Questões do ENEM: Morfologia

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675 questões encontradas. Mostrando a página 27 de 34.

  • 19F8CC74-AF

    Português

    Adjetivos
    UECE · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I

    O texto I desta prova é um excerto da parte 2, capítulo III, da obra Bandeirantes e pioneiros: paralelo entre duas culturas, de Vianna Moog — gaúcho de São Leopoldo (*1906 — 1988). Nesse capítulo, Moog faz um estudo comparativo entre a colonização dos EUA e a do Brasil, um paralelo entre as fundações da América inglesa e da América portuguesa. 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    Vianna Moog. Bandeirantes e pioneiros: Paralelo entre duas culturas. Capítulo III: Conquista e colonização. p. 103-104. Texto adaptado.

    Considere a seguinte passagem do texto: “em busca de minas de ouro e de prata e de riqueza fácil” (linhas 11-13) e o que se diz dela.


    I. O segundo “e” do excerto não tem justificativa gramatical, mas estilística.

    II. Enquanto o primeiro “e” coordena a expressão ”de minas de ouro” com a expressão “de (minas) de prata”, o segundo “e” coordena a expressão “de minas de ouro e de (minas) de prata” com a expressão “de riqueza fácil”.

    III. As três locuções adjetivas — “de minas de ouro”, “de (minas) de prata” e “de riqueza fácil” — completam o sentido do substantivo “busca”.


    Está correto o que se diz apenas em

    Escolha uma alternativa para a questão 19f8cc74-af
  • 91AB827F-AF

    Português

    Advérbios
    UNESP · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão toma por base um fragmento da crônica Letra de canção e poesia, de Antonio Cicero.

           Como escrevo poemas e letras de canções, frequentemente perguntam-me se acho que as letras de canções são poemas. A expressão “letra de canção” já indica de que modo essa questão deve ser entendida, pois a palavra “letra” remete à escrita. O que se quer saber é se a letra, separada da canção, constitui um poema escrito.
         “Letra de canção é poema?” Essa formulação é inadequada. Desde que as vanguardas mostraram que não se pode determinar a priori quais são as formas lícitas para a poesia, qualquer coisa pode ser um poema. Se um poeta escreve letras soltas na página e diz que é um poema, quem provará o contrário?
           Neste ponto, parece-me inevitável introduzir um juízo de valor. A verdadeira questão parece ser se uma letra de canção é um bom poema. Entretanto, mesmo esta última pergunta ainda não é suficientemente precisa, pois pode estar a indagar duas coisas distintas: 1) Se uma letra de canção é necessariamente um bom poema; e 2) Se uma letra de canção é possivelmente um bom poema.
            Quanto à primeira pergunta, é evidente que deve ter uma resposta negativa. Nenhum poema é necessariamente um bom poema; nenhum texto é necessariamente um bom poema; logo, nenhuma letra é necessariamente um bom poema. Mas talvez o que se deva perguntar é se uma boa letra é necessariamente um bom poema. Ora, também a essa pergunta a resposta é negativa. Quem já não teve a experiência, em relação a uma letra de canção, de se emocionar com ela ao escutá-la cantada e depois considerá-la insípida, ao lê-la no papel, sem acompanhamento musical? Não é difícil entender a razão disso.
           Um poema é um objeto autotélico, isto é, ele tem o seu fim em si próprio. Quando o julgamos bom ou ruim, estamos a considerá-lo independentemente do fato de que, além de ser um poema, ele tenha qualquer utilidade. O poema se realiza quando é lido: e ele pode ser lido em voz baixa, interna, aural.
            Já uma letra de canção é heterotélica, isto é, ela não tem o seu fim em si própria. Para que a julguemos boa, é necessário e suficiente que ela contribua para que a obra lítero-musical de que faz parte seja boa. Em outras palavras, se uma letra de canção servir para fazer uma boa canção, ela é boa, ainda que seja ilegível. E a letra pode ser ilegível porque, para se estruturar, para adquirir determinado colorido, para ter os sons ou as palavras certas enfatizadas, ela depende da melodia, da harmonia, do ritmo, do tom da música à qual se encontra associada.
    (Folha de S.Paulo, 16.06.2007.)
    Nenhum poema é necessariamente um bom poema; nenhum texto é necessariamente um bom poema; logo, nenhuma letra é necessariamente um bom poema.


    O advérbio necessariamente, nas três ocorrências verificadas na passagem mencionada, equivale, pelo sentido, a:
    Escolha uma alternativa para a questão 91ab827f-af
  • 82CC4B7C-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 2


    A obra D. Guidinha do Poço conta a história de D. Margarida Reginaldo de Sousa Barros — conhecida como Guida ou Guidinha —, herdeira do Capitão-Mor Reginaldo Venceslau. Depois da morte do pai, ela se casa com o Major Joaquim Damião de Barros, o Major Quim, dezesseis anos mais velho do que ela. Embora tivessem casa na vila, fixaram residência na fazenda Poço da Moita, herdade de Margarida. Depois de alguns anos de casados, Margarida se apaixona por Secundino, jovem praciano, sobrinho do marido. Quando o Major Quim descobre a traição, pede o divórcio, que Guida não aceita. O Major deixa-a na fazenda e vai morar na casa da Vila. A mulher, então, contrata um capanga de nome Naiú para matar o marido. O caboclo faz o serviço, mas, quando é preso, revela que fora D. Margarida a mandante do homicídio.

