Inglês
- Voz Ativa e Passiva | Passive and Active Voice
- Prova de 2010
- UECE
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 3245FE75-B6

Questões filtradas
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PRISONS AND MOBILE PHONES
Bricking the intruders
If mobile phones can’t be kept out of prisons, can they be made useless?
Oct 14th 2010 | RAIFORD, FLORIDA AND PARCHMAN, MISSISSIPPI
THE striking thing about mobile phones in American prisons is not that they exist—though they do, in great numbers—but the ingenuity used to get and keep them. There are the usual entry methods: from visitors, corrupt guards or in packages hurled over the fence. But phones often take more exotic paths. In South Carolina a potato gun was used to fire phones over prison walls from a distance of a third of a mile. In Mississippi a suspiciously heavy and bounceless basketball in the recreation yard was found to contain 19 phones and chargers. (…)
Available on http://www.economist.com/node/17257847?story_id=17257847, accessed on November 4, 2010
them, in bold type refers to:A questão se refere ao texto abaixo.
“A atividade que a televisão desempenha no contexto educacional é externa a ela [...] A televisão depende do entorno. Nesse sentido, a televisão está – ou pode estar mais relacionada, paradoxalmente, com a realidade. A atividade gerada na Internet está intrinsecamente unida ao meio. Tudo é feito dentro da Internet. Essa autosuficiência pode levar à endogamia, ao autismo e à ilusão de uma realidade tecnológica que possa substituir o entorno humano. A televisão tradicional tem uma dimensão mais humanóide, porque a relação com o mundo, na televisão, está estreitamente vinculada à imagem antropocêntrica [...] Por isso, a televisão tende a aprisionar o espectador em seu próprio mundo; a fazer com que ele não se interesse pelo que acontece com os outros. A Internet não pode desenvolver-se sem a participação dos usuários. Isso não obriga ninguém a ter interesse social pelo outro, mas a atividade de cada um depende, sim, da atividade do outro.”
VILCHES, L. A migração digital. São Paulo: Edições Loyola, 2003.
De acordo com o texto, pode-se afirmar que: