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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 806 de 950

  • Linguagens

    Português

    História de um nome


    No capítulo dos nomes difíceis têm acontecido coisas das mais pitorescas. Ou é um camarada chamado Mimoso, que tem físico de mastodonte, ou é um sujeito fraquinho e insignificante chamado Hércules. Os nomes difíceis, principalmente os nomes tirados de adjetivos condizentes com seus portadores, são raríssimos, e é por isso que minha avó a paterna - dizia:

    - Gente honesta, se for homem deve ser José, se for mulher, deve ser Maria!

    É verdade que Vovó não tinha nada contra os joões, paulos, mários, odetes e - vá lá - fidélis. A sua implicância era, sobretudo, com nomes inventados, comemorativos de um acontecimento qualquer, como era o caso, muito citado por ela, de uma tal Dona Holofotina, batizada no dia em que inauguraram a luz elétrica na rua em que a família morava.

    Acrescente-se também que Vovó não mantinha relações com pessoas de nomes tirados metade da mãe e metade do pai. Jamais perdoou a um velho amigo seu - o "Seu" Wagner - porque se casara com uma senhora chamada Emília, muito respeitável, aliás, mas que tivera o mau-gosto de convencer o marido de batizar o primeiro filho com o nome leguminoso de Wagem - "wag" de Wagner e "em" de Emília. É verdade que a vagem comum, crua ou ensopada, será sempre com "v", enquanto o filho de "Seu" Wagner herdara o "w" do pai.

    Mas isso não tinha nenhuma importância: a consoante não era um detalhe bastante forte para impedir o risinho gozador de todos aqueles que eram apresentados ao menino Wagem. Mas deixemos de lado as birras de minha avó - velhinha que Deus tenha, em Sua santa glória - e passemos ao estranho caso da família Veiga, que morava pertinho de nossa casa, em tempos idos.

    "Seu" Veiga, amante de boa leitura e cuja cachaça era colecionar livros, embora colecionasse também filhos, talvez com a mesma paixão, levou sua mania ao extremo de batizar os rebentos com nomes que tivessem relação com livros. Assim, o mais velho chamou-se Prefácio da Veiga; o segundo, Prólogo; o terceiro, Índice e, sucessivamente, foram nascendo o Tomo, o Capítulo e, por fim, Epílogo da Veiga, caçula do casal.

    Lembro-me bem dos filhos de "Seu" Veiga, todos excelentes rapazes, principalmente o Capítulo, sujeito prendado na confecção de balões e papagaios. Até hoje (é verdade que não me tenho dedicado muito na busca) não encontrei ninguém que fizesse um papagaio tão bem quanto Capítulo. Nem balões. Tomo era um bom extrema-direita e Prefácio pegou o vício do pai - vivia comprando livros. Era, aliás, o filho querido de "Seu" Veiga, pai extremoso, que não admitia piadas. Não tinha o menor senso de humor. Certa vez ficou mesmo de relações estremecidas com meu pai, por causa de uma brincadeira. "Seu" Veiga ia passando pela nossa porta, levando a família para o banho de mar. Iam todos armados de barracas de praia, toalhas etc. Papai estava na janela e, ao saudá-lo, fez a graça:

    - Vai levar a biblioteca para o banho? "Seu" Veiga ficou queimado durante muito tempo. 

    Dona Odete - por alcunha "A Estante" - mãe dos meninos, sofria o desgosto de ter tantos filhos homens e não ter uma menina "para me fazer companhia" - como costumava dizer. Acreditava, inclusive, que aquilo era castigo de Deus, por causa da ideia do marido de botar aqueles nomes nos garotos. Por isso, fez uma promessa: se ainda tivesse uma menina, havia de chamá-la Maria. 

    As esperanças já estavam quase perdidas. Epílogozinho já tinha oito anos, quando a vontade de Dona Odete tornou-se uma bela realidade, pesando cinco quilos e mamando uma enormidade. Os vizinhos comentaram que "Seu" Veiga não gostou, ainda que se conformasse, com a vinda de mais um herdeiro, só porque já lhe faltavam palavras relacionadas a livros para denominar a criança.

