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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados

18.995 questões encontradas. Mostrando a página 576 de 950.

  • 355424CA-B2

    Português

    Análise sintática
    FATEC · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Nova geração

    Ivan Angelo


          O rapaz chegou para a entrevista. O executivo de vendas on-line da grande empresa levantou-se para apertar sua mão (...) e aproveitou para dar uma geral no rapaz.

          Arrumado, mas nada formal, de sapato novo, jeans, camisa de manga comprida enrolada até a metade do antebraço. O detalhe que o incomodou um pouco foi um brinquinho prateado de argola mínima na orelha esquerda. “Nisso dá-se um jeito depois, se valer a pena”, pensou o executivo.

          Ele sabia que não estava fácil atrair novos talentos e reter os melhores. Empresas aparelhavam-se para o crescimento projetado do país, contratavam jovens promissores, mesmo os muito jovens, como era o caso do rapaz à sua frente, 21 anos. (...)

          Havia mais de duas horas que o rapaz estava em avaliação na empresa. Passara pela entrevista inicial com o chefe do setor, resolvera os probleminhas técnicos de internet e programação visual que lhe apresentaram, com rapidez e certa superioridade irônica, lera os princípios, valores e perfil da empresa (...). Alguns itens, como “comprometimento”, foram apresentados como pré-requisitos. Afinal o encaminharam para o diretor da área de e-comerce, vendas pela internet. O executivo tinha em mãos a avaliação do candidato: excelente.

          Descreveu o trabalho de que a empresa necessitava: desenvolvimento de um site interativo no qual o cliente internauta pudesse fazer simulações de medidas, cores, ajustes, acessórios, preços, formas de pagamento e programação de entrega de cerca de 200 produtos. Durante sua fala, o rapaz mexeu as pernas, levantou um pé, depois o outro, incomodado. O executivo perguntou se ele se sentia apto.

          — Dá para fazer — respondeu o rapaz, movendo a perna, como se buscasse alívio. 

          — Posso te ajudar em alguma coisa?

          — Vou te falar a verdade. Eu comprei este sapato para vir aqui e ele está me apertando e incomodando. Eu só uso tênis.

          O executivo sorriu e pensou: “Esses meninos...”.

          — Quem falou para eu vir fazer esta entrevista, e vir de sapato, foi minha namorada. Porque eu não vinha. Ela falou para eu comprar sapato, e o sapato está me apertando aqui, me atrapalhando.

          Nos últimos anos, o executivo vinha percebendo que os desafios pessoais para a novíssima geração eram diferentes, e que havia limites para o que eles estavam dispostos a ceder antes de se comprometer com um trabalho formal.

          — Não tem problema. Pode vir de tênis. O emprego é seu. 

          — Não, obrigado. Eu não quero emprego.

          O executivo parou estupefato. O menino continuou:

          — Todo mundo foi muito gentil, mas não vai dar. Esta camisa é do meu pai, eu tenho tatuagem, trabalho ouvindo música.

          — Então por que se candidatou, se não queria trabalhar?

          — Desculpe, eu não falei que não queria trabalhar.

          Novo espanto do executivo. Sentia nas falas dele e do rapaz uma dissintonia curiosa. Como ficou calado, esperando, o rapaz prosseguiu:

          — É muito arrumado aqui. E eu não quero ficar ouvindo falar de identidade corporativa, marco regulatório, desenvolvimento organizacional, demanda de mercado, sinergia, estratégia, parâmetros, metas, foco, valores... Desculpe, eu não sabia que era assim. Achava que era só fazer o trabalho direito e ver funcionar legal.

          O executivo ficou olhando a figura, contando até dez, olhos fixados naquele brinco. O garoto queria ter a liberdade dele, a camiseta colorida dele, o tênis furado dele, ouvir a música dele nos fones de ouvido, talvez trabalhar de madrugada e dormir de manhã. Não queria aquele mundo em que ele mesmo estava metido havia vinte anos. Conferiu de novo as qualificações do rapaz, aquele “excelente”. Ousou:

          — Trabalhar em casa você aceita?

          — Aceito.

          Queria o trabalho, não o emprego. Acertaram os detalhes. Assim caminha a humanidade.

    <http://tinyurl.com/n66pnvs>Acesso em: 15.03.2015. Adaptado.

    “E eu não quero ficar ouvindo falar de identidade corporativa, marco regulatório, desenvolvimento organizacional, demanda de mercado, sinergia, estratégia, parâmetros, metas, foco, valores...”


    A organização sintática, na construção desse período, foi possível porque as vírgulas empregadas separam

    Escolha uma alternativa para a questão 355424ca-b2
  • 3549603C-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Nova geração

    Ivan Angelo


          O rapaz chegou para a entrevista. O executivo de vendas on-line da grande empresa levantou-se para apertar sua mão (...) e aproveitou para dar uma geral no rapaz.

          Arrumado, mas nada formal, de sapato novo, jeans, camisa de manga comprida enrolada até a metade do antebraço. O detalhe que o incomodou um pouco foi um brinquinho prateado de argola mínima na orelha esquerda. “Nisso dá-se um jeito depois, se valer a pena”, pensou o executivo.

          Ele sabia que não estava fácil atrair novos talentos e reter os melhores. Empresas aparelhavam-se para o crescimento projetado do país, contratavam jovens promissores, mesmo os muito jovens, como era o caso do rapaz à sua frente, 21 anos. (...)

          Havia mais de duas horas que o rapaz estava em avaliação na empresa. Passara pela entrevista inicial com o chefe do setor, resolvera os probleminhas técnicos de internet e programação visual que lhe apresentaram, com rapidez e certa superioridade irônica, lera os princípios, valores e perfil da empresa (...). Alguns itens, como “comprometimento”, foram apresentados como pré-requisitos. Afinal o encaminharam para o diretor da área de e-comerce, vendas pela internet. O executivo tinha em mãos a avaliação do candidato: excelente.

          Descreveu o trabalho de que a empresa necessitava: desenvolvimento de um site interativo no qual o cliente internauta pudesse fazer simulações de medidas, cores, ajustes, acessórios, preços, formas de pagamento e programação de entrega de cerca de 200 produtos. Durante sua fala, o rapaz mexeu as pernas, levantou um pé, depois o outro, incomodado. O executivo perguntou se ele se sentia apto.

          — Dá para fazer — respondeu o rapaz, movendo a perna, como se buscasse alívio. 

          — Posso te ajudar em alguma coisa?

          — Vou te falar a verdade. Eu comprei este sapato para vir aqui e ele está me apertando e incomodando. Eu só uso tênis.

          O executivo sorriu e pensou: “Esses meninos...”.

          — Quem falou para eu vir fazer esta entrevista, e vir de sapato, foi minha namorada. Porque eu não vinha. Ela falou para eu comprar sapato, e o sapato está me apertando aqui, me atrapalhando.

          Nos últimos anos, o executivo vinha percebendo que os desafios pessoais para a novíssima geração eram diferentes, e que havia limites para o que eles estavam dispostos a ceder antes de se comprometer com um trabalho formal.

          — Não tem problema. Pode vir de tênis. O emprego é seu. 

          — Não, obrigado. Eu não quero emprego.

          O executivo parou estupefato. O menino continuou:

          — Todo mundo foi muito gentil, mas não vai dar. Esta camisa é do meu pai, eu tenho tatuagem, trabalho ouvindo música.

          — Então por que se candidatou, se não queria trabalhar?

          — Desculpe, eu não falei que não queria trabalhar.

          Novo espanto do executivo. Sentia nas falas dele e do rapaz uma dissintonia curiosa. Como ficou calado, esperando, o rapaz prosseguiu:

          — É muito arrumado aqui. E eu não quero ficar ouvindo falar de identidade corporativa, marco regulatório, desenvolvimento organizacional, demanda de mercado, sinergia, estratégia, parâmetros, metas, foco, valores... Desculpe, eu não sabia que era assim. Achava que era só fazer o trabalho direito e ver funcionar legal.

          O executivo ficou olhando a figura, contando até dez, olhos fixados naquele brinco. O garoto queria ter a liberdade dele, a camiseta colorida dele, o tênis furado dele, ouvir a música dele nos fones de ouvido, talvez trabalhar de madrugada e dormir de manhã. Não queria aquele mundo em que ele mesmo estava metido havia vinte anos. Conferiu de novo as qualificações do rapaz, aquele “excelente”. Ousou:

          — Trabalhar em casa você aceita?

          — Aceito.

          Queria o trabalho, não o emprego. Acertaram os detalhes. Assim caminha a humanidade.

    <http://tinyurl.com/n66pnvs>Acesso em: 15.03.2015. Adaptado.

    Assinale a alternativa que traz uma afirmação correta sobre o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 3549603c-b2
  • 34FC7FC4-B2

    Inglês

    Voz Ativa e Passiva | Passive and Active Voice
    FATEC · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Technology isn’t working

    The digital revolution has yet to fulfil its promise of higher productivity and better jobs

          If there is a technological revolution in progress, rich economies could be forgiven for wishing it would go away. Workers in America, Europe and Japan have been through a difficult few decades. In the 1970s the blistering growth after the second world war vanished in both Europe and America. In the early 1990s Japan joined the slump, entering a prolonged period of economic stagnation. Brief spells of faster growth in intervening years quickly petered out. The rich world is still trying to shake off the effects of the 2008 financial crisis. And now the digital economy, far from pushing up wages across the board in response to higher productivity, is keeping them flat for the mass of workers while extravagantly rewarding the most talented ones.

          It seems difficult to square this unhappy experience with the extraordinary technological progress during that period, but the same thing has happened before. Most economic historians reckon there was very little improvement in living standards in Britain in the century after the first Industrial Revolution. And in the early 20th century, as Victorian inventions such as electric lighting came into their own, productivity growth was every bit as slow as it has been in recent decades.

    <http://tinyurl.com/lv6rj7b>Acesso em: 18.02.2015. Adaptado.

    Assinale a alternativa que apresenta o uso da voz passiva.
    Escolha uma alternativa para a questão 34fc7fc4-b2
  • 34F91879-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Technology isn’t working

    The digital revolution has yet to fulfil its promise of higher productivity and better jobs

          If there is a technological revolution in progress, rich economies could be forgiven for wishing it would go away. Workers in America, Europe and Japan have been through a difficult few decades. In the 1970s the blistering growth after the second world war vanished in both Europe and America. In the early 1990s Japan joined the slump, entering a prolonged period of economic stagnation. Brief spells of faster growth in intervening years quickly petered out. The rich world is still trying to shake off the effects of the 2008 financial crisis. And now the digital economy, far from pushing up wages across the board in response to higher productivity, is keeping them flat for the mass of workers while extravagantly rewarding the most talented ones.

          It seems difficult to square this unhappy experience with the extraordinary technological progress during that period, but the same thing has happened before. Most economic historians reckon there was very little improvement in living standards in Britain in the century after the first Industrial Revolution. And in the early 20th century, as Victorian inventions such as electric lighting came into their own, productivity growth was every bit as slow as it has been in recent decades.

    <http://tinyurl.com/lv6rj7b>Acesso em: 18.02.2015. Adaptado.

    De acordo com o segundo parágrafo do texto,
    Escolha uma alternativa para a questão 34f91879-b2
  • 34F5CEA2-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Technology isn’t working

    The digital revolution has yet to fulfil its promise of higher productivity and better jobs

          If there is a technological revolution in progress, rich economies could be forgiven for wishing it would go away. Workers in America, Europe and Japan have been through a difficult few decades. In the 1970s the blistering growth after the second world war vanished in both Europe and America. In the early 1990s Japan joined the slump, entering a prolonged period of economic stagnation. Brief spells of faster growth in intervening years quickly petered out. The rich world is still trying to shake off the effects of the 2008 financial crisis. And now the digital economy, far from pushing up wages across the board in response to higher productivity, is keeping them flat for the mass of workers while extravagantly rewarding the most talented ones.

          It seems difficult to square this unhappy experience with the extraordinary technological progress during that period, but the same thing has happened before. Most economic historians reckon there was very little improvement in living standards in Britain in the century after the first Industrial Revolution. And in the early 20th century, as Victorian inventions such as electric lighting came into their own, productivity growth was every bit as slow as it has been in recent decades.

    <http://tinyurl.com/lv6rj7b>Acesso em: 18.02.2015. Adaptado.

    O termo “the same thing”, em destaque no segundo parágrafo, refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 34f5cea2-b2
  • 34F28494-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Technology isn’t working

    The digital revolution has yet to fulfil its promise of higher productivity and better jobs

          If there is a technological revolution in progress, rich economies could be forgiven for wishing it would go away. Workers in America, Europe and Japan have been through a difficult few decades. In the 1970s the blistering growth after the second world war vanished in both Europe and America. In the early 1990s Japan joined the slump, entering a prolonged period of economic stagnation. Brief spells of faster growth in intervening years quickly petered out. The rich world is still trying to shake off the effects of the 2008 financial crisis. And now the digital economy, far from pushing up wages across the board in response to higher productivity, is keeping them flat for the mass of workers while extravagantly rewarding the most talented ones.

          It seems difficult to square this unhappy experience with the extraordinary technological progress during that period, but the same thing has happened before. Most economic historians reckon there was very little improvement in living standards in Britain in the century after the first Industrial Revolution. And in the early 20th century, as Victorian inventions such as electric lighting came into their own, productivity growth was every bit as slow as it has been in recent decades.

    <http://tinyurl.com/lv6rj7b>Acesso em: 18.02.2015. Adaptado.

    Pelas informações do texto, um dos resultados da economia digital foi
    Escolha uma alternativa para a questão 34f28494-b2
  • 34EF8495-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Technology isn’t working

    The digital revolution has yet to fulfil its promise of higher productivity and better jobs

          If there is a technological revolution in progress, rich economies could be forgiven for wishing it would go away. Workers in America, Europe and Japan have been through a difficult few decades. In the 1970s the blistering growth after the second world war vanished in both Europe and America. In the early 1990s Japan joined the slump, entering a prolonged period of economic stagnation. Brief spells of faster growth in intervening years quickly petered out. The rich world is still trying to shake off the effects of the 2008 financial crisis. And now the digital economy, far from pushing up wages across the board in response to higher productivity, is keeping them flat for the mass of workers while extravagantly rewarding the most talented ones.

          It seems difficult to square this unhappy experience with the extraordinary technological progress during that period, but the same thing has happened before. Most economic historians reckon there was very little improvement in living standards in Britain in the century after the first Industrial Revolution. And in the early 20th century, as Victorian inventions such as electric lighting came into their own, productivity growth was every bit as slow as it has been in recent decades.

    <http://tinyurl.com/lv6rj7b>Acesso em: 18.02.2015. Adaptado.

    De acordo com o texto, os efeitos da tecnologia notados na América, Europa e Japão
    Escolha uma alternativa para a questão 34ef8495-b2
  • 34A90057-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Considere o cartum.


    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    <http://tinyurl.com/kl3oyrm>Acesso em: 16.03.2015.


    O texto do cartum faz referência direta ao fato de
    Escolha uma alternativa para a questão 34a90057-b2
  • 34A09B30-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Karoshi é uma palavra japonesa que significa morte por excesso de trabalho. O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão supervisionou 4 561 empresas em novembro de 2014 e descobriu que, em 2 300 delas, havia registros de horas extras ilegais. Desse total, 715 empresas tinham funcionários realizando individualmente mais de 100 horas extras por mês. Em 153 empresas, o número de horas extras realizado por alguns funcionários havia subido para 150 horas e, em 35, superou as 200 horas extras mensais por funcionário, trazendo, dessa forma, riscos à saúde e consequentemente à vida dos trabalhadores. Segundo dados oficiais, cerca de 200 japoneses morrem por ano por causa do excesso de horas de trabalho.  

    O aumento do número de casos de karoshi verificados no Japão se deve, principalmente, 

    Escolha uma alternativa para a questão 34a09b30-b2
  • 349CA96A-B2

    Português

    Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...
    FATEC · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Construção civil: número de acidentes de trabalho diminui mesmo com aumento de obras

    Roberta Lopes


          A coordenadora de Relações Institucionais do Serviço Social da Indústria da Construção do Rio de Janeiro (Seconci-Rio), Ana Cláudia Gomes, disse hoje que o número de acidentes de trabalho na construção civil permanece estável nos últimos anos, embora o número de construções tenha aumentado. Isso significa que, proporcionalmente, o número de acidentes na construção civil tem caído.

          “Se olharmos as estatísticas de acidentes, elas não consideram que, se antes tínhamos 10 mil obras, hoje temos 100 mil. Se o número de acidentes se manteve, tivemos uma queda proporcional ao número de trabalhadores expostos aos riscos. Não comemoramos essa queda, porque nós continuamos a perseguir o ideal do acidente zero”, afirmou. (...)

    <http://tinyurl.com/n6o7zo8>Acesso em: 17.04.2015. Adaptado.

