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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 727 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    Opportunity Cost


    This phenomenon goes by the name of ‘opportunity cost,’ since by not investing in more equipment and a more rigid production flow, the company is forgoing the opportunity to earn increased profits. These costs are every bite as real as the payment of dollars out-of-pocket.


    This notion _______ opportunity cost can be reinforced _________ a famous saying ______ Benjamin Franklin, no slouch himself _________ operations management. To make the point, however, we must make a brief excursion into logic. One truth of logic is the validity of the so-called contrapositive, which says simply that if the statement “If A, then B” is true, then it is also true that “If not B, then not A.” That is, of every time A occurs B follows, then we can be sure that if B does not occur, then A did not occur as well. Enough logic then, and back to Ben Franklin.


    One of his Poor Richard sayings is that “A penny saved is a penny earned.” We have all recognized the truth of that since childhood, but I assert that by this saying Ben showed us he knows everything about opportunity cost. After all, what is the contrapositive of “A penny not earned is a penny not saved (i.e., a penny sent). All we are saying by this notion of opportunity cost is that “a penny not earned (an opportunity forgone) is a penny spent.” We shall often have occasion to consider opportunity costs, in analyzing and deciding various operations issues.


    SCHMENNER, Roger W. Production/Operations Management. 5th Edition. Prentice-Hall, 1993.

    According to the text, it is correct to state that:
    Escolha uma alternativa para a questão 20d09061-fe
  • Linguagens

    Português

    texto 1

    Sociologia Ambiental


    O interesse da academia no desenvolvimento de estudos voltados para as questões ambientais é relativamente novo. Só começou a aparecer em meados de 1970, quando o mundo, fortemente influenciado por movimentos ecologistas e ambientalistas nascidos nos EUA, finalmente voltava seus olhos aos desastres ambientais causados pelos homens. Até então acreditava-se que os recursos naturais eram infinitos e que os impactos causados pelo homem eram facilmente revertidos pela natureza. Assim, discutir o futuro do planeta não parecia ser relevante.


    Na década de 1990, os estudos voltados para a relação sociedade-natureza deram um grande salto com as contribuições de um dos mais respeitados e conhecidos sociólogos ambientais do mundo: Frederick Howard Buttel. Nascido nos Estados Unidos, Buttel dedicou sua vida acadêmica a compreender as complexas relações entre a sociedade e o ambiente natural. Apontava o caráter ambivalente do homem, que seria parte integrante da paisagem natural, submetido às dinâmicas próprias da natureza e, ao mesmo tempo, agente modificador e criador de novos ambientes. Sobre essa dualidade humana escreveu:


    O ser humano, especialidade zoológica da Sociologia, é singular em todo o mundo animal, tanto quanto o é sua capacidade de criar uma cultura e comunicação simbólica. A Sociologia não pode nem deve se tornar um ramo da ecologia comportamental. Mas o ser humano também é uma espécie entre muitas, e é uma parte integral da biosfera. Assim, um entendimento perfeito do desenvolvimento histórico e do futuro das sociedades humanas se torna problemático quando se deixa de considerar o substrato ecológico e material da existência humana. Esse entendimento é limitado pelo antropocentrismo sociológico. Parece certo que, no futuro, haverá prolongados debates sobre articulação ou isolamento “adequados” entre a Sociologia e a Biologia.


    Também na década de 1990, a Sociologia Ambiental ganhou mais contribuições com os estudos do sociólogo, antropólogo e filósofo da ciência, o francês Bruno Latour. Em seu ensaio monográfico Jamais fomos modernos, ele afirma que essa divisão sociedade-natureza seria, na verdade, uma invenção ocidental. Seria um traço característico da modernidade a criação de Constituições que definem e separam o que é humano do não humano, “legalizando” assim essa separação. No entanto, defende ele que na realidade essa separação não existe, porque o homem está em constante mudança em função do meio em que vive, assim como a natureza está em constante mudança em função das vontades humanas. Em outras palavras, o social está submetido ao natural e vice-versa.


    RAMOS, V. R. Os caminhos da Sociologia Ambiental. Sociologia. ed. 72. 2017. p. 45-46.[Adaptado]


    texto 2

    Roger Chartier, o especialista em história da leitura 


    A história da cultura e dos livros tem uma longa tradição, mas só há pouco tempo ela ampliou seu âmbito para compreender também a trajetória da leitura e da escrita como práticas sociais. Um dos responsáveis por isso é o francês Roger Chartier. “Ele fez uma revolução ao demonstrar que é possível estudar a humanidade pela evolução do escrito”, diz Mary Del Priore, sócia honorária do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. “Se a história cultural sempre foi baseada em dados estatísticos ou sociológicos, Chartier a direcionou para as significações sociais dos textos.” O historiador “escolheu concentrar-se nos estudos das práticas culturais, sem postular a existência de uma ‘cultura’ geral”, diz Mary Del Priore.


    O pesquisador francês costuma combater a ideia do material escrito como um objeto fixo, impossível de ser modificado e alterado pelas pessoas que o utilizam e interagem com ele. As novas tecnologias lhe dão razão – a leitura na internet costuma ser descontínua e fragmentária, e o leitor raramente percebe o sentido do todo e da contiguidade, que, por exemplo, o simples manuseio de um jornal já gera. Essa diferença fundamental, que torna a leitura dos livros mais profunda e duradoura, faz com que ele preveja a sobrevivência do formato impresso, apesar da disseminação dos meios eletrônicos. “O trabalho que fazemos como historiadores do livro é mostrar que o sentido de um texto depende também da forma material como ele se apresentou a seus leitores originais e por seu autor”, diz Chartier. “Por meio dela, podemos compreender como e por que foi editado, a maneira como foi manuseado, lido e interpretado por aqueles de seu tempo.” O suporte, portanto, influencia o sentido do texto construído pelo leitor.


    Ele gosta de enfatizar duas outras mudanças importantes nos padrões predominantes de leitura. A primeira: feita em voz alta à frente de plateias, foi para a silenciosa na Idade Média. A segunda: da leitura intensiva para a extensiva, no século XVIII – quando os hábitos de retorno sistemático às mesmas e poucas obras escolhidas como essenciais foram substituídos por uma relação mais informativa e ampla com o material escrito.


    FERRARI, M. Roger Chartier, o especialista em história da leitura. [Adaptado] Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/2529/roger-chatier-o-especialista-em-historia-da-leitura Acesso em: 09/12/2017.


    texto 3

    Contextualização na escrita


    É preciso fazer distinção entre contexto de produção e contexto de uso. No caso da interação face a face, eles coincidem, mas, no caso da escrita, não. Nesta, o mais importante para a interpretação é o contexto de uso.


    O sentido de um texto, qualquer que seja a situação comunicativa, não depende apenas da estrutura textual em si mesma (daí a metáfora do texto como um iceberg). Os objetos de discurso a que o texto faz referência são apresentados em grande parte de forma incompleta, permanecendo muita coisa implícita.


    O produtor do texto pressupõe da parte do leitor/ ouvinte conhecimentos textuais, situacionais e enciclopédicos e, orientando-se pelo Princípio da Economia, não explicita as informações consideradas redundantes ou desnecessárias. Ou seja, visto que não existem textos totalmente explícitos, o produtor de um texto necessita proceder ao “balanceamento” do que necessita ser explicitado textualmente e do que pode permanecer implícito, supondo que o interlocutor poderá recuperar essa informação por meio de inferências.


    Vejamos – como exemplo – o texto a seguir que pressupõe, por parte do leitor, a produção de inferências, para obtenção do efeito de humor pretendido.


    A secretária da escola atende ao telefone.


    – Alô.

    – Meu filho está muito gripado e não vai poder ir à escola hoje.

    – Quem está falando?

    – Quem tá falando é o meu pai.


    KOCH, I. V.; ELIAS, V. M. Ler e compreender os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006. p.71-72. Adaptado.


    texto 4

    De Newton à Nature


    Na ciência, não basta descobrir, é preciso contar aos outros o que você descobriu. Copérnico, Galileu e Newton, por exemplo, escreviam livros técnicos, relatando suas experiências e resultados. Com o tempo, a divulgação passou a acontecer menos por livros e mais por artigos científicos – peças curtas, publicadas em revistas e periódicos especializados.


    As primeiras revistas científicas, lá no século XVIII, não tinham fins lucrativos. Mas com o aumento dos investimentos públicos nos laboratórios, a partir da década de 1950, as universidades passaram a ter muito mais pesquisadores. São todos funcionários com carteira assinada, que precisam mostrar serviço – e que recebem avaliações de desempenho. Para fazer essas avaliações, a comunidade acadêmica adotou basicamente dois critérios: a quantidade de artigos científicos publicados em revistas – um suposto sinal de produtividade e dedicação – e o número de vezes em que esses artigos são citados em outros artigos – o que, em teoria, é uma evidência de que o trabalho foi relevante e influente.


    Pois bem. Os cientistas não querem lucro, só divulgação. Então entregam o material de graça. Na outra ponta da equação, há as universidades, que não têm outra opção a não ser pagar o que as editoras pedem para ter acesso às pesquisas mais importantes (afinal, um pesquisador só consegue trabalhar se puder ler o trabalho de outros pesquisadores). Isso deu origem a um modelo de negócio sem igual: você, dono da editora de periódicos científicos, recebe conteúdo de graça e vende a um público disposto a pagar muito. Criaram-se grifes da ciência: periódicos muito seletivos, que só publicam a nata das pesquisas. Sair em títulos como Cell, Nature ou Science dá visibilidade e é bom para a carreira dos cientistas.


    “Na era digital, a figura da editora científica é ainda mais importante”, afirma Dante Cid, vice-presidente de relações acadêmicas da Elsevier no Brasil. “Ela inibe a disseminação de informações equivocadas e colabora com a distribuição da pesquisa de qualidade.” De fato, os padrões de excelência da Elsevier e de outras editoras de peso continuam altos. Mas o sistema causa distorções. “Um Newton da vida, que passava a vida toda trabalhando e publicava pouco, não teria chance no século XXI”, diz Fernando Reinach, ex-biólogo da USP.


    VOIANO, B. A máquina que trava a ciência. Superinteressante. ed. 383, dez/2017. p. 40-41. [Adaptado]

    Considere os textos 1, 2, 3 e 4 para responder esta questão. Os quatro textos apresentam trechos de discurso direto, como ilustram os excertos a seguir.

    1. Sobre essa dualidade humana (Buttel) escreveu: O ser humano, especialidade zoológica da Sociologia, é singular em todo o mundo animal, tanto quanto o é sua capacidade de criar uma cultura e comunicação simbólica. (Texto 1)
    2. “Ele fez uma revolução ao demonstrar que é possível estudar a humanidade pela evolução do escrito”, diz Mary Del Priore... (Texto 2)
    3. “O trabalho que fazemos como historiadores do livro é mostrar que o sentido de um texto depende também da forma material como ele se apresentou a seus leitores originais e por seu autor”, diz Chartier. (Texto 2)
    4. Vejamos – como exemplo – o texto a seguir que pressupõe, por parte do leitor, a produção de inferências, para obtenção do efeito de humor pretendido. A secretária da escola atende ao telefone. – Alô. […] (Texto 3)
    5. “Na era digital, a figura da editora científica é ainda mais importante”, afirma Dante Cid… (Texto 4)

    Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).

    ( ) Os cinco excertos apresentam o uso de argumentos de autoria de personalidades de referência, para corroborar afirmações dos autores e dar credibilidade aos textos.
    ( ) Em 1, o uso da forma verbal “escreveu” distancia, no tempo, o discurso direto introduzido, diferentemente do que ocorre com as formas verbais de função similar nos demais excertos.
    ( ) Em seu conjunto, os excertos exemplificam o fato de que tanto a forma de introdução como a forma de representação do discurso direto não seguem um padrão fixo na escrita.
    ( ) As formas verbais usadas nos cinco excertos para introduzir o discurso direto agregam à função típica de verbo dicendi também avaliações opinativas dos autores dos textos que as utilizam.
    ( ) Em todos os excertos, o discurso direto se reporta a uma terceira pessoa, não incluindo a pessoa que produz o referido discurso.

    Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão 20c9d8ea-fe
  • Linguagens

    Português

    De Newton à Nature


    Na ciência, não basta descobrir, é preciso contar aos outros o que você descobriu. Copérnico, Galileu e Newton, por exemplo, escreviam livros técnicos, relatando suas experiências e resultados. Com o tempo, a divulgação passou a acontecer menos por livros e mais por artigos científicos – peças curtas, publicadas em revistas e periódicos especializados.


    As primeiras revistas científicas, lá no século XVIII, não tinham fins lucrativos. Mas com o aumento dos investimentos públicos nos laboratórios, a partir da década de 1950, as universidades passaram a ter muito mais pesquisadores. São todos funcionários com carteira assinada, que precisam mostrar serviço – e que recebem avaliações de desempenho. Para fazer essas avaliações, a comunidade acadêmica adotou basicamente dois critérios: a quantidade de artigos científicos publicados em revistas – um suposto sinal de produtividade e dedicação – e o número de vezes em que esses artigos são citados em outros artigos – o que, em teoria, é uma evidência de que o trabalho foi relevante e influente.