    Só meses depois, na hora do batizado, o pai foi informado da antiga promessa. Ficou furioso com a mulher, esbravejou, bufou, mas - bom católico - acabou concordando em parte. E assim, em vez de receber somente o nome suave de Maria, a garotinha foi registrada, no livro da paróquia, após a cerimônia batismal, como Errata Maria da Veiga.
    Estava cumprida a promessa de Dona Odete, estava de pé a mania de "Seu" Veiga.
    (disponível em http://www.releituras.com/spontepreta_nome.asp acesso em 30/08/2012). 
    No período: ―Mas deixemos de lado as birras de minha avó [...] e passemos ao estranho caso da família Veiga, que morava pertinho de nossa casa, em tempos idos‖, os termos em destaque podem ser classificados SINTÁTICA e respectivamente como:
    Escolha uma alternativa para a questão a5c4052c-e0
  • Linguagens

    Português

    História de um nome


    No capítulo dos nomes difíceis têm acontecido coisas das mais pitorescas. Ou é um camarada chamado Mimoso, que tem físico de mastodonte, ou é um sujeito fraquinho e insignificante chamado Hércules. Os nomes difíceis, principalmente os nomes tirados de adjetivos condizentes com seus portadores, são raríssimos, e é por isso que minha avó a paterna - dizia:

    - Gente honesta, se for homem deve ser José, se for mulher, deve ser Maria!

    É verdade que Vovó não tinha nada contra os joões, paulos, mários, odetes e - vá lá - fidélis. A sua implicância era, sobretudo, com nomes inventados, comemorativos de um acontecimento qualquer, como era o caso, muito citado por ela, de uma tal Dona Holofotina, batizada no dia em que inauguraram a luz elétrica na rua em que a família morava.

    Acrescente-se também que Vovó não mantinha relações com pessoas de nomes tirados metade da mãe e metade do pai. Jamais perdoou a um velho amigo seu - o "Seu" Wagner - porque se casara com uma senhora chamada Emília, muito respeitável, aliás, mas que tivera o mau-gosto de convencer o marido de batizar o primeiro filho com o nome leguminoso de Wagem - "wag" de Wagner e "em" de Emília. É verdade que a vagem comum, crua ou ensopada, será sempre com "v", enquanto o filho de "Seu" Wagner herdara o "w" do pai.

    Mas isso não tinha nenhuma importância: a consoante não era um detalhe bastante forte para impedir o risinho gozador de todos aqueles que eram apresentados ao menino Wagem. Mas deixemos de lado as birras de minha avó - velhinha que Deus tenha, em Sua santa glória - e passemos ao estranho caso da família Veiga, que morava pertinho de nossa casa, em tempos idos.

    "Seu" Veiga, amante de boa leitura e cuja cachaça era colecionar livros, embora colecionasse também filhos, talvez com a mesma paixão, levou sua mania ao extremo de batizar os rebentos com nomes que tivessem relação com livros. Assim, o mais velho chamou-se Prefácio da Veiga; o segundo, Prólogo; o terceiro, Índice e, sucessivamente, foram nascendo o Tomo, o Capítulo e, por fim, Epílogo da Veiga, caçula do casal.

    Lembro-me bem dos filhos de "Seu" Veiga, todos excelentes rapazes, principalmente o Capítulo, sujeito prendado na confecção de balões e papagaios. Até hoje (é verdade que não me tenho dedicado muito na busca) não encontrei ninguém que fizesse um papagaio tão bem quanto Capítulo. Nem balões. Tomo era um bom extrema-direita e Prefácio pegou o vício do pai - vivia comprando livros. Era, aliás, o filho querido de "Seu" Veiga, pai extremoso, que não admitia piadas. Não tinha o menor senso de humor. Certa vez ficou mesmo de relações estremecidas com meu pai, por causa de uma brincadeira. "Seu" Veiga ia passando pela nossa porta, levando a família para o banho de mar. Iam todos armados de barracas de praia, toalhas etc. Papai estava na janela e, ao saudá-lo, fez a graça:

    - Vai levar a biblioteca para o banho? "Seu" Veiga ficou queimado durante muito tempo. 

    Dona Odete - por alcunha "A Estante" - mãe dos meninos, sofria o desgosto de ter tantos filhos homens e não ter uma menina "para me fazer companhia" - como costumava dizer. Acreditava, inclusive, que aquilo era castigo de Deus, por causa da ideia do marido de botar aqueles nomes nos garotos. Por isso, fez uma promessa: se ainda tivesse uma menina, havia de chamá-la Maria. 

    As esperanças já estavam quase perdidas. Epílogozinho já tinha oito anos, quando a vontade de Dona Odete tornou-se uma bela realidade, pesando cinco quilos e mamando uma enormidade. Os vizinhos comentaram que "Seu" Veiga não gostou, ainda que se conformasse, com a vinda de mais um herdeiro, só porque já lhe faltavam palavras relacionadas a livros para denominar a criança.

