Questões do ENEM: Pontuação

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337 questões encontradas. Mostrando a página 2 de 17.

  • EE355E0B-7B

    Português

    Pontuação
    UFRGS · 2023Entre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2023

    Imagem da questão de Português, da prova de 2023

    Imagem da questão de Português, da prova de 2023

    Imagem da questão de Português, da prova de 2023


    Considere as seguintes afirmações sobre o texto.


    I - As reticências no final do primeiro parágrafo servem para a autora assinalar uma continuidade sem limites.

    II - As aspas (l. 43-44) servem para a autora assinalar o discurso citado.

    III- As exclamações presentes no texto servem para a autora expressar um sentimento de dúvida para o leitor.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão ee355e0b-7b
  • EE32D040-7B

    Português

    Coesão e coerência
    UFRGS · 2023Entre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2023

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    Considere as afirmações abaixo, sobre alternativas de reescrita de algumas frases do texto, fazendo os ajustes necessários dos sinais de pontuação em cada caso.


    I - O advérbio banalmente (l. 45) poderia ser deslocado para imediatamente depois de Homero (l. 46).

    II - O advérbio hoje (l. 45) poderia ser deslocado para imediatamente depois de chegam (l. 46).

    III- A expressão com certeza (l. 48) poderia ser deslocada para imediatamente depois de que (l. 51).


    Quais alterações poderiam ser efetuadas sem acarretar mudança de sentido na frase original?

    Escolha uma alternativa para a questão ee32d040-7b
  • EE2DC217-7B

    Português

    Coesão e coerência
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    Imagem da questão de Português, da prova de 2023

    Imagem da questão de Português, da prova de 2023

    Imagem da questão de Português, da prova de 2023

    Imagem da questão de Português, da prova de 2023


    Considere as seguintes sugestões de alterações na pontuação do texto.

    I - Inserção de uma vírgula antes de ressalta (l. 20).
    II - Substituição dos travessões das linhas 24 e 25 por parênteses.
    III- Eliminação das vírgulas depois de Homero (l. 39) e depois de cantados (l. 40).


    Quais dessas sugestões poderiam ser efetuadas sem alterar o sentido original da frase e mantendose sua correção gramatical?
    Escolha uma alternativa para a questão ee2dc217-7b
  • 296D8212-7A

    Português

    Análise sintática
    UFRGS · 2023Entre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão refere-se ao Texto 2.


    Texto 2

    Q9_15.png (308×632)
    Q9_15_.png (301×177)
    Q9_15__.png (304×389)



    Adaptado de: OLIVEIRA JR., M. O que é entonação? In: OTHERO, G. A.; FLORES, V. N. O que sabemos sobre a linguagem? São Paulo: Parábola, 2022.
    Considere as afirmações abaixo, sobre alternativas de reescrita de algumas frases do texto, fazendo os ajustes necessários de letras maiúsculas e minúsculas.


    I - Deslocamento de Também (l. 30) para imediatamente depois de possível (l. 30).

    II - Deslocamento de por exemplo (l. 57-58) para imediatamente depois de pontuação (l. 58).

    III- Deslocamento de expressamente (l. 70) para imediatamente depois de sendo (l. 70).


    Quais dessas alterações acarretam mudança de sentido na frase original?
    Escolha uma alternativa para a questão 296d8212-7a
  • 29603F57-7A

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRGS · 2023Entre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão está relacionada ao texto 1.


    Q1_8.png (312×528)
    Q1_8_.png (309×289)
    Q__8__.png (308×73)


    Adaptado de: ASSIS BRASIL, L. A. O pintor de retratos. Porto Alegre: L&PM, 2002.
    Considere as seguintes afirmações sobre o texto.


    I - Os travessões (l. 33 a 44) servem para marcar diálogos, estabelecendo a delimitação temporal entre o presente das falas dos personagens e o passado em que o narrador relata os acontecimentos.

    II - As interrogações no texto são utilizadas para o narrador criar um espaço de dúvidas entre os personagens, com o propósito de expressar um conflito relacionado à existência de competição profissional entre eles.

    III- O uso de itálico (l. 21) serve para o narrador destacar o nome carimbado na tampa de um vidro e, com isso, indicar a origem do produto utilizado pelo personagem Carducci.


    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 29603f57-7a
  • 2959F7B0-7A

    Português

    Pontuação
    UFRGS · 2023Entre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão está relacionada ao texto 1.


    Q1_8.png (312×528)
    Q1_8_.png (309×289)
    Q__8__.png (308×73)


    Adaptado de: ASSIS BRASIL, L. A. O pintor de retratos. Porto Alegre: L&PM, 2002.
    Considere as afirmações abaixo.


    I - A inserção de uma vírgula depois de vagava (l. 08) não altera o sentido original da frase e mantém sua correção gramatical.

    II - Todos os travessões do sexto parágrafo são usados para marcarem falas dos personagens.

    III- A substituição da vírgula antes de entretanto (l. 39) por um ponto e vírgula não altera o sentido original da frase e mantém sua correção gramatical.


    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 2959f7b0-7a
  • 4AC9B1EE-75

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2023Entre para guardar nos favoritos
        O dentista me passou a receita de remédio para ajudar a cicatrizar melhor uma pequena cirurgia. Parei na primeira farmácia. Aliás, uma grande farmácia, pertencente a uma dessas redes. Farmácia se tornou supermercado. A gente entra, recebe cestinha, procura os remédios nas gôndolas. E importamos o costume norte-americano de drugstore. Tem de tudo, de remédios a bolachas, leite em pó, calcinha e sutiãs, refrigerantes. Aguardem: cachorro-quente!
        Pois o jovem que me serviu apanhou a receita, olhou, reolhou e perguntou:

       — O que está escrito aqui?
       — O nome do remédio.
       — Sei, mas qual é o remédio?
       — Você é quem tem de saber.
       — Mas como vou saber, se não entendo a letra?
       — Acho que deve ser... Periogard... Isto? Existe um remédio com esse nome?
       — Vou ver.
       Ele foi. Olhou o que foi possível no P. E voltou.
       — Não temos.
       — Acabou ou está em falta?
       — Está em falta.
       Deixei por isso mesmo e continuei. Parei na próxima. Também o jovem olhou, reolhou, cochichou com outro que deu uma vista na receita.
        — Não temos.
        — Que remédio mesmo é? — É esse que está escrito aí. — Sei. Mas não entendo letra de médico.     — Nem eu. Por que não escreveu à máquina?
      Continuei mais um pouco, mas desisti. E fui para casa, pensando naqueles tempos em que o farmacêutico lia qualquer letra. E os médicos pareciam fazer de propósito aqueles garranchos, para colocar à prova o pobre boticário. Que, por sua vez, não dava o braço a torcer. Olhava, e sabia o medicamento. Pode ser que muita gente tenha tomado aquilo que o farmacêutico entendeu e que nem sempre correspondia ao prescrito. Mas, era batata, não falhava. Em Araraquara, de vez em quando, a professora apanhava a prova de um aluno:
          — Que letrinha, hein? Vai ser médico? O que pensa? Que o professor é farmacêutico?
        Eram duas castas bem estabelecidas. Os médicos com as letras ruins e os farmacêuticos que decifravam tudo, champolions1 dedicados. Muitas vezes imaginei que houvesse um conluio, principalmente quando se deixava a receita para aviar2 . Na calada da noite, o farmacêutico batendo à porta do médico e pedindo: “Socorro, doutor. Pode me decifrar as receitas de hoje?” E lá ficavam os dois, labutando.
       Hoje, médicos usam computadores. E as farmácias têm tantos, mas tantos remédios, que é impossível se guardar o nome de todos. Há pilhas de listas, grossíssimas. Ou o povo anda muito doente ou o melhor negócio do mundo é montar um laboratório e em seguida uma farmácia.

    (Ignácio de Loyola Brandão. Crônicas para ler na escola, 2010.)

    1     champolion: Jean-François Champollion, principal responsável pela decifração dos hieróglifos egípcios.