    Pois bem. Os cientistas não querem lucro, só divulgação. Então entregam o material de graça. Na outra ponta da equação, há as universidades, que não têm outra opção a não ser pagar o que as editoras pedem para ter acesso às pesquisas mais importantes (afinal, um pesquisador só consegue trabalhar se puder ler o trabalho de outros pesquisadores). Isso deu origem a um modelo de negócio sem igual: você, dono da editora de periódicos científicos, recebe conteúdo de graça e vende a um público disposto a pagar muito. Criaram-se grifes da ciência: periódicos muito seletivos, que só publicam a nata das pesquisas. Sair em títulos como Cell, Nature ou Science dá visibilidade e é bom para a carreira dos cientistas.


    “Na era digital, a figura da editora científica é ainda mais importante”, afirma Dante Cid, vice-presidente de relações acadêmicas da Elsevier no Brasil. “Ela inibe a disseminação de informações equivocadas e colabora com a distribuição da pesquisa de qualidade.” De fato, os padrões de excelência da Elsevier e de outras editoras de peso continuam altos. Mas o sistema causa distorções. “Um Newton da vida, que passava a vida toda trabalhando e publicava pouco, não teria chance no século XXI”, diz Fernando Reinach, ex-biólogo da USP.


    VOIANO, B. A máquina que trava a ciência. Superinteressante. ed. 383, dez/2017. p. 40-41. [Adaptado]

    Considere os trechos abaixo extraídos do texto:


    1. As primeiras revistas científicas, lá no século XVIII, não tinham fins lucrativos. Mas com o aumento dos investimentos públicos nos laboratórios, a partir da década de 1950, as universidades passaram a ter muito mais pesquisadores. (2°  parágrafo)

    2. De fato, os padrões de excelência da Elsevier e de outras editoras de peso continuam altos. Mas o sistema causa distorções. (4°  parágrafo)


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 20c39921-fe
  • Linguagens

    Português

    Sociologia Ambiental


    O interesse da academia no desenvolvimento de estudos voltados para as questões ambientais é relativamente novo. Só começou a aparecer em meados de 1970, quando o mundo, fortemente influenciado por movimentos ecologistas e ambientalistas nascidos nos EUA, finalmente voltava seus olhos aos desastres ambientais causados pelos homens. Até então acreditava-se que os recursos naturais eram infinitos e que os impactos causados pelo homem eram facilmente revertidos pela natureza. Assim, discutir o futuro do planeta não parecia ser relevante.


    Na década de 1990, os estudos voltados para a relação sociedade-natureza deram um grande salto com as contribuições de um dos mais respeitados e conhecidos sociólogos ambientais do mundo: Frederick Howard Buttel. Nascido nos Estados Unidos, Buttel dedicou sua vida acadêmica a compreender as complexas relações entre a sociedade e o ambiente natural. Apontava o caráter ambivalente do homem, que seria parte integrante da paisagem natural, submetido às dinâmicas próprias da natureza e, ao mesmo tempo, agente modificador e criador de novos ambientes. Sobre essa dualidade humana escreveu:


    O ser humano, especialidade zoológica da Sociologia, é singular em todo o mundo animal, tanto quanto o é sua capacidade de criar uma cultura e comunicação simbólica. A Sociologia não pode nem deve se tornar um ramo da ecologia comportamental. Mas o ser humano também é uma espécie entre muitas, e é uma parte integral da biosfera. Assim, um entendimento perfeito do desenvolvimento histórico e do futuro das sociedades humanas se torna problemático quando se deixa de considerar o substrato ecológico e material da existência humana. Esse entendimento é limitado pelo antropocentrismo sociológico. Parece certo que, no futuro, haverá prolongados debates sobre articulação ou isolamento “adequados” entre a Sociologia e a Biologia.


    Também na década de 1990, a Sociologia Ambiental ganhou mais contribuições com os estudos do sociólogo, antropólogo e filósofo da ciência, o francês Bruno Latour. Em seu ensaio monográfico Jamais fomos modernos, ele afirma que essa divisão sociedade-natureza seria, na verdade, uma invenção ocidental. Seria um traço característico da modernidade a criação de Constituições que definem e separam o que é humano do não humano, “legalizando” assim essa separação. No entanto, defende ele que na realidade essa separação não existe, porque o homem está em constante mudança em função do meio em que vive, assim como a natureza está em constante mudança em função das vontades humanas. Em outras palavras, o social está submetido ao natural e vice-versa.


    RAMOS, V. R. Os caminhos da Sociologia Ambiental. Sociologia. ed.

    72. 2017. p. 45-46.[Adaptado]

    Considere, em seu contexto, o trecho abaixo extraído do texto:

    Até então acreditava-se que os recursos naturais eram infinitos e que os impactos causados pelo homem eram facilmente revertidos pela natureza. Assim, discutir o futuro do planeta não parecia ser relevante. (1°  parágrafo)

    Analise as afirmativas abaixo em relação ao texto:

    1. O vocábulo “que”, em suas duas ocorrências, introduz orações subordinadas coordenadas entre si, as quais complementam o verbo acreditar.
    2. A expressão “Até então” funciona como conector, estabelecendo uma relação semântica de conclusão.
    3. O vocábulo “Assim” funciona como conector, estabelecendo uma relação semântica de causalidade.
    4. O segmento “não parecia ser relevante” confere força assertiva ao conteúdo expresso por “discutir o futuro do planeta”.
    5. A forma verbal “eram”, em cada uma das ocorrências, pode ser substituída por “fossem”, sem prejuízo de informação temporal.

    Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
    Escolha uma alternativa para a questão 209c009b-fe
  • Linguagens

    Português

    Sociologia Ambiental


    O interesse da academia no desenvolvimento de estudos voltados para as questões ambientais é relativamente novo. Só começou a aparecer em meados de 1970, quando o mundo, fortemente influenciado por movimentos ecologistas e ambientalistas nascidos nos EUA, finalmente voltava seus olhos aos desastres ambientais causados pelos homens. Até então acreditava-se que os recursos naturais eram infinitos e que os impactos causados pelo homem eram facilmente revertidos pela natureza. Assim, discutir o futuro do planeta não parecia ser relevante.


    Na década de 1990, os estudos voltados para a relação sociedade-natureza deram um grande salto com as contribuições de um dos mais respeitados e conhecidos sociólogos ambientais do mundo: Frederick Howard Buttel. Nascido nos Estados Unidos, Buttel dedicou sua vida acadêmica a compreender as complexas relações entre a sociedade e o ambiente natural. Apontava o caráter ambivalente do homem, que seria parte integrante da paisagem natural, submetido às dinâmicas próprias da natureza e, ao mesmo tempo, agente modificador e criador de novos ambientes. Sobre essa dualidade humana escreveu:


    O ser humano, especialidade zoológica da Sociologia, é singular em todo o mundo animal, tanto quanto o é sua capacidade de criar uma cultura e comunicação simbólica. A Sociologia não pode nem deve se tornar um ramo da ecologia comportamental. Mas o ser humano também é uma espécie entre muitas, e é uma parte integral da biosfera. Assim, um entendimento perfeito do desenvolvimento histórico e do futuro das sociedades humanas se torna problemático quando se deixa de considerar o substrato ecológico e material da existência humana. Esse entendimento é limitado pelo antropocentrismo sociológico. Parece certo que, no futuro, haverá prolongados debates sobre articulação ou isolamento “adequados” entre a Sociologia e a Biologia.