    Só meses depois, na hora do batizado, o pai foi informado da antiga promessa. Ficou furioso com a mulher, esbravejou, bufou, mas - bom católico - acabou concordando em parte. E assim, em vez de receber somente o nome suave de Maria, a garotinha foi registrada, no livro da paróquia, após a cerimônia batismal, como Errata Maria da Veiga.
    Estava cumprida a promessa de Dona Odete, estava de pé a mania de "Seu" Veiga.
    (disponível em http://www.releituras.com/spontepreta_nome.asp acesso em 30/08/2012). 
    A alternativa que não contém um adjunto adverbial é:
    Escolha uma alternativa para a questão a5be517a-e0
  • Linguagens

    Português

    História de um nome


    No capítulo dos nomes difíceis têm acontecido coisas das mais pitorescas. Ou é um camarada chamado Mimoso, que tem físico de mastodonte, ou é um sujeito fraquinho e insignificante chamado Hércules. Os nomes difíceis, principalmente os nomes tirados de adjetivos condizentes com seus portadores, são raríssimos, e é por isso que minha avó a paterna - dizia:

    - Gente honesta, se for homem deve ser José, se for mulher, deve ser Maria!

    É verdade que Vovó não tinha nada contra os joões, paulos, mários, odetes e - vá lá - fidélis. A sua implicância era, sobretudo, com nomes inventados, comemorativos de um acontecimento qualquer, como era o caso, muito citado por ela, de uma tal Dona Holofotina, batizada no dia em que inauguraram a luz elétrica na rua em que a família morava.

    Acrescente-se também que Vovó não mantinha relações com pessoas de nomes tirados metade da mãe e metade do pai. Jamais perdoou a um velho amigo seu - o "Seu" Wagner - porque se casara com uma senhora chamada Emília, muito respeitável, aliás, mas que tivera o mau-gosto de convencer o marido de batizar o primeiro filho com o nome leguminoso de Wagem - "wag" de Wagner e "em" de Emília. É verdade que a vagem comum, crua ou ensopada, será sempre com "v", enquanto o filho de "Seu" Wagner herdara o "w" do pai.

    Mas isso não tinha nenhuma importância: a consoante não era um detalhe bastante forte para impedir o risinho gozador de todos aqueles que eram apresentados ao menino Wagem. Mas deixemos de lado as birras de minha avó - velhinha que Deus tenha, em Sua santa glória - e passemos ao estranho caso da família Veiga, que morava pertinho de nossa casa, em tempos idos.

    "Seu" Veiga, amante de boa leitura e cuja cachaça era colecionar livros, embora colecionasse também filhos, talvez com a mesma paixão, levou sua mania ao extremo de batizar os rebentos com nomes que tivessem relação com livros. Assim, o mais velho chamou-se Prefácio da Veiga; o segundo, Prólogo; o terceiro, Índice e, sucessivamente, foram nascendo o Tomo, o Capítulo e, por fim, Epílogo da Veiga, caçula do casal.

    Lembro-me bem dos filhos de "Seu" Veiga, todos excelentes rapazes, principalmente o Capítulo, sujeito prendado na confecção de balões e papagaios. Até hoje (é verdade que não me tenho dedicado muito na busca) não encontrei ninguém que fizesse um papagaio tão bem quanto Capítulo. Nem balões. Tomo era um bom extrema-direita e Prefácio pegou o vício do pai - vivia comprando livros. Era, aliás, o filho querido de "Seu" Veiga, pai extremoso, que não admitia piadas. Não tinha o menor senso de humor. Certa vez ficou mesmo de relações estremecidas com meu pai, por causa de uma brincadeira. "Seu" Veiga ia passando pela nossa porta, levando a família para o banho de mar. Iam todos armados de barracas de praia, toalhas etc. Papai estava na janela e, ao saudá-lo, fez a graça:

    - Vai levar a biblioteca para o banho? "Seu" Veiga ficou queimado durante muito tempo. 

    Dona Odete - por alcunha "A Estante" - mãe dos meninos, sofria o desgosto de ter tantos filhos homens e não ter uma menina "para me fazer companhia" - como costumava dizer. Acreditava, inclusive, que aquilo era castigo de Deus, por causa da ideia do marido de botar aqueles nomes nos garotos. Por isso, fez uma promessa: se ainda tivesse uma menina, havia de chamá-la Maria. 

    As esperanças já estavam quase perdidas. Epílogozinho já tinha oito anos, quando a vontade de Dona Odete tornou-se uma bela realidade, pesando cinco quilos e mamando uma enormidade. Os vizinhos comentaram que "Seu" Veiga não gostou, ainda que se conformasse, com a vinda de mais um herdeiro, só porque já lhe faltavam palavras relacionadas a livros para denominar a criança.

    Só meses depois, na hora do batizado, o pai foi informado da antiga promessa. Ficou furioso com a mulher, esbravejou, bufou, mas - bom católico - acabou concordando em parte. E assim, em vez de receber somente o nome suave de Maria, a garotinha foi registrada, no livro da paróquia, após a cerimônia batismal, como Errata Maria da Veiga.
    Estava cumprida a promessa de Dona Odete, estava de pé a mania de "Seu" Veiga.
    (disponível em http://www.releituras.com/spontepreta_nome.asp acesso em 30/08/2012). 
    Sobre o texto ―História de um nome‖, podemos afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão a5b6eec8-e0
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from Prospect, February, 2013 

    According to the information in the article, the American meteorologist Edward Lorenz
    Escolha uma alternativa para a questão 1dfc3d33-de
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Adapted from Natural History, November, 2012 


    8 According to the information in the article, which of the following was a characteristic found exclusively in those snails trained in epi-infused water?
    Escolha uma alternativa para a questão 1de4498a-de
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão 


    Capítulo um


            Antes de iniciar este livro, imaginei construí-lo pela divisão do trabalho.

             Dirigi-me a alguns amigos, e quase todos consentiram de boa vontade em contribuir para o desenvolvimento das letras nacionais. Padre Silvestre ficaria com a parte moral e as citações latinas; João Nogueira aceitou a pontuação, a ortografia e a sintaxe; prometi ao Arquimedes a composição tipográfica; para a composição literária convidei Lúcio Gomes de Azevedo Gondim, redator e diretor do Cruzeiro. Eu traçaria o plano, introduziria na história rudimentos de agricultura e pecuária, faria as despesas e poria o meu nome na capa.

    São Bernardo, Graciliano Ramos. 

    Ao declarar que imaginara construir o livro “pela divisão do trabalho”, explicando a seguir o que entende por esse método, Paulo Honório revela que
    Escolha uma alternativa para a questão 1da7c037-de
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão.


    Imagem da questão de Português, FGV 2013, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)

    Machado de Assis, Quincas Borba. 

    Empregou-se o presente com ideia de futuro no seguinte excerto do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 1d7e681f-de
  • Linguagens

    Português

    texto para a questão.


    Imagem da questão de Português, FGV 2013, Análise sintática


    J. Mattoso Câmara Jr., A língua literária. In: A. Coutinho (org.), A literatura no Brasil, 1968. 

    A partícula “que” introduz uma oração na qual exerce função de objeto direto apenas em
    Escolha uma alternativa para a questão 1d7880c3-de
  • Linguagens

    Inglês

    Considere o cartoon abaixo para responder a questão.


    Imagem da questão de Inglês, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    O cartoon apresenta uma crítica ao processo democrático. Apoiando-se nas informações do cartoon, indique a alternativa que apresenta essa crítica.
    Escolha uma alternativa para a questão 4b3a06b2-dc
  • Linguagens

    Inglês

    Considere o texto abaixo para responder a questão.


    Democracy and hypocrisy


        REMEMBER the opprobrium heaped on Recep Tayyip Erdogan, Turkey’s prime minister, in June for using tear gas and water-cannon against his people? Imagine the outrage if Vladimir Putin ordered Russian troops to fire live ammunition into demonstrators on the streets of Moscow. But over the weekend, when Egypt’s generals set about killing scores of protesters, the West responded with furrowed brows and pleas for all sides to refrain from violence. Such meekness betrays not only a lack of moral courage, but also a poor sense of where Egypt’s—and the West’s—real interests lie.
        The shooting took place in Cairo early on July 27th near the parade ground where, three decades earlier, President Anwar Sadat had been assassinated. Supporters of Muhammad Morsi, ousted in a coup at the beginning of July, were marching to demand that the army should restore him to the presidency. Riot police (and their civilian supporters) opened fire. More than 80 members of the Muslim Brotherhood, Mr Morsi’s party, died; many more were injured.
    [...]
    (www.economist.com - acesso em 07/08/2013)
    De acordo com o texto, é verdadeiro:
    Escolha uma alternativa para a questão 4b355df6-dc
  • Linguagens

    Inglês

    Considere o texto abaixo para responder a questão.


    Democracy and hypocrisy


        REMEMBER the opprobrium heaped on Recep Tayyip Erdogan, Turkey’s prime minister, in June for using tear gas and water-cannon against his people? Imagine the outrage if Vladimir Putin ordered Russian troops to fire live ammunition into demonstrators on the streets of Moscow. But over the weekend, when Egypt’s generals set about killing scores of protesters, the West responded with furrowed brows and pleas for all sides to refrain from violence. Such meekness betrays not only a lack of moral courage, but also a poor sense of where Egypt’s—and the West’s—real interests lie.
        The shooting took place in Cairo early on July 27th near the parade ground where, three decades earlier, President Anwar Sadat had been assassinated. Supporters of Muhammad Morsi, ousted in a coup at the beginning of July, were marching to demand that the army should restore him to the presidency. Riot police (and their civilian supporters) opened fire. More than 80 members of the Muslim Brotherhood, Mr Morsi’s party, died; many more were injured.
    [...]
    (www.economist.com - acesso em 07/08/2013)
    A reação do Ocidente à atitude do governo do Egito, citada no primeiro parágrafo do texto, foi:
    Escolha uma alternativa para a questão 4b31d4ec-dc
  • Linguagens

    Inglês

    Considere o texto sobre as manifestações ocorridas em meados de 2013 no Brasil para responder a questão.


