e meu genro

    REZENDE, Maria Valéria. Quarenta dias. 1ª ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2014. p. 95-96. 

    Com base no trecho, assinale a alternativa correta sobre a comparação dos espaços.
    Escolha uma alternativa para a questão e5f25ad2-3f
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: Examine os anúncios para responder às questões de números 21 a 25.


    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2012, Interpretação de texto | Reading comprehension

    O anúncio 1 refere-se

    Escolha uma alternativa para a questão e5f420fe-78
  • Linguagens

    Português

    “Tem uma frase boa que diz: uma língua é um dialeto com exércitos. Um idioma só morre se não tiver poder político”, explica Bruno L’Astorina, da Olimpíada Internacional de Linguística. E não dá para discordar. Basta pensar na infinidade de idiomas que existiam no Brasil (ou em toda América Latina) antes da chegada dos europeus – hoje são apenas 227 línguas vivas no país. Dominados, os índios perderam sua língua e cultura. O latim predominava na Europa até a queda do Império Romano. Sem poder, as fronteiras perderam força, os germânicos dividiram as cidades e, do latim, surgiram novos idiomas. Por outro lado, na Espanha, a poderosa região da Catalunha ainda mantém seu idioma vivo e luta contra o domínio do espanhol.

    Não é à toa que esses povos insistem em cuidar de seus idiomas. Cada língua guarda os segredos e o jeito de pensar de seus falantes. “Quando um idioma morre, morre também a história. O melhor jeito de entender o sentimento de um escravo é pelas músicas deles”, diz Luana Vieira, da Olimpíada de Linguística. Veja pelo aimará, uma língua falada por mais de 2 milhões de pessoas da Cordilheira dos Andes. Nós gesticulamos para trás ao falar do passado. Esses povos fazem o contrário. “Eles acreditam que o passado precisa estar à frente, pois é algo que já não visualizamos. E o futuro, desconhecido, fica atrás, como se estivéssemos de costas para ele”, explica.

    CASTRO, Carol. Blá-blá-blá sem fim. Galileu, ed. 317, dez. 2017, p. 31.

    Acerca de trechos do texto, considere os exemplos a seguir, quanto à presença de oração coordenada.


    I. “os germânicos dividiram as cidades”.

    II. “e luta contra o domínio do espanhol”.

    III. “os índios perderam sua língua e cultura”.

    IV. “em cuidar de seus idiomas”.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão e5f58a01-3f
  • Linguagens

    Português

    G20 reconhece crise migratória como problema mundial



    Com 65 milhões de deslocados no mundo, o número de refugiados chegou a “níveis históricos”, segundo o documento assinado pela cúpula do G20. (...) Durante o debate sobre o tema, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, alertou que o sistema europeu de amparo está prestes a chegar ao seu limite e que os demais países não podem ficar à margem da crise. Ele pediu que o problema não fosse apenas reconhecido, mas que se tomem medidas concretas para resolvê-lo. Tusk citou os milhões de refugiados que a União Europeia acolheu e os bilhões de euros investidos no Oriente Médio.

    Disponível em: http://g1.globo.com. Acesso em: nov. 2016.



    O trecho anterior trata, principalmente, da chegada à Europa de milhares de migrantes e refugiados da Síria, país árabe predominantemente mulçumano. No que se refere a esse fenômeno, que se ampliou nos últimos anos, o Brasil e a Inglaterra  
    Escolha uma alternativa para a questão e5f7bd64-3e
  • Linguagens

    Português

    “Tem uma frase boa que diz: uma língua é um dialeto com exércitos. Um idioma só morre se não tiver poder político”, explica Bruno L’Astorina, da Olimpíada Internacional de Linguística. E não dá para discordar. Basta pensar na infinidade de idiomas que existiam no Brasil (ou em toda América Latina) antes da chegada dos europeus – hoje são apenas 227 línguas vivas no país. Dominados, os índios perderam sua língua e cultura. O latim predominava na Europa até a queda do Império Romano. Sem poder, as fronteiras perderam força, os germânicos dividiram as cidades e, do latim, surgiram novos idiomas. Por outro lado, na Espanha, a poderosa região da Catalunha ainda mantém seu idioma vivo e luta contra o domínio do espanhol.