    2    aviar: preparar um medicamento segundo uma prescrição.
    “Parei na primeira farmácia. Aliás, uma grande farmácia, pertencente a uma dessas redes. Farmácia se tornou supermercado.” (1o parágrafo)

    No contexto em que se insere, o termo sublinhado expressa ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 4ac9b1ee-75
  • 4AC72C37-75

    Português

    Pontuação
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2023Entre para guardar nos favoritos
        O dentista me passou a receita de remédio para ajudar a cicatrizar melhor uma pequena cirurgia. Parei na primeira farmácia. Aliás, uma grande farmácia, pertencente a uma dessas redes. Farmácia se tornou supermercado. A gente entra, recebe cestinha, procura os remédios nas gôndolas. E importamos o costume norte-americano de drugstore. Tem de tudo, de remédios a bolachas, leite em pó, calcinha e sutiãs, refrigerantes. Aguardem: cachorro-quente!
        Pois o jovem que me serviu apanhou a receita, olhou, reolhou e perguntou:

       — O que está escrito aqui?
       — O nome do remédio.
       — Sei, mas qual é o remédio?
       — Você é quem tem de saber.
       — Mas como vou saber, se não entendo a letra?
       — Acho que deve ser... Periogard... Isto? Existe um remédio com esse nome?
       — Vou ver.
       Ele foi. Olhou o que foi possível no P. E voltou.
       — Não temos.
       — Acabou ou está em falta?
       — Está em falta.
       Deixei por isso mesmo e continuei. Parei na próxima. Também o jovem olhou, reolhou, cochichou com outro que deu uma vista na receita.
        — Não temos.
        — Que remédio mesmo é? — É esse que está escrito aí. — Sei. Mas não entendo letra de médico.     — Nem eu. Por que não escreveu à máquina?
      Continuei mais um pouco, mas desisti. E fui para casa, pensando naqueles tempos em que o farmacêutico lia qualquer letra. E os médicos pareciam fazer de propósito aqueles garranchos, para colocar à prova o pobre boticário. Que, por sua vez, não dava o braço a torcer. Olhava, e sabia o medicamento. Pode ser que muita gente tenha tomado aquilo que o farmacêutico entendeu e que nem sempre correspondia ao prescrito. Mas, era batata, não falhava. Em Araraquara, de vez em quando, a professora apanhava a prova de um aluno:
          — Que letrinha, hein? Vai ser médico? O que pensa? Que o professor é farmacêutico?
        Eram duas castas bem estabelecidas. Os médicos com as letras ruins e os farmacêuticos que decifravam tudo, champolions1 dedicados. Muitas vezes imaginei que houvesse um conluio, principalmente quando se deixava a receita para aviar2 . Na calada da noite, o farmacêutico batendo à porta do médico e pedindo: “Socorro, doutor. Pode me decifrar as receitas de hoje?” E lá ficavam os dois, labutando.
       Hoje, médicos usam computadores. E as farmácias têm tantos, mas tantos remédios, que é impossível se guardar o nome de todos. Há pilhas de listas, grossíssimas. Ou o povo anda muito doente ou o melhor negócio do mundo é montar um laboratório e em seguida uma farmácia.

    (Ignácio de Loyola Brandão. Crônicas para ler na escola, 2010.)

    1     champolion: Jean-François Champollion, principal responsável pela decifração dos hieróglifos egípcios.

    2    aviar: preparar um medicamento segundo uma prescrição.
    Verifica-se o emprego de vírgula para separar elementos de uma enumeração em:
    Escolha uma alternativa para a questão 4ac72c37-75
  • D319A894-74

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2023Entre para guardar nos favoritos
    Leia o artigo “Sobre homens e ratos”, do médico Drauzio Varella, para responder à questão.

            Mulheres e homens têm apenas 30 mil genes! A divulgação desse dado pelo Projeto Genoma foi um balde de água fria no orgulho humano: imaginávamos que fossem pelo menos 100 mil. Se as moscas têm 13 mil genes, qualquer verme, 20 mil, um abacateiro, 25 mil, e os camundongos que caçamos nas ratoeiras têm 30 mil, 100 mil para nós parecia uma estimativa razoável. Afinal, não foi culpa nossa havermos sido criados à imagem e semelhança de Deus. A bem da verdade, já sabíamos que cerca de 98% de nossas sequências de DNA são idênticas às dos chimpanzés. Mas chimpanzés são animais políticos que formam comunidades com culturas próprias, uti lizam instrumentos rudimentares e matam seus semelhantes premeditadamente. São, por assim dizer, seres mais humanos. Admitir, no entanto, que nosso genoma é formado pelo mesmo número de genes dos ratos, e que somente 300 genes são responsáveis pelas diferenças entre nós e eles, constitui humilhação inaceitável.

            A visão antropocêntrica, segundo a qual a vida na Terra teria evoluído dos seres unicelulares para indivíduos cada vez mais complexos até chegar ao homem, é um mau entendi mento das leis da natureza. No “ranking” evolutivo, não existe primeira posição. A prova é que as bactérias foram os primeiros habitantes do planeta e não só ainda estão por aí como representam mais da metade da biomassa terrestre, isto é, se somarmos o peso de cada uma, obteremos mais da metade da massa de todos os demais seres vivos somados, incluindo árvores, elefantes e baleias. O Homo sapiens é simplesmente uma entre milhões de espécies. Nascemos há 5 milhões de anos, um segundo evolutivo comparado aos 4 bilhões de anos das bactérias. Não fizemos nenhuma falta à vida na Terra durante praticamente toda a existência dela e, se um dia formos extintos, nenhuma formiga, cigarra ou besouro chorará a nossa ausência. A evolução continuará seu caminho inexorável de competição e seleção natural, como ensinaram Charles Darwin e Alfred Wallace.

            Na verdade, os números do Projeto Genoma são lógicos. Os seres vivos mantêm a quase totalidade de seus genes ocupados na execução das tarefas do dia a dia: respiração, circulação, movimentação, digestão, excreção e produção de energia, entre outras. Muitos desses genes são tão essenciais ao trabalho doméstico que a evolução os preservou praticamente intactos de um ser vivo para outro. Entender a razão pela qual temos 30 mil genes como os ratos é fácil: eles são mamíferos como nós e apresentam fisiologia tão semelhante à nossa que podem ser utilizados em experiências para entender a fisiologia humana. O que intriga na evolução não é a proximidade genética entre as espécies, mas os genes responsáveis pelas diferenças.

    (Drauzio Varella. Borboletas da alma: escritos sobre ciência e saúde, 2006. Adaptado.)
    Verifica-se o emprego de vírgula para assinalar a elipse de um verbo em:
    Escolha uma alternativa para a questão d319a894-74
  • AF3A7558-16

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICENTRO · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão.

    Aquela narrativa-padrão segundo a qual não houve tensões e conflitos em nossa formação linguística, que dizia que o português se instalou no Brasil e foi apenas “influenciado” pelas línguas dos povos originários e escravizados (ou, como ouvi na escola, de índios e escravos), já se provou inadequada para descrever o tamanho do impacto que tiveram na trajetória do nosso país as línguas que existiam aqui quando se deu o desembarque dos marinheiros da esquadra de Cabral.

    A mesma coisa, você já deve estar imaginando, se aplica ao estudo das alterações geradas em nosso idioma pela presença dos africanos escravizados desde os primeiros momentos da colonização real do território, e de modo bem mais acentuado a partir do estabelecimento de ciclos econômicos como o do açúcar e o do café, que dependiam da exploração cada vez mais intensiva de números crescentes de escravizados. Não é à toa que, descontada a fortuna singular do nheengatu, cujo destino ia se desenrolando numa área que estava (e, em certa medida, ainda está) “isolada” do Brasil litorâneo e mais densamente povoado, o fim do período de ouro da língua geral paulista coincida com o início desse novo modelo econômico.

    Num movimento que partia fundamentalmente do Nordeste açucareiro (onde as línguas gerais nunca tiveram a mesma prevalência), o Brasil de brancos e indígenas seria substituído por um Brasil cada vez mais negro. E de maneira curiosa, e até irônica, como veremos, quando se pensa nas tentativas conscientes de embranquecer a população brasileira a partir de meados do século XIX, a fim de garantir a manutenção de um modelo europeu, talvez o fator determinante para a vitória do português em terras brasileiras tenha sido a dispersão dessa mão de obra negra por seu território. [...]

    Uma alteração importante nesse nosso ponto de vista é a noção de que alguns escravizados podem já ter chegado ao Brasil com graus variados de conhecimento da língua portuguesa. Primeiro, porque a presença do idioma em Angola ia se estabelecendo como uma realidade. Segundo, pelo fato de que as pessoas capturadas em regiões no interior com frequência acabavam passando longos períodos presas nos entrepostos do litoral. Nessas feitorias, onde havia africanos lusitanizados e portugueses, é possível que a língua estivesse se instalando como instrumento de contato entre falantes de idiomas diferentes. Antes de aportarem no Rio de Janeiro ou em Salvador, essas pessoas faziam viagens transatlânticas que, a depender dos pontos de partida e de chegada, podiam se estender por cerca de três meses, de novo num ambiente multilíngue cuja única constante era o português.

    (GALINDO, C. W. Latim em pó: um passeio pela formação do nosso português. São Paulo: Companhia das Letras, 2022. p.164- 165;172.) 
    Acerca dos recursos linguísticos empregados no texto, considere as afirmativas a seguir.

    I. As aspas usadas em determinadas palavras do texto servem para enfatizar ou ironizar as ideias apresentadas.

    II. O uso dos parênteses ao longo do texto gera um efeito de sentido redundante às ideias que são expostas.

    III. No segundo parágrafo, o uso do termo “você” tem o objetivo de tornar o texto mais formal devido ao assunto tratado.

    IV. No terceiro parágrafo, o uso da expressão “como veremos” indica a inclusão do leitor no processo de leitura.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão af3a7558-16
  • BCB0244D-C4

    Português

    Pontuação
    Universidade do Estado da Bahia · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto A  

    Captura_de tela 2025-11-18 144557.png (165×423)

    CUNHA, Helena Parente. OUTRA. Disponível em: <https://pdfcoffee.com/alem-de-estar-helena-parente-cunha-poemas-pdf-free.html>. Acesso em: 13 dez. 2022. 


    Texto B

    Captura_de tela 2025-11-18 144616.png (244×543)

    MEIRELES, Cecília. Mar Absoluto. In: Obra Poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar,1987, p.272. 
    Em relação aos recursos linguísticos e de estilo dos poemas, está correta a análise que se faz dos versos em
    Escolha uma alternativa para a questão bcb0244d-c4
  • A903B569-03

    Português

    Coesão e coerência
    UERJ · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos

    A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).

    Os dois-pontos estabelecem coesão entre partes de uma frase, introduzindo diferentes ideias. Os dois-pontos introduzem ideia de modo em:
    Escolha uma alternativa para a questão a903b569-03
  • A8F1C18D-03

    Português

    Pontuação
    UERJ · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos

    A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).

    Gente, casa, livro, é sempre igual: primeiro eu fico olhando pra cor do olho, da porta, da capa; (p. 10)

    Olhei, olhei, toca a olhar. E de repente eu entendi direitinho o que ele tinha falado! (p. 11)

    Considerando a organização das palavras nos trechos sublinhados, o emprego das vírgulas indica as funções, respectivamente, de:
    Escolha uma alternativa para a questão a8f1c18d-03
  • D6EC3C00-C0

    Português

    Pontuação
    PUC - RS · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 1

    1_- 22 1.png (375×750)

    Adaptado de: LUC, Mauren
    Após AVC, médica se forma usando comunicação
    por piscadas em aula e estágio.
    Disponível em: https://bit.ly/3F6WLQu.
    Acesso em: 03 maio 2022.
    Sobre o emprego de vírgulas no texto 1, assinale a alternativa correta: 
    Escolha uma alternativa para a questão d6ec3c00-c0
  • DBD53E17-8B

    Português

    Análise sintática
    UNESP · 2022Entre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia o trecho de um ensaio de Michel de Montaigne (1533-1592).


