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Coesão e coerênciaCEDERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos 
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Leia o fragmento seguinte para responder à questão:
“Para falar com franqueza, o número de anos assim positivo e a data de São Pedro são convencionais: adoto-os porque estão no livro de assentamentos de batizados da freguesia.” (linhas 8-11)
O emprego de dois-pontos no fragmento acima
indica:


Writers of memoirs and life stories never lack an audience. People are interested in the actual lives of others (l. 34-35)
The semantic relationship between the two sentences above can be made explicit by the additon of following connective:


Sabia que era aquela a sua amada, por quem esperara desde sempre e que por muitos anos buscara em cada mulher, na mais terrível e dolorosa busca. (l. 15-16)
Neste trecho, existe um contraste que busca acentuar o seguinte traço relativo à mulher amada:


nada poderia evitar a reincidência daquela cena tantas vezes contada na história do amor, que é a história do mundo. (l. 2-4)
O trecho sublinhado reformula uma expressão anterior. Essa reformulação explicita a seguinte relação de sentido:

A hipérbole é uma figura empregada na crônica de Vinícius de Morais para caracterizar o estado de ânimo do personagem.
Essa figura está exemplificada em:

No íntimo, preferia não tê-lo feito; (l. 2)
Embora seja narrada em terceira pessoa, a crônica apresenta ao leitor as sensações do personagem, por meio de termos que remetem à intimidade, como exemplificado acima.
Dois outros termos, empregados pelo narrador, que remetem ao universo interior do personagem são:

vai ter que voltar antes de meia-noite, o seu irmão é diferente, menino é outra coisa, (l. 18-19) O fragmento reproduz falas que apontam uma diferença entre meninos e meninas.
Essa diferença se verifica em relação ao seguinte aspecto:

O uso da expressão “é menina”, tanto para começar quanto para finalizar o texto, adquire também um valor simbólico, pelo significado que assume no contexto.
No contexto, esse recurso provoca um entendimento de:

A crônica de Gregorio Duvivier é construída em um único parágrafo com uma única frase. Essa frase começa e termina pela mesma expressão: é menina.
Em termos denotativos, a menina, referida no final do texto, pode ser compreendida como:

A última estrofe apresenta imagens relacionadas à família.
Em relação ao conjunto do texto, a figuração do casal com seus filhos pequenos remete à ideia de:

a gente gostaria de ver nossos problemas resolvidos por decreto (v. 3-5)
A expressão sublinhada tem sentido figurado que, no contexto, corresponde a:


no fundo, no fundo, bem lá no fundo, (v. 1-2)
Nesses versos iniciais do poema, a repetição de palavras e o emprego do vocábulo “bem”
produzem um efeito de:

Diante do estranhamento de um dos personagens no primeiro quadrinho, o outro explica a própria fala no segundo quadrinho.
Essa explicação configura um recurso conhecido como:

Nos quadrinhos, há uma representação de crescente desespero do personagem que estaria com a aranha em sua perna.
A representação desse desespero é construída por meio do emprego de: