Questões do ENEM: Artigos

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Resultados

46 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 3.

  • BA7C3515-E7

    Português

    Artigos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    Em “Não uma aranha, mas me parecia “a” aranha.” (l. 28-29), a substituição do artigo indefinido pelo definido gera, como efeito de sentido,
    Escolha uma alternativa para a questão ba7c3515-e7
  • B7B24212-E0

    Português

    Advérbios
    UEPB · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).


    I - O artigo indefinido usado em “Um comediante” assume no contexto função semântica valorativa.

    II - O termo “não”, no enunciado, foi usado como formador de sentido e funciona como recurso argumentativo.

    III - O termo “como”, no enunciado, foi usado para produzir um efeito de relação conformativa.
    Escolha uma alternativa para a questão b7b24212-e0
  • 97838D48-80

    Português

    Advérbios
    UDESC · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
                                                          O espelho

    [...]
    Sendo talvez meu medo a revivescência de impressões atávicas? O espelho inspirava receio supersticioso aos primitivos, aqueles povos com a idéia de que o reflexo de uma pessoa fosse a alma. Via de regra, sabe-o o senhor, é a superstição fecundo ponto de partida para a pesquisa. A alma do espelho – anote-a – esplêndida metáfora. Outros, aliás, identificavam a alma com a sombra do corpo; e não lhe terá escapado a polarização: luz – treva. Não se costumava tapar os espelhos, ou voltá-los contra a parede, quando morria alguém da casa? Se, além de os utilizarem nos manejos de magia, imitativa ou simpática, videntes serviam-se deles, como da bola de cristal, vislumbrando em seu campo esboços de futuros fatos, não será porque, através dos espelhos, parece que o tempo muda de direção e de velocidade? Alongo-me, porém. Contava-lhe... [...] ROSA, Guimarães. Primeiras estórias. 50ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001, p. 122. 
    Assinale a alternativa incorreta, levando em consideração o Texto 3.
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  • 365558D2-B7

    Português

    Artigos
    UEPB · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o enunciado a seguir e responda à questão.

    “Um comediante popular, como Tom Cavalcante, costuma dizer que a diferença está no uso da voz, não na idade da piada.” (linhas 16-18)

    Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).

    I - O artigo indefinido usado em “Um comediante” assume no contexto função semântica valorativa.

    II - O termo “não”, no enunciado, foi usado como formador de sentido e funciona como recurso argumentativo.

    III - O termo “como”, no enunciado, foi usado para produzir um efeito de relação conformativa.

    Escolha uma alternativa para a questão 365558d2-b7
  • 0A9DDB54-F5

    Português

    Artigos
    Universidade Federal do Ceará · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que o artigo sublinhado denota familiaridade.
    Escolha uma alternativa para a questão 0a9ddb54-f5
  • 36DB37DA-E6

    Português

    Adjetivos
    UFMT · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Fobias

            Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos), acrofobia (medo de altura), collorfobia (medo do que ele vai nos aprontar agora) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até treiskaidekafobia (medo do número treze), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palavra impressa. Na falta dela, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham “Frio” e “Quente” escritos por extenso, para saciar minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri a lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.
            Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação, embora não no modo pretendido. Nada como um best-seller numa hora dessas. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, o sexo em todas as suas formas, ação, paixão, violência – e uma mensagem positiva. Recomendo “Gênesis” pelo ímpeto narrativo, “O cântico dos cânticos” pela poesia e “Isaías” e “João” pela força dramática, mesmo que seja difícil dormir depois do Apocalipse.
            Mas, e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
            - Desculpe, cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina...
            - Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
            - Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
            - Não é possível! O que você faz durante a noite?
            - Tricô.
            Uma esperança!
            - Com manual?
            - Não. Danação.
            - Você não tem nada para ler?
            - Bem ... Tem uma carta da mamãe.
            - Manda!

    (VERÍSSIMO, L. F. Comédias para se ler na escola. São Paulo: Objetiva, 2001.)
    Tome o trecho: O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palavra impressa. Assinale a alternativa que NÃO apresenta relação correta entre a palavra do trecho e sua classificação morfológica.
    Escolha uma alternativa para a questão 36db37da-e6