    Também na década de 1990, a Sociologia Ambiental ganhou mais contribuições com os estudos do sociólogo, antropólogo e filósofo da ciência, o francês Bruno Latour. Em seu ensaio monográfico Jamais fomos modernos, ele afirma que essa divisão sociedade-natureza seria, na verdade, uma invenção ocidental. Seria um traço característico da modernidade a criação de Constituições que definem e separam o que é humano do não humano, “legalizando” assim essa separação. No entanto, defende ele que na realidade essa separação não existe, porque o homem está em constante mudança em função do meio em que vive, assim como a natureza está em constante mudança em função das vontades humanas. Em outras palavras, o social está submetido ao natural e vice-versa.


    RAMOS, V. R. Os caminhos da Sociologia Ambiental. Sociologia. ed.

    72. 2017. p. 45-46.[Adaptado]

    Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), com base no pensamento de Buttel, conforme o texto. 

    ( ) O caráter dual do homem se revela em seu comportamento passivo, sujeito às forças da natureza, e, ao mesmo tempo, em seu comportamento agentivo, capaz de atuar sobre a natureza.
    ( ) O antropocentrismo sociológico é responsável por ter transformado a Sociologia num ramo da ecologia comportamental.
    ( ) O ser humano é uma espécie do mundo animal que se singulariza por sua capacidade de criar uma cultura e comunicação simbólica.
    ( ) A compreensão do desenvolvimento histórico e do futuro das sociedades humanas prescinde de considerar o substrato ecológico e material da existência humana.

    Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão 20954b6d-fe
  • Linguagens

    Português

    Sociologia Ambiental


    O interesse da academia no desenvolvimento de estudos voltados para as questões ambientais é relativamente novo. Só começou a aparecer em meados de 1970, quando o mundo, fortemente influenciado por movimentos ecologistas e ambientalistas nascidos nos EUA, finalmente voltava seus olhos aos desastres ambientais causados pelos homens. Até então acreditava-se que os recursos naturais eram infinitos e que os impactos causados pelo homem eram facilmente revertidos pela natureza. Assim, discutir o futuro do planeta não parecia ser relevante.


    Na década de 1990, os estudos voltados para a relação sociedade-natureza deram um grande salto com as contribuições de um dos mais respeitados e conhecidos sociólogos ambientais do mundo: Frederick Howard Buttel. Nascido nos Estados Unidos, Buttel dedicou sua vida acadêmica a compreender as complexas relações entre a sociedade e o ambiente natural. Apontava o caráter ambivalente do homem, que seria parte integrante da paisagem natural, submetido às dinâmicas próprias da natureza e, ao mesmo tempo, agente modificador e criador de novos ambientes. Sobre essa dualidade humana escreveu:


    O ser humano, especialidade zoológica da Sociologia, é singular em todo o mundo animal, tanto quanto o é sua capacidade de criar uma cultura e comunicação simbólica. A Sociologia não pode nem deve se tornar um ramo da ecologia comportamental. Mas o ser humano também é uma espécie entre muitas, e é uma parte integral da biosfera. Assim, um entendimento perfeito do desenvolvimento histórico e do futuro das sociedades humanas se torna problemático quando se deixa de considerar o substrato ecológico e material da existência humana. Esse entendimento é limitado pelo antropocentrismo sociológico. Parece certo que, no futuro, haverá prolongados debates sobre articulação ou isolamento “adequados” entre a Sociologia e a Biologia.


    Também na década de 1990, a Sociologia Ambiental ganhou mais contribuições com os estudos do sociólogo, antropólogo e filósofo da ciência, o francês Bruno Latour. Em seu ensaio monográfico Jamais fomos modernos, ele afirma que essa divisão sociedade-natureza seria, na verdade, uma invenção ocidental. Seria um traço característico da modernidade a criação de Constituições que definem e separam o que é humano do não humano, “legalizando” assim essa separação. No entanto, defende ele que na realidade essa separação não existe, porque o homem está em constante mudança em função do meio em que vive, assim como a natureza está em constante mudança em função das vontades humanas. Em outras palavras, o social está submetido ao natural e vice-versa.


    RAMOS, V. R. Os caminhos da Sociologia Ambiental. Sociologia. ed.

    72. 2017. p. 45-46.[Adaptado]

    Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 208ec8eb-fe
  • Linguagens

    Inglês

    Text 


    "Many people do not wash their hands when the behavior in which they engage would warrant it," begins a recent study from Michigan State University, and I'm sorry to say it only gets grosser from there. Researchers sneakily observed 3,749 people in public restrooms and found that nearly all of them—95 percent—didn't wash their hands long enough to kill germs.

    Even scarier, 15 percent of men and 7 percent of women did not wash their hands at all. When they did bother to turn on a faucet, half of men and 22 percent of women neglected to use soap! (Or, as the researchers describe it: They "attempted to wash their hands," but failed.)

    The CDC says you need to wash your hands—with soap!—for at least 20 seconds in order to kill disease-causing germs.

    Alas, the people in this study only washed their hands for an average of 6 seconds (...)

    This extensive study founds lots of other interesting tidbits about hand-washing habits. Here are a few:


    • People were more likely to wash their hands in the morning

    • People were less likely to wash their hands if the sink was dirty

    • People were more likely to wash their hands if there was sign to remind them


    Other hand-washing research has found that college students are disgusting, people will wash their hands if they're being watched, and antibacterial soap isn't much better than the regular kind.

    The study appears in the Journal of Environmental Health.

    (Source: adapted from https://www.popsci.com/science/article/2013-06/only-5-percent-people-wash-their-hands-correctly)

    What is the function of "Alas" in Text ?
    Escolha uma alternativa para a questão b9c682bd-02
  • Linguagens

    Português

    Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa em que todas são corretas.


    l As Fantasias Eletivas, de Carlos Henrique Schroeder, inclui reproduções das fotografias que Copi fez e legou a Renê. A cada fotograma corresponde um pequeno texto que antes de falar do que está fixado pela luz conta a solidão, tristeza e dor de quem escreve.

    ll O romance Quarenta Dias, de Maria Valéria Rezende, pode ser resumido assim: “Em uma pequena cidade da antiga zona do café fluminense, dois meninos de 12 anos — de classe média baixa, um filho de ferroviário, outro de açougueiro — encontram o corpo mutilado de uma linda mulher às margens de um lago onde vão fazer gazeta. Assustados, os garotos chamam imediatamente a polícia e passam por um duro interrogatório, no qual são tratados mais como suspeitos do que testemunhas”.

    lll A linguagem utilizada por Conceição Evaristo é de fácil acesso e, na maioria das vezes, é culta. A obra Olhos d’Água também busca renovar a linguagem por meio da hifenização (Duzu-Querença; flor-criança; borboleta-menina; dedos-desejos; gozo-dor; águas-lágrimas) e criação de neologismos (Luamanda – formada dos vocábulos lua + manda do verbo mandar); lacrimevaginava – lacrimejar + vagina + sufixo flexional.

    lV O romance As fantasias Eletivas “traz à tona vozes negras, periféricas e em contextos de grande vulnerabilidade social. Fala da banalidade da vida e de como ela se esvai entre os dedos, feito água. Nos faz entender como essas experiências ficam à margem e têm sua validade suspensa porque são constantemente silenciadas” (Carla Soares).

    V O texto a seguir descreve os gêmeos da obra Esaú e Jacó, de Machado de Assis: Esaú e Jacó eram filhos gêmeos de Isaac e Rebeca. O pai, Isaac, gostava muito de Esaú, porque era bom caçador e trazia coisas para a família comer. Mas Rebeca gostava mais de Jacó, porque era um menino quieto e mansinho.

    Escolha uma alternativa para a questão b9a8c0af-02
  • Linguagens

    Português


    MEUS OITO ANOS

    Casimiro de Abreu


            Oh! que saudades que tenho

       Da aurora da minha vida,

        Da minha infância querida

               Que os anos não trazem mais!

                      Que amor, que sonhos, que flores,

           Naquelas tardes fagueiras  

           À sombra das bananeiras,  

    Debaixo dos laranjais!  

    [...]                                 


    MEUS OITO ANOS

    Oswald de Andrade


       Oh que saudades que eu tenho

    Da aurora de minha vida        

    Das horas                               

     De minha infância                    

    Que os anos não trazem mais

    Naquele quintal de terra         

      Da Rua de Santo Antônio         

     Debaixo da bananeira              

     Sem nenhum laranjais              

     [...]                                            

    Sobre o poema de Oswald de Andrade, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão b987c09f-02
  • Linguagens

    Inglês

    How World Leaders Reacted to Trump at the U.N.

    By SOMINI SENGUPTA and MEGAN SPECIA SEPT. 23, 2017 


    He was called a “giant gold Goliath” and a “rogue newcomer.” But in a few corners the remarks made by President Trump at the United Nations were described as “courageous” and “gratifying.”

    Throughout the week, Mr. Trump’s first address to the General Assembly drew many direct and indirect swipes, from allies and rivals alike, and sparse support.

    While the North Korean leader, Kim Jong-un, attacked Mr. Trump from afar — calling him a “dotard” in a statement on North Korean national television — others used their platforms at the United Nations to respond.

    Some leaders were more subtle than others.

    Robert Mugabe, Zimbabwe’s 93-year-old president, took aim at Mr. Trump during his own speech on Thursday. Mr. Mugabe mocked Mr. Trump as a “giant gold Goliath” and said other nations were “embarrassed if not frightened” by his statements about North Korea. 

    “Are we having a return of Goliath to our midst, who threatens the extinction of other countries?” Mr. Mugabe asked. Some responded with applause to his reference to the biblical character who threatened the Israelites before being slain by the young shepherd David, who would become king.

    Mr. Mugabe then went on to address Mr. Trump directly, telling him to “blow your trumpet in a musical way towards the values of unity, peace, cooperation, togetherness and dialogue which we have always stood for.”

    During his speech, Mr. Trump notably omitted any talk of climate change, seen as one of the most pressing issues for many world leaders.

    Prime Minister Justin Trudeau of Canada received the longest applause during his General Assembly speech on Thursday after an implicit dig at Mr. Trump.

    “There is no country on the planet that can walk away from the challenge and reality of climate change,” Mr. Trudeau said, referring to Mr. Trump’s plans to pull out of the Paris climate accord.


    (Adapted from https://www.nytimes.com/2017/09/23/world/americas/world-leaders-trump-un.html?mcubz=0)

    According to the text:
    Escolha uma alternativa para a questão 21244097-00
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    Português

     Imagem da questão de Português, FUVEST 2017, Interpretação de Textos


     Guimarães Rosa, Sagarana.

    A novela Sarapalha apresenta uma estória dentro de outra, por meio da qual a personagem masculina da narrativa principal (Primo Argemiro) alude a uma mulher da narrativa secundária (a moça levada pelo capeta). O mesmo procedimento ocorre em
    Escolha uma alternativa para a questão 1ee10df1-fd
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    Português

    Imagem da questão de Português, FUVEST 2017, Interpretação de Textos

    Alexandre Eulálio, “Livro que nasceu clássico”.
    In: Helena Morley, Minha vida de menina.
    O trecho do romance Minha vida de menina que ilustra de modo mais preciso o que, para o crítico Alexandre Eulálio, representa “a coexistência íntima de dois mundos culturais divergentes” é:
    Escolha uma alternativa para a questão 1eca5ce7-fd
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    Espanhol

    Los ensayos de Conan Doyle sobre literatura y escritura reflejan un cierto hartazgo de su propio detective

    El actor Basil Rathbone, en la piel de 'Sherlock Holmes'. THE GRANGER COLLECTION, NUEVA YORK

    Sherlock Holmes se convirtió en una criatura tan real que los escolares franceses llegados a Londres querían ver su (inexistente) casa en Baker Street, y muchos lectores enviaban cartas a su creador para pedirle autógrafos de su detective. Cuando Arthur Conan Doyle anunció que Holmes se retiraba para dedicarse a la apicultura en South Downs, el escritor empezó a recibir misivas ofreciéndole ayuda para la tarea. “¿Necesitará el señor Holmes un ama de llaves para su casa de campo?”, se interesaba una de ellas. “Sé de alguien a quien le encanta la vida tranquila del campo, además de ser una mujer discreta como las de antes”. Y no era la única. 

    No importaban las excentricidades que se gastaba el detective en el 221 B de Baker Street con su propia casera y criada, la señora Hudson, ni el peligro en que ponía el inmueble virtual una y otra vez. Los candidatos a asistirle en su etapa como apicultor u otras eran reales, como reales eran las peticiones de ayuda que recibía el doctor Conan Doyle para que investigara misterios sin resolver.

    El elegante sir británico (Edimburgo, 1859-Crowborough, 1930) dejó la huella de sus recuerdos en Mis libros, Ensayos sobre literatura y escritura, una sabrosa rareza para aficionados y curiosos que Páginas de Espuma ha traído a España en traducción de Jon Bilbao. Estará en las librerías a la vuelta del verano.