        Há alguma razão em fazer o julgamento de um homem pelos aspectos mais comuns de sua vida; mas, tendo em vista a natural instabilidade de nossos costumes e opiniões, muitas vezes me pareceu que mesmo os bons autores estão errados em se obstinarem em formar de nós uma ideia constante e sólida. Escolhem um caráter universal e, seguindo essa imagem, vão arrumando e interpretando todas as ações de um personagem, e, se não conseguem torcê-las o suficiente, atribuem-nas à dissimulação. Creio mais dificilmente na constância dos homens do que em qualquer outra coisa, e em nada mais facilmente do que na inconstância. Quem os julgasse nos pormenores e separadamente, peça por peça, teria mais ocasiões de dizer a verdade.

        Em toda a Antiguidade é difícil escolher uma dúzia de homens que tenham ordenado sua vida num projeto definido e seguro, que é o principal objetivo da sabedoria. Pois para resumi-la por inteiro numa só palavra e abranger em uma só todas as regras de nossa vida, “a sabedoria”, diz um antigo, “é sempre querer a mesma coisa, é sempre não querer a mesma coisa”, “eu não me dignaria”, diz ele, “a acrescentar ‘contanto que a tua vontade esteja certa’, pois se não está certa, é impossível que sempre seja uma só e a mesma.” Na verdade, aprendi outrora que o vício é apenas o desregramento e a falta de moderação; e, por conseguinte, é impossível o imaginarmos constante. É uma frase de Demóstenes, dizem, que “o começo de toda virtude são a reflexão e a deliberação, e seu fim e sua perfeição, a constância”. Se, guiados pela reflexão, pegássemos certa via, pegaríamos a mais bela, mas ninguém pensa antes de agir: “O que ele pediu, desdenha; exige o que acaba de abandonar; agita-se e sua vida não se dobra a nenhuma ordem.”


    (Michel de Montaigne. Os ensaios: uma seleção, 2010. Adaptado.)
    “o começo de toda virtude são a reflexão e a deliberação, e seu fim e sua perfeição, a constância” (2° parágrafo)


    Nesse trecho, a segunda vírgula é empregada com a finalidade de
    Escolha uma alternativa para a questão dbd53e17-8b
  • 7279C281-7B

    Português

    Pontuação
    UFRGS · 2022Entre para guardar nos favoritos

    Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.



    Imagem da questão de Português, da prova de 2022

    Imagem da questão de Português, da prova de 2022


    Observe as seguintes afirmações sobre o emprego de sinais de pontuação, considerando o sentido original da frase e sua correção gramatical.



    I - Substituição dos dois pontos da linha 29 por um ponto final.


    II - Substituição dos dois pontos da linha 38 por uma vírgula.


    III- Supressão da vírgula imediatamente depois de diz (l. 44).



    Quais estão corretas?

    Escolha uma alternativa para a questão 7279c281-7b
  • 726F43FA-7B

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRGS · 2022Entre para guardar nos favoritos

    Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.



    Imagem da questão de Português, da prova de 2022

    Imagem da questão de Português, da prova de 2022


    Considere as seguintes afirmações sobre o texto.



    I - As interrogações no último parágrafo servem para o autor problematizar o tema com o leitor.


    II - Os parênteses no segundo parágrafo servem para o autor explicar termos para o leitor.


    III- As aspas no terceiro parágrafo servem para o autor introduzir passagens citadas de outros contextos.



    Quais estão corretas? 

    Escolha uma alternativa para a questão 726f43fa-7b
  • 7261D95C-7B

    Português

    Coesão e coerência
    UFRGS · 2022Entre para guardar nos favoritos

    Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 



    Imagem da questão de Português, da prova de 2022

    O deslocamento de segmentos de um texto pode ou não afetar as relações de sentido estabelecidas. Assinale a alternativa em que o deslocamento de segmentos, considerando os ajustes com maiúscula, minúscula e pontuação, mantém as relações de sentido no contexto em que ocorrem.
    Escolha uma alternativa para a questão 7261d95c-7b
  • B2F7BFE3-75

    Português

    Pontuação
    Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritos
    Leia a fábula “O cão convidado para jantar”, de Esopo, para responder à questão.