    Não é à toa que esses povos insistem em cuidar de seus idiomas. Cada língua guarda os segredos e o jeito de pensar de seus falantes. “Quando um idioma morre, morre também a história. O melhor jeito de entender o sentimento de um escravo é pelas músicas deles”, diz Luana Vieira, da Olimpíada de Linguística. Veja pelo aimará, uma língua falada por mais de 2 milhões de pessoas da Cordilheira dos Andes. Nós gesticulamos para trás ao falar do passado. Esses povos fazem o contrário. “Eles acreditam que o passado precisa estar à frente, pois é algo que já não visualizamos. E o futuro, desconhecido, fica atrás, como se estivéssemos de costas para ele”, explica.

    CASTRO, Carol. Blá-blá-blá sem fim. Galileu, ed. 317, dez. 2017, p. 31.

    Com base no trecho “Eles acreditam que o passado precisa estar à frente, pois é algo que já não visualizamos. E o futuro, desconhecido, fica atrás, como se estivéssemos de costas para ele”, considere as afirmativas a seguir.


    I. No primeiro período, há uma oração coordenada explicativa.

    II. A oração subordinada adjetiva “desconhecido” é reduzida de particípio.

    III. As duas ocorrências da palavra “que” apontam para classes diferentes.

    IV. O conectivo “como se” equivale semanticamente a “assim como”.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão e5f8989b-3f
  • Linguagens

    Português

    “Tem uma frase boa que diz: uma língua é um dialeto com exércitos. Um idioma só morre se não tiver poder político”, explica Bruno L’Astorina, da Olimpíada Internacional de Linguística. E não dá para discordar. Basta pensar na infinidade de idiomas que existiam no Brasil (ou em toda América Latina) antes da chegada dos europeus – hoje são apenas 227 línguas vivas no país. Dominados, os índios perderam sua língua e cultura. O latim predominava na Europa até a queda do Império Romano. Sem poder, as fronteiras perderam força, os germânicos dividiram as cidades e, do latim, surgiram novos idiomas. Por outro lado, na Espanha, a poderosa região da Catalunha ainda mantém seu idioma vivo e luta contra o domínio do espanhol.

    Não é à toa que esses povos insistem em cuidar de seus idiomas. Cada língua guarda os segredos e o jeito de pensar de seus falantes. “Quando um idioma morre, morre também a história. O melhor jeito de entender o sentimento de um escravo é pelas músicas deles”, diz Luana Vieira, da Olimpíada de Linguística. Veja pelo aimará, uma língua falada por mais de 2 milhões de pessoas da Cordilheira dos Andes. Nós gesticulamos para trás ao falar do passado. Esses povos fazem o contrário. “Eles acreditam que o passado precisa estar à frente, pois é algo que já não visualizamos. E o futuro, desconhecido, fica atrás, como se estivéssemos de costas para ele”, explica.

    CASTRO, Carol. Blá-blá-blá sem fim. Galileu, ed. 317, dez. 2017, p. 31.

    Sobre as formas verbais sublinhadas no texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão e5fbaefa-3f
  • Linguagens

    Português

    “Tem uma frase boa que diz: uma língua é um dialeto com exércitos. Um idioma só morre se não tiver poder político”, explica Bruno L’Astorina, da Olimpíada Internacional de Linguística. E não dá para discordar. Basta pensar na infinidade de idiomas que existiam no Brasil (ou em toda América Latina) antes da chegada dos europeus – hoje são apenas 227 línguas vivas no país. Dominados, os índios perderam sua língua e cultura. O latim predominava na Europa até a queda do Império Romano. Sem poder, as fronteiras perderam força, os germânicos dividiram as cidades e, do latim, surgiram novos idiomas. Por outro lado, na Espanha, a poderosa região da Catalunha ainda mantém seu idioma vivo e luta contra o domínio do espanhol.