    ¿Es justo que la criatura adquiera más fama que el creador? ¿No es realmente digno de orgullo que Frankenstein, Sherlock, Dorian Gray, el Quijote o Sancho se conviertan en iconos y parte de nuestro imaginario sin que prestemos atención al autor? Conan Doyle se resiente un tanto de que su criatura le supere y lo narra divertido en sus ensayos, llenos de anécdotas sobre casos reales que reclamaban de él el planteamiento que hubiera hecho Holmes si hubiera vivido de verdad.

    (Texto disponível em: https://elpais.com/cultura/2017/08/21/actualidad/1503315459_069366.html. Acesso em 21.08.2017)
    No 2º parágrafo, menciona-se um endereço. A quem pertencia?
    Escolha uma alternativa para a questão 17380eb3-fd
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    Espanhol

    Los ensayos de Conan Doyle sobre literatura y escritura reflejan un cierto hartazgo de su propio detective

    El actor Basil Rathbone, en la piel de 'Sherlock Holmes'. THE GRANGER COLLECTION, NUEVA YORK

    Sherlock Holmes se convirtió en una criatura tan real que los escolares franceses llegados a Londres querían ver su (inexistente) casa en Baker Street, y muchos lectores enviaban cartas a su creador para pedirle autógrafos de su detective. Cuando Arthur Conan Doyle anunció que Holmes se retiraba para dedicarse a la apicultura en South Downs, el escritor empezó a recibir misivas ofreciéndole ayuda para la tarea. “¿Necesitará el señor Holmes un ama de llaves para su casa de campo?”, se interesaba una de ellas. “Sé de alguien a quien le encanta la vida tranquila del campo, además de ser una mujer discreta como las de antes”. Y no era la única. 

    No importaban las excentricidades que se gastaba el detective en el 221 B de Baker Street con su propia casera y criada, la señora Hudson, ni el peligro en que ponía el inmueble virtual una y otra vez. Los candidatos a asistirle en su etapa como apicultor u otras eran reales, como reales eran las peticiones de ayuda que recibía el doctor Conan Doyle para que investigara misterios sin resolver.

    El elegante sir británico (Edimburgo, 1859-Crowborough, 1930) dejó la huella de sus recuerdos en Mis libros, Ensayos sobre literatura y escritura, una sabrosa rareza para aficionados y curiosos que Páginas de Espuma ha traído a España en traducción de Jon Bilbao. Estará en las librerías a la vuelta del verano.

    ¿Es justo que la criatura adquiera más fama que el creador? ¿No es realmente digno de orgullo que Frankenstein, Sherlock, Dorian Gray, el Quijote o Sancho se conviertan en iconos y parte de nuestro imaginario sin que prestemos atención al autor? Conan Doyle se resiente un tanto de que su criatura le supere y lo narra divertido en sus ensayos, llenos de anécdotas sobre casos reales que reclamaban de él el planteamiento que hubiera hecho Holmes si hubiera vivido de verdad.

    (Texto disponível em: https://elpais.com/cultura/2017/08/21/actualidad/1503315459_069366.html. Acesso em 21.08.2017)
    O pronome “le” em “ofreciéndole ayuda para la tarea” (1º parágrafo) faz referência a:
    Escolha uma alternativa para a questão 1731c4c5-fd
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    Inglês

    Re-Planting a Forest, One Drone at a Time


    That funny little buzz you hear in the forest may not just be the hum of summer insects. In the near future it could be a small fleet of drones, coming to replant and restore forests that have been stripped of trees by industrial-scale deforestation. It’s all part of an ambitious plan by BioCarbon Engineering, a U.K.-based startup on a global mission to battle widespread clear-cutting, which strips more than 26 billion trees off the planet each year. CEO Lauren Fletcher, who spent 20 years as an engineer with NASA, says the only way to fight industrial-scale deforestation is with industrial-scale reforestation. Their idea: plant 1 billion trees a year. The first targets are in South Africa and the Amazonian jungles, both of which have suffered from widespread forest eradication.

    BioCarbon’s reforestation scheme is simple and efficient. Here’s a quick look at how it plans to deploy its drone fleet: 


    1 Do a 3-D aerial survey. First, drones are sent to fly over a potential planting zone, snapping photos that create 3-D maps of the area to be reforested. The number of drones will vary depending up on the size of the seeding.

    2 Create a seeding plan. Once all that terrain data has been analyzed, it then generates a seeding pattern that best suits the terrain.

    3 Load the seed pods. The drones, which are equipped with guidance and control software, carry pressurized canisters of seed pods with germinated seeds immersed in a nutrient-rich gel.

    4 Hover and plant. Flying at a height of 1 or 2 meters, the drones follow the planting patterns, firing the biodegradable seed pods down to the ground. The pods break open upon impact, allowing the germinated seed a chance to take root.

    5 Monitor growth. After planting, the drones do low-level flights to assess the health of the sprouts and saplings.


    Such “precision forestry,” as BioCarbon calls it, is extremely efficient. A farmer might hand plant as many as 3,000 seeds a day; Fletcher says his drones can drop up to 36,000 seed pods daily, often in areas where a human can’t reach. Working with local ecologists, BioCarbon will use the drones to spread a variety of tree species, as well as microorganisms and fungi designed to improve the soil quality. “The central focus is ecosystem restoration,” Fletcher says.

    On a planetary climatological scale, Morton notes that “tropical deforestation plays a big role in global climate cycles,” claiming the accelerated pace of cutting and burning of forests accounted for 20 percent of greenhouse gas emissions in the 1990s. Fletcher and his team want to help reverse that trend. “By planting at the scale we’re looking at,” he says, “we can make a real longterm impact. We hope to do a lot of good in the world.”


    (Adapted from https://www.wired.com/brandlab/2015/07/re-planting-forest-one-drone-time/. Access on 22/8/2017)

    Choose the best answer, according to the text. Refer to the words in bold when necessary:
    Escolha uma alternativa para a questão 1584e336-fd
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    Inglês

    Re-Planting a Forest, One Drone at a Time


    That funny little buzz you hear in the forest may not just be the hum of summer insects. In the near future it could be a small fleet of drones, coming to replant and restore forests that have been stripped of trees by industrial-scale deforestation. It’s all part of an ambitious plan by BioCarbon Engineering, a U.K.-based startup on a global mission to battle widespread clear-cutting, which strips more than 26 billion trees off the planet each year. CEO Lauren Fletcher, who spent 20 years as an engineer with NASA, says the only way to fight industrial-scale deforestation is with industrial-scale reforestation. Their idea: plant 1 billion trees a year. The first targets are in South Africa and the Amazonian jungles, both of which have suffered from widespread forest eradication.

