Português
- Concordância verbal, Concordância nominal
- Prova de 2016
- Centro universitário FAG
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 29E2954D-E0
Questões filtradas
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Fonte: Disponível em: <http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/caderno-rumo/pagina/a-nova-cidadania/>. Acesso em: 02 dez. 2016. (Adaptado)
Para responder à questão, leia o texto a seguir.

Ao esclarecer o sentido de COM CICLOVIAS É A MESMA COISA, o adulto explicaria à criança que
Leia a introdução de uma matéria jornalística intitulada
Pelo Caminhar.
Fonte: Disponível em: <https://especiais.jconline.ne.10.uol.br/
pelo-caminhar>. Acesso em: 11 nov. 2016.
Fonte: Disponível em: <www.pordentroemrosa.blogspot.com.br/2014/11/
sorrir-faz-bem-armandinho.html. Acesso em: 19 nov. 2016.

Texto para a questão
Texto para a questão
Leia o texto de Richard Conniff para responder à questão.
Consideremos, por exemplo, a questão da morte, que, pelo menos à primeira vista, parece ser um indicador fidedigno de que se perdeu a luta darwiniana. Os ricos também morrem, é claro – só que não tão cedo. Levam uma vida mais longa e mais sadia do que o resto de nós. Diz o velho clichê que todo dinheiro do mundo não significa nada quando não se tem saúde, mas as pessoas endinheiradas geralmente a têm. E, em média, quanto mais dinheiro têm, melhor é sua saúde. O estudo Longitudinal de 1990, no Reino Unido, constatou que os donos de casa própria que têm um automóvel tendem a morrer mais moços do que os que têm dois, e assim sucessivamente, num “gradiente contínuo” de redução de mortalidade que vai das áreas mais desprivilegiadas até as mais opulentas. (O estudo considerou a posse de automóveis meramente como uma medida conveniente da riqueza; não pretendeu implicar que ter vinte carros qualificaria Elton John para a imortalidade.)
Outras pesquisas indicaram que as pessoas abastadas tinham vida mais longa no passado. Numa das mais estranhas pesquisas demográficas de que se tem notícia, uma equipe de epidemiologistas e psicólogos vasculhou o cemitério de Glasgow, em meados dos anos 90, munidos de varas de limpar chaminés. Usaram-nas para medir a altura de mais de oitocentos obeliscos do século XIX. As pessoas enterradas sob os obeliscos tendem a ser abastadas, e os pesquisadores presumiram que os obeliscos mais altos marcariam as sepulturas mais ricas. O estudo revelou que cada metro extra de altura do obelisco traduzia-se em quase dois anos de longevidade adicional para a pessoa sepultada sob ele.
(História natural dos ricos, 2004. Adaptado.)
“As pessoas enterradas sob os obeliscos tendem a ser abastadas, e os pesquisadores presumiram que os obeliscos mais altos marcariam as sepulturas mais ricas” (2o parágrafo).
As palavras em destaque indicam que o texto trata, nessa passagem, de
Leia o texto de Richard Conniff para responder à questão.
Consideremos, por exemplo, a questão da morte, que, pelo menos à primeira vista, parece ser um indicador fidedigno de que se perdeu a luta darwiniana. Os ricos também morrem, é claro – só que não tão cedo. Levam uma vida mais longa e mais sadia do que o resto de nós. Diz o velho clichê que todo dinheiro do mundo não significa nada quando não se tem saúde, mas as pessoas endinheiradas geralmente a têm. E, em média, quanto mais dinheiro têm, melhor é sua saúde. O estudo Longitudinal de 1990, no Reino Unido, constatou que os donos de casa própria que têm um automóvel tendem a morrer mais moços do que os que têm dois, e assim sucessivamente, num “gradiente contínuo” de redução de mortalidade que vai das áreas mais desprivilegiadas até as mais opulentas. (O estudo considerou a posse de automóveis meramente como uma medida conveniente da riqueza; não pretendeu implicar que ter vinte carros qualificaria Elton John para a imortalidade.)