    Não é à toa que esses povos insistem em cuidar de seus idiomas. Cada língua guarda os segredos e o jeito de pensar de seus falantes. “Quando um idioma morre, morre também a história. O melhor jeito de entender o sentimento de um escravo é pelas músicas deles”, diz Luana Vieira, da Olimpíada de Linguística. Veja pelo aimará, uma língua falada por mais de 2 milhões de pessoas da Cordilheira dos Andes. Nós gesticulamos para trás ao falar do passado. Esses povos fazem o contrário. “Eles acreditam que o passado precisa estar à frente, pois é algo que já não visualizamos. E o futuro, desconhecido, fica atrás, como se estivéssemos de costas para ele”, explica.

    CASTRO, Carol. Blá-blá-blá sem fim. Galileu, ed. 317, dez. 2017, p. 31.

    Sobre a explicação para o recurso linguístico utilizado, considere as afirmativas a seguir.


    I. A palavra “também”, no segundo parágrafo, denota exclusão e equivale a “apenas”.

    II. A palavra “só”, no primeiro parágrafo, é um adjetivo que qualifica o substantivo que o antecede.

    III. O termo “Dominados”, no primeiro parágrafo, indica noção temporal em relação ao restante do período.

    IV. As duas ocorrências envolvendo a palavra “latim”, no primeiro parágrafo, apontam para uma mesma classe de palavra, porém duas funções sintáticas diferentes.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão e5ffa7bc-3f
  • Linguagens

    Português

    A base estrutural do desenvolvimento de tecnologias utilizada nas empresas — na esfera da cibercultura — cria novas formas de trabalho, facilita a precarização do trabalho e muda modos de relacionamento com o cliente. Por exemplo, a perspectiva do uso de computador por comando de voz e a difusão do videofone agregarão o deslocamento de riscos no corpo dos teleoperadores (dos membros superiores — mãos, punhos e dedos — para o aparelho fonador e para o aparelho auditivo). Agregadas às práticas gerenciais e a essas revoluções tecnológicas, variadas formas de adoecimento terão visibilidade, além das já conhecidas afecções musculoesqueléticas e dos transtornos psíquicos. Além de o videofone implicar, para os teleoperadores, a emergência da relação face a face, mesmo que virtual, seu uso condicionará novos riscos para a saúde, decorrentes do uso de produtos estéticos.


    PENA, Paulo Gilvane Lopes et al. Taylorismo cibernético e lesões por esforços repetitivos em operadores de telemarketing em Salvador – Bahia. Caderno CRH. Salvador, v. 24, n.º especial 1, 2011, p. 145 (adaptado).



    Pelo menos desde o século XVIII, houve profundas transformações no modo como o trabalho se desenvolve, sendo possível identificar, em especial, o papel exercido pelas mudanças tecnológicas e o impacto que elas provocam sobre a organização e o mundo do trabalho. Conforme o texto anterior, que se refere ao trabalho de telemarketing, 
    Escolha uma alternativa para a questão e60293e2-3e
  • Linguagens

    Inglês

                  Imagem da questão de Inglês, UEL 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension


    PROJECT DETAILS


    * PRINCIPAL SCIENTIST: Peter Kohler, founder and director of The Plastic Tide

    * SCIENTIST AFFILIATION: The Scientific Exploration Society and the Royal Geographical Society

    * DATES: Ongoing

    * PROJECT TYPE: Data Processing

    * COST: Free

    * GRADE LEVEL: All Ages

    * TIME COMMITMENT: variable

    * HOW TO JOIN:


    REGISTER AT THE ZOONIVERSE WEB SITE. THEN USE YOUR COMPUTER OR MOBILE DEVICE TO ANALYZE IMAGES IN THE PLASTIC TIDE’S DATABASE FOR PLASTICS AND LITTER. TAG EACH PIECE OF PLASTIC YOU SPOT BY DRAWING A RECTANGLE AROUND IT ON YOUR SCREEN AND IDENTIFY IT AS FRAGMENTS, FISHING LINE, DRINK BOTTLES OR SOME OTHER TYPE OF PLASTIC WASTE.

