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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 395 de 950

  • Linguagens

    Português

    Roger Chartier, o especialista em história da leitura 


    A história da cultura e dos livros tem uma longa tradição, mas só há pouco tempo ela ampliou seu âmbito para compreender também a trajetória da leitura e da escrita como práticas sociais. Um dos responsáveis por isso é o francês Roger Chartier. “Ele fez uma revolução ao demonstrar que é possível estudar a humanidade pela evolução do escrito”, diz Mary Del Priore, sócia honorária do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. “Se a história cultural sempre foi baseada em dados estatísticos ou sociológicos, Chartier a direcionou para as significações sociais dos textos.” O historiador “escolheu concentrar-se nos estudos das práticas culturais, sem postular a existência de uma ‘cultura’ geral”, diz Mary Del Priore.


    O pesquisador francês costuma combater a ideia do material escrito como um objeto fixo, impossível de ser modificado e alterado pelas pessoas que o utilizam e interagem com ele. As novas tecnologias lhe dão razão – a leitura na internet costuma ser descontínua e fragmentária, e o leitor raramente percebe o sentido do todo e da contiguidade, que, por exemplo, o simples manuseio de um jornal já gera. Essa diferença fundamental, que torna a leitura dos livros mais profunda e duradoura, faz com que ele preveja a sobrevivência do formato impresso, apesar da disseminação dos meios eletrônicos. “O trabalho que fazemos como historiadores do livro é mostrar que o sentido de um texto depende também da forma material como ele se apresentou a seus leitores originais e por seu autor”, diz Chartier. “Por meio dela, podemos compreender como e por que foi editado, a maneira como foi manuseado, lido e interpretado por aqueles de seu tempo.” O suporte, portanto, influencia o sentido do texto construído pelo leitor.


    Ele gosta de enfatizar duas outras mudanças importantes nos padrões predominantes de leitura. A primeira: feita em voz alta à frente de plateias, foi para a silenciosa na Idade Média. A segunda: da leitura intensiva para a extensiva, no século XVIII – quando os hábitos de retorno sistemático às mesmas e poucas obras escolhidas como essenciais foram substituídos por uma relação mais informativa e ampla com o material escrito.


    FERRARI, M. Roger Chartier, o especialista em história da leitura. [Adaptado] Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/2529/roger-chatier-o-especialista-em-historia-da-leitura Acesso em: 09/12/2017.

    Considere, em seu contexto, os trechos abaixo extraídos do texto:

    1. A história da cultura e dos livros tem uma longa tradição, mas só há pouco tempo ela ampliou seu âmbito para compreender também a trajetória da leitura e da escrita como práticas sociais. (1°  parágrafo)
    2. “Por meio dela, podemos compreender como e por que foi editado, a maneira como foi manuseado, lido e interpretado por aqueles de seu tempo.” (2°  parágrafo)

    Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) com base nos trechos considerados.

    ( ) Em 1, os pronomes “ela” e “seu” são correferenciais e retomam “A história da cultura e dos livros”.
    ( ) Em 1, infere-se que a história da cultura e dos livros, até algum tempo atrás, não considerava as práticas sociais.
    ( ) Em 2, o pronome combinado com preposição “dela” faz referência a “trajetória da leitura e da escrita”.
    ( ) Em 2, o conector “por que” introduz uma explicação.
    ( ) Em 1 e 2, o verbo “compreender” pode ser substituído por “entender”, sem prejuízo de significado no texto em nenhuma das ocorrências.

    Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão 20afda43-fe
  • Linguagens

    Português

    Roger Chartier, o especialista em história da leitura 


    A história da cultura e dos livros tem uma longa tradição, mas só há pouco tempo ela ampliou seu âmbito para compreender também a trajetória da leitura e da escrita como práticas sociais. Um dos responsáveis por isso é o francês Roger Chartier. “Ele fez uma revolução ao demonstrar que é possível estudar a humanidade pela evolução do escrito”, diz Mary Del Priore, sócia honorária do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. “Se a história cultural sempre foi baseada em dados estatísticos ou sociológicos, Chartier a direcionou para as significações sociais dos textos.” O historiador “escolheu concentrar-se nos estudos das práticas culturais, sem postular a existência de uma ‘cultura’ geral”, diz Mary Del Priore.


    O pesquisador francês costuma combater a ideia do material escrito como um objeto fixo, impossível de ser modificado e alterado pelas pessoas que o utilizam e interagem com ele. As novas tecnologias lhe dão razão – a leitura na internet costuma ser descontínua e fragmentária, e o leitor raramente percebe o sentido do todo e da contiguidade, que, por exemplo, o simples manuseio de um jornal já gera. Essa diferença fundamental, que torna a leitura dos livros mais profunda e duradoura, faz com que ele preveja a sobrevivência do formato impresso, apesar da disseminação dos meios eletrônicos. “O trabalho que fazemos como historiadores do livro é mostrar que o sentido de um texto depende também da forma material como ele se apresentou a seus leitores originais e por seu autor”, diz Chartier. “Por meio dela, podemos compreender como e por que foi editado, a maneira como foi manuseado, lido e interpretado por aqueles de seu tempo.” O suporte, portanto, influencia o sentido do texto construído pelo leitor.


    Ele gosta de enfatizar duas outras mudanças importantes nos padrões predominantes de leitura. A primeira: feita em voz alta à frente de plateias, foi para a silenciosa na Idade Média. A segunda: da leitura intensiva para a extensiva, no século XVIII – quando os hábitos de retorno sistemático às mesmas e poucas obras escolhidas como essenciais foram substituídos por uma relação mais informativa e ampla com o material escrito.


    FERRARI, M. Roger Chartier, o especialista em história da leitura. [Adaptado] Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/2529/roger-chatier-o-especialista-em-historia-da-leitura Acesso em: 09/12/2017.

    Do texto, infere-se que:
    Escolha uma alternativa para a questão 20acc7fd-fe
  • Linguagens

    Português

    Roger Chartier, o especialista em história da leitura 


    A história da cultura e dos livros tem uma longa tradição, mas só há pouco tempo ela ampliou seu âmbito para compreender também a trajetória da leitura e da escrita como práticas sociais. Um dos responsáveis por isso é o francês Roger Chartier. “Ele fez uma revolução ao demonstrar que é possível estudar a humanidade pela evolução do escrito”, diz Mary Del Priore, sócia honorária do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. “Se a história cultural sempre foi baseada em dados estatísticos ou sociológicos, Chartier a direcionou para as significações sociais dos textos.” O historiador “escolheu concentrar-se nos estudos das práticas culturais, sem postular a existência de uma ‘cultura’ geral”, diz Mary Del Priore.


    O pesquisador francês costuma combater a ideia do material escrito como um objeto fixo, impossível de ser modificado e alterado pelas pessoas que o utilizam e interagem com ele. As novas tecnologias lhe dão razão – a leitura na internet costuma ser descontínua e fragmentária, e o leitor raramente percebe o sentido do todo e da contiguidade, que, por exemplo, o simples manuseio de um jornal já gera. Essa diferença fundamental, que torna a leitura dos livros mais profunda e duradoura, faz com que ele preveja a sobrevivência do formato impresso, apesar da disseminação dos meios eletrônicos. “O trabalho que fazemos como historiadores do livro é mostrar que o sentido de um texto depende também da forma material como ele se apresentou a seus leitores originais e por seu autor”, diz Chartier. “Por meio dela, podemos compreender como e por que foi editado, a maneira como foi manuseado, lido e interpretado por aqueles de seu tempo.” O suporte, portanto, influencia o sentido do texto construído pelo leitor.


    Ele gosta de enfatizar duas outras mudanças importantes nos padrões predominantes de leitura. A primeira: feita em voz alta à frente de plateias, foi para a silenciosa na Idade Média. A segunda: da leitura intensiva para a extensiva, no século XVIII – quando os hábitos de retorno sistemático às mesmas e poucas obras escolhidas como essenciais foram substituídos por uma relação mais informativa e ampla com o material escrito.


    FERRARI, M. Roger Chartier, o especialista em história da leitura. [Adaptado] Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/2529/roger-chatier-o-especialista-em-historia-da-leitura Acesso em: 09/12/2017.

    Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.

    Escolha uma alternativa para a questão 20a9b1cc-fe
  • Linguagens

    Português

    Roger Chartier, o especialista em história da leitura 


    A história da cultura e dos livros tem uma longa tradição, mas só há pouco tempo ela ampliou seu âmbito para compreender também a trajetória da leitura e da escrita como práticas sociais. Um dos responsáveis por isso é o francês Roger Chartier. “Ele fez uma revolução ao demonstrar que é possível estudar a humanidade pela evolução do escrito”, diz Mary Del Priore, sócia honorária do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. “Se a história cultural sempre foi baseada em dados estatísticos ou sociológicos, Chartier a direcionou para as significações sociais dos textos.” O historiador “escolheu concentrar-se nos estudos das práticas culturais, sem postular a existência de uma ‘cultura’ geral”, diz Mary Del Priore.


    O pesquisador francês costuma combater a ideia do material escrito como um objeto fixo, impossível de ser modificado e alterado pelas pessoas que o utilizam e interagem com ele. As novas tecnologias lhe dão razão – a leitura na internet costuma ser descontínua e fragmentária, e o leitor raramente percebe o sentido do todo e da contiguidade, que, por exemplo, o simples manuseio de um jornal já gera. Essa diferença fundamental, que torna a leitura dos livros mais profunda e duradoura, faz com que ele preveja a sobrevivência do formato impresso, apesar da disseminação dos meios eletrônicos. “O trabalho que fazemos como historiadores do livro é mostrar que o sentido de um texto depende também da forma material como ele se apresentou a seus leitores originais e por seu autor”, diz Chartier. “Por meio dela, podemos compreender como e por que foi editado, a maneira como foi manuseado, lido e interpretado por aqueles de seu tempo.” O suporte, portanto, influencia o sentido do texto construído pelo leitor.


    Ele gosta de enfatizar duas outras mudanças importantes nos padrões predominantes de leitura. A primeira: feita em voz alta à frente de plateias, foi para a silenciosa na Idade Média. A segunda: da leitura intensiva para a extensiva, no século XVIII – quando os hábitos de retorno sistemático às mesmas e poucas obras escolhidas como essenciais foram substituídos por uma relação mais informativa e ampla com o material escrito.


    FERRARI, M. Roger Chartier, o especialista em história da leitura. [Adaptado] Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/2529/roger-chatier-o-especialista-em-historia-da-leitura Acesso em: 09/12/2017.

    Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), de acordo com o texto.

    ( ) Trata-se de um texto basicamente dialógico, que reproduz a interação entre dois interlocutores, marcadamente assinalada pelo uso alternado de pronomes de primeira e de segunda pessoa.
    ( ) Na historiografia do livro, evidencia-se uma relação tensa entre autor e leitor, que se reflete em práticas sociais que ora privilegiam a escrita, ora a leitura.
    ( ) O texto é construído em torno do seguinte eixo argumentativo: as novas tecnologias são nocivas, pois são responsáveis pelo fim do livro impresso.
    ( ) O autor intercala diferentes vozes no texto, o que reforça o efeito de veracidade produzido.
    ( ) O referente de maior proeminência no texto é introduzido na forma de nome próprio, sendo coesivamente retomado por diferentes estratégias, dentre as quais a pronominalização e o uso de expressões nominais definidas.

    Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão 20a69d17-fe
  • Linguagens

    Português

    Sociologia Ambiental


    O interesse da academia no desenvolvimento de estudos voltados para as questões ambientais é relativamente novo. Só começou a aparecer em meados de 1970, quando o mundo, fortemente influenciado por movimentos ecologistas e ambientalistas nascidos nos EUA, finalmente voltava seus olhos aos desastres ambientais causados pelos homens. Até então acreditava-se que os recursos naturais eram infinitos e que os impactos causados pelo homem eram facilmente revertidos pela natureza. Assim, discutir o futuro do planeta não parecia ser relevante.


    Na década de 1990, os estudos voltados para a relação sociedade-natureza deram um grande salto com as contribuições de um dos mais respeitados e conhecidos sociólogos ambientais do mundo: Frederick Howard Buttel. Nascido nos Estados Unidos, Buttel dedicou sua vida acadêmica a compreender as complexas relações entre a sociedade e o ambiente natural. Apontava o caráter ambivalente do homem, que seria parte integrante da paisagem natural, submetido às dinâmicas próprias da natureza e, ao mesmo tempo, agente modificador e criador de novos ambientes. Sobre essa dualidade humana escreveu:


    O ser humano, especialidade zoológica da Sociologia, é singular em todo o mundo animal, tanto quanto o é sua capacidade de criar uma cultura e comunicação simbólica. A Sociologia não pode nem deve se tornar um ramo da ecologia comportamental. Mas o ser humano também é uma espécie entre muitas, e é uma parte integral da biosfera. Assim, um entendimento perfeito do desenvolvimento histórico e do futuro das sociedades humanas se torna problemático quando se deixa de considerar o substrato ecológico e material da existência humana. Esse entendimento é limitado pelo antropocentrismo sociológico. Parece certo que, no futuro, haverá prolongados debates sobre articulação ou isolamento “adequados” entre a Sociologia e a Biologia.


    Também na década de 1990, a Sociologia Ambiental ganhou mais contribuições com os estudos do sociólogo, antropólogo e filósofo da ciência, o francês Bruno Latour. Em seu ensaio monográfico Jamais fomos modernos, ele afirma que essa divisão sociedade-natureza seria, na verdade, uma invenção ocidental. Seria um traço característico da modernidade a criação de Constituições que definem e separam o que é humano do não humano, “legalizando” assim essa separação. No entanto, defende ele que na realidade essa separação não existe, porque o homem está em constante mudança em função do meio em que vive, assim como a natureza está em constante mudança em função das vontades humanas. Em outras palavras, o social está submetido ao natural e vice-versa.


    RAMOS, V. R. Os caminhos da Sociologia Ambiental. Sociologia. ed.

    72. 2017. p. 45-46.[Adaptado]

    Considere, em seu contexto, o trecho abaixo, extraído do texto:

    No entanto, defende ele que na realidade essa separação não existe, porque o homem está em constante mudança em função do meio em que vive, assim como a natureza está em constante mudança em função das vontades humanas. (4°  parágrafo)

    Analise as afirmativas abaixo em relação ao texto:

    1. O pronome pessoal “ele” funciona como objeto direto do verbo defender.
    2. A expressão “No entanto” funciona como conector contrastivo, redirecionando a argumentação.
    3. O vocábulo “porque” funciona como conector consecutivo, estabelecendo uma relação semântica de consequência em relação ao conteúdo precedente.
    4. A expressão “em que” tem valor locativo, podendo ser substituída por “onde”, sem ferir a norma culta da língua escrita.
    5. A expressão “assim como” tem valor comparativo e pode ser substituída por “tanto quanto”, sem prejuízo de significado.

    Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
    Escolha uma alternativa para a questão 20a33e3c-fe
  • Linguagens

    Português

    Sociologia Ambiental


    O interesse da academia no desenvolvimento de estudos voltados para as questões ambientais é relativamente novo. Só começou a aparecer em meados de 1970, quando o mundo, fortemente influenciado por movimentos ecologistas e ambientalistas nascidos nos EUA, finalmente voltava seus olhos aos desastres ambientais causados pelos homens. Até então acreditava-se que os recursos naturais eram infinitos e que os impactos causados pelo homem eram facilmente revertidos pela natureza. Assim, discutir o futuro do planeta não parecia ser relevante.


    Na década de 1990, os estudos voltados para a relação sociedade-natureza deram um grande salto com as contribuições de um dos mais respeitados e conhecidos sociólogos ambientais do mundo: Frederick Howard Buttel. Nascido nos Estados Unidos, Buttel dedicou sua vida acadêmica a compreender as complexas relações entre a sociedade e o ambiente natural. Apontava o caráter ambivalente do homem, que seria parte integrante da paisagem natural, submetido às dinâmicas próprias da natureza e, ao mesmo tempo, agente modificador e criador de novos ambientes. Sobre essa dualidade humana escreveu:


    O ser humano, especialidade zoológica da Sociologia, é singular em todo o mundo animal, tanto quanto o é sua capacidade de criar uma cultura e comunicação simbólica. A Sociologia não pode nem deve se tornar um ramo da ecologia comportamental. Mas o ser humano também é uma espécie entre muitas, e é uma parte integral da biosfera. Assim, um entendimento perfeito do desenvolvimento histórico e do futuro das sociedades humanas se torna problemático quando se deixa de considerar o substrato ecológico e material da existência humana. Esse entendimento é limitado pelo antropocentrismo sociológico. Parece certo que, no futuro, haverá prolongados debates sobre articulação ou isolamento “adequados” entre a Sociologia e a Biologia.


    Também na década de 1990, a Sociologia Ambiental ganhou mais contribuições com os estudos do sociólogo, antropólogo e filósofo da ciência, o francês Bruno Latour. Em seu ensaio monográfico Jamais fomos modernos, ele afirma que essa divisão sociedade-natureza seria, na verdade, uma invenção ocidental. Seria um traço característico da modernidade a criação de Constituições que definem e separam o que é humano do não humano, “legalizando” assim essa separação. No entanto, defende ele que na realidade essa separação não existe, porque o homem está em constante mudança em função do meio em que vive, assim como a natureza está em constante mudança em função das vontades humanas. Em outras palavras, o social está submetido ao natural e vice-versa.


    RAMOS, V. R. Os caminhos da Sociologia Ambiental. Sociologia. ed.

    72. 2017. p. 45-46.[Adaptado]

    Considere, em seu contexto, os trechos abaixo extraídos do texto:

    1. O ser humano, especialidade zoológica da Sociologia, é singular em todo o mundo animal, tanto quanto o é sua capacidade de criar uma cultura e comunicação simbólica. (3°  parágrafo)
    2. Seria um traço característico da modernidade a criação de Constituições que definem e separam o que é humano do não humano, “legalizando” assim essa separação. (4°  parágrafo)

    Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação aos trechos considerados.

    ( ) Em 1, “especialidade zoológica da Sociologia” funciona como aposto explicativo de “ser humano”.
    ( ) Em 1, “tanto quanto” estabelece uma relação semântica de comparação – a partir de uma característica comum, a singularidade – entre o ser humano no mundo animal e a capacidade do ser humano de criar uma cultura e comunicação simbólica.
    ( ) Em 1, o vocábulo “o” tem valor coesivo, sendo usado em substituição a “singular”.
    ( ) Em 2, “Seria um traço característico da modernidade” funciona como oração principal no período.
    ( ) Em 2, o vocábulo “que” funciona como pronome relativo na primeira ocorrência e como conjunção integrante na segunda.

    Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão 209f9f62-fe
  • Linguagens

    Português

    Sociologia Ambiental


    O interesse da academia no desenvolvimento de estudos voltados para as questões ambientais é relativamente novo. Só começou a aparecer em meados de 1970, quando o mundo, fortemente influenciado por movimentos ecologistas e ambientalistas nascidos nos EUA, finalmente voltava seus olhos aos desastres ambientais causados pelos homens. Até então acreditava-se que os recursos naturais eram infinitos e que os impactos causados pelo homem eram facilmente revertidos pela natureza. Assim, discutir o futuro do planeta não parecia ser relevante.


    Na década de 1990, os estudos voltados para a relação sociedade-natureza deram um grande salto com as contribuições de um dos mais respeitados e conhecidos sociólogos ambientais do mundo: Frederick Howard Buttel. Nascido nos Estados Unidos, Buttel dedicou sua vida acadêmica a compreender as complexas relações entre a sociedade e o ambiente natural. Apontava o caráter ambivalente do homem, que seria parte integrante da paisagem natural, submetido às dinâmicas próprias da natureza e, ao mesmo tempo, agente modificador e criador de novos ambientes. Sobre essa dualidade humana escreveu:


    O ser humano, especialidade zoológica da Sociologia, é singular em todo o mundo animal, tanto quanto o é sua capacidade de criar uma cultura e comunicação simbólica. A Sociologia não pode nem deve se tornar um ramo da ecologia comportamental. Mas o ser humano também é uma espécie entre muitas, e é uma parte integral da biosfera. Assim, um entendimento perfeito do desenvolvimento histórico e do futuro das sociedades humanas se torna problemático quando se deixa de considerar o substrato ecológico e material da existência humana. Esse entendimento é limitado pelo antropocentrismo sociológico. Parece certo que, no futuro, haverá prolongados debates sobre articulação ou isolamento “adequados” entre a Sociologia e a Biologia.


    Também na década de 1990, a Sociologia Ambiental ganhou mais contribuições com os estudos do sociólogo, antropólogo e filósofo da ciência, o francês Bruno Latour. Em seu ensaio monográfico Jamais fomos modernos, ele afirma que essa divisão sociedade-natureza seria, na verdade, uma invenção ocidental. Seria um traço característico da modernidade a criação de Constituições que definem e separam o que é humano do não humano, “legalizando” assim essa separação. No entanto, defende ele que na realidade essa separação não existe, porque o homem está em constante mudança em função do meio em que vive, assim como a natureza está em constante mudança em função das vontades humanas. Em outras palavras, o social está submetido ao natural e vice-versa.


    RAMOS, V. R. Os caminhos da Sociologia Ambiental. Sociologia. ed.

    72. 2017. p. 45-46.[Adaptado]

    Considere, em seu contexto, os trechos abaixo extraídos do texto:

    1. Só começou a aparecer em meados de 1970, quando o mundo, fortemente influenciado por movimentos ecologistas e ambientalistas nascidos nos EUA, finalmente voltava seus olhos aos desastres ambientais causados pelos homens. (1°  parágrafo)
    2. Assim, um entendimento perfeito do desenvolvimento histórico e do futuro das sociedades humanas se torna problemático quando se deixa de considerar o substrato ecológico e material da existência humana. (3°  parágrafo)

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 2098dbd5-fe
  • Linguagens

    Português

    Sociologia Ambiental


    O interesse da academia no desenvolvimento de estudos voltados para as questões ambientais é relativamente novo. Só começou a aparecer em meados de 1970, quando o mundo, fortemente influenciado por movimentos ecologistas e ambientalistas nascidos nos EUA, finalmente voltava seus olhos aos desastres ambientais causados pelos homens. Até então acreditava-se que os recursos naturais eram infinitos e que os impactos causados pelo homem eram facilmente revertidos pela natureza. Assim, discutir o futuro do planeta não parecia ser relevante.


    Na década de 1990, os estudos voltados para a relação sociedade-natureza deram um grande salto com as contribuições de um dos mais respeitados e conhecidos sociólogos ambientais do mundo: Frederick Howard Buttel. Nascido nos Estados Unidos, Buttel dedicou sua vida acadêmica a compreender as complexas relações entre a sociedade e o ambiente natural. Apontava o caráter ambivalente do homem, que seria parte integrante da paisagem natural, submetido às dinâmicas próprias da natureza e, ao mesmo tempo, agente modificador e criador de novos ambientes. Sobre essa dualidade humana escreveu:


    O ser humano, especialidade zoológica da Sociologia, é singular em todo o mundo animal, tanto quanto o é sua capacidade de criar uma cultura e comunicação simbólica. A Sociologia não pode nem deve se tornar um ramo da ecologia comportamental. Mas o ser humano também é uma espécie entre muitas, e é uma parte integral da biosfera. Assim, um entendimento perfeito do desenvolvimento histórico e do futuro das sociedades humanas se torna problemático quando se deixa de considerar o substrato ecológico e material da existência humana. Esse entendimento é limitado pelo antropocentrismo sociológico. Parece certo que, no futuro, haverá prolongados debates sobre articulação ou isolamento “adequados” entre a Sociologia e a Biologia.


    Também na década de 1990, a Sociologia Ambiental ganhou mais contribuições com os estudos do sociólogo, antropólogo e filósofo da ciência, o francês Bruno Latour. Em seu ensaio monográfico Jamais fomos modernos, ele afirma que essa divisão sociedade-natureza seria, na verdade, uma invenção ocidental. Seria um traço característico da modernidade a criação de Constituições que definem e separam o que é humano do não humano, “legalizando” assim essa separação. No entanto, defende ele que na realidade essa separação não existe, porque o homem está em constante mudança em função do meio em que vive, assim como a natureza está em constante mudança em função das vontades humanas. Em outras palavras, o social está submetido ao natural e vice-versa.


    RAMOS, V. R. Os caminhos da Sociologia Ambiental. Sociologia. ed.

    72. 2017. p. 45-46.[Adaptado]

    Assinale a alternativa correta, de acordo com o pensamento de Latour, expresso no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 2091d9f6-fe
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema para responder a questão.

    Amar  

    Que pode uma criatura senão,
    entre criaturas, amar?
    amar e esquecer, amar e malamar,
    amar, desamar, amar?
    sempre, e até de olhos vidrados, amar?

    Que pode, pergunto, o ser amoroso,
    sozinho, em rotação universal,
    senão rodar também, e amar?
    amar o que o mar traz à praia,
    o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
    é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

    Amar solenemente as palmas do deserto,
    o que é entrega ou adoração expectante,
    e amar o inóspito, o cru,
    um vaso sem flor, um chão de ferro,
    e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e
    uma ave de rapina.

    Este o nosso destino: amor sem conta,
    distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
    doação ilimitada a uma completa ingratidão,
    e na concha vazia do amor a procura medrosa,
    paciente, de mais e mais amor.

    Amar a nossa falta mesma de amor,
    e na secura nossa amar a água implícita,
    e o beijo tácito, e a sede infinita.

    – Carlos Drummond de Andrade, em “Claro enigma”. 1951.
    A obra de Carlos Drummond de Andrade apresenta características que a filiam ao movimento literário conhecido como Modernismo.
    Assinale a alternativa que apresenta corretamente a descrição de algumas características que podem ser notadas no poema Amar.
    Escolha uma alternativa para a questão 62639551-76
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema para responder a questão.

    Amar  

    Que pode uma criatura senão,
    entre criaturas, amar?
    amar e esquecer, amar e malamar,
    amar, desamar, amar?
    sempre, e até de olhos vidrados, amar?

    Que pode, pergunto, o ser amoroso,
    sozinho, em rotação universal,
    senão rodar também, e amar?
    amar o que o mar traz à praia,
    o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
    é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

    Amar solenemente as palmas do deserto,
    o que é entrega ou adoração expectante,
    e amar o inóspito, o cru,
    um vaso sem flor, um chão de ferro,
    e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e
    uma ave de rapina.

    Este o nosso destino: amor sem conta,
    distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
    doação ilimitada a uma completa ingratidão,
    e na concha vazia do amor a procura medrosa,
    paciente, de mais e mais amor.

    Amar a nossa falta mesma de amor,
    e na secura nossa amar a água implícita,
    e o beijo tácito, e a sede infinita.

    – Carlos Drummond de Andrade, em “Claro enigma”. 1951.
    Leia a seguinte definição para responder à questão.

    O mar simboliza a dinâmica da vida, os nascimentos, as transformações, a morte, e os renascimentos. O movimento das ondas do mar simboliza o estado transitório da vida, a ambivalência entre a realidade e as possibilidades de realidade, representa a incerteza, a dúvida, a indecisão, podendo levar tanto ao bem como ao mal. Por isso, o mar simboliza tanto a vida como a morte.
    <http://tinyurl.com/y7boek4f> Acesso em: 16.06.2017. Adaptado

    Na segunda estrofe do poema, Carlos Drummond de Andrade evoca a imagem do mar. Relacionando essa estrofe e a definição apresentada, é correto concluir
    Escolha uma alternativa para a questão 6258ec24-76
  • Linguagens

    Português

    A alternativa que apresenta uma metáfora é
    Escolha uma alternativa para a questão 6249fffc-76
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa que apresenta um período escrito de acordo com a norma padrão da língua portuguesa.
    Escolha uma alternativa para a questão 623ad18a-76
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.

    Trump assina decreto que altera política americana com Cuba

      São Paulo e Washington – O presidente Donald Trump defendeu o embargo econômico dos Estados Unidos contra Cuba e condicionou avanços na relação bilateral a mudanças políticas na ilha na direção de eleições livres, libertação de presos políticos e respeito à liberdade de expressão. “Eu estou cancelando o acordo completamente unilateral da última administração com Cuba”, declarou em discurso realizado nesta sexta-feira, 16, em Miami.
       Apesar da declaração, Trump reviu apenas questões pontuais da política anunciada por Barack Obama no dia 17 de dezembro de 2014. As mudanças acabam com a possibilidade de viagens individuais para a ilha e proíbem gastos em estabelecimentos turísticos controlados pelo Exército e pelos setores de inteligência e segurança do país. “Lucros provenientes do turismo foram diretamente para as forças armadas”, afirmou.
       Além da reversão desses pontos, a grande transformação foi de tom e na sinalização do futuro da relação bilateral. Enquanto Obama defendeu o levantamento do embargo, Trump prometeu reforçá-lo. A agressividade retórica contra o governo de Raúl Castro também indica uma desaceleração do ritmo de normalização das relações bilaterais.
        Um dos objetivos do novo acordo, explicou Trump, é garantir que a população cubana seja beneficiada diretamente. O presidente norte-americano, entretanto, buscou frisar que ‘atrocidades’ cometidas desde o início do regime dos irmãos Castro não serão toleradas e insinuou que o governo de Barack Obama negligenciou a prática de crimes contra a população da ilha.
     <http://tinyurl.com/y8ol93q4> Acesso em: 17/06/2017. Adaptado.
    Assinale a alternativa que, de acordo com o texto, indica como Barack Obama e Donald Trump trataram a questão da relação bilateral.
    Escolha uma alternativa para a questão 622378a6-76
  • Linguagens

    Inglês

    Text 


    "Many people do not wash their hands when the behavior in which they engage would warrant it," begins a recent study from Michigan State University, and I'm sorry to say it only gets grosser from there. Researchers sneakily observed 3,749 people in public restrooms and found that nearly all of them—95 percent—didn't wash their hands long enough to kill germs.

    Even scarier, 15 percent of men and 7 percent of women did not wash their hands at all. When they did bother to turn on a faucet, half of men and 22 percent of women neglected to use soap! (Or, as the researchers describe it: They "attempted to wash their hands," but failed.)

    The CDC says you need to wash your hands—with soap!—for at least 20 seconds in order to kill disease-causing germs.

    Alas, the people in this study only washed their hands for an average of 6 seconds (...)

    This extensive study founds lots of other interesting tidbits about hand-washing habits. Here are a few:


    • People were more likely to wash their hands in the morning

    • People were less likely to wash their hands if the sink was dirty

    • People were more likely to wash their hands if there was sign to remind them


    Other hand-washing research has found that college students are disgusting, people will wash their hands if they're being watched, and antibacterial soap isn't much better than the regular kind.

    The study appears in the Journal of Environmental Health.

    (Source: adapted from https://www.popsci.com/science/article/2013-06/only-5-percent-people-wash-their-hands-correctly)

    According to Text , what is one of the findings of another study on the same issue?
    Escolha uma alternativa para a questão b9cc4e23-02
  • Linguagens

    Inglês

    Text 


    "Many people do not wash their hands when the behavior in which they engage would warrant it," begins a recent study from Michigan State University, and I'm sorry to say it only gets grosser from there. Researchers sneakily observed 3,749 people in public restrooms and found that nearly all of them—95 percent—didn't wash their hands long enough to kill germs.

    Even scarier, 15 percent of men and 7 percent of women did not wash their hands at all. When they did bother to turn on a faucet, half of men and 22 percent of women neglected to use soap! (Or, as the researchers describe it: They "attempted to wash their hands," but failed.)

    The CDC says you need to wash your hands—with soap!—for at least 20 seconds in order to kill disease-causing germs.

    Alas, the people in this study only washed their hands for an average of 6 seconds (...)

    This extensive study founds lots of other interesting tidbits about hand-washing habits. Here are a few:


    • People were more likely to wash their hands in the morning

    • People were less likely to wash their hands if the sink was dirty

    • People were more likely to wash their hands if there was sign to remind them


    Other hand-washing research has found that college students are disgusting, people will wash their hands if they're being watched, and antibacterial soap isn't much better than the regular kind.

    The study appears in the Journal of Environmental Health.

    (Source: adapted from https://www.popsci.com/science/article/2013-06/only-5-percent-people-wash-their-hands-correctly)

    What is the most adequate title for Text ?
    Escolha uma alternativa para a questão b9c2e2fc-02
  • Linguagens

    Inglês

    Text


    A French art expert believes a charcoal drawing kept in a collection for more than 150 years may be a preparatory sketch made by Leonardo da Vinci of the Mona Lisa.

    The black-and-white drawing of a woman, nude from the waist up, known as the Monna Vanna, was previously attributed to Leonardo’s studio, suggesting it was done in his style by a pupil or follower, not by the master himself.

    But after preliminary tests at the Louvre Museum, experts believe the sketch may well have been drawn by Leonardo.

    Among the signs, according to curator Mathieu Deldicque, are the fact the drawing was made during the same period as the Mona Lisa, the paper is from the same region of Italy, and the technique is very similar to that of the Mona Lisa.

    “We know the drawing was made during the lifetime of Leonardo da Vinci, we know that the paper was made in Italy, between Venice and Florence, and the third discovery is the high quality of this drawing in the face of the Monna Vanna and in her arms,” Deldicque told reporters.

    “That’s very interesting because the arms are the same as the Mona Lisa‘s.”

    Leonardo, who lived from 1452 to 1519, was an engineer, scientist, inventor and sculptor, as well as one of the finest artists of the Italian Renaissance.

    He painted the Mona Lisa, also known as La Gioconda and regarded as the world’s most valuable artwork, at the beginning of the 16th century. It is believed to depict Lisa Gherardini, the wife of a successful merchant.

    EXCITING

    The charcoal portrait, in which the woman is holding a similar pose to the Mona Lisa but with her body more side-on and her head turned further over her left shoulder, has been held in a collection at the Conde Museum at the Palace of Chantilly, north of Paris, since 1862.

    The Mona Lisa and Monna Vanna hold their hands in very similar ways, the right hand across the left and resting on the forearm, the fingers gently extended.

    Deldicque said that while it was exciting to think the charcoal drawing was created by Leonardo, there were more tests to be done.

    “We have one more month of analysis and then a very slow process of history of art with a collection of analysts and advice by specialists,” he said. 

    It is possible that process will determine that the authorship is the same. But it may also be inconclusive, he said, adding:

    “Maybe the mystery will remain.”

    (Source: adapted from http://www.reuters.com/article/us-france-monalisa-sketch/is-16th-century-charcoal-sketch-a-naked-mona-lisa-idUSKCN1C42LD, retrieved on October 1, 2017) 

    In which sequence of words there is the odd one out?
    Escolha uma alternativa para a questão b9be8a25-02
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    Inglês

    Text


    A French art expert believes a charcoal drawing kept in a collection for more than 150 years may be a preparatory sketch made by Leonardo da Vinci of the Mona Lisa.

    The black-and-white drawing of a woman, nude from the waist up, known as the Monna Vanna, was previously attributed to Leonardo’s studio, suggesting it was done in his style by a pupil or follower, not by the master himself.

    But after preliminary tests at the Louvre Museum, experts believe the sketch may well have been drawn by Leonardo.

    Among the signs, according to curator Mathieu Deldicque, are the fact the drawing was made during the same period as the Mona Lisa, the paper is from the same region of Italy, and the technique is very similar to that of the Mona Lisa.

    “We know the drawing was made during the lifetime of Leonardo da Vinci, we know that the paper was made in Italy, between Venice and Florence, and the third discovery is the high quality of this drawing in the face of the Monna Vanna and in her arms,” Deldicque told reporters.

    “That’s very interesting because the arms are the same as the Mona Lisa‘s.”

    Leonardo, who lived from 1452 to 1519, was an engineer, scientist, inventor and sculptor, as well as one of the finest artists of the Italian Renaissance.

    He painted the Mona Lisa, also known as La Gioconda and regarded as the world’s most valuable artwork, at the beginning of the 16th century. It is believed to depict Lisa Gherardini, the wife of a successful merchant.

    EXCITING

    The charcoal portrait, in which the woman is holding a similar pose to the Mona Lisa but with her body more side-on and her head turned further over her left shoulder, has been held in a collection at the Conde Museum at the Palace of Chantilly, north of Paris, since 1862.

    The Mona Lisa and Monna Vanna hold their hands in very similar ways, the right hand across the left and resting on the forearm, the fingers gently extended.

    Deldicque said that while it was exciting to think the charcoal drawing was created by Leonardo, there were more tests to be done.

    “We have one more month of analysis and then a very slow process of history of art with a collection of analysts and advice by specialists,” he said. 

    It is possible that process will determine that the authorship is the same. But it may also be inconclusive, he said, adding:

    “Maybe the mystery will remain.”

    (Source: adapted from http://www.reuters.com/article/us-france-monalisa-sketch/is-16th-century-charcoal-sketch-a-naked-mona-lisa-idUSKCN1C42LD, retrieved on October 1, 2017) 

    Which of the titles reflects more precisely the main idea of Text ?
    Escolha uma alternativa para a questão b9b19cb2-02
  • Linguagens

    Português

    Relacione as colunas, considerando as especificidades e os diferentes aspectos apontados relativamente à poesia brasileira, e assinale a sequência correta.


    (1) O sapo-tanoeiro,

    Parnasiano aguado,

    Diz: – “Meu cancioneiro

    É bem martelado.”

    (2) Enquanto pasta, alegre, o manso gado,

    Minha bela Marília, nos sentemos

    À sombra deste cedro levantado.

    Um pouco meditemos

    Na regular beleza,

    Que em tudo quanto vive nos descobre

    A sábia Natureza.

    (3) Negras mulheres, suspendendo às tetas

    Magras crianças, cujas bocas pretas

    Rega o sangue das mães:

    Outras, moças... mas nuas, espantadas,

    Em ânsia e mágoa vãs.

    (4) Caminhando contra o vento

    sem lenço, sem documento

    no sol de quase dezembro

    eu vou.

    (5) Se eu morresse amanhã, viria ao menos

    Fechar meus olhos minha triste irmã;

    Minha mãe de saudades morreria

    Seu eu morresse amanhã.

    (6) Vai-se a primeira pomba despertada...

    Vai-se outra mais .. mais outra... enfim dezenas

    De pombas vão-se dos pombais, apenas

    Raia sanguínea e fresca a madrugada...


    ( ) O tropicalismo, movimento libertário por excelência da década de 1960 no Brasil, durou pouco mais de um ano e acabou reprimido pelo governo militar.

    ( ) As principais características da poesia produzida por essa geração são: o individualismo, egocentrismo, o negativismo, a dúvida, a desilusão, o tédio e os sentimentos relacionados à fuga da realidade, que caracterizam o chamado ultra-romantismo.

    ( ) Configura a disposição dos modernistas de provocar uma ruptura com a arte do passado.

    ( ) O estilo parnasiano no texto beira a perfeição. O belo é a poesia com sua correção métrica gramatical, com versos decassílabos, modelo clássico de composição. O belo, o sublime e a natureza permeiam o poema.

    ( ) Os poetas condoreiros defendiam a liberdade e denunciavam as desigualdades sociais.

    ( ) Os poetas árcades veem a natureza em perfeito equilíbrio e harmonia.

    Escolha uma alternativa para a questão b9ad920a-02
  • Linguagens

    Português

    Assinale a citação extraída da peça teatral Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna.
    Escolha uma alternativa para a questão b9a57c83-02
  • Linguagens

    Português

    Sobre a obra Esaú e Jacó, de Machado de Assis, preencha com V a(s) afirmação(ões) verdadeira(s) e com F a(s) falsa(s) e assinale a alternativa com a sequência correta.


    ( ) O livro foi publicado em 1904 e a ação se desenvolve durante o período da Proclamação da República.

    ( ) Os protagonistas Pedro e Paulo viviam em constante antagonismo, como se observa na seguinte cena: “Iam descendo pela Rua da Carioca. [...] Pedro viu um retrato pendurado de Luís XVI, entrou e comprou-o por oitocentos réis; era uma simples gravura atada ao mostrador por um barbante. Paulo quis ter igual fortuna, adequada às opiniões, e descobriu um Robespierre”.

    ( ) O personagem José Dias é um agregado que "amava os superlativos", "ria largo, se era preciso, de um grande riso sem vontade, mas comunicativo... nos lances graves, gravíssimo", "como o tempo adquiriu curta autoridade na família, certa audiência, ao menos; não abusava, e sabia opinar obedecendo", "as cortesias que fizesse vinham antes do cálculo que da índole".

    ( ) Toda a história se desenvolve de maneira cronológica; somente aqui e ali o narrador suspende essa sequência para se referir brevemente ao pretérito, com a intenção de explicar alguns pontos não compreensíveis da narrativa. Por exemplo, em dado momento ele revela o passado do barbeiro no Navio Negreiro.

    ( ) O conselheiro Aires é mais um grande personagem da galeria machadiana, que reaparecerá como memorialista na obra Memorial de Aires, próximo e último romance do autor: velho diplomata aposentado, de hábitos discretos e gosto requintado, amante de citações eruditas, muitas vezes interpreta o pensamento do próprio romancista.

    Escolha uma alternativa para a questão b9a24370-02