    O capítulo que você lerá é o último da obra, quando se dá a prisão de D. Guidinha do Poço. 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    Manuel de Oliveira Paiva. Dona Guidinha do Poço. p. 125-126. Texto adaptado. 

    O substantivo “diligência” (linha 73) foi empregado, no texto, com o significado de
    Escolha uma alternativa para a questão 82cc4b7c-af
  • 82BC044E-AF

    Português

    Análise sintática
    UECE · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1

    O texto 1 desta prova é da autoria do intelectual cearense Gustavo Barroso, que nasceu em Fortaleza, no ano de 1888 e morreu no Rio de Janeiro, em 1959. Professor, jornalista, ensaísta, romancista, foi membro da Academia Brasileira de Letras. A obra À margem da história do Ceará, em dois volumes, foi seu último trabalho. É uma reunião de setenta e seis artigos e crônicas que falam exclusivamente sobre a história do Ceará entre 1608 e 1959. O texto transcrito abaixo foi extraído do segundo volume e, como vocês poderão ver, é um artigo sobre a obra do também cearense Manuel de Oliveira Paiva, Dona Guidinha do Poço. Servindo-se de uma pesquisa feita pelo historiador Ismael Pordeus, Gustavo Barroso fala do romance de Oliveira Paiva, mais especificamente, das relações entre essa obra literária e a verdade histórica que ela transfigura. 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    Gustavo Barroso. À margem da história do Ceará. v. 2, 3 ed. p. 347-350. Texto adaptado.

    Observe o que se diz sobre o período seguinte: “Na última década do século passado, entre os tipos populares da cidade de Fortaleza, capital do Ceará, minha terra natal, andava uma velha desgrenhada, farrapenta e suja, que a molecada perseguia com chufas, a que ela replicava com os piores doestos deste mundo.” (linhas 1-7).


    I. A preposição “entre”, em “entre os tipos populares de Fortaleza”, poderia ser substituída por “em meio a”.

    II. Em “capital do Ceará, minha terra natal”, há dois apostos. Podemos entender que os dois explicitam “cidade de Fortaleza”, ou que o segundo explicita “capital do Ceará”. No segundo caso, teremos um aposto dentro de outro aposto.

    III. Dentro do contexto, poderíamos substituir o artigo indefinido uma, em “uma velha desgrenhada”, pelo artigo definido a.


    Está correto o que se diz em

    Escolha uma alternativa para a questão 82bc044e-af
  • D4553AEF-96

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    CEDERJ · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
                                                        Infância

         
    Uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

          Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

          Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

          Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

          Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

          À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

            Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso. E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo.

          Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


                                                     RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 1995. p.187-191.

    Pronomes e conjunções são usados como recursos de coesão textual ao estabelecer relações entre palavras e sequências do texto.

    Assinale a alternativa que indica corretamente a função dos termos em destaque no período:

    E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia.
    Escolha uma alternativa para a questão d4553aef-96
  • 79BB6C91-AB

    Português

    Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo
    USP · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    imagem-077.jpg Sobre o elemento estrutural "oni", que forma as palavras do texto "onipotente" e "onisciente", só NÃO é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 79bb6c91-ab
  • 76D3A941-9F

    Português

    Adjetivos
    UNESP · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    imagem-003.jpg Indique o verso em que ocorre um adjetivo antes e outro depois de um substantivo:
    Escolha uma alternativa para a questão 76d3a941-9f
  • 4037CF59-26

    Português

    Adjetivos
    IF-SP · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
                                Imagem 051.jpg

    A intensificação é uma função típica da classe dos advérbios, porém esse efeito pode ser alcançado por outras palavras. Analise os seguintes trechos:

                                         Imagem 057.jpg

    As palavras destacadas desempenham função intensificadora e pertencem, respectivamente, às seguintes classes:
    Escolha uma alternativa para a questão 4037cf59-26
  • 06B54C9E-64

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    UNEAL · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O texto a seguir é referência para as questões.

                           O Brasil nunca sofrerá um grande terremoto?