    Estimates are currently at trillions of pieces and counting, with over 60 percent of the oceans being heavily contaminated with plastics. With each piece of plastic taking over 400 years to degrade, our oceans, all marine life, and even our own health and livelihoods are in real danger of drowning. Despite this and the 8 million tons of plastics entering our ocean each year, researchers can account for only one percent of that ends up: our ocean surface. Where is the missing 99 percent?

    The answer can be found on the seafloor, in marine life, and on our coastlines. The Zooniverse Plastic Tide citizen science project harnesses drone imagery from a series of beaches and the power of computer programs, or machine learning algorithms for the more technically minded, to eventually create a program that can autodetect, measure and monitor the levels of plastics and marine litter washing up on our beaches. Eventually helping us to track where plastics and litter go in our oceans, revealing where the missing 99 percent is in our ocean goes.

    By tagging plastics and litter in the images we take with our drone, citizen scientists directly teach our computer program to autodetect, measure and monitor plastics to help researchers answer how much of the missing 99 percent ends up on our beaches. The more you tag, the better the computer program gets at identifying plastics!

    GREENEMEIER, L. The Plastic Tide. In: Scientific American (online) Citizen Science. 28 abr. 2018. Disponível em www.scientificamerican.com

    Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o objetivo principal do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão e6040bc3-3f
  • Linguagens

    Inglês

                  Imagem da questão de Inglês, UEL 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension


    PROJECT DETAILS


    * PRINCIPAL SCIENTIST: Peter Kohler, founder and director of The Plastic Tide

    * SCIENTIST AFFILIATION: The Scientific Exploration Society and the Royal Geographical Society

    * DATES: Ongoing

    * PROJECT TYPE: Data Processing

    * COST: Free

    * GRADE LEVEL: All Ages

    * TIME COMMITMENT: variable

    * HOW TO JOIN:


    REGISTER AT THE ZOONIVERSE WEB SITE. THEN USE YOUR COMPUTER OR MOBILE DEVICE TO ANALYZE IMAGES IN THE PLASTIC TIDE’S DATABASE FOR PLASTICS AND LITTER. TAG EACH PIECE OF PLASTIC YOU SPOT BY DRAWING A RECTANGLE AROUND IT ON YOUR SCREEN AND IDENTIFY IT AS FRAGMENTS, FISHING LINE, DRINK BOTTLES OR SOME OTHER TYPE OF PLASTIC WASTE.

    Estimates are currently at trillions of pieces and counting, with over 60 percent of the oceans being heavily contaminated with plastics. With each piece of plastic taking over 400 years to degrade, our oceans, all marine life, and even our own health and livelihoods are in real danger of drowning. Despite this and the 8 million tons of plastics entering our ocean each year, researchers can account for only one percent of that ends up: our ocean surface. Where is the missing 99 percent?

    The answer can be found on the seafloor, in marine life, and on our coastlines. The Zooniverse Plastic Tide citizen science project harnesses drone imagery from a series of beaches and the power of computer programs, or machine learning algorithms for the more technically minded, to eventually create a program that can autodetect, measure and monitor the levels of plastics and marine litter washing up on our beaches. Eventually helping us to track where plastics and litter go in our oceans, revealing where the missing 99 percent is in our ocean goes.

    By tagging plastics and litter in the images we take with our drone, citizen scientists directly teach our computer program to autodetect, measure and monitor plastics to help researchers answer how much of the missing 99 percent ends up on our beaches. The more you tag, the better the computer program gets at identifying plastics!

    GREENEMEIER, L. The Plastic Tide. In: Scientific American (online) Citizen Science. 28 abr. 2018. Disponível em www.scientificamerican.com

    De acordo com o texto, considere as afirmativas a seguir.