Outras pesquisas indicaram que as pessoas abastadas tinham vida mais longa no passado. Numa das mais estranhas pesquisas demográficas de que se tem notícia, uma equipe de epidemiologistas e psicólogos vasculhou o cemitério de Glasgow, em meados dos anos 90, munidos de varas de limpar chaminés. Usaram-nas para medir a altura de mais de oitocentos obeliscos do século XIX. As pessoas enterradas sob os obeliscos tendem a ser abastadas, e os pesquisadores presumiram que os obeliscos mais altos marcariam as sepulturas mais ricas. O estudo revelou que cada metro extra de altura do obelisco traduzia-se em quase dois anos de longevidade adicional para a pessoa sepultada sob ele.
(História natural dos ricos, 2004. Adaptado.)
“Diz o velho clichê que todo dinheiro do mundo não significa nada quando não se tem saúde”.
Assinale a alternativa que estabelece a correta relação entre o texto e o clichê citado.
Leia o texto de Claudia Wallin para responder à questão.
Vossas excelências, ilustríssimos senhores e senhoras, trago notícias urgentes de um reino distante. É mister vos alertar, Vossas Excelências, que nesta estranha terra os habitantes criaram um país onde os mui digníssimos e respeitáveis representantes do povo são tratados, imaginem Vossas Senhorias, como o próprio povo. Insânia! Dirão que as histórias que aqui relato são meras alucinações de contos de fada, pois há neste rico reino, que chamam de Suécia, rei, rainha e princesas. Mas não se iludam! Os habitantes desta terra já tiraram todos os poderes do rei, em nome de uma democracia que proclama uma tal igualdade entre todos, e o que digo são coisas que tenho visto com os olhos que esta mesma terra um dia há de comer.
Nestas longínquas comarcas, os mui distintos parlamentares, ministros e prefeitos viajam de trem ou de ônibus para o trabalho, em sua labuta para adoçar as mazelas do povo. De ônibus, Eminências! E muitos castelos há pelos quatro cantos deste próspero reino, mas aos egrégios representantes do povo é oferecido abrigo apenas em pífias habitações de um cômodo, indignas dos ilustríssimos defensores dos direitos dos cidadãos e da democracia.
Este reino está cercado por outros ricos reinos, numa península chamada Escandinávia, onde também há príncipes e reis, e onde os representantes do povo vivem como sobrevive um súdito qualquer. E isto eu também vi, com os olhos que esta terra há de comer: em um dos povos vizinhos, conhecido como o reino dos noruegueses, os nobres representantes do povo chegam a almoçar sanduíches que trazem de casa, e que tiram dos bolsos dos paletós quando a fome aperta.
É preciso cautela, Vossas Excelências. Deste reino, que chamam de Suécia ainda pouco se ouve falar. Mas as notícias sobre o igualitário reino dos suecos se espalham.
Estocolmo, 6 de janeiro de 2013.
(Um país sem excelências e mordomias, 2014. Adaptado.)
“Os habitantes desta terra já tiraram todos os poderes do rei”.
Assinale a alternativa que expressa, na voz passiva, o conteúdo dessa oração.
Leia o texto de Claudia Wallin para responder à questão.
Vossas excelências, ilustríssimos senhores e senhoras, trago notícias urgentes de um reino distante. É mister vos alertar, Vossas Excelências, que nesta estranha terra os habitantes criaram um país onde os mui digníssimos e respeitáveis representantes do povo são tratados, imaginem Vossas Senhorias, como o próprio povo. Insânia! Dirão que as histórias que aqui relato são meras alucinações de contos de fada, pois há neste rico reino, que chamam de Suécia, rei, rainha e princesas. Mas não se iludam! Os habitantes desta terra já tiraram todos os poderes do rei, em nome de uma democracia que proclama uma tal igualdade entre todos, e o que digo são coisas que tenho visto com os olhos que esta mesma terra um dia há de comer.
Nestas longínquas comarcas, os mui distintos parlamentares, ministros e prefeitos viajam de trem ou de ônibus para o trabalho, em sua labuta para adoçar as mazelas do povo. De ônibus, Eminências! E muitos castelos há pelos quatro cantos deste próspero reino, mas aos egrégios representantes do povo é oferecido abrigo apenas em pífias habitações de um cômodo, indignas dos ilustríssimos defensores dos direitos dos cidadãos e da democracia.
Este reino está cercado por outros ricos reinos, numa península chamada Escandinávia, onde também há príncipes e reis, e onde os representantes do povo vivem como sobrevive um súdito qualquer. E isto eu também vi, com os olhos que esta terra há de comer: em um dos povos vizinhos, conhecido como o reino dos noruegueses, os nobres representantes do povo chegam a almoçar sanduíches que trazem de casa, e que tiram dos bolsos dos paletós quando a fome aperta.
É preciso cautela, Vossas Excelências. Deste reino, que chamam de Suécia ainda pouco se ouve falar. Mas as notícias sobre o igualitário reino dos suecos se espalham.
Estocolmo, 6 de janeiro de 2013.
(Um país sem excelências e mordomias, 2014. Adaptado.)
Leia o texto de Claudia Wallin para responder à questão.
Vossas excelências, ilustríssimos senhores e senhoras, trago notícias urgentes de um reino distante. É mister vos alertar, Vossas Excelências, que nesta estranha terra os habitantes criaram um país onde os mui digníssimos e respeitáveis representantes do povo são tratados, imaginem Vossas Senhorias, como o próprio povo. Insânia! Dirão que as histórias que aqui relato são meras alucinações de contos de fada, pois há neste rico reino, que chamam de Suécia, rei, rainha e princesas. Mas não se iludam! Os habitantes desta terra já tiraram todos os poderes do rei, em nome de uma democracia que proclama uma tal igualdade entre todos, e o que digo são coisas que tenho visto com os olhos que esta mesma terra um dia há de comer.
Nestas longínquas comarcas, os mui distintos parlamentares, ministros e prefeitos viajam de trem ou de ônibus para o trabalho, em sua labuta para adoçar as mazelas do povo. De ônibus, Eminências! E muitos castelos há pelos quatro cantos deste próspero reino, mas aos egrégios representantes do povo é oferecido abrigo apenas em pífias habitações de um cômodo, indignas dos ilustríssimos defensores dos direitos dos cidadãos e da democracia.
Este reino está cercado por outros ricos reinos, numa península chamada Escandinávia, onde também há príncipes e reis, e onde os representantes do povo vivem como sobrevive um súdito qualquer. E isto eu também vi, com os olhos que esta terra há de comer: em um dos povos vizinhos, conhecido como o reino dos noruegueses, os nobres representantes do povo chegam a almoçar sanduíches que trazem de casa, e que tiram dos bolsos dos paletós quando a fome aperta.
É preciso cautela, Vossas Excelências. Deste reino, que chamam de Suécia ainda pouco se ouve falar. Mas as notícias sobre o igualitário reino dos suecos se espalham.
Estocolmo, 6 de janeiro de 2013.
(Um país sem excelências e mordomias, 2014. Adaptado.)
Leia o poema de Manuel Bandeira para responder à questão.
A estrada
Esta estrada onde moro, entre duas voltas do caminho,
Interessa mais que uma avenida urbana.
Nas cidades todas as pessoas se parecem.
Todo o mundo é igual. Todo o mundo é toda a gente.
Aqui, não: sente-se bem que cada um traz a sua alma.
Cada criatura é única.
Até os cães.
Estes cães da roça parecem homens de negócios:
Andam sempre preocupados.
E quanta gente vem e vai!
E tudo tem aquele caráter impressivo que faz meditar:
Enterro a pé ou a carrocinha de leite puxada por um bodezinho manhoso.
Nem falta o murmúrio da água, para sugerir, pela voz dos símbolos,
Que a vida passa! que a vida passa!
E que a mocidade vai acabar.
(Estrela da vida inteira, 2009.)
O poema se desenvolve em acordo com uma característica típica da poesia de Manuel Bandeira:Leia o texto para responder à questão.
Reducing food waste would mitigate climate change, study shows
April 7, 2016
Reducing food waste around the world would help curb
emissions of planet-warming gases, lessening some of the
impacts of climate change such as more extreme weather
and rising seas, scientists said on Thursday.
Up to 14% of emissions from agriculture in 2050 could
be avoided by managing food use and distribution better,
according to a new study from the Potsdam Institute for
Climate Impact Research (PIK). “Agriculture is a major
driver of climate change, accounting for more than 20% of
overall global greenhouse gas emissions in 2010,” said
co-author Prajal Pradhan. “Avoiding food loss and waste would
therefore avoid unnecessary greenhouse gas emissions and
help mitigate climate change.”
Between 30 and 40% of food produced around the world
is never eaten, because it is spoiled after harvest and during
transportation, or thrown away by shops and consumers. The
share of food wasted is expected to increase drastically if emerging economies like China and India adopt western food
habits, including a shift to eating more meat, the researchers
warned. Richer countries tend to consume more food than is
healthy or simply waste it, they noted.