       Um homem preparava um jantar para receber à mesa um amigo íntimo. E o cão dele chamou outro cão, dizendo: “Amigo, vem jantar aqui comigo.” Ele foi e, enquanto contemplava feliz o grande jantar, exclamava intimamente: “Uau!, que alegria inesperada me apareceu bem agora! Vou me banquetear à farta e comer tanto que amanhã não terei fome nenhuma!” O cão dizia isso para si e, ao mesmo tempo, abanava o rabo, confiante no amigo. Mas o cozinheiro, quando viu aquele rabo se movimentando para lá e para cá, agarrou o cão pelas patas e, num átimo, o arremessou para fora, pela janela. Após o baque, ele foi embora, ganindo muito. Então um dos cães que toparam com ele no caminho perguntou: “Como foi o jantar, amigo?” Ele respondeu: “Exagerei na bebida e fiquei tão bêbado que nem mesmo sei por onde foi que eu saí.”


    (Fábulas completas, 2013.)
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    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2022Entre para guardar nos favoritos
    Leia a crônica “José de Nanuque”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão


       Como se não bastasse o excesso de população deste mundo, os homens estão detectando a existência de outros mundos habitados, no espaço sideral, e suspiram, emocionados: “Não estamos sós”. E quem disse que estamos sós, se andamos tão acotovelados pelas avenidas da Terra? Pois, como se tudo isso não fosse suficiente, correm às matas de Nanuque e de lá retiram à força José Pedro dos Santos, último promeneur solitaire1 de que havia notícia, o homem que vivia com uma fogueira acesa, espantando onça e, sobretudo, gente.

       — Venha, rapaz! Queremos que participe das maravilhas da civilização!

       — Vocês me arranjam casa pra morar?

       — Bem, isso atualmente está difícil, José.

       — Emprego?

       — Só se você for concursado, e houver vaga.

       — E comida?

       — Depois nós conversamos. Venha depressa, estão nos chamando de outras galáxias!

      José recalcitra: estava tão bem ali! Não paga aluguel, não preenche o formulário do imposto de renda, não faz fila para nada, não tem horário nem patrão, come carne variada, segunda-feira paca, terça peixe, quarta aves, quinta raízes e tubérculos, sexta frutas, sábado...

       — Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!

      Outra razão forte: os fazendeiros de Nanuque reclamavam contra esse homem estranho, embrenhado no mato, fazendo Deus sabe lá o quê. Em vão José alega que os ajuda, espantando onça com seu facho noturno. As onças não devem ser espantadas, sustentam a beleza selvagem da região. Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata? Que ideia faz esse sujeito do contrato social? Nenhuma. Está se ninando para o contrato social. Não é possível. Tragam José para perto de nós, ele tem de aprender ou reaprender a vida apertada que levamos.

       José tem medo. Os homens, as cidades, os códigos, até os prazeres intervalares dos civilizados lhe dão medo. O motor de sua volta ao estado natural foi menos o amor à natureza do que o pânico. Em cada homem vê um perigo, em cada situação uma ameaça, em cada palavra uma condenação. Com as árvores e os bichos ele se entende. Nu e experimentado, conhece e domina o ambiente em que vive sem maiores riscos. Na cidade não praticara ação criminosa, e foi isso precisamente que o fez embrenhar-se na mata. Inocente, faltavam-lhe as provas negativas de sua inocência; se cometesse qualquer malfeito, poderia mentir e salvar-se, mas, estando puro e desarmado diante do sistema, como mentir, senão confessando a falta imaginária, e, portanto, condenando-se? A solução era virar bicho. Virou, com êxito.

       Agora trazem José para a capital, incorporam-no ao estranho maquinismo, ao estatuto sombrio, inexplicável; ele é condenado a viver como os outros, no grau inferior. José está salvo ou perdido? O certo é que nunca mais brilhará, na mata de Nanuque, aquele foguinho solitário.

       Todos são iguais perante a lei.

       Não estamos sós.


    (Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão, 2016.)

    1promeneur solitaire: caminhante solitário.
    Verifica-se o emprego de vírgula para separar um vocativo no seguinte trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão 935fc607-74