    I. A coleta de dados para a pesquisa está em progresso e a participação é isenta de restrições.

    II. As fotografias tiradas pelos drones alimentam o banco de dados da pesquisa.

    III. Os participantes do projeto auxiliam na catalogação dos resíduos plásticos fotografados, presentes no banco de dados.

    IV. Por meio de um aplicativo nos telefones celulares, os participantes enviam fotos de rejeitos plásticos encontrados nas praias.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão e6074a8c-3f
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos levantaram as sobrancelhas de cientistas mais rígidos que veem as distorções com desdém e esbugalharam os olhos dos espectadores (a maioria) que pouco ligam se a ciência está certa ou errada. (l. 12-14)

    O autor faz um paralelo entre as sobrancelhas levantadas dos cientistas e os olhos esbugalhados dos espectadores.

    Assim, os olhos esbugalhados dos espectadores representam o seguinte elemento:
    Escolha uma alternativa para a questão e6081ebe-bf
  • Linguagens

    Português

    Enquanto permitia a escravidão e a desigualdade da mulher, a Atenas clássica praticava a democracia executora de poder de forma ainda mais enfática que a modernidade. Inversamente, existem Estados que proíbem a escravidão, dão igualdade de direitos às mulheres e reconhecem os direitos de liberdade, mas não são organizados democraticamente.

    HÖFFE, Otfried. A democracia no mundo hoje. São Paulo: Martins Fontes, 2005, p. 135 (adaptado).


    A partir das informações do texto precedente, é correto inferir a existência de 
    Escolha uma alternativa para a questão e609ccad-3e
  • Linguagens

    Inglês

                  Imagem da questão de Inglês, UEL 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension


    PROJECT DETAILS


    * PRINCIPAL SCIENTIST: Peter Kohler, founder and director of The Plastic Tide

    * SCIENTIST AFFILIATION: The Scientific Exploration Society and the Royal Geographical Society

    * DATES: Ongoing

    * PROJECT TYPE: Data Processing

    * COST: Free

    * GRADE LEVEL: All Ages

    * TIME COMMITMENT: variable

    * HOW TO JOIN:


    REGISTER AT THE ZOONIVERSE WEB SITE. THEN USE YOUR COMPUTER OR MOBILE DEVICE TO ANALYZE IMAGES IN THE PLASTIC TIDE’S DATABASE FOR PLASTICS AND LITTER. TAG EACH PIECE OF PLASTIC YOU SPOT BY DRAWING A RECTANGLE AROUND IT ON YOUR SCREEN AND IDENTIFY IT AS FRAGMENTS, FISHING LINE, DRINK BOTTLES OR SOME OTHER TYPE OF PLASTIC WASTE.

    Estimates are currently at trillions of pieces and counting, with over 60 percent of the oceans being heavily contaminated with plastics. With each piece of plastic taking over 400 years to degrade, our oceans, all marine life, and even our own health and livelihoods are in real danger of drowning. Despite this and the 8 million tons of plastics entering our ocean each year, researchers can account for only one percent of that ends up: our ocean surface. Where is the missing 99 percent?

    The answer can be found on the seafloor, in marine life, and on our coastlines. The Zooniverse Plastic Tide citizen science project harnesses drone imagery from a series of beaches and the power of computer programs, or machine learning algorithms for the more technically minded, to eventually create a program that can autodetect, measure and monitor the levels of plastics and marine litter washing up on our beaches. Eventually helping us to track where plastics and litter go in our oceans, revealing where the missing 99 percent is in our ocean goes.

    By tagging plastics and litter in the images we take with our drone, citizen scientists directly teach our computer program to autodetect, measure and monitor plastics to help researchers answer how much of the missing 99 percent ends up on our beaches. The more you tag, the better the computer program gets at identifying plastics!

    GREENEMEIER, L. The Plastic Tide. In: Scientific American (online) Citizen Science. 28 abr. 2018. Disponível em www.scientificamerican.com

    Com relação à pesquisa, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.


    ( ) O objetivo geral da pesquisa é descobrir o paradeiro dos rejeitos plásticos despejados nos oceanos.

    ( ) Com o auxílio do banco de dados gerado pela pesquisa, cientistas já conseguem identificar o paradeiro de 1% dos rejeitos plásticos.

    ( ) Os resíduos plásticos que representam uma ameaça urgente são as linhas de pesca e as garrafas plásticas.

    ( ) O trabalho dos voluntários com as fotografias auxilia o computador a identificar diferentes tipos de resíduos plásticos.

    ( ) Segundo estimativas, os resíduoas plásticos contaminam mais da metade dos oceanos.


    Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.

    Escolha uma alternativa para a questão e60a77ff-3f
  • Linguagens

    Inglês

                                    Imagem da questão de Inglês, UEL 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension


    IN THE MIDDLE OF THE 19th century, a relatively unknown author named Pedro Carolino rapidly gained intercontinental popularity over a small Portuguese-to-English phrasebook. English as She Is Spoke (or O novo guia da conversação em portuguez e inglez) was originally intended to help Portuguese speakers dabble in the English tongue, but was penned by a man who spoke little to no English himself. And, instead of helping Portuguese speakers learn a second language, it became a cult classic for fans of inept and unintentional humor.

    It quickly gained notoriety among English speakers, including author Mark Twain, who wrote the introduction for the first English edition, published in 1883. Twain expressed his approval of the book, saying “Nobody can add to the absurdity of this book, nobody can imitate it successfully, nobody can hope to produce its fellow; it is perfect.” 

    It is presumed that Carolino wrote the book through the aid of a Portuguese-to-French dictionary and a French-to-English dictionary, using the former for an initial translation of a word or phrase from Portuguese, and the latter to convert it from French into English. The result, of course, is a mishmash of cloudy gibberish.

    Perhaps the most notorious section of the book is an appropriately named chapter entitled “Idiotisms and Proverbs,” which again features phrases that vary between barely understandable and completely nonsensical. Examples of Carolino’s twice-translated proverbs include: “it is better be single as a bad company”; “there is no better sauce who the appetite”; and simply “That not says a word, consent”.

    The book opens with a preface written in a peculiar style of English. It details the book’s intended audience, stating that it “may be worth the acceptation of the studious persons, and especially of the Youth, of which we dedicate him particularly.” Perhaps predictably, English as She Is Spoke did not become popular among Portuguese-speaking students. In fact, it was never published in Portugal, although it did find an audience 133 years later in Brazil, when it was released as a comedy title.

    Adaptado de LEIGHTY-PHILLIPS, Tucker. How a Portuguese-to-English Phrasebook became a cult comedy sensation. In: Atlas Obscura (online). 29 jun. 2016. Disponível em www.atlasobscura.com 

    Leia a declaração de Mark Twain sobre o livro English as She is spoke, a seguir.


    “Nobody can add to the absurdity of this book, nobody can imitate it successfully, nobody can hope to produce its fellow; it is perfect.”


    A respeito desse trecho, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão e60dd07d-3f
  • Linguagens

    Inglês

                                    Imagem da questão de Inglês, UEL 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension


    IN THE MIDDLE OF THE 19th century, a relatively unknown author named Pedro Carolino rapidly gained intercontinental popularity over a small Portuguese-to-English phrasebook. English as She Is Spoke (or O novo guia da conversação em portuguez e inglez) was originally intended to help Portuguese speakers dabble in the English tongue, but was penned by a man who spoke little to no English himself. And, instead of helping Portuguese speakers learn a second language, it became a cult classic for fans of inept and unintentional humor.

    It quickly gained notoriety among English speakers, including author Mark Twain, who wrote the introduction for the first English edition, published in 1883. Twain expressed his approval of the book, saying “Nobody can add to the absurdity of this book, nobody can imitate it successfully, nobody can hope to produce its fellow; it is perfect.” 

    It is presumed that Carolino wrote the book through the aid of a Portuguese-to-French dictionary and a French-to-English dictionary, using the former for an initial translation of a word or phrase from Portuguese, and the latter to convert it from French into English. The result, of course, is a mishmash of cloudy gibberish.