    Brazil Leader Suffers Setback on Overhaul



        While the president and other politicians have publicly sympathized with the protesters, passing major changes remains daunting and demonstrations continue to simmer across the country. Still, some changes have come at a surprising pace, including harsher penalties for government corruption and rollbacks of transit fares. Legislation to put 75 percent of oil royalties toward education and 25 percent toward health care — two areas that have been a focus of the protests — is moving quickly through Congress.
        But political change has proved sticky for Ms. Rousseff. She first called for a constituent assembly, but withdrew the proposal under criticism from politicians and legal experts. Then she proposed a plebiscite to be held in time for changes to take effect by next year’s election, meaning the vote would have to be held, and subsequent congressional legislation enacted, by early October.
    (www.nytimes.com - acesso em 08/07/2013)
    De acordo com o primeiro parágrafo do texto, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 4b29915c-dc
  • Linguagens

    Inglês

    Considere o texto sobre as manifestações ocorridas em meados de 2013 no Brasil para responder a questão.


    Brazil Leader Suffers Setback on Overhaul



        While the president and other politicians have publicly sympathized with the protesters, passing major changes remains daunting and demonstrations continue to simmer across the country. Still, some changes have come at a surprising pace, including harsher penalties for government corruption and rollbacks of transit fares. Legislation to put 75 percent of oil royalties toward education and 25 percent toward health care — two areas that have been a focus of the protests — is moving quickly through Congress.
        But political change has proved sticky for Ms. Rousseff. She first called for a constituent assembly, but withdrew the proposal under criticism from politicians and legal experts. Then she proposed a plebiscite to be held in time for changes to take effect by next year’s election, meaning the vote would have to be held, and subsequent congressional legislation enacted, by early October.
    (www.nytimes.com - acesso em 08/07/2013)
    Baseado nas informações contidas no texto, é correto afirmar que a Presidenta Dilma Roussef
    Escolha uma alternativa para a questão 4b264620-dc
  • Linguagens

    Inglês

    Considere as definições de democracia do humorista Johnny Carson para responder a questão:



    “What Democracy Means to Me”


        Democracy is people of all races, colors, and creeds united by a single dream: to get rich and move to the suburbs away from people of all races, colors, and creeds. [...]

        Democracy is buying a big house you can’t afford with money you don’t have to impress people you wish were dead. And, unlike communism, democracy does not mean having just one ineffective political party; it means having two ineffective political parties. [...]

        Yes, democracy means fighting every day for what you deserve, and fighting even harder to keep other weaker people from getting what they deserve. Democracy means never having the Secret Police show up at your door. Of course, it also means never having the cable guy show up at your door. It’s a tradeoff. Democracy means free television. Not good television, but free.

    (www.thefaulkingtruth.com - acesso em 07/08/2013)
    Em relação às informações sobre o acesso à informação em um sistema democrático, pode-se afirmar mais corretamente que
    Escolha uma alternativa para a questão 4b222f13-dc
  • Linguagens

    Inglês

    Considere as definições de democracia do humorista Johnny Carson para responder a questão:



    “What Democracy Means to Me”


        Democracy is people of all races, colors, and creeds united by a single dream: to get rich and move to the suburbs away from people of all races, colors, and creeds. [...]

        Democracy is buying a big house you can’t afford with money you don’t have to impress people you wish were dead. And, unlike communism, democracy does not mean having just one ineffective political party; it means having two ineffective political parties. [...]

        Yes, democracy means fighting every day for what you deserve, and fighting even harder to keep other weaker people from getting what they deserve. Democracy means never having the Secret Police show up at your door. Of course, it also means never having the cable guy show up at your door. It’s a tradeoff. Democracy means free television. Not good television, but free.

    (www.thefaulkingtruth.com - acesso em 07/08/2013)
    Segundo o que é afirmado sobre os sistemas democrático e comunista, pode-se inferir que o humorista
    Escolha uma alternativa para a questão 4b1f0e2e-dc
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão.


        No grande dia Primeiro de Maio, não eram bem seis horas e já o 35 pulara da cama, afobado. Estava bem disposto, até alegre, ele bem afirmara aos companheiros da Estação da Luz que queria celebrar e havia de celebrar.

        Os outros carregadores mais idosos meio que tinham caçoado do bobo, viesse trabalhar que era melhor, trabalho deles não tinha feriado. Mas o 35 retrucava com altivez que não carregava mala de ninguém, havia de celebrar o dia deles. E agora tinha o grande dia pela frente.

    [...]

        Abriu o jornal. Havia logo um artigo muito bonito, bem pequeno, falando na nobreza do trabalho, nos operários que eram também os “operários da nação”, é isso mesmo. O 35 se orgulhou todo comovido. Se pedissem pra ele matar, ele matava roubava, trabalhava grátis, tomado dum sublime desejo de fraternidade, todos os seres juntos, todos bons... Depois vinham as notícias. Se esperavam “grandes motins” em Paris, deu uma raiva tal no 35. E ele ficou todo fremente, quase sem respirar, desejando “motins” (devia ser turumbamba) na sua desmesurada força física, ah, as ruças de algum... polícia? polícia. Pelo menos os safados dos polícias.

        Pois estava escrito em cima do jornal: em São Paulo a Polícia proibira comícios na rua e passeatas, embora se falasse vagamente em motins de tarde no Largo da Sé. Mas a polícia já tomara todas as providências, até metralhadoras, estavam em cima do jornal, nos arranha-céus, escondidas, o 35 sentiu um frio. O sol brilhante queimava, banco na sombra? Mas não tinha, que a Prefeitura, pra evitar safadez dos namorados, punha os bancos só bem no sol. E ainda por cima era aquela imensidade de guardas e polícias vigiando que nem bem a gente punha a mão no pescocinho dela, trilo. Mas a Polícia permitiria a grande reunião proletária, com discurso do ilustre Secretário do Trabalho, no magnífico pátio interno do Palácio das Indústrias, lugar fechado! A sensação foi claramente péssima. Não era medo, mas por que que a gente havia de ficar encurralado assim! é! E pra eles depois poderem cair em cima da gente, (palavrão)! Não vou! não sou besta! Quer dizer: vou sim! desaforo! (palavrão), socos, uma visão tumultuaria, rolando no chão, se machucava mas não fazia mal, saíam todos enfurecidos do Palácio das Indústrias, pegavam fogo no Palácio das Indústrias, não! a indústria é a gente, “operários da nação” pegavam fogo na igreja de São Bento mais próxima que era tão linda por “drento”, mas pra que pegar fogo em nada!

    (Mário de Andrade. “Primeiro de Maio” in Contos novos)

    “O sol brilhante queimava, banco na sombra? Mas não tinha, que a Prefeitura, pra evitar safadez dos namorados, punha os bancos só bem no sol. E ainda por cima era aquela imensidade de guardas e polícias vigiando que nem bem a gente punha a mão no pescocinho dela, trilo”. O controle exercido pela prefeitura neste trecho encontra correspondência no papel exercido no texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a374b57-dc
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão.


        No grande dia Primeiro de Maio, não eram bem seis horas e já o 35 pulara da cama, afobado. Estava bem disposto, até alegre, ele bem afirmara aos companheiros da Estação da Luz que queria celebrar e havia de celebrar.

        Os outros carregadores mais idosos meio que tinham caçoado do bobo, viesse trabalhar que era melhor, trabalho deles não tinha feriado. Mas o 35 retrucava com altivez que não carregava mala de ninguém, havia de celebrar o dia deles. E agora tinha o grande dia pela frente.

    [...]

        Abriu o jornal. Havia logo um artigo muito bonito, bem pequeno, falando na nobreza do trabalho, nos operários que eram também os “operários da nação”, é isso mesmo. O 35 se orgulhou todo comovido. Se pedissem pra ele matar, ele matava roubava, trabalhava grátis, tomado dum sublime desejo de fraternidade, todos os seres juntos, todos bons... Depois vinham as notícias. Se esperavam “grandes motins” em Paris, deu uma raiva tal no 35. E ele ficou todo fremente, quase sem respirar, desejando “motins” (devia ser turumbamba) na sua desmesurada força física, ah, as ruças de algum... polícia? polícia. Pelo menos os safados dos polícias.

        Pois estava escrito em cima do jornal: em São Paulo a Polícia proibira comícios na rua e passeatas, embora se falasse vagamente em motins de tarde no Largo da Sé. Mas a polícia já tomara todas as providências, até metralhadoras, estavam em cima do jornal, nos arranha-céus, escondidas, o 35 sentiu um frio. O sol brilhante queimava, banco na sombra? Mas não tinha, que a Prefeitura, pra evitar safadez dos namorados, punha os bancos só bem no sol. E ainda por cima era aquela imensidade de guardas e polícias vigiando que nem bem a gente punha a mão no pescocinho dela, trilo. Mas a Polícia permitiria a grande reunião proletária, com discurso do ilustre Secretário do Trabalho, no magnífico pátio interno do Palácio das Indústrias, lugar fechado! A sensação foi claramente péssima. Não era medo, mas por que que a gente havia de ficar encurralado assim! é! E pra eles depois poderem cair em cima da gente, (palavrão)! Não vou! não sou besta! Quer dizer: vou sim! desaforo! (palavrão), socos, uma visão tumultuaria, rolando no chão, se machucava mas não fazia mal, saíam todos enfurecidos do Palácio das Indústrias, pegavam fogo no Palácio das Indústrias, não! a indústria é a gente, “operários da nação” pegavam fogo na igreja de São Bento mais próxima que era tão linda por “drento”, mas pra que pegar fogo em nada!

    (Mário de Andrade. “Primeiro de Maio” in Contos novos)

    Mais do que descrever uma ação, o trecho do conto parece focalizar os sentimentos conflituosos do personagem 35 diante das comemorações do Dia do Trabalho. Esse sentimento conflituoso é despertado pelo fato de que a classe trabalhadora:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a2ff7c8-dc
  • Linguagens

    Português

    Um olhar estrangeiro
    Vanessa Jurgenfeld


        Há anos, o americano James Green se dedica ao ensino de história do Brasil na Universidade Brown, nos Estados Unidos. Em junho, ele desembarcou no Rio de Janeiro para o que seria apenas mais um simpósio internacional, mas foi surpreendido pela magnitude das manifestações de rua que tornariam junho um mês histórico. Green não teve dúvidas: com as atividades da conferência suspensas um pouco mais cedo, decidiu ouvir de perto as vozes das ruas.
        Assim como Green, outros brasilianistas passaram pelo país nos últimos dias. O historiador Bryan McCann, da Universidade Georgetown, e o economista Werner Baer, da Universidade de Illinois. Aproveitando as férias de verão nos Estados Unidos e o recesso das aulas, visitaram o Brasil para tocar pesquisas sobre assuntos como favelas no Rio e infraestrutura. Depararam-se, porém, com as manifestações, e agora tentam interpretar suas causas e possíveis consequências.
        Green faz ressalvas a comparações internacionais. Para ele, os pesquisadores têm grande dificuldade para analisar os fatos de fora porque, muitas vezes, não entendem as complexidades internas dos países. “Achei inadequadas as análises que imediatamente fizeram analogias com o Oriente Médio. A única coisa em comum é que se usou o mesmo meio [o Facebook] para a mobilização.” Segundo ele, as ansiedades e as preocupações dos manifestantes são totalmente diferentes. “Não dá para comparar o regime autoritário que estava no Egito antes da “Primavera Árabe” com o Brasil, que antes das manifestações tinha um governo com 70% de aprovação.”
        Diferentemente de Green, McCann e Baer acreditam que a onda global recente de protestos indica que o Brasil pode não ser um caso único. Para McCann, comparações com os episódios na Turquia e mesmo com o movimento Occupy Wall Street, que ocorreu nos Estados Unidos em 2011, são pertinentes. “Certamente, as características brasileiras são um pouco diferentes. Mas as manifestações deixam claro que a mídia social e a comunicação instantânea ajudam a espalhar um modo de agir, ajudam a levantar pessoas.” Numa comparação com a Turquia, McCann diz que, embora o Brasil seja “muito mais democrático”, o perfil dos manifestantes é similar. “É uma faixa parecida da população - os jovens -, e o que se poderia chamar de nova classe média. São manifestações de consumidores e de cidadãos que estão exigindo um nível melhor de serviços do governo e de transparência.” Assim como no Occupy Wall Street, McCann identifica nas manifestações no Brasil uma insatisfação com a distribuição de renda e o entendimento de que o crescimento econômico em si não é bom para todo mundo. No Brasil, apesar de a desigualdade cair nos últimos 20 anos, o fato é que alguns enriquecem muito mais rapidamente e de forma mais expressiva do que a maioria, que continua com problemas cotidianos de saúde e transporte público, e não vai comprar mais a ideia de que tudo está ótimo porque tem as Olimpíadas e a Copa do Mundo.” Para o historiador Bryan McCann, as mobilizações acabaram com a utopia de que o Brasil tinha resolvido todos os seus problemas. Baer concorda que as manifestações no Brasil não devem ser vistas de maneira isolada. Mas diz que aqui parece existir insatisfação com questões específicas, como o reaparecimento da inflação e os atrasos em obras de infraestrutura. “É uma mistura de fatos que deixou a população insatisfeita. Não tenho uma teoria nova, são as mesmas especulações que todo mundo está fazendo. Combinando essas insatisfações em geral com o acesso à rede social, resulta esse tipo de acontecimento.” Mas o que o deixou um pouco surpreso é que, embora haja uma taxa de crescimento baixa da economia brasileira, o desemprego - que vem sendo objeto de manifestações em diversos países desenvolvidos - não aumentou. “Então, é muito difícil saber exatamente o que acontece. Acho que ninguém tem uma teoria certa. Nenhuma pessoa honesta pode dizer exatamente: “eu sei a causa de tudo isso””.
        Os brasilianistas observam diferenças nas atitudes dos governos dos diferentes países frente às manifestações. “De certa maneira, o governo brasileiro está reagindo”, diz Baer. “Parece que a presidente Dilma Rousseff sabe que alguma coisa precisa ser feita para atender às reivindicações. McCann concorda que o governo brasileiro procura responder aos protestos, diferentemente do que faz o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, “que está tapando os ouvidos”. A presidenta Dilma, segundo ele, está acenando para o movimento popular. “Se vai dar em alguma coisa, não sei. A reforma política é necessária e isso está claro há uns dez anos. Green argumenta que, para se compreender o encadeamento de protestos no Brasil, é preciso pensar na relação com “as promessas de uma social-democracia justa e ampla que não estão sendo cumpridas por um governo que diz que tudo está melhorando”. A energia política liberada nas ruas, em diferentes manifestações de insatisfação, precisaria, num processo de desdobramento natural, ser combinada com um vigor correspondente na realização das mudanças reclamadas. Os protestos poderão incentivar uma disputa mais acirrada na próxima eleição presidencial. “Acho que a percepção é de que vai haver mais competição política e que a reeleição de Dilma não está garantida. Agora há realmente um debate, o que também é algo positivo”, diz McCann.
    (Adaptado de Valor Econômico, 19/07/2013, pp. 11-13.)
    Apesar de voltado para a área das finanças, o texto acima foi publicado em um veículo destinado à vulgarização das informações sobre o mercado. Assim, é pertinente o uso de linguagem que se aproxime à oralidade. É possível encontrar esse tipo de estrutura em:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a1f98b8-dc
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension
    According to the cartoon,
    Escolha uma alternativa para a questão d1f91a70-dc
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Django Unchained review:
    A truly wild Western with a killer line-up
    Review of Oscar-nominated film by Sunday Mirror film critic Mark Adam.

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension
    SONY PICTURES

    THE STARS
    Jamie Foxx, Christoph Waltz, Leonardo DiCaprio, Samuel L Jackson, Walton Goggins, Kerry Washington.
    THE STORY
        Two years before the start of the Civil War, the unlikely partnership of German bounty hunter Dr King Schultz (Waltz) and Django (Foxx) – the slave he recently freed – set about making money tracking and killing outlaws.
        But Django also has plans to rescue his wife Broomhilda (Washington) from charismatic but cruel Mississippi plantation owner Calvin Candie (DiCaprio).
    THE VERDICT
        When Quentin Tarantino decides to make a Western, you know it’s going to be epic, violent, funny, exciting and challenging. And this wonderfully irreverent and distinctively bloody take on the wild Wild West hits the spot, brimming with delightfully oddball characters and racy style.
        This is obviously not your run-of-the-mill cowboy tale. Instead, Tarantino flies close to controversy by setting his story against the violent and brutal backdrop of the slave trade.
        As usual his casting is spot on. Waltz (who won an Oscar for his evil Nazi role in Tarantino’s last film Inglourious Basterds) is smooth perfection as a German dentist/bounty hunter and is wonderfully complemented by Jamie Foxx’s steely-eyed former slave.
        The early bonding scenes of them tracking redneck villains (Django relishes the fact he can make money killing “white folk”) are amusingly and snappily shot.
        Initially, Tarantino pokes fun at the rampant and casual racism of the period – hilariously so in a scene involving a Ku Klux Klan mob complaining about eye holes in their hoods??– but things turn nastier when Schultz and Django attempt to rescue Broomhilda.
        Leonardo DiCaprio has a fine old time as the brutal Candie and absolutely oozes slippery cruelty. But he manages to be out-acted by Tarantino regular Samuel L Jackson, playing an elderly slave and close confidant of Candie who is as menacing and controlling as his supposed master.
    The meanings of the words “bounty hunter”, “run-of-the-mill” and “redneck” in the text are, respectively,
    Escolha uma alternativa para a questão d1f4dc49-dc