    As orações subordinadas destacadas nesse fragmento classificam-se, respectivamente, em
    Escolha uma alternativa para a questão 349ca96a-b2
  • 91E9F184-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o fragmento da obra “Senhora”, de José de Alencar.


    Quando Seixas achava-se ainda sob o império desta nova contrariedade, apareceu na sala a Aurélia Camargo, que chegara naquele instante. Sua entrada foi como sempre um deslumbramento; todos os olhos voltaram-se para ela; pela numerosa e brilhante sociedade ali reunida passou o frêmito das fortes sensações. Parecia que o baile se ajoelhava para recebê-la com o fervor da adoração. Seixas afastou-se. Essa mulher humilhava-o. Desde a noite de sua chegada que sofrera a desagradável impressão. Refugiava-se na indiferença, esforçava-se por combater com o desdém a funesta influência, mas não o conseguia. A presença de Aurélia, sua esplêndida beleza, era uma obsessão que o oprimia. Quando, como agora, a tirava da vista fugindo-lhe, não podia arrancá-la da lembrança, nem escapar à admiração que ela causava e que o perseguia nos elogios proferidos a cada passo em torno de si. No Cassino, Seixas tivera um reduto onde abrigar-se dessa cruel fascinação.

    <http://tinyurl.com/ou5m65d>Acesso em: 17.09.2015. Adaptado.


    É correto afirmar que essa obra pertence ao

    Escolha uma alternativa para a questão 91e9f184-b1
  • 91E717E3-B1

    Português

    Crase
    FATEC · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que apresenta o correto emprego da crase.
    Escolha uma alternativa para a questão 91e717e3-b1
  • 91E437E3-B1

    Português

    Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
    FATEC · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    É boa a notícia para os fãs da natação, vôlei de praia, futebol, hipismo, ginástica rítmica e tiro com arco que buscam ingressos para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Entradas para catorze sessões esportivas dessas modalidades, que tinham se esgotado na primeira fase de sorteio de ingressos, estão à venda.

    <http://tinyurl.com/qapfdjt>Acesso em: 12.09.2015. Adaptado.


    A oração subordinada destacada nesse fragmento é

    Escolha uma alternativa para a questão 91e437e3-b1
  • 91DB5C16-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    James Cleveland “Jesse” Owens nasceu em 1913, em Oakville, Alabama, nos Estados Unidos. Esse atleta negro tornou-se mundialmente conhecido ao ganhar quatro medalhas de ouro na Olimpíada de Berlim em 1936, desmentindo o discurso nazista da supremacia ariana.

          Os nazistas aproveitaram tal evento esportivo para fazer propaganda do regime de Hitler. O forte incentivo aos atletas germânicos levou a Alemanha a ficar no topo do ranking de medalhas, com 33 ouros contra 24 dos Estados Unidos. Mas, apesar da vitória, o discurso nazista caiu por terra diante dos feitos de Owens, que liderou a equipe estadunidense no atletismo ao conquistar as medalhas de ouro nos 100 m, 200 m, revezamento 4 x 100 m e salto em distância.

          Reza a lenda que Hitler se recusou a entregar as medalhas para Owens, o que não é verdade, segundo a diretora cultural do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Ela explica que o ditador deixou de entregar apenas uma das quatro láureas ao atleta estadunidense. Nas demais, Hitler, inclusive, cumprimentou o atleta.

          Em sua biografia, Owens afirma que o que o deixava mais magoado não eram as atitudes de Hitler, mas o fato de o presidente dos Estados Unidos, Franklin Delano Roosevelt, não ter mandado nem um telegrama felicitando-o pelas conquistas na Olimpíada. De fato esse atleta não sofreu racismo somente na Alemanha. Em seu país ele também enfrentou problemas. Em um evento na Casa Branca, enquanto todos os seus companheiros entraram pela porta da frente, ele foi obrigado a entrar pelos fundos.

          Em 2012, o atleta americano foi imortalizado no Hall da Fama do Atletismo, criado, no mesmo ano, como parte das celebrações pelo centenário da Federação Internacional de Atletismo.

    <http://tinyurl.com/qgj7e4j>Acesso em: 15.09.2015. Adaptado.

    Quanto às informações presentes nesse texto, é correto afirmar que Jesse Owens sentia-se
    Escolha uma alternativa para a questão 91db5c16-b1
  • 919029BD-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Learn ‘n’ go

    How quickly can people learn new skills?

    Jan 25th 2014 – from the print edition


          In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .

          Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)

          This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)

    <http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.

    Glossário

    1oncoming: iminente; próximo.

    2wayward: desobediente; instável.

    3jaywalker: pedestre imprudente.

    4bounty: recompensa.

    5spread: propagação; extensão.

    6enhanced: aprimorado(a).

    7remaining: remanescente.

    O pronome relativo whose, em negrito no terceiro parágrafo, refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 919029bd-b1
  • 918CD9A3-B1

    Inglês

    Verbos modais | Modal verbs
    FATEC · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Learn ‘n’ go

    How quickly can people learn new skills?

    Jan 25th 2014 – from the print edition


          In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .

          Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)

          This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)

    <http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.

    Glossário

    1oncoming: iminente; próximo.

    2wayward: desobediente; instável.

    3jaywalker: pedestre imprudente.

    4bounty: recompensa.

    5spread: propagação; extensão.

    6enhanced: aprimorado(a).

    7remaining: remanescente.

    O modal verb should em “People should develop skills that complement” (terceiro parágrafo) expressa a ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 918cd9a3-b1
  • 918A2AA8-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Learn ‘n’ go

    How quickly can people learn new skills?

    Jan 25th 2014 – from the print edition


          In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .

          Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)

          This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)

    <http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.

    Glossário

    1oncoming: iminente; próximo.

    2wayward: desobediente; instável.

    3jaywalker: pedestre imprudente.

    4bounty: recompensa.

    5spread: propagação; extensão.

    6enhanced: aprimorado(a).

    7remaining: remanescente.

    A respeito das tarefas que as máquinas podem desempenhar, e de acordo com o que é mencionado diretamente no segundo parágrafo, pode-se afirmar corretamente que
    Escolha uma alternativa para a questão 918a2aa8-b1
  • 9187185C-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Learn ‘n’ go

    How quickly can people learn new skills?

    Jan 25th 2014 – from the print edition


          In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .

          Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)

          This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)

    <http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.

    Glossário

    1oncoming: iminente; próximo.

    2wayward: desobediente; instável.

    3jaywalker: pedestre imprudente.

    4bounty: recompensa.

    5spread: propagação; extensão.

    6enhanced: aprimorado(a).

    7remaining: remanescente.

    De acordo com o primeiro parágrafo, em 2012, Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee
    Escolha uma alternativa para a questão 9187185c-b1
  • 918365B4-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Learn ‘n’ go

    How quickly can people learn new skills?

    Jan 25th 2014 – from the print edition


          In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .

          Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)

          This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)

    <http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.

    Glossário

    1oncoming: iminente; próximo.

    2wayward: desobediente; instável.

    3jaywalker: pedestre imprudente.

    4bounty: recompensa.

    5spread: propagação; extensão.

    6enhanced: aprimorado(a).

    7remaining: remanescente.

    Ainda conforme o primeiro parágrafo, a performance do carro desenvolvido pelo Google foi avaliada por Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee como
    Escolha uma alternativa para a questão 918365b4-b1
  • 91429CBE-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Um dos esportes em que o Brasil tem chances de medalhas é a natação. Antes das competições, as piscinas precisam de um cuidado especial. Segundo especialistas da área, um dos tratamentos mais eficientes e ecologicamente corretos é com o ozônio, O3, também conhecido como Oxigênio Ativo.

    O ozônio é um poderoso bactericida, algicida, fungicida e viricida, que destrói os micro-organismos presentes na água 3 120 vezes mais rápido que o cloro. Além disso, não irrita a pele, os olhos e as mucosas dos usuários.

    Aplicado na desinfecção da água, o ozônio faz o papel de agente microbiológico e oxidante, eliminando as cloraminas, produto que resulta da reação do cloro, usado no tratamento de água, com as impurezas presentes na água. As cloraminas são as grandes vilãs das piscinas, pois agravam problemas alérgicos e respiratórios, causam ardência nos olhos, ressecamento na pele e nos cabelos, descamação do esmalte das unhas, além de deixar cheiro desagradável na água e no corpo.

    Sem causar os desconfortos ocasionados pelas cloraminas, o uso de ozônio também reduz os casos de otite (inflamação dos ouvidos).

    <http://tinyurl.com/qjcw646>Acesso em: 21.08.2015. Adaptado.


    Sobre o texto e as substâncias nele mencionadas, é correto afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão 91429cbe-b1