As poorer countries develop and the world’s population
grows, emissions associated with food waste could soar
from 0.5 gigatonnes (GT) of carbon dioxide equivalent per
year to between 1.9 and 2.5 GT annually by mid-century,
showed the study published in the Environmental Science &
Technology journal. It is widely argued that cutting food waste
and distributing the world’s surplus food where it is needed
could help tackle hunger in places that do not have enough -
especially given that land to expand farming is limited.
But Jürgen Kropp, another of the study’s co-authors and
PIK’s head of climate change and development, told the
Thomson Reuters Foundation the potential for food waste
curbs to reduce emissions should be given more attention.
“It is not a strategy of governments at the moment,” he said.
(www.theguardian.com. Adaptado.)
Leia o texto para responder à questão.
Reducing food waste would mitigate climate change, study shows
April 7, 2016
Reducing food waste around the world would help curb
emissions of planet-warming gases, lessening some of the
impacts of climate change such as more extreme weather
and rising seas, scientists said on Thursday.
Up to 14% of emissions from agriculture in 2050 could
be avoided by managing food use and distribution better,
according to a new study from the Potsdam Institute for
Climate Impact Research (PIK). “Agriculture is a major
driver of climate change, accounting for more than 20% of
overall global greenhouse gas emissions in 2010,” said
co-author Prajal Pradhan. “Avoiding food loss and waste would
therefore avoid unnecessary greenhouse gas emissions and
help mitigate climate change.”
Between 30 and 40% of food produced around the world
is never eaten, because it is spoiled after harvest and during
transportation, or thrown away by shops and consumers. The
share of food wasted is expected to increase drastically if emerging economies like China and India adopt western food
habits, including a shift to eating more meat, the researchers
warned. Richer countries tend to consume more food than is
healthy or simply waste it, they noted.
As poorer countries develop and the world’s population
grows, emissions associated with food waste could soar
from 0.5 gigatonnes (GT) of carbon dioxide equivalent per
year to between 1.9 and 2.5 GT annually by mid-century,
showed the study published in the Environmental Science &
Technology journal. It is widely argued that cutting food waste
and distributing the world’s surplus food where it is needed
could help tackle hunger in places that do not have enough -
especially given that land to expand farming is limited.
But Jürgen Kropp, another of the study’s co-authors and
PIK’s head of climate change and development, told the
Thomson Reuters Foundation the potential for food waste
curbs to reduce emissions should be given more attention.
“It is not a strategy of governments at the moment,” he said.
(www.theguardian.com. Adaptado.)
Leia o texto para responder à questão.
Reducing food waste would mitigate climate change, study shows
April 7, 2016

Reducing food waste around the world would help curb
emissions of planet-warming gases, lessening some of the
impacts of climate change such as more extreme weather
and rising seas, scientists said on Thursday.
Up to 14% of emissions from agriculture in 2050 could
be avoided by managing food use and distribution better,
according to a new study from the Potsdam Institute for
Climate Impact Research (PIK). “Agriculture is a major
driver of climate change, accounting for more than 20% of
overall global greenhouse gas emissions in 2010,” said
co-author Prajal Pradhan. “Avoiding food loss and waste would
therefore avoid unnecessary greenhouse gas emissions and
help mitigate climate change.”
Between 30 and 40% of food produced around the world
is never eaten, because it is spoiled after harvest and during
transportation, or thrown away by shops and consumers. The
share of food wasted is expected to increase drastically if emerging economies like China and India adopt western food
habits, including a shift to eating more meat, the researchers
warned. Richer countries tend to consume more food than is
healthy or simply waste it, they noted.
As poorer countries develop and the world’s population
grows, emissions associated with food waste could soar
from 0.5 gigatonnes (GT) of carbon dioxide equivalent per
year to between 1.9 and 2.5 GT annually by mid-century,
showed the study published in the Environmental Science &
Technology journal. It is widely argued that cutting food waste
and distributing the world’s surplus food where it is needed
could help tackle hunger in places that do not have enough -
especially given that land to expand farming is limited.
But Jürgen Kropp, another of the study’s co-authors and
PIK’s head of climate change and development, told the
Thomson Reuters Foundation the potential for food waste
curbs to reduce emissions should be given more attention.
“It is not a strategy of governments at the moment,” he said.
(www.theguardian.com. Adaptado.)