    BioCarbon’s reforestation scheme is simple and efficient. Here’s a quick look at how it plans to deploy its drone fleet: 


    1 Do a 3-D aerial survey. First, drones are sent to fly over a potential planting zone, snapping photos that create 3-D maps of the area to be reforested. The number of drones will vary depending up on the size of the seeding.

    2 Create a seeding plan. Once all that terrain data has been analyzed, it then generates a seeding pattern that best suits the terrain.

    3 Load the seed pods. The drones, which are equipped with guidance and control software, carry pressurized canisters of seed pods with germinated seeds immersed in a nutrient-rich gel.

    4 Hover and plant. Flying at a height of 1 or 2 meters, the drones follow the planting patterns, firing the biodegradable seed pods down to the ground. The pods break open upon impact, allowing the germinated seed a chance to take root.

    5 Monitor growth. After planting, the drones do low-level flights to assess the health of the sprouts and saplings.


    Such “precision forestry,” as BioCarbon calls it, is extremely efficient. A farmer might hand plant as many as 3,000 seeds a day; Fletcher says his drones can drop up to 36,000 seed pods daily, often in areas where a human can’t reach. Working with local ecologists, BioCarbon will use the drones to spread a variety of tree species, as well as microorganisms and fungi designed to improve the soil quality. “The central focus is ecosystem restoration,” Fletcher says.

    On a planetary climatological scale, Morton notes that “tropical deforestation plays a big role in global climate cycles,” claiming the accelerated pace of cutting and burning of forests accounted for 20 percent of greenhouse gas emissions in the 1990s. Fletcher and his team want to help reverse that trend. “By planting at the scale we’re looking at,” he says, “we can make a real longterm impact. We hope to do a lot of good in the world.”


    (Adapted from https://www.wired.com/brandlab/2015/07/re-planting-forest-one-drone-time/. Access on 22/8/2017)

    The words buzz and hum both represent:
    Escolha uma alternativa para a questão 157ba27f-fd
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    Re-Planting a Forest, One Drone at a Time


    That funny little buzz you hear in the forest may not just be the hum of summer insects. In the near future it could be a small fleet of drones, coming to replant and restore forests that have been stripped of trees by industrial-scale deforestation. It’s all part of an ambitious plan by BioCarbon Engineering, a U.K.-based startup on a global mission to battle widespread clear-cutting, which strips more than 26 billion trees off the planet each year. CEO Lauren Fletcher, who spent 20 years as an engineer with NASA, says the only way to fight industrial-scale deforestation is with industrial-scale reforestation. Their idea: plant 1 billion trees a year. The first targets are in South Africa and the Amazonian jungles, both of which have suffered from widespread forest eradication.

    BioCarbon’s reforestation scheme is simple and efficient. Here’s a quick look at how it plans to deploy its drone fleet: 


    1 Do a 3-D aerial survey. First, drones are sent to fly over a potential planting zone, snapping photos that create 3-D maps of the area to be reforested. The number of drones will vary depending up on the size of the seeding.

    2 Create a seeding plan. Once all that terrain data has been analyzed, it then generates a seeding pattern that best suits the terrain.

    3 Load the seed pods. The drones, which are equipped with guidance and control software, carry pressurized canisters of seed pods with germinated seeds immersed in a nutrient-rich gel.

    4 Hover and plant. Flying at a height of 1 or 2 meters, the drones follow the planting patterns, firing the biodegradable seed pods down to the ground. The pods break open upon impact, allowing the germinated seed a chance to take root.

    5 Monitor growth. After planting, the drones do low-level flights to assess the health of the sprouts and saplings.


    Such “precision forestry,” as BioCarbon calls it, is extremely efficient. A farmer might hand plant as many as 3,000 seeds a day; Fletcher says his drones can drop up to 36,000 seed pods daily, often in areas where a human can’t reach. Working with local ecologists, BioCarbon will use the drones to spread a variety of tree species, as well as microorganisms and fungi designed to improve the soil quality. “The central focus is ecosystem restoration,” Fletcher says.

    On a planetary climatological scale, Morton notes that “tropical deforestation plays a big role in global climate cycles,” claiming the accelerated pace of cutting and burning of forests accounted for 20 percent of greenhouse gas emissions in the 1990s. Fletcher and his team want to help reverse that trend. “By planting at the scale we’re looking at,” he says, “we can make a real longterm impact. We hope to do a lot of good in the world.”


    (Adapted from https://www.wired.com/brandlab/2015/07/re-planting-forest-one-drone-time/. Access on 22/8/2017)

    Considering the text, fill the parenthesis with T (true) or F (false):

    ( ) The drones can drop seeds in places which are hard to access.
    ( ) The drones will make a lot of noise, which can pose a risk to nature.
    ( ) Fletcher and his team expect that the drones will have a positive impact in the long run
    ( ) The drones can only help spread tree species.
    ( ) Despite being simple, BioCarbon’s reforestation scheme is efficient.

    The correct sequence, from top to bottom is:
    Escolha uma alternativa para a questão 1578ad9e-fd
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    Re-Planting a Forest, One Drone at a Time


    That funny little buzz you hear in the forest may not just be the hum of summer insects. In the near future it could be a small fleet of drones, coming to replant and restore forests that have been stripped of trees by industrial-scale deforestation. It’s all part of an ambitious plan by BioCarbon Engineering, a U.K.-based startup on a global mission to battle widespread clear-cutting, which strips more than 26 billion trees off the planet each year. CEO Lauren Fletcher, who spent 20 years as an engineer with NASA, says the only way to fight industrial-scale deforestation is with industrial-scale reforestation. Their idea: plant 1 billion trees a year. The first targets are in South Africa and the Amazonian jungles, both of which have suffered from widespread forest eradication.

    BioCarbon’s reforestation scheme is simple and efficient. Here’s a quick look at how it plans to deploy its drone fleet: 


    1 Do a 3-D aerial survey. First, drones are sent to fly over a potential planting zone, snapping photos that create 3-D maps of the area to be reforested. The number of drones will vary depending up on the size of the seeding.

    2 Create a seeding plan. Once all that terrain data has been analyzed, it then generates a seeding pattern that best suits the terrain.

    3 Load the seed pods. The drones, which are equipped with guidance and control software, carry pressurized canisters of seed pods with germinated seeds immersed in a nutrient-rich gel.

    4 Hover and plant. Flying at a height of 1 or 2 meters, the drones follow the planting patterns, firing the biodegradable seed pods down to the ground. The pods break open upon impact, allowing the germinated seed a chance to take root.

    5 Monitor growth. After planting, the drones do low-level flights to assess the health of the sprouts and saplings.


    Such “precision forestry,” as BioCarbon calls it, is extremely efficient. A farmer might hand plant as many as 3,000 seeds a day; Fletcher says his drones can drop up to 36,000 seed pods daily, often in areas where a human can’t reach. Working with local ecologists, BioCarbon will use the drones to spread a variety of tree species, as well as microorganisms and fungi designed to improve the soil quality. “The central focus is ecosystem restoration,” Fletcher says.

    On a planetary climatological scale, Morton notes that “tropical deforestation plays a big role in global climate cycles,” claiming the accelerated pace of cutting and burning of forests accounted for 20 percent of greenhouse gas emissions in the 1990s. Fletcher and his team want to help reverse that trend. “By planting at the scale we’re looking at,” he says, “we can make a real longterm impact. We hope to do a lot of good in the world.”


    (Adapted from https://www.wired.com/brandlab/2015/07/re-planting-forest-one-drone-time/. Access on 22/8/2017)

    According to the text, the drones can:
    Escolha uma alternativa para a questão 157586c9-fd
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    View from the Rio favelas: 'We're often scared to leave the house in case we're hit by a stray bullet'

    A year has gone by since the Olympic Games. Only 147 of those 365 days ended without the residents of Complexo do Alemão hearing gunshots. After the promises of hope and the Games’ legacy of peace, 218 days were accompanied by a soundtrack of gunfire.

    On 218 days we were afraid we wouldn’t make it home alive; we were scared to leave the house in case we were hit by a stray bullet; on 218 days we were afraid that the walls of our homes might be hit. To pretend that we were not in a war zone, the military police painted their armoured military tanks – popularly called caveirão, or “big skull” – white.

    For a long time I’ve wondered about the reason for the conflict and danger in the favelas of Rio, the same places that hold so much shared affection, culture, art and memory.

    Since the Olympics, residents of the Complexo do Alemão have been afraid of organising a cultural event in the neighbourhood square, or of people gathering outside because an intense shootout might happen without prior notice, with no chance to find protection. It has been 218 days of fear.

    All eyes – and investments – were turned to Brazil when it hosted, over 10 years, three mega sporting events. But the country has failed to keep its promises of peace after the 2007 Pan-American Games, the 2014 World Cup and the 2016 Olympic Games.

    Before the Olympics, the state was completely absent in the favela. Back then we had no cable car – now we do, but it doesn’t work. We did not have family clinics – now we do, but without medical care. There were no police – now there are, and we live with daily shootings. What have the poorest received as a result of the Games? On television, I see only news of corruption.

    Brazil is at war, some say. A war on the poor, justified by drugs. A war that justifies, for many (but not for me) the presence of the Brazilian army in the streets of the city. The beauty of Rio’s natural landscapes contrasts with the conflict of our daily lives, militarised by the government.

    We need to talk about the relationship between violence and drugs. Young people from different favelas are now coming together to think about strategies that we hope can feed into public policies on drugs in Brazil. The #Movimentos movement – which runs discussions and seminars for young people – was created because it isn’t possible to deal with the drugs issue without the input of those who live with the consequences of failed policies. 

    As other countries move towards resolving the issue in a serious way, investing in research and prevention mechanisms in public health services, Brazil invests in more weapons and repression that result in an increase of death and incarceration – particularly among people who are poor, black, young and living in favelas.

    But despite all the fear, all the chaos, we continue to conquer the world, occupying the spaces that we have been historically denied. The Coletivo Papo Reto (Straight Talk Collective) has created a calendar that celebrates the good news and achievements of the people who live in Complexo do Alemão. Many people may not understand what it is that motivates us in the midst of this chaos and fear. I don’t know either – but I feel that I must keep going.

    (Adapted from https://www.theguardian.com/global-development/2017/aug/19/rio-voices-view-from-the-favelas-olympics-they-
    promised-a-legacy-of-peace-but-brazil-is-now-at-war. Access on 22/8/2017)
    The word input is closest in meaning to:
    Escolha uma alternativa para a questão 15711d80-fd
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    View from the Rio favelas: 'We're often scared to leave the house in case we're hit by a stray bullet'

    A year has gone by since the Olympic Games. Only 147 of those 365 days ended without the residents of Complexo do Alemão hearing gunshots. After the promises of hope and the Games’ legacy of peace, 218 days were accompanied by a soundtrack of gunfire.

    On 218 days we were afraid we wouldn’t make it home alive; we were scared to leave the house in case we were hit by a stray bullet; on 218 days we were afraid that the walls of our homes might be hit. To pretend that we were not in a war zone, the military police painted their armoured military tanks – popularly called caveirão, or “big skull” – white.

    For a long time I’ve wondered about the reason for the conflict and danger in the favelas of Rio, the same places that hold so much shared affection, culture, art and memory.

    Since the Olympics, residents of the Complexo do Alemão have been afraid of organising a cultural event in the neighbourhood square, or of people gathering outside because an intense shootout might happen without prior notice, with no chance to find protection. It has been 218 days of fear.

    All eyes – and investments – were turned to Brazil when it hosted, over 10 years, three mega sporting events. But the country has failed to keep its promises of peace after the 2007 Pan-American Games, the 2014 World Cup and the 2016 Olympic Games.

    Before the Olympics, the state was completely absent in the favela. Back then we had no cable car – now we do, but it doesn’t work. We did not have family clinics – now we do, but without medical care. There were no police – now there are, and we live with daily shootings. What have the poorest received as a result of the Games? On television, I see only news of corruption.

    Brazil is at war, some say. A war on the poor, justified by drugs. A war that justifies, for many (but not for me) the presence of the Brazilian army in the streets of the city. The beauty of Rio’s natural landscapes contrasts with the conflict of our daily lives, militarised by the government.

    We need to talk about the relationship between violence and drugs. Young people from different favelas are now coming together to think about strategies that we hope can feed into public policies on drugs in Brazil. The #Movimentos movement – which runs discussions and seminars for young people – was created because it isn’t possible to deal with the drugs issue without the input of those who live with the consequences of failed policies. 

    As other countries move towards resolving the issue in a serious way, investing in research and prevention mechanisms in public health services, Brazil invests in more weapons and repression that result in an increase of death and incarceration – particularly among people who are poor, black, young and living in favelas.

    But despite all the fear, all the chaos, we continue to conquer the world, occupying the spaces that we have been historically denied. The Coletivo Papo Reto (Straight Talk Collective) has created a calendar that celebrates the good news and achievements of the people who live in Complexo do Alemão. Many people may not understand what it is that motivates us in the midst of this chaos and fear. I don’t know either – but I feel that I must keep going.

    (Adapted from https://www.theguardian.com/global-development/2017/aug/19/rio-voices-view-from-the-favelas-olympics-they-
    promised-a-legacy-of-peace-but-brazil-is-now-at-war. Access on 22/8/2017)
    According to the author, why did the military police paint their armoured military tanks?
    Escolha uma alternativa para a questão 1567ad52-fd