    Perhaps the most notorious section of the book is an appropriately named chapter entitled “Idiotisms and Proverbs,” which again features phrases that vary between barely understandable and completely nonsensical. Examples of Carolino’s twice-translated proverbs include: “it is better be single as a bad company”; “there is no better sauce who the appetite”; and simply “That not says a word, consent”.

    The book opens with a preface written in a peculiar style of English. It details the book’s intended audience, stating that it “may be worth the acceptation of the studious persons, and especially of the Youth, of which we dedicate him particularly.” Perhaps predictably, English as She Is Spoke did not become popular among Portuguese-speaking students. In fact, it was never published in Portugal, although it did find an audience 133 years later in Brazil, when it was released as a comedy title.

    Adaptado de LEIGHTY-PHILLIPS, Tucker. How a Portuguese-to-English Phrasebook became a cult comedy sensation. In: Atlas Obscura (online). 29 jun. 2016. Disponível em www.atlasobscura.com 

    Em relação aos provérbios e expressões idiomáticas presentes no livro English as She Is Spoke, considere as afirmativas a seguir.


    I. Os provérbios e expressões trazem jogos de palavras que fazem alusões a expressões em língua portuguesa que são interpretadas como irônicas pelo falante de português.

    II. A tradução dos provérbios e expressões transforma as frases em combinações bizarras de palavras que fazem pouco sentido.

    III. O efeito cômico também é atingido através de inadequações estruturais como, por exemplo, o uso incorreto de pronomes, como “who” e “ that”, que provocam um estranhamento no leitor falante de inglês.

    IV. A escolha lexical inusitada dificulta a compreensão das frases pelo falante nativo de língua inglesa que as considera engraçadas por soarem incoerentes.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão e61150c2-3f
  • Linguagens

    Inglês

                                    Imagem da questão de Inglês, UEL 2018, Adjetivos | Adjectives


    IN THE MIDDLE OF THE 19th century, a relatively unknown author named Pedro Carolino rapidly gained intercontinental popularity over a small Portuguese-to-English phrasebook. English as She Is Spoke (or O novo guia da conversação em portuguez e inglez) was originally intended to help Portuguese speakers dabble in the English tongue, but was penned by a man who spoke little to no English himself. And, instead of helping Portuguese speakers learn a second language, it became a cult classic for fans of inept and unintentional humor.

    It quickly gained notoriety among English speakers, including author Mark Twain, who wrote the introduction for the first English edition, published in 1883. Twain expressed his approval of the book, saying “Nobody can add to the absurdity of this book, nobody can imitate it successfully, nobody can hope to produce its fellow; it is perfect.” 

    It is presumed that Carolino wrote the book through the aid of a Portuguese-to-French dictionary and a French-to-English dictionary, using the former for an initial translation of a word or phrase from Portuguese, and the latter to convert it from French into English. The result, of course, is a mishmash of cloudy gibberish.

    Perhaps the most notorious section of the book is an appropriately named chapter entitled “Idiotisms and Proverbs,” which again features phrases that vary between barely understandable and completely nonsensical. Examples of Carolino’s twice-translated proverbs include: “it is better be single as a bad company”; “there is no better sauce who the appetite”; and simply “That not says a word, consent”.

    The book opens with a preface written in a peculiar style of English. It details the book’s intended audience, stating that it “may be worth the acceptation of the studious persons, and especially of the Youth, of which we dedicate him particularly.” Perhaps predictably, English as She Is Spoke did not become popular among Portuguese-speaking students. In fact, it was never published in Portugal, although it did find an audience 133 years later in Brazil, when it was released as a comedy title.

    Adaptado de LEIGHTY-PHILLIPS, Tucker. How a Portuguese-to-English Phrasebook became a cult comedy sensation. In: Atlas Obscura (online). 29 jun. 2016. Disponível em www.atlasobscura.com 

    Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a opinião do autor em relação ao livro de Pedro Carolino.
    Escolha uma alternativa para a questão e614b6b8-3f