                Não dá para descartar uma megatragédia desse tipo, mas
    a possibilidade é muito pequena. Pelo menos enquanto a gente
    estiver vivo. “Já devem ter ocorridos grandes terremotos no
    Brasil há centenas de milhões de anos. Mas, nos dados
    sismológicos coletados desde o século 18, não há registro de
    tremor forte em nosso território”, afirma o geólogo João Carlos
    Dourado, especialista em sismologia da UNESP de Rio Claro (SP).
    A certeza de que o Brasil era uma terra abençoada por Deus e
    imune de terremotos, porém, foi abalada no início de
    dezembro, quando um tremor de 4,9 graus na escala Richter no
    vilarejo de Caraíbas (MG) causou a primeira morte no país. De
    fato, o Brasil tem pelo menos 48 falhas pequenas sob sua crosta
    – uma delas teria causado o chacoalhão fatal.
                Mas a imagem de um país remendado não é para assustar.
    Primeiro, porque o Brasil fica no meio de uma placa tectônica, a
    Sul-Americana, longe das instáveis regiões de contato entre
    placas. Segundo, porque as fraturas daqui geram no máximo
    terremotos médios como o de Caraíbas. Mesmo que um abalo
    atinja uma cidade grande, provavelmente os efeitos não serão
    devastadores. “As casas do vilarejo desabaram por serem
    construções muito simples, sem suporte estrutural. Em áreas
    urbanas, as estruturas são reforçadas e mais resistentes a
    tremores dessa intensidade”, diz João Carlos.

    RATIER, Rodrigo. Superinteressante,
    São Paulo, n. 248, p. 42, jan. 2008 (Fragmento
    ).
    No trecho “Segundo, porque as fraturas daqui geram no máximo terremotos médios como o de Caraíbas. Mesmo que um abalo atinja uma cidade grande, provavelmente os efeitos não serão devastadores”, foram destacadas conjunções.
    Considerando-se o valor semântico representado por elas, bem como a classificação das orações que encabeçam, em qual opção abaixo há um erro de análise?

    Escolha uma alternativa para a questão 06b54c9e-64
  • 0297C2F8-64

    Português

    Análise sintática
    UNEAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe o texto abaixo.

    “E para dar um efeito de cor à pele, já há protetores que vêm com tonalizante, outros que contêm estimulante natural de bronzeado e os que têm partículas iluminadoras na fórmula” (Contigo, nov. 2012).

    Considerando os aspectos estruturais e significativos da língua, é correto afirmar:

    Escolha uma alternativa para a questão 0297c2f8-64
  • BA3CAD6E-FB

    Português

    Adjetivos
    FGV · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2012

    Tendo em vista o contexto, sobre os seguintes trechos, só NÃO é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão ba3cad6e-fb
  • F07CF296-F8

    Português

    Morfologia
    Universidade Federal do Ceará · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que apresenta uma locução prepositiva.
    Escolha uma alternativa para a questão f07cf296-f8
  • F0754855-F8

    Português

    Morfologia
    Universidade Federal do Ceará · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a classificação morfológica do termo sublinhado equivale ao valor da oração destacada no período: Vive-se numa época em que a desintegração dos valores é irremediável.
    Escolha uma alternativa para a questão f0754855-f8
  • F070343B-F8

    Português

    Morfologia
    Universidade Federal do Ceará · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que o termo sublinhado tem a mesma classificação morfológica da palavra destacada, na frase: Desejamos desenvolver em nós mesmos o instinto da águia.
    Escolha uma alternativa para a questão f070343b-f8
  • 41F1B727-EA

    Português

    Adjetivos
    Universidade Luterana do Brasil · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    A questão refere-se ao fragmento da reportagem Aids: tendência de aumento entre jovens, de Flavia Bemfica, disponível no site: http://www.sinprors.org.br/extraclasse/set12/ imprimir.asp?id_conteudo=436.  


    Imagem da questão de Português, da prova de 2012

    Qual a função morfológica dos termos sublinhados, na ordem em que se encontram, no trecho abaixo?


    “As campanhas (1) de (2) prevenção (3) não se (4) comparam àquelas realizadas no decorrer dos anos 90”. (l. 12-13)
    Escolha uma alternativa para a questão 41f1b727-ea
  • 41E185AA-EA

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    Universidade Luterana do Brasil · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    A questão está baseada no fragmento do conto O Alienista, da Machado de Assis, disponível no site: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000231.pdf.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2012

    Identifique a alternativa em que pelo menos uma das palavras é formada por derivação parassintética.
    Escolha uma alternativa para a questão 41e185aa-ea
  • C744B580-E6

    Português

    Adjetivos
    IF-BA · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2012
    Imagem da questão de Português, da prova de 2012Imagem da questão de Português, da prova de 2012
    Há correlação entre o termo transcrito e o que dele se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão c744b580-e6
  • BDB44649-E5

    Português

    Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo
    IF-BA · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2012
    Considerando-se o processo de formação de palavras, é correto afirmar que em
    Escolha uma alternativa para a questão bdb44649-e5
  • BDA863D7-E5

    Português

    Análise sintática
    IF-BA · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2012
    Imagem da questão de Português, da prova de 2012
    Coloque V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações seguintes:


    ( ) "pelo assunto" (l. 6) - completa o sentido do nome

    ( ) "outros públicos é de tirar o fôlego:" (l. 20) - o uso dos dois pontos justifica-se por acrescentar uma esclarecimento;

    ( ) "a" em "a mais DVDs" (l. 24) e "a" em "a pré-adolescência" (l. 50) pertencem à mesma categoria gramatical;


    A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a


    Escolha uma alternativa para a questão